quarta-feira, abril 8, 2026

Iveco coroa ano desafiador com importantes premiações

Marcado pelo ano desafiador no Brasil, como a implementação do Euro 6, alta taxa de juros e baixa disponibilidade de crédito, 2023 termina com ótimas notícias para a Iveco. Em uma semana especial de dezembro, a marca conquistou três importantes premiações dos segmentos automotivo e de comunicação.

No Prêmio Mobilidade Estadão 2023, o Iveco S-Way 540 foi eleito o ‘Melhor Caminhão’, pelo voto popular, e o Iveco Daily 35-160 venceu na categoria ‘Melhor Chassi-Cabine’. A montadora também conquistou o Top Truck TV 2023 com o Iveco Tector 9-190 na categoria ‘Melhor Caminhão Urbano Semileve, Leve ou Médio’.

E para fechar o ‘catálogo’ de conquistas, a Iveco foi vencedora na etapa nacional do Prêmio ABERJE, da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, com a campanha “Quem vê cara, não vê Caminhão”, na categoria ‘Foco em Públicos – Comunicação e Relacionamento com Consumidor/Cliente’. Em novembro, a campanha já havia conquistado a etapa regional (Minas e Centro-Oeste).

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Marcus Souza, diretor de Marketing da Iveco para a América Latina, ressalta que os investimentos da marca a fim de um line-up completo, dos leves aos pesados, que promove um dos melhores TCO (total custo de operação) do mercado para o cliente, são peça-chave do sucesso nas premiações. “Todos os nossos desenvolvimentos são pautados em proporcionar rentabilidade, robustez e versatilidade para diferentes operações do transporte de cargas. Essa é a receita do nosso sucesso”, completa Souza.

Além dos reconhecimentos, a IVECO também caminha para terminar 2023 com uma participação de mercado de dois dígitos no Brasil. Atualmente, a montadora tem 10% de market share.

“Tenho muito orgulho do time Iveco. Temos uma equipe extremamente qualificada que, com sua dedicação e motivação, está criando caminhos com soluções inovadoras para os clientes e parceiros. O reconhecimento desse empenho se materializa com as conquistas. Sobretudo, com o crescimento sustentável que alcançamos nos últimos anos”, diz Marcio Querichelli, presidente da Iveco para a América Latina.

Para 2024, a Iveco, por fim, planeja o lançamento de produtos, a expansão da capilaridade da rede e a ampliação da conectividade. “Seguimos no caminho das conquistas com muito trabalho e planejamento para alcançarmos nossos objetivos”, finaliza Querichelli.

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Scania apresenta novos motores a biometano

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Os motores a biogás de 13 litros da Scania prometem uma redução de consumo de combustível renovável em até 5%, e autonomia maior para operações de longa distância.

O gestor de Produto Sênior para Combustíveis Renováveis na Scania Trucks, Ola Henriksson, destaca a eficácia dessa junção: “Quando combinamos esses componentes, rapidamente se tornou óbvio que estávamos preparando um sucesso. Assim como o motor Super se beneficia da maior dispersão na caixa de câmbio G25, o mesmo acontece com os motores a biogás. Em conjunto com a caixa de velocidades Scania Opticruise e os novos eixos, os motores a biometano operam muito perto do seu ‘ponto ideal’.”

O interesse crescente por biometano, como Bio-GNL (gás biometano liquefeito) ou Bio-GNC (gás biometano comprimido), destaca-se como uma resposta imediata para alcançar reduções significativas de CO₂. Sobretudo, sem sacrificar a eficiência. As soluções baseadas em biometano estão prontamente disponíveis por meio de redes de postos de combustível (na Europa e em breve no Brasil), permitindo reduções de até 90% nas emissões de CO₂ desde a produção até o uso.

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Henriksson enfatiza que “os combustíveis biometano são definitivamente a solução para os clientes que desejam iniciar uma jornada de descarbonização sem demora”. Os motores a biometano da Scania atendem a uma ampla gama de indústrias. Ademais, oferece autonomias de até 1.800 km para combinações de cavalo mecânico e semirreboque de 40 toneladas, especificadas com de tanques de Bio-GNL disponíveis.

A combinação dos novos motores a biometano com a caixa G25 e o eixo traseiro resultou em confirmação de economias de combustível de 5%. Além disso, a opção de Bio-GNL ou Bio-GNC oferece uma redução de CO₂ de até 90%, proporcionando uma solução imediata e eficaz para a descarbonização.

Henriksson expressa confiança na aceitação crescente dessa solução. Dessa forma, ele destaca os benefícios óbvios e praticamente inexistentes contras, incluindo um significativo nível de ruído mais baixo para os motoristas.

Dados do Motor para os Novos Motores a Biogás da Scania:

motores a biometano
Novos motores Super a biometano

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Prêmio Reclame Aqui: Cometa e Goodyear são as vencedoras em suas categorias

A Goodyear foi vencedora do Prêmio Reclame Aqui 2023 como a empresa mais bem avaliada pelo atendimento ao cliente na categoria Pneus — Fabricantes. Este reconhecimento ocorre pelo segundo ano consecutivo, destacando-se entre as gigantes do setor.

Presente no Brasil por mais de um século, a Goodyear construiu uma sólida reputação não apenas pela qualidade de seus produtos, mas também pelo compromisso com a satisfação do cliente.

O Prêmio Reclame Aqui, em sua 13ª edição, é uma iniciativa da plataforma que oferece aos consumidores a oportunidade de compartilhar suas experiências com empresas e serviços, contribuindo para a transparência e aprimoramento do mercado.

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A metodologia do prêmio envolve a indicação de três empresas por categoria, que competem pelo primeiro lugar por meio do voto popular. Neste ano, o Prêmio Reclame Aqui registrou uma participação com mais de 17 milhões de votos.

Débora da Cruz, diretora de Marketing e Trade Marketing da Goodyear do Brasil, expressou seu orgulho ao receber novamente este prestigiado reconhecimento. “Para nós, é uma honra receber esse prêmio novamente. Valorizamos a excelência no atendimento, e o Prêmio Reclame Aqui reforça nosso compromisso em manter o cliente no centro de tudo o que realizamos. Esse reconhecimento nos estimula a aprimorar ainda mais o relacionamento com nossos consumidores”, celebrou Débora.

Viação Cometa

Pelo terceiro ano consecutivo, a Viação Cometa, empresa do Grupo JCA, conquista o título de melhor empresa na categoria ‘Transporte — Meios de Transporte’ no Prêmio Reclame Aqui 2023. A Viação Cometa assegurou o primeiro lugar com a preferência de 42.493 consumidores.

Com um total de 86.299 votos contabilizados para todas as empresas indicadas, a Viação Cometa, por certo, foi escolhida por mais de 49% de todos os participantes da pesquisa, consolidando sua posição como líder no segmento de transporte.

“A avaliação ‘Ótima’ no Reclame Aqui, o índice de 100% de reclamações respondidas e resolutividade de 86%, por fim, credenciaram a marca a concorrer novamente à premiação. E a nota de 8,5 dos consumidores se traduziu na quantidade de votos recebidos pela empresa na pesquisa. Esses números expressivos são fruto de muito investimento. Além disso, o trabalho para contribuir para que nossos clientes tenham a melhor experiência possível. Desde a hora em que decidem viajar conosco”, declara Natália Marangon, gerente de clientes do Grupo JCA.

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BMW anuncia aumento da produção e mais empregos no Brasil

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Com uma participação expressiva de mais de 40% no mercado de automóveis premium, a BMW reforça seu compromisso com o crescimento no Brasil ao anunciar um aumento significativo na produção em sua unidade de Araquari, Santa Catarina, a partir de 2024. Essa expansão faz parte da estratégia da fabricante alemã, com a matriz em Munique, para fortalecer sua presença na região e atender à crescente demanda por seus veículos de luxo.

A partir do próximo ano, a linha de montagem catarinense da BMW elevará sua produção em 10%, alcançando a marca de 11 mil unidades anuais. Atualmente, a fábrica é responsável pela fabricação dos renomados SUVs X1, X3 e X4, além do consagrado sedã Série 3, o veículo mais vendido globalmente pela marca.

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Tendência para os carros de luxo

Além do aumento na produção, a BMW tem planos de ampliar sua equipe de colaboradores em Araquari. A expectativa é a contratação de 50 novos profissionais, representando um crescimento de 5% no quadro de funcionários da unidade. Essa medida não apenas fortalece a presença da BMW na região, mas também contribui para o desenvolvimento econômico local.

Reiner Braun, presidente e CEO do BMW Group América Latina, expressou sua confiança no mercado brasileiro e destacou a estratégia de crescimento da marca na região. Segundo ele, as operações brasileiras em Santa Catarina e Manaus, onde são produzidas motocicletas premium.

“Além disso, temos um Centro de Engenharia no Brasil, que apoia desenvolvimentos globais, e 4,2 mil colaboradores comprometidos com qualidade. Vamos continuar a investir na América Latina. Somos líderes em vendas de modelos premium por seis anos consecutivos, posição que será mantida neste ano de 2023”, assegurou Braun.

Liderança em carros premium

A BMW reafirma sua posição como líder incontestável na categoria premium no Brasil. De acordo com dados de emplacamentos do Renavam, entre janeiro e novembro deste ano, a fabricante alemã atingiu a marca de 13.360 unidades vendidas no país.

Embora ocupe a 13ª posição em participação de mercado, a BMW se destaca como a líder indiscutível entre as marcas premium. Ademais, superando concorrentes como Audi, Jaguar Land Rover, Mercedes-Benz e Volvo.

Esse desempenho sólido reforça a confiança da BMW no mercado brasileiro e respalda suas iniciativas de expansão e investimento na região. Com a produção em alta e a expectativa de contratação de novos profissionais, a BMW projeta um futuro promissor. Por fim, consolidar sua posição como referência no segmento premium automotivo no Brasil e na América Latina.

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AEA lança ‘Cartilha da Eletromobilidade” e faz balanço dos avanços tecnológicos

A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), prestes a comemorar quatro décadas de existência em junho de 2024, reuniu a imprensa especializada de São Paulo e região. O objetivo foi apresentar as conquistas e avanços realizados ao longo do ano, marcado pelo primeiro ano do mandato bienal (2023/24) de Marcus Vinicius Aguiar, presidente da entidade, e de seu vice, Everton Lopes.

Durante o encontro anual com a imprensa, a AEA lançou a “Cartilha de Eletromobilidade”, um documento elaborado com o intuito de simplificar e disseminar informações sobre veículos eletrificados.

A cartilha pode ser baixada gratuitamente no site www.aea.org.br.

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O segmento de eletromobilidade tem conquistado expressivos índices de crescimento no mercado automotivo brasileiro, especialmente com a chegada de novas e futuras instalações fabris, como a da BYD em Camaçari (BA).

Raquel Mizoe, diretora de Emissões e Consumo de Leves, abordou a eficiência energética e a descarbonização “Do poço à roda”, destacando a importância de reduzir as emissões durante todo o ciclo de vida do veículo.

Por sua vez, Paulo Jorge Antonio, diretor de Emissões e Consumo de Pesados, discutiu o impacto do Proconve P8 nos motores. Sobretudo, nos sistemas de pós-tratamento dos veículos pesados, e sobre as possíveis fontes de bioenergia que o Brasil possui.

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Mauricio Lavoratti, diretor de Fora de Estrada e Geradores, trouxe percepções sobre os estudos em andamento relacionados a máquinas e equipamentos desse segmento. Carlos Sakuramoto, diretor de Manufatura, apresentou resultados parciais de estudos sobre a descarbonização da produção. Ademais, enfatizou os conceitos de “Berço ao portão” e “Descarte ao túmulo e ao berço”.

Em relação às tendências tecnológicas do setor automotivo brasileiro, Murilo Ortolan, diretor dessa área, abordou as principais tecnologias de descarbonização. Isso, tanto para veículos leves e pesados, além de discutir o futuro das tecnologias de segurança veicular.

O professor Marcelo Massarani, diretor de Academia, encerrou as apresentações. A fim de alertar sobre a necessidade de os profissionais estarem preparados para lidar com as rápidas e significativas mudanças nas tecnologias veiculares.

Embora não tenha feito uma apresentação formal, o diretor de Combustíveis da AEA, Rogério Gonçalves, resgatou em seu trabalho a evolução dos combustíveis. Além disso, comentou sobre as novas tecnologias de motores, destacando a busca contínua por eficiência energética e redução de consumo.

No encerramento do evento, Everton Lopes, vice-presidente da AEA, fez um resumo dos desafios futuros da entidade e do setor automotivo brasileiro. A Associação reforça seu compromisso em liderar os debates técnicos e contribuir para o desenvolvimento sustentável e inovador da indústria automobilística nacional.

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Os vencedores de 2023 dos prêmios Top Car TV, Top Truck TV e Top Moto TV

Em uma noite repleta de emoção, o Top Car TV, que inclui o Top Truck TV e o Top Moto TV, realizou, pela 22ª vez, a aguardada premiação que reconhece os melhores veículos do ano. O evento, que se transformou em uma confraternização do setor automotivo, aconteceu no Centro Brasileiro Britânico, reunindo jornalistas e executivos da indústria.

O júri composto por 50 especialistas participou ativamente, votando em 13 categorias da 22ª edição do Prêmio Top Car, 5ª do Prêmio Top Truck e 2ª do Prêmio Top Moto. A votação secreta, realizada com seriedade e profissionalismo, deu vida a mais uma edição marcante do prêmio, que se consolida como o mais importante do mercado automotivo brasileiro.

“Depois de mais de duas décadas de premiações, ademais, continuo me emocionando com o esforço do Comitê Gestor em realizar uma das votações automotivas mais sérias, relevantes e profissionais do mercado brasileiro”, destacou Paulo Brandão, presidente do Top Car TV.

Homenagem à Volkswagen pelos 70 Anos no Brasil

O destaque da noite, certamente, foi a homenagem à montadora Volkswagen, que está comemorando 70 anos de presença no Brasil. Uma trajetória marcada, certamente, por inovação e contribuições significativas para a indústria automotiva nacional.

Prêmio Top Moto 2023

A cerimônia iniciou, por certo, às 20h, apresentada por Ricardo Vasconcelos. Na categoria Prêmio Top Moto 2023, a Royal Enfield Scram 411 foi eleita a Melhor Moto Street, enquanto a Honda CRF 1100 African Twin conquistou o prêmio de Melhor Moto Trail de 2023.

Prêmio Top Truck 2023

Top Car TV
Este jornalista, dos jurados do Top Truck TV, faz a entrega do troféu para Daniel Bandeira, gerente de Vendas de Soluções de Transporte da Scania Operações Comerciais Brasil
  • Melhor Performance Empresarial/Melhor Fabricante de Caminhões = Mercedes-Benz.
  • Melhor Veículo de Carga CNH categoria B e PBT de até 3.500 quilos = Ford Transit.
  • Melhor Caminhão Urbano Semileve, Leve ou Médio = Iveco Tector 9-190.
  • Melhor Caminhão Médio ou Semipesado = Volkswagen Constellation 26.320.
  • Melhor Caminhão Pesado (Rígido ou Cavalo Mecânico) = Scania Super.
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Prêmio Top Car TV

Encerrando a noite de laureações, a fim de revelar os vencedores Top Car, que teve o Grupo Stellantis como o grande vencedor, com 5 troféus.

  • Melhor Executivo de Montadora = Antonio Filosa, da Stellantis.
  • Melhor Ação de ESG = Renault, sobretudo, com a Produção de Energia Limpa.
  • Melhor Carro Elétrico até R$ 200.999 = BYD Dolphin EV.
  • Melhor Carro Elétrico acima de R$ 201.000 = Renault Megane E-Tech.
  • Melhor Carro Híbrido até R$ 250.000 = GWM Haval H6 HEV
  • Melhor Carro Híbrido acima de R$ 251.000 = Honda Civic Hybrid.
  • Melhor Picape até R$ 190.999 = Fiat Strada Turbo.
  • Melhor Picape acima de R$ 191.000 = Ram Rampage.
  • Melhor Utilitário Esportivo até R$ 200.999 = Fiat Fastback Abarth.
  • Melhor Utilitário Esportivo acima de R$ 201.000 = Ford Territory.
  • Melhor Carro Nacional até R$ 199.999 = Peugeot 208 Turbo.
  • Melhor Carro Nacional acima de R$ 200.000 = BMW 320i.

Por fim, Melhor Carro do Ano, entre todas as categorias = Ram Rampage.

“A maior importância desse prêmio é servir de guia para o consumidor decidir melhor na hora de comprar um veículo”, ressaltou Duda Godinho, do Comitê Gestor do prêmio.

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Mills alcança crescimento exponencial na locação de pesados

Um ano após entrar no setor de Rental Pesados, a Mills, empresa de locação de equipamentos na América Latina, celebra um marco significativo: a expansão de sua frota para mais de três vezes e meia, totalizando 11,5 mil máquinas e equipamentos destinados à locação. A empresa encerrou o terceiro trimestre de 2023 com aproximadamente 80% de sua frota mobilizada, conquistando novos clientes e diversificando seus serviços para atender a uma variedade de setores.

A incursão bem-sucedida no segmento de máquinas pesadas solidificou a tese da Mills de que a entrada nesse mercado representava um caminho crucial para o crescimento.

Sergio Kariya, CEO da empresa, destaca: “temos um mercado endereçável relevante, com oportunidades de oferecer produtos complementares para os nossos clientes. Isso faz com que a Mills consiga penetrar em mercados mais resilientes e que permitem uma maior previsibilidade de receita.”

Mills
Sergio Kariya, CEO da Mills

A estratégia da Mills consiste em compreender as necessidades dos clientes, oferecendo opções atraentes que proporcionam maior produtividade, melhor tempo de atividade e maior segurança. Kariya enfatiza a crença na consolidação do mercado de Pesados e no aumento da demanda por locação nos próximos anos.

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“Em um ano, crescemos em três vezes e meia o número de máquinas pesadas disponíveis para aluguel. Seguimos crescendo nossa exposição a segmentos com foco em contratos de longo prazo, com melhor previsão dos fluxos de caixa da operação”, afirma Kariya.

O desempenho da unidade de negócios de Rental Pesados demonstra a capacidade de execução da Mills nesse segmento e destaca o potencial da empresa como um player relevante no mercado brasileiro, especialmente no atendimento ao agronegócio.

Com mais de 71 anos de liderança no mercado, a Mills é pioneira na locação de equipamentos para trabalhos em altura, contando com a maior frota de Plataformas Elevatórias Móveis de Trabalho (PEMTs) da América Latina, superando 11 mil equipamentos e atendendo a mais de 9 mil clientes em diversos setores, incluindo construção civil, indústria e agronegócio.

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Além das plataformas elevatórias, a Mills também oferece soluções em linha amarela, abrangendo máquinas pesadas como tratores, pás-carregadeiras, retroescavadeiras e motoniveladoras.

Com atuação em mais de 1.400 cidades em todo o Brasil, a empresa se destaca por garantir segurança e produtividade, sempre oferecendo a melhor solução em serviços de plataformas elevatórias, equipamentos e máquinas de linha amarela.

Mantendo um compromisso histórico com a ética, transparência e, por certo, confiabilidade, a Mills desenvolve o Programa de Integridade, consolidando iniciativas para promover a integridade, ética e mitigação de riscos. Reconhecida internacionalmente, a empresa conquistou o selo GPTW (Great Place To Work). Isso pelo segundo ano consecutivo em 2022, evidenciando a satisfação e confiança de seus colaboradores.

Listada na bolsa de valores sob o código MILS3, a Mills integra o índice Teva de Mulheres na Liderança e o IBOVESPA GPTW. Sobretudo, isso demonstra compromisso com a diversidade e a promoção de um ambiente de trabalho inclusivo.

A Mills, orgulhosa de ser a primeira empresa a obter reconhecimento internacional pelo compromisso em oferecer a melhor qualidade em treinamentos IPAF. Trata-se, por fim, da International Powered Access Federation para operadores de plataformas aéreas no Brasil. Além disso, é signatária da Rede Brasil do Pacto Global da ONU. Com uma trajetória sólida e orientada para o futuro, a Mills, por fim, busca transformar e liderar o mercado de máquinas no Brasil. Além disso, estar cada vez mais próxima de seus clientes conforme avança em seu plano de expansão.

Volvo entrega caminhão elétrico de 68 toneladas para DB Schenker

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A Volvo Trucks entregou um caminhão elétrico HCT pesado para a DB Schenker, que opera no tráfego principal entre Vantaa e Lempäälä. O peso total da combinação é de 68 toneladas.

Cada vez mais empresas de transportes começam a investir em soluções de transporte eletrônico para serviços pesados. Um deles é DB Schenker, com quem a Volvo coopera há muito tempo. Agora a cooperação aprofunda-se ainda mais e a DB Schenker lança um caminhão pesado Volvo FH Electric totalmente elétrico.

No Brasil, a DB Schenker também já começa a adotar caminhões elétricos, por enquanto, urbanos. Leia sobre abaixo:

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A DB Schenker está testando uma combinação HCT que consiste em um cavalo mecânico Volvo FH Electric totalmente elétrico e dois semirreboques em uma operação de grupagem entre terminais de Vantaa e Lempäälä.

Além da linha principal operar à tarde e à noite, a combinação é utilizada para transportes de coleta e entrega de mercadorias por peça entre Lempäälä e Hämeenlinna, que funcionam pela manhã. O comprimento da combinação é de 33 metros.

A combinação, que funciona em três turnos, é carregada entre os turnos com dispositivos de carregamento de energia incorporados nos terminais da DB Schenker.

“Queremos mostrar que as soluções totalmente elétricas funcionam bem mesmo em tarefas com grandes pesos totais e uma elevada taxa de utilização. Juntamente com a DB Schenker e outros parceiros, estamos reunindo experiências com caminhões elétricos na utilização de HCT”, afirma Veli Pusa, diretor de Vendas da Volvo Finlândia.

1ª edição do curso
1ª edição do curso Gestão em Segurança no Transporte

Um criador de tendências em soluções logísticas ecológicas

“A DB Schenker quer agir como um criador de tendências em soluções logísticas amigas do ambiente. Estamos empenhados não só em oferecer aos nossos clientes opções de transporte sustentáveis ​​e inovadoras, mas também em desenvolver toda a indústria rumo a um futuro mais responsável. A nossa combinação HCT totalmente elétrica é uma solução, investimento no futuro e um passo importante na transição para veículos com emissões zero”, afirma Harald Knaapinen, gestor responsável pelo transporte terrestre da DB Schenker Finlândia.

“Há muita pressão na nossa indústria para mudar para soluções de transporte com emissões zero. Acreditamos que a eletrificação é um fator-chave para um transporte rodoviário livre de emissões. Estamos orgulhosos de poder oferecer hoje uma coleção de caminhões totalmente elétricos, que oferece opções para diversas tarefas de transporte. A mudança para a eletricidade, por exemplo, no tráfego entre terminais no sul da Finlândia, com um desempenho anual de 120.000 quilômetros, melhorará a rentabilidade dos nossos clientes”, afirma Veli Pusa.

Desde que a Volvo Trucks iniciou a produção de caminhões totalmente elétricos em 2019, a empresa vendeu, incluindo cartas de intenções, aproximadamente 6.000 caminhões elétricos em 42 países em todo o mundo. A Volvo Trucks estabeleceu uma meta global de que metade dos caminhões vendidos sejam elétricos até 2030.

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No Brasil, a Volvo apresentou o FM Electric para um lançamento em breve. No momento, o modelo está sendo testado por transportadores e embarcadores brasileiros.

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Mercedes-Benz Atego: celebrando 25 anos de no transporte de distribuição

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No ano de 1998, a Daimler-Benz AG, conhecida na época como tal, apresentou ao mundo o Mercedes-Benz Atego no RAI International Commercial Vehicle Show, em Amsterdã. Hoje, celebra o 25º aniversário deste ícone dos caminhões de distribuição, que desde então molda o cenário automotivo com sua inovação.

O Atego foi lançado com uma proposta ousada: oferecer um novo padrão de rentabilidade e atender às diversas necessidades do segmento de caminhões leves e médios. Com uma massa bruta admissível entre 6,5 t e 15 t, o Atego contava inicialmente com 25 modelos básicos, seis categorias de potência e quatro variantes de cabine. Os motores diesel em linha, de quatro e seis cilindros, proporcionavam uma potência de 122 a 279 cv, atendendo a uma ampla gama de aplicações, sobretudo, vocacionais.

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Desde o início, a Mercedes-Benz visava maximizar a disponibilidade e reduzir os custos operacionais. Com uma quilometragem estendida para 600.000 km e intervalos de manutenção ampliados, o Atego estabeleceu um novo padrão de eficiência.

O design inovador da cabine considerou o conforto e a conveniência dos motoristas, que entram e saem do veículo várias vezes ao dia durante a distribuição de mercadorias. Com quatro variantes de cabine, incluindo opções compactas, para transporte leve de longa distância, o Atego atendia aos diversos requisitos do setor.

Mercedes-Benz Atego
Mercedes-Benz Atego 1317 K de 1998

Em 1998, apenas seis meses após o lançamento, a Daimler-Benz apresentou o “Heavy-Duty Atego” na IAA Commercial Vehicles, ampliando ainda mais as capacidades do veículo. Com um quadro mais alto e motor mais potente, o “Heavy Duty Atego” fechou a lacuna em relação à série de modelos Actros para veículos pesados.

O reconhecimento global veio rapidamente, e o Atego foi laureado como “Caminhão Internacional do Ano 1999”. No entanto, a Mercedes-Benz continuou a investir em melhorias, e em 2004, a primeira remodelação trouxe inovações na transmissão, sistemas de segurança e a introdução da tecnologia BlueTec SCR para atender às normas de emissões Euro 4 e 5.

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O verdadeiro marco na história do Atego ocorreu em 2010 com o lançamento do modelo BlueTEC Hybrid 1222L. Este foi o primeiro caminhão de produção em série com tração híbrida paralela diesel-elétrica. Este veículo inovador, além de ser homologado pela UE, reduziu o consumo de combustível em até 20%, recebendo o prestigioso Prêmio Alemão de Sustentabilidade em 2010.

Em 2013, a segunda geração do Atego foi lançada, incorporando motores altamente eficientes conforme a norma Euro 6. A redução média de cinco por cento no consumo, combinada com melhorias na suspensão da cabine, destacou novamente o compromisso da Mercedes-Benz com a inovação.

Em 2019, a Mercedes-Benz introduziu o serviço Mercedes-Benz Uptime no Atego. A fim de proporcionar informações em tempo real sobre o estado do veículo, reduzindo paradas não planejadas e otimizando os requisitos de manutenção.

À medida que celebramos os 25 anos do Mercedes-Benz Atego, olhamos para o futuro com entusiasmo. Em abril de 2024, o Atego será equipado com os mais recentes sistemas de assistência à segurança. Sobretudo, com o Active Brake Assist 6 e o Active Sideguard Assist 2. Dessa forma, a Daimler Truck reafirma o compromisso contínuo com a segurança e a inovação.

Atego brasileiro

No Brasil, a linha Atego é simplificada em relação a europeia por questões de custos de produção. Além disso, porque temos uma legislação menos exigente nos quesitos segurança. No entanto, o Atego brasileiro reforça-se mais em termos de resistência a buracos e poeira devido ao pavimento mais precário que possui.

A gama Atego “Made in Brazil” começa com o médio Atego 1419. Entre as mais de 10 variantes, chega até o semipesado Atego 3330 8×4. Este é, por fim, para aplicações vocacionais, como betoneira e caçamba, com PBT técnico de 32.700 kg e CMT (Capacidade Máxima de Tração) de 45.000 kg.

Setor de patinete elétrica está em falência, revela CNN Brasil. As leis da física explicam!

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Quem conhece as leis da física que fazem um veículo de duas rodas ficar em pé e fazer curvas, conhece os motivos que estão levando cidades pelo mundo, como nos Brasil, Estados Unidos, França, Itália, Holanda, entre outras, a proibirem o uso de patinete elétrica (com rodas pequenas). A consequência está sendo o início da falência de fabricantes.

Vale reforçar que estamos falando de patinetes com rodas de baixo diâmetro. Para se ter uma ideia, os scooters com rodas de até 12 polegadas (30,48 cm) já são considerados perigosos para curvas e superação de buracos e outras irregularidades do pavimento, bastante comuns no Brasil. Os scooter começam a ser mais seguros com rodas a partir de 14 polegadas (35,56 cm) de diâmetro. A palavra “scooter” é um estrangeirismo, mas bastante compreendido no Brasil, porém, ainda não há um consenso pelos gramáticos se é um artigo masculino ou feminino, portanto, podemos chamar de “a scooter” ou “o scooter”.

O exemplo de Paris

patinete elétrica
Apenas um exemplo de Paris, mas ocorre em muitas cidades do mundo

O exemplo de Roma, mas só pesquisar que há vários outros

patinete elétrico
Não importa a cidade, a lei da física é igual em todas

Os porquês, segundo as leis da física

Neste artigo, não entrarei na questão das empresas e nem citar os nomes delas, pois o foco é explicar os porquês de o veículo patinete ser inseguro. Quem quiser saber sobre as empresas, há reportagens nos principais canais de notícia geral, como a CNN Brasil. O Frota News tem como propósito usar a notícia para promover a educação no setor de mobilidade.

Aliás, foi a reportagem “Startup de patinetes elétricos está perto da falência” que eu assisti nesta semana na CNN Brasil (assisto todos os dias) que me inspirou escrever este artigo. Ele é sobre razões técnicas para aprofundar, tecnicamente, o tema, já que a CNN não é uma emissora especialidade em segurança na mobilidade viária e veicular. No entanto, sim no que chamamos de jornalismo “Hard News”, ou seja, notícias sobre temas gerais do dia a dia, com muito profissionalismo e com excelentes profissionais.

Repercutirei abaixo imagens com links para outras reportagens anteriores da CNN sobre o problema em Paris e Roma para quem quiser entender com mais profundidade sobre o assunto.

A CNN, mesmo não sendo especialista em segurança na mobilidade, ela produz excelentes reportagens sobre os problemas que ocorrem no mundo devido às consequências da mobilidade.

Segurança viária

No meu caso, além de quase 40 anos de experiência em reportagens sobre a mobilidade, principalmente de cargas e pessoas nas cidades e estradas, sou formado em Gestão em Segurança no Transporte pela Fabet São Paulo.

Saiba mais o curso:

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Inclusive, indico este curso, extremamente profundo e com professores com doutorado e especialização em vários nichos do tema segurança e saúde no transporte (SST), como gestão do sono, leis da física, legislação do setor, tecnologias para segurança etc.

Inclusive, a Fabet já está com inscrição aberta para a primeira turma de 2024. É um curso intensivo que vale mais do que uma pós-graduação na área. Para se ter ideia, gestores de grandes embarcadores e fornecedores desses embarcadores já passaram pelo curso.

Com apoio da Fabet, como uma fundação de educação no transporte sem fins lucrativos, o Frota News tem a segurança na mobilidade como um dos seus principais valores.

As leis da física para veículos de duas rodas

Um veículo de duas rodas, como um patinete, uma bicicleta ou uma moto, se mantém em pé e faz curvas graças a algumas leis da física, como:

Efeito giroscópio: um giroscópio é um dispositivo que gira em torno de um eixo e mantém a sua orientação mesmo quando é inclinado. As rodas de um veículo de duas rodas funcionam como giroscópios, pois quando estão girando, elas criam uma força que as mantém na posição vertical.

Força centrípeta: a força centrípeta é a força que atua sobre um corpo em movimento circular, apontando para o centro da curva. Quando um veículo de duas rodas faz uma curva, ele precisa inclinar-se para dentro da curva para equilibrar a força centrípeta com a força da gravidade.

Contraesterço: é a técnica de virar levemente o guidão para o lado oposto da curva, fazendo com que o veículo se incline para o lado desejado. Essa é uma forma de usar o efeito giroscópio para controlar a direção do veículo.

A influência do tamanho da roda

Essas leis da física funcionam melhor com rodas maiores e são de pouco eficiência em rodas menores. E ainda não há tecnologias que consegue anular as leis da física, exceto em ambientes controlados, como laboratórios. Portanto, o que sobrou para as prefeituras de diversas cidades é a criação de leis que proíbem esses patinetes elétricos em vias públicas, e a educação dos usuários. Esses veículos chegavam a quase 25 km/h sem capacidade técnica nenhuma de desviar de um obstáculo, seja pedestre, outro veículo ou buraco.

Lógico que as informações acima não esgotam o assunto. Há formação científica. Eu tive oportunidade de fazer em pilotagem de moto e longa, também como diretor de redação da Revista Motociclismo, e por professores altamente capacitados, inclusive, os mesmos que treinam os policiais de motos Triumph Tiger utilizadas pela Rota (sigla para Rotas Ostensivas Tobias de Aguiar, a tropa de elite da Polícia Militar do Estado de São Paulo). Este treinamento já salvou a minha vida, então, invista em treinamento com profissionais qualificados.

A diferença da teoria e da prática baseada em ciência

Lógico que os patinetes elétricos são, teoricamente, uma excelente ideia como veículos de mobilidade individual. Sem conhecimento das leis da física, se tornaram populares em muitas cidades do Brasil e do mundo. Principalmente devido às empresas de locação, essas que agora estão em falência. Eles oferecem uma alternativa de transporte rápido, barato e ecológico. Porém, nada disse não vale apena se não houver segurança.

O mundo está cheio de exemplos de ideias, teoricamente boas, mas uma tragédia, na prática. A ideia da empresa Lamia de economizar em combustível ao colocar a quantidade exata para o voo que transportaria os jogadores do time Chapecoense para o final da Copa Sul-Americana e caiu na Colômbia por falta de combustível.

Conforme o artigo 180 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), parar o veículo por falta de combustível é uma infração média. Portanto, gera multa e quatro pontos na carteira de habilitação. Além disso, o veículo fica sujeito à remoção pelo órgão de trânsito competente. A parada por falta de combustível é considerada uma falha do condutor, que deve planejar o abastecimento do veículo antes de iniciar a viagem. Essa situação pode causar transtornos ao trânsito, colocando em risco a segurança dos demais usuários da via. É óbvio que as normas do setor de aviação são mais rigorosas do que as do CTB.

Segurança para todos os tipos de veículos

Voltando a segurança na mobilidade em geral, temos uma engenharia avançada. Independentemente do tipo de veículo, o Brasil conta com organizações sem fins lucrativos. A fim de educar e auxiliar os órgãos públicos e cidades no desenvolvimento da segurança viária e veicular. Além da Fabet, já citada como referência em educação, temos a SAE, a AEA, o conjunto CNT, Sest Senat, para ficar apenas em alguns exemplos.

Esses fatores podem explicar por que as empresas fabricantes de patinetes elétricos estão falindo. Além disso, por que algumas cidades estão proibindo este tipo de veículo por questões de segurança.

Portanto, o patinete pode ser um veículo útil para ambientes controlados, como pátios de empresas, estacionamentos etc. e não em vias públicas. O condutor precisa ser treinado. Utilizar os equipamentos de segurança. Além disso, saber que a velocidade é limitada a 10 km/h, e o pavimento tenha qualidade para a segura rolagem das rodas pequenas. A obrigação desse cuidado é de todos os gestores da empresa. Desde o CEO, mais o gestor de frota, RH, treinamento, gestor de SST e SSMA. Até chegar ao usuário do veículo, seja uma patinete, seja um caminhão ou um avião.