Com o objetivo de promover um trânsito mais seguro e humano, a Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte (FABET) realiza o 3º ciclo de palestras online com temas voltados à eficiência e segurança no transporte rodoviário de cargas (TRC).
Sob o lema “Humanizar o Trânsito”, a FABET convida profissionais do setor a participarem gratuitamente dos encontros virtuais, que abordam aspectos técnicos e práticos fundamentais para a prevenção de acidentes e o aumento da eficiência operacional.
A programação teve início no dia 8 de maio, com a palestra “Gerenciar Pneus: Segurança e Eficiência na Operação de Transporte de Cargas”. Os próximos encontros acontecem nos dias:
14 de maio, às 19h – Realizada – Tema: Gestão da Manutenção e os Impactos na Segurança Veicular no TRC
21 de maio, às 13h – Tema: Checklist: Ferramenta Indispensável para a Segurança no Transporte de Cargas
A participação é gratuita. Para receber o link de acesso, os interessados devem entrar no grupo VIP da FABET no WhatsApp, disponível por meio de um QR Code.
A participação é gratuita. Para receber o link de acesso, os interessados devem entrar no grupo VIP da FABET no WhatsApp, disponível por meio de um QR Code
Além da transmissão dos conteúdos, os participantes podem acompanhar as novidades pelas redes sociais da instituição:
A FABET é referência nacional em formação e aperfeiçoamento de motoristas e profissionais do setor de transportes, e reforça, com esta iniciativa, seu compromisso com a valorização da vida e a segurança nas estradas brasileiras.
Entre ruídos potentes, brilho metálico e um desfile de inovação e nostalgia, a Mercedes-Benz Trucks Classic foi um dos grandes destaques do Brazzeltag 2025, realizado no Museu da Tecnologia de Speyer. O tradicional evento alemão — já fixo no calendário dos amantes de patrimônio técnico — ofereceu ao público uma jornada emocionante através de seis décadas da história dos caminhões Mercedes-Benz, coroada por atrações contemporâneas de ponta e shows mecânicos de tirar o fôlego.
Este ano, a fabricante de caminhões levou ao evento uma seleção impressionante: desde os pioneiros veículos produzidos na fábrica de Wörth até o moderno e totalmente elétrico eActros 600, que circulou silenciosamente como Brazzeltaxi, conectando os visitantes entre os espaços do evento. Uma experiência imersiva onde a robustez do passado encontrou a tecnologia limpa do futuro.
Clássicos sobre rodas: seis décadas de história viva
Na arena construída especialmente para o Brazzeltag, uma linha do tempo automobilística ganhou vida. Modelos dos anos 60, 70 e 80 demonstraram não apenas sua durabilidade, mas também o carisma das máquinas que marcaram época nas estradas europeias. Veículos mantidos em estado quase original rodaram ao lado de dois clássicos de colecionadores privados, entre eles os de Rolf Hamprecht e seu filho Tobias, nomes respeitados no cenário de caminhões vintage.
“O som, o cheiro e a presença desses veículos não podem ser capturados em um museu estático. Aqui, a história se move”, disse Bernd Hufendiek, responsável pela Mercedes-Benz Trucks Classic na Daimler Truck.
Potência e espetáculo: atrações para todas as idades
Entre as atrações mais barulhentas — e emocionantes — do Brazzeltag, o RaceTruck de 1.500 cv arrancou aplausos do público com manobras ousadas conduzidas pelo piloto profissional Steffen Faas. A máquina demonstrou como potência e precisão podem coexistir em um caminhão de competição de alto desempenho.
Outro ponto alto foi o estudo de design futurista baseado no Unimog, que chamou a atenção por aliar tecnologia robusta e estética vanguardista. Não menos impressionante, o Unimog U 400, veterano do Rally Dakar de 2006, reafirmou a reputação do modelo como sinônimo de resistência extrema.
Mas quem realmente fez os olhos das crianças brilharem foi o Unimog “Hound”, diretamente das telas de Hollywood. Conhecido pelo papel em Transformers, o “Autobot” de carne — ou melhor, metal — e osso, atraiu filas para fotos e arrancou sorrisos com seu visual imponente.
Futuro silencioso: o impacto do eActros 600
Destaques em movimento no Brazzeltag 2025: da força histórica dos clássicos Mercedes-Benz às inovações como o caminhão SLT de 1.000 toneladas e o conceito futurista inspirado no Unimog, a Daimler Truck mostrou sua evolução técnica com potência, design e tradição
Contrastando com os roncos nostálgicos, o eActros 600 foi um exemplo claro da transição energética do setor. Como um dos primeiros caminhões elétricos de longa distância da marca, o modelo impressionou os visitantes não apenas pela ausência de ruído, mas pela combinação de design arrojado, autonomia e conforto.
“É aqui que a história e o futuro se encontram da maneira mais emocionante”, resumiu Dirk Stranz, engenheiro de testes da Daimler Truck. “O eActros circulando ao lado de um clássico dos anos 60 simboliza exatamente para onde estamos indo — e de onde viemos.”
Interação e emoção: tecnologia prática e toque humano
Além dos shows e demonstrações, o chamado paddock funcionou como ponto de encontro entre motoristas, mecânicos e o público. Crianças e adultos puderam entrar nos veículos, fazer perguntas, tirar fotos e até sentir, literalmente, o volante nas mãos — como o pequeno Felix, de cinco anos, que emocionou a todos ao experimentar pela primeira vez um caminhão SLT.
“Lendas sobre Rodas”: exposição segue até março de 2026
Para quem deseja prolongar a experiência, a exposição especial “Lendas sobre Rodas”, no salão espacial do museu, permanece aberta até março de 2026. A mostra inclui caminhões históricos da marca e uma oficina de vidro onde dois voluntários — Klaus Junge e Friedrich Först — trabalham na restauração de um dos mais antigos caminhões Daimler ainda existentes. A meta: colocá-lo de volta nas estradas até o fim da exposição. Talvez, quem sabe, até no próximo Brazzeltag.
Um legado que vive e evolui
Mais do que um evento, o Brazzeltag 2025 foi uma celebração do engenho humano sobre rodas — onde tradição, inovação e paixão se encontraram. Para a Mercedes-Benz Trucks Classic, foi mais do que mostrar veículos: foi contar histórias, emocionar gerações e reafirmar que, mesmo com novos combustíveis e tecnologias, o amor pela estrada continua o mesmo.
Em uma convergência ousada entre engenharia, sustentabilidade e inovação, a Suíça inaugurou, no cantão de Neuchâtel, a primeira usina solar do mundo instalada diretamente sobre trilhos ferroviários em operação. O projeto, desenvolvido pela startup Sun-Ways, marca um avanço significativo no uso inteligente de infraestruturas já existentes para a geração de energia limpa — sem interferir na operação dos trens.
Um Projeto-Piloto Pioneiro
Instalado nas proximidades da estação de Buttes, o projeto-piloto abrange um trecho de 100 metros de trilhos e utiliza 48 módulos fotovoltaicos, cada um com capacidade de 380 watts. A expectativa é de que a produção anual de energia alcance cerca de 16.000 kWh. Essa eletricidade será injetada diretamente na rede da distribuidora local Viteos, uma das parceiras do projeto, ao lado da empresa DG-Rail, especializada em instalações elétricas ferroviárias.
O investimento na iniciativa foi de 585 mil francos suíços — o equivalente a aproximadamente R$ 3,8 milhões — e a fase de testes terá duração de três anos. Durante esse período, os responsáveis vão monitorar a durabilidade dos painéis e sua capacidade de geração em diferentes condições ambientais.
O diferencial da tecnologia criada pela Sun-Ways está na sua adaptabilidade: os painéis são removíveis e se encaixam entre os trilhos sem necessidade de modificar a infraestrutura existente. A instalação pode ser feita manualmente ou com o auxílio de uma máquina ferroviária especialmente desenvolvida pela Scheuchzer SA, capaz de instalar até 1.000 metros quadrados de painéis solares por dia.
Além disso, o sistema foi projetado para resistir às exigências das vias férreas. Os painéis suportam a passagem de trens a velocidades de até 150 km/h e ventos de até 240 km/h, mantendo sua eficiência e estabilidade. A manutenção é simplificada por meio de escovas acopladas nos próprios vagões ferroviários, que realizam a limpeza automática das placas solares durante o tráfego regular.
Potencial de Transformação
Segundo estimativas da própria Sun-Ways, se toda a malha ferroviária suíça — composta por cerca de 5.000 quilômetros — fosse equipada com o sistema, seria possível produzir aproximadamente 1 terawatt-hora de eletricidade por ano. Isso representa cerca de 2% do consumo energético anual da Suíça e seria suficiente para abastecer 300.000 residências.
Painéis solares instalados entre os trilhos ferroviários na Suíça demonstram como a inovação da startup Sun-Ways transforma infraestrutura em fonte de energia limpa
O potencial global, no entanto, é ainda mais promissor. A startup acredita que até metade das linhas ferroviárias do mundo poderiam adotar essa tecnologia, transformando uma enorme área atualmente subutilizada em fonte de geração de energia renovável.
Reconhecimento Internacional
A inauguração do projeto foi acompanhada por representantes dos Caminhos-de-Ferro Federais Suíços (CFF), do Departamento Federal dos Transportes (OFT) e autoridades cantonais. Delegações de países europeus, asiáticos e do Oriente Médio também demonstraram interesse em conhecer a solução de perto e avaliar sua viabilidade para aplicação em seus próprios sistemas ferroviários.
Um Novo Horizonte para a Engenharia Sustentável
Mais do que um avanço tecnológico, o projeto representa uma mudança de paradigma. Ao transformar um espaço até então negligenciado — o intervalo entre trilhos ferroviários — em uma fonte ativa de energia solar, a Sun-Ways demonstra que soluções sustentáveis podem ser tanto inovadoras quanto pragmáticas. É a prova de que a engenharia, quando bem aplicada, transforma limites em oportunidades.
Em tempos de crise climática e crescente demanda por eletricidade limpa, essa abordagem inteligente e replicável surge como um modelo de inspiração para o mundo. Combinando eficiência operacional, economia de espaço e respeito ambiental, a Suíça, mais uma vez, se coloca na vanguarda da inovação sustentável.
Para saber mais sobre o projeto e acompanhar os desdobramentos da fase de testes, acesse os portais oficiais da Sun-Ways e do Departamento Federal dos Transportes da Suíça.
Unificação das operações logísticas cria a maior força de transporte e distribuição de proteína animal do país, com foco em tecnologia, segurança e sustentabilidade. Saiba mais sobre a nova MBRF
A recente fusão entre dois gigantes do setor alimentício, Marfrig e BRF, anunciada nesta semana, pode transformar profundamente o panorama logístico e de transporte de cargas no Brasil. Isso, porque a junção dessas operações resulta na maior estrutura logística integrada do setor de proteína animal da América Latina, combinando frotas, sistemas tecnológicos, fornecedores de transporte e estratégias sustentáveis e de segurança.
Em nota, a companhia afirma que esse movimento visa fortalecer a presença global. Juntas, companhias somam receita líquida consolidada de R$ 152 bilhões nos últimos 12 meses e detêm 38% do portfólio global de produtos processados. Na frente de receitas e custos, por meio de iniciativas de cross-selling e sinergias na cadeia de suprimentos, a nova companhia deve chegar a R$ 485 milhões por ano. Estima-se uma redução de despesas na ordem de R$ 320 milhões anuais, com iniciativas como a unificação de estrutura comercial e logística, consolidação de um sistema operacional único e otimização da estrutura corporativa.
Com operações nacionais e internacionais de grande escala, tanto Marfrig quanto BRF vêm investindo nos últimos anos em automação, inteligência artificial, rastreabilidade, controle de frotas e iniciativas ambientais. Agora, com a unificação das estruturas logísticas, o impacto será sentido em toda a cadeia: do campo ao supermercado, passando por centros de distribuição, ferrovias, portos e rodovias.
A empresa conta com cerca de 1.750 veículos próprios e aproximadamente 7.200 caminhões de transportadoras parceiras equipados com tecnologias embarcadas, como sensores de fadiga, telemetria ativa e rotograma falado — que alerta os motoristas sobre riscos no trajeto.
Essa frota percorre, em média, 14 milhões de quilômetros por mês, realizando mais de 100 mil viagens mensais para abastecer22 centros de distribuição no Brasil, isso, fora a logística internacional e nos 27 CDs no exterior.
Esses recursos monitoram comportamentos de risco, como excesso de velocidade, frenagens bruscas e perda de controle, gerando alertas em tempo real. O resultado foi uma redução de 70% nos acidentes de trânsito envolvendo veículos leves da empresa.
“Trabalhar em conjunto com as áreas de negócio é essencial para que nossas plataformas de IA e machine learning gerem valor real e fortaleçam a cultura de dados da companhia”, destaca Alexandre Biazin, gerente executivo de Tecnologia e Analytics da BRF.
Carretas de quatro eixos aumentam eficiência e reduzem emissões
Buscando elevar ainda mais a eficiência operacional, a BRF implementou, no final do ano passado, o modelo de carretas de quatro eixos em suas operações. Utilizadas em diferentes modalidades da logística da companhia, essas carretas percorrerão as estradas brasileiras transportando tanto os produtos das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, quanto suínos vivos para unidades produtivas.
Com capacidade de transportar até 22% mais carga que carretas tradicionais, esse modelo reduz o número de viagens e, por consequência, os custos logísticos e a emissão de poluentes. A cada seis viagens com a carreta nova completamente carregada, evita-se uma viagem que seria feita por um veículo convencional.
A BRF começou a operar com nove carretas de quatro eixos refrigeradas, com previsão de chegada de outras 36 unidades no final de 2024. No transporte de suínos, dois veículos já estão em operação desde setembro, com tecnologias como elevadores hidráulicos, climatização, aspersores, ventiladores e bebedouros automáticos, garantindo bem-estar animal e mais agilidade no carregamento e descarregamento.
Carreta de quatro eixos da BRF equipada para transporte de suínos com elevador hidráulico, climatização e sistemas de bem-estar animal, reforçando eficiência logística e compromisso com sustentabilidade e cuidado no transporte de carga viva
“Esperamos ter cada vez mais carretas neste novo formato, garantindo à nossa logística sempre as melhores tecnologias disponíveis”, afirma Loriano Rigo, diretor de Logística da BRF.
Além disso, segundo Cezar Felipak, gerente de Logística Agro da empresa, o novo modelo abre espaço para inovações como carretas maiores e sistemas de carregamento automatizados, antes inviáveis devido ao peso e limitações de capacidade.
Marfrig: gestão multimodal e foco em transporte ferroviário
A Marfrig, por sua vez, mantém uma robusta operação baseada no transporte terceirizado, com cerca de 160 transportadoras parceiras e gestão ativa por meio do seu Programa de Gestão de Transportadoras (PGT), que avalia segurança, ESG, desempenho e eficiência.
Cerca de 75% do transporte de animais vivos ocorre em rotas com menos de 8 horas de duração, superando a meta interna de 70%. Para garantir esse desempenho, a empresa implantou sistemas de rastreamento de contêineres e construiu uma torre de controle logística no complexo de Várzea Grande (MT), monitorando entre 100 e 150 caminhões por dia.
Além do modal rodoviário, a Marfrig tem investimento pioneiro no uso de ferrovias. Os dados disponíveis são de 2021, quando 30% da produção nacional era escoada por trilhos, com meta de alcançar 42%. A empresa utiliza principalmente a Malha Norte, entre Rondonópolis (MT) e Santos (SP), e avaliava a viabilidade de expandir o transporte pelo trecho São Simão–Santos, da Ferrovia Norte-Sul. O plano incluía o aumento do número de contêineres transportados de 50 para 500, promovendo uma economia de até 30% no custo do frete e redução de 65% nas emissões de gases do efeito estufa.
A empresa também aderiu ao Programa de Logística Verde Brasil (PLVB) e passou a priorizar transportadoras com frotas modernas, de baixa emissão de CO₂ e com sistemas de rastreamento por satélite.
Nos Estados Unidos, a logística é altamente verticalizada. A Marfrig opera por meio da National Carriers, sua transportadora própria, com uma frota de mais de 1.200 caminhões. Essa estrutura permite não só o transporte de gado vivo, mas também a distribuição de produtos processados em todo o território norte-americano. O modelo garante maior controle da cadeia, otimização de rotas e um padrão elevado de qualidade e rastreabilidade.
O que muda com a fusão: impacto direto na logística do Brasil
A união de Marfrig e BRF criará um ecossistema logístico inédito no Brasil, que combina capilaridade rodoviária, inteligência digital e visão multimodal.
1. Redesenho de rotas e integração de sistemas
A integração permitirá o redesenho de rotas, eliminando sobreposições, otimizando custos e ampliando a eficiência nas entregas — tanto no mercado interno quanto nas exportações.
2. Padronização e qualificação de transportadoras
Haverá reavaliação dos contratos com empresas parceiras, exigindo padrões mais elevados de segurança, tecnologia e ESG, o que pode gerar uma renovação no perfil dos prestadores de serviço logístico.
3. Mais tecnologia embarcada e inteligência artificial
Com sistemas já consolidados de telemetria, IA, sensores de fadiga e painéis de indicadores, a fusão irá consolidar um modelo logístico preditivo, conectado e automatizado.
4. Segurança como pilar central
Com a expressiva redução de acidentes nas operações da BRF, espera-se que os protocolos de segurança se tornem referência no setor, impactando não só colaboradores, mas também motoristas de frota terceirizada.
5. Sustentabilidade logística
A tendência é de ampliação do transporte ferroviário, uso de carretas de alta capacidade e aumento da eficiência energética da frota, reduzindo a pegada de carbono por tonelada transportada.
O futuro da logística brasileira no setor de alimentos será rodado com mais inteligência, segurança e responsabilidade ambiental — pelo menos, é o que se espera de uma nova empresa que passa a ter números como R$ 152 bilhões em faturamento, R$ 5 bilhões de investimento em tecnologia nos últimos três anos, 8 milhões de toneladas de alimentos produzidos e transportados e 130 milhões de colaboradores.
Os Correios amargam prejuízos superiores a R$ 2,5 bilhões e querem cortar R$ 1,5 bilhão em seus gastos este ano. Será que aumentar a eficiência da frota vai ajudar a estatal nesta árdua missão? Então, vamos conhecer um pouco mais sobre a frota dos Correios que segue sendo modernizada. Além de aquisições em larga escala e testes com modelos de ponta, a estatal acaba de incorporar o Dolphin Mini Cargo, veículo 100% elétrico da BYD, ao seu programa de testes em ambientes urbanos.
O Dolphin Mini Cargo foi entregue nesta semana à estatal e será testado por 90 dias na cidade de Guarulhos (SP). O modelo elétrico tem autonomia de 280 km, volume útil de 2,1 m³ e capacidade de carga útil de 280 kg (sem os ocupantes), podendo chegar a 410 kg no total. Embora mantenha o visual externo do compacto de passeio, o interior foi adaptado: o banco traseiro foi removido para otimizar o espaço interno, tornando o hatch uma opção prática para entregas de última milha em áreas com restrições à circulação de veículos a combustão.
Segundo Bruno Paiva, diretor de vendas de ônibus e caminhões da BYD Brasil, “o Dolphin Mini Cargo representa um passo estratégico da BYD para democratizar a mobilidade elétrica no setor de entregas urbanas. Com ele, ampliamos nosso portfólio para atender a um segmento em crescimento e reforçamos nossa liderança em soluções de transporte limpo”.
Correios do Futuro: meta de 5 mil veículos elétricos
O teste com o Dolphin Mini Cargo faz parte do projeto “Correios do Futuro”, que prevê a aquisição de 5 mil veículos elétricos até o final de 2025. A meta é clara: reduzir a dependência de combustíveis fósseis, modernizar a frota e adequar a operação aos novos padrões ambientais e logísticos. Em dezembro de 2024, os Correios deram início a essa transição com a compra de 50 vans elétricas Peugeot e-Expert, destinadas a operações em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal.
Essas vans contam com autonomia de até 330 km e utilizam tecnologia de recarga inteligente, desenvolvida pela WEG, que contribui para a redução dos custos operacionais e melhora a gestão energética das entregas.
Renovação da frota convencional também avança
A modernização da estatal não se limita à eletrificação. Nos últimos 18 meses, os Correios investiram mais de R$ 150 milhões na aquisição de cerca de 12 mil veículos — entre furgões, motocicletas e caminhões — e quase 2 mil equipamentos para movimentação de carga.
Em 2024, foram incorporados 5.612 veículos, incluindo 5.311 motocicletas e 301 furgões, com um investimento de R$ 38,6 milhões. Já em 2023, a estatal inovou ao adotar mais de 1.170 Fiat Mobi adaptados, veículos compactos com capacidade de carga de 400 kg. Otimizados para o transporte urbano, esses furgões são 37% mais econômicos do que os modelos tradicionais.
Compromisso com o impacto social e a inovação
A reestruturação da frota está inserida em um projeto mais amplo dos Correios, que busca também diversificar serviços, promover a inclusão digital e atuar de forma mais próxima das comunidades. Entre 2023 e 2024, a empresa investiu R$ 2 bilhões em infraestrutura, veículos e tecnologia, dentro de uma estratégia de inovação aliada à responsabilidade socioambiental.
Projetos como “CEP para Todos” e “Correios Comunidade” já beneficiaram mais de 1 milhão de pessoas, garantindo acesso ao serviço postal em áreas antes desassistidas.
Frota mais limpa e eficiente: o futuro da logística estatal
Com a integração progressiva de veículos elétricos e a expansão contínua de modelos sustentáveis e econômicos, os Correios se posicionam como protagonistas na transformação da logística urbana no Brasil. A empresa mostra que é possível alinhar tradição e inovação, eficiência e responsabilidade ambiental, modernizando-se sem perder o foco em sua missão pública.
À medida que os testes com novos modelos avançam, espera-se que as entregas se tornem cada vez mais limpas, rápidas e eficientes — preparando os Correios para os desafios de uma logística cada vez mais exigente e ambientalmente consciente.
Leia também:
Novo BYD Dolphin Mini Cargo vs. Renault Kangoo E-Tech vs. Fiorino Elétrico
O mercado de veículos elétricos comerciais no Brasil conta com poucas e acaba de ganhar mais um competidor. A BYD lançou o Dolphin Mini Cargo, uma versão adaptada do seu popular hatch elétrico, voltada para entregas urbanas. O novo modelo chega para disputar espaço com o Renault Kangoo E-Tech e o Fiorino Elétrico, este último fruto de um projeto de retrofit da MEV Rental.
Renault Kangoo E-Tech, BYD Dolphin Mini Cargo e Fiorino Elétrico
Confira abaixo uma análise completa comparando os três modelos.
BYD Dolphin Mini Cargo: praticidade para entregas urbanas
O Dolphin Mini Cargo aposta em uma proposta urbana e compacta. Com 280 km de autonomia, já no padrão INMETRO, o modelo busca as empresas de entrega de pequeno porte e para serviços logísticos de última milha como clientes pelo preço de R$ 115.800.
Pontos fortes:
Custo operacional muito competitivo.
Dimensões compactas que facilitam o trânsito em grandes centros.
Pontos fracos:
Capacidade de carga limitada (apenas 289 kg).
Volume de carga pequeno (2,1 m³).
Ausência de informações sobre velocidade de recarga rápida.
Renault Kangoo E-Tech: robustez e tradição
O Renault Kangoo E-Tech é hoje uma das opções mais robustas entre os furgões elétricos disponíveis no Brasil, porém, exige um investimento alto por unidade: R$ 299.390. Com 690 kg de capacidade de carga e 4,3 m³ de volume útil, o modelo francês é indicado para empresas que precisam transportar volumes e pesos maiores.
Pontos fortes:
Excelente capacidade e volume de carga.
Disponibilidade de recarga rápida (80 kW DC).
Motor potente de 120 cv.
Pontos fracos:
Autonomia inferior ao Dolphin Mini Cargo (210 km).
Preço de aquisição mais elevado.
Dimensões maiores, que podem ser um desafio no trânsito urbano pesado.
Fiorino Elétrico (MEV Rental): a proposta de retrofit
O projeto do Fiorino Elétrico, desenvolvido pela startup MEV Rental, promete ser uma alternativa mais acessível para a eletrificação de frotas. Utilizando o chassi do conhecido Fiat Fiorino, a empresa realiza a conversão de combustão para 100% elétrica.
No entanto, até o momento, não foram divulgados dados oficiais sobre autonomia, capacidade de carga, volume interno ou potência, o que dificulta uma análise mais precisa. O valor da locação é de R$ 6.500 por mês.
Pontos fortes:
Proposta de retrofit torna a eletrificação mais acessível.
Base do projeto é um modelo já consolidado no mercado de entregas.
Pontos fracos:
Falta de informações técnicas.
Desafios comuns de projetos de retrofit (garantia, manutenção e desempenho variável).
Conclusão
O mercado de furgões elétricos no Brasil começa a se diversificar, oferecendo opções para diferentes tipos de operação.
O BYD Dolphin Mini Cargo é indicado para entregas com pouco volume de carga.
O Renault Kangoo E-Tech atende operações mais robustas, que demandam maior capacidade de carga e autonomia razoável. A Renault é a única que conta com uma extensa rede de concessionários para o pós-venda.
O Fiorino Elétrico (MEV Rental) ainda é uma promessa, com potencial de ser uma solução mais econômica para empresas, mas que precisa de mais dados para ser avaliado com precisão.
A escolha ideal dependerá diretamente das necessidades logísticas, do perfil das entregas e da estrutura de recarga disponível em cada operação.
A BorgWarner anunciou a assinatura de um importante contrato com uma fabricante norte-americana (o nome não foi revelado) de equipamentos originais (OEM) para o fornecimento de seu motor elétrico SW130 (S-wind) de 400 volts. O equipamento será utilizado em uma nova linha de caminhões híbridos de grande porte e SUVs, ampliando significativamente a presença da tecnologia de motores elétricos da empresa no mercado global.
O acordo marca um novo capítulo na colaboração entre as duas empresas e consolida o papel da BorgWarner como uma das principais fornecedoras de tecnologias para eletrificação de veículos de grande porte. A produção em série do motor está programada para começar no segundo trimestre de 2028.
Dr. Stefan Demmerle, Vice-Presidente da BorgWarner Inc. e Presidente e Gerente Geral da PowerDrive Systems
“A BorgWarner tem colaborado estreitamente com esta montadora, fornecendo feedback contínuo e valioso para desenvolver uma solução S-wind eMotor que atenda aos requisitos específicos da aplicação”, afirmou o Dr. Stefan Demmerle, Vice-Presidente da BorgWarner Inc. e Presidente e Gerente Geral da PowerDrive Systems. “Este acordo comercial é um reflexo direto da expertise técnica da nossa equipe de engenharia, desde a elaboração de especificações para o projeto com restrições de pacote até a fabricação e implementação. Estamos ansiosos para aprofundar nosso relacionamento com esta montadora de alta reputação.”
Eficiência e inovação no centro do projeto
O motor elétrico SW130 da BorgWarner se destaca por incorporar a avançada tecnologia S-wind, que substitui o alternador em arquiteturas veiculares de alta tensão. Com um design de enrolamento retangular contínuo, a tecnologia oferece desempenho superior e maior eficiência energética em um espaço consideravelmente compacto. A inovação está na forma como os fios são inseridos radialmente, o que reduz em mais de 90% os pontos de soldagem em comparação com os motores tradicionais do tipo hairpin.
Essa abordagem inovadora traz vantagens como maior escalabilidade, flexibilidade no processo de projeto e, principalmente, redução de custos e de volume dos pacotes de componentes.
Desenvolvido especialmente para aplicações híbridas, o eMotor SW130 apresenta um estator com diâmetro de 130 mm e comprimento de pilha de 65 mm. Essa configuração favorece a entrega de torque máximo, ao mesmo tempo que minimiza ruídos, vibrações e asperezas – aspectos essenciais para veículos utilitários e de carga que exigem robustez sem abrir mão do conforto e da eficiência.
Avanço estratégico no mercado de eletrificação
O novo contrato representa um passo estratégico para a BorgWarner no processo de consolidação de suas tecnologias de eletrificação em aplicações de grande escala e alto desempenho. Ao atender uma das principais fabricantes automotivas dos Estados Unidos, a companhia fortalece seu portfólio global de soluções para o futuro da mobilidade.
Sobre a BorgWarner
Com mais de 130 anos de história, a BorgWarner é uma referência mundial na transformação de produtos voltados para a mobilidade. Comprometida com a sustentabilidade, a empresa atua para construir um futuro mais limpo, saudável e seguro, contribuindo ativamente para a transição energética no setor automotivo.
Cinco estrelas em segurança não é mais previlêgio de Volvo. O Volkswagen Jetta renovado, que passou por facelift, também conquistou novamente a pontuação máxima de cinco estrelas no mais recente teste do Programa de Avaliação de Novos Veículos para a América Latina e o Caribe (Latin NCAP). O resultado foi divulgado nesta quinta-feira, 15 de maio de 2025.
Produzido no México e também conhecido como Vento em mercados como Argentina e Uruguai, o Jetta avaliado é a versão 2025, equipada com seis airbags, Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) de série e tecnologias ADAS (Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista) disponíveis como opcionais. O desempenho do sedã médio surpreendeu: foram 86,87% em proteção ao ocupante adulto, 89,75% ao ocupante infantil, 72,60% em proteção a pedestres e usuários vulneráveis das vias, e expressivos 91,06% em assistência de segurança.
Apesar de não apresentar mudanças estruturais em relação aos testes de impacto frontal, lateral e lateral de poste realizados em 2019, o Jetta passou por avaliações atualizadas que incluem proteção contra “whiplash” (lesões cervicais), sistemas AEB (frenagem autônoma de emergência) para cidade e estrada, reconhecimento de pedestres, detecção de ponto cego, controle de velocidade e outros dispositivos de assistência.
Durante os testes, o modelo demonstrou estrutura estável no impacto frontal, boa proteção geral para ocupantes adultos e proteção quase total para crianças. No impacto lateral, a porta dianteira se abriu — ponto de atenção — mas a segurança dos passageiros foi mantida. A proteção para a parte superior das pernas dos pedestres ainda é considerada passível de melhorias.
O sistema AEB se destacou com respostas robustas nos diversos cenários. Já os sistemas de assistência de faixa, oferecidos como opcionais, não atenderam aos critérios de desempenho e disponibilidade exigidos pelo protocolo Latin NCAP, não pontuando nesta avaliação.
O modelo testado, identificado pelo VIN 3VWSP6BU8SM000591, representa todos os Jetta produzidos com as mesmas especificações. O Latin NCAP reforça que a avaliação considera sempre a versão com menor nível de segurança passiva disponível e recomenda fortemente a compra das configurações com tecnologias ADAS de bom desempenho — que, no caso do Jetta, são oferecidas como padrão em algumas versões.
Para Alejandro Furas, Secretário Geral do Latin NCAP, o resultado reforça o compromisso da Volkswagen com a segurança veicular. “Esta classificação de cinco estrelas confirma o compromisso da Volkswagen em oferecer os mais altos níveis de segurança aos seus clientes a partir de sua versão padrão”, afirmou. “Esperamos que o fabricante mantenha esse padrão nos futuros lançamentos e que os governos adotem a rotulagem obrigatória com classificação por estrelas, ao menos nos modelos mais vendidos.”
O presidente do Conselho de Administração do Latin NCAP, Stephan Brodziak, também destacou a importância da conquista. “O resultado de cinco estrelas do Volkswagen Jetta mostra que é perfeitamente possível fabricar e comercializar veículos em nossa região que atendam aos padrões mínimos essenciais de segurança. Ainda assim, há espaço para melhorar, especialmente na proteção aos pedestres e usuários vulneráveis, que são parte significativa das vítimas no trânsito”, concluiu.
Com esse novo selo de excelência, o Jetta 2025 reafirma sua posição como uma escolha segura para o consumidor latino-americano, num momento em que as exigências por segurança e tecnologia crescem de forma acelerada no mercado automotivo da região.
Nesta sexta-feira, 16 de maio de 2025, a Rodoviária Governador Israel Pinheiro (Tergip), em Belo Horizonte, marcará um momento histórico com a inauguração da primeira sala VIP em um terminal rodoviário no Brasil — até então, as salas Vips existentes são restritas as empresas que oferecem o transporte rodoviário.
Localizada no mezanino do terminal, o espaço de 500 m² oferecerá áreas de alimentação e descanso, elevando o padrão de conforto para os passageiros. A iniciativa, promovida pela concessionária Terminais BH, visa atender à crescente demanda por serviços de qualidade no transporte rodoviário. A diretora executiva da empresa, Vanessa Costa, destacou que a sala VIP proporcionará um ambiente climatizado, com wi-fi e tomadas, atendendo às necessidades de passageiros que buscam maior comodidade durante suas viagens.
Embora detalhes sobre a empresa responsável pela operação e os critérios de acesso ainda não tenham sido divulgados, a expectativa é que a novidade represente um avanço significativo na experiência dos usuários do terminal, que movimenta cerca de 20 mil passageiros diariamente.
A inauguração da sala VIP na Rodoviária de Belo Horizonte reflete uma tendência de modernização e aprimoramento dos serviços oferecidos nos terminais rodoviários brasileiros, alinhando-se às práticas já comuns em aeroportos e elevando o padrão de atendimento aos passageiros.
Com essa iniciativa pioneira, Belo Horizonte reafirma seu compromisso com a inovação e o bem-estar dos viajantes, consolidando-se como referência em infraestrutura e serviços de transporte no país.
Quanto custa para acessar a Sala Vip BH?
O espaço oferece três modalidades de serviço:
Espaço Sala VIP — Por R$ 49,90, o cliente tem acesso por até 3 horas a um lounge com sofás, poltronas, Wi-Fi, ar-condicionado, banheiros, buffet de snacks e bebidas não alcoólicas à vontade.
Espaço Sala VIP + Banho — Por R$ 89,90, além dos benefícios do lounge, o cliente pode utilizar os banheiros privativos com chuveiro quente, utensílios para banho e mais privacidade.
Serviço de quarto individual
Quartos individuais — Por R$ 99,90 (duas primeiras horas), é possível descansar em quartos completos com cama, TV, ar-condicionado, bancada de trabalho e banheiro com chuveiro. Cada hora adicional custa R$ 30,00.
Para quem busca o máximo de conforto, há também o Pacote Full. São R$ 159,90 para ter 6 horas de acesso total a todos os serviços: lounge, quarto individual e ducha. O atendimento é feito no local, sem necessidade de agendamento prévio.
Comparação com Sala Vip no Aeroporto de Confins
O acesso às salas VIP do Aeroporto de Confins varia conforme o lounge escolhido e a duração da estadia. No Ambaar Lounge Internacional, por exemplo, os preços são:
Até 4 horas: R$ 230,00
Até 6 horas: R$ 350,00
Hora extra: R$ 50,00
As salas VIP do Aeroporto de Confins oferecem uma experiência mais confortável e exclusiva para os passageiros. Os serviços podem variar de acordo com o lounge, mas geralmente incluem:
– Área de descanso (não isolada)
– Fraldário para quem viaja com crianças
– Bar com serviço de barman
– Bebidas variadas, incluindo chás e café
– Comida e finger food
– Conteúdo digital para entretenimento
– Business center, com computador e impressora
Quando o desafio é garantir a integridade de produtos sensíveis à variação de temperatura durante o transporte, cada detalhe técnico conta. Pensando nisso, a Noma apresenta ao mercado o novo Tanque Isotérmico da Geração Titanium, um implemento que eleva o padrão de qualidade, eficiência e segurança no transporte de cargas líquidas alimentícias e farmacêuticas.
Projetado com foco em desempenho térmico, robustez estrutural e facilidade operacional, o novo tanque combina engenharia de ponta com materiais de alta performance. Resultado: maior preservação da temperatura da carga, menor custo ao longo do ciclo de vida e máxima confiabilidade em todas as etapas da cadeia logística.
Alta tecnologia para o transporte mais exigente
O tanque é construído com aço inox, com revestimento externo também em inox e conta com isolamento em lã de rocha, proporcionando conservação térmica superior — característica essencial para alimentos e líquidos sensíveis. A estrutura única de compartimento e o sistema de descarga com tubulação em aço inox, acionamento pneumático ou manual, e vedações assépticas completam o conjunto de soluções voltadas à segurança alimentar.
Outro destaque é o acabamento interno polido, inclusive nas soldas, que evita o acúmulo de resíduos e facilita a higienização. Esse cuidado é indispensável para atender às normas sanitárias mais rigorosas do setor.
DNA Titanium: durabilidade reconhecida
O Tanque Isotérmico da Geração Titanium traz a mesma robustez e confiabilidade que consagraram a linha no mercado. O design moderno e funcional reflete o compromisso da Noma em entregar produtos com alta durabilidade, baixo custo de manutenção e elevado valor de revenda — uma vantagem competitiva tanto na operação diária quanto na renovação de frota.
Agilidade, segurança e economia na operação
Do carregamento ao descarregamento, tudo foi pensado para otimizar o tempo de operação e reduzir paradas. A escada de acesso ao tanque, a proteção da boca de visita com isolamento térmico e o sistema de aquecimento externo por serpentina são alguns dos opcionais que garantem praticidade e performance mesmo em ambientes de alta demanda.
A proposta da Noma com o Tanque Isotérmico Geração Titanium vai além da inovação técnica. Trata-se de uma solução logística completa para empresas que transportam produtos perecíveis e não podem correr riscos com variações de temperatura, contaminações ou perdas operacionais.
Com esse novo modelo, a Geração Titanium reforça seu compromisso com a excelência, oferecendo um equipamento que alia alto desempenho, versatilidade operacional e retorno sobre investimento.
Para períodos de curto prazo, de 12 meses a 24 meses — talvez até 36 meses — a locação de picapes pode ser uma ótima opção, principalmente, para frotas corporativas que fazem constantes renovações. E agora a lista de opções ganha mais um novo modelo, a Ford Ranger Black. Neste especial, também apresentamos as opções das concorrentes Volkswagen, Toyota, Fiat, Mitsubishi, Chevrolet e Renault.
Ford Go amplia opções e inclui a desejada Ranger Black
A Ford acaba de anunciar uma nova opção no seu portfólio de assinatura: a elegante e potente Ranger Black, que chega ao Ford Go com preços a partir de R$ 5.427/mês, no plano de 36 meses com 1.000 km mensais. Há também opções com 12 ou 24 meses e limites de até 5.000 km/mês.
O modelo é indicado para quem deseja dirigir uma picape premium sem investimento inicial e sem preocupações com burocracias ou negociação de usado. Além da Black, o Ford Go oferece outras versões de locação de picapes Ranger, como XLS 2.0, XLT 3.0 V6, Limited e Limited+, além da linha Transit nas versões Minibus, Furgão e Chassi.
“A Ranger Black era um modelo esperado pelos clientes do Ford Go e o nosso plano é continuar ampliando a oferta do portfólio”, afirma Victor Coelho, supervisor de Mobilidade e Novos Negócios da Ford. “Em breve, vamos oferecer também a possibilidade de o cliente personalizar a sua Ranger com acessórios, como protetor de caçamba, capota marítima, santantônio, estribos, rack de teto e outros itens”.
Sem informar números, Coelho disse que o Ford Go quadruplicou o volume de assinaturas em 2024. Atualmente, 100% da rede Ford está apta a oferecer o serviço, com demanda concentrada nas capitais e perfis variados, do uso comercial ao pessoal.
Estilo e performance
Com carroceria em tom grafite, faróis full-LED e interior escurecido com bancos parcialmente em couro, a Ranger Black entrega sofisticação e robustez. Destaque para o painel digital de 8”, multimídia SYNC 4 com tela de 10”, Android Auto e Apple CarPlay sem fio, sete airbags, câmera de ré, sensor de estacionamento, carregador por indução e piloto automático.
Sob o capô, o motor 2.0 turbodiesel com câmbio automático de seis marchas e tração 4×2 garante excelente dirigibilidade. A picape tem ainda controle de estabilidade, assistente de partida em rampa, quatro modos de condução e a maior capacidade de imersão da categoria (800 mm).
Toyota Hilux pelo Kinto
A Toyota oferece sua icônica Hilux Cabine Dupla Diesel através do serviço Kinto, com planos a partir de R$ 8.502,06/mês (24 meses, 800 km). Ideal para quem busca robustez com a tradição da marca japonesa.
A versátil Toro Turbo Flex está disponível a partir de R$ 3.199/mês (36 meses, 1.000 km), sendo uma opção urbana com capacidade off-road leve.
Chevrolet S10 via Localiza Meoo
A robusta S10 2.8 LS Cabine Simples 4WD pode ser assinada a partir de R$ 4.719/mês.
Renault Oroch via Renault On Demand
Por fim, a Renault Oroch 1.6 Intense pode ser assinada a partir de R$ 3.109/mês.
Uma tendência em expansão
Os serviços de locação de picapes estão cada vez mais populares entre quem busca conveniência, previsibilidade de custos e acesso a modelos atualizados. Com planos variados e abrangência nacional, esse novo jeito de dirigir deve ganhar ainda mais força nos próximos anos.