terça-feira, abril 7, 2026

ZM Lança linha inovadora de barras de direção para veículos pesados

A ZM, indústria localizada em Brusque (SC) com mais de quatro décadas de experiência em peças para sistemas elétricos, suspensão e direção, anuncia uma novidade para o mercado automotivo: o lançamento de sua nova linha de barras de direção para veículos pesados. Estes novos produtos chegam ao mercado seguindo as especificações das principais montadoras de veículos ao redor do mundo.

A nova linha apresentada pela ZM inclui seis novos códigos de barras de direção, que abrangem quase 100 aplicações distintas, direcionadas especialmente para veículos das marcas Mercedes-Benz, Ford e Volkswagen.

Diferenciais das barras de direção ZM

O diferencial destas barras de direção está em diferentes aspectos, começando pela escolha de materiais e processos de fabricação a fim de garantir maior resistência. A ZM optou por fabricar suas próprias porcas e parafusos, garantindo assim que cada componente atenda às classes de resistência mais exigentes. Segundo a empresa, esse cuidado com cada detalhe traduz-se em durabilidade e desempenho superior, mesmo sob as condições mais adversas.

Além disso, as barras de direção passam por um tratamento completo, incluindo pintura eletrostática. Esse processo não apenas melhora a aparência das peças, mas também proporciona uma proteção extra contra a oxidação, aumentando a resistência ao desgaste e prolongando a vida útil do produto.

A robustez também é garantida pelo uso de tubos de aço sem costura na construção das barras de direção. Esses tubos, que seguem normas técnicas rigorosas, oferecem maior durabilidade e resistência em comparação com outros materiais.

Outro ponto forte das barras de direção ZM é a coifa de neoprene com perfil sanfonado, que oferece uma vedação superior, resistindo a variações térmicas e a produtos químicos, além de não ressecar com o tempo.

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A precisão das dobras nas barras é assegurada pelo uso de tecnologia. Isso, graças ao uso de um scanner 3D que monitora e inspeciona cada componente durante o processo de curvatura. Essa abordagem garante a precisão e a aplicabilidade do produto.

Por fim, o processo de crimpagem à quente melhora significativamente a qualidade da crimpagem, aquecendo o tubo por indução. Dessa forma, conferindo maior resistência à tração e evitando o surgimento de trincas.

Caminhões autônomos na mineração impulsionam eficiência

A indústria de mineração brasileira tem vivenciado uma verdadeira revolução com a introdução de caminhões autônomos. Essa inovação tecnológica, que combina sistemas computacionais, GPS, radar e inteligência artificial, tem como principal objetivo otimizar o trajeto entre a frente de lavra e a área de descarga. O gerenciamento desses sistemas é feito em tempo real, trazendo significativas melhorias em eficiência operacional, técnica, segurança e sustentabilidade.

Segundo a Mining Technology Solutions (Modular Mining), unidade de negócios da Komatsu, os sistemas computacionais atuais podem garantir aumentos de eficiência de até 40%. Com 14 caminhões autônomos operando no Brasil, a empresa destaca a redução de custos significativa, incluindo economia de combustível e pneus. Airton Neres, gerente geral da Mining Technology Solutions, afirma que a produtividade tem aumentado entre 10% e 40%, variando conforme a complexidade das operações.

Desafios de crescimento e sustentabilidade

A indústria mineral brasileira enfrenta desafios para seu crescimento sustentável, que demandam grandes investimentos de médio a longo prazo. Luciano Arantes, gerente geral de Tecnologia da Komatsu, ressalta que as soluções tecnológicas, aliadas à capacitação de pessoas, são chaves para acelerar o alcance de melhorias nos processos por meio de otimização, automação e digitalização.

Um exemplo notável do impacto positivo dessas tecnologias é a experiência de um cliente da Komatsu, uma mina de ferro. Com o sistema de gerenciamento de frota, o cliente conseguiu produzir mais de 25 milhões de toneladas de minério de ferro em apenas quatro meses, aumentando sua receita em estimados US$ 12,4 milhões mensais.

A Mining Technology Solutions não se limita às inovações atuais. Está em desenvolvimento uma nova plataforma a fim de acelerar a transformação digital, interoperabilidade e integração de soluções tecnológicas em todas as fases da mineração. Esta plataforma também oferecerá soluções voltadas para a sustentabilidade, descarbonização e, sobretudo, segurança, removendo trabalhadores de áreas de risco.

“Estamos no caminho para uma mineração mais eficiente, segura e sustentável”, conclui Neres. Com essa evolução tecnológica, a mineração autônoma promete não apenas revolucionar o setor, mas também estabelecer novos padrões para as operações industriais no futuro.

Texto André Luís Graxa

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Lei da Balança: o impacto das novas tecnologias no peso dos caminhões gera debate na Europa e deveria ocorrer no Brasil

Devido às novas tecnologias para a transição energética, principalmente, nos caminhões pesados elétricos, um importante debate está ocorrendo sobre as leis de pesos e medidas, mais conhecido como “lei da balança”. No Brasil, este debate também é necessário, pois as baterias de caminhões e ônibus pesados retiram a capacidade da carga útil dos veículos e aumentam o peso em ordem de marcha (como sai da fábrica, sem o implemento, acessórios, motorista e carga). Em relação ao cavalo mecânico, devido ao entre-eixos mais curto, as baterias levam o peso para o eixo dianteiro.

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No caso dos caminhões mais leves, há alternativas. Por exemplo, a Volkswagen Caminhões e Ônibus homologou o VW e-Delivery 14 6×2 com PBT de 14.300 kg para garantir a capacidade de carga útil próxima do modelo similar a diesel. Dessa forma, ele pode transportar 9.255 kg (com pack de três baterias) e 8.730 kg (pack de seis baterias), lembrando que esta capacidade é para transportar o implemento, a carga, o motorista e o acompanhante e demais acessórios. O peso em ordem de marcha é de 5.245 kg e 5.770 kg (com três packs de baterias) e 8.730 kg (seis packs de baterias).

A versão equivalente a diesel é o VW Delivery 13.180 6×2, com PBT de 13.200 kg, peso em ordem de marcha entre 3.900 kg e 4.200 kg (variação conforme o entre-eixos) e carga útil entre 9.300 kg e 9.000 kg.

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A Volkswagen Caminhões foi assertiva em aumentar o PBT do e-Delivery 14. No entanto, pelos números, é possível entender a influência das baterias no peso em ordem de marcha e na carga útil. Agora, imagina um cavalo mecânico elétrico para substituir um modelo equivalente a diesel? O desafio é muito maior.

Em média, as baterias desses modelos pesam em torno de três toneladas. Portanto, três toneladas a menos de carga útil. Mas, não é só isso. Em um cavalo mecânico, as baterias ficam atrás da cabine, colocando a maior parte do peso sobre o eixo dianteiro, que já tem o motor, a transmissão e a cabine sobre ele. Isso é um problema ainda sem solução, considerando a legislação atual.

A Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) defende uma revisão urgente das leis sobre pesos e dimensões. Grande parte da legislação brasileira sobre veículos pesados é copiada da europeia. Então, temos que acompanhar o que ocorrerá no Velho Continente, pois influenciará as decisões no Brasil.

A ACEA considera que esta revisão é essencial para facilitar a adoção de caminhões e ônibus elétricos a bateria e movidos a hidrogênio, contribuindo assim para o objetivo de descarbonização do setor dos transportes.

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Em um documento de posição publicado neste mês, a ACEA apresenta propostas de melhoria que permitiriam e apoiariam a mudança para veículos com emissões zero no setor dos veículos pesados. Entre elas, destacam-se:

— Garantir que o peso adicional permitido para os elétricos (até duas toneladas extras) e, assim, não afetar a carga útil e a competitividade dos operadores.

— Aumentar o peso do eixo de tração em uma tonelada, de 11,5 para 12,5 toneladas, para acomodar os grupos motopropulsores com emissões zero, sem comprometer a segurança ou o desgaste da estrada. No Brasil, o limite é de 10 toneladas para um eixo de tração e de 17 toneladas para o 6×2 e 6×4.

— Conceder um comprimento adicional de 0,9 metros aos elétricos para permitir a instalação de baterias ou tanques de hidrogênio, sem reduzir o espaço de carga.

— Alterar as disposições de homologação de veículos, para garantir que a diretiva incentive efetivamente a operação de veículos com novos parâmetros de projeto.

— Manter a proposta de expandir e simplificar a utilização de veículos e combinações mais longos e mais pesados, como o Sistema Modular Europeu (EMS), que oferecem benefícios em termos de eficiência e redução de emissões.

A Europa está muito mais avançada em pesados elétricos do que o Brasil, que deve evoluir em ônibus urbanos, e muito a longo prazo, em caminhões. Como o Brasil tem mais alternativas de biocombustíveis, ainda em desenvolvimento, pode escolher caminhões com outras tecnologias.

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Todos os caminhos (eletromobilidade, gás biometano, HVO e hidrogênio) vão ser opções adequadas para cada tipo de operação. A evolução depende de duas indústrias distintas: de veículos comerciais e de bioenergia, além da melhoria das legislações. Sem infraestrutura, a transição energética acontecerá apenas em um nicho de operações.

Atualmente, temos apenas o diesel como opção, e os caminhões a gás que, deveriam ser abastecidos com biometano, além de elétricos. Segundo a Anfavea (associação que representa a indústria automotiva), as vendas de caminhões e ônibus a diesel em 2023 representaram 99,5% do total. De veículos movidos a gás, apenas 0,1%, pois só a Scania produz este tipo de veículo no Brasil. Os elétricos representaram 0,3%, menos do que os 0,4% de 2022. Ou seja, houve um retrocesso. E a maioria dos modelos elétricos são importados da China.

Lei da balança
Menos do que nos elétricos, mas os caminhões a gás também ganham peso para ter maior autonomia

Existem muitos investimentos para termos biometano em postos, mas a realidade atual é que estamos evoluindo em câmera lenta, mesmo sabendo do potencial que temos.

A Scania foi ousada em investir em caminhões a gás no Brasil, porém, enfrenta grandes desafios. Por depender de importação de muitos componentes, os modelos a gás custam mais de 40% em comparação com o modelo similar a diesel. As transportadoras que compraram são aquelas que tem incentivo dos clientes, os embarcadores com compromissos de ESG.

A L’Oréal, em parceria com a RN Logística, faz a transferência de carga do Rio de Janeiro para São Paulo, investiu nos caminhões Scania a gás. Porém, no Rio de Janeiro há postos de combustível com biometano. Porém, os caminhões precisam retornar para o Rio. Em São Paulo, a cidade mais rica da América Latina, não tem postos com biometano, apenas com GNV.

Biometano e GNV são gases, mas diferentes

O GNV é o gás natural veicular, um combustível fóssil composto principalmente por metano, com pouco impacto positivo para o meio ambiente. O biometano é um biocombustível renovável obtido pelo tratamento do biogás, produzido pela decomposição da matéria orgânica como o lixo, dejetos animais e águas residuárias. O biometano tem a composição e propriedades similares ao gás natural fóssil, mas é mais sustentável e pode substituir o GNV em veículos e indústrias. Além disso, o biometano faz parte da economia circular e promove a indústria de reciclagem.

Portanto, utilizar GNV em vez de diesel pode ser reduzir um pouco as emissões, mas é uma contribuição pequena para a transição energética, principalmente, tendo o biometano como opção.

A DHL, uma das maiores empresas de logísticas do mundo, investe na produção de biometano, um gás derivado do biogás. O biogás, com conhecimento e um pouco de investimento, pode ser uma solução para pequenas, médias e grandes empresas. O Sesc Interlagos promoveu um curso para comunidades carentes aprenderem a produzir biogás com o lixo da residência, suficiente para abastecer o fogão na cozinha.

Há empresas que tem projetos para produção de usinas de biogás customizados. A Raízen construirá essas usinas nas fábricas da Volkswagen do Brasil e, posteriormente, nas concessionárias das marcas. Além da VW, há muitas empresas investindo em usinas de biogás, como Ambev, JBS, Aurora Alimentos, entre outras.

Conclusão

Já é consenso que o Brasil pode liderar como produtor de energia renovável para a transição energética. No entanto, estamos atrasados em relação aos países que não tem o potencial como o Brasil. A boa notícia é que, os investimentos estão chegando, levará um tempo para criar a infraestrutura de distribuição e a renovação da frota. Porém, para isso, é importante os gestores de frotas acompanharem essas inovações, buscando conhecimento, e se atualizando constantemente, por haver novidades todos os meses.

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Lançamento: Volvo FH Aero traz muitas inovações tecnologias para transporte de longa distância

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O Volvo FH Aero é o mais novo lançamento da Volvo Trucks, que chega ao mercado com um design aerodinâmico e recursos inovadores. O caminhão, que faz parte da icônica linha FH da marca, oferece eficiência energética em um novo nível, disponível em quatro variantes, incluindo biocombustível e a premiada versão elétrica.

O caminhão pode reduzir até 5% no consumo de energia e nas emissões comparado com o FH convencional. Isso, graças à aerodinâmica melhorada e às novas tecnologias, como o novo sistema de monitoramento de câmeras da Volvo, que substitui os espelhos retrovisores externos e amplia o campo de visão do motorista.

A gestão em segurança no transporte
A segurança em transporte eficiente passa pela qualificação de alto nível dos gestores das transportadoras e embarcadores

“O novo Volvo FH Aero é o nosso caminhão mais eficiente de sempre, à medida que continuamos a reduzir o CO2 de toda a nossa linha de produtos”, diz Roger Alm, presidente da Volvo Trucks. “Este é um caminhão Volvo no seu melhor – um caminhão seguro, maravilhosamente projetado e de qualidade superior para tarefas difíceis de longa distância, projetado para o sucesso dos nossos clientes.”

FH Aero
Volvo FH16 com 780 cv, o maior mais potente em produção de série

Além disso, o Volvo FH16 torna-se o caminhão mais potente da indústria, com um novo motor eficiente de 780 cv para as tarefas mais difíceis, superando o Scania 770.

Independentemente da escolha dos clientes do trem de força – elétrica, a gás ou diesel – todas as variantes do novo FH Aero se beneficiarão de menor consumo de energia, maior autonomia e um nível superior de segurança e experiência de condução.

Diferentes fontes de energia

Os novos modelos de caminhões Aero serão lançados passo a passo para os mercados durante 2024-2025 em quatro versões – FH Aero, FH Aero Electric, FH Aero movido a gás e FH16 Aero.

FH Aero
Novo painel de instrumentos
FH Aero
Visão noturna do novo painel
FH Aero
Novo sistema de retrovisores digitais

O Volvo FH Aero tem uma frente da cabine ampliada em 24 centímetros em relação ao Volvo FH normal, o que permite uma cabine de caminhão mais aerodinâmica. A melhor aerodinâmica não só proporciona um menor consumo de combustível como também proporciona uma melhor estabilidade de direção em condições de vento.

A aerodinâmica melhorada também beneficia o modelo FH Aero Electric através de melhores propriedades de rolamento livre. Isso permite maior regeneração de energia para alimentar a bateria durante a frenagem ou descida, pronto para uso quando necessário na próxima aceleração ou subida.

A nova face moderna do FH Aero apresenta uma marca de ferro Volvo ousada, grande e facilmente reconhecível – a maior dos tempos modernos num caminhão Volvo – bem como a marca Volvo Spread Word, mostrando claramente que este é o modelo mais recente da Volvo Trucks.

O novo sistema de monitoramento de câmera contribui muito para a aerodinâmica e segurança do caminhão. Esta nova solução, substituindo os tradicionais espelhos retrovisores externos, abre o campo de visão para o motorista, melhorando a segurança, incluisve como para os usuários da estrada circundantes.

O sistema de câmeras tem um impacto positivo na visibilidade do motorista em condições de chuva e escuridão, mas também na luz solar direta e ao dirigir em túneis. Ao dirigir com um reboque, o sistema de câmeras tem uma função de movimento panorâmico automático, seguindo o reboque giratório.

Outros destaques, características e benefícios do novo Volvo FH Aero incluem:

– A tecnologia I-See da Volvo que foi refinada para economizar energia e emissões de carbono, usando um mapa topográfico baseado em nuvem para otimizar a direção e permitir mais tempo de direção no modo de controle de cruzeiro que pode economizar energia e proporcionar uma direção mais relaxada.

– Os freios atualizados com os discos de freio patenteados sem arrasto da Volvo melhoram a capacidade de frenagem, ao mesmo tempo que reduzem o consumo de energia e as emissões.

– Sistema de infoentretenimento com tela sensível ao toque de 12 polegadas, que permite ao motorista acessar várias funções, como navegação, comunicação, entretenimento e assistência ao motorista.

– Cabine espaçosa e confortável, com várias opções de layout, cores e materiais, bem como uma cama ajustável e um novo sistema de climatização.

– Segurança reforçada com vários sistemas de assistência ao motorista, como o alerta de colisão frontal, o assistente de manutenção de faixa, o controle de cruzeiro adaptativo e o sistema de detecção de ponto cego.

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O Volvo FH Aero é um caminhão que combina design, tecnologia e sustentabilidade. Tudo a fim de oferecer aos clientes uma solução eficiente e segura para o transporte de longa distância.

Uma das atualizações mais notáveis é o sistema de infoentretenimento de fácil utilização atualizado que pode ser personalizado dependendo das necessidades individuais. Você pode escolher entre diferentes layouts de tela, cores e fontes, além de acessar facilmente suas mídias favoritas, como rádio, música e podcasts. O sistema também é compatível com Apple CarPlay e Android Auto. Dessa forma, permitindo que você conecte seu smartphone e use aplicativos como o Google Maps, Spotify e WhatsApp.

Outra novidade é o sistema de som melhorado, disponível com seis alto-falantes premium de alta qualidade. Além disso, um novo amplificador de potência e um subwoofer que adiciona uma potência massiva à experiência de som. Você vai se sentir como se estivesse em um show ao vivo enquanto dirige seu caminhão Volvo! O sistema também possui um recurso de cancelamento de ruído ativo que reduz o ruído externo e melhora a qualidade do som.

Se você prefere usar o sistema de navegação integrado do caminhão, você vai adorar o novo sistema. Ele será oferecido com mapas aprimorados adaptados às necessidades específicas do caminhão. Além disso, com atualizações automáticas de mapas permitindo a entrega eficiente de mercadorias. O sistema também fornece informações sobre o tráfego e o clima. Além disso, os pontos de interesse ao longo da rota, ajudando você a planejar sua viagem com antecedência.

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As atualizações internas também incluem um forno de micro-ondas integrado e tomadas USB-C. Agora você pode preparar sua própria comida no caminhão e carregar seus dispositivos eletrônicos sem problemas. Isso é ótimo para economizar tempo e dinheiro, além de cuidar da sua saúde.

Por último, mas não menos importante, a oferta My Business Apps da Volvo Trucks foi introduzida em mais mercados. Este é um serviço baseado em assinatura que permite aos clientes baixarem aplicativos relacionados a negócios de diferentes provedores. A fim de usá-los na tela lateral dos caminhões, trazendo benefícios reais para o tempo de atividade e uso diário do caminhão. Por exemplo, você pode usar aplicativos para gerenciar suas faturas, rastrear suas entregas, monitorar seu consumo de combustível e muito mais.

O novo Serviço de Monitoramento de Pneus também é parte da oferta My Business Apps. Este serviço oferece aos frotistas uma visão completa do caminhão e do reboque por meio do Volvo Connect. Isso a fim de reduzir o risco de custos e distúrbios relacionados a problemas de pneus. O serviço alerta o motorista e o gerente da frota sobre qualquer problema nos pneus, como baixa pressão ou temperatura alta. Dessa forma, permitindo que eles tomem medidas preventivas antes que ocorra uma falha.

Como você pode ver, as novas atualizações internas dos caminhões Volvo são projetadas para tornar sua vida mais fácil, divertida e eficiente. Se você quiser saber mais sobre elas, visite o site da Volvo Trucks ou entre em contato com seu revendedor local.

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TRATON Group atinge recorde de vendas e inicia ano com carteira de pedidos forte

O TRATON Group, uma das líderes globais no setor de veículos comerciais, estabeleceu um novo recorde de vendas no ano de 2023, alcançando a marca de 338.200 veículos comerciais vendidos, superando o total de 305.500 unidades vendidas em 2022. Este aumento de 11% nas vendas é um marco significativo para o grupo.

O segmento de caminhões do grupo apresentou um crescimento de 11% em 2023, com vendas chegando a 281.300 unidades, comparado a 254.300 no ano anterior. As vendas das unidades de ônibus também registraram aumento, subindo 2% para 30.300 veículos. A marca MAN TGE (vans e furgões) destacou-se com um crescimento de 23% em suas vendas, alcançando 26.600 unidades.

Perspectivas para 2024

Apesar do sucesso nas vendas, o TRATON Group viu uma redução de 21% nos pedidos recebidos em 2023, totalizando 264.800 veículos. Esse declínio reflete a normalização da demanda após períodos atípicos devido à pandemia de COVID-19 e a guerra na Ucrânia. A incerteza econômica e um ambiente de financiamento mais desafiador também influenciaram essa redução. O grupo espera, contudo, reduzir os prazos de entrega em 2024.

Desempenho por marcas

Antes é bom lembrar que as marcas do grupo no Brasil vão apresentar resultados negativos, pois isso ocorre em todos os anos que há mudança da legislação de restrições de emissões. Em 1º de janeiro de 2023 entrou em vigor da fase Proconve P8, mais rígida do que o Euro 6.

recorde de vendas
Fonte: TRATON Group

Scania

A Scania teve um aumento de 14% nas vendas de unidades, alcançando 96.700 veículos. Seus pedidos recebidos também cresceram, chegando a 84.100 veículos. A contribuição da Scania Brasil foi com 11.619 caminhões em 2023, menos 12% em relação a 2022. No segmento de ônibus foram emplacados 462 ônibus, 62,7% a mais do que no anterior.

VWCO

Volkswagen Caminhões e Ônibus teve queda em 31%, totalizando 37.200 veículos, impactadas pelo novo regulamento de emissões, incluindo as exportações de caminhões e ônibus. No Brasil, o emplacamento de caminhões da marca foi de 27.018 unidades, com queda de 21,7%. No segmento de ônibus, a queda foi menor. Em 2023 foram licenciados 4.490 unidades, apenas −3,9% em relação a 2022.

MAN

MAN Truck & Bus mostrou um crescimento de 37% nas vendas totais de unidades, totalizando 116.000 veículos. As vendas de caminhões, sobretudo, tiveram um aumento de 44%.

 Navistar Corporation (International Caminhões e IC Bus)

O TRATON Group concluiu a aquisição da Navistar recentemente para conseguir entrar no mercado norte-americano, um desafio, pois os grupos europeus Volvo e Daimler já estavam presentes nos Estados Unidos há anos. Os EUA são o quarto maior produtor de caminhões e ônibus, segundo a OICA (entidade internacional que representa a indústria automotiva), com 320.407 caminhões e ônibus produzidos em 2022 (os dados de 2023 ainda não foram consolidados). Na frente dos EUA estão: China (1.249.268 em 2022, mas já chegou a produzir 2.976.459 em 2020), seguido do Japão (512.809) e Índia (327.369).

Portanto, o TRATON Group não poderia ficar fora desses mercados. A Navistar, com suas duas marcas, registrou um aumento de 9% nas vendas unitárias, com um total de 88.900 veículos vendidos.

Declarações e perspectivas do CEO

Christian Levin, CEO do TRATON Group, expressou otimismo para 2024, enfatizando a capacidade do grupo de estabilizar e aumentar a produção. Dessa forma, reduzindo a carteira de pedidos e proporcionando tempos de entrega mais curtos. A demanda na Europa, por fim, está retornando ao normal, e as carteiras de pedidos estão bem posicionadas para sustentar o grupo até o segundo semestre de 2024.

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Transporte de cargas cresce, mas enfrenta desafios tributários em 2024

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O setor de transporte rodoviário de cargas, responsável por movimentar 65% do volume transportado no Brasil, como ocorre nas maiores economias do mundo, vivencia um momento de crescimento impulsionado pela economia, mas enfrenta incertezas devido a mudanças e desafios tributários. Além do cenário político.

Segundo o Boletim Focus do Banco Central, a projeção para o crescimento da economia brasileira em 2024 subiu de 1,52% para 1,59%. Dados do IBGE apontam que o terceiro trimestre de 2023 teve um aumento de 0,1% em relação ao segundo trimestre, acumulando alta de 3,2%.

Este crescimento beneficiou o transporte rodoviário de cargas, que gerou mais de 100 mil empregos de janeiro a novembro de 2023, segundo a Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Este número supera em mais de oito mil vagas o total de empregos gerados no setor em 2022.

Entretanto, a Medida Provisória (MP) nº 1.202/23, publicada na última semana de 2023, trouxe modificações nas normas de recolhimento da contribuição previdenciária das empresas privadas. Isso gerou preocupação no setor, conforme expresso por Adriano Depentor, presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp). “Estamos cautelosos devido às incertezas relacionadas ao momento político e às alterações tributárias que podem impactar negativamente as transportadoras”, afirma Depentor.

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O presidente do Setcesp destaca a dificuldade de planejar para 2024 sem clareza sobre a tributação, enfatizando a possibilidade de repasse de custos ao consumidor. A medida provisória já está em vigor, mas seus efeitos só começarão a partir de 1º de abril de 2024, deixando o setor em expectativa quanto às decisões das Casas Legislativas.

Por outro lado, as eleições municipais de 2024 são vistas por Depentor como potencialmente favoráveis à economia local e ao transporte de cargas. “As campanhas estimulam o consumo local e, consequentemente, o transporte de cargas”, explica.

Outro fator positivo para o setor é a Fenatran, principal feira da América Latina no segmento. Em 2022, o evento gerou mais de R$ 9 bilhões em oportunidades de negócios e reuniu expositores de diversos países. “A Fenatran é uma vitrine de negócios, networking e conhecimento. Esperamos grandes tendências para os próximos anos nesta edição”, destaca Adriano.

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470 anos de São Paulo: uma cidade movida pelo transporte

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Neste aniversário de 470 anos da cidade de São Paulo, é uma data para lembrarmos a importância e dimensão do transporte para o desenvolvimento econômico, social e ambiental da maior metrópole do Brasil.

Segundo dados do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp), a cidade conta com 15.320 transportadoras, que empregam cerca de 200 mil pessoas e movimentam mais de 100 bilhões de reais anuais.

A frota de veículos de carga das empresas transportadoras na cidade é estimada em 54 mil unidades. No entanto, esse número não reflete a realidade do trânsito paulistano, pois muitas empresas de São Paulo registram seus veículos em outros estados que possuem filiais devido ao Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) menor.

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Além disso, há uma quantidade de veículos de carga de outras origens que circulam pela cidade.  Seja para abastecer o mercado local, seja para utilizar as rodovias que cortam o município. Conforme o Ministério dos Transportes, em dezembro de 2021, havia 141.327 caminhões, 33.902 cavalos mecânicos, 549.133 caminhonetes, 40.999 micro-ônibus, 49.679 ônibus, 59.183 reboques e 45.477 semirreboques registrados na cidade de São Paulo.

Esses números mostram a relevância do transporte para a economia e a sociedade paulistana. Mas também trazem desafios para a mobilidade urbana, a segurança viária e a sustentabilidade ambiental. Por isso, é fundamental haver uma gestão integrada e eficiente do transporte. Isso envolve os poderes públicos, as entidades de classe, as empresas e os cidadãos.

O Setcesp tem atuado nesse sentido a fim de buscar o diálogo com as autoridades. Além disso, a capacitação dos profissionais, a inovação tecnológica, a melhoria da infraestrutura e a conscientização dos motoristas. O objetivo é garantir que o transporte seja um vetor de progresso e qualidade de vida para São Paulo e para o Brasil.

O transporte é muito importante para São Paulo, ao ser uma cidade que tem uma grande população, uma forte atividade econômica e uma diversidade cultural. O transporte permite que as pessoas se desloquem de forma rápida, segura e confortável, além de contribuir para o desenvolvimento e a integração da metrópole.

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Como as empresas podem reduzir custos de energia e emissões de carbono

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Grandes empresas gastam diretamente muito dinheiro em energia a cada ano – e milhões indiretamente, na cadeia de suprimentos, terceirização e logística. E como reduzir os custos de energia?

Por Pedro Okuhara*

No entanto, fora das indústrias mais intensivas, muitas companhias ainda consideram esse consumo apenas como um custo a ser gerenciado. Este é um erro estratégico que negligência enormes oportunidades para reduzir riscos, melhorar a resiliência e gerar novo valor.

Hoje, a eficiência energética está ganhando destaque na agenda corporativa devido às tendências ambientais, sociais e de negócios, incluindo mudanças climáticas e regulamentação global de emissão de carbono, pressões crescentes sobre os recursos naturais, expectativas crescentes sobre o desempenho ambiental corporativo, inovações em tecnologias e queda dos preços das energias renováveis.

E essa crescente preocupação já está se refletindo no planejamento estratégico. Um relatório da Harvard Business Review Analytic Services constatou que aproximadamente 90% dos executivos sentem uma pressão significativa para reduzir seus gastos com energia, e mais de 80% disseram que os preços variáveis são um desafio.

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Atualizações garantem maior eficiência energética

As empresas tornaram-se mais estratégicas e sofisticadas em relação ao gerenciamento de energia ao longo dos anos. Atualizações e retrofits de equipamentos abriram caminho para análises e planos de eficiência energética de alto nível, integração de tecnologias de fontes limpas e muito mais.

Conforme as tecnologias evoluíram e as empresas se tornaram mais estratégicas sobre como direcionar os gastos, os investimentos em soluções para redução do controle do consumo oferecem custos mais baixos e maior redução de gases de efeito estufa.

O Movimento de Eficiência Energética, um fórum global que reúne cerca de 200 organizações que compartilham ideias, melhores práticas e compromissos, indica que a adoção de soluções de tecnologia maduras e amplamente disponíveis fornecerão resultados rápidos e ROI – e podem ser implantadas em escala, tanto em instalações industriais, comerciais e residenciais.

Segundo analistas da Agência Internacional de Energia (AIE), a eficiência energética é um ganho para as empresas e para o clima. Eles afirmam que embora a indústria precise abordar a mudança climática em todas as frentes – como aumentar o uso de fontes renováveis, investir em processos de baixo carbono e desenvolver modelos de negócios circulares – esse ponto se destaca como a oportunidade que apresenta as melhores perspectivas de curto prazo para reduções de emissões.

A importância de gerenciar o uso da energia

A verdade é que sem um sistema de gerenciamento de energia, o futuro da sua organização está em jogo. Controlar e reduzir o consumo na sua organização é importante porque permite reduzir custos, riscos e emissões de carbono.

Soluções de eficiência energética e de gerenciamento de energia não apenas identificarão oportunidades para economizar esse recurso, mas também ajudarão você a tomar ações para direcioná-las. Com esse conhecimento, você pode monitorar seu progresso e gerenciar ainda mais seu consumo.

Ao adotar um sistema de gerenciamento de energia, a empresa pode eliminar a curva de aprendizado associada ao controle individual, acessando suas configurações, agendas e permissões em um sistema de gerenciamento central.

Com isso, ao eliminar o desperdício e reduzir gastos excessivos, será possível diminuir os custos operacionais e administrar seus negócios com mais eficiência.

O objetivo é melhorar o seu negócio como um todo. Sobretudo, no desenvolvimento de metas de consumo para toda a organização. Dessa forma, tomando decisões estratégicas com a orientação de especialistas, com informações sobre custos e expectativas, o que orientará as soluções adequadas para suas necessidades de gerenciamento de energia.

Pedro Okuhara é especialista de produtos e aplicações na Mitsubishi Electric.

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Brasileiro cria bafômetro veicular para prevenir condução alcoolizada

A Volvo do Brasil foi a primeira fabricante a lançar o bafômetro que impede a partida de caminhões e ônibus, chamado por de Alcolock. Agora, um brasileiro desenvolve um bafômetro mais sofisticado e que pode ser instalado em qualquer caminhão, e diversos outros tipos de veículos. Ele já está sendo testado no Brasil para combater um dos maiores flagelos no trânsito: a condução sob influência do álcool. O projeto é apoiado pela Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) e está em fase inicial de testes em carretas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

Um dos maiores defensores do projeto é Ricardo Prates, um professor de 60 anos, tetraplégico e agente de Educação/Conscientização da Operação Lei Seca do Estado do Rio de Janeiro. Prates, que sofreu um grave acidente há 30 anos devido à condução sob influência do álcool, hoje usa sua experiência para conscientizar sobre os perigos dessa prática.

O etilômetro veicular, criado pela startup SIGHIR Enterprise do Rio de Janeiro, com desenvolvimento tecnológico realizado pela Unidade Embrapii Instituto Federal Fluminense — IF Fluminense, tem como objetivo principal evitar que motoristas embriagados coloquem suas vidas e as de outros em risco.

bafômetro
Um dos etilômetro veicular em teste

Funcionamento do etilômetro veicular

Ao entrar no veículo, o motorista sopra em um bafômetro instalado no painel. Se houver detecção de álcool, o sistema bloqueia automaticamente o motor, impedindo a partida. A tecnologia inclui telemetria e câmeras para registrar a identidade do condutor no momento do teste.

Além disso, para evitar fraudes, o etilômetro realiza testes surpresa durante o trajeto. Uma mensagem de voz solicita que o condutor estacione. Por certo, de forma que possa realizar nova checagem. Todo o processo é acompanhado em tempo real, permitindo averiguação do comportamento do motorista por câmeras e pelos índices de velocidade, aceleração e frenagem, entre outros.

Testes do bafômetro

O projeto do etilômetro veicular já recebeu mais de R$ 1 milhão em investimentos e está atualmente em fase de testes.

Quatro protótipos estão em operação, sendo uma delas instalada em carro de passeio e três em carretas da transportadora Expresso Predileto e Lógika Transportes. Ambas são especializadas em cargas pesadas e perigosas para o setor de petróleo e gás.

Os primeiros resultados foram tão bem-sucedidos. Dessa forma, um lote inicial de 80 unidades já está sendo produzido e deve ficar pronto até fevereiro de 2024. A empresa distribuirá algumas amostras do etilômetro a empresas interessadas para testes internos e aplicará cerca de 50 unidades em uma nova etapa de testes, principalmente instalando-as nos veículos da Expresso Predileto e Lógika. A expectativa é que o etilômetro seja lançado no mercado em breve.

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Desafios superados

O projeto enfrentou desafios para tornar a tecnologia viável comercialmente. Dessa forma, comparado a um bafômetro alemão existente no mercado, o modelo brasileiro oferece soluções práticas e avançadas a um custo significativamente menor. A equipe da Unidade Embrapii IF Fluminense trabalhou para superar desafios como a substituição de sensores e a utilização de canudos descartáveis genéricos.

“O setor de transporte e logística lida com vários tipos de seguros, como o de vida, o da carreta, o do casco do veículo, o da carga e o contra terceiros. Portanto, um dos maiores riscos que podem comprometer todos esses seguros é um acidente envolvendo álcool. Por isso, as empresas do setor de logística precisavam de recursos tecnológicos para monitorar o consumo de bebidas alcoólicas pelos motoristas. No entanto, não havia no mercado um etilômetro que pudesse se integrar com câmeras e com a telemetria, para atender a essa demanda. Foi então que lançamos o desafio à Unidade Embrapii IF-Flu e eles aceitaram”, conta Ricardo de Barros Tostes, CEO da SIGHIR Enterprise.

O empresário, que também é CEO da Expresso Predileto e da Lógika Transportes, foi o responsável por apresentar a ideia à Unidade Embrapii. Dessa forma, e diante da viabilidade do projeto, criou a startup SIGHIR Enterprise, com o propósito específico de levar adiante a pesquisa. Para o futuro, ademais, os planos são ampliar a tecnologia para uso em vários outros tipos de meios de transporte e equipamentos que dependam de condução humana, como guindastes, empilhadeiras, barcos e aeronaves.

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Gestão de frota: a Braspress além da renovação dos caminhões

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A Braspress, uma das maiores empresas de transporte de cargas do país, iniciou 2024 com a notícia de um investimento de R$ 116 milhões na compra de 235 veículos e 90 carretas, visando ampliar e renovar sua frota. Neste acordo, conheço um pouco mais a gestão de frotas da Braspress além da renovação de frotas, como o pioneirismo na contratação de motoristas motoristas.

A empresa, que atende todo o Brasil e o Mercosul, pretende oferecer um serviço de qualidade e eficiência aos seus mais de 40 mil clientes em todo o território nacional.

A frota total

Os novos veículos são das marcas Mercedes-Benz e Volkswagen, e serão distribuídos entre as 117 filiais da empresa. Segundo o Diretor-Presidente da Braspress, Urubatan Helou, cerca de 20% dos veículos são para a renovação da frota, e o restante cerca de 80% são para a ampliação. Com a nova aquisição, a Braspress iniciou 2024 com 3.325 caminhões em sua frota, que realizam a distribuição de encomendas em todo o Brasil e no Mercosul, sobretudo, com o apoio de 9.123 colaboradores e cerca de 2.000 agregados.

“A inovação e os investimentos são constantes na nossa história e não poderia ser diferente neste início de ano. Além disso, nós não medimos esforços para atender nossos clientes, sempre prezando pela qualidade e responsabilidade”, declarou o Diretor-Presidente.

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A Braspress também se destaca pela manutenção própria da sua frota, garantindo assim um pronto atendimento às necessidades mecânicas de uma forma extremamente eficaz. Além disso, a empresa conta com um quadro de 1.524 motoristas, sendo 169 mulheres profissionais do volante. A primeira motorista mulher da Braspress foi contratada em 1998. Isso, a partir de uma ideia adotada pelo Diretor-Presidente da Companhia, Urubatan Helou, após uma viagem ao exterior. Lá, viu uma mulher no comando de um ônibus articulado. No início, parecia uma alternativa de Marketing, mas acabou abrindo espaço para as mulheres no competitivo mercado de trabalho, que antes era tradicionalmente composto por homens.

A Braspress é uma empresa que nasceu em 1º de julho de 1977, com o objetivo de atender o segmento de transporte de cargas fracionadas. Desde então, vem crescendo e se consolidando como uma das líderes do setor, com uma filosofia de reinvestir seus lucros na própria organização. A empresa possui uma estrutura moderna e eficiente, que inclui centros de distribuição, terminais de carga, armazéns, oficinas, postos de combustível, entre outros. A Braspress também se preocupa com a responsabilidade social e ambiental, apoiando diversas causas e projetos. Por fim, conta com o Instituto Braspress de Responsabilidade Socioambiental, o Programa Braspress de Educação Ambiental, o Programa Braspress de Reciclagem, entre outros.

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