Mercedes-Benz eSprinter 100% elétrica é lançada nas versões furgão e chassi

eSprinter
As versões da nova eSprinter e o detalhe do logo que funciona como tampa da entrada de energia elétrica

As empresas de transporte urbano que buscam a descarbonização de suas frotas passam a conta com mais uma marca no mercado de veículos comerciais leves elétricos. A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil lança a van elétrica eSprinter. As vendas já começam neste mês. Importada da Alemanha, a eSprinter será disponibilizada, inicialmente, nos modelos Truck, Furgão e Furgão Vidrado, com PBT de 3,5 e 4,25 toneladas.  

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“O lançamento da Sprinter elétrica no Brasil representa um marco muito importante para a marca, pois reforça o nosso compromisso com a sustentabilidade e a inovação no país. Este é um passo fundamental para atender à crescente demanda por soluções de transporte mais eficientes e ecológicas, alinhadas com as necessidades de um mercado que está cada vez mais consciente da importância da redução de emissões e de operações eficientes. Com a chegada da eSprinter, além de ampliarmos ainda mais a nossa oferta de veículos, oferecemos uma alternativa sustentável para os nossos clientes e colaboramos para um futuro com menos emissões”, afirma Ronald Koning, Presidente e CEO da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil.  

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Parceria com a WEG 

Da mesma forma como ocorreu na Europa, a Mercedes-Benz comercializa a eSprinter com a solução, opcional, de carregamento, tendo em vista que há frotistas que já possuem a infraestrutura para isso. Para isso, ela fez uma parceria com a WEG, empresa multinacional brasileira fabricante de equipamentos elétricos e eletrônicos com um portfólio amplo de soluções para recarga veicular.   

Como todas as vans elétricas do mesmo porte, a nova eSprinter é capaz de carregar tanto com corrente alternada (AC) quanto com corrente contínua (DC). A linha conta com duas opções de bateria (81 kWh e 113 kWh).  

O carregador a bordo, que converte a corrente no veículo quando a recarga é feita com corrente alternada, como em uma wallbox, tem uma potência máxima de 11 kW. Para minimizar o tempo de recarga para os clientes, o veículo pode ser carregado com até 50 kW em estações de carregamento rápido.  

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Tempo de recarga e autonomia 

A recarga rápida de 10 a 80% da capacidade leva cerca de 93 minutos para a bateria de 113 kWh. Equipada com a maior bateria disponível no mercado, a autonomia é de até 478 quilômetros, com base na metodologia de testes europeia WLTP (Worldwide Harmonised Light Vehicles Test Procedure). Pela norma do INMETRO, a autonomia considerada é 30% menor em razões das condições geográficas brasileiras, portanto, 334 km.  

eSprinter
Painel e quadro de instrumentos ampliado à esquerda. Na parte de cima à direita, temos as baterias e, embaixo, o motor elétrico de 150 kW

A tecnologia de lítio-ferro-fosfato (LFP) elimina o uso de cobalto ou níquel, sendo ideal para veículos comerciais leves devido à sua alta durabilidade. Com capacidade de carga de até 14 metros cúbicos e peso bruto total permitido de até 4,25 toneladas, a eSprinter com tração traseira promete ser versátil quanto sua versão com motor à combustão.  

Trem de força elétrico 

O motor síncrono de ímã permanente (PSM), que pesa cerca de 130 kg, é caracterizado por alta eficiência e gestão térmica otimizada. O motor está disponível com a potência de 150 kW (201 cv) máxima e entrega um torque de até 400 Nm. O modelo conta com duas opções de comprimentos (5.392mm e 6.697mm), peso bruto máximo (até 4,25 toneladas) e capacidade para rebocar até 1,5 toneladas. 

O modelo traz diversos equipamentos já conhecidos nas versões a diesel, como o multimídia Mercedes-Benz User Experience (MBUX), o Assistente Ativo de Frenagem (ABA), Alerta de Ponto Cego e o Alerta de Fadiga.  

São três modos de condução diferentes permitem personalizar o desempenho e o consumo de energia da eSprinter. O modo “Comfort” oferece toda a potência e torque disponíveis, enquanto o modo “Economic” limita a potência do motor para maior eficiência e o modo “Maximum Range” reduz ainda mais a potência do motor, limitando o uso de funcionalidades como o controle de clima para otimizar ao máximo a autonomia. 

A frenagem regenerativa, que converte a energia cinética em energia elétrica, também contribui para maximizar a autonomia. Existem quatro níveis manuais de recuperação selecionáveis (D-, D, D+, D++), controlando a incidência do modo gerador por parte do eixo propulsor. Tal ativação faz com que a inércia do veículo carregue as baterias, aumentando a autonomia e reduzindo consideravelmente o uso dos freios nos níveis mais intensos. 

Serviços e garantia 

O pacote de serviços já incluso no preço do veículo (Service Care Integrado) cobre os custos de manutenção de acordo com o manual de serviços e as especificações do fabricante para os primeiros quatro serviços dentro dos primeiros quatro anos ou até um máximo de 160 mil km considerando que cada intervalo tem 40 mil km. Com o certificado de bateria, a Mercedes-Benz AG garante, por um período total de 8 anos a partir da entrega ou do registro inicial, ou até 160 mil km, que a capacidade restante máxima das baterias de alta voltagem não será inferior a 70% da capacidade inicial. Além disso, os veículos saem de fábrica com dois anos de garantia. 

Os locais de produção do novo eSprinter são as fábricas da Mercedes-Benz Vans em North Charleston, SC/USA, além de Düsseldorf e Ludwigsfelde, na Alemanha. As versões que chegam ao Brasil vêm das fábricas alemãs.   

A Mercedes-Benz eSprinter está disponível no mercado brasileiro nas versões Truck, Furgão e Furgão Vidrado de 3.5 e 4,25 toneladas com preço público sugerido a partir de R$ 482.900,00.  

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Renovação de frota de ônibus da Grande BH chega a 550 Volksbus Euro 6

Volksbus
Volksbus 22.260 S passa a integrar a frota do transporte público da RMBH

Além dos 480 ônibus que estão sendo entregues pela Mercedes-Benz para a renovação de frota do transporte público da Região Metropolitana de Belo Horizonte, a Volkswagen Caminhões e Ônibus entregou o primeiro lote com 50 veículos de um volume total de 180 unidades. Os modelos vão complementar os mais de 500 novos Volksbus Euro 6 que já rodam na capital mineira e cidades adjacentes. A novidade é que agora a população vai passar a contar com o superônibus Volksbus 22.260 S. 

“Nossos ônibus já iniciam operação imediata, pronto para proporcionar um transporte melhor à sociedade. Temos uma frota de aproximadamente 500 ônibus Volksbus de Euro 6 em operação na capital mineira, que percorrem aproximadamente 2.500.000 km ao mês com excelente disponibilidade, atendendo com excelência à população mineira. Essa nova entrega, com novos modelos, comprova a confiabilidade da nova família Volksbus”, afirma Jorge Carrer, diretor de Vendas de Ônibus da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

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O lote entregue inclui unidades do Volksbus 15.210, do Volksbus 17.230 e do Volksbus 17.260 S, além do superônibus Volksbus 22.260 S. Todos estão adaptados para as características geográficas da região e as particularidades da operação. A aquisição dos 180 novos ônibus foi realizada por diversas empresas da região e cada unidade vai rodar entre 5 e 6 mil quilômetros por mês, movimentando uma ampla demanda de passageiros diariamente. 

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O superônibus 

O 22.260 S tem a maior capacidade técnica do seu segmento urbano com 15 metros no mercado brasileiro. Ele pode transportar até 115 passageiros, com encarroçamentos que podem chegar a 15 metros. Equipado com motor MAN D08 calibrado com uma faixa de torque máximo, o veículo proporciona a performance adequada para a operação. Com uma economia de combustível que pode atingir 8% com a nova configuração do trem de força. Um dos grandes trunfos do modelo é o posicionamento do terceiro eixo na dianteira, o que permite que o chassi alcance a capacidade de carga de 22 toneladas e, ao mesmo tempo, possibilite as mais diversas configurações, de acordo com a necessidade da operação, entregando mais eficiência para aplicação. 

“Quando fechamos uma negociação, nos preocupamos com todos os detalhes, desde a melhor indicação para a operação, passando pela entrega técnica para orientação, treinamentos, acompanhamento na aplicação, revisões e manutenção de rotina. Além disso, preparamos também a nossa rede e, neste caso, por exemplo, temos dois concessionários amplamente estruturados para apoiar os nossos clientes com esses Volksbus. Nosso compromisso é sempre proporcionar maior comodidade e eficiência, com um excelente custo operacional”, destaca Jorge Carrer. 

Força tarefa conjunta 

A renovação de frota na RMBH começou a partir de um acordo entre o Governo de Minas Gerais, Ministério Público de Minas Gerais, intermediação da Secretária de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, da Controladoria-Geral do Estado e Tribunal de Contas de Minas Gerais. O acordo também contou com a participação ativa do Sintram (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano). Quantos órgãos públicos envolvidos para renovar a frota de ônibus da RMBH. 

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Iveco vai completar 50 anos com uma das histórias mais interessantes da indústria

50 anos
Presente e passado

A fábrica argentina da Iveco completa 55 anos e marca Iveco vai celebrar 50 anos.  Pesquisar e contar história de empresas nos trazem muitos insights interessantes. Em 2017, eu escrevi a história mundial e local das principais marcas de caminhões presentes no Brasil. De todas as histórias que escrevi, a sobre a Iveco foi a mais interessante. Agora, com este gancho dos 55 anos da fábrica de Córdoba é uma oportunidade de unir esse fato com a história da origem da marca, uma fusão de cinco marcas europeus.

A Iveco Veículos Industriais Corporation nasceu no dia 1º de janeiro de 1975 a partir da fusão de cinco marcas de diferentes nacionalidades e culturas: Fiat Veículos Comerciais (de Turim, Itália), Om (Brescia, Itália), Lancia Veículos Especiais (Bolzano, Itália), Unic (Trappes, França) e Magirus-Deutz (Ulm, Alemanha). 

O mais curioso da fusão foi a gestão de culturas tão diferentes, cada uma com o seu próprio idioma. Qual seria o idioma padrão da Iveco? Muitos podem imaginar o italiano, mas não. Foi escolhido o inglês por ser um idioma neutro e mais fácil de prender. Um batalhão de professores de inglês foram contratos para ensinar os executivos e outro batalhão de tradutores para unificar toda a documentação em inglês.  

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Fábrica de Córdoba nasceu antes da Iveco

Portanto, a fábrica da Argentina, fundada em 1969, é anterior a formação da Iveco. Foi como Fiat. “Esses 55 anos são uma prova de que a capacidade de adaptação e inovação fazem parte do DNA da marca desde seus primórdios. Mais do que uma celebração, este aniversário nos impulsiona a olhar para o futuro com responsabilidade e ambição e, principalmente, a continuar trabalhando com foco em nossos clientes. A Argentina é fundamental em nossa estratégia regional, e estamos decididos a seguir desenvolvendo soluções de transporte superiores. Queremos liderar a transição para uma mobilidade cada vez mais limpa e eficiente”, afirma Marcio Querichelli, presidente da Iveco para a América Latina. 

A formação do nome Iveco 

O nome Iveco vem das letras (I) Industrial (ve) Vehicle (co) Corporation. A soma da experiência de todas essas marcas é superior a 150 anos. Já no início de sua existência, a Iveco contava com um portfólio de 200 modelos base e 600 versões, considerando veículos leves de 3,5 toneladas de PBT até pesados. Nesse início também, a empresa começou a sua expansão internacional, entrando nos mercados de Estados Unidos, norte da África — inclusive com joint venture com a Libyam Trucks (na Líbia) e Nacional Manufacturers (na Nigéria) —, Oriente Médio e União Soviética. 

O primeiro projeto nascido após a união das cinco marcas foi o da linha de comerciais leves Daily. Lançado em 1978, foi considerado o primeiro originalmente Iveco que já nasceu com quatro modelos básicos e sete versões, com um total de 40 combinações. Nos primeiros cincos anos, a logomarca que identificava os veículos era a letra “I”. No início da década 1980 ela foi substituída pela logomarca “Iveco”. 

50 anos
Fábrica de Córdoba, do Guarani em Sete Lagos e modelos históricos

Primeiro motor turbo 

Além da fabricação de caminhões (Iveco e Astra), a Iveco criou outras divisões: motores diesel (FPT Industrial), ônibus (Iveco Bus e Heuliez), veículos de combate a incêndio (a Magirus foi vendida recentemente) e veículos militares (IDV). 

 Da divisão de motores nasceu o primeiro motor turbo diesel para veículos comerciais em 1980, o TurboDaily. Em 1984 nasce a linha para modelos pesados, a TurboStar. Apenas um ano depois, a engenharia da empresa criou o primeiro motor diesel superleve com injeção direta e, em 1989, o primeiro motor diesel com EGR (sistema para a redução das emissões de poluentes), tecnologia que só veio a fazer parte dos caminhões brasileiros após a introdução da legislação ambiental Proconve P7, em 2012. 

A partir de 1985, a Iveco continua a fazer acordos com outras marcas para desembarcar em outros países. Na própria Itália se juntou com a Astra (hoje pertencente ao grupo e especializada em caminhões para construção e mineração). Nessa mesma década a Astra passa a pertencer ao grupo Iveco. A conquista da Inglaterra foi por meio de um acordo com a Ford, quando, em 1986, nasceu a Iveco Ford Truck Ltda. O Cargo era um caminhão produzido pela Iveco que, após a joint venture, virou Ford Cargo. 

Já na década 1990, a Iveco faz uma reformulação da forma de construir caminhões e cria a gama Euro: Eurocargo, Eurotech, Trakker e Eurostar. A família Daily já havia sido reformulada em 1989, com novo design e novas tecnologias, sendo o primeiro em sua categoria com motor turbo diesel com injeção direta e dispositivo EGR. 

Truck of the Year

O resultado da renovação da linha não passou despercebido pelo mercado, que contemplou o Eurocargo, em 1992, e o Eurotech, em 1993, com o mais prestigiado prêmio “Truck of the Year”, concedido pela primeira vez para um mesmo fabricante durante dois anos consecutivos. Posteriormente, a Iveco voltou a ganhar o mesmo reconhecimento, em 2013 para o Stralis e em 2000 e 2015 com a variante “International Van of the Year” para, respectivamente, o Daily City Truck e o New Daily. 

A partir de 1990, a Iveco parte para novas aquisições e alianças. Em setembro de 1990, a empresa adquire 60% do controle da Enasa, que desde 1947 produz os caminhões Pegaso. Assim, depois de Itália, França, Alemanha e Inglaterra, a Espanha passa a ser o quinto mercado doméstico da Iveco. 

Um ano depois, adquire, na Inglaterra, a Seddon Atkinson, especializada em veículos especiais para construção civil e coleta de resíduos. Também em 1991, no dia 17 de agosto, é inaugurada a primeira linha de montagem do Daily, nas instalações da Nanjing Motor Corporation, na China. Essa parceria, em 1995, vira uma joint venture com a criação da Naveco, além de outras Join venture no mercado chinês. A entrada na Austrália foi em 1992 com a compra do principal fabricante de caminhões de lá. 

Primeiro motor com common-rail

A segunda metade da década 1990 foi muito importante para a área de motores, com o lançamento do Cursor 8 (em 1998) e Cursor 10 (1998), este sendo o primeiro motor diesel com turbina de geometria variável e com common-rail para veículos. A tecnologia common-rail, posteriormente, foi vendida para a Bosch. Já no novo milênio, toda a gama de produtos Iveco passa por outra renovação e a empresa toma a forma que mantém até os dias atuais, com uma nova atualização em 2007 e outra em 2012, com o lançamento do Iveco Stralis Hi-Way. A família Stralis já existia desde o início desse milênio. 

Depois, o grupo Fiat foi dividido em dois grandes grupos: Fiat Chrysler Automobiles, com todas as empresas ligadas à área de veículos de passeio) e a CNH Industrial, com todas as empresas ligada à área de veículos comerciais (tratores, máquinas agrícolas, motores diesel de aplicação comercial, caminhões, vans, furgões e ônibus). As marcas do Grupo Iveco, então, ficam: Iveco (caminhões e ônibus), Iveco Bus (ônibus), Iveco Veículos de Defesa, Astra (caminhões de construção e mineração) e Magirus (veículos de combate a incêndio), tudo sob o chapéu da CNH Industrial. 

Iveco América Latina 

A história da fabricante italiana na América Latina começou na Argentina, praticamente com a mesma idade europeia. A empresa possui unidades industriais em Córdoba (Argentina), Sete Lagoas (Brasil) e na Venezuela. 

No Brasil, a empresa começou suas atividades em 1997 com o lançamento da pedra fundamental no terreno onde foi construído o complexo industrial em Sete Lagoas (MG), com inauguração ocorrida em novembro de 2000. Das marcas que chegaram ao país de duas décadas para cá, é a Iveco que tem realizado os maiores investimentos em infraestrutura de fábrica e produtos. 

Em junho de 2008, a empresa inaugurou o seu centro de desenvolvimento de produto, em 2010 um moderno centro de distribuição de peças em Sorocaba (SP), em 2013 uma unidade industrial da Iveco Veículos de Defesa, em Sete Lagoas (MG). 

A sua linha de caminhões é uma das mais completas do mercado, a partir de 3,5 toneladas de PBT até os pesados das famílias Stralis e Trakker, sendo, no Brasil, comparável à fabricantes também com linhas completas como Mercedes-Benz e Volkswagen Caminhões.  

Na cidade de Turim, norte da Itália, e local de nascimento da Fiat, foi criada uma vila na qual os visitantes podem conhecer tudo que a divisão de veículos comerciais produz pelas marcas Iveco, New Holland e FPT. Há pouco tempo Fiat Industrial, depois CNH Industrial, o local tem um espaço reservado para alguns modelos antigos da coleção do grupo. Com exceção da imagem do blindado Guarani, todas as fotos que estão nesta reportagem foram feitas pelo jornalista Marcos Villela nesse espaço, que também funciona com uma concessionária para venda e assistência técnica. 

O spin-off da Iveco e CNH Industrial  

O processo que se iniciou em 2021 e foi finalizado em janeiro de 2022. Em dezembro de 2021, os acionistas da CNH Industrial aprovaram a proposta de separação da Iveco Group. Em janeiro de 2022, a separação foi oficializada, com a Iveco Group tornando-se uma empresa independente e listada na bolsa de valores. 

O que significa esse spin-off? 

Basicamente, a CNH Industrial, que antes abrangia tanto a área agrícola (Case IH e New Holland) quanto a de veículos comerciais (Iveco), decidiu se separar em duas empresas distintas: 

CNH: Focada em equipamentos agrícolas e de construção. 

Iveco Group: Concentrada em veículos comerciais, como caminhões e ônibus. 

Por que esse spin-off aconteceu? 

A principal razão para essa separação foi a crença de que cada uma dessas áreas de negócio teria um melhor desempenho como empresas independentes. Ao se concentrarem em seus respectivos mercados, ambas as empresas poderiam alocar recursos de forma mais eficiente, desenvolver estratégias mais específicas e, consequentemente, gerar maior valor para seus acionistas. 

Hoje, o Iveco Group conta com produtos muito mais modernos e conectados, com as linhas S-Way, Tector e Daily, entre outros, estando muito mais competitiva em segmento que todos os concorrentes são tecnologicamente avançados.  

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JAC começa a vender a picape Hunter a diesel com maior capacidade da categoria

picape Hunter
Modelo chega com capacidade de 1.400 kg de carga e muita tecnologia embarcada

A JAC Motors do Brasil apostou em veículos elétricos nos últimos anos e, inclusive, liderando as vendas acumuladas de caminhões leves. A saber, com o iEV1200T, com mais de 1.500 unidades emplacadas desde 2019. Além de contar com uma linha de comerciais elétricos com outros 10 modelos. Agora, a empresa começa a vender a picape Hunter, com motor a combustão a diesel, por R$ 239,9 mil em lote promocional de 1.000 unidades, bem menos do que os R$ 289,9 mil anunciados na pré-venda. Esgotado o lote, o preço segue em R$ 259,9 mil. Aliás, a marca já comercializa no Brasil a iEV 330P, uma picape elétrica lançada há mais de três anos. Com capacidade de carga de 800 kg e autonomia estimada em 320 km. 

Afinal, o segmento de picapes médias é altamente competitivo no Brasil, com 247.569 unidades emplacadas até novembro de 2024. A Toyota Hilux lidera com 45.449 vendas, seguida por Ford Ranger e Chevrolet S10.

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A mudança de rota ocorre em um dos segmentos mais dinâmicos e em crescimento recente no mercado brasileiro: o de picapes médias, antes consideradas grandes, mas que atualmente se destacam pela capacidade de carga em torno de 1 tonelada. Impulsionada tanto pelas vendas limitadas de seus modelos elétricos quanto pelo vigoroso crescimento desse setor. Assim, a JAC Motors iniciou na última semana a pré-venda da picape Hunter, por R$ 289,9 mil. 

Importada da China, a Hunter chega ao Brasil na versão Heavy Duty, equipada com motor 2.0 turbodiesel, capaz de gerar 191 cv de potência e 459 Nm de torque. O modelo conta então com transmissão automática de 8 marchas da ZF e tração 4×4. As entregas estão previstas para outubro. 

Com 5,33 metros de comprimento e um entre-eixos de 3,11 metros, a Hunter chega com um diferencial importante: a sua capacidade de carga de até 1.400 kg é a maior da categoria. 

Visualmente, a dianteira conta com uma grade robusta em plástico preto, estribos e para-choques também em preto, além de faróis em LED. Além disso, o interior é equipado com quadro de instrumentos digital, uma central multimídia de 13 polegadas em formato vertical e revestimentos em couro nas portas, no painel e nos bancos, que contam com ajuste elétrico. O modelo ainda inclui teto solar. 

A JAC informa que promoveu várias adequações na Hunter para o mercado brasileiro e que o modelo chega com o melhor custo/benefício da categoria, além de 8 anos de garantia total sem limite de quilometragem no caso de uso particular, e 250 mil km rodados, para utilização comercial.

Confira a ficha técnica completa:

picape Hunter
Fonte: site da JAC Motors do Brasil

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Após desistência da Mercedes-Benz Cars em Iracemápolis, GWM busca fornecedores locais

GWM
Fábrica no interior de São Paulo; o primeiro modelo a ser produzido no Brasil; e reunião no Sindipeças para desenvolver fornecedores locais

A princípio, a Great Wall Motors (GWM) começou a produzir caminhões na China em 1984. A produção de automóveis somente começou em 1993. Por décadas, o foco foi a produção de caminhões. A oportunidade de ter uma fábrica no Brasil foi o acerto estratégico da Mercedes-Benz Cars & Vans em vender a fábrica de Iracemápolis (SP). Até então, em Iracemápolis eram produzidos os modelos Classe C e GLA.  Devido a burocracia estatal e a complexidade da carga tributária, ficou mais barato importar carros da Alemanha. 

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Por problemas igualmente burocráticos e a complexidade tributária, a GWM também passa a importar os carros da china em vez de produzi-los no Brasil. A política tributária brasileira favorece a criação de empregos na China em vez do Brasi. No entanto, a GWM deu um passo importante para o início da produção no Brasil, ao iniciar o processo de habilitação de fornecedores para a nacionalização de peças em sua nova fábrica em Iracemápolis (SP). O anúncio foi feito durante uma apresentação no Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores).  

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Caminhões nos planos

Além disso, a montadora revelou a inclusão de mais dois modelos na linha de produção – um SUV e uma picape -, com o objetivo de fortalecer ainda mais seu portfólio no país, que já inclui a previsão de fabricação da linha Haval H6. Os caminhões também estão nos planos da fabricante chinesa. 

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A montadora também anunciou a nomeação de Marcio Alfonso como o novo Diretor de Produção, cargo que acumulará com a responsabilidade pelas áreas de Engenharia e PDI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação). Com vasta experiência na indústria automotiva, Marcio assume a posição com o compromisso de assegurar a excelência operacional, o início da produção e a entrega de veículos que atendam aos mais elevados padrões de qualidade. 

Sindipeças

“Hoje, estamos dando mais um passo importante para fortalecer nossa operação no Brasil. A apresentação no Sindipeças foi uma oportunidade única de envolver nossos futuros fornecedores e parceiros, alinhando expectativas e reforçando o compromisso da GWM com o desenvolvimento local. Estamos muito felizes com o crescimento da GWM no Brasil e com o fortalecimento de nossa fábrica em Iracemápolis. Os novos modelos que estamos trazendo para a linha de produção no Brasil é prova do nosso compromisso com a inovação, qualidade e eficiência”, afirmou o Diretor de Produção. 

O chamado “Programa de Localização” terá diversas fases, como contratos de confidencialidade, workshop para identificação de peças para localização, capabilidade técnica e a fase comercial, na qual será firmado o contrato e a nomeação do fornecedor.  Como parte de seu compromisso com a nacionalização, a GWM já desenvolveu uma lista de mais de 100 componentes para serem produzidos localmente. Assim sendo, o objetivo é alcançar um índice de nacionalização superior a 60%, o que permitirá à montadora exportar seus veículos para a América Latina.   

Parceria

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Últimas vagas

A produção na nova fábrica de Iracemápolis está programada para o primeiro semestre de 2025 com o SUV híbrido Haval H6, inicialmente em regime de pré-produção, para testar e ajustar os novos equipamentos da linha de montagem e verificar os processos de manufatura e de controle de qualidade. Já no início do segundo semestre, começa a produção em série. Com a modernização e ampliação da capacidade instalada, a fábrica da GWM poderá atingir 50 mil unidades dentro de três anos. A previsão da marca para 2025 é de cerca de 10 mil veículos e mais de 40 mil em 2026 com dois turnos em operação e três produtos em linha. 

A GWM Brasil iniciou contratações para sua fábrica, focando na seleção de líderes para assim, darem início a criação de processos produtivos e treinamento. Até 2025, planeja criar 700 empregos, com 100 contratações ainda este ano.

O início da produção faz parte da primeira fase do projeto de investimentos da GWM no mercado brasileiro, que totaliza R$ 10 bilhões até 2032. Apenas nessa primeira fase, que vai até 2026, o aporte será de R$ 4 bilhões. 

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Depois dos 50 Iveco, Buzin Transportes anuncia a aquisição de 220 DAF XF 530

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Os caminhões foram comprados por meio da Concessionária DAF Eldorado

Transportadoras com clientes focados em ESG e descarbonização do transporte precisam de caminhões com novas tecnologias. O modelo Euro 6, por exemplo, já apresenta uma redução de emissões bastante significativa em relação ao Euro 5 e sem os custos e problemas operacionais das tecnologias com infraestrutura ainda começando. Atualmente a plataforma Frota News tem acompanhado as novidades da Buzin Transportes. Recentemente, noticiamos a compra de 50 caminhões Iveco S-Way e, agora, temos a notícia de mais 220 novos caminhões DAF XF 530. Com está aquisição, a Buzin passa a ter a maior frota de caminhões DAF no Brasil. 

Importante explicar que a renovação de frota por caminhões Euro 6 também é descarbonização do transporte. Segundo o Ibama, o Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve P8, equivalente ao Euro 6) garante 80% de redução nas emissões de Óxido de Nitrogênio (NOx) e 50% de redução nas emissões de Material Particulado (MP) em relação aos motores Proconve P7 (Euro 5).  Além disso, o Euro 6 demanda novos testes comprobatórios e fiscalizações mais rígidas para as fabricantes, como maior quilometragem para durabilidade do sistema (700.000 km ou 7 anos); testar o motor em uso real e repetir teste a cada dois anos; limite de ruído de 78-80 db; além de todos os motores passarem a utilizar o Arla 32. 

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Vantagem de ser multimarca 

Uma vez que o padrão tecnológico dos caminhões pesado premium é bastante elevado, a negociação passa muito pelos critérios de preço, atendimento, serviço de pós-venda e taxa de financiamento. Por isso, os grandes frotistas são multimarcas, como é o caso da Buzin Transportes. Essa estratégia aumenta o conhecimento sobre o desempenho dos modelos, ou seja “a vida como ela é”, como também, a independência maior para negociação nas renovações de frotas e compras de serviços e peças.  

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Frota colorida para deixar as estradas menos monocromáticas

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Atualmente, Leonardo Busin, CEO da transportadora, explica que foram negociados 120 caminhões DAF XF 530 Super Space Cab que serão entregues ao longo de 2025, e 100 unidades foram compradas neste ano e com a entrega do último lote prevista para este mês. Essa programação garante maior segurança ao transportador em caso de um aquecimento da economia, como já ocorreu em anos anteriores. Qualquer percentual de aumento do PIB gera fila de espera na produção de caminhões pesados e aumento de preço. 

Desde 2013 

A Buzin Transportes é frotista da DAF desde início da produção em Ponta Grossa, no Paraná. É um indicativo do nível de satisfação da empresa pela marca DAF. Aliás, por diversas vezes, o crescimento da DAF no mercado brasileiro foi tema de reportagem no Brasil, pois, além de uma marca ainda nova no Brasil, ela registra 11 anos de crescimento contínuo, caso único na história do mercado de caminhões brasileiro.  

O novo lote é composto pelo modelo XF 530 em versão 6×4, que recebem motores Paccar MX-13 de 530 cavalos, com torque de 2.500 Nm, e a caixa de câmbio ZF TraXon automatizada de 12 velocidades, que garante mais conforto na condução e gera menos ruído, por ter um novo tipo de construção interna, que também garante maior robustez. Além disso, por ser uma caixa utilizada também pela Volkswagen Caminhões e Iveco, garante maior mercado de reposição de peças. 

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Para conforto dos motoristas, os novos caminhões contam com banco do motorista comfort Air com descanso de braço, cortinas blecaute e cama mais confortável, ar-condicionado digital, mesa retrátil e geladeira interna com 42 litros de capacidade. 

Edição especial DAF 

A Buzin Transportes também é uma colecionadora dos caminhões especiais da marca. Além de modelos que já fazem parte da frota nos últimos anos, a empresa receberá mais um DAF exclusivo. Na última Fenatran, a empresa adquiriu uma das unidades do DAF XF 530 6×4 Special Edition Fenatran 2024, um caminhão repleto de itens exclusivos, como pintura especial com adesivos pretos, marrons e dourados, além de logotipos estilizados, e peças que trazem ainda mais exclusividade, como spoiler dianteiro, defletores de ar, saia lateral e rodas de alumínio personalizadas, com detalhes em “Chrome Delete” e para-lamas pintados. 

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Leonardo Busin em frente ao DAF XF 530 6×4 Special Edition

Por dentro, o caminhão também recebeu detalhes muito singulares, como bancos de couro com design exclusivo , revestimentos com nuances em capitonê, acabamentos em marrom e black piano, além de cafeteira, porta-bagagens multifuncional, teto com iluminação estilo céu estrelado, central multimídia com Apple CarPlay e televisão. A nova série especial também será entregue para a empresa em 2025. 

Leonardo Busin – Uma vida dedicada aos transportes 

A dedicação de Leonardo Busin, diretor da Buzin Transportes, está intimamente ligada ao setor de transportes. Atuando na empresa desde muito jovem, o atual executivo passou por cada setor, conhecendo todos os processos que envolvem o transporte rodoviário de cargas. 

Leonardo utiliza sua visão ampliada do setor para aprimorar processos, garantindo eficiência, rentabilidade e superando desafios de um mercado altamente competitivo. Além disso, os embarcadores estão mais exigentes. 

Sobre a Buzin Transportes 

A Buzin Transportes foi fundada em 1967, e oferece serviços de transporte em diversos segmentos, como siderúrgico, alimentício, químico, máquinas, dentre outros. A empresa, sediada no Rio Grande do Sul, tem filiais em Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Alagoas. Atualmente, a idade média da frota da empresa é de três anos.

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White Martins e Fabet-SP oferecem nova oportunidade para mulheres com CNH E

White Martins
Conheça os requisitos e benefícios no formulário de inscrição

A White Martins, em parceria com a Fabet São Paulo, anunciou uma nova iniciativa voltada para mulheres habilitadas na categoria E da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), residentes nas regiões de Ribas do Rio Pardo/MS, Americana/SP, Jacarei/SP ou Contagem/MG.

A saber, o projeto, intitulado “Formação Gratuita de Mulheres Condutoras – Operação Gases do Ar”, tem como objetivo capacitar mulheres para o transporte de gases do ar, oferecendo uma oportunidade única para quem deseja avançar na carreira no setor de transporte rodoviário de cargas perigosas. 

Benefícios da iniciativa 

  • Formação especializada. 
  • Inserção em um setor estratégico. 
  • Expansão de horizontes profissionais. 
White Martins
Link para inscrição abaixo ou pelo QR-Code

As interessadas podem se inscrever por meio do link para o formulário de inscrição: Formação de Mulheres – Operação Gases do Ar 

Sobre a White Martins 

A White Martins é a maior empresa de gases industriais e medicinais da América Latina.  Em âmbito global, a companhia está presente em mais de 100 países.  

Aliás, sua linha de produtos e serviços inclui gases atmosféricos (oxigênio, nitrogênio e argônio), gases de processo (gás carbônico, acetileno, hidrogênio, misturas para soldagem), gases especiais e medicinais, bem como, equipamentos para aplicação, transporte e armazenamento de gases, carbureto de cálcio, soluções para o mercado de gás natural e comercialização de equipamentos oxicombustíveis e máquinas de corte.  

Além disso, atua fortemente na área da saúde por meio do fornecimento de gases medicinais e de equipamentos médico-hospitalares. 

Sobre a Fabet 

A Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte (Fabet) é uma instituição que se destaca no cenário brasileiro pela sua dedicação à educação e ao treinamento de profissionais do setor de transporte. Especialmente motoristas, mas também a nível de gestão para construir equipes de alta performance em segurança, eficiência e produtividade.

Com uma história de contribuições significativas para a segurança no trânsito e a eficiência logística. A Fabet SP oferece uma gama de cursos presenciais na sua estrutura e na modalidade In Company, bem como cursos on-line.

Por meio de programas inovadores, como a formação de mulheres para o transporte de cargas e a formação avançada de condutores para veículos truck, articulados e biarticulados, a fundação se posiciona como um pilar no desenvolvimento de um transporte mais humano e eficiente. Além disso, a Fabet colabora com empresas para maximizar resultados por meio de uma gestão competente. Refletindo a crença de que a educação e treinamento é a chave para um setor de transporte mais seguro e sustentável. 

motoristas profissionais mulheres
Sede da Fabet-SP, na Rodovia Castelo Branco

 

 

Marcelo Médici em nova temporada com “Cada Um Com Seus Pobrema” em São Paulo 

Pobrema
Comédia-solo com Marcelo Mèdici. Foto: Rafa Marques

É hora de estacionar o veículo e dar um tempo no trabalho, pois rir é uma ótima forma de recarregar as baterias com a energia da comédia-solo “Cada Um Com Seus Pobrema”.  Esta é a dica do Roteiro Automotivo com mais uma curta temporada deste brilhtante comediante, que é o Marcelo Médici. 

A peça, que já foi vista por milhares de pessoas desde sua estreia em 2004, estará em cartaz no Teatro Renaissance, em São Paulo, aos sábados e domingos, de 5 de outubro a 15 de dezembro. 

Após ser escalado para o elenco da novela “Família é Tudo”, atualmente exibida na Globo, Médici conciliou os compromissos na televisão com o retorno aos palcos. No espetáculo, o ator interpreta oito personagens hilários, todos já queridos do grande público. Entre eles estão o irreverente corinthiano Sanderson, também famoso por sua participação no programa “Vai Que Cola”, o mico-leão-dourado, que arranca gargalhadas com sua narrativa tragicômica, e a vidente Mãe Jatira, figura que já se tornou uma lenda nos vídeos do YouTube e programas de TV. Além disso, outras personagens marcantes como a apresentadora infantil Tia Penha também fazem parte desse elenco que garante risadas do início ao fim. 

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Assim, com um humor ágil e uma linguagem moderna, o espetáculo mistura o cotidiano com elementos surreais, sempre surpreendendo pela capacidade de Médici em alternar rapidamente entre personagens. Aliás, o público, muitas vezes, se vê imerso nas cenas e nas críticas sociais inteligentes, tudo regado a muita comicidade.  

 Sobre o espetáculo 

A saber, na trama, o personagem central, um ator que decide desistir de sua apresentação, começa a compartilhar histórias pessoais. A partir daí, surgem os diversos personagens, comentando e criticando situações cotidianas de forma bem-humorada. Mesmo após 20 anos de estreia, o texto continua relevante e atual, criando uma identificação imediata com o público de diferentes gerações. Assim também, a direção de Ricardo Rathsam ressalta o talento de improvisação de Médici, oferecendo uma experiência única a cada apresentação.  

Certamente, o figurino versátil e a agilidade com que os personagens mudam no palco mantêm o ritmo dinâmico e envolvente. O espetáculo, que já conquistou prêmios e teve sessões esgotadas com meses de antecedência, continua atraindo espectadores de todas as idades. E, claro, com uma carreira sólida de mais de 30 anos, Médici ainda escuta a mesma pergunta de seus fãs: “Quando você vai voltar com o ‘Cada Um Com Seus Pobrema’?” 

Para a alegria de todos, essa nova temporada é uma oportunidade imperdível de reviver essa comédia que se tornou um verdadeiro clássico dos palcos brasileiros. 

 Serviço: 

 De 5/10 a 15/12   

Sábados, às 21h, e Domingos, às 19h 

 Teatro Renaissance   

Endereço: Alameda Santos, 2233   

Telefone: (11) 3069-2286 | (11) 9 9738-1234 

 Abertura da casa: 1 hora antes do início do espetáculo   

Duração: 90 min   

Classificação: 14 anos   

Ingressos: R$140 | R$70 (meia)   

Venda sem taxa de serviço na bilheteria do teatro, aberta de sexta a domingo, das 14h até o início do espetáculo. 

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Iveco Bus: novo Crossway elétrico e início das entregas do modelo a gás

Crossway
Crossway Elec e o Bus 17-210 G

Apesar da Iveco Bus ainda não oferecer, comercialmente, uma linha de ônibus movidos a energia renováveis no Brasil, ela tem demonstrado todo o seu potencial. Nesta semana, houve a estreia do novo Crossway Elec, o segundo modelo da linha de ônibus elétrico da marca na Europa. Na última Lat.Bus, realizada em São Paulo, a empresa já mostrou o modelo movido a biometano, o Bus 17-210 G, e o protótipo de um ônibus elétrico em desenvolvido para as características do mercado brasileiro. 

Linha de elétricos 

 “A adição do Crossway Elec à nossa linha, ao lado da versão Low Entry já disponível, demonstra nossa capacidade de oferecer soluções elétricas em todas as missões”, disse Giorgio Zino, Head of Commercial Operations da Iveco Bus Europa.  

O novo Crossway Elec conta com versões de 12 (57 passageiros) e 13 metros (63), e oferece escolha de 3 a 6 packs de baterias. As configurações de 3 ou 4 packs, com 2 baterias no teto e 1 ou 2 no compartimento traseiro sem afetar o espaço da bagagem, são particularmente adequadas para missões escolares, que raramente exigem mais de 200 km por dia. Quanto às versões de 5 ou 6 packs, as baterias adicionais são instaladas nos compartimentos de bagagem, reduzindo ligeiramente a altura disponível nesta configuração.  

Equipado com 6 packs, o modelo possui uma capacidade total de armazenamento de energia de 415 kWh, com uma autonomia de 450 a 500 km. Estas são as mais recentes baterias NMC de 69 kWh, montadas pela FPT Industrial, que oferecem excelentes padrões em termos de densidade energética e capacidade de carga. O motor elétrico é o Siemens Elfa III de 290 kW (389 cv) com 3.000 Nm de torque.  

Bus 17-210 G 

O modelo movido a biometano e/ou GNV apresentado na última Lat.Bus é produzido em Córdoba, na Argentina, e teve a primeira entrega de 20 unidades para o município onde fica a fábrica. Junto com a planta industrial de Sete Lagoas, a unidade argentina, fundada em 1969, é um importante centro de produção do Iveco Group para os mercados da América Latina. De lá que o mercado brasileiro receberá, além do ônibus a gás, o Tector NG, lançado na última Fenatran. 

O chassi Bus 17-210 G é o primeiro ônibus a gás fabricado no país portenho. Com motor FPT N60 CNG projetado desde o início para funcionar com gás, garante o mesmo desempenho e potência do equivalente a diesel.  

A nova frota gera impactos positivos significativos no meio ambiente, como a redução de 95% de material particulado, 90% de dióxido de nitrogênio e 10% de dióxido de carbono. Além disso, seu motor silencioso reduz a poluição sonora em até -3dBA, o que torna o ônibus ideal para serviços noturnos nas cidades.  

 A autonomia é de até 350 quilômetros, com 9 cilindros de armazenamento, e o tempo de carregamento é realizado em cerca de 20 minutos, claro, utilizando injetores de gás de alta pressão.   

A carroceria da nova frota foi fornecida pela Italbus, empresa argentina dedicada à fabricação de carrocerias para ônibus urbanos e intermunicipais, e um dos principais parceiros estratégicos da IVECO BUS no país.  

 Ficha técnica: 

Bus 17-210 G 

 Motor N60 CNG 

 204 cv – 150 kW de potência a 2.700 rpm e torque de 750 Nm a 1.400 rpm  

 Número de tanques/capacidade GNV (litros) 9 x 80 

 Comprimento total 11,5m 

 Tração 4×2 

 PBT técnico (kg) 17.000 

 Nível de emissão Euro VI 

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Teatro: “Insignificância” discute as consequências da fama

Insignificância
Em cartaz até 15 de dezembro

Em cartaz até 15 de dezembro no Teatro FAAP, Insignificância, texto do dramaturgo e diretor de teatro, cinema e televisão inglês Terry Johnson, lançado em livro em 1983, traz os atores Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo  nos papéis de quatro famosas lendas norte-americanas –  a estrela de cinema Marilyn Monroe, Albert Einsten, cientista criador da Teoria da Relatividade (que levou à criação da Bomba H e, consequentemente, à Bomba Atômica), Joe DiMaggio, renomado jogador de beisebol e marido de Marylin, e o infame senador Joe McCarthy.  Com direção de Victor Garcia Peralta, a peça se passa em um hotel na Nova York de 1953 onde acontece o hipotético encontro entre os personagens. Encontro que poderia acontecer hoje, trocando os personagens originais por seus pares na atualidade.

Esta reunião singular destaca uma das questões mais discutidas na mídia contemporânea: as consequências da fama, tanto na vida pessoal de renomadas celebridades, em relação às concessões necessárias para alcançá-la ou preservá-la, quanto à sua exploração para objetivos políticos. Através das perspectivas de figuras que simbolizam alguns dos maiores fenômenos de popularidade do século XX, o autor reflete sobre as maneiras de lidar com a fama (ou com a perda dela): a rejeição por parte do cientista, a aceitação hesitante, personificada no mito sexual que Marilyn continua a representar, e a decepção quando a fama se dissipa, refletida no personagem do jogador.

Guerra Fria

Outro componente se une ao enredo: a política, representada pelo macarthismo no contexto da Guerra Fria, quando o senador McCarthy capitaneou uma verdadeira “caça às bruxas” nos EUA, com o objetivo de criminalizar o comunismo e seus adeptos, cerceando as liberdades políticas.

A montagem brasileira tem tradução de Gregório Duvivier e reedita a parceria entre o produtor Rodrigo Velloni e o autor, após a montagem, em 2016, do espetáculo Histeria, com direção de Jô Soares, que recebeu o prêmio Arte Qualidade Brasil de Melhor Produção/2017. Os figurinos de Fábio Namatame, o visagismo de Claudinei Hidalgo e as perucas de Feliciano San Roman são ingredientes essenciais na montagem, captando e personificando as celebridades “emprestadas” ao texto.

Mais de 40 anos nos separam da escrita de Insignificância, e outros 70 da época em que se passa o enredo, mas as situações e os personagens continuam muito atuais. A estrela de cinema hoje seria musa das mídias sociais. O jogador de beisebol, para nós, brasileiros, seria o jogador de futebol, com milhões de seguidores e sem muita noção. O senador poderia estar sentado no plenário brasileiro, dizendo e fazendo o mesmo que o escroque do texto de Johnson. O único que, se estivesse ainda entre nós, estaria trazendo contribuições à sociedade seria o cientista.

O espetáculo é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução, e do ProAC, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

Patrocínio: Fórmula Natural

Co-Patrocínio: Alberflex e Rehau

Apoio: Instituto Adimax e Competition

Serviço:

Insignificância – Uma Comédia Relativa 

Até 15 de dezembro

Quintas, sextas e sábados, às 20h e aos domingos, às 17h

Teatro FAAP

  1. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo

Ingressos: quintas e sextas R$100 (inteira), R$50 (meia-entrada); sábados e domingos R$130 (inteira), R$65 (meia-entrada)

Pela internet: https://teatrofaap.showare.com.br/Performance/ShoWareFrontEndPerEventDetails.aspx?EventId=193&sw_sc=internet

Capacidade: 477 pessoas

Duração: 100 minutos

Classificação etária: 16 anos

Gênero: Comédia

Ambiente acessível para PcD

Ambiente climatizado

Ficha Técnica

Elenco: Cassio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo

Autor: Terry Johnson

Tradução: Gregório Duvivier

Direção: Victor Garcia Peralta

Produção: Rodrigo Velloni

Diretor Assistente: André Acioli

Cenário: Chris Aizner

Direção de Imagem: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)

Música Original: Marcelo Pellegrini

Iluminação: Beto Bruel

Figurinos: Fábio Namatame

Designer Gráfico: Peu Fulgencio

Consultoria de Movimento: Vivien Buckup

Fotos de Estúdio: Jairo Goldflus

Fotos de Cena: João Caldas

Visagista: Claudinei Hidalgo

Perucas: Atelier San Roman

Produção de Objetos: Jorge Luiz Alves

Pesquisa e Consultoria Histórica: João Victor Silva

Produção Musical: Surdina

Assistência e Programação de Luz: Pajeú Oliveira

Operação de Luz: Melissa Oliveira

Painel de Led e Gerenciamento de Vídeo: On Projeções

Diretor de Palco: Jones de Souza

Contrarregra: Eduardo Portella

Camareira: Luciana Galvão

Vestido Atriz: Juliano Queiroz

Alfaiate: Agenor Domingos

Assistente de Maquiagem: David Lenk

Cenotecnia: Casa Malagueta

Equipe de Cenotecnia: Alício Silva, Giorgia Massetani, Cleiton Willy, Demi Araújo, Igor B. Gomes, Mariana Maschietto, Shampzss e Danndhara Shoyama

Produção Executiva: Swan Prado

Assistente de Produção: Adriana Souza

Assistente de Designer Gráfico: Daniela Souza

Assessoria de Imprensa: Vicente Negrão Assessoria

Captação, Criação de Conteúdo e Mídias Sociais: GaTú Filmes

Anúncios Online: Lead Performance

Assessoria Jurídica: Martha Macruz

Gestão Financeira: Vanessa Velloni

Realização: Velloni Produções Artísticas