sexta-feira, abril 3, 2026

ZF entra no jogo dos híbridos com motor a combustão como gerador

Em um momento em que os veículos elétricos avançam para consolidar uma participação de mercado entre 15% e 20%, a alemã ZF anuncia sua entrada em um segmento específico e estratégico: sistemas de autonomia estendida, nos quais o motor a combustão atua unicamente como gerador de energia elétrica, sem qualquer ligação mecânica com as rodas. A novidade posiciona a ZF ao lado de Horse Powertrain e Scania, que já desenvolvem soluções similares, voltadas para veículos híbridos com foco em eficiência, autonomia e adaptabilidade.

Nos últimos anos, a ZF já havia lançado a tecnologia de extensores de alcance em produção em série. Entre outras coisas, as máquinas elétricas da ZF foram instaladas em uma série de táxis icônicos de Londres. Atualmente, a ZF trabalha na próxima geração, o Extensor de Alcance elétrico (eRE) e o Extensor de Alcance elétrico plus (eRE+).

Ambas as variantes são projetos altamente integrados, flexíveis em termos de desempenho, arquitetura E/E, 400 V ou 800 V e tipo de semicondutor. O eRE conecta um motor elétrico com um inversor integrado, software adequado e conjunto de engrenagens planetárias. O eRE+ também possui uma embreagem inteligente e um diferencial. Como resultado, ele pode ser usado como um gerador de corrente ou como um acionamento secundário adicional, o que economiza o desenvolvimento de um componente separado pelos fabricantes.

A potência varia de 70 a 110 kW (eRE) ou de 70 a 150 kW (eRE+). São potenciais que já atendem veículos comerciais leves, como os furgões de 3.5 toneladas de PBT. “O novo interesse e a crescente demanda por extensores de autonomia mostram que o potencial dessa tecnologia está longe de se esgotar – em particular para plataformas de modelos já projetadas para sistemas de transmissão elétricos a bateria”, afirma Scharrer, acrescentando: “Por trás de nossas soluções está o conceito de sistema e plataforma. Isso significa que estamos perfeitamente equipados para responder a todas as necessidades dos clientes e do mercado com ciclos de desenvolvimento mais curtos.”

A solução da ZF surge em um cenário de mudança de paradigma no setor automotivo. Embora os carros 100% elétricos continuem em crescimento, agora mais lentamente, fatores como a infraestrutura de recarga desigual e a chamada “ansiedade de autonomia” mantêm abertas as portas para soluções híbridas inteligentes — e que não exigem complexas reengenharias.

Horse Powertrain também aposta no modelo EREV

Horse Powertrain
À direita, o sistema híbrido apresentado em Xangai; à esquerda, o sistema hibrido apresentado no Brasil

A presença da ZF nesse segmento fortalece uma tendência que já conta com nomes como a Horse Powertrain, joint venture entre Renault, Geely e Aramco. A empresa apresentou no Salão do Automóvel de Xangai 2025 o Future Hybrid Concept, um sistema integrado que reúne motor a combustão, motor elétrico e transmissão em uma única unidade, concebida para plataformas elétricas.

No caso da Horse, o foco também está na arquitetura EREV (Electric Vehicle with Range Extender), onde o motor térmico atua apenas como gerador, sem tração direta. O sistema se destaca pela compatibilidade com diferentes combustíveis (gasolina, etanol, metanol e sintéticos), além de suportar recarga ultrarrápida de até 800 volts.

“Estamos vivendo uma reconfiguração do cenário global. Cada mercado caminha a seu modo, e soluções híbridas como a nossa, ou como a da ZF, ganham relevância por serem escaláveis e adaptáveis”, afirmou Matias Giannini, CEO da Horse Powertrain.

Scania também investe na lógica híbrida com motor gerador

O Veículo Elétrico de Alcance Estendido (EREV), desenvolvido pela Scania e DHL, é uma solução intermediária para o transporte rodoviário sustentável. Enquanto a infraestrutura para caminhões 100% elétricos é aprimorada, o EREV utiliza um gerador movido a combustível para suprir desafios como a escassez de pontos de recarga, custos elevados de eletricidade e sobrecarga na rede.

Com autonomia de até 800 km, o caminhão será testado pela divisão Post & Parcel Germany da DHL entre Berlim e Hamburgo a partir de fevereiro de 2025. O modelo substitui um dos pacotes de bateria por um gerador de 120 kW, inicialmente movido a gasolina e posteriormente a diesel/HVO. A colaboração entre Scania e DHL busca reduzir emissões de CO₂ em mais de 80%, promovendo uma transição pragmática rumo à eletrificação total do transporte pesado.

O CEO da Scania, Christian Levin, enfatiza que políticas públicas devem reconhecer e incentivar tais soluções enquanto expandem a infraestrutura de recarga. Essa abordagem visa acelerar a descarbonização sem esperar pela eletrificação completa do setor.

Leia mais sobre o projeto da Scania:

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Brasil também acompanha o movimento

No Brasil, a Horse Powertrain lidera dois projetos emblemáticos:

  • O Volare Attack 9 Híbrido, desenvolvido com a Marcopolo, primeiro micro-ônibus híbrido movido a etanol do país.
  • O Lecar 459 Hybrid, primeiro carro de passeio da montadora brasileira Lecar com arquitetura EREV, que será lançado em 2026.

Ambos seguem a mesma lógica defendida por ZF e Scania: motor a combustão como gerador, motor elétrico como única fonte de tração.

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Conclusão

A entrada da ZF nesse campo específico consolida um movimento importante da indústria: o fortalecimento de uma nova geração de híbridos, que preservam a lógica elétrica na condução, mas com apoio térmico inteligente para expansão de autonomia. Em vez da substituição abrupta dos motores a combustão, o setor começa a redesenhar seu uso — agora, com foco na eficiência energética e sustentabilidade em cenários de infraestrutura desigual.

Mercedes-Benz Special Trucks: a força por trás da mobilidade militar 2025

No Brasil, entre os fabricantes de caminhões europeus com presença local, apenas o Iveco Group conta com uma divisão de defesa formalmente estabelecida, a IDV, que produz veículos de defesa além de adaptar modelos civis. No entanto, outras marcas que atuam no país, como a Mercedes-Benz, também possuem divisões internacionais especializadas em veículo militar. Essas divisões não só realizam customizações a partir da linha nacional, como também oferecem acesso ao portfólio global de soluções táticas e logísticas. Neste artigo, conheça a linha de veículos militares da Mercedes-Benz Special Trucks — e, em breve, exploraremos também as demais opções disponíveis no Brasil.  

Unimog: lenda da versatilidade militar

Poucos veículos militares conquistaram uma reputação tão sólida quanto o Unimog. Desde sua criação no pós-guerra, o modelo tem sido sinônimo de robustez, confiabilidade e adaptabilidade. O Unimog nasceu em um período de reconstrução global, quando a Alemanha buscava soluções versáteis para revitalizar sua infraestrutura e apoiar forças militares. Desde então, sua evolução foi constante, incorporando novas tecnologias, motores mais potentes e configurações personalizáveis para atender às necessidades específicas de cada missão. 

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Configuração modular 

Sua tração integral, suspensão altamente articulada e chassi reforçado fazem do Unimog um dos poucos veículos capazes de operar em terrenos extremamente acidentados, como zonas montanhosas, áreas florestais densas e regiões desérticas. Além disso, seu design modular permite que ele seja equipado com uma ampla gama de acessórios e implementos, incluindo guindastes, plataformas blindadas e sistemas de comunicação avançados. 

A versão U5000: protagonista em forças armadas 

Dentre os modelos mais utilizados no cenário militar, destaca-se o Unimog U5000, que combina potência e durabilidade para missões exigentes. Esse modelo foi amplamente adotado por várias forças armadas da OTAN e, mais recentemente, pela Lituânia, que investiu na aquisição de centenas de unidades para a modernização de sua frota tática. 

Sua aplicação é vasta: pode ser utilizado para transporte de tropas, deslocamento de equipamentos pesados, apoio em missões humanitárias e até mesmo como base para sistemas de defesa aérea. O U5000 reforça a posição do Unimog como um dos veículos mais estratégicos no contexto militar. 

Aqui está uma versão ampliada e aprofundada sobre o Zetros e sua importância no setor militar: 

Zetros: para os desafios do campo de batalha

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Linha Zetros

Desde seu lançamento em 2008, o Mercedes-Benz Zetros se consolidou como um dos caminhões militares mais robustos do mercado. Projetado para suportar condições extremas e operar em regiões com infraestrutura limitada, ele se destaca pela durabilidade, potência e capacidade de transporte, tornando-se uma escolha essencial para forças armadas ao redor do mundo. 

O Zetros foi desenvolvido com arquitetura de cabine avançada, posicionada atrás do eixo dianteiro para melhorar estabilidade e conforto em terrenos desafiadores. Essa configuração, aliada ao sistema de suspensão otimizada, reduz impactos em deslocamentos off-road e facilita manutenções no campo de batalha. 

Disponível nas versões 4×4, 6×6 e 8×8, ele se adapta a diferentes missões, desde transporte de equipamentos militares pesados até logística tática em zonas de conflito. Sua capacidade de carga pode chegar a 120 toneladas. 

Potência e desempenho de alto nível

O coração do Zetros é seu motor diesel OM 460 de 12,8 litros, capaz de entregar 510 cavalos de potência e 2.400 Nm de torque máximo, garantindo capacidade de tração excepcional e força bruta para enfrentar desafios logísticos em ambientes inóspitos. 

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Essa potência é essencial para missões que demandam resistência operacional, como deslocamentos em regiões montanhosas, atravessando terrenos arenosos ou enfrentando condições climáticas adversas. 

Destaques na IDEX 2025

Durante a feira IDEX 2025, em Abu Dhabi, a Mercedes-Benz revelou novas versões do Zetros, incluindo: 

  • Zetros 3351 AS 6×6: modelo focado em transporte de veículos blindados, com espaço para três ocupantes e opção de leito para missões prolongadas; 
  • Zetros 2036 A 4×4: versão com motor Euro III de 360 cv, projetada para transporte de tropas e materiais essenciais. 

Essas versões refletem a busca constante da marca por inovação e melhorias para atender às demandas militares do século XXI. 

Atego, Actros e Arocs: suporte essencial

Além do Zetros, a divisão Mercedelogístico s-Benz Special Trucks também oferece modelos amplamente adaptados para operações militares: 

  • Atego: voltado para logística leve e distribuição de suprimentos em bases operacionais; 
  • Actros: indicado para transporte de equipamentos pesados, com presença confirmada em exércitos como o da Estônia e do Chile; 
  • Arocs: especializado em terrenos desafiadores, garantindo desempenho off-road elevado e maior capacidade de carga. 

Chassi FGA: base para veículos blindados

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Chassi FGA 14.8,

Outro destaque da Mercedes-Benz é o chassi FGA 14.8, utilizado como base para a construção de veículos blindados de transporte de pessoal (APC – Armored Personnel Carrier). Com capacidade para suportar células protegidas de até 14,8 toneladas, esse chassi é derivado do Unimog e frequentemente utilizado por fabricantes de blindados ao redor do mundo. 

Equipado com motor diesel OM 926 LA de 6 cilindros (326 cv) e transmissão automática Allison de 6 marchas, o FGA oferece robustez, confiabilidade e facilidade de integração com diferentes sistemas de proteção balística. 

Inovação, parcerias e estratégia de crescimento global

A Mercedes-Benz Special Trucks, sob a gestão da Daimler Truck AG, está implementando uma nova estratégia de expansão no mercado de defesa. A empresa aposta na colaboração com startups e fornecedores de tecnologia militar, como a ARX Robotics, para desenvolver soluções autônomas e conectadas que atendam às demandas das guerras modernas. 

A marca também tem investido em centros de serviço, suporte técnico em campo e fornecimento de kits CKD (Completely Knocked Down) para montagem local dos veículos, ampliando sua presença global e oferecendo flexibilidade operacional aos países clientes. 

Conclusão: confiança e poder sobre rodas

Com um portfólio diversificado, tecnologia de ponta e uma história de excelência em engenharia, a Mercedes-Benz Special Trucks se consolida como uma escolha estratégica para exércitos que buscam mobilidade, desempenho e segurança. 

Seja através de seus lendários Unimog, dos potentes Zetros ou dos caminhões Atego, Actros e Arocs, a marca alemã reafirma sua posição como líder em soluções de mobilidade militar no século XXI. 

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Comparativo de motos de 150 a 250 cm³ uso em indústrias, fazendas e mineradoras

Na logística interna de grandes centros industriais, no cotidiano do agronegócio e em operações dentro de mineradoras, as motos têm se consolidado como uma solução eficiente, ágil e econômica. Com capacidade de trafegar por estradas de terra, trilhas e terrenos acidentados, esses veículos são ideais para deslocamentos de apoio técnico, patrulhamento, inspeção e transporte leve. 

Para ajudar gestores de frota e empresas a escolher o modelo mais adequado, a Frota News preparou um comparativo exclusivo com os principais modelos de motos utilitárias disponíveis no mercado, divididos por faixas de cilindrada. 

Categoria 150/160 cm³ 

Modelos indicados para trajetos curtos em terrenos mistos, com foco em baixo consumo e manutenção acessível. 

Honda NXR 160 Bros
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Honda NXR160 Bros

Pontos Positivos 

  • Versatilidade: A Bros é indicada tanto para o uso urbano quanto para terrenos off-road leves, graças à sua suspensão de longo curso e pneus mistos. 
  • Conforto: O assento largo e ergonômico proporciona uma pilotagem confortável, especialmente em trajetos mais longos. 
  • Consumo de combustível: O modelo apresenta um consumo médio de cerca de 35 km/l com gasolina, tornando-se uma opção econômica. 
  • Sistema de freios: A versão mais recente conta com freios a disco nas duas rodas, garantindo maior segurança na frenagem. 
  • Facilidade de pilotagem: O design atualizado melhora a experiência de condução, tornando a moto mais intuitiva e agradável de pilotar. 

Pontos Negativos 

  • Preço elevado: O modelo 2025 tem preços que variam entre R$ 20.490 e R$ 21.390. 
  • Ausência de ABS nas duas rodas: Apesar da inclusão do ABS na roda dianteira, a traseira ainda não conta com esse sistema, o que poderia aumentar a segurança. 
  • Redução de potência: Para atender às novas normas de emissões, a Bros perdeu 0,4 cv de potência, o que pode impactar levemente seu desempenho. 
  • Seguro caro: Por ser um dos modelos mais roubados, o custo do seguro tende a ser elevado. 
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Yamaha Crosser 150
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Yamaha Crosser 150

Pontos Positivos 

  • Conforto aprimorado: O modelo conta com suspensão traseira com link, proporcionando maior absorção de impactos e conforto na pilotagem. 
  • Painel digital completo: A Crosser 150 possui um painel moderno com diversas informações úteis, incluindo indicador de marcha e consumo de combustível. 
  • Freios ABS na dianteira: O sistema de freios ABS na roda dianteira melhora a segurança, evitando o travamento em frenagens bruscas. 
  • Consumo eficiente: Com uma média de consumo de cerca de 40 km/l, a Crosser 150 se destaca pela economia. 
  • Farol e lanterna em LED: A iluminação em LED melhora a visibilidade e a segurança, além de ter maior durabilidade. 

Pontos Negativos 

  • Preço elevado: O modelo tem um preço médio de R$ 22.700, o que pode ser um fator limitante para alguns consumidores. 
  • Potência inferior à concorrente: Seu motor de 149 cc entrega 12,2 cv com gasolina, ficando abaixo da Bros 160 em desempenho. 
  • Tanque pequeno: Com capacidade de 12 litros, sua autonomia pode ser menor em viagens longas. 
  • Peso maior: Com 134 kg, a Crosser é mais pesada que algumas concorrentes, o que pode impactar a agilidade. 
Haojue NK 150
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Haojue NK150

Pontos Positivos 

  • Preço mais acessível: Com um valor médio de R$ 18.580, a NK 150 é uma opção mais econômica. 
  • Consumo eficiente: Apresenta uma média de 40 km/l, garantindo boa autonomia. 
  • Painel digital completo: Conta com um painel moderno e bem equipado. 
  • Suspensão macia: Oferece conforto na pilotagem, especialmente em terrenos irregulares. 
  • Tomada USB de fábrica: Um diferencial útil para quem precisa carregar dispositivos móveis. 

Pontos Negativos 

  • Potência inferior: Seu motor de 149 cc entrega 11,3 cv, ficando abaixo das concorrentes. 
  • Peso elevado: Com 139 kg, é mais pesada que a Bros e a Crosser, o que pode impactar a agilidade. 
  • Menor reconhecimento no mercado: Por ser uma marca menos consolidada no Brasil, pode ter menor valorização na revenda. 
  • Design semelhante a concorrentes: Algumas críticas apontam que o visual da NK 150 lembra muito a Bros 160. 

Categoria 190 a 250 cm³  

Modelos ideais para uso constante em fazendas, indústrias pesadas e canteiros de mineração 

Honda XRE 190
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Honda XRE 190

Pontos Positivos 

  • Motor flexível e econômico: O motor de 184,4 cc pode ser abastecido com gasolina ou etanol, oferecendo até 16,4 cv de potência. Caso a empresa tenha política de ESG, pode ser uma boa ter como regra o abastecimento com Etanol, pois ser um combustível renovável.  
  • Suspensão equilibrada: Proporciona conforto tanto em terrenos urbanos quanto em estradas de terra. 
  • Freios ABS na dianteira: Melhora a segurança ao evitar o travamento da roda em frenagens bruscas. 
  • Boa autonomia: O tanque de 13,5 litros permite rodar até 400 km sem reabastecer. 
  • Design moderno: O modelo tem um visual imponente e atualizado, com iluminação em LED. 

Pontos Negativos 

  • Ruído do motor: Alguns usuários relatam que o motor gera vibração e ruídos incômodos em velocidades mais altas. 
  • Suspensão dianteira: Há reclamações sobre batidas secas e ruídos na suspensão dianteira, especialmente em terrenos irregulares. 
  • Desempenho limitado: Apesar da cilindrada maior, seu desempenho é comparável ao da Bros 160, o que pode decepcionar alguns motociclistas. 
  • Preço elevado: O modelo parte de R$ 22.450, tornando-se uma opção mais cara dentro da categoria. 
Yamaha Nova Lander 250 
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Yamaha Lander 250

Pontos Positivos 

  • Motor potente e econômico: O motor de 249 cc entrega 20,9 cv, garantindo bom desempenho tanto na cidade quanto em estradas de terra. 
  • Suspensão robusta: Equipada com garfo telescópico e sistema de link na traseira, proporcionando conforto em terrenos irregulares. 
  • Painel digital completo: Conta com indicadores de consumo, hodômetro total e parcial, fuel trip, relógio, conta-giros e conectividade com o smartphone. 
  • Farol de LED: Melhor iluminação e maior durabilidade em comparação às lâmpadas halógenas. 
  • Tanque de combustível maior: Com capacidade de 13,6 litros, oferece autonomia de até 400 km. 

Pontos Negativos 

  • Problemas na suspensão dianteira: Alguns proprietários relatam vazamento de óleo devido ao rompimento do retentor das bengalas. 
  • Facilidade de ferrugem: Peças externas, como os aros das rodas e o quadro, podem sofrer corrosão com o tempo. 
  • Custo elevado: O modelo tem um preço médio de R$ 28.990, tornando-se uma opção mais cara dentro da categoria. 
  • Peças plásticas e adesivos: Tendem a desbotar e sofrer riscos com o uso prolongado. 
Shineray SHI 250
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Shineray SHI 250

Pontos Positivos 

  • Preço mais acessível: Com um valor inicial de R$ 21.490, a SHI 250 é uma opção mais barata em comparação às rivais. 
  • Painel digital completo: Conta com um painel 100% digital, que exibe informações como nível de combustível, velocidade, marcha engatada e conta-giros. 
  • Iluminação Full LED: O modelo possui farol e lanterna em LED, garantindo melhor visibilidade e segurança. 
  • Suspensão dianteira invertida: Contribui para maior estabilidade e conforto em terrenos irregulares. 
  • Freios a disco nas duas rodas: O sistema CBS (freios combinados) melhora a eficiência da frenagem. 
  • Tanque de combustível grande: Com capacidade de 18 litros, oferece boa autonomia. 

Pontos Negativos 

  • Ausência de ABS: O modelo não conta com freios ABS, o que pode ser um fator de segurança importante para alguns motociclistas. E, no caso de uso profissional, é um agravante, já que acidente de trabalho deve se evitar a todo custo. 
  • Desempenho inferior às concorrentes: Seu motor monocilíndrico de 249,9 cc entrega 19,3 cv, ficando abaixo da Lander 250. 
  • Peso elevado: Com 156 kg, pode ser menos ágil em manobras urbanas. 
  • Menor reconhecimento no mercado: Por ser uma marca menos consolidada no Brasil, pode ter menor valorização na revenda.

Conclusão

A escolha da moto ideal para uso corporativo depende do ambiente de atuação, da intensidade do uso e do orçamento disponível. As motos de 150 cm³ são ideais para tarefas leves com foco em economia. Já as de 250 cm³ são recomendadas para operações mais exigentes, como atividade de segurança, com terrenos severos e carga mais intensa. 

A chegada da Shineray SHI 250 amplia as opções no mercado, oferecendo um modelo completo e acessível, que pode ser uma excelente alternativa para frotas corporativas de pequeno e médio porte. Leia no link baixo, um artigo sobre a chegada deste modelo: 

Shineray lança SHI 250 2026 que pode atender operações de apoio logístico 

 

Scania, Toyota e Yusen Logistics lideran la logística con el primer bitren de 9 ejes en Argentina

Vehículo pionero, operado por Yusen Logistics y al servicio de Toyota Argentina, promete revolucionar el transporte de cargas con mayor eficiencia, seguridad y sustentabilidad.

Scania, en colaboración con Yusen Logistics, el fabricante de semirremolques Vulcano y Toyota Argentina, puso en operación el primer bitren de 30,25 metros (9 ejes) autorizado para circular entre el Puerto de Buenos Aires y la ciudad de Zárate. Se trata de un hito en la historia de la logística argentina: es el primer camión tractor que opera con dos semirremolques conectados por un enganche tipo “B”, superando el límite anterior de 25 metros permitido en ese corredor.

Yusen Logistics
Bitren de 9 ejes recibe autorización para circular en Argentina en un tramo determinado

El camión Scania R 540 6×4 es el corazón de esta innovación. Según Julián Rosso, gerente de ingeniería de ventas de Scania Argentina, “este camión ofrece el mejor equilibrio entre costos operativos y seguridad activa y pasiva”. Agrega: “Utilizar un camión de doble remolque representa una triple optimización: en tiempo, en rentabilidad para los clientes y en reducción del impacto ambiental”.

Sustentabilidad y eficiencia como prioridad

La introducción del bitren representa un avance significativo en eficiencia logística. Con capacidad para transportar dos contenedores de 40 pies en un solo viaje, el vehículo reduce notablemente la cantidad de trayectos necesarios. Esto implica menos congestión en el tráfico portuario, mayor ahorro de combustible y una reducción estimada de hasta un 30% en emisiones de CO₂. El trayecto entre el puerto y la planta de Toyota en Zárate, que antes requería múltiples viajes, ahora se realiza en solo una hora y media con carga completa.

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Carlos Marazzi, presidente de Yusen Logistics Argentina, destaca la alineación de la iniciativa con los compromisos ambientales de la empresa: “Esta iniciativa forma parte de una necesidad global, ya que aspiramos a ser carbono neutrales para 2040. Nuestro desafío es implementar las soluciones más adecuadas en cada mercado. En Argentina, el bitren es una excelente opción en este camino hacia la reducción de emisiones contaminantes”.

Alianza e innovación

La operación es resultado de una exitosa alianza público-privada, que implicó diálogo con las autoridades de transporte e inversiones conjuntas entre las empresas involucradas. Vulcano, encargada de la fabricación de los semirremolques, celebra el reconocimiento del equipo como una solución confiable. “Trabajamos con bitrenes desde hace más de 12 años y hemos demostrado que son equipos súper confiables, eficientes y seguros, logrando la aprobación de Yusen Logistics para su uso en beneficio de sus clientes”, afirmó Carlos Moriconi, gerente general de Semirremolques Vulcano S.A.

Un nuevo capítulo en el transporte de cargas

La autorización para la circulación de vehículos de 30,25 metros de longitud en el corredor Buenos Aires-Zárate no solo eleva los estándares logísticos de Argentina, sino que también refuerza la posición de Scania como protagonista en la transición hacia un sistema de transporte más sustentable.

“Esto es más que un logro técnico”, concluye Julián Rosso, de Scania. “Es una demostración concreta de cómo la innovación, junto con la colaboración entre empresas y el compromiso con la sustentabilidad, puede transformar la manera en que movemos el mundo”.

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Scania, Toyota e Yusen Logistics lideram logística com primeiro bitrem de 9 eixos na Argentina 

Veículo pioneiro, operado por Yusen Logistics e a serviço da Toyota Argentina, promete revolucionar o transporte de cargas com mais eficiência, segurança e sustentabilidade. 

A Scania, em parceria com a Yusen Logistics, a fabricante de semirreboques Vulcano e a Toyota Argentina, colocou em operação o primeiro bitrem de 30,25 metros (9 eixos) autorizado a trafegar entre o Porto de Buenos Aires e a cidade de Zárate. Trata-se de um marco na história da logística argentina: é o primeiro caminhão-trator a operar com dois semirreboques conectados por um engate tipo “B”, superando os limites anteriores de 25 metros permitidos nesse corredor. 

O caminhão Scania R 540 6×4 é o coração dessa inovação. Segundo Julián Rosso, gerente de engenharia de vendas da Scania Argentina, “este caminhão oferece o melhor equilíbrio entre custos operacionais e segurança ativa e passiva”. Ele acrescenta: “Usar um caminhão de reboque duplo representa uma otimização tripla, tanto em termos de tempo e lucratividade para os clientes, quanto em termos de redução do impacto ambiental.” 

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Sustentabilidade e eficiência em foco

Yusen Logistics
A adoção do bitrem vai reduzir a metade o números de viagens entre o porto e a fábrica da Toyota

A introdução do bitrem representa um avanço expressivo na eficiência logística. Com capacidade para transportar dois contêineres de 40 pés em uma única viagem, o veículo reduz significativamente o número de deslocamentos necessários. Isso implica em menos congestionamento no tráfego portuário, maior economia de combustível e uma queda estimada de até 30% nas emissões de CO₂. O trajeto entre o porto e a planta da Toyota em Zárate, que antes demandava múltiplas viagens, agora é feito em apenas uma hora e meia com carga total. 

Carlos Marazzi, presidente da Yusen Logistics Argentina, destaca o alinhamento da iniciativa com os compromissos ambientais da empresa: “Esta iniciativa faz parte de uma necessidade global, já que pretendemos ser neutros em carbono até 2040. Nosso desafio é implementar as propostas mais adequadas em cada mercado. Na Argentina, o bitrem é uma excelente opção nesse caminho para a redução de emissões poluentes.” 

Parceria e inovação

A operação é resultado de uma bem-sucedida parceria público-privada, que envolveu diálogo com autoridades de transporte e investimentos conjuntos entre as empresas envolvidas. A Vulcano, responsável pela fabricação dos semirreboques, comemora o reconhecimento do equipamento como uma solução confiável. “Trabalhamos com o bitrem há mais de 12 anos e demonstramos que é um equipamento superconfiável, eficiente e seguro, conseguindo a aprovação da Yusen Logistics para utilizá-lo em benefício de seus clientes”, afirmou Carlos Moriconi, gerente geral da Semirremolques Vulcano S.A. 

Um novo capítulo no transporte de cargas

A liberação da circulação de veículos com 30,25 metros de extensão no corredor Buenos Aires-Zárate não apenas eleva os padrões logísticos da Argentina, como também reforça a posição da Scania como protagonista na transição para um sistema de transporte mais sustentável. 

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“Esta é mais do que uma conquista técnica”, conclui Julián Rosso, da Scania. “É uma demonstração concreta de como a inovação, aliada à colaboração entre empresas e ao compromisso com a sustentabilidade, pode transformar a maneira como movimentamos o mundo.” 

Brasil desenvolve ônibus elétrico com índice crescente de nacionalização

O ônibus 100% elétrico Mercedes-Benz eO500U, produzido na fábrica de São Bernardo do Campo, é um modelo totalmente desenvolvido no Brasil, com 111 unidades entregues aos clientes. Além da forte presença em São Paulo, o eO500U está sendo testado em Vitória (ES) e já passou por operações demonstrativas em Belo Horizonte, Curitiba e Rio de Janeiro. Segundo Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, o modelo “está cada dia mais presente nos sistemas de transporte coletivo urbano de grandes cidades”. 

A aceitação internacional também cresce. O Chile já aprovou o eO500U em operação regular, e o modelo foi enviado para demonstração na Argentina e no México. 

Sistema de baterias nacional garante Finame Baixo Carbono 

Um dos grandes diferenciais do eO500U está em seu sistema de baterias. A BorgWarner, multinacional especializada em eletrificação e soluções para mobilidade, é a fornecedora do sistema completo de baterias do modelo. Produzidas em Piracicaba (SP), as baterias são fruto da aquisição da fabricante alemã Akasol pela BorgWarner, possibilitando a produção local de packs de alta eficiência energética. 

BorgWarner
Bateria produzida em Piracicaba

Cada ônibus pode contar com até cinco packs de baterias de 98 kWh, totalizando 490 kWh de energia. Com nove módulos por pack e peso médio de 570 kg cada, o conjunto garante autonomia suficiente para atender operações urbanas intensas. A nacionalização de componentes é uma prioridade para a Mercedes-Benz, que desenvolveu cerca de 40 novos fornecedores locais para o eO500U.  

A BorgWarner também está já nacionalizou as estruturas mecânicas e cabos do sistema de baterias, visando atender aos requisitos de conteúdo local exigidos por programas de financiamento como o Finame Baixo Carbono do BNDES.  

Embora a Mercedes-Benz não divulgue o percentual exato de conteúdo nacional do eO500U, o modelo atende ao índice mínimo de 5% exigido pelo BNDES até o final de 2024. Esse percentual aumentou para 15% este ano e aumentará para 30% em 2027 e 50% em 2029 

Articulado elétrico eO500UA já tem testes programados

Ônibus elétrico
Mercedes-Benz eO500UA está em teste e produção deve começar até o final deste ano

Ampliando o portfólio de eletromobilidade, a Mercedes-Benz apresentou na LatBus 2024 o eO500UA, seu primeiro ônibus articulado 100% elétrico, também desenvolvido no Brasil. A produção será feita em São Bernardo do Campo, com início de circulação previsto para 2026. Os primeiros protótipos, com carroçaria Caio, passarão por testes funcionais e de durabilidade em ambientes urbanos e no Centro de Testes Veiculares da marca em Iracemápolis (SP), em parceria com a Bosch. 

Sustentabilidade exige mobilização ampla

Para Walter Barbosa, o sucesso da eletromobilidade depende do comprometimento de governos e empresas: “É fundamental o esforço conjunto de todos os players para viabilizar não apenas a produção, mas também o financiamento e a infraestrutura de recarga dos elétricos”. Ele destaca que a Mercedes-Benz tem plena capacidade para atender a demanda de todo o Brasil e de outros países latino-americanos. 

A substituição de um ônibus a diesel por um elétrico evita a emissão de até 106 toneladas de CO₂ por ano, segundo estimativas da Prefeitura de São Paulo. Além disso, um único ônibus pode retirar até 50 carros das ruas, melhorando o fluxo urbano e reduzindo o impacto ambiental. 

Financiamento e compromisso com o futuro

A Mercedes-Benz conta com o apoio do Banco Mercedes-Benz, o primeiro a operar linhas do BNDES com recursos do Fundo Clima. A instituição também lidera operações pelo Novo Refrota, parte do Pró-Transporte, com investimentos do Novo PAC. 

“Com os nossos ônibus elétricos e os modelos Euro 6 a diesel com tecnologia BlueTec 6, reafirmamos nosso compromisso com o transporte sustentável, combinando inovação com eficiência para operadores e sociedade”, conclui Walter Barbosa. 

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Sula Miranda participa do 15º episódio do FrotaCast e defende mais oportunidades para mulheres no transporte

No 15º episódio da 1ª temporada do FrotaCast, a rainha dos caminhoneiros e colunista da Frota News, Sula Miranda, participou de um bate-papo profundo e inspirador com o editor e publisher Marcos Villela. A conversa destacou a urgente necessidade de renovação da mão de obra no transporte rodoviário e o papel estratégico da mulher nesse processo. 

Durante o episódio, Sula compartilhou sua trajetória de envolvimento com o setor e sua vivência como madrinha de iniciativas como o curso de inclusão feminina promovido pela FABET (Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte). Ela relatou com entusiasmo como a capacitação de mulheres para atuarem como motoristas profissionais tem ganhado força no Brasil, com empresas como Andrade Transportes, Ipiranga, Ambev, entre outras, abraçando a causa. 

“Quando a gente capacita uma mulher para dirigir um caminhão, não está
fazendo um favor só a ela, mas ao país inteiro. É uma resposta à escassez de
motoristas que já impacta o setor”, afirmou Sula. 

Além da questão de gênero, a entrevista também abordou a importância da formação técnica e humana dos motoristas, a necessidade de políticas de saúde e bem-estar nas empresas e o uso de tecnologias para monitorar o estado físico e emocional dos profissionais da estrada. Sula enfatizou a seriedade e excelência dos cursos da FABET, onde ela mesma se capacitou e aprendeu lições que leva para a vida. 

O episódio também trouxe reflexões sobre boas práticas internacionais, como a permissão para motoristas levarem pets nas viagens nos Estados Unidos, além da conscientização sobre saúde vascular, sono e fadiga — temas muitas vezes negligenciados, mas fundamentais para a segurança nas estradas. 

Com sua conhecida paixão pelo setor e comunicação empática, Sula Miranda mais uma vez reforça seu papel como voz ativa na transformação do transporte rodoviário brasileiro, promovendo inclusão, valorização profissional e respeito à vida nas estradas. 

Frases marcantes de Sula Miranda no FrotaCast 

“Não é favor contratar uma mulher para o volante. É necessidade e inteligência logística.” 

“A capacitação técnica salva vidas. A humana transforma o setor.” 

“O transporte é a profissão mais importante do mundo. Nada chega a lugar algum sem ele.” 

“Empresas que cuidam do sono e da saúde do motorista estão cuidando da própria operação.” 

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Bike Fest São Lourenço Rock Festival 2025 chega com atrações inéditas 

Maior festival de motos e rock do Brasil será realizado entre 15 e 18 de maio com programação estendida, novo espaço, experiências gastronômicas e até troca de pneus agendada 

Prepare sua jaqueta, revise a moto e reúna os amigos: o Bike Fest São Lourenço Rock Festival 2025 está de volta, maior e mais completo do que nunca. De 15 a 18 de maio, a charmosa cidade de São Lourenço, no sul de Minas Gerais, será novamente o ponto de encontro de motociclistas e amantes do rock de todo o país, para celebrar a oitava edição do evento, que neste ano traz diversas novidades. 

Organizado pela Production Eventos, o festival se consolida como o principal encontro das duas rodas do Brasil. E agora, com quatro dias de programação, ganha ainda mais corpo, ocupando toda a área da Praça João Lage, em frente ao Parque das Águas. Com uma estrutura ampliada, o evento vai oferecer mais conforto ao público, com mais mesas, cadeiras, segurança e serviços. 

Rock e motos: uma combinação perfeita 

Uma das principais novidades é a ampliação da programação musical, que deu origem ao novo nome do evento: Bike Fest São Lourenço Rock Festival 2025. Dez bandas vão se revezar nos palcos, representando diversos estilos do rock, do clássico ao pop, passando pelo alternativo e covers de ícones como Guns N’ Roses e U2. Entre os destaques estão “Harley Queen”, “U2 Latin American” e “Seu Madruga”. 

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A programação musical é intensa e começa já na quinta-feira (15), com show da banda “Dino”. Na sexta (16), se apresentam “Radio Zara”, “Harley Queen” e “Nina Guimarães”. O sábado (17) promete ser o ponto alto do festival, com cinco shows, incluindo as bandas “Guns”, “Seu Madruga” e o cover internacional “U2 Latin American”. No domingo (18), encerramento com “Coyotes” e “Apolo 6”. 

Estilo Café Racer e gastronomia de primeira 

Outra novidade que promete chamar a atenção é o Encontro Café Racer, dedicado às icônicas motos de estilo britânico, conhecidas pelo visual arrojado e velocidade. Para celebrar essa vertente, será promovido um concurso especial, premiando a motocicleta mais estilosa do evento. 

Na área gastronômica, a organização aposta alto: os melhores restaurantes de São Lourenço estarão presentes, oferecendo experiências gourmet aos participantes. Ao todo, serão dez pontos de alimentação e bebida, com cerveja gelada, drinks especiais e petiscos variados. 

Economia e turismo acelerados 

Segundo a organização, a expectativa é receber 23 mil pessoas, das quais 15 mil turistas. O impacto na economia local deve chegar a R$ 30 milhões, com a geração de 600 empregos diretos e 1.300 indiretos. No total, 31 expositores estarão no evento, representando as principais marcas de motocicletas e acessórios do País. 

Festival
Milton Furtado, diretor da Production Eventos-Foto Tribus Studio

Como nas outras edições, estamos trabalhando para que a galera das duas rodas aproveite bastante o festival, num momento especial de confraternização, com boa música, gastronomia, segurança, lançamentos, novidades e serviços”,
afirma
Milton Furtado, diretor da Production Eventos. 

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O Bike Fest São Lourenço Rock Festival 2025 promete ser uma experiência inesquecível para quem vive a paixão pelas motos, música e estrada. Então, marque na agenda, prepare o capacete e siga viagem rumo ao sul de Minas! 

Mercado: Vendas diretas garantem resultados das montadoras em abril 

Depois de anos de retomada constante, o mercado automotivo brasileiro deu seu primeiro sinal de freio desde o fim da pandemia. Abril de 2025 fechou com 196.454 veículos emplacados — número 7% maior que o de março, influenciado pelo Carnaval na primeira quinzena. Mas, na comparação com abril de 2024, o setor encolheu 5,5%, marcando a primeira queda anual em muito tempo. 

A principal explicação está no calendário: abril deste ano teve apenas 20 dias úteis, contra 22 no ano passado. No entanto, o número levanta um alerta — ao mesmo tempo que expõe o peso do varejo tradicional, revela o fortalecimento de tendências que vêm mudando o mercado, como as vendas diretas e o avanço dos eletrificados. 

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Fiat lidera com folga; Hyundai surpreende com salto expressivo 

Entre as montadoras, a Fiat consolidou sua liderança no país graças às vendas diretas, alcançando 21,8% de participação. A Volkswagen ficou em segundo lugar com 16,4%, seguida pela GM/Chevrolet com 10,5%. 

A grande surpresa do mês foi a Hyundai, que saltou de 6,9% para 8,4% — um avanço de 1,5 ponto percentual, o maior ganho entre todas as marcas. A Toyota também cresceu, atingindo 8,3%. 

Enquanto isso, Renault (-1,2 p.p.), Nissan (-1 p.p.) e a própria GM (-0,5 p.p.) viram suas fatias de mercado encolherem. 

Top 5 montadoras em abril: 

  1. Fiat – 21,8% 
  1. Volkswagen – 16,4% 
  1. GM/Chevrolet – 10,5% 
  1. Hyundai – 8,4% 
  1. Toyota – 8,3% 

Varejo tradicional sente o baque; venda direta ganha protagonismo 

As vendas diretas continuam sustentando o mercado: representaram 47,5% dos emplacamentos em abril, contra 47,7% em março e 43,9% no mesmo mês de 2024. 

Enquanto o showroom cresceu 7,4% frente a março, com 103.176 veículos vendidos, as vendas diretas aumentaram 6,5%, atingindo 93.278 unidades. Na prática, isso significa que o consumidor final está comprando menos — e que empresas, locadoras e frotistas estão mantendo o volume do setor. 

Eletrificados crescem 28% em um ano — e já dominam quase 10% do mercado

A eletrificação do mercado brasileiro avança em ritmo acelerado. Abril teve 19.314 veículos eletrificados emplacados, um crescimento de 9,7% sobre março e impressionantes 28,5% em relação a abril de 2024. Isso representa 9,8% de todas as vendas do mês. 

Distribuição por tecnologia: 
  • PHEV (híbridos plug-in): 7.394 unidades (38,3%) 
  • BEV (100% elétricos): 4.869 unidades (25,2%) 
  • MHEV (híbridos leves): 4.804 unidades (24,9%) 
  • HEV (híbridos convencionais): 2.247 unidades (11,6%) 
Modelos mais vendidos por categoria: 
  • BEV: BYD Dolphin Mini – 2.177 unidades (44,7%) 
  • PHEV: BYD Song Pro – 2.257 unidades (30,5%) 
  • MHEV: Fiat Fastback – 2.447 unidades (50,9%) 
  • HEV: Toyota Corolla Cross – 951 unidades (42,3%) 

Segundo especialistas, o crescimento é impulsionado por três fatores: aumento da oferta, preço mais competitivo e isenções tributárias em estados como São Paulo e Paraná. 

Marcas chinesas avançam e já vendem mais que a Nissan

As montadoras chinesas vêm consolidando sua presença. Em abril, elas representaram 7,9% das vendas totais, superando marcas tradicionais como a Nissan. O avanço contínuo reforça a estratégia agressiva dessas empresas, com destaque para a BYD, líder entre os eletrificados. 

SP lidera o ranking estadual; veja os maiores mercados 

A distribuição regional das vendas segue concentrada no Sudeste. São Paulo continua sendo o maior mercado automotivo do país, com 26% do total de emplacamentos. Na sequência aparecem: 

  • Minas Gerais – 21,9% 
  • Paraná – 6,7% 
  • Rio Grande do Sul – 5% 

O que esperar dos próximos meses?

Com maio trazendo mais dias úteis e novas campanhas promocionais, a expectativa é de leve recuperação nos emplacamentos gerais. No entanto, fatores como juros elevados e endividamento das famílias podem manter o varejo sob pressão. 

A tendência mais clara é o avanço da eletrificação. Montadoras já preparam lançamentos para o segundo semestre, e o consumidor está cada vez mais receptivo a modelos híbridos e elétricos. 

O setor pode estar às vésperas de sua maior transformação em décadas. Quem sairá na frente? 

Fonte: Bright Consulting 

Los planes de expansión de Ford Trucks, incluyendo América del Sur 

Desde que Ford Caminhões cerró sus operaciones en Brasil en 2019, muchos lectores se han preguntado: ¿la tradicional marca de camiones del óvalo azul dejó de existir por completo o solo salió del mercado brasileño? La duda es comprensible, ya que el cierre de la producción local fue un hito en el sector automotriz nacional, afectando a una legión de transportistas y distribuidores. 

Pero la respuesta es clara: Ford Caminhões sigue viva—y más tecnológica que nunca—en más de 50 países. 

La presencia global de Ford Trucks

La operación internacional de la marca está bajo la responsabilidad de Ford Trucks, división operada por Ford Otosan, una empresa conjunta entre Ford Motor Company y el grupo turco Koç Holding. Ford Otosan es hoy uno de los mayores centros de ingeniería y producción de vehículos comerciales de Europa, responsable del desarrollo, fabricación y exportación de camiones Ford, incluso de la Ford Transit fuera de Estados Unidos. 

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Ford Trucks está presente en más de 50 países, con fuerte actuación en Europa, Oriente Medio, Norte de África y partes de Asia y América del Sur, como Argentina, Chile, Perú y Uruguay. Las razones por las que Ford Otosan no exporta a Brasil son cuestiones tributarias y regulatorias. 

Según el plan estratégico de la empresa, la meta es alcanzar 80 países hasta 2030. La sede de la operación está en Turquía, desde donde salen los modelos más avanzados de la marca. 

F-MAX: símbolo de la nueva fase global

El modelo más emblemático de esta nueva era es el Ford F-MAX, que ganó notoriedad internacional al ser elegido “International Truck of the Year” en 2019, el mayor premio del sector de camiones en Europa. Con un diseño moderno, cabina espaciosa y alto nivel de tecnología incorporada, el F-MAX representa el avance de la marca hacia la innovación y eficiencia operativa. 

En 2024, Ford Otosan alcanzó un hito importante: más de 20,000 unidades exportadas solo al continente europeo, consolidando el crecimiento de la marca incluso en mercados altamente competitivos. 

Innovación y tecnología en la nueva generación de camiones

La nueva línea de camiones Ford cuenta con tecnologías como:  

  • Sistemas de asistencia al conductor (ADAS)  
  • Conectividad integrada para flotas  
  • Motorización más eficiente y ecológica  
  • Cabinas con confort premium  
  • Prototipos eléctricos y con conducción autónoma en fase de pruebas 

Ford Otosan también invierte en centros de I+D enfocados en energía limpia, con proyectos que buscan lanzar camiones 100% eléctricos e incluso modelos de hidrógeno en los próximos años. 

¿Y en Brasil? ¿Existe posibilidad de retorno?

Aunque la producción local de camiones se cerró definitivamente con el cierre de la fábrica en São Bernardo do Campo, hay movimientos discretos tras bastidores sobre una posible reentrada de la marca en Brasil, esta vez mediante importación. 

En ediciones recientes de Fenatran, ejecutivos de Ford Otosan revelaron que la empresa evalúa oportunidades de negocio en el mercado latinoamericano, incluso con la reintroducción de modelos como el F-MAX a través de distribuidores autorizados, sin necesidad de una planta fabril en el país. 

Motor GEN2

El nuevo motor Ecotorq GEN2 de 12,7 litros cumple con los exigentes estándares de emisiones Euro 6 y está preparado para ser integrado en el 70% de los modelos de Ford Trucks. Con un diseño enfocado en reducir el coste total de propiedad (TCO) y mejorar el consumo de combustible hasta en un 11,3%, este motor se convierte en una referencia en su categoría.

ford Caminhões
Nuevo motor Ecotorq GEN2

Nuevo motor Ecotorq GEN2

Probado durante más de 25.000 horas y 1,5 millones de kilómetros, el Ecotorq GEN2 fue desarrollado en colaboración con clientes reales, sometido a condiciones extremas de carretera y clima. Además, su compatibilidad con combustibles HVO lo convierte en una opción más ecológica para el transporte de carga pesada.

Innovaciones clave del F-MAX con Ecotorq GEN2:

  • Diseño aerodinámico optimizado
  • Suspensión neumática delantera para mayor confort

Nuevos estándares de neumáticos y cámaras retrovisoras integradas

  • Transmisión overdrive que reduce las revoluciones del motor a altas velocidades
  • Elementos como compuertas activas de parrilla y pinzas de freno optimizadas para mejorar la eficiencia energética

Especificaciones técnicas del Ecotorq GEN2

  • Tipo de motor: Diésel, 6 cilindros en línea, 24 válvulas, árbol de levas en cabeza (OHC)
  • Cilindrada: 12.740 cm³
  • Diámetro x carrera: 130 mm x 160 mm
  • Relación de compresión: 17,6:1
  • Potencia: Varía según la aplicación:
    • 420 CV (308,9 kW) a 1.800 rpm
    • 450 CV (331 kW)
    • 500 CV (367 kW)
  • Par máximo: De 2.150 Nm a 2.500 Nm entre 1.000 y 1.300 rpm
  • Sistema de inyección: Common rail de alta presión, controlado electrónicamente
  • Norma de emisiones: Euro 6
  • Peso del motor: Aproximadamente 1.175 kg
  • Dimensiones (Al x An x L): 1.391 mm x 1.037 mm x 1.150 mm

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