Veículo pioneiro, operado por Yusen Logistics e a serviço da Toyota Argentina, promete revolucionar o transporte de cargas com mais eficiência, segurança e sustentabilidade.
A Scania, em parceria com a Yusen Logistics, a fabricante de semirreboques Vulcano e a Toyota Argentina, colocou em operação o primeiro bitrem de 30,25 metros (9 eixos) autorizado a trafegar entre o Porto de Buenos Aires e a cidade de Zárate. Trata-se de um marco na história da logística argentina: é o primeiro caminhão-trator a operar com dois semirreboques conectados por um engate tipo “B”, superando os limites anteriores de 25 metros permitidos nesse corredor.
O caminhão Scania R 540 6×4 é o coração dessa inovação. Segundo Julián Rosso, gerente de engenharia de vendas da Scania Argentina, “este caminhão oferece o melhor equilíbrio entre custos operacionais e segurança ativa e passiva”. Ele acrescenta: “Usar um caminhão de reboque duplo representa uma otimização tripla, tanto em termos de tempo e lucratividade para os clientes, quanto em termos de redução do impacto ambiental.”
A adoção do bitrem vai reduzir a metade o números de viagens entre o porto e a fábrica da Toyota
A introdução do bitrem representa um avanço expressivo na eficiência logística. Com capacidade para transportar dois contêineres de 40 pés em uma única viagem, o veículo reduz significativamente o número de deslocamentos necessários. Isso implica em menos congestionamento no tráfego portuário, maior economia de combustível e uma queda estimada de até 30% nas emissões de CO₂. O trajeto entre o porto e a planta da Toyota em Zárate, que antes demandava múltiplas viagens, agora é feito em apenas uma hora e meia com carga total.
Carlos Marazzi, presidente da Yusen Logistics Argentina, destaca o alinhamento da iniciativa com os compromissos ambientais da empresa: “Esta iniciativa faz parte de uma necessidade global, já que pretendemos ser neutros em carbono até 2040. Nosso desafio é implementar as propostas mais adequadas em cada mercado. Na Argentina, o bitrem é uma excelente opção nesse caminho para a redução de emissões poluentes.”
Parceria e inovação
A operação é resultado de uma bem-sucedida parceria público-privada, que envolveu diálogo com autoridades de transporte e investimentos conjuntos entre as empresas envolvidas. A Vulcano, responsável pela fabricação dos semirreboques, comemora o reconhecimento do equipamento como uma solução confiável. “Trabalhamos com o bitrem há mais de 12 anos e demonstramos que é um equipamento superconfiável, eficiente e seguro, conseguindo a aprovação da Yusen Logistics para utilizá-lo em benefício de seus clientes”, afirmou Carlos Moriconi, gerente geral da Semirremolques Vulcano S.A.
Um novo capítulo no transporte de cargas
A liberação da circulação de veículos com 30,25 metros de extensão no corredor Buenos Aires-Zárate não apenas eleva os padrões logísticos da Argentina, como também reforça a posição da Scania como protagonista na transição para um sistema de transporte mais sustentável.
“Esta é mais do que uma conquista técnica”, conclui Julián Rosso, da Scania. “É uma demonstração concreta de como a inovação, aliada à colaboração entre empresas e ao compromisso com a sustentabilidade, pode transformar a maneira como movimentamos o mundo.”
O ônibus 100% elétrico Mercedes-Benz eO500U, produzido na fábrica de São Bernardo do Campo, é um modelo totalmente desenvolvido no Brasil, com 111 unidades entregues aos clientes. Além da forte presença em São Paulo, o eO500U está sendo testado em Vitória (ES) e já passou por operações demonstrativas em Belo Horizonte, Curitiba e Rio de Janeiro. Segundo Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, o modelo “está cada dia mais presente nos sistemas de transporte coletivo urbano de grandes cidades”.
A aceitação internacional também cresce. O Chile já aprovou o eO500U em operação regular, e o modelo foi enviado para demonstração na Argentina e no México.
Sistema de baterias nacional garante Finame Baixo Carbono
Um dos grandes diferenciais do eO500U está em seu sistema de baterias. A BorgWarner, multinacional especializada em eletrificação e soluções para mobilidade, é a fornecedora do sistema completo de baterias do modelo. Produzidas em Piracicaba (SP), as baterias são fruto da aquisição da fabricante alemã Akasol pela BorgWarner, possibilitando a produção local de packs de alta eficiência energética.
Bateria produzida em Piracicaba
Cada ônibus pode contar com até cinco packs de baterias de 98 kWh, totalizando 490 kWh de energia. Com nove módulos por pack e peso médio de 570 kg cada, o conjunto garante autonomia suficiente para atender operações urbanas intensas. A nacionalização de componentes é uma prioridade para a Mercedes-Benz, que desenvolveu cerca de 40 novos fornecedores locais para o eO500U.
A BorgWarner também está já nacionalizou as estruturas mecânicas e cabos do sistema de baterias, visando atender aos requisitos de conteúdo local exigidos por programas de financiamento como o Finame Baixo Carbono do BNDES.
Embora a Mercedes-Benz não divulgue o percentual exato de conteúdo nacional do eO500U, o modelo atende ao índice mínimo de 5% exigido pelo BNDES até o final de 2024. Esse percentual aumentou para 15% este ano e aumentará para 30% em 2027 e 50% em 2029
Articulado elétrico eO500UA já tem testes programados
Mercedes-Benz eO500UA está em teste e produção deve começar até o final deste ano
Ampliando o portfólio de eletromobilidade, a Mercedes-Benz apresentou na LatBus 2024 o eO500UA, seu primeiro ônibus articulado 100% elétrico, também desenvolvido no Brasil. A produção será feita em São Bernardo do Campo, com início de circulação previsto para 2026. Os primeiros protótipos, com carroçaria Caio, passarão por testes funcionais e de durabilidade em ambientes urbanos e no Centro de Testes Veiculares da marca em Iracemápolis (SP), em parceria com a Bosch.
Sustentabilidade exige mobilização ampla
Para Walter Barbosa, o sucesso da eletromobilidade depende do comprometimento de governos e empresas: “É fundamental o esforço conjunto de todos os players para viabilizar não apenas a produção, mas também o financiamento e a infraestrutura de recarga dos elétricos”. Ele destaca que a Mercedes-Benz tem plena capacidade para atender a demanda de todo o Brasil e de outros países latino-americanos.
A substituição de um ônibus a diesel por um elétrico evita a emissão de até 106 toneladas de CO₂ por ano, segundo estimativas da Prefeitura de São Paulo. Além disso, um único ônibus pode retirar até 50 carros das ruas, melhorando o fluxo urbano e reduzindo o impacto ambiental.
Financiamento e compromisso com o futuro
A Mercedes-Benz conta com o apoio do Banco Mercedes-Benz, o primeiro a operar linhas do BNDES com recursos do Fundo Clima. A instituição também lidera operações pelo Novo Refrota, parte do Pró-Transporte, com investimentos do Novo PAC.
“Com os nossos ônibus elétricos e os modelos Euro 6 a diesel com tecnologia BlueTec 6, reafirmamos nosso compromisso com o transporte sustentável, combinando inovação com eficiência para operadores e sociedade”, conclui Walter Barbosa.
No 15º episódio da 1ª temporada do FrotaCast, a rainha dos caminhoneiros e colunista da Frota News, Sula Miranda, participou de um bate-papo profundo e inspirador com o editor e publisher Marcos Villela. A conversa destacou a urgente necessidade de renovação da mão de obra no transporte rodoviário e o papel estratégico da mulher nesse processo.
Durante o episódio, Sula compartilhou sua trajetória de envolvimento com o setor e sua vivência como madrinha de iniciativas como o curso de inclusão feminina promovido pela FABET (Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte). Ela relatou com entusiasmo como a capacitação de mulheres para atuarem como motoristas profissionais tem ganhado força no Brasil, com empresas como Andrade Transportes, Ipiranga, Ambev, entre outras, abraçando a causa.
“Quando a gente capacita uma mulher para dirigir um caminhão, não está fazendo um favor só a ela, mas ao país inteiro. É uma resposta à escassez de motoristas que já impacta o setor”, afirmou Sula.
Além da questão de gênero, a entrevista também abordou a importância da formação técnica e humana dos motoristas, a necessidade de políticas de saúde e bem-estar nas empresas e o uso de tecnologias para monitorar o estado físico e emocional dos profissionais da estrada. Sula enfatizou a seriedade e excelência dos cursos da FABET, onde ela mesma se capacitou e aprendeu lições que leva para a vida.
O episódio também trouxe reflexões sobre boas práticas internacionais, como a permissão para motoristas levarem pets nas viagens nos Estados Unidos, além da conscientização sobre saúde vascular, sono e fadiga — temas muitas vezes negligenciados, mas fundamentais para a segurança nas estradas.
Com sua conhecida paixão pelo setor e comunicação empática, Sula Miranda mais uma vez reforça seu papel como voz ativa na transformação do transporte rodoviário brasileiro, promovendo inclusão, valorização profissional e respeito à vida nas estradas.
Frases marcantes de Sula Miranda no FrotaCast
“Não é favor contratar uma mulher para o volante. É necessidade e inteligência logística.”
“A capacitação técnica salva vidas. A humana transforma o setor.”
“O transporte é a profissão mais importante do mundo. Nada chega a lugar algum sem ele.”
“Empresas que cuidam do sono e da saúde do motorista estão cuidando da própria operação.”
Maior festival de motos e rock do Brasil será realizado entre 15 e 18 de maio com programação estendida, novo espaço, experiências gastronômicas e até troca de pneus agendada
Prepare sua jaqueta, revise a moto e reúna os amigos: o Bike Fest São Lourenço Rock Festival 2025 está de volta, maior e mais completo do que nunca. De 15 a 18 de maio, a charmosa cidade de São Lourenço, no sul de Minas Gerais, será novamente o ponto de encontro de motociclistas e amantes do rock de todo o país, para celebrar a oitava edição do evento, que neste ano traz diversas novidades.
Organizado pela Production Eventos, o festival se consolida como o principal encontro das duas rodas do Brasil. E agora, com quatro dias de programação, ganha ainda mais corpo, ocupando toda a área da Praça João Lage, em frente ao Parque das Águas. Com uma estrutura ampliada, o evento vai oferecer mais conforto ao público, com mais mesas, cadeiras, segurança e serviços.
Rock e motos: uma combinação perfeita
Uma das principais novidades é a ampliação da programação musical, que deu origem ao novo nome do evento: Bike Fest São Lourenço Rock Festival 2025. Dez bandas vão se revezar nos palcos, representando diversos estilos do rock, do clássico ao pop, passando pelo alternativo e covers de ícones como Guns N’ Roses e U2. Entre os destaques estão “Harley Queen”, “U2 Latin American” e “Seu Madruga”.
A programação musical é intensa e começa já na quinta-feira (15), com show da banda “Dino”. Na sexta (16), se apresentam “Radio Zara”, “Harley Queen” e “Nina Guimarães”. O sábado (17) promete ser o ponto alto do festival, com cinco shows, incluindo as bandas “Guns”, “Seu Madruga” e o cover internacional “U2 Latin American”. No domingo (18), encerramento com “Coyotes” e “Apolo 6”.
Estilo Café Racer e gastronomia de primeira
Outra novidade que promete chamar a atenção é o Encontro Café Racer, dedicado às icônicas motos de estilo britânico, conhecidas pelo visual arrojado e velocidade. Para celebrar essa vertente, será promovido um concurso especial, premiando a motocicleta mais estilosa do evento.
Na área gastronômica, a organização aposta alto: os melhores restaurantes de São Lourenço estarão presentes, oferecendo experiências gourmet aos participantes. Ao todo, serão dez pontos de alimentação e bebida, com cerveja gelada, drinks especiais e petiscos variados.
Economia e turismo acelerados
Segundo a organização, a expectativa é receber 23 mil pessoas, das quais 15 mil turistas. O impacto na economia local deve chegar a R$ 30 milhões, com a geração de 600 empregos diretos e 1.300 indiretos. No total, 31 expositores estarão no evento, representando as principais marcas de motocicletas e acessórios do País.
Milton Furtado, diretor da Production Eventos-Foto Tribus Studio
“Como nas outras edições, estamos trabalhando para que a galera das duas rodas aproveite bastante o festival, num momento especial de confraternização, com boa música, gastronomia, segurança, lançamentos, novidades e serviços”,
afirma Milton Furtado, diretor da Production Eventos.
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O Bike Fest São Lourenço Rock Festival 2025 promete ser uma experiência inesquecível para quem vive a paixão pelas motos, música e estrada. Então, marque na agenda, prepare o capacete e siga viagem rumo ao sul de Minas!
Depois de anos de retomada constante, o mercado automotivo brasileiro deu seu primeiro sinal de freio desde o fim da pandemia. Abril de 2025 fechou com 196.454 veículos emplacados — número 7% maior que o de março, influenciado pelo Carnaval na primeira quinzena. Mas, na comparação com abril de 2024, o setor encolheu 5,5%, marcando a primeira queda anual em muito tempo.
A principal explicação está no calendário: abril deste ano teve apenas 20 dias úteis, contra 22 no ano passado. No entanto, o número levanta um alerta — ao mesmo tempo que expõe o peso do varejo tradicional, revela o fortalecimento de tendências que vêm mudando o mercado, como as vendas diretas e o avanço dos eletrificados.
Fiat lidera com folga; Hyundai surpreende com salto expressivo
Entre as montadoras, a Fiat consolidou sua liderança no país graças às vendas diretas, alcançando 21,8% de participação. A Volkswagen ficou em segundo lugar com 16,4%, seguida pela GM/Chevrolet com 10,5%.
A grande surpresa do mês foi a Hyundai, que saltou de 6,9% para 8,4% — um avanço de 1,5 ponto percentual, o maior ganho entre todas as marcas. A Toyota também cresceu, atingindo 8,3%.
Enquanto isso, Renault (-1,2 p.p.), Nissan (-1 p.p.) e a própria GM (-0,5 p.p.) viram suas fatias de mercado encolherem.
Top 5 montadoras em abril:
Fiat – 21,8%
Volkswagen – 16,4%
GM/Chevrolet – 10,5%
Hyundai – 8,4%
Toyota – 8,3%
Varejo tradicional sente o baque; venda direta ganha protagonismo
As vendas diretas continuam sustentando o mercado: representaram 47,5% dos emplacamentos em abril, contra 47,7% em março e 43,9% no mesmo mês de 2024.
Enquanto o showroom cresceu 7,4% frente a março, com 103.176 veículos vendidos, as vendas diretas aumentaram 6,5%, atingindo 93.278 unidades. Na prática, isso significa que o consumidor final está comprando menos — e que empresas, locadoras e frotistas estão mantendo o volume do setor.
Eletrificados crescem 28% em um ano — e já dominam quase 10% do mercado
A eletrificação do mercado brasileiro avança em ritmo acelerado. Abril teve 19.314 veículos eletrificados emplacados, um crescimento de 9,7% sobre março e impressionantes 28,5% em relação a abril de 2024. Isso representa 9,8% de todas as vendas do mês.
Distribuição por tecnologia:
PHEV (híbridos plug-in): 7.394 unidades (38,3%)
BEV (100% elétricos): 4.869 unidades (25,2%)
MHEV (híbridos leves): 4.804 unidades (24,9%)
HEV (híbridos convencionais): 2.247 unidades (11,6%)
Modelos mais vendidos por categoria:
BEV: BYD Dolphin Mini – 2.177 unidades (44,7%)
PHEV: BYD Song Pro – 2.257 unidades (30,5%)
MHEV: Fiat Fastback – 2.447 unidades (50,9%)
HEV: Toyota Corolla Cross – 951 unidades (42,3%)
Segundo especialistas, o crescimento é impulsionado por três fatores: aumento da oferta, preço mais competitivo e isenções tributárias em estados como São Paulo e Paraná.
Marcas chinesas avançam e já vendem mais que a Nissan
As montadoras chinesas vêm consolidando sua presença. Em abril, elas representaram 7,9% das vendas totais, superando marcas tradicionais como a Nissan. O avanço contínuo reforça a estratégia agressiva dessas empresas, com destaque para a BYD, líder entre os eletrificados.
SP lidera o ranking estadual; veja os maiores mercados
A distribuição regional das vendas segue concentrada no Sudeste. São Paulo continua sendo o maior mercado automotivo do país, com 26% do total de emplacamentos. Na sequência aparecem:
Minas Gerais – 21,9%
Paraná – 6,7%
Rio Grande do Sul – 5%
O que esperar dos próximos meses?
Com maio trazendo mais dias úteis e novas campanhas promocionais, a expectativa é de leve recuperação nos emplacamentos gerais. No entanto, fatores como juros elevados e endividamento das famílias podem manter o varejo sob pressão.
A tendência mais clara é o avanço da eletrificação. Montadoras já preparam lançamentos para o segundo semestre, e o consumidor está cada vez mais receptivo a modelos híbridos e elétricos.
O setor pode estar às vésperas de sua maior transformação em décadas. Quem sairá na frente?
Desde que Ford Caminhões cerró sus operaciones en Brasil en 2019, muchos lectores se han preguntado: ¿la tradicional marca de camiones del óvalo azul dejó de existir por completo o solo salió del mercado brasileño? La duda es comprensible, ya que el cierre de la producción local fue un hito en el sector automotriz nacional, afectando a una legión de transportistas y distribuidores.
Pero la respuesta es clara: Ford Caminhões sigue viva—y más tecnológica que nunca—en más de 50 países.
La presencia global de Ford Trucks
La operación internacional de la marca está bajo la responsabilidad de Ford Trucks, división operada por Ford Otosan, una empresa conjunta entre Ford Motor Company y el grupo turco Koç Holding. Ford Otosan es hoy uno de los mayores centros de ingeniería y producción de vehículos comerciales de Europa, responsable del desarrollo, fabricación y exportación de camiones Ford, incluso de la Ford Transit fuera de Estados Unidos.
Ford Trucks está presente en más de 50 países, con fuerte actuación en Europa, Oriente Medio, Norte de África y partes de Asia y América del Sur, como Argentina, Chile, Perú y Uruguay. Las razones por las que Ford Otosan no exporta a Brasil son cuestiones tributarias y regulatorias.
Según el plan estratégico de la empresa, la meta es alcanzar 80 países hasta 2030. La sede de la operación está en Turquía, desde donde salen los modelos más avanzados de la marca.
F-MAX: símbolo de la nueva fase global
El modelo más emblemático de esta nueva era es el Ford F-MAX, que ganó notoriedad internacional al ser elegido “International Truck of the Year” en 2019, el mayor premio del sector de camiones en Europa. Con un diseño moderno, cabina espaciosa y alto nivel de tecnología incorporada, el F-MAX representa el avance de la marca hacia la innovación y eficiencia operativa.
En 2024, Ford Otosan alcanzó un hito importante: más de 20,000 unidades exportadas solo al continente europeo, consolidando el crecimiento de la marca incluso en mercados altamente competitivos.
Innovación y tecnología en la nueva generación de camiones
La nueva línea de camiones Ford cuenta con tecnologías como:
Sistemas de asistencia al conductor (ADAS)
Conectividad integrada para flotas
Motorización más eficiente y ecológica
Cabinas con confort premium
Prototipos eléctricos y con conducción autónoma en fase de pruebas
Ford Otosan también invierte en centros de I+D enfocados en energía limpia, con proyectos que buscan lanzar camiones 100% eléctricos e incluso modelos de hidrógeno en los próximos años.
¿Y en Brasil? ¿Existe posibilidad de retorno?
Aunque la producción local de camiones se cerró definitivamente con el cierre de la fábrica en São Bernardo do Campo, hay movimientos discretos tras bastidores sobre una posible reentrada de la marca en Brasil, esta vez mediante importación.
En ediciones recientes de Fenatran, ejecutivos de Ford Otosan revelaron que la empresa evalúa oportunidades de negocio en el mercado latinoamericano, incluso con la reintroducción de modelos como el F-MAX a través de distribuidores autorizados, sin necesidad de una planta fabril en el país.
Motor GEN2
El nuevo motor Ecotorq GEN2 de 12,7 litros cumple con los exigentes estándares de emisiones Euro 6 y está preparado para ser integrado en el 70% de los modelos de Ford Trucks. Con un diseño enfocado en reducir el coste total de propiedad (TCO) y mejorar el consumo de combustible hasta en un 11,3%, este motor se convierte en una referencia en su categoría.
Nuevo motor Ecotorq GEN2
Nuevo motor Ecotorq GEN2
Probado durante más de 25.000 horas y 1,5 millones de kilómetros, el Ecotorq GEN2 fue desarrollado en colaboración con clientes reales, sometido a condiciones extremas de carretera y clima. Además, su compatibilidad con combustibles HVO lo convierte en una opción más ecológica para el transporte de carga pesada.
Innovaciones clave del F-MAX con Ecotorq GEN2:
Diseño aerodinámico optimizado
Suspensión neumática delantera para mayor confort
Nuevos estándares de neumáticos y cámaras retrovisoras integradas
Transmisión overdrive que reduce las revoluciones del motor a altas velocidades
Elementos como compuertas activas de parrilla y pinzas de freno optimizadas para mejorar la eficiencia energética
Especificaciones técnicas del Ecotorq GEN2
Tipo de motor: Diésel, 6 cilindros en línea, 24 válvulas, árbol de levas en cabeza (OHC)
Cilindrada: 12.740 cm³
Diámetro x carrera: 130 mm x 160 mm
Relación de compresión: 17,6:1
Potencia: Varía según la aplicación:
420 CV (308,9 kW) a 1.800 rpm
450 CV (331 kW)
500 CV (367 kW)
Par máximo: De 2.150 Nm a 2.500 Nm entre 1.000 y 1.300 rpm
Sistema de inyección: Common rail de alta presión, controlado electrónicamente
Norma de emisiones: Euro 6
Peso del motor: Aproximadamente 1.175 kg
Dimensiones (Al x An x L): 1.391 mm x 1.037 mm x 1.150 mm
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Desde que a Ford Caminhões encerrou suas atividades no Brasil, em 2019, muitos leitores passaram a se perguntar: a tradicional marca de caminhões do oval azul deixou de existir por completo ou apenas saiu do mercado brasileiro? A dúvida é compreensível, já que o encerramento da produção local foi um marco no setor automotivo nacional, afetando uma legião de transportadores e revendedores.
Mas a resposta é clara: a Ford Caminhões segue viva — e mais tecnológica do que nunca — em mais de 50 países.
A presença global da Ford Trucks
A atuação internacional da marca está sob responsabilidade da Ford Trucks, divisão operada pela Ford Otosan — uma joint venture formada entre a Ford Motor Company e o grupo turco Koç Holding. A Ford Otosan é hoje um dos maiores centros de engenharia e produção de veículos comerciais da Europa, responsável pelo desenvolvimento, fabricação e exportação de caminhões Ford, inclusive pela Ford Transit fora dos Estados Unidos.
A Ford Trucks está presente em mais de 50 países, com forte atuação na Europa, Oriente Médio, Norte da África e partes da Ásia e América do Sul, como Argentina, Chile, Peru e Uruguai. As razões para a Ford Otosan não exportar para o Brasil são questões tributárias e regulatórias.
Segundo o plano estratégico da empresa, a meta é atingir 80 países até 2030. A sede da operação está na Turquia, de onde saem os modelos mais avançados da marca.
F-MAX: símbolo da nova fase global
O modelo mais emblemático dessa nova era é o Ford F-MAX, que ganhou notoriedade internacional ao ser eleito o “International Truck of the Year” em 2019, o maior prêmio do setor de caminhões na Europa. Com design moderno, cabine espaçosa e alto nível de tecnologia embarcada, o F-MAX representa o avanço da marca em direção à inovação e eficiência operacional.
Em 2024, a Ford Otosan atingiu um marco importante: mais de 20 mil unidades exportadas apenas para o continente europeu, consolidando o crescimento da marca mesmo em mercados altamente competitivos.
Inovação e tecnologia na nova geração de caminhões
A nova linha de caminhões Ford conta com tecnologias como:
Sistemas de assistência ao motorista (ADAS)
Conectividade embarcada para frotas
Motorização mais eficiente e ecológica
Cabines com conforto premium
Protótipos elétricos e com direção autônoma em fase de testes
A Ford Otosan também investe em centros de P&D focados em energia limpa, com projetos que visam lançar caminhões 100% elétricos e até modelos a hidrogênio nos próximos anos.
E no Brasil? Existe chance de retorno?
Embora a produção local de caminhões tenha sido encerrada definitivamente com o fechamento da fábrica em São Bernardo do Campo, há movimentações discretas nos bastidores sobre uma possível reentrada da marca no Brasil, desta vez via importação.
Em edições recentes da Fenatran, executivos da Ford Otosan revelaram que a empresa avalia oportunidades de negócio no mercado latino-americano, inclusive com a reintrodução de modelos como o F-MAX por meio de distribuidores autorizados, sem necessidade de uma planta fabril no país.
Motor GEN2
O novo motor Ecotorq GEN2 de 12,7 litros atende aos exigentes padrões de emissões Euro 6 e está preparado para ser integrado em 70% dos modelos da Ford Trucks. Com um design focado em reduzir o custo total de propriedade (TCO) e melhorar o consumo de combustível em até 11,3%, este motor se torna uma referência na categoria.
Novo motor Ecotorq GEN2
Testado por mais de 25.000 horas e 1,5 milhão de quilômetros, o Ecotorq GEN2 foi desenvolvido em colaboração com clientes reais, submetido a condições extremas de estrada e clima. Além disso, sua compatibilidade com combustíveis HVO o torna uma opção mais ecológica para o transporte pesado.
Inovações-chave do F-MAX com Ecotorq GEN2:
Design aerodinâmico otimizado
Suspensão pneumática dianteira para maior conforto
Novos padrões de pneus e câmeras retrovisoras integradas
Transmissão overdrive que reduz a rotação do motor em altas velocidades
Elementos como obturadores ativos de grade e pinças de freio otimizadas para melhorar a eficiência energética
Especificações Técnicas do Ecotorq GEN2
Tipo de motor: Diesel, 6 cilindros em linha, 24 válvulas, comando de válvulas no cabeçote (OHC)
Cilindrada: 12.740 cm³
Diâmetro x curso: 130 mm x 160 mm
Taxa de compressão: 17,6:1
Potência: Variando conforme a aplicação:
420 cv (308,9 kW) a 1.800 rpm
450 cv (331 kW)
500 cv (367 kW)
Torque máximo: De 2.150 Nm a 2.500 Nm entre 1.000 e 1.300 rpm
Sistema de injeção: Common rail de alta pressão, controlado eletronicamente
Padrão de emissões: Euro 6
Peso do motor: Aproximadamente 1.175 kg
Dimensões (A x L x C): 1.391 mm x 1.037 mm x 1.150 mm
O mercado brasileiro de caminhões a gás urbano começa a ganhar corpo com a chegada de modelos voltados especialmente para operações urbanas e regionais. A corrida pela descarbonização do transporte pesado mobiliza montadoras e gestores de frota, que observam com atenção os ganhos em emissões, ruído e economia operacional. Além disso, o crescimento de interesse pelas empresas por frotas a gás cresce exponencialmente, visto que a meta da Scania para este ano é maior do a soma das vendas dos últimos quatro anos.
Entre os semipesados, três modelos despontam como os protagonistas dessa nova fase do transporte sustentável no Brasil: Scania P 280 6×2 (disponível comercialmente), Iveco Tector NG (futuro lançamento), e o Volkswagen Constellation 26.280 (em teste) — este último ainda em fase de testes com clientes estratégicos. A Frota News apresenta um comparativo técnico e estratégico exclusivo entre esses modelos para ajudar frotistas a tomar decisões mais seguras na transição energética.
Tecnologia de motorização e desempenho
Os três caminhões utilizam motores a ciclo Otto, com ignição por centelha, preparados para rodar com biometano e, na falta deste, com GNV (Gás Natural Veicular). Veja os dados técnicos:
O Scania P 280 é reconhecido pela sua potência de 280 cv e torque elevado de 1.400 Nm, características que conferem desempenho superior para demandas de operações urbanas pesadas e trechos regionais. Um de seus principais diferenciais é a transmissão automatizada Opticruise, amplamente testada e consagrada em aplicações de alta severidade, que garante trocas de marcha precisas, menor desgaste dos componentes e maior conforto para o motorista. O modelo também inclui suspensão pneumática de série, que proporciona um rodar mais suave mesmo em condições adversas, além de um chassi reforçado que assegura durabilidade e resistência em operações mais exigentes.
Scania P 280
Além disso, o Scania P 280 é projetado com foco em eficiência operacional. Com capacidade de armazenamento de gás de até 226 m³, sua autonomia pode chegar a 500 km, dependendo da configuração de tanques. Isso representa uma vantagem significativa para transportadoras que operam em trechos mistos ou rotas urbanas com menor infraestrutura de abastecimento. Essa configuração técnica o posiciona como uma solução robusta e versátil dentro do segmento de caminhões a gás.
No contexto da transição energética no Brasil, a Scania demonstra liderança e pioneirismo no desenvolvimento de caminhões a gás, acumulando anos de experiência no enfrentamento dos desafios da cadeia de suprimentos e logística de abastecimento no mercado brasileiro. Essa maturidade tecnológica reflete-se tanto na confiabilidade dos seus produtos quanto no suporte oferecido aos frotistas que optam pela adoção de combustíveis mais limpos e sustentáveis.
Além das características de um produto mais robusto, a Scania tem maior maturidade no projeto de caminhões a gás no Brasil, pois ela é pioneira e já conhece todos os desafios, além de toda a cadeia de fornecimento de gás para frotistas.
Iveco Tector NG
A Iveco tem longa tradição em caminhões a gás na Europa, com mais de 8 mil unidades entregues aos frotistas europeus. No Brasil, ela iniciou sua jornada no ano passado. O Iveco Tector NG é equipado com o motor FPT NEF 6, ciclo Otto, de 5.9 litros, desenvolvido para operar com combustíveis como biometano e GNV (Gás Natural Veicular). Com uma potência de 204 cv e torque de 750 Nm, ele se posiciona como uma solução de entrada neste segmento e mais indicado para operações urbanas leves e médias, incluindo entregas de carga fracionada e serviços municipais. Apesar de ser o mais modesto em termos de desempenho, o modelo atende com excelência às necessidades de aplicações menos severas, com foco na economia e na sustentabilidade.
Iveco Tector NG
Sua transmissão manual de 6 marchas garante simplicidade e facilidade de manutenção, sendo uma escolha especialmente prática para empresas que estão em fase inicial da transição energética. O caminhão também se destaca pelo conforto interno, que inclui ergonomia avançada e sistemas que proporcionam maior comodidade ao motorista durante longas jornadas em áreas urbanas.
Com capacidade de armazenamento de gás de até 120 m³, o Tector NG oferece uma autonomia estimada de até 350 km, o que o torna uma opção atrativa para rotas urbanas que permitem reabastecimento frequente. Sua construção robusta e sua compatibilidade com combustíveis renováveis refletem o compromisso da Iveco em oferecer soluções sustentáveis no transporte de cargas.
Além disso, a Iveco traz sua expertise na tecnologia de gás natural, incorporando anos de experiência em mercados internacionais.
VW Constellation 26.280
O Volkswagen Constellation 26.280 apresenta um conjunto mecânico robusto graças ao motor Cummins B6.7N ciclo Otto, de 6.7 litros, projetado para operar com biometano e GNV (Gás Natural Veicular). Esse motor entrega uma potência de 280 cv e um torque de 1.100 Nm, 300 Nm menos do que o Scania P 280, mas ainda suficientes para atender às demandas de operações urbanas pesadas, como coleta de resíduos sólidos e outras atividades municipais de alta intensidade.
VW Constellation 280
Um dos principais destaques do modelo é a transmissão automática Allison, conhecida pela sua confiabilidade e desempenho em aplicações severas. Essa transmissão proporciona trocas de marcha suaves e precisas, reduzindo o esforço do motorista e aumentando a produtividade nas operações. O sistema também contribui para a durabilidade dos componentes mecânicos, especialmente em condições de uso frequente e pesado.
Com capacidade de armazenamento de gás de até 240 m³, o modelo promete uma autonomia de cerca de 300 km, suficiente para duas jornadas completas em aplicações como a coleta de resíduos em grandes cidades.
A infraestrutura para abastecimento
O uso de gás ainda exige planejamento logístico por parte das empresas, já que a infraestrutura de abastecimento no Brasil segue concentrada em regiões metropolitanas.
Para viabilizar a operação em larga escala dos veículos a gás, a Scania está investindo em parcerias para que a indústria de gás faça a ampliação da rede de abastecimento. Segundo a fabricante sueca, já são mais de 130 postos com bombas de alta pressão para veículos pesados, cobrindo corredores estratégicos com raio de atuação de até 400 km.
Principais rotas cobertas:
Nordeste: BR 101 (do Ceará à Bahia);
Centro-Oeste: BR 262 (Mato Grosso do Sul);
Sudeste: BRs 040, 381, 116, SP 348;
Sul: BR 116 e BR 101.
Sem muitas informações, a Iveco comunicou no final de março deste que que havia feito uma parceria com a Gasmig (distribuidora de gás) para promover o gás natural e o biometano no setor de transportes em Minas Gerais. Segundo presidente da Gasmig, Carlos Camargo de Colón, “por meio do programa ‘Corredores GNV’ estamos empenhados em construir no estado a melhor infraestrutura de gás no país. O principal objetivo é garantir, ao menos, um posto GNV a cada 400km de distância nas principais rodovias que ligam Minas Gerais ao Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Bahia, permitindo o alcance de regiões estratégicas”.
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Visão do mercado e perspectiva futura
A aposta das montadoras nos caminhões a gás urbanos é estratégica. A Scania foi pioneira e lidera em volume de vendas no Brasil. A Iveco traz know-how europeu com o Tector Natural Power e quer brigar por espaço entre frotistas de médio porte. Já a Volkswagen, que aposta em parcerias com empresas de resíduos, está validando o desempenho do Constellation em condições reais antes de escalar a produção.
Segundo especialistas, o uso de biometano deve se consolidar como o verdadeiro diferencial competitivo, por ser mais limpo e, em algumas regiões, mais barato que o diesel. No entanto, ainda há desafios logísticos, fiscais e de infraestrutura.
O Grupo Daimler Truck, proprietário de diversas marcas, como Mercedes-Benz e Freightliner, já possui um portfólio de veículos movidos a gás natural em diferentes regiões do mundo, com modelos como o Mercedes-Benz Actros NGT e os urbanos Econic NGT e Sprinter NGT, na Europa, além dos caminhões Freightliner M2 112 NG, 114SD Natural Gas e versões anteriores do Cascadia, nos Estados Unidos. Agora, a montadora amplia ainda mais sua oferta de soluções sustentáveis com o anúncio de uma nova configuração para o Freightliner Cascadia de 5ª Geração: o primeiro caminhão da marca equipado com o motor a gás natural Cummins X15N de 15 litros.
Por enquanto, a empresa não tem planos para caminhões a gás no Brasil por considerar um nicho de mercado muito pequeno devido à falta de infraestrutura de abastecimento. Por outro lado, a Cummins já apresentou a sua solução de motores a gás na última Fenatran, e é a fornecedora da Volkswagen Caminhões no Constellation 26.280 em teste com uma empresa de coleta de resíduos.
O Mercedes-Benz Econic NGT a gás foi apresentado em junho de 2009; e o Actros NGT, em novembro de 2019
O anúncio da parceria com a Cummins foi no último dia 28 de abril, apenas oito meses após o início da produção em escala do motor X15N, o primeiro da nova plataforma HELM™ da fabricante de motores norte-americana, que projetou este motor para diferentes tipos de combustível, como gás natural, diesel e hidrogênio.
“Caminhões movidos a gás natural estão se tornando cada vez mais importantes para o transporte rodoviário de cargas”, destacou Greg Treinen, vice-presidente de desenvolvimento de mercado rodoviário da DTNA. “O Cummins X15N é o primeiro motor a gás natural projetado especificamente com a potência e o torque necessários para clientes rodoviários.”
Isso ocorre também no Brasil. Em pouco mais de cinco após, após apresentar o primeiro caminhão a gás na Fenatran, a Scania já entregou mais de 1.500 caminhões a gás aos transportadores brasileiros, o que animou a Iveco a lançar dois modelos a gás recentemente, o S-Way NG e o Tector NG, da mesma forma, a Volkswagen Caminhões começar a fazer testes com motores Cummins.
Segundo Christopher Podgorski, presidente e CEO da Scania Latin America, este ano a meta é ousada de vendas: cerca de 1.500 caminhões a gás para os clientes da América Latina. Alex Nucci, diretor de Vendas de Soluções da Scania Operações Comerciais Brasil, acrescentou que, deste volume, vai trabalhar para que vender cerca de 1.000 unidades serão para clientes brasileiros.
Autonomia ampliada com mochilão
A produção do Cascadia com o novo motor está prevista para começar no próximo mês. Haverá ainda a opção de preparação para instalação de tanques de gás natural comprimido (GNC), tanto no chassi quanto atrás da cabine, oferecendo flexibilidade para atender às demandas de autonomia dos clientes. O sistema conhecido como “mochilão” foi lançado, recentemente, pela Scania para os seus modelos a gás.
Segundo Lyndon Jones, vice-presidente de vendas e suporte ao cliente da Divisão de Motores da Cummins Inc. na América do Norte, o X15N representa uma evolução significativa:
“O X15N abre o gás natural para uma nova base de clientes, e muitos usuários atuais estão aproveitando a potência e o torque adicionais. A parceria com a Freightliner oferece mais opções ao mercado em um momento em que muitas frotas buscam soluções com gás natural.”
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Com certificação de 50 mg de NOx, o motor oferece até 10% de economia de combustível em comparação com o motor a gás natural de 12 litros da Cummins, mantendo desempenho e durabilidade em aplicações pesadas. Ele pode ainda ser integrado com outros componentes Cummins para reduzir ainda mais as emissões, ampliando os benefícios ambientais.
A Agrale, referente en la producción de tractores dirigidos a la agricultura familiar, anuncia el lanzamiento de tres nuevos modelos. Las novedades incluyen los tractores 4125 y 4125 Cargo, que pasan a formar parte de la reconocida Línea 4000, y el tractor 525, nuevo integrante de la Línea 500.
El modelo 4125 fue desarrollado especialmente para cultivos en hileras y de alta densidad, como cítricos, café, uva y kiwi. Con diseño compacto y alta eficiencia, el tractor es ideal para operaciones en espacios reducidos, ofreciendo agilidad y productividad.
El 4125 Cargo, por su parte, surge como una solución multifuncional orientada a pequeñas propiedades. Diseñado para el transporte de cargas, el modelo es perfecto para el trabajo diario en el campo, ya sea en el traslado de granos, frutas y hortalizas, fertilizantes o alimento para animales. Su robustez y facilidad de operación se destacan como grandes diferenciales.
Reforzando la Línea 500, el nuevo tractor 525 está indicado para cultivos abiertos o de menor densidad, atendiendo a agricultores que necesitan fuerza, rendimiento y resistencia. El modelo fue diseñado para enfrentar diversas condiciones de trabajo, con foco en la productividad y durabilidad.
Según Agrale, la innovación y la versatilidad son marcas registradas de los nuevos lanzamientos, desarrollados para atender a las diversas necesidades del pequeño productor rural, con soluciones prácticas y adaptables a diferentes tipos de cultivos y aplicaciones.
Historia de Agrale
El crecimiento de Agrale en el mercado agrícola, reforzado recientemente con el lanzamiento de nuevos modelos de tractores, está directamente ligado a su historia de gestión familiar. La empresa pertenece al Grupo Francisco Stédile, un conglomerado de negocios que mantiene desde hace más de seis décadas el control de la marca y su fuerte actuación en el sector industrial y agrícola brasileño.
Fundada en 1962, Agrale dio sus primeros pasos en la producción de motocultivadores agrícolas. Tres años después, en 1965, fue adquirida por Francisco Stédile, un emprendedor que apostó por el potencial de la mecanización para impulsar la agricultura nacional. A partir de entonces, Agrale se consolidó como una de las pioneras en la fabricación de tractores de cuatro ruedas en Brasil, con producción en el estado de Rio Grande do Sul.
Hay muchas historias que contar en estos 63 años de Agrale más allá de los tractores. En el ámbito de las motos, este periodista tuvo su primera moto, una Agrale, ensamblada bajo licencia de la italiana Cagiva; también está el Sr. Francisco Stédile (fundador), los jeeps Marruá y la planta industrial de Caxias do Sul.
El Grupo Stédile reúne hoy diversas empresas, como Lintec, Agritech Lavrale, Fundituba y la Fazenda Três Rios, fortaleciendo su presencia en sectores que van desde la industria de motores e implementos agrícolas hasta la producción de granos. A pesar de la expansión de los negocios, Agrale sigue siendo la principal referencia del grupo, con un fuerte compromiso con la innovación y la agricultura familiar.
El control de la empresa, que permanece en manos de la familia Stédile, le confiere a Agrale una característica rara en el sector: la de ser una ensambladora genuinamente nacional. Esta identidad es considerada un diferencial competitivo, especialmente en un mercado dominado por grandes multinacionales.
Con raíces firmes y una mirada atenta a las necesidades del pequeño productor, Agrale continúa invirtiendo en tecnología y desarrollo de productos que combinan tradición, robustez y modernidad, reafirmando su papel esencial en el crecimiento de la agricultura brasileña.