quinta-feira, abril 9, 2026

Setcesp lança Jornada da Sustentabilidade para estimular práticas ESG

O Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp) anunciou o lançamento da Jornada da Sustentabilidade, um evento destinado a promover práticas mais sustentáveis, igualmente responsáveis e alinhadas aos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) no setor de Transporte Rodoviário de Cargas (TRC). Reconhecendo a importância do TRC, que movimenta 65% de todos os produtos produzidos no Brasil, o Setcesp busca mitigar os impactos ambientais e sociais dessa atividade crucial para a economia nacional.

O evento ocorre nos dias 05 e 06 de junho, coincidindo assim, com o Dia Mundial do Meio Ambiente, e divide-se em duas partes: painéis e debates, seguidos por workshops práticos. “Para este ano, a ideia é que os participantes tenham uma imersão na temática do ESG, que é tão importante em nossa realidade. Além disso, precisamos dar atenção principalmente às diretrizes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, destaca Adriano Depentor, presidente do Setcesp.

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Encontro ESG: Desafios e oportunidades no TRC

A primeira parte do evento, denominada Encontro ESG: Desafios e Oportunidades no TRC, ocorrerá no dia 05 de junho, das 8h30 às 13h30. Aliás, este segmento contará com painéis imersivos e a participação de especialistas renomados, que discutirão os principais temas da agenda ESG e Segurança Viária. O objetivo é proporcionar uma visão abrangente e estratégica sobre como o setor pode evoluir de maneira sustentável e responsável.

Workshops práticos

Para aqueles que desejam colocar em prática as discussões teóricas, o Setcesp organizou dois workshops, um em cada dia do evento. No dia 05 de junho, realizarão o primeiro evento, “ESG na Prática: da materialidade ao impacto”. Este workshop focará na identificação e mapeamento dos impactos sociais, ambientais e de governança das empresas, ajudando os participantes a definirem metas e ações estratégicas para o desenvolvimento sustentável.

O segundo workshop, “Inventário de Emissões: transformando dados em estratégias”, acontecerá no dia 06 de junho. Nesta oficina, os participantes aprenderão a metodologia para realizar o inventário de emissões de gases de efeito estufa, transformando esses dados em ações estratégicas para reduzir o impacto ambiental e otimizar custos.

Conteúdo prático

Fernanda Veneziani, coordenadora da comissão de sustentabilidade do Setcesp, enfatiza a importância dos workshops: “Quem participar das atividades encontrará exercícios e ferramentas para auxiliar na implementação das estratégias; palestrantes experientes e renomados no setor de sustentabilidade e transportes; e oportunidade de networking.”

Inscrições e informações

O Encontro ESG será gratuito para associados do Setcesp, mas também estará aberto para não associados mediante inscrição. Você pode adquirir os workshops individualmente ou como um pacote para os dois dias. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 05 de junho.

Mais informações podem ser obtidas com Luana Anjos pelo telefone (11) 2632-1061 ou pelo e-mail: luanaanjos@setcesp.org.br.

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Os marcos históricos da Scania até chegar aos 500 mil caminhões no Brasil

Presente no Brasil desde 1957, a Scania celebra um marco histórico com a fabricação de seu caminhão de número 500 mil. Aliás, a trajetória da montadora sueca começou no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Cinco anos depois, em 1962, mudou-se para São Bernardo do Campo (SP). Onde atualmente conta com uma unidade de produção capaz de fabricar 30 mil veículos por ano e emprega cerca de seis mil colaboradores.

“Dobramos o nosso tamanho nos últimos 20 anos, seguindo em uma jornada de investimento contínuo. Uma clara demonstração da importância do mercado brasileiro para a Scania”, afirmou Christopher Podgorski, presidente e CEO da Operação Industrial da Scania para América Latina. Segundo Podgorski, a marca de 500 mil caminhões reflete a dedicação de muitas pessoas, bem como, o compromisso da empresa com a qualidade e responsabilidade.

500 mil
Momento histórico para a Scania Brasil

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Hub industrial e inovação contínua

O Brasil abriga a primeira planta da Scania fora da Europa, tornando-se um hub industrial de exportação. Produtos fabricados em São Bernardo do Campo já chegaram a 52 países via Porto de Santos (SP). Assim, com uma área construída de 214 mil metros quadrados, a planta realiza processos de solda, pintura, montagem de cabinas, usinagem e montagem de motores, eixos, caixas de câmbio, caminhões e chassis de ônibus.

Em 2018, a Scania introduziu a Nova Geração de Caminhões, alinhada com o sistema global de produção da empresa, o que permitiu exportar para 30 mercados, incluindo México, Chile, Argentina e África do Sul. Nos últimos anos, a empresa investiu em tecnologias de descarbonização, assim como gás natural veicular e biometano, e renovou sua fábrica de trem de força em 2023.

500 mil
Momentos históricos da Scania Brasil

Sustentabilidade e compromisso ambiental

A Scania anunciou um ciclo de investimentos em 2021, concluído em 2024, que incluiu iniciativas de sustentabilidade para o uso eficiente de recursos naturais. A empresa é signatária do Science Based Targets, com metas de reduzir emissões de gases de efeito estufa. “Chegamos a uma redução de 42% nas emissões de nossa própria operação globalmente”, destacou Podgorski.

Caminhão histórico e celebração

Para comemorar o marco, a Scania lançou uma promoção pelo Scania Consórcio, onde um cliente será premiado com o caminhão 500 mil, um modelo 460 R Super 6×2, em sorteio no dia 2 de julho de 2024, quando a empresa celebrará 67 anos no Brasil. O caminhão possui pintura exclusiva, pacote de itens de conforto, tecnologias avançadas e serviços de conectividade por três anos.

História e crescimento

Albano Figueiredo, colaborador com 51 anos de casa, lembra das fases da montadora e dos primeiros caminhões, apelidados de “Jacaré”. A marca dos 100 mil caminhões foi alcançada em 39 anos, 200 mil em mais 11 anos, 300 mil em seis anos, e 400 mil em 2019. Agora, em cinco anos, a Scania atinge os 500 mil.

E, nos quatro primeiros meses de 2024, a Scania assume a liderança do mercado de caminhões pesados com forte retomada de crescimento, com 5.866 unidades emplacadas, 78,5% acima do mesmo período de 2023, conforme dados de emplacamentos divulgados pela Anfavea (associação dos fabricantes). Lembrando que, no início de 2023, os compradores preferiam caminhões Euro 5 estocados, pois a legislação P8 entrou em vigor, tornando os caminhões Euro 6 mais caros devido às novas tecnologias necessárias para atender às normas ambientais. E, a Scania era o único fabricante que não trabalhava com estoques, pois o sistema de produção é alimentado a partir de encomendas dos clientes.

No primeiro quadrimestre de 2024, a Scania liderou o mercado de caminhões pesados, com destaque para os modelos R 450, R 540 Plus, R 460 e 560 R Super, acrescenta Alex Nucci, diretor de Vendas de Soluções da Scania Operações Comerciais Brasil.

Futuro e relacionamento com clientes

O Scania Consórcio promove eventos e missões para clientes, incluindo uma viagem para mulheres empresárias do transporte e visitas a fábricas na Europa. “Queremos que nossos clientes entendam como a Scania vê o futuro do transporte e como estamos criando esse futuro”, concluiu Rodrigo Clemente, diretor do Scania Consórcio.

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Iveco Bus marca presença na Rápido Sumaré e na turnê do Metallica

A Rápido Sumaré, pertencente ao Grupo Belarmino, que é um dos maiores conglomerados de transporte do Brasil. Atualmente, está recebendo as primeiras 55 unidades equipadas com chassis 17-280 da Iveco Bus. Esta aquisição faz parte de um projeto de renovação da frota, com a previsão de entrega de mais 18 unidades ao longo deste ano.

Danilo Fetzner, vice-presidente da Iveco Bus para a América Latina. Destacou a importância desta parceria: “Ser escolhido por um grupo como a Rápido Sumaré confirma que estamos no caminho certo para aumentar nossa presença no mercado urbano brasileiro. Nosso objetivo é sempre atender às necessidades dos nossos clientes importantes. Como o Grupo Belarmino, oferecendo soluções competitivas e produtos que respondem de maneira eficaz às demandas locais.”

Rápido Sumaré
A Iveco Bus fornece ônibus sustentáveis para a turnê do Mettalica e ônibus urbano para a Rápido Sumaré
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O chassi 17-280, o maior modelo da marca disponível no Brasil, é equipado com o motor FPT Industrial N67 Euro 6, e produzido em Sete Lagoas (MG). Então, ele pode ser encarroçado para atender operações urbanas, fretamento e rodoviária de curta distância. A versão urbana é capaz de acomodar até 59 passageiros.

Soluções sustentáveis para a turnê europeia do Metallica

Outra notícia sobre a Iveco Bus é sobre o fornecimento de uma frota de veículos sustentáveis para transportar a equipe do Metallica durante o trecho europeu da turnê M72. A saber, a frota inclui dois micro-ônibus elétricos eDaily e um ônibus EVADYS compatível com XTL, um combustível alternativo sintético.

Os veículos terão um design especial inspirado no álbum “72 Seasons” do Metallica, criado pelo Centro Stile do Iveco Group. Domenico Nucera, presidente da Unidade de Negócios Ônibus do Iveco Group. Destacou ainda que, a parceria com a turnê reflete o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a responsabilidade social.

Os micro-ônibus eDaily, com capacidade para 19 e 22 passageiros, possuem três baterias que proporcionam uma autonomia de 200 km, enquanto o ônibus EVADYS, de 13 metros, pode acomodar até 63 passageiros e oferece um espaço de bagagem de 12 m³.

A turnê M72 do Metallica visitará nove cidades europeias, começando em Munique e passando por Milão, Viena, Helsinki, Copenhagen, Oslo, Clisson, Varsóvia e Madrid, entre 24 de maio e 14 de julho.

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Os 6 maiores desafios globais dos transportadores na visão da Volvo Trucks

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Administrar um negócio de transporte rodoviário eficiente e lucrativo está longe de ser simples. E muitas vezes significa ter que enfrentar vários obstáculos ao mesmo tempo. Aqui estão os seis maiores desafios que os operadores de transporte enfrentam atualmente. Conforme artigo publica pela Volvo Trucks em seu site de insights e traduzido pelo Frota News:

  1. Adaptação a uma economia imprevisível

O transporte sempre foi um negócio cíclico e fortemente dependente da economia. Nos últimos anos, muitas empresas tiveram de se adaptar a uma pandemia global sem precedentes, a uma crise na cadeia de abastecimento, a uma crise do custo de vida, a uma forte pressão inflacionista e ao rápido aumento das taxas de juro. Garantir operações lucrativas apesar de todos esses obstáculos é um desafio constante — especialmente quando é impossível prever o que está por vir.

“Durante uma recessão, não se pode fazer muito em relação às grandes coisas que estão afetando a economia em geral”, afirma Michael Browne, professor da Universidade de Gotemburgo que investiga o transporte de mercadorias e a logística há mais de 30 anos. “Em vez disso, concentre-se nas coisas menores que você controla. Esta é uma boa oportunidade para procurar mais informações sobre o desempenho da sua empresa em termos de consumo de combustível, tempos de condução e planejamento de rotas, e encontrar áreas onde pode melhorar.”

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É igualmente importante maximizar a eficiência operacional durante as fases de recuperação, pois isso ajudará a garantir que o seu negócio seja mais ágil e resiliente à próxima recessão.

  1. Minimizando o custo do combustível

O combustível pode representar mais de 40% das despesas operacionais totais de uma frota. Como tal, mesmo um pequeno aumento no preço pode fazer uma grande diferença nos resultados financeiros de uma empresa.

Tal como o resto da economia, os preços são imprevisíveis e frequentemente sujeitos a eventos geopolíticos fora do controle do proprietário da frota. Mas há coisas que você pode fazer para manter o consumo de combustível ao mínimo.

“Economizar combustível pode parecer óbvio, mas contínuo surpreso com o número de operadores de transportes que não conseguem fornecer quaisquer dados sobre o seu consumo de combustível porque não o medem”, afirma Michael.

“Sem isso, como encontrar oportunidades para reduzir custos? Por exemplo, um motorista bem treinado consumirá menos combustível e planejará melhor suas rotas. Mas você precisa de dados para saber onde e como o treinamento deve ser aplicado.”

  1. Uma escassez crítica de motoristas

A escassez global de motoristas continua a piorar e as últimas previsões preveem que duplicará nos próximos cinco anos. Isto tornará cada vez mais difícil para as empresas de transporte manterem as suas operações atuais, e muito menos expandirem-se e desenvolverem-se.

Este não é um desafio que possa ser resolvido simplesmente através do aumento dos salários. Uma vez que o equilíbrio entre vida profissional e pessoal também é um fator importante. Neste caso, o equilíbrio entre vida pessoal e profissional não significa necessariamente longas horas de trabalho, mas também estar longe de casa por períodos mais longos.

“A idade média dos condutores é elevada, o que indica que se trata de uma indústria pouco atrativa para os mais jovens”, afirma Michael. “As horas que se espera que trabalhem, o stress que sofrem durante o trabalho ou o fato de existirem carreiras alternativas mais apelativas à sua disposição: estas são apenas algumas das razões.”

Mudar as condições de trabalho pode ajudar a mudar estas percepções da profissão. No entanto, parte do problema, segundo Michael, é a falta de envolvimento dos investigadores e dos decisores políticos com os impulsionadores. “É bastante surpreendente quão pouca pesquisa acadêmica é feita sobre motoristas. Temos pessoas escrevendo sobre tudo, desde aerodinâmica até veículos autônomos, mas há uma grande lacuna na compreensão do motorista e do papel que ele desempenha.”

  1. Adaptação à transição energética

Uma legislação de emissões cada vez mais rigorosa, bem como a crescente procura do mercado por transportes mais sustentáveis. Significa que as empresas de transporte estão sob pressão crescente para abandonarem o gasóleo.

Várias grandes cidades, incluindo Paris, Atenas, Madrid e Estocolmo, estão já a planejar proibir veículos a gasóleo nos seus centros urbanos já em 2025. No entanto, o que é menos certo é que as fontes de combustível que serão utilizadas. Consequentemente, muitas empresas estão adotando uma abordagem de esperar para ver. Mas, ao fazê-lo, arriscam ficar para trás.

“Há um interesse crescente em combustíveis alternativos, mas ainda há muita incerteza sobre quando seria um bom momento para fazer algo a respeito”, diz Michael. “Atualmente, algumas empresas estão se movendo primeiro. À medida que o mercado continua a desenvolver-se, acabaremos por atingir um ponto de viragem em que, de repente, as empresas verão todos os seus concorrentes a fazerem a mudança e elas também o farão.”

  1. Encontrar lugares seguros para estacionar

É cada vez mais difícil para os condutores encontrarem locais de estacionamento seguros e protegidos para pernoitar, forçando-os a estacionar em locais inseguros.

É uma preocupação crescente em toda a UE e a situação é particularmente grave nos EUA, onde o Departamento de Transportes dos Estados Unidos (USDOT) acredita que existe apenas um lugar de estacionamento para cada 11 caminhões. A UE já introduziu regulamentos para evitar um cenário semelhante nas estradas europeias, mas o acesso a estacionamento seguro continua a ser um desafio.

“Em lugares como Kent, no Reino Unido, onde há tantos caminhões atravessando o canal, você encontrará motoristas estacionados em todos os tipos de lugares estranhos, como estradas estreitas, simplesmente porque não há instalações seguras suficientes para eles”, diz Michael.

“É estranho atribuirmos aos condutores a responsabilidade por veículos tão grandes e caros, carregados de bens valiosos, e ainda assim não levarmos o seu bem-estar mais a sério,” disse o Prof. Michael Browne, da Universidade de Gotemburgo.

“Alguns motoristas também se queixam de que não conseguem sequer aceder a instalações básicas, como casas de banho, quando fazem entregas. Acho estranho atribuirmos aos condutores a responsabilidade por veículos tão grandes e caros, carregados de bens valiosos, e ainda assim não levarmos o seu bem-estar mais a sério.”

Parte do problema é a incerteza sobre quem deveria ser responsável pelo fornecimento de tais instalações. E embora não seja razoável esperar que as empresas de transporte resolvam o problema sozinhas, elas podem auxiliar os seus motoristas, por exemplo, compensando-os pelo custo da utilização de instalações seguras.

Isto não só garantirá uma melhor proteção dos seus bens, mas também fará com que os seus motoristas se sintam mais valorizados e, por extensão, contribuirá para uma maior retenção de motoristas.

  1. Adaptação ao futuro planejamento urbano

Atualmente, as grandes tendências do planejamento urbano giram em torno da criação de cidades mais habitáveis, mediante conceitos como cidades de 15 minutos, Ruas Saudáveis ​​e Ruas Completas. No entanto, tais conceitos ignoram frequentemente o papel do transporte de mercadorias e da logística, apesar de representarem uma parcela tão significativa dos fluxos de tráfego de qualquer cidade.

“Isso significa que às vezes os planejadores urbanos não consideram o frete e não alocam espaço para ele”, diz Michael. “Os novos desenvolvimentos devem sempre considerar o transporte de mercadorias — por exemplo, garantindo que existem cais de carga suficientes em grandes edifícios que recebem muitas entregas.”

No entanto, Michael acredita que esta situação está melhorando e que as autoridades municipais estão começando a dar mais atenção ao transporte de mercadorias.

“Desde a pandemia, toda a gente conhece a cadeia de abastecimento e, de repente, vemos este termo ser utilizado diariamente nos meios de comunicação de uma forma que era inconcebível há alguns anos. Penso que isto reflete uma apreciação mais ampla da importância dos fluxos de mercadorias e logísticos para a sociedade, e as cidades estão tornando-se muito mais empenhadas no trabalho com os operadores de transportes para encontrar soluções para problemas complicados nas entregas de transporte urbano de mercadorias.”

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Scania abre encomendas de caminhões autônomos para o segmento de mineração

A Austrália será o primeiro mercado a receber as soluções autônomas da Scania; e a América Latina será o segundo mercado do segmento de mineração

A Scania deu um passo para o futuro das operações de mineração ao iniciar as vendas de seus caminhões de mineração autônomos. Aliás, a empresa anunciou que agora é possível fazer pedidos do caminhão basculante pesado autônomo de 40 toneladas, com o modelo de 50 toneladas disponível em breve.

Este avanço representa um marco na indústria, promovendo operações de mineração mais seguras, eficientes e sustentáveis. A saber, a Austrália será o primeiro mercado a receber as soluções autônomas da Scania. A princípio, com as primeiras entregas e início de operações previstos para 2026. A América Latina está na linha para ser o próximo mercado, onde a Scania já tem uma presença significativa.

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“A transição da investigação e desenvolvimento para o lançamento de um produto comercial é um marco importante para nós e para o transporte pesado autônomo em geral. Este é o produto mais avançado que a Scania colocou no mercado até agora”, afirma Peter Hafmar, vice-presidente e chefe de soluções autônomas da Scania.

segmento de mineração
Serão modelos de 40 e 50 toneladas

As minas são vistas como ambientes ideais para a introdução de veículos autônomos, oferecendo potencial para melhorar a segurança e a eficiência operacional. Os caminhões autônomos da Scania, além de promoverem essas melhorias, também são mais fáceis de eletrificar, contribuindo para operações mais sustentáveis.

Aliás, comparados aos caminhões tradicionais, os veículos autônomos da Scania prometem reduzir a pegada ecológica da mineração. Diminuindo os requisitos energéticos e de infraestrutura e, consequentemente, as despesas de capital e operacionais. A interoperabilidade desses caminhões com sistemas e veículos já existentes facilita sua integração nas operações de mineração.

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“Outro benefício da nossa solução é que ela permite que as empresas de mineração deem mais rapidamente o próximo passo em direção às operações com emissão zero. É mais fácil eletrificar as operações com os caminhões autônomos da Scania em comparação com os tradicionais caminhões de transporte pesado”, afirma Hafmar.

A Scania tem investido fortemente no desenvolvimento de veículos autônomos nos últimos dez anos, certamente, com foco tanto no transporte hub-to-hub em rodovias quanto em operações confinadas, como minas. Assim, o caminhão basculante autônomo foi desenvolvido em estreita cooperação com clientes da indústria mineira, passando por testes rigorosos em condições adversas.

“É provavelmente o projeto de pesquisa e desenvolvimento mais ambicioso que realizamos até agora em conjunto com um cliente e estou muito satisfeito com o resultado. Graças a todas as verificações rigorosas e aos numerosos testes no local, conseguimos desenvolver uma solução de transporte autônomo ideal para as minas”, conclui Peter Hafmar.

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Logística e Inteligência Artificial: 5 maneiras para mudar o setor

O e-commerce no Brasil está em um caminho de crescimento expressivo e entenda porque a logística e Inteligência Artificial precisam caminhar juntas. De acordo com projeções do E-Commerce Brasil, espera-se que o faturamento do e-commerce salte de R$ 349 bilhões em 2023 para R$ 557 bilhões em 2027. Esse ritmo de crescimento supera o do varejo como um todo, evidenciando uma transição nos padrões de consumo para o ambiente on-line. Além disso, a fatia do e-commerce no varejo total deve aumentar de 11% em 2023 para 15% em 2027.

Essa expansão é impulsionada pela conveniência, diversidade de opções e capacidade de personalização oferecidas pelo comércio eletrônico. Vale ressaltar que o m-commerce (comércio por meio de dispositivos móveis, como smartphone e tablet) também está em ascensão, prevendo um crescimento de R$ 210 bilhões em 2023 para R$ 357 bilhões em 2027. À medida que o e-commerce e o m-commerce continuam a expandir, a evolução das transportadoras de entregas rápidas devem acompanhar a evolução.

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A jornada de uma encomenda do centro de distribuição até a casa dos consumidores é mais longa do que apenas o trajeto em rua. Há muitas etapas envolvidas na logística das empresas e e-commerces — e há uma demanda cada vez maior por agilidade e velocidade, o que só é possível atender com investimento em tecnologia. Mais precisamente, em inteligência artificial.

É o que explica Guilherme Juliani, CEO do Grupo MOVE3. “Ferramentas que se baseiam em IA e machine learning oferecem uma chance de aprimorar os processos da nossa área de maneira nunca vista antes. Desde o momento em que o pedido é feito pelo cliente até a rota de entrega, passa por melhorias. E o mercado vai seguir pedindo por isso. É só perceber como as pessoas esperam rastreio em tempo real hoje em dia, quando isso não era possível anos atrás”, aponta.

Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira dos Operadores de Logística (ABOL), 86% dos operadores logísticos estão aumentando os investimentos em tecnologia e automação. Particularmente no caso de Data Analytics com uso de Machine Learning e inteligência artificial, são 76% buscando investir mais ou começar a implementar.

Para exemplificar como o mercado está amadurecendo com essas novidades, Juliani indica as principais maneiras em que a IA estar fazendo a diferença na logística:

Roteirização inteligente

Os algoritmos de IA conectados ao GPS conseguem calcular os melhores trajetos para motoristas tomarem em tempo real, considerando condições de tráfego, meteorológicas e outras variáveis, agilizando a entrega ao consumidor. Sistemas próprios para a área também conseguem identificar diversos outros detalhes impactados por determinadas rotas, como custos de manutenção e combustível, o que pode se transformar em economia para toda a frota.

“A roteirização inteligente barateia a entrega e ainda ajuda a aumentar a satisfação dos clientes. Também é um ótimo método de acompanhamento do trabalho dos entregadores, inclusive facilitando o suporte rápido quando surgem ocorrências”, pontua Guilherme.

Previsão de demanda

Ao alimentar a IA com dados históricos de vendas e estoque, é possível estabelecer matematicamente uma previsão assertiva da demanda em todos os períodos do ano. Qual produto mais vendeu nas últimas cinco Black Fridays? O que fica parado durante meses, mas sai no Natal? Inúmeras perguntas podem ser respondidas com uma ferramenta desse tipo.

Assim, a empresa consegue se preparar, minimizar os riscos de falta de produtos importantes e aproveitar melhor as oportunidades. Além disso, com as informações precisas sobre o estoque, é possível reduzir perdas e ajustar rapidamente os fluxos de produtos conforme as demandas em tempo real.

Gestão de CD dinâmico

O banco de dados das IAs também ajuda no dia a dia do centro de distribuição (CD), especialmente se combinado com dispositivos inteligentes, como esteiras e robôs. “Nos últimos anos, estamos investindo pesadamente em automação nos CDs, com máquinas que conseguem separar milhares de objetos ou envelopes a cada hora. Temos 220 veículos guiados automatizados, chamados de AGVs, esteiras inteligentes, e desde 2023 estamos construindo um complexo que vai permitir a movimentação de até 34 mil objetos por hora”, explica Juliani.

É assim que mercadorias de diferentes tamanhos, destinos e prazos conseguem passar por um processo ágil de roteirização: a tecnologia já começa a trabalhar as prioridades e decisões estratégicas desde o centro de distribuição.

Detecção de falhas

Erros acontecem, mas, na logística, podem custar bem caro. Todos concordam que quanto menos falhas, melhor. Portanto, não é de surpreender que a IA seja usada para prevenir problemas, novamente com base em dados históricos, mas também com detecção de alterações nos processos assim que eles ocorrem.

“Imagine que alguém trocou uma encomenda de lugar em algum ponto, e a revisão manual não detectou o erro. A IA vai identificar uma etiqueta errada, uma informação alterada, imediatamente”, ilustra Guilherme.

Otimização de layout do armazém

Existem maneiras de deixar tudo mais rápido, desde o empacotamento das encomendas até o carregamento dos entregadores. Uma mudança pequena aqui, outra ali, e horas podem ser economizadas — bem como todos os custos inerentes à operação.

Essa maximização de eficiência pode incluir uma mudança de ordem de processos, ou levar determinados produtos para outro corredor, ou mudar o tipo de prateleira utilizada. São várias possibilidades, mesmo dentro de uma operação que já está rodando bem.

A tecnologia, afinal, busca sempre o aprimoramento, e o ideal é que isso aconteça em todas as etapas e de todas as maneiras possíveis. “Nosso foco está também na integração de todas as ferramentas que utilizamos, para que cada encomenda possa fluir pelas etapas corretamente. Individualmente, cada robô e cada software fazem trabalhos incríveis, mas é a IA que permite a conexão e a transformação de tudo isso em excelência de mercado”, conclui Juliani.

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Caio fornece 29 ônibus para renovação de frota em Uberaba

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Com o objetivo de melhorar a qualidade do transporte coletivo na cidade de Uberaba, as empresas Viação São Geraldo Sacramento Ltda e Transportes Líder Ltda, apostaram na expansão de suas frotas com os novos ônibus urbanos do modelo Apache Vip Caio. Ao todo, foram entregues 29 unidades, sendo 21 para a Viação São Geraldo Sacramento e 08 para a Transportes Líder.

Localizada no triângulo mineiro, Uberaba é reconhecida pelo seu setor agrícola e abriga aproximadamente 340 mil habitantes. A chegada dos novos ônibus, fabricados pela Caio Induscar, promete proporcionar um transporte mais seguro, eficiente e confortável aos passageiros da cidade.

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Viação Gato Preto testa tecnologia que usa hidrogênio para reduzir consumo e emissões

Reginaldo Carvalho, representante de vendas da região, destaca a confiança das concessionárias nas qualidades dos produtos Caio: “A Caio é referência no tradicional mercado de mobilidade urbana. Essa aquisição reforça nosso compromisso em oferecer o melhor para os passageiros de Uberaba”.

Os novos Apache Vip Caio são da quinta geração, possuem 11.300 metros de comprimento e capacidade para até 69 passageiros. Encarroçados sobre chassis Mercedes-Benz OF-1619/52 com tecnologia Euro 6, esses ônibus atendem aos padrões ambientais mais rigorosos, contribuindo para a redução na emissão de poluentes.

Pensando na comodidade e acessibilidade dos passageiros, os veículos contam com assentos estofados, poltronas reservadas para pessoas com deficiência (PcD), mobilidade reduzida e idosos, além de espaços dedicados para cadeirantes ou pessoas com deficiência visual acompanhadas por cão-guia. Cada unidade está equipada com um elevador semiautomático, localizado no lado direito da carroceria.

Os ônibus possuem janelas de vidro fumê, que reduzem os efeitos solares, garantindo um ambiente mais confortável no interior do veículo. As portas com acionamento pneumático e bloqueadores, somadas aos três pontos de embarque, asseguram a segurança durante todo o trajeto. Além disso, dois itinerários eletrônicos em LED facilitam a visualização das linhas pelos passageiros.

Com essa iniciativa, as empresas reafirmam seu compromisso com a melhoria contínua do transporte público em Uberaba, proporcionando uma experiência mais agradável e eficiente para todos os usuários. A chegada dos novos ônibus é aguardada com expectativa pela comunidade, que espera beneficiar-se das inovações tecnológicas e do conforto proporcionado pelos veículos da marca Caio.

Essa parceria entre as concessionárias e a Caio Induscar promete fortalecer ainda mais o sistema de transporte urbano de Uberaba, consolidando a cidade como um exemplo de mobilidade sustentável e eficiente no interior de Minas Gerais.

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Volvo Trucks confirma produção caminhão a hidrogênio com motor a combustão

A Volvo Trucks confirma que está em fase avançada de desenvolvimento de caminhões com motores de combustão movidos a hidrogênio verde. Ao passo que, os testes em estrada desses veículos inovadores terão início em 2026, com o lançamento comercial previsto para o final desta década. Certamente esta iniciativa representa um passo significativo para a Volvo atingir seu objetivo de neutralidade de carbono e apoiar seus clientes na descarbonização de suas operações.

Anteriormente, a fabricante já havia anunciado o início do desenvolvimento desse motor, como ampliação do portfólio de soluções para a descarbonização do transporte. Assim, o motor a combustão alimentado por hidrogênio vai se juntar aos elétricos, motores a gás biometano, B100 (biodiesel puro), HVO (óleo vegetal hidrotratado), elétricos e célula de combustível. Outros fabricantes tradicionais de motores a diesel, como Cummins e FPT Industrial, também estão desenvolvendo motores a combustão por hidrogênio.

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Hidrogênio sustentável, a eterna energia do universo

Os fabricantes projetam os caminhões movidos a hidrogênio verde, ao invés de combustíveis fósseis, para reduzir significativamente as emissões de carbono no transporte pesado. Aliás, esses veículos percorrem longas distâncias e operam especialmente bem em regiões com infraestrutura de carregamento limitada ou onde o tempo para recarregar baterias é insuficiente. Fontes de energia renováveis produzem hidrogênio verde, diferentemente do hidrogênio cinza e azul, que fontes fósseis produzem.

A Volvo já iniciou testes em laboratórios e com veículos, e em 2026 começará a testar os caminhões a hidrogênio com clientes selecionados.

“Os caminhões com motores de combustão interna movidos a hidrogênio manterão o desempenho e confiabilidade dos nossos caminhões a diesel. Mas com a vantagem adicional de emissões líquidas potencialmente nulas de CO₂ do poço à roda. Eles serão um complemento valioso para nossos caminhões elétricos a bateria, que estão no mercado há vários anos”, afirma Jan Hjelmgren, Chefe de Gestão de Produto e Qualidade da Volvo Trucks.

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Os caminhões Volvo com motores de combustão a hidrogênio verde têm o potencial de fornecer emissões líquidas zero de CO₂ do poço à roda quando utilizam HVO renovável como combustível de ignição. Além disso, as novas normas de emissões de CO₂ da União Europeia classificam esses veículos como “Veículos com Emissão Zero” (ZEV).

“É claro que são necessárias várias tecnologias para descarbonizar o transporte pesado. Como fabricante global de caminhões, precisamos apoiar nossos clientes oferecendo uma variedade de soluções de descarbonização, permitindo que escolham a alternativa mais adequada com base na atribuição de transporte, infraestrutura disponível e preços da energia verde”, explica Jan Hjelmgren.

Os caminhões a hidrogênio da Volvo utilizarão a tecnologia de injeção direta de alta pressão (HPDI), onde uma pequena quantidade de combustível de ignição é injetada com alta pressão para permitir a ignição por compressão antes da adição do hidrogênio. Essa tecnologia oferece maior eficiência energética, menor consumo de combustível e maior potência do motor.

O Grupo Volvo firmou uma parceria com a Westport Fuel Systems para criar uma joint venture utilizando a tecnologia HPDI. A operação da joint venture está prevista para começar no segundo trimestre de 2024.

Fatos

– Autonomia: Os caminhões movidos a hidrogênio terão uma autonomia operacional comparável a muitos caminhões a diesel, dependendo do tipo de transporte.

– Emissões: Devido às baixas emissões de CO₂ provenientes da combustão de hidrogênio, esses caminhões são classificados como “Veículos com Emissões Zero” pela UE.

– Poluentes: Os motores de combustão a hidrogênio emitem quantidades muito pequenas de óxidos de nitrogênio e partículas.

– Células de Combustível: O hidrogênio também pode ser utilizado em caminhões elétricos com células de combustível, onde a eletricidade é gerada a bordo do veículo. Esses caminhões não emitem nenhuma poluição pelo escapamento, apenas vapor d’água.

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VolksConfia amplia rede de vendas de caminhões seminovos multimarca

A VolksConfia, loja de seminovos da Volkswagen Caminhões e Ônibus,
chega a dois anos com expansão de lojas físicas

Uma das maiores dificuldades dos frotistas na hora da renovação da frota é vender os caminhões seminovos (até três anos de uso) e usados (acima de três anos de uso). Há grandes frotistas, como o Grupo JSL, que conta com a sua própria rede de revenda de caminhões. No entanto, as montadoras há alguns anos vem criando suas próprias soluções para dar fluxo à revenda dos caminhões de seus clientes para que, com isso, aumente a oportunidade para a venda de caminhões zero quilômetros. Uma das mais recentes a entrar neste mercado foi a Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO). Com a VolksConfia, loja multimarcas de veículos seminovos que celebra dois anos de operação com resultados positivos.

Desde seu lançamento, a VolksConfia tem ampliado sua presença tanto física quanto virtualmente no mercado de seminovos.

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A loja agora está presente nas plataformas digitais com site dedicado e perfis nas redes sociais. Fisicamente, a VolksConfia também ampliou seu showroom em mais de 40%, aumentando assim, sua capacidade para atender à crescente demanda. Localizada em Limeira, interior de São Paulo, a loja está estrategicamente posicionada perto de importantes rodovias, facilitando o acesso dos clientes.

A VolksConfia oferece uma média de 50 unidades de veículos seminovos por mês, sendo constantemente atualizadas. “O mercado de seminovos está em constante expansão e é uma solução para quem quer renovar a frota, mas não consegue adquirir um modelo zero quilômetro”, afirma Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da VWCO. A empresa garante que todos os veículos são testados, aprovados e garantidos conforme os altos padrões de qualidade da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

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Ao longo desses dois anos, a VolksConfia se firmou como um importante canal de apoio para os clientes da VWCO, facilitando a renovação de frotas. “Em média, nossos clientes têm caminhões com dez anos de uso e conosco os substituem por unidades adequadas para sua aplicação com até cinco anos de operação, revisados, testados e com garantia”, esclarece Paulo Razori, supervisor da VolksConfia.

VolksConfia
Paulo Razori, supervisor da VolksConfia

A loja mantém uma estreita cooperação com a rede de concessionárias da marca, absorvendo os modelos usados como parte do pagamento na compra de veículos zero quilômetro. Isso não só ajuda na renovação de frotas, mas também oferece aos clientes a confiança e a qualidade associadas à marca Volkswagen.

Antes de serem ofertados, todos os veículos passam por uma avaliação completa realizada por profissionais especializados, incluindo assim, consulta a históricos de transações, dados oficiais do Detran, e vistorias estruturais e mecânicas. Após essa fase, os veículos recebem manutenção e revisão detalhada, estando prontos para atender às necessidades dos novos proprietários.

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Dia Nacional do Café: os desafios logísticos da paixão mundial

Nesta sexta-feira, 24 de maio, comemoramos o Dia Nacional do Café. Considerado uma paixão mundial, seja ele carioca, pingado, cappuccino ou expresso, o café figura entre as bebidas mais consumidas em todo o planeta. Inclusive, o Brasil é o maior produtor e exportador do mundo, responsável por 32% das exportações de grãos não torrados.

Segundo o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A safra brasileira de café em 2024, cuja colheita começou em abril e se encerra no final de maio. Deve alcançar 58,08 milhões de sacas de 60 kg, o que corresponde a um aumento de 5,5% em comparação com o ano anterior. As chuvas recentes têm favorecido as lavouras brasileiras, auxiliando no enchimento dos grãos e nas últimas adubações da safra. Contudo, os desafios logísticos permanecem uma preocupação significativa para os exportadores.

Marcus Braga, Senior National Sales Manager da Drivin Brasil, empresa que otimiza os processos logísticos de transportes líderes no mercado. Destaca pontos críticos para a logística do café, essencial para o bom desempenho da indústria cafeeira nacional e de toda a cadeia de suprimentos. Confira:

Dia Nacional do Café
Marcus Braga, Senior National Sales Manager da Drivin Brasil

Armazenagem e Transporte

Existem especificações rigorosas para os espaços de armazenamento do café, visando evitar danos qualitativos e quantitativos ao produto. “Infelizmente, nem todas as regiões produtoras dispõem de espaços apropriados, o que resulta em inúmeros impactos, como ataques de fungos e bactérias prejudiciais à qualidade do café, descoloração ou branqueamento dos grãos, entre outros”, explica Braga.

A norma técnica brasileira recomenda que os armazéns cafeeiros sejam construídos com pé direito de seis metros. “Fatores como temperatura, umidade, iluminação controlada, preferencialmente localizada nas ruas e corredores, ventilação, localização das portas e o sistema de cobertura devem ser levados em conta. Durante o armazenamento, o café não deve conter mais que 11 a 12% de umidade, pois é um produto muito higroscópico, ou seja, que absorve umidade do ar se mantido em ambiente inapropriado”, complementa o executivo.

Neste Dia Nacional do Café, enquanto celebramos esta bebida tão querida, é importante também refletir sobre os desafios que envolvem sua produção e logística, fundamentais para que o café brasileiro continue a ser um dos mais apreciados no mundo.

A descoloração ou branqueamento dos grãos, por exemplo, indica que processos oxidativos endógenos ocorreram ou estão ocorrendo em altas taxas no armazém, principalmente quando acompanhados da queda da qualidade da bebida.

Controle de Qualidade

Como falamos anteriormente, as condições adequadas de armazenamento são indispensáveis para a manutenção da qualidade do café quanto a cor, aspecto e tipo. Além disso, elas garantem uma bebida segura, ou seja, livre de contaminação por micotoxinas. Hoje, há distintos processos de análise e controle de qualidade do café, que asseguram o padrão mínimo exigido pelos compradores. Aliás, existem empresas especializadas neste processo que auxiliam na regularização e padronização do produto.

“A bebida pode ser armazenada de inúmeras formas, como café coco ou pergaminho, após a secagem e antes do beneficiamento, a granel ou em tulhas, e, também, como café beneficiado. Logo, cada uma delas requer recomendações específicas, sobretudo, para a construção dos armazéns e ao longo do transporte”, destaca Braga.

Planejamento Logístico

O planejamento logístico é um desafio diário. “No caso da malha rodoviária, por exemplo, é necessário que os caminhões tenham sistemas de controle de temperatura adequados, especialmente em viagens longas ou em regiões de climas extremos”, reforça o Sales Manager.

Portanto, as empresas que realizam o transporte da produção cafeeira precisam oferecer aos clientes um processo sólido e seguro, dentro dos padrões de qualidade e prazos condizentes com a necessidade do mercado. Além disso, os torrefadores, comerciantes e produtores devem entender cada particularidade, com o intuito de proteger adequadamente a paixão mundial.