sábado, abril 4, 2026

Stellantis acelera no mercado de picapes com novidades da Ram e Fiat na América do Sul

O grupo Stellantis anunciou três movimentações estratégicas que devem impactar diretamente o competitivo mercado de picapes no Brasil e na América do Sul. De entregas simbólicas com atletas renomados a investimentos industriais bilionários e aumento expressivo nas vendas durante uma das principais feiras do agronegócio, a Stellantis reforça sua liderança no segmento com as marcas Ram e Fiat.

Gabriel Medina recebe picapes Ram personalizadas

Em um evento na Ram House, em São Paulo, a Ram entregou ao tricampeão mundial de surfe Gabriel Medina duas picapes que simbolizam a força, sofisticação e esportividade da marca. O surfista, patrocinado pela montadora desde 2024, agora conta com uma Ram 1500 Laramie Night Edition, equipada com o motor Hurricane 6 biturbo 3.0 de 426 cv – a picape mais rápida do Brasil –, e uma Rampage R/T, com motor 2.0 Turbo de 272 cv, a picape mais potente já produzida na América do Sul.

“Ter um atleta de nível mundial como Gabriel Medina ao nosso lado nos permite apresentar toda a capacidade e versatilidade de uso das picapes Ram para novos públicos”, destacou Herlander Zola, vice-presidente da Stellantis Brasil.

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Fiat Titano inicia produção na Argentina com investimento de R$ 2 bilhões

A Stellantis também confirmou o início da produção da nova Fiat Titano na planta de Córdoba, na Argentina. O lançamento faz parte de um ambicioso plano de industrialização para transformar o polo em um hub regional de produção e exportação de picapes, com destaque para o motor MultiJet 2.2, já reconhecido por sua robustez.

O projeto demandou R$ 2 bilhões em investimentos e a criação de 1.800 empregos, sendo metade ocupada por mulheres. Segundo Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis América do Sul, a nova Titano simboliza mais do que um modelo inédito: “É um passo importante em nossa estratégia industrial de longo prazo para a região.”

Além de reforçar o portfólio da Fiat no segmento, o projeto contribui para a consolidação da indústria argentina como um polo exportador de veículos com alto valor agregado.

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Fiat cresce 36% em vendas de picapes na Agrishow

Na edição 2025 da Agrishow – a maior feira agropecuária da América Latina –, a Fiat celebrou um aumento de 36% nas vendas de picapes em comparação ao ano anterior, consolidando sua posição de destaque no setor do agronegócio.

A Fiat Strada teve um crescimento de 30% nas vendas durante a feira. Modelo mais vendido do país há quatro anos, a Strada já ultrapassou 39 mil unidades emplacadas apenas em 2025, refletindo sua aceitação no campo graças à robustez e versatilidade.

Durante o evento, a Fiat disponibilizou testes off-road com suas principais picapes – Strada, Toro e a nova Titano – e exibiu outros modelos da linha, como Pulse, Fastback Abarth e comerciais como Ducato, Scudo e Fiorino. A feira movimentou R$ 14,6 bilhões e recebeu mais de 197 mil visitantes.

CETESB intensifica controle de poluição e autua quase 500 veículos em SP 

Primeira edição da Operação Fumaça Preta 2025 mostra que 1,5% dos veículos a diesel estão em desconformidade com os limites ambientais; principais causas são falhas de manutenção e uso inadequado de ARLA 32 

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) deu início nesta terça-feira (13) à primeira edição da Operação Fumaça Preta 2025, com foco no controle da emissão de poluentes por veículos a diesel. A ação, que integra a Operação Inverno 2025, fiscalizou 37.959 veículos em 27 pontos estratégicos distribuídos por rodovias do Estado, resultando na autuação de 490 veículos em situação irregular, o equivalente a 1,5% do total. 

A fiscalização, realizada em parceria com a Polícia Militar Rodoviária, envolveu o uso de opacímetros (equipamento que mede a densidade da fumaça), testes de qualidade do ARLA 32 (agente redutor de emissões) e a tradicional Escala de Ringelmann, utilizada para avaliação visual da emissão de fumaça preta. 

Cidades com mais e menos irregularidades

Os locais com os maiores índices de não conformidade foram Itaquaquecetuba, Mairiporã, Sorocaba, São Bernardo do Campo e Presidente Prudente, com taxas que variaram de 3% a 4,7%. Já os melhores resultados vieram de Cubatão, Limeira e Barretos, com menos de 0,3% de veículos autuados, demonstrando uma maior adesão às normas ambientais. 

A operação é intensificada anualmente entre maio e setembro, período marcado pela estiagem e pela piora na dispersão de poluentes no ar, principalmente em regiões de tráfego intenso. Segundo a CETESB, a ação busca proteger a saúde da população, especialmente nas áreas urbanas, ao reduzir a poluição atmosférica proveniente do transporte rodoviário. 

Comparativo com anos anteriores

A edição de 2025 segue a tendência histórica de redução nas irregularidades em veículos a diesel. Dados da própria CETESB mostram que: 

Ano  Veículos Fiscalizados  Veículos Autuados  Percentual Irregular 
2023  89.732 

1.262 

1,4% 

2024  35.466 (1ª operação) 

445 

1,25% 

2025  37.959 (1ª operação) 

490 

1,5% 

 

Em um olhar histórico, o índice de veículos irregulares já foi de 30% em 1997, caindo para 6% em 2013 e se estabilizando nos anos recentes entre 1% e 2%. A evolução é atribuída a melhorias tecnológicas, uso de combustíveis mais limpos e às fiscalizações constantes. 

Por que os veículos são reprovados?

Entre os principais motivos das autuações, destacam-se: 

  • Manutenção inadequada do motor e dos sistemas de injeção; 
  • Desgaste ou adulteração de componentes como bicos injetores e catalisadores; 
  • Uso incorreto ou ausência de ARLA 32, aditivo essencial para veículos com tecnologia SCR; 
  • Desativação proposital de sistemas antipoluição; 
  • Combustível adulterado, com alta concentração de enxofre ou impurezas. 

A CETESB alerta que falhas como essas não apenas contribuem para a degradação do ar, mas também comprometem o desempenho dos veículos, aumentam o consumo de combustível e elevam os custos de manutenção a longo prazo. 

Compromisso com a qualidade do ar

A agência ambiental paulista reforça que novas ações estão previstas ao longo dos próximos meses e que continuará promovendo ações de educação ambiental, fiscalização e orientação técnica. “Nosso compromisso é com a melhoria contínua da qualidade do ar e da saúde dos paulistas. A responsabilidade é compartilhada: fabricantes, transportadores, motoristas e o poder público devem agir juntos”, informou a CETESB, em nota. 

 

Crise nos Correios e encolhimento. Quem vai ocupar o espaço? 

A recente decisão dos Correios de cortar R$ 1,5 bilhão em gastos e abrir PDV (Programa de Desligamento Voluntário), após registrar um prejuízo de R$ 2,59 bilhões em 2023, revela não apenas um momento crítico para a estatal, mas também um ponto de inflexão no mercado logístico brasileiro. O impacto direto será sentido, sobretudo, nos serviços mais caros e exigentes — como os de encomendas urgentes e expressas —, tradicionalmente utilizados por empresas de e-commerce e consumidores que exigem prazos reduzidos de entrega. 

Esse cenário adverso para os Correios se apresenta como uma janela estratégica para transportadoras privadas, principalmente aquelas que já atuam com cargas fracionadas, entregas rápidas e logística para comércio eletrônico. 

O e-commerce pede passagem

O crescimento do comércio eletrônico nos últimos anos foi acompanhado por uma demanda crescente por entregas rápidas, rastreáveis e confiáveis. Com os Correios enfrentando cortes operacionais e possíveis reduções de qualidade nos serviços urgentes, há uma quebra de confiança em uma das principais engrenagens logísticas do país. 

Para empresas como Jadlog, Jamef Encomendas Urgentes, Sequoia, Total Express, Loggi, Azul Cargo e transportadoras regionais, essa é uma oportunidade concreta de: 

  • Conquistar market share 
  • Expandir operações em nichos antes dominados pela estatal 
  • Aumentar parcerias com marketplaces, lojas virtuais e sellers independentes 

Cargas fracionadas: o momento é agora 

O modelo de carga fracionada, essencial para o e-commerce e o modelo D2C (direct-to-consumer), ganha ainda mais protagonismo neste novo contexto. Transportadoras com estrutura flexível, roteirização eficiente e tecnologia embarcada para rastreamento e otimização de entregas têm vantagem competitiva clara. 

Além disso, as soluções completas, que vão do fulfillment à logística reversa, tornam-se cada vez mais atrativas para lojistas que querem reduzir a dependência dos Correios e melhorar sua experiência de entrega. 

Foco na capilaridade e tecnologia 

Um dos grandes diferenciais dos Correios sempre foi a capilaridade nacional, com presença em praticamente todos os municípios do Brasil. No entanto, a tecnologia tem permitido que transportadoras menores, em consórcio ou por meio de malhas logísticas integradas, atendam regiões remotas com mais eficiência e menor custo fixo. 

É hora de reforçar investimentos em: 

  • Tecnologia de rastreamento e roteirização 
  • Parcerias regionais e hubs estratégicos 
  • Soluções integradas de última milha 
  • Atendimento ao cliente digital e automatizado 

Visão estratégica 

O corte de gastos dos Correios não é um movimento pontual: ele reflete um modelo que vem se esgotando e que deve passar por reestruturações profundas nos próximos anos. A tendência é que players privados passem a ocupar uma fatia cada vez maior da logística nacional, não apenas em serviços premium, mas também no transporte de pequenos volumes, pacotes e documentos. 

Quem estiver preparado para assumir o espaço deixado pela estatal, entregando serviço, velocidade, preço justo e tecnologia, terá vantagem competitiva duradoura. 

Conclusão 

O mercado logístico brasileiro vive um momento de disrupção silenciosa. A crise dos Correios é um sinal claro de que novos protagonistas estão sendo chamados ao palco. Transportadoras que souberem unir eficiência operacional, visão estratégica e atendimento humanizado terão em 2025 um dos melhores momentos para crescer e se consolidar. 

Andreani Logística celebra 80 años en Argentina y 25 en Brasil

Entre el mate y el café, la empresa argentina Andreani Logística conmemora este año dos hitos clave en su trayectoria: 80 años de operaciones en su país de origen y 25 años de presencia en Brasil. Con un fuerte posicionamiento en sectores de alto valor agregado, como el farmacéutico, hospitalario y cosmético, Andreani se ha convertido en uno de los principales referentes logísticos en América Latina.

Infraestructura de excelencia en Argentina

Fundada en 1945, Andreani ha desarrollado en Argentina una infraestructura operativa de primer nivel. Actualmente, cuenta con 782.424 m² destinados a centros de distribución, almacenamiento y operaciones logísticas. Su flota supera los 4.278 vehículos y procesa más de 55,1 millones de envíos al año. Para lograrlo, recorre más de 51,9 millones de kilómetros anuales y atiende a más de 5.300 clientes corporativos. La compañía emplea a 5.216 colaboradores, impulsando la innovación y la excelencia operativa en cada etapa del proceso logístico.

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Presencia estratégica en Brasil

Desde 2000, Andreani opera en Brasil con una propuesta especializada en sectores que requieren altos niveles de control, seguridad y cumplimiento normativo, especialmente en lo que respecta a regulaciones sanitarias. “Celebrar 25 años en el país refuerza nuestro compromiso con la excelencia logística. Con inversiones en tecnología e infraestructura, hemos mejorado nuestros servicios de almacenamiento y transporte para los sectores farmacéutico, hospitalario y cosmético, garantizando soluciones seguras, ágiles y sostenibles”, comenta Fernando Correa, director general de Andreani Brasil.

La operación brasileña cuenta con una sede central en Embu das Artes (São Paulo) y filiales en Goiânia (GO), Río de Janeiro (RJ), Viana (ES) y Camboriú (SC). Entre sus servicios principales se destacan:

  • Almacenamiento especializado, con cámaras refrigeradas y temperatura controlada, cumpliendo las normativas de ANVISA.
  • Transporte y distribución, con flota equipada con sistemas de rastreo en tiempo real y control de temperatura.
  • Gestión integrada de la cadena de suministro, desde la planificación hasta el monitoreo post-entrega.

Innovación tecnológica como eje estratégico

Andreani continúa apostando por la modernización y digitalización de sus operaciones. Entre sus principales desarrollos tecnológicos se encuentran:

  1. Sistema unificado de gestión de almacenes (WMS), que optimiza el flujo de mercancías y la trazabilidad operativa.
  2. Integración vía API, permitiendo visibilidad en tiempo real del estado de los envíos.
  3. Aplicaciones de Inteligencia Artificial (IA) orientadas a mejorar la experiencia del cliente y los controles internos, identificando patrones y oportunidades de mejora.
  4. Soluciones de geolocalización, que incrementan la eficiencia en la distribución y el abastecimiento.

La compañía también mantiene una sólida agenda de sustentabilidad, con iniciativas centradas en reducir su huella de carbono, principalmente a través de la optimización del consumo de combustible en su flota y la adopción de prácticas logísticas responsables.

De Maradona a Pelé, tangos e sambas: a Andreani Logística celebra 80 anos na Argentina e 25 no Brasil 

Entre um mate e um cafezinho, a Andreani Logística chega a 2025 comemorando duas datas que marcam sua trajetória de sucesso: 80 anos de atuação na Argentina — sua terra natal — e 25 anos fincando o pé no Brasil, onde se consolidou entre as principais operadoras logísticas para setores de alto valor agregado. Com um DNA portenho e alma cada vez mais brasileira, a empresa mistura a precisão argentina com a flexibilidade brasileira para entregar soluções logísticas, especialmente para as indústrias farmacêuticas, hospitalares e de cosméticos. 

E se no futebol as rivalidades são eternas, na logística a Andreani mostra que a colaboração entre os dois países pode ser sinônimo de eficiência, controle e excelência operacional. Da Casa Rosada ao Congresso Nacional, o trajeto é longo, mas a entrega é certa — e com rastreamento em tempo real. 

Trajetória e infraestrutura na Argentina

Fundada em 1945, a Andreani construiu ao longo de oito décadas uma estrutura de excelência em solo argentino. A empresa conta hoje com 782.424 m² de área operacional, destinados a armazenagem, processamento e expedição de cargas sensíveis. Para atender a uma demanda crescente, mantém uma frota superior a 4.278 veículos e processa anualmente mais de 55,1 milhões de remessas. Essa robustez operacional se traduz em mais de 51,9 milhões de quilômetros percorridos por suas rotas e no atendimento a mais de 5.300 clientes corporativos. Por trás desse desempenho está uma equipe de 5.216 colaboradores, responsável por manter elevados padrões de qualidade e inovação contínua. 

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Referência em soluções de alto valor no Brasil

Desde 2000, quando iniciou suas atividades brasileiras, a Andreani vem se destacando como parceira estratégica para indústrias que demandam controle rigoroso e compliance sanitário. “Celebrar 25 anos no país reforça nosso compromisso com a excelência logística. Com investimentos em tecnologia e infraestrutura, aprimoramos os serviços de armazenagem e transporte para os setores farmacêutico, hospitalar e de cosméticos, garantindo soluções seguras, ágeis e sustentáveis”, afirma Fernando Correa, diretor geral da Andreani Brasil. 

Com matriz em Embu das Artes (SP) e filiais em Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), Viana (ES) e Camboriú (SC), a operação brasileira oferece: 

  • Armazenagem especializada: câmaras frias e áreas com temperatura controlada, seguindo as normas ANVISA; 
  • Transporte e distribuição: frota equipada com rastreamento em tempo real e sistemas de controle de temperatura; 
  • Gestão integrada da cadeia: serviços que englobam desde o planejamento até o monitoramento pós-entrega, garantindo visibilidade em todas as etapas. 

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Investimentos em tecnologia e inovação

Para manter-se à frente das demandas do setor, a Andreani tem direcionado recursos significativos ao desenvolvimento de plataformas e ferramentas digitais: 

  1. Sistema unificado de gerenciamento de armazéns (WMS), que otimiza o fluxo de mercadorias e amplia a rastreabilidade de cada lote. 
  1. Integração via API para registro de remessas, proporcionando visibilidade em tempo real sobre o status das cargas. 
  1. Aplicação de Inteligência Artificial, voltada à experiência do cliente e ao aperfeiçoamento contínuo de controles internos, identificando padrões e oportunidades de melhoria. 
  1. Geolocalização avançada, que potencializa a eficiência na distribuição e no abastecimento de suprimentos. 

Além disso, a companhia mantém uma agenda robusta de práticas sustentáveis, com foco na redução da pegada de carbono. Entre as iniciativas, destacam-se programas de otimização de rotas para diminuição do consumo de combustível e adoção gradual de veículos híbridos e elétricos na frota. 

Ford já faturou quase R$ 2 bilhões com a Transit no Brasil

A estratégia da Ford de focar em veículos de maior valor agregado no Brasil começa a mostrar resultados expressivos. Com um portfólio mais enxuto e voltado a nichos de alta rentabilidade, dois modelos se destacam em termos de faturamento: a van Ford Transit, voltada ao mercado de veículos comerciais leves, e o lendário esportivo Ford Mustang. Juntos, esses dois produtos movimentaram mais de R$ 2,3 bilhões no mercado nacional, consolidando a nova fase da montadora no país.

Ford Transit: quase R$ 2 bilhões em faturamento acumulado

Desde o início da produção no Mercosul, a Ford Transit vem ganhando espaço gradualmente no segmento de vans. Em 2022, a fabricante comemorou a marca de 1.000 unidades vendidas no Brasil. Já em 2023, esse número saltou para 5.200 unidades, um crescimento notável impulsionado pela expansão do portfólio e pela entrada da versão elétrica e-Transit.

Em 2024, a Ford Transit manteve o ritmo de crescimento, alcançando mais de 7.000 unidades vendidas até o fim do ano — um aumento de cerca de 40% em relação a 2023.

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Com um preço médio de R$ 280 mil por unidade, o faturamento estimado da Ford com a linha Transit já ultrapassa a marca de R$ 1,96 bilhão no Brasil. Nunca é demais lembrar que metade, ou seja cerca de R$ 1bilhão, foram para os cobres públicos por meio de vários impostos.

Mustang: R$ 120 milhões em uma hora e mais de R$ 355 milhões no ano

Se no segmento comercial a Transit é a estrela, entre os esportivos, o Mustang segue como um ícone absoluto de performance e desejo. Em 2024, o novo Mustang GT Performance foi lançado no Brasil com preço inicial de R$ 529 mil, e o impacto foi imediato: as primeiras 150 unidades disponíveis esgotaram em apenas uma hora, gerando R$ 79 milhões em faturamento instantâneo.

Poucos meses depois, um segundo lote com 200 unidades também esgotou rapidamente, elevando o faturamento a R$ 120 milhões em apenas uma hora de vendas online — um marco que ganhou ampla repercussão nas redes sociais e na imprensa especializada.

No total, o Mustang somou 672 unidades vendidas no Brasil em 2024, segundo dados oficiais. Isso representa um faturamento estimado de R$ 355,5 milhões, consolidando o modelo como um verdadeiro “halo car” da marca, mesmo com volumes baixos em relação ao mercado de massa.

Nova fase da Ford no Brasil: menos volume, mais rentabilidade

Desde que encerrou a produção local de veículos de passeio em 2021, a Ford adotou uma nova postura no mercado brasileiro, concentrando-se em produtos importados, com foco em nichos como picapes (Ranger e F-150), SUVs (Territory e Bronco), vans (Transit) e modelos icônicos como o Mustang.

O sucesso das estratégias comerciais da Transit e do Mustang mostram que a montadora norte-americana está conseguindo se reposicionar com solidez, focando mais em margens de lucro do que em volume. Com quase R$ 2,3 bilhões faturados apenas com esses dois produtos, a Ford reforça sua imagem de marca aspiracional e especializada em veículos de alta performance — seja para o trabalho ou para a paixão pela velocidade.

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Transpass testa o ônibus 100% elétrico e-Volksbus 22L nas ruas de São Paulo

A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) coloca à prova o seu ônibus elétricos em uma das cidades mais complexas para eletrificação do transporte público devido à falta de infraestrutura. Os primeiros modelos do e-Volksbus 22L começaram a circular pelas ruas de São Paulo em operações reais. Quatro unidades do modelo estarão em uso nas próximas semanas como parte de uma fase final de avaliações junto a clientes estratégicos.

Com 1.183 ônibus elétricos em circulação, o país ocupa a terceira colocação no ranking latino-americano, atrás do Chile (2.659 veículos) e da Colômbia (1.590), segundo dados atualizados do E-Bus Radar — iniciativa do projeto Zebra, liderado pelo ICCT (Conselho Internacional de Transporte Limpo) e C40 Cities.

O avanço dos ônibus elétricos no país corre atrás da agenda global de descarbonização e já conta cinco fabricantes de ônibus elétricos já produzindo — Mercedes-Benz, BYD, Eletra, Volvo e Marcopolo. Outros três vão começar a produzir entre este e o próximo ano — Volkswagen, Scania e Higer Bus — e um que vai apenas importar, a Ankai.

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100% desenvolvimento no Brasil

Nosso e-Volksbus chega para estabelecer uma nova referência de atendimento no mercado. Não oferecemos apenas um veículo, mas uma solução completa de transporte, da infraestrutura de recarga ao pós-vendas“, destaca Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da VWCO.

Segundo a empresa, o e-Volksbus 22L é fruto direto da experiência com o e-Delivery, primeiro e único caminhão 100% elétrico desenvolvido e produzido na América Latina. A expertise acumulada permitiu à engenharia da VWCO desenvolver um ônibus robusto, versátil e alinhado às necessidades reais do transporte coletivo urbano.

Outro modelo desenvolvimento no Brasil e já com mais de 120 unidades entregues aos clientes é o Mercedes-Benz eO500U. Leia mais sobre ele:

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Etapa de testes e suporte total ao cliente

A primeira unidade já está em operação na empresa Transpass, enquanto as demais serão integradas à frota de outras operadoras da capital paulista em breve. Técnicos da VWCO acompanharão de perto cada veículo, garantindo treinamento completo aos profissionais das empresas e suporte para eventuais manutenções realizadas nas próprias garagens.

A montadora também está mobilizando sua rede de concessionárias, preparando estoques de peças e serviços dedicados aos novos modelos elétricos. “Seja a diesel ou elétrico, nossos veículos vão sempre oferecer a melhor solução de transporte, apoiados numa extensa e qualificada rede de atendimento em todo o país”, reforça Alouche.

Projetado no Brasil, o e-Volksbus 22L adota a exclusiva arquitetura modular elétrica da VWCO, que permite maior flexibilidade no desenvolvimento de veículos. Essa solução possibilita a adaptação ágil da base técnica para diferentes plataformas, reduzindo o tempo de lançamento de novos produtos e garantindo alinhamento com as exigências operacionais de diferentes mercados.

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Mercado e fabricantes em destaque

No panorama latino-americano, a chinesa BYD lidera a presença de ônibus elétricos com 2.678 unidades, seguida por Foton, Yutong Bus e a brasileira Eletra, que detém a maior frota em operação no Brasil, com 691 ônibus. No país, a BYD aparece com 90 unidades, seguida pela Mercedes-Benz, com 62.

A chegada do e-Volksbus promete aquecer ainda mais esse mercado e ampliar a competitividade entre fabricantes em território nacional, num momento em que sustentabilidade e eficiência operacional se tornam prioridades inadiáveis.

A expansão dos biocombustíveis no Mato Grosso do Sul

O Mato Grosso do Sul vive um momento de transformação econômica impulsionado pela força dos biocombustíveis. A agroindústria voltada à produção de energia renovável tem sido responsável por alavancar o desenvolvimento do estado, com reflexos diretos no crescimento do PIB, na geração de empregos e na competitividade nacional e internacional do setor.

Em 2025, a economia sul-mato-grossense deve crescer 4,8%, segundo estimativas do governo estadual — um desempenho expressivo que supera em 2,8 pontos percentuais a previsão de crescimento do PIB brasileiro. Esse avanço é liderado, em grande parte, pelo segmento de bioenergia, que já representa 17% do Produto Interno Bruto estadual.

De acordo com a Biosul (Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul), o estado alcançou uma produção histórica de 4,2 bilhões de litros de etanol na safra 2024/2025, consolidando-se como o quarto maior produtor do país. A meta é ambiciosa: ser o segundo maior produtor até 2027, ficando atrás apenas de São Paulo. Para 2034, o objetivo é ainda mais ousado — alcançar 48,5 bilhões de litros de biocombustíveis, ante os 35 bilhões produzidos em 2024.

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Crescimento em todas as frentes

O avanço da bioenergia no estado não se restringe ao etanol. Em 2024, a produção de biodiesel foi de 9,4 bilhões de litros, com meta de chegar a 14,3 bilhões até 2034. A produção de diesel verde (HVO) ainda é inexistente, mas há expectativa de alcançar 13,6 bilhões de litros em dez anos. Já o SAF (combustível sustentável para aviação) teve início com 0,9 bilhão de litros, mirando 6,5 bilhões em 2034.

Outro destaque é o biometano, que teve produção de 1,8 bilhão de Nm³ em 2024, e deve atingir 3,3 bilhões de Nm³ até 2034. O etanol de milho, alternativa crescente no portfólio energético do estado, somou 7,3 bilhões de litros em 2024, com projeção de quase dobrar — chegando a 14,3 bilhões de litros — na próxima década.

Desafio: falta de mão de obra

Apesar do otimismo com os números, a rápida expansão do setor traz consigo um grande desafio: a escassez de mão de obra. Segundo empresas do ramo, setores como o de transporte já enfrentam dificuldade para encontrar trabalhadores qualificados. Isso ocorre porque a velocidade de crescimento da agroindústria de biocombustíveis supera a capacidade atual de formação e alocação de profissionais.

Hoje, o setor emprega cerca de 30 mil pessoas diretamente no estado e conta com 22 usinas de bioenergia em operação. A expectativa é que esse número aumente com os investimentos programados para os próximos anos.

Protagonismo global

O destaque de Mato Grosso do Sul reflete um cenário global de crescimento dos biocombustíveis. Segundo a Agência Internacional de Energia (EIA, na sigla em inglês), o setor movimentou US$ 320 bilhões em 2023, o equivalente a aproximadamente R$ 1,6 trilhão, considerando a cotação média do dólar. Esse volume contribuiu com 10% da expansão do PIB mundial e foi responsável pela criação de mais de 2,8 milhões de novos postos de trabalho no planeta.

Nesse contexto, o Brasil — e especialmente o Mato Grosso do Sul — tem papel de liderança, combinando recursos naturais abundantes, políticas públicas de incentivo e uma cadeia produtiva altamente tecnificada.

Perspectivas

Com metas bem definidas, capacidade produtiva crescente e forte apelo sustentável, o Mato Grosso do Sul se posiciona como um polo estratégico na transição energética brasileira. A consolidação do estado como referência nacional em biocombustíveis depende agora da superação de gargalos na qualificação de mão de obra e de investimentos em logística, pesquisa e inovação. A corrida já começou — e o estado quer chegar na frente.

RETTmobil 2025: Mercedes-Benz apresenta caminhões de bombeiros

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Os caminhões de bombeiros ocupam um lugar especial no imaginário coletivo. São veículos destinados a missões vitais, como o salvamento de vidas e o combate a desastres naturais. Ao contrário dos caminhões convencionais utilizados em atividades como agronegócio, mineração ou construção, os veículos de emergência precisam reunir robustez, velocidade e alta capacidade de transporte — tanto de equipamentos quanto de pessoal. E é nesse contexto que a Mercedes-Benz apresenta seus modelos especiais na edição 2025 da RETTmobil, uma das principais feiras internacionais de resgate e resposta a emergências, realizada de 14 a 16 de maio em Fulda, na Alemanha.

A Mercedes-Benz Special Trucks preparou duas soluções de peso para os bombeiros: o lendário Unimog U 5023, em versão caminhão-tanque de bombeiros, e o Mercedes-Benz Atego HLF 10, veículo multifuncional para combate a incêndios e assistência técnica. Ambos foram projetados para operar em condições extremas, desde enchentes até incêndios florestais de difícil acesso.

Unimog U 5023: feito para o improvável

Projetado para missões em terrenos severos, o Unimog U 5023 é um verdadeiro símbolo da capacidade off-road da Mercedes-Benz. Com motor de 231 cv, tração integral selecionável e eixos tipo portal, este caminhão-tanque de bombeiros impressiona pela capacidade de transpor obstáculos e chegar onde outros veículos não chegam.

Sua distância do solo de mais de 50 cm e capacidade de travessia de até 1,2 metro o tornam indicado para situações de alagamento e acesso remoto. A articulação diagonal de até 30 graus do chassi e os eixos tubulares garantem que o caminhão mantenha a estabilidade em terrenos irregulares, mesmo carregado com até 14,5 toneladas de peso bruto total.

RETTmobil 2025
Caminhão de bombeiros Unimog U 5023 da Mercedes-Benz, equipado com superestrutura Schlingmann, pronto para operações de resgate e combate a incêndios em terrenos desafiadores

A redução off-road e o sistema de regulação de pressão dos pneus permitem que o veículo se adapte instantaneamente ao tipo de solo, garantindo tração máxima em qualquer situação — da terra ao asfalto, onde pode atingir até 89 km/h.

O modelo apresentado na feira está equipado com superestrutura Schlingmann construída em aço inoxidável, que oferece resistência à torção e proteção contra corrosão. O sistema duplo de três pontos de fixação da carroceria ao chassi permite a flexibilidade necessária para enfrentar solos acidentados com segurança.

Com capacidade para transportar até 4.000 litros de água, o caminhão conta com uma bomba centrífuga Schlingmann S2000 tipo FPN 10-2000, acionada por botões compatíveis com luvas, e um canhão d’água no teto. A iluminação por LED nos compartimentos e ao redor do veículo facilita as operações noturnas, enquanto compartimentos laterais e caixas no teto oferecem espaço de sobra para equipamentos.

Atego HLF 10: versatilidade urbana e rural

Voltado principalmente para os corpos de bombeiros urbanos, o Mercedes-Benz Atego HLF 10 é um veículo multifuncional construído sobre o chassi Atego, com motor de 299 cv (220 kW), tração 4×4 e redução off-road. Atende às normas DIN 14502 e DIN 14530-26 e é equipado com superestrutura da especialista Rosenbauer.

RETTmobil 2025
Mercedes-Benz Atego HLF 10 com superestrutura Rosenbauer: versatilidade e alta tecnologia para combate a incêndios e operações de resgate em áreas urbanas e rurais.

Com cabine dupla para até nove ocupantes (8+1), o HLF 10 combina agilidade com funcionalidade. O bloqueio longitudinal sincroniza os eixos dianteiro e traseiro para enfrentar terrenos difíceis, enquanto os diferenciais bloqueantes evitam que as rodas patinem em solo escorregadio.

O conceito de superestrutura AT (Advanced Technology) da Rosenbauer foca em modularidade e espaço interno, permitindo transporte de equipamentos variados para diferentes tipos de operação. Um destaque é o sistema de bomba centrífuga FPN 10-3000, capaz de fornecer água e espuma para combate a incêndios, tudo gerenciado por meio do Sistema de Controle Lógico da marca austríaca.

Guia MICHELIN 2025: descubra os 4 estreantes e as 18 novidades

O prestigiado Guia MICHELIN apresentou nesta segunda-feira, 12 de maio, sua aguardada seleção 2025 para as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Em uma cerimônia realizada no luxuoso hotel Rosewood São Paulo, foram anunciados os novos destaques da gastronomia brasileira, que inclui quatro novos restaurantes agraciados com uma Estrela MICHELIN — dois em cada cidade — além de novos nomes nas categorias Bib Gourmand e Recomendados.

No total, o guia recomenda agora 149 restaurantes, dos quais 18 são estreantes na seleção deste ano. A edição especial também marca os 125 anos de fundação da publicação francesa, símbolo mundial de excelência gastronômica.

Com a chegada de Casa 201 e Oseille, no Rio de Janeiro, e KANOE e Ryo Gastronomia, em São Paulo, o Brasil passa a contar com 20 estabelecimentos detentores de uma Estrela MICHELIN.

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Casa 201 (Rio de Janeiro) – Localizado no Jardim Botânico, o restaurante do chef João Paulo Frankenfeld oferece um menu degustação sazonal, com toques franceses e foco em ingredientes brasileiros. A proposta delicada e autoral reflete sua formação no Institut Paul Bocuse, na França, e sua experiência no Le Cordon Bleu.

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Oseille (Rio de Janeiro) – Comandado por Thomas Troisgros, herdeiro de uma linhagem de chefs franceses renomados, o restaurante funciona acima do já conhecido Toto. A cozinha aberta e o balcão em “U” permitem uma experiência imersiva, com pratos que combinam técnica francesa e insumos locais.

KANOE (São Paulo) – No coração do bairro Jardins, o restaurante japonês do chef Tadashi Shiraishi propõe um refinado menu Omakase, servido em um balcão para apenas nove pessoas. O cuidado extremo com cada ingrediente e a atmosfera intimista conquistaram os inspetores do guia.

Ryo Gastronomia (São Paulo) – Após uma ampla renovação, o restaurante comandado pelo chef Edson Yamashita volta à lista de estrelados, com sua proposta de menu Omakase que combina precisão, respeito aos ingredientes e técnica japonesa refinada.

Biestrelados mantêm posição de destaque

Cinco dos mais respeitados restaurantes do país renovaram suas duas Estrelas MICHELIN, reconhecimento que sinaliza uma cozinha excepcional, pela qual “vale a pena fazer um desvio”. São eles:

  • D.O.M. (São Paulo)
  • Evvai (São Paulo)
  • Lasai (Rio de Janeiro)
  • Oro (Rio de Janeiro)
  • Tuju (São Paulo)

Estrela Verde: compromisso com a sustentabilidade

Os três restaurantes detentores da Estrela Verde MICHELIN, que reconhece práticas sustentáveis na gastronomia, também mantiveram suas distinções. Todos estão em São Paulo: A Casa do Porco, Corrutela e Tuju, reafirmando a cidade como polo de inovação e consciência ambiental no setor.

Cinco novos Bib Gourmand celebram o bom custo-benefício

A categoria que valoriza restaurantes com excelente relação entre qualidade e preço recebeu cinco novos representantes, todos em São Paulo:

  • A Casa do Porco
  • Cepa
  • Clandestina
  • Jacó
  • Manioca da Mata

Com essas adições, o Brasil agora conta com 40 Bib Gourmand, sendo 33 em São Paulo e 7 no Rio.

12 novos restaurantes Recomendados ampliam a oferta gastronômica

A categoria “Recomendado” também cresceu, com 12 novos nomes que reforçam a diversidade e qualidade da cena gastronômica nacional. Agora são 84 restaurantes reconhecidos com essa menção: 30 no Rio e 54 em São Paulo.

No Rio de Janeiro:

  • Babbo Osteria
  • OCYÁ Ilha
  • Quinta da Henriqueta
  • Rufino Parrilla

Em São Paulo:

  • Cala del Tanit
  • Giulietta Carni
  • Goya Zushi
  • Le Jardin
  • Marena Cucina
  • Sal Gastronomia
  • Shin Zushi
  • Trattorita Evvai

Reconhecimento a talentos da hospitalidade: os prêmios especiais MICHELIN 2025

Além das tradicionais distinções, o Guia MICHELIN homenageou profissionais que se destacam em suas áreas com prêmios especiais:

  • Prêmio Jovem ChefIago Jacomussi, do restaurante Jacó (SP), pela cozinha brasileira moderna e técnica aos 26 anos.
  • Prêmio SommelierMarcelo da Fonseca Lopes Costa, do Evvai (SP), por sua abordagem elegante e apaixonada à harmonização.
  • Prêmio de ServiçoRodrigo Cavalcante, maître do Tuju (SP), pela excelência, discrição e precisão no atendimento.