O Grupo MIRA Transportes, com 45 anos de experiência no setor de cargas fracionadas nas regiões Sul e Sudeste com destino às regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil, está expandindo suas operações no Estado de São Paulo. Agora, a empresa oferece serviços de distribuição e coleta de cargas em todo o estado, em resposta à crescente demanda de seus clientes. Além disso, o MIRA Transportes firmou parcerias com empresas regionais em cidades como Campinas, Birigui e Ribeirão Preto, e está estudando a abertura de filiais no interior paulista.
A empresa já mantinha operações e clientes em São Paulo, incluindo sua sede localizada no bairro Parque Novo Mundo, na capital, ocupando uma área de 30 mil metros quadrados. Diante do aumento na demanda por serviços de distribuição de cargas fracionadas no estado, o MIRA decidiu expandir suas operações e estabelecer parcerias estratégicas com empresas regionais.
Roberto Mira Júnior, Diretor Geral do MIRA Transportes, afirma: “São Paulo é o estado mais robusto economicamente em nossa federação. Portanto, não poderíamos deixar de atender às necessidades de nossos clientes que precisam de serviços de distribuição e coleta de cargas em todo o território paulista. Estamos investindo na região e planejando a abertura de novas filiais no interior para melhor atender nossos clientes nas regiões Centro-Oeste e Norte, conectando-os de maneira mais eficiente com o Sudeste.”
Essa expansão no Estado de São Paulo faz parte da estratégia do Grupo MIRA para fortalecer sua presença na região Sudeste. Recentemente, a empresa ampliou sua filial no Espírito Santo devido à alta demanda por distribuição de cargas no estado capixaba. A nova instalação é três vezes maior que a anterior e possui 34 docas de carga.
Inaugurada em agosto de 2021, a filial conta com veículos próprios e um armazém de 3.000m². Antes de se mudar para o novo terminal de cargas, o grupo já realizava a coleta de cargas em todo o Espírito Santo.
45 Anos de História
O Grupo MIRA comemora 45 anos de história em 2023 e passou por uma reestruturação significativa. Houve mudanças em todas as equipes, redução de custos e um foco maior na profissionalização. Dessa forma, transformando-se de uma empresa familiar em uma das maiores transportadoras do país.
Roberto Mira Júnior conclui: “Estamos em um momento empolgante na empresa. Com expansão para novas regiões no último ano, incluindo novas filiais no Espírito Santo e Amazonas. Nossos clientes cresceram. Com isso surgiu a necessidade de atendê-los de maneira mais abrangente nessas regiões, mantendo a qualidade e tecnologia que nos destacam no setor.”
Expansão para Norte, Sul e Sudeste
O atual momento do Grupo MIRA, decerto, é parte de um plano de expansão que abrange as regiões Norte, Sul e Sudeste. Em agosto de 2021, a empresa inaugurou uma base em Vila Velha (ES) e, em janeiro de 2022, abriu uma filial em Cachoeirinha (RS). Dessa forma, em junho de 2022, foi a vez de inaugurar uma nova filial em Manaus (AM), com planos futuros de expansão na região. Por fim, o MIRA, com capital 100% nacional, possui infraestruturas nas regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil, com instalações dedicadas a operações de transporte de cargas (crossdocking).
A Ford Pro inicia este mês a venda da Transit Chassi, uma nova versão da van que promete ampliar as possibilidades de uso no transporte de carga e serviços. Com este lançamento, a marca dá um passo importante na expansão de seu negócio de veículos comerciais. O mercado de chassi-cabine cresce no mercado por causa da versatilidade de opções de implementos que ele pode ter sobre o chassi.
A Ford Transit furgão já ocupa um lugar de destaque no segmento mesmo com pouco tempo de mercado após o seu retorno, no final de 2021. Nos oito primeiros meses de 2023, a Ford já emplacou 1.909 unidades (furgão e passageiros), bem mais do que as 311 unidades do Fiat Ducato que, no passado, era o líder do segmento.
Novos recursos
Além das qualidades já reconhecidas da Transit, como robustez, motor eficiente com tração traseira e tecnologias avançadas, a Transit Chassi vem com novos recursos.
A Transit Chassi se destaca como a única do segmento a oferecer um modelo base com rodado duplo, capaz de atender a duas aplicações: com PBT de 3,5 t (CNH B) e 4,7 t (CNH tipo C), simplificando a gestão da frota.
Para celebrar o lançamento, a Ford preparou uma oferta especial. A versão de 4,7 t está disponível por R$ 240.000 e a de 3,5 t por R$ 250.000, mas essa promoção é limitada às primeiras 100 unidades somando ambos os modelos.
Guillermo Lastra, diretor de Veículos Comerciais da Ford América do Sul, destaca a importância do lançamento: “a Transit Chassi nos permite atender a versatilidade, robustez e durabilidade que o cliente comercial precisa, com o que há de melhor em tecnologia.”
Dois PBT
Com capacidade volumétrica de até 21 m³ e balanço traseiro ajustável, permite um comprimento total de 6,10 ou 6,60 m. Ela oferece duas homologações legais, com capacidade máxima de carga de 2.601 kg na versão de 4,7 t e 1.401 kg na versão de 3,5 t.
O modelo com o PBT (Peso Bruto Total) de 3.500 kg apresenta várias vantagens na logística urbana. As vantagens desta categoria de veículos vão além da vantagem da CNH categoria B. São elas: não há as mesmas restrições de circulação dos caminhões, apenas a mesma de rodízio dos automóveis e dependendo da cidade. Poder estacionar nas mesmas vagas de automóveis, valor de pedágio e demais regras dos automóveis do CTB serem as mesmas dos automóveis. A exceção deve ser observada para o tipo de atividade. Decerto, se o carro será emplacado com placa comum (atividade para uso pessoal ou negócio próprio) ou placa grafia vermelha (atividade remunerada para terceiros).
Equipada com o motor 2.0 EcoBlue diesel de 165 cv, a Transit Chassi é a única da categoria com três modos de condução.
Para clientes comerciais, o custo de operação é crucial. A Ford Transit Chassi promete custo total 25% menor que a principal concorrente, abrangendo seguro, consumo de combustível, manutenção e peças de colisão.
A Transit Chassi oferece conectividade embarcada de fábrica, assim, permitindo uma gestão mais eficiente dos veículos. Com o aplicativo FordPass e o portal FordPass Pro, os clientes podem acompanhar, certamente, o consumo de combustível. Ademais, a localização do veículo e receber alertas de funcionamento.
Por fim, a Transit Chassi se junta à linha Transit, que inclui Minibus, Vidrada, Furgão e E-Transit. A indústria de veículos comerciais leves acima de 6 m³ representa cerca de 40.000 unidades/ano, e, decerto, a Transit Chassi atenderá dois subsegmentos importantes.
Turma formada no curso Gestão de Segurança em Transporte
Mais uma turma de profissionais do setor de transporte chegou à conclusão do Curso de Gestão em Segurança no Transporte da Fabet-SP. O evento de encerramento, que aconteceu no final de agosto deste ano, reuniu 26 participantes de 13 empresas distintas em uma celebração de aprendizado e compartilhamento de experiências.
O curso, ministrado em três módulos intensos ao longo dos meses de junho, julho e agosto, destaca-se por ser único no Brasil. Desenvolvido sob medida para profissionais que desempenham funções de liderança na segurança do transporte, tanto em transportadoras quanto em embarcadores, ofereceu uma imersão profunda nas complexidades e desafios desta área crucial.
No palco do Teatro Fabet, os alunos apresentaram seus trabalhos para os colegas e a banca de jurados durante o Seminário do Curso de Gestão em Segurança no Transporte, marcando o evento de encerramento.
Os profissionais das empresas, decerto, tiveram a oportunidade de compartilhar seus projetos finais de conclusão de curso, que têm como foco a promoção da segurança, eficiência e sustentabilidade nas operações de transporte. Os temas abordados nos trabalhos refletiram as discussões essenciais realizadas durante as aulas unindo conhecimento acadêmico com experiências na gestão da segurança das frotas de caminhões.
Um destaque importante foi dado à priorização do motorista e aos aspectos relacionados à humanização do trabalho e às tecnologias. Especialistas renomados, Luiz Augusto Coelho Paim, Leonardo Armbruster Barbato e Renato Leocadio, compuseram a banca avaliadora, enriquecendo ainda mais o encerramento do curso.
Membros da banca
As apresentações no Seminário – RD e Kater Rioce
– Grupo RD (Raia Drogasil) com os alunos Alex Alves da Cruze Silva e Rafael Pedrozo, que abordaram o tema “Segurança no Transporte“. Para alcançar os objetivos, o grupo priorizou investimento na qualificação profissional dos motoristas. Entre setembro de 2021 e maio de 2022, mais de 300 profissionais, entre motoristas profissionais, motoristas educadores e gestores da área de transportes passaram por cursos de aprimoramento e capacitação na Fabet, com resultados solidamente medidos pela empresa. O resultados foram observados também na redução de consumo de combustível e emissões.
Rafael e Alex – Grupo RD
– Kater Rioce, representada por Aline Gonçalves dos Santos, com a apresentação sobre a “Reestruturação de SSMAQ“. Neste trabalho, os resultados superam os 60% em alguns índices medidos após melhorias aplicadas.
Aline – Kater Riocer
Transpedrosa e Ypê
– Transpedrosa, cujos alunos Ana Carolina Silva Muniz, Naiara Monteiro Passos Oliveira e Rosana Carolina Corral Miranda falaram sobre “Tecnologia Aliada à Gestão de Processos e Pessoas“. Com outros colegas já tendo feito este curto, os três deram continuidade na implementação da plataforma digital para padronização de processos. Decerto, melhorias das tecnologias para segurança no transporte foram acrescentadas.
Ana, Naiara e Rosana – Transpedrosa
– Ypê, com Andressa de Arruda Sales Gottardello, apresentando a “Torre de Controle – Segurança e Monitoramento“.
Andressa – Ypê
PepsiCo e JBS
– Pepsico do Brasil, cujos alunos Cicero Agostinho da Silva, Deivid Francisco Voltolin e Fabiane de Lima Vilar dos Santos abordaram o “Uso de simuladores e carreta escola no desenvolvimento dos condutores“. O objetivo do investimento é realizar o aprimoramento contínuo dos cerca de 300 motoristas da operação primária. Certamente, o simulador foi montado dentro de uma carreta que viaje até as bases dos condutores, onde é feito o treinamento pelo simulador.
Deivid, Fabiana e Cicero – PepsiCo
– JBS Transportes, representada por Darlan Rodrigues Benevides, que tratou do tema “Cuidando da nossa gente“. A partir disso, a empresa, responsável pelo transportes de diversos produtos e insumos do Grupo JBS, trabalha para implementação da cultura de segurança, redução de violações e acidentes. Além disso, o maior engajamento dos condutores de uma frota com cerca de 1.300 caminhões.
Pra Frente Brasil e Athivalog
– Pra Frente Brasil, com Diógenes de Souza Lazari Bernardo e Thales Marques Rosa, que exploraram “A inserção de placas solares no Transporte de Combustíveis: desafios e benefícios“. Ao adotar diversas tecnologias nos caminhões, a empresa entendeu que havia necessidade de mais energia. Para não sobrecarregar e reduzir a vida útil da bateria do caminhão, foi instalado o sistema de geração de energia por placas fotovoltaica. O resultado foi a redução do impacto ambiental com o aumento da vida útil das baterias e redução do consumo de combustível, principalmente, quando o caminhão está parado sem precisar do motor ficar ligado.
Darlan – JBSDiógenes e Thales – Pra Frente Brasil
– AthivalogTransportes, com os alunos Eryck dos Reis Cadima e Rodolfo Miranda dos Santos, apresentando a “Gestão da Fadiga“. Com a identificação e análises das ocorrências de sonolência, a empresa traçou metas e ações para prevenir e, ademais, antecipar os motivos que interferiu diretamente no evento crítico.
Hungaro e Simarelli
– HungaroTransportes, representada por Roberto Miranda Joaquim, que falou sobre “Incorporando Inteligência Artificial Para Potencializar o Setor de Transporte“. Com o uso da IA, a Hungaro conseguiu evoluir na identificação do comportamento do motorista e, assim, criar ações que tiveram impactos tangíveis para melhoria da comunicação empática e com maior constância com os condutores.
Eryck e Rodolfo – AthivalogRoberto – Hung”>
– Simarelli Transportes, com Gustavo Guizelini e Luciana Luiz de Oliveira Stein, abordando o “Uso da tecnologia no processo de melhoria contínua da Transportadora“. A evolução tecnológica foi com a implantação de um aplicativo que digitalizou diversos processos que eram feitos manualmente. Dessa forma, a empresa pode ter e analisar de forma rápida diversos dados, com checklist, inconformidades, gerenciamento de manutenção e pode aplicar treinamentos mais assertivos.
Carraro e WLGC
– Carraro / WLGC Transportes Rodoviários, representada por Isabele Conforto da Silva (Carraro) e Willian Pereira de Souza (WLGC), que discutiram os “Impactos da Fadiga relacionados à Saúde Mental de Motoristas de Distribuição Urbana” na conclusão. Para mitigar os problemas de fadiga, a estratégia foi unir o uso da tecnologia das câmeras de fadiga, a família do motorista e, principalmente, o acompanhamento por profissionais capacitados, como psicólogos. O principal resultado, além dos objetivos, foi a maior satisfação dos condutores por terem uma maior assistência ao trabalho deles.
[caption id="attachment_6178" align="aligncenter" width="500"] Isabele (Carraro) e Willian (WLGC)Gustavo e Luciana – Simarelli
LVA e Solistica
– LVA Transportes, com Jânio José Andrade Luzia, Marcos Alves Moreira e Vanessa Ribeiro Costa Alexandre da Silva, na conclusão, exploraram a “Gestão de Fadiga – Fadiga Zero“. Compreendido que a tecnologia, decerto, não vai resolver o problema, a empresa passou a realizar diversas ações antes da jornada de trabalho, durante e pós-jornada, envolvendo profissionais de outras áreas da transportadora, profissionais especializado e familiares.
Jânio, Vanessa e Marcos – LVA
– Solistica Transportes, com Ricardo Travalim e Andrea Florismina Bezerra Ramos, que abordaram o “Mapeamento de vulnerabilidades X Ações propostas” para a conclusão. O plano foi elaborado para ser amplo para gerar resultados positivos em sustentabilidade, eficiência, segurança e economia em manutenção. Além disso, a redução no consumo de energia e uso de diferentes tipos de combustíveis. Após o plano entrar em execução, a Solistica começou a registrar redução de acidentes e consumo, rotas com caminhões vazios, e melhores contratações.
Ricardo – Solistica
Próxima Turma
Após a conclusão desta turma, certamente, a próxima turma já tem agenda confirmada para o 1º Módulo para os dias 18, 19 e 20 de outubro. Assim, garanta sua vaga e esteja pronto para alcançar alta performance profissional, alinhando segurança, eficiência e produtividade.
Este evento reforça o compromisso do setor de transporte com a capacitação e a busca contínua pela excelência. Por fim, promove avanços significativos em segurança.
A Mercedes-Benz dá início a uma ação itinerante a Caravana BlueTec 6. Ela começou no dia 4 de setembro e percorrerá mais de 20 cidades em todas as regiões do Brasil. O objetivo é demonstrar os diferenciais de sua linha de caminhões Euro 6, incluindo apresentações e test-drives.
A primeira parada da Caravana será na cidade catarinense de Içara, onde ficará até 6 de setembro, no concessionário Ingá Veículos. A última etapa do ano está prevista para ocorrer entre os dias 12 e 14 de dezembro, em Rondonópolis (MT), nas instalações da Rodobens. Além disso, essas etapas serão realizadas em conjunto com concessionários da marca ou com ações de parceiros do Movimento A Voz Delas, criado pela Mercedes-Benz para conscientizar sobre a importância da participação das mulheres no transporte.
A iniciativa da Mercedes-Benz é voltada para frotistas, autônomos e motoristas que terão a oportunidade de experimentar os caminhões Mercedes-Benz Euro 6 em detalhes. Dessa forma, os participantes poderão conhecer a tecnologia BlueTec 6.
Quatro modelos de caminhões estarão disponíveis para test-drive na Caravana BlueTec 6. A saber, caminhão médio Accelo 1317 6×2, o semipesado Atego 3033 8×2, o Actros 2548 e o extrapesado Actros 2653 6×4, todos preparados para proporcionar a melhor experiência de condução. Jefferson Ferrarez, diretor de Vendas e Marketing Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil, afirma: “Vamos levar soluções para todas as demandas dos clientes”.
O atual portfólio de caminhões da Mercedes-Benz se destaca pela compatibilidade com a norma Proconve P8, equivalente ao Euro 6. Certamente, a marca introduziu no mercado a tecnologia BlueTec 6 para atender a essa nova legislação, que entrou em vigor no Brasil em 2023, visando reduzir as emissões de poluentes ao meio ambiente.
Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas e Marketing Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, destaca que todos os caminhões do portfólio garantem uma redução significativa nas emissões de óxidos de nitrogênio e material particulado, dessa forma, contribuindo para a proteção ambiental e a melhoria da qualidade do ar.
A Mercedes-Benz garante que a compatibilidade ambiental, a tecnologia BlueTec 6 proporciona aos clientes da Mercedes-Benz a redução de custos operacionais. Ademais, o consumo de óleo lubrificante é de 10% a 15% menor, com intervalos de trocas de óleo similares aos dos caminhões da geração anterior, a Proconve P7 (Euro 5).
A tecnologia BlueTec 6 oferece vantagens adicionais, como a intercambialidade de peças e componentes entre modelos da mesma família de caminhões, bem como a facilidade de manutenção.
A Mercedes-Benz ampliou a linha 2023 de caminhões para atender a uma variedade de necessidades do mercado. A saber, mineração, construção e atividades do agronegócio.
Em 4 de setembro de 1993, lançaram um modelo de caminhão pesado que se tornou um ícone no transporte de longa distância na Europa e no Brasil. O Volvo FH acaba de completar 30 anos de idade.
Com quase 1,4 milhões de caminhões vendidos em cerca de 80 mercados globais, o Volvo FH é um verdadeiro sucesso na indústria. Desde o seu início, em 1993, este caminhão estabeleceu um novo padrão de excelência em condução, segurança e eficiência de combustível, tornando-se um ícone ao longo de três décadas. No Brasil, a produção do FH começou um ano depois. No mercado brasileiro, ele já foi líder do segmento por 10 vezes, sendo cinco consecutivas, incluindo este ano.
“O Volvo FH é a representação de uma mentalidade focada no cliente e de um modelo que vem ultrapassando limites há 30 anos. Em todas as áreas cruciais, como conforto do condutor, eficiência de combustível, segurança e produtividade, nunca paramos de melhorar este caminhão. Estou muito orgulhoso de que hoje os nossos clientes possam encomendar o Volvo FH nas versões elétrica, a gás e a diesel”, afirma Roger Alm, presidente da Volvo Trucks.
Desde o seu lançamento, o Volvo FH tem sido um líder em inovação. Apresentando um chassi totalmente novo e design flexível para várias aplicações de transporte, este caminhão revolucionou o mercado.
A inovadora linha motriz incluiu um motor de 12 litros completamente novo e um de 16 litros para o Volvo FH16). As inovações continuaram ao longo dos anos, sempre com base nos valores da Volvo: segurança, qualidade e respeito pelo meio ambiente. Dessa forma, alguns marcos notáveis incluem o airbag do condutor. Ademais, a solução de caixa de velocidades automatizada I-Shift e a Direção Dinâmica Volvo, que torna a direção sem esforço e altamente manobrável.
No que diz respeito ao design exterior, os espelhos retrovisores com um design fino exclusivo oferecem melhor visibilidade ao condutor. Assim como, enquanto os faróis em forma de V não só melhoram a visibilidade, mas também conferem ao caminhão uma aparência distintiva.
“A primeira geração do Volvo FH foi um divisor de águas que transformou totalmente o conceito de um caminhão moderno. Desde então, continuamos a estabelecer novos padrões no transporte rodoviário e lançamos mais cinco gerações deste caminhão. Nossa abordagem tem sido utilizar a tecnologia mais recente. Isso, certamente, de uma forma que acrescenta sempre benefícios claros para os nossos clientes e motoristas. Decerto prova dos nossos esforços bem-sucedidos de melhoria contínua e evolução constante.
Ylva Dalerstedt, gestor do Segmento de Longo Curso da Volvo Trucks, expressa seu orgulho pelo fato de o Volvo FH ser o único caminhão que foi selecionado três vezes como “Caminhão Internacional do Ano”.
A Argentina continua a ser um dos destinos primordiais para as exportações brasileiras de caminhões e ônibus, graças a acordos de comércio internacional. Com desafios competitivos em outros mercados devido a impostos indiretos, custos adicionais e burocracia, o desempenho das vendas nesse país vizinho torna-se crucial. Neste artigo, vamos revelar quais caminhões e ônibus lideraram as vendas em 2023, incluindo a lista Top 10.
As principais montadoras que operam na Argentina são as mesmas que têm fábricas no Brasil, incluindo Volkswagen, Iveco, Volvo, Scania, DAF e Mercedes-Benz. O mercado de caminhões lá é altamente competitivo e tem um impacto direto na indústria brasileira, que também importou mais de 2.400 caminhões em 2022.
O relatório de patentes foi divulgado durante o oitavo mês de 2023. Vamos descobrir quais foram os caminhões e ônibus mais vendidos na Argentina. Vale esclarecer que as estatística lá são de veículos pesados, misturando caminhões e ônibus.
Em agosto, os licenciamentos de caminhões e ônibus registraram, certamente, um aumento significativo em relação ao mesmo período de 2022. Além disso, as montadoras que produzem localmente lideraram as vendas, devido às restrições às importações.
Segundo a Associação de Concessionários Automotivos da República Argentina (ACARA), decerto, foram vendidos 1.443 modelos pesados em toda a Argentina (incluindo caminhões e ônibus). Assim, um aumento de 8,3% em relação a agosto de 2022, que teve 1.333 unidades vendidas.
No que diz respeito às marcas, a Mercedes-Benz mantém a liderança com 561 unidades vendidas, mas a Iveco está logo atrás, com 527 unidades, aproximando-se da líder alemã no acumulado anual.
Quanto aos modelos individuais, o Iveco Tector 170 E, um modelo produzido em Córdoba de 17 toneladas, continua liderando com folga entre os caminhões, quase duplicando as vendas do segundo colocado, o Mercedes Atego 1729 S, decerto, também produzido localmente.
Ademais, é importante destacar que a Mercedes-Benz mantém sua hegemonia no “top ten”, com cinco das seis primeiras posições entre os caminhões e ônibus mais vendidos no mercado argentino.
Número de emplacamentos dos países do Mercosul. Fonte: Anfavea
Enfim, aqui está o ranking dos caminhões e ônibus patenteados em agosto de 2023:
TOP 10 em vendas
Modelo > Agosto/Acumulado 2023
1. Iveco Tector 170 E > 166 / 1.182
2. Mercedes-Benz Atego 1729 S > 89 / 456
3. Mercedes-Benz Accelo 815 > 73 / 519
4. Mercedes-Benz Atego 1729 > 63 / 248
5. Mercedes-Benz Accelo 1016 > 61 / 387
6. Mercedes-Benz Accelo 1721 > 57 / 405
7. Iveco Tector 110-190 > 44 / 202
8. Agrale MT 15.0 > 41 / 273
9. Iveco Cursor 450 C > 35 / 168
10. Mercedes-Benz BMO 384 > 35 / 191
Com esses números, por fim, fica claro que a competição acirrada entre Iveco e Mercedes-Benz continua a aquecer o mercado argentino de caminhões e ônibus em 2023.
O Chevrolet Onix LT 1.0 MT e o Volkswagen Polo Track são dois dos carros mais vendidos no Brasil. Decerto, são opções interessantes para frotas. Ambos os modelos oferecem um bom equilíbrio entre desempenho, economia e conforto, mas existem algumas diferenças importantes entre eles.
Os números de vendas diretas dos dois modelos já mostram qual é o favorito dos frotistas até o momento. Um é líder em vendas direitas e o outro ocupa a 17ª posição. Como não queremos influenciar a sua opinião antes de ver este comparativo técnico, os números de emplacamentos são revelados no final deste artigo.
Motor e câmbio
O Chevrolet Onix LT 1.0 MT conta com motor 1.0 flex de três cilindros, que entrega 82 cv de potência e 10,6 kgfm de torque com etanol, e 78 cv e 9,6 kgfm com gasolina. O câmbio é manual de 6 marchas e a tração é dianteira.
O VW Polo Track 1.0 também conta com motor 1.0 flex de três cilindros, que entrega 84 cv de potência e 10,3 kgfm de torque com etanol, e 77 cv e 9,6 kgfm com gasolina. O câmbio é manual de 5 marchas e a tração é dianteira.
Até aqui, a vantagem, mesmo que pequena, fica para o Chevrolet Onix, principalmente, por causa do câmbio de 6 velocidades, o que permite melhor escalonamento das marchas e o trabalho do motor em rotações menores.
Dimensões e capacidades
O Onix tem 4,16 m de comprimento, 1,73 m de largura, 1,47 m de altura e 2,55 m de entre-eixos. O peso é de 1.037 kg e o porta-malas tem capacidade para 291 litros. O tanque de combustível comporta 44 litros.
O Polo tem 4,07 m de comprimento, 1,75 m de largura, 1,47 m de altura e 2,57 m de entre-eixos. O peso é de 1.070 kg e o porta-malas tem capacidade para 300 litros. O tanque de combustível comporta 52 litros.
As diferenças de medidas e capacidades são bastante similares. Se o Polo não consumisse mais combustível, a maior capacidade de combustível no tanque poderia apresentar uma maior autonomia. Porém, o consumo maior do Polo anula esta suposta vantagem.
O consumo médio do Chevrolet é de 9,9 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada com etanol, e de 13,9 km/l na cidade e 16,7 km/l na estrada com gasolina. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 13,3 segundos e a velocidade máxima é de 167 km/h.
O consumo médio do VW é de 9,6 km/l na cidade e 10,9 km/l na estrada com etanol, e de 14 km/l na cidade e 15,4 km/l na estrada com gasolina. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 13,5 segundos e a velocidade máxima é de 173 km/h.
Os números de consumo são do INMETRO e os de desempenho dos fabricantes. Aqui, fica claro os benefícios do câmbio de 6 marchas do Onix, pois o melhor consumo está na estrada, quando a 6ª marcha permite velocidade cruzeiro com uma rotação menor, consequentemente, menor consumo. A caixa com 6 velocidades também permite uma relação mais curta na 1ª marcha, com arrancadas mais seguras em aclives e com o carro carregado.
O Chevrolet Onix LT conta com itens de série como ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricas, volante com regulagem de altura, computador de bordo, rádio com conexão Bluetooth e USB, rodas de liga leve de 15 polegadas, airbags frontais e laterais, freios ABS, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e câmera traseira para manobras.
O VW Polo Track conta com itens de série como ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricas, volante multifuncional, computador de bordo, rádio com conexão Bluetooth e USB, rodas de liga leve de 15 polegadas, airbags frontais e laterais, freios ABS, controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e câmera traseira para manobras.
Uso de mais tecnologiaCâmera de ré do OnixCinco estrelas no crash-test do Onix
Mercado
O preço médio praticado pelo mercado, segundo a Fipe, é de R$ 90.552 para o Chevrolet Onix LT 1.0 e de R$ 83.896 para o VW Polo Track. Desse modo, os números de emplacamentos revelam qual desses dois modelos foi o favorito dos frotistas no primeiro semestre 2023.
Nos seis primeiros meses, segundo a Fenabrave (associação dos distribuidores autorizados), de longe o VW Polo foi o mais comprado por frotistas, com 8.360 unidades emplacadas por pessoas jurídicas. Certamente, com este resultado, o VW Polo ocupou a posição do automóvel mais emplacado em vendas diretas. Já o Chevrolet Onix ocupou a 17ª posição, com 1.828 unidades no mesmo período.
Por fim, os dados técnicos mostram que existe uma superioridade tecnológica do Chevrolet Onix em relação ao VW Polo. Porém, sendo o VW Polo satisfatório, as políticas de preço, desconto e relacionamento com os clientes frotistas são decisivas para o sucesso em vendas para frotas.
No competitivo mercado latino-americano de implementos rodoviários, a Linha Silocar da Metalesp completa uma trajetória de 25 anos marcada. Com mais de 3.800 unidades produzidas desde seu lançamento, esta linha se tornou referência para o transporte de materiais como cimento, cal, areia, cinzas, granulados e pulverulentos.
Silo bitrem de 45 m3
“Há 25 anos, introduzimos um produto que veio para revolucionar o segmento. Ao longo dos anos, observamos a nossa Linha Silocar adapta-se às mudanças tecnológicas e atende às demandas de nossos clientes”, destaca Amanda Costa, coordenadora de Marketing Metalesp Implementos.
A liderança da Linha Silocar é sustentada por um portfólio de soluções, abrangendo carrocerias silo e super bitrens com capacidades variando de 10 m³ a 54 m³. Entre seus diferenciais estão a tara da categoria, centro de gravidade mais baixo, ausência de volume morto e acabamento e componentes de alta resistência.
Os modelos mais populares da Metalesp incluem bitrens e semirreboques com três eixos em tandem, além da crescente demanda por silos com 4º eixo devido às recentes mudanças na legislação de transporte brasileira.
O planejamento da Metalesp inclui, decerto, investimentos contínuos na Linha Silocar, visando alinhar-se às demandas do mercado e de cada cliente.
Segundo a Anfir (associação dos fabricantes de implementos), o mercado de semirreboques e reboques no primeiro semestre de 2023 foi 49.420 unidades. Ademais, o número representa crescimento de 3,97% em relação ao mesmo período de 2022, quando foram entregues 47.535 produtos.
O segmento de basculantes é o maior dessa indústria e teve queda de 2,04%. Nos primeiros seis meses de 2023 foram emplacados 13.767 unidades. Enfim, no mesmo período de 2022, 14.053 reboques e semirreboques. Já no mercado de implementos leves (sobre chassis), por fim, a queda entre os dois períodos foi de 14,02%, com 35.620 vendas.
Mercedes-Benz e Volvo vão montar ônibus elétrico no Brasil
O governo federal agiu com determinação nesta semana para incentivar ônibus elétricos nas cidades. Ele enviando ao Congresso Nacional um Plano Plurianual (PPA) abrangendo a modernização da frota de ônibus urbano no período de 2023 a 2027. Entre suas as medidas, destaca-se a introdução de ônibus elétricos nas cidades brasileiras.
Por enquanto, a medida favorece a indústria chinesa, já que grande parte dos componentes são importados para serem montados no Brasil. No entanto, ela pode acelerar nacionalização desses componentes, como a BorgWarner está efetuando este ano, com investimentos na fábrica de Piracicaba (SP) para a produção de baterias e outros componentes eletrônicos.
Proposta é de ONG brasileiras
Esta iniciativa é fruto de uma proposta apresentada por diversas organizações da sociedade civil, tais como o Idec, ITDP, ICCT, WRI e o Instituto Ar. Essas entidades defendem com veemência que os ônibus elétricos são benéficos à qualidade do transporte público, a redução da poluição e aprimoramento da gestão do serviço.
Rafael Calabria, coordenador do Programa de Mobilidade Urbana do Idec, avalia que esse programa representa uma oportunidade ímpar para as prefeituras modernizarem suas frotas com veículos mais avançados e confortáveis, além de permitir que elas exijam contrapartidas das empresas operadoras.
“Hoje, a aquisição da frota está nas mãos exclusivas dos empresários, tornando difícil para as prefeituras substituírem os ônibus antigos e reduzir as emissões de poluentes. Agora, com a mediação do governo federal, será possível acelerar a eletrificação da frota e ainda garantir contrapartidas, informações confiáveis e uma gestão mais eficiente do serviço, visando ao bem-estar da população”, enfatiza Calabria.
Próximos Passos
O PPA agora segue para debates e votações no Congresso Nacional até o final do ano. O Idec manterá uma vigilância atenta sobre a tramitação do projeto, mantendo um diálogo constante com parlamentares e o Ministério das Cidades para detalhar e planejar o programa. Este poderá ser implementado logo após a aprovação, com definições sobre quais cidades serão beneficiadas e quais modalidades de aquisição de veículos serão adotadas.
Este programa surge em um momento de crise no setor de transportes coletivos, agravado pela pandemia. Em dezembro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro vetou um projeto de lei que propunha um auxílio financeiro emergencial ao setor, com contrapartidas das cidades.
O Idec defendeu a importância dessas contrapartidas, que obrigariam as empresas a investirem em qualidade e infraestrutura de transporte. Desde então, as organizações da sociedade civil têm buscado alternativas para assegurar a mobilidade nas cidades, um direito constitucional fundamental.
Certamente, a inclusão do programa de renovação de frota no PPA representa uma virada significativa, ao incorporar uma proposta inédita: o aluguel de ônibus elétricos pelo governo para municípios brasileiros.
Com essa inclusão, as organizações que conceberam a proposta, como o Idec, ITDP, ICCT, WRI e o Instituto Ar, enxergam um horizonte promissor. Esta é a primeira vez que o governo federal assume o compromisso de investir recursos para a aquisição de ônibus para as cidades, conforme afirma o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).
Embora a eletrificação seja uma tendência global no transporte público, o Brasil enfrenta atrasos nesse movimento devido ao alto custo dos ônibus elétricos para os municípios, que carecem de recursos para investimentos.
Enquanto um ônibus Padrão a diesel custa, em média, R$ 800 mil, um modelo Padrão pode chegar a R$ 3 milhões. Outro desafio será a nacionalização dos componentes da parte eletrônica, com quase tudo importado.
Por outro lado, o Brasil já conta com seis montadoras de ônibus elétrico. As brasileiras Eletra, Mercedes-Benz, Volvo e Marcopolo. Assim, a Marcopolo produz a carroceria para os fabricantes de chassis e começou a produzir o ônibus completo. E há duas chinesas: BYD e Higer. Além disso, GWM, gigante chinesa que comprou a fábrica de Mercedes-Benz Cars de Iracemápolis (SP), tem planos de produzir caminhões e ônibus elétricos no Brasil.
O governo federal, por outro lado, dispõe de um orçamento mais robusto e condições para oferecer esse incentivo. Por fim, a contrapartida esperada é que os municípios forneçam dados para o monitoramento constante da qualidade do transporte público pelo governo federal, o que, segundo os defensores da ideia, permitirá combater a má gestão do serviço e o desperdício de recursos públicos.
O Centro-Oeste do Brasil constatou ter consolidado o transporte rodoviário como sua posição como peça fundamental na economia da região, conforme a Pesquisa Anual de Serviços (PAS) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no último dia 31 de agosto. A pesquisa foi realizada em 2021 e revela que o setor de transporte rodoviário contribuiu com 25,6% da receita bruta gerada pelas empresas de serviços na região.
A influência da agropecuária foi um dos principais motores desse crescimento. A analista do IBGE Synthia Kariny Silva de Santana, responsável pela pesquisa, destaca a interligação do transporte rodoviário com a agroindústria na região. Ela afirma: “A gente vê um desenvolvimento do modal rodoviário nessa região. No Centro-Oeste, é um modal muito atrelado a outras atividades, como a agroindustrial. É o escoamento dessa produção que está ligado ao desenvolvimento do modal rodoviário no Centro-Oeste.”
Das quatro unidades da federação que compõem o Centro-Oeste, três têm o transporte rodoviário como líder na geração de receita: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Vale ressaltar que o transporte rodoviário engloba tanto o transporte de cargas quanto o de passageiros.
Eixo de transporte
Além disso, a pesquisa revela a existência de um “eixo de transporte” nas regiões Centro-Oeste e Norte, onde o setor de transportes é significativamente desenvolvido. No Estado do Amazonas, por exemplo, a maior contribuição para a receita de serviços vem da atividade de outros transportes, que inclui modais como aquaviário e dutoviário.
Ao considerar o setor de transportes de forma mais ampla, englobando transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, ele se destaca como o principal segmento em receita bruta de serviços em três das cinco grandes Regiões do Brasil: Norte (39,8%), Centro-Oeste (36,0%) e Sul (34,7%). O transporte rodoviário também desempenha um papel crucial nesses números, sendo responsável por 15,2%, 25,6% e 22,6% das receitas nessas respectivas regiões.
As principais cargas
A soja lidera como a principal commodity agropecuária produzida no Centro-Oeste, seguida pelo milho, algodão e carne bovina. O transporte rodoviário se mostra essencial para o escoamento dessas commodities, beneficiando-se de um relevo plano e de uma malha rodoviária bem desenvolvida na região.
Em 2021, o transporte rodoviário representou 25,6% da receita bruta de serviços no Centro-Oeste, um aumento notável em relação aos 21,2% registrados em 2020. Esse aumento é reflexo direto do crescimento da produção agropecuária na região.
Embora o transporte rodoviário seja importante em outras regiões do Brasil, sua participação na receita bruta de serviços é menor. No Nordeste, por exemplo, o transporte rodoviário representou 17,2% da receita bruta de serviços em 2021.
A tendência de crescimento da demanda por transporte rodoviário no Centro-Oeste deve se manter nos próximos anos, impulsionada pelo crescimento contínuo da produção agropecuária e pelo desenvolvimento de outras atividades econômicas, como o turismo. A agropecuária continua a pavimentar o caminho para o sucesso do setor de transporte rodoviário na região.
A Pesquisa CNT (Confederação Nacional do Transporte) de Rodovias avalia toda a malha pavimentada das rodovias federais e os principais trechos estaduais. Em 2022, foram analisados 18.084 km na região Centro-Oeste, que representam 16,4% do total pesquisado no Brasil.
1. Estado Geral: 65,0% da malha rodoviária pavimentada avaliada da região apresenta algum tipo de problema, sendo considerada regular, ruim ou péssima. 35,0% da malha é considerada ótima ou boa.
2. Pavimento: 52,9% da extensão da malha rodoviária da região avaliada apresenta problemas. 47,1% estão em condição satisfatória.
3. Sinalização: 57,1% da extensão da malha rodoviária da região é considerada regular, ruim ou péssima.
42,9%, ótima ou boa. 6,1% da extensão está sem faixa central e 10,8% não tem faixas laterais.
4. Geometria da Via (traçado): dessa forma, 57,7% da extensão da malha rodoviária da região apresenta algum tipo de problema. Assim, 42,3% estão ótimas ou boas. As pistas simples predominam em 87,6%. Falta acostamento em 44,9% dos trechos avaliados. Certamente, 9,0% dos trechos com curvas perigosas não têm sinalização.
5. Pontos críticos: a Pesquisa identificou 74 na região.
6. Custo operacional: as condições do pavimento no estado geram um aumento de custo operacional do transporte de 30,4%. Ademais, isso reflete na competitividade do Brasil e no preço dos produtos.
7. Investimentos necessários: para recuperar as rodovias no Centro-Oeste, com ações emergenciais, de restauração e de reconstrução, enfim, são necessários R$ 11,94 bilhões.
8. Meio ambiente: em 2022, por fim, estima-se que haverá um consumo desnecessário de 167,5 milhões de litros de diesel devido à má qualidade do pavimento da malha rodoviária na região. Esse desperdício custará R$ 764,24 milhões aos transportadores.