sexta-feira, abril 3, 2026

Volkswagen lança linha 2026: conheça todas as novidades de Polo, Virtus, Nivus e T-Cross

A Volkswagen do Brasil inicia o segundo trimestre de 2025 com atualizações em seu portfólio e lança linha 2026. A montadora alemã apresenta a nova linha 2026 com melhorias em tecnologia, conforto e segurança para quatro de seus principais modelos: Polo, Virtus, Nivus e T-Cross. O destaque vai para as estreias do T-Cross Extreme, versão topo de linha do SUV mais vendido do país, e do Nivus Sense, que marca o retorno de uma versão de entrada ao portfólio.

T-Cross 2026

O T-Cross tem a versão Extreme como principal novidade. O nome, inclusive, vem carregado de legado, herdado das versões mais equipadas da Amarok V6 e Saveiro.

O novo T-Cross Extreme aposta em um design marcante, com acabamentos em preto piano, detalhes em laranja no para-choque e nas laterais, além do emblema exclusivo da versão. A assinatura luminosa em LED, chamada de light strip, atravessa toda a grade dianteira, conferindo um ar futurista ao modelo. As rodas de 17 polegadas têm design inédito e acabamento escurecido.

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Na paleta de cores, há cinco opções: Branco Puro e Preto Ninja (sólidas), Cinza Platinum (metálica) e as exclusivas Cinza Ascot com teto preto e Cinza Oliver, esta última oferecida também com pintura fosca — sendo o primeiro veículo produzido em série no Brasil com essa característica.

Internamente, o modelo traz acabamento especial com costuras laranja nos bancos, portas e painel, além de emblemas “Extreme” nos encostos. O sistema digital inclui um painel de instrumentos de 10 polegadas e a nova central multimídia VW Play Connect, que habilita o carro para um ecossistema de conectividade com 15 funcionalidades, como:

  • Travamento e destravamento remoto
  • Localização em tempo real
  • Buzina e pisca-alerta à distância
  • Controle de perímetro e horário de uso
  • Diagnóstico com mais de 90 alertas de saúde do veículo

Outras versões do T-Cross também foram aprimoradas. A Highline passa a contar com light strip (assinatura luminosa em LED que atravessa a grade dianteira), carregamento por indução com refrigeração, e como opcional, o pacote ADAS atualizado, com Travel Assist (assistente de condução ativa e permanência em faixa). Já a Comfortline ganha chave com acabamento cromado, VW Play Connect e carregamento por indução refrigerado.

Nivus

Outra novidade da linha 2026 é o retorno do Nivus Sense, que volta a ser a versão de entrada do SUV cupê da marca. Com foco em custo-benefício, o modelo traz painel digital de 8 polegadas, central multimídia VW Play de 10”, seis airbags e freio autônomo de emergência (AEB) de série.

As versões Comfortline e Highline do Nivus também foram atualizadas e agora contam com chave cromada e carregamento por indução com refrigeração, atendendo a uma demanda crescente por comodidade e sofisticação no segmento.

Virtus e Polo

No sedã Virtus, as versões Highline e Exclusive receberam assistente ativo de mudança de faixa. A versão Exclusive, topo de linha, vai além: traz novas rodas de liga leve de 18 polegadas e um interior renovado.

Já o Polo se destaca pela oferta mais robusta no modelo de entrada. O Polo Sense automático passa a vir equipado de série com a central VW Play, ampliando o acesso à conectividade mesmo nas versões mais acessíveis.

Transformação digital

Com a nova linha, a Volkswagen deixa claro que seu foco para 2026 é ampliar a experiência digital do cliente e entregar mais segurança ativa e passiva. A introdução do VW Play Connect em quase toda a gama — inclusive nas versões de entrada — reforça essa estratégia.

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Com as mudanças, a marca pretende manter sua posição em diversos segmentos e consolidar-se como referência em inovação automotiva no Brasil.

Em vendas diretas, a maior parte para frotistas, as vendas desses modelos tiveram o seguinte resultado em emplacamentos no primeiro trimestre de 2025, segundo a Fenabrave, associação do setor da distribuição de veículos:

linha 2026
Fonte: Fenabrave. Infográfico: Frota News

VW anuncia Ricardo Dilser como novo gerente de Imprensa, Comunicação Digital e Clássicos

A Volkswagen do Brasil anunciou nesta sexta-feira (11) a nomeação de Ricardo Dilser como o novo gerente de Imprensa, Comunicação Digital e Clássicos (Heritage) da companhia. O executivo passa a se reportar diretamente a Cláudio Rawicz, diretor de Comunicação e Sustentabilidade da Volkswagen do Brasil, ambos ex-Fiat (Stellantis).

Com uma trajetória marcada pela versatilidade e profundo conhecimento do setor automotivo, Dilser chega à montadora com a missão de fortalecer a comunicação da marca com jornalistas, influenciadores digitais e com o público apaixonado pela história da Volkswagen no País.

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“A chegada de um profissional com o talento e a experiência de Ricardo Dilser fortalece ainda mais o compromisso da Volkswagen do Brasil com uma comunicação próxima, transparente e de qualidade com os jornalistas e influenciadores digitais. Além disso, sua atuação será essencial para promover o legado da marca, celebrando nossos 72 anos de história no País, os ícones da nossa trajetória e iniciativas como a Garagem Volkswagen”, afirma Cláudio Rawicz.

De repórter a executivo de destaque no setor automotivo

Formado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Ibero-Americano (UNIBERO), Ricardo Dilser iniciou sua carreira no jornalismo automotivo em 1994. Atuou como repórter, editor, chefe de redação e piloto de testes em algumas das mais influentes publicações brasileiras do segmento, como Quatro Rodas, Oficina Mecânica, Motor Show e Auto & Técnica.

Apaixonado por carros e reconhecido entusiasta do automobilismo, foi também piloto profissional de competições entre 2002 e 2008, vivência que o conecta diretamente com os valores da Volkswagen voltados à performance, segurança e inovação.

Sua trajetória profissional inclui ainda passagens estratégicas por empresas relevantes do setor. Dilser foi gerente de projetos na engenharia de motores da FPT Industrial, assessor de imprensa da Fiat Automóveis, gerente de imprensa na FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e Head de Imprensa Produto no Grupo Stellantis. Mais recentemente, esteve à frente da Produção e Conteúdo do programa AutoEsporte, da TV Globo, onde também atuou como apresentador.

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Visão voltada ao futuro e à tradição

Em sua nova função, Ricardo Dilser será responsável por áreas-chave da comunicação da Volkswagen do Brasil, incluindo o relacionamento com a imprensa, o fortalecimento da presença digital da marca e a preservação de seu legado por meio da área de Clássicos (Heritage).

“Fazer parte do time de Comunicação e Sustentabilidade da Volkswagen do Brasil me traz um sentimento de absoluta felicidade e empolgação, não só pela história vencedora da empresa no mercado brasileiro, mas também por fazer parte da construção de um futuro conectado, inovador e sustentável por meio dos atuais produtos e daqueles incríveis que estão por vir”, afirmou o novo gerente.

A nomeação ocorre em um momento estratégico para a Volkswagen do Brasil, que celebra 72 anos de presença no mercado nacional e busca aprofundar o diálogo com o público por meio de iniciativas como a Garagem Volkswagen — projeto dedicado à valorização da memória da marca no país. A chegada de Ricardo Dilser promete unir tradição e inovação, conectando passado, presente e futuro da empresa no imaginário dos brasileiros.

 

Blindados sob demanda: Startup RHINO completa um ano e planeja expansão nacional

Num cenário em que os números da violência urbana seguem em alta e o trânsito das metrópoles brasileiras se torna cada vez mais imprevisível, cresce também a demanda por soluções de transporte que ofereçam não apenas conforto, mas sobretudo segurança. A Rhino, startup especializada em corridas com carros blindados, é um exemplo emblemático dessa nova tendência. A empresa, que acaba de completar um ano de operação, superou a marca de 200 mil usuários cadastrados e prepara uma nova fase: a expansão para o Rio de Janeiro, onde uma lista de espera com mais de 30 mil pessoas já aguarda o serviço.

Fundada em 2023, a empresa iniciou suas operações em janeiro de 2024, com uma proposta simples e ousada: democratizar o acesso a veículos blindados de alto padrão por meio de um aplicativo. O sucesso foi quase imediato — impulsionado por uma base crescente de clientes que buscam uma alternativa segura para circular por São Paulo.

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“Criamos a Rhino a partir de uma dor pessoal, mas também compartilhada por muitos. Nossa missão é oferecer tranquilidade nos deslocamentos diários, sem a necessidade de investir em um veículo próprio blindado”, explica o cofundador e CEO Daniil Sergunin, que antes de empreender no Brasil, foi vice-presidente da EuroChem e membro do conselho da Heringer.

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As 10 maiores empresas de transporte do mundo

Segurança em primeiro lugar: o DNA da operação

A premissa da Rhino é clara: segurança como prioridade. Para isso, a empresa investe pesadamente na qualidade da frota, seleção de motoristas e protocolos de atendimento. Todos os veículos são blindados com proteção nível III-A, o mais elevado permitido para uso civil, e são híbridos, combinando tecnologia, sustentabilidade e performance.

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Mas o maior diferencial da empresa talvez esteja fora dos carros — nos motoristas. Chamados de choferes pela startup, esses profissionais passam por um rigoroso processo seletivo, que inclui desde background check completo, passando por entrevistas presenciais e avaliações psicológicas, até o ingresso na Rhino Academy, programa de capacitação exclusivo da empresa. O treinamento inclui simulações de segurança, técnicas de abordagem e evasão, além de conteúdo sobre atendimento ao cliente e os valores da marca.

“Os blindados protegem, mas também chamam a atenção de criminosos especializados. Por isso, o motorista precisa estar preparado para agir com discrição, rapidez e empatia. Esse é o padrão Rhino”, explica o diretor de operações, responsável por acompanhar pessoalmente os novos motoristas.

Frota blindada e gestão própria: experiência premium do início ao fim

A frota da Rhino é inteiramente gerida pela própria empresa, o que significa que manutenção, abastecimento, higienização, revisão e carregamento elétrico estão sob responsabilidade direta da startup. Os veículos são de baixa quilometragem, passam por vistorias diárias e não apresentam qualquer identificação externa, justamente para evitar chamar atenção desnecessária.

A proposta de discrição é uma resposta direta ao perfil de parte do público-alvo: executivos, investidores, artistas e famílias de alto poder aquisitivo que não querem ostentar. “Há clientes que prezam pelo luxo e há os que preferem a discrição máxima. A Rhino consegue atender ambos”, diz Sergunin.

Além disso, a empresa oferece motoristas bilíngues, com fluência em inglês, espanhol, francês e japonês, disponíveis via agendamento pelo serviço de concierge, um canal direto que também cuida de demandas corporativas e viagens personalizadas.

De São Paulo para o mundo corporativo

Nos primeiros meses de operação, a Rhino focou em conquistar o público B2C — usuários finais que baixam o app e solicitam corridas sob demanda ou com agendamento. Mas a alta procura por parte de empresas levou à criação de uma vertical corporativa, batizada de Rhino for Business.

O novo serviço permite que companhias ofereçam transporte seguro e premium como benefício a seus colaboradores, executivos e clientes. “Estamos substituindo a necessidade de manter uma frota própria de carros blindados, o que é custoso, burocrático e ineficiente”, explica o CEO.

Empresas como Vivo, Azul Linhas Aéreas, Urban Science e Housi já aderiram à solução. Os pacotes incluem créditos mensais, agendamento de motoristas bilíngues, corridas para aeroportos, visitas de clientes estrangeiros e viagens intermunicipais, tudo com rastreamento e relatórios para o RH e compliance.

Expansão territorial e logística sob demanda

Hoje, a Rhino atende toda a capital paulista, com destaque para a chamada “zona prioritária”, que engloba cerca de 30 bairros centrais onde o tempo de espera é reduzido. Em regiões como Alphaville, Grande ABC, Guarulhos e Campinas, o serviço funciona por agendamento. Recentemente, a empresa lançou o serviço de viagens longas, que cobre destinos em até 450 km de São Paulo, como cidades do interior, litoral e até o Rio de Janeiro — sempre com agendamento prévio de até 48h.

“O interesse pelo Rio de Janeiro é gigante. Já temos mais de 30 mil pessoas aguardando o lançamento oficial. Estamos calibrando nossa operação para garantir o mesmo padrão de serviço que nos fez crescer em São Paulo”, antecipa o CEO.

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De startup a referência em mobilidade premium

Com um faturamento projetado de R$ 50 milhões para 2025, a Rhino recebeu investimentos robustos ao longo do último ano: foram US$ 3,2 milhões (cerca de R$ 18 milhões) em rodada seed e R$ 10 milhões em media for equity, recursos que têm viabilizado a expansão da frota, aprimoramento da tecnologia e ações de marketing voltadas à expansão estadual e nacional.

A equipe executiva reúne nomes com passagens por gigantes como Meta, AMARO, Petlove, Hatch e Orica, reforçando o DNA de inovação da empresa.

O futuro da mobilidade segura

Ao completar um ano de operação, a Rhino não apenas confirma a demanda crescente por transporte blindado sob demanda, como também amplia o debate sobre mobilidade urbana inteligente e segura nas grandes cidades brasileiras. Com planos sólidos de expansão, foco em excelência operacional e o apoio de grandes investidores, a startup está determinada a liderar um novo capítulo no setor de transporte premium.

“Estamos apenas no começo. Nossa missão é levar a tranquilidade para mais pessoas, em mais cidades, com a mesma qualidade que entregamos em São Paulo. A mobilidade do futuro é segura, eficiente e personalizada — e é isso que entregamos todos os dias”, finaliza Sergunin.

 

Três lançamentos elétricos: Volvo A30 Electric, Mercedes eArocs 400 e eCanter

A transformação silenciosa e limpa da construção civil já tem data, lugar e protagonistas. A Bauma 2025, a maior feira mundial de máquinas e equipamentos para construção e mineração, está sendo palco de lançamentos elétricos. E não se trata apenas da tão falada redução nas emissões de gases poluentes. Um benefício cada vez mais valorizado ganha destaque: a drástica diminuição do ruído emitido por caminhões e máquinas pesadas.

Nos ambientes confinados e já naturalmente ruidosos dos canteiros de obras e das minas, o silêncio proporcionado pelos caminhões elétricos se traduz em melhores condições de trabalho, proteção à saúde auditiva dos operários e mais qualidade de vida para as comunidades do entorno. Nesse contexto, modelos elétricos robustos e versáteis estão brilhando na edição 2025 da Bauma. Entre os principais destaques, Volvo CE, Mercedes-Benz Trucks e FUSO apresentam suas mais recentes inovações.

Volvo CE: A força da eletrificação chega aos articulados

A Volvo Construction Equipment (Volvo CE) apresentou uma linha 100% elétrica na Bauma 2025, marcando um momento histórico na transição da marca para uma operação mais sustentável. O grande destaque é o A30 Electric, o primeiro caminhão articulado elétrico produzido em série no mundo.

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Com lançamento previsto para locação na Europa em 2026, o modelo será acompanhado do A40 Electric, ainda maior e igualmente livre de emissões locais de CO₂ e ruídos. Projetados para atuar em pedreiras, operações de mineração e grandes obras, os articulados elétricos combinam produtividade elevada e impactos ambientais reduzidos.

“O portfólio de zero emissões que estamos exibindo na Bauma reforça nosso compromisso com a descarbonização e com os nossos clientes, em todas as etapas dessa jornada”, afirma Melker Jernberg, presidente da Volvo CE.

Além dos modelos elétricos, a Volvo CE também apresenta motores a combustão com emissões reduzidas e ganhos de até 15% em eficiência de combustível, oferecendo um leque de soluções para diferentes necessidades e etapas de transição energética.

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Mercedes-Benz eArocs 400: Potência elétrica em obras pesadas

A Mercedes-Benz Trucks trouxe para a Bauma 2025 a estreia mundial do eArocs 400, primeira versão elétrica à bateria do consagrado caminhão extrapesado Arocs. Voltado para a construção civil, o eArocs 400 promete manter a robustez do modelo a diesel, agora com emissão zero de CO₂ local e ruído reduzido — ideal para ambientes urbanos, noturnos e sensíveis a som, como hospitais e escolas.

O modelo estará disponível a partir do 1º trimestre de 2026 em versões de 32 a 41 toneladas, podendo atuar como betoneira ou basculante. Sua autonomia pode chegar até 240 quilômetros, com recarga rápida de 20 a 80% em apenas 45 minutos. Equipado com motor central de 380 kW de potência contínua e baterias LFP de 414 kWh, o caminhão também traz o Cockpit Multimídia Interativo 2, com comandos de voz e telas sensíveis ao toque.

Além disso, o eArocs 400 é destaque em segurança: traz sistemas como o Active Brake Assist 6, o Active Sideguard Assist 2 e o Front Guard Assist, indo além das exigências da União Europeia para segurança em veículos pesados.

FUSO eCanter: Versatilidade elétrica em caminhões leves

Outro destaque da Bauma 2025 é a FUSO, marca do grupo Daimler Truck, que apresentou novas configurações do eCanter, seu caminhão leve totalmente elétrico. Agora, 85% das versões a diesel disponíveis na Europa já têm equivalente elétrico, com aplicações para guindastes, basculantes e plataformas elevatórias — altamente demandadas na construção civil urbana.

Com novos layouts de bateria reposicionados no chassi, o eCanter permite fácil implementação de carroçarias complexas, garantindo máxima versatilidade sem comprometer o espaço ou a performance. A marca também anunciou que até o final de 2025 seus modelos convencionais poderão ser abastecidos com HVO (Óleo Vegetal Hidrotratado), combustível renovável com menor emissão de CO₂.

Florian Schulz, chefe de Vendas da FUSO Europa, ressalta: “O Canter é reconhecido por sua robustez e agilidade. Agora, com as novas opções elétricas e a possibilidade de operar com HVO, oferecemos um pacote ainda mais completo e sustentável para a construção urbana”.

 

Renata Beckert Isfer é reconhecida como Executiva do Ano no setor de Biocombustíveis

Renata Beckert Isfer, presidente da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), foi agraciada com o Prêmio Executiva do Ano do Setor de Biocombustíveis. Este reconhecimento celebra sua liderança e contribuição significativa para o avanço do biogás e biometano como fontes energéticas sustentáveis no Brasil.

Renata, que também é cocriadora dos projetos “Sim, elas existem” e “EmpodereC”, dedicou o prêmio às mulheres que enfrentam desafios no mercado de trabalho, especialmente no setor energético. Em sua mensagem de agradecimento, ela destacou as barreiras que as mulheres enfrentam, como a tripla jornada e os vieses inconscientes, e reforçou a importância de apoiar outras mulheres para que as futuras gerações possam prosperar em um ambiente mais igualitário.

A presidente da ABiogás tem uma trajetória inspiradora, incluindo sua atuação como Secretária de Petróleo, Gás e Biocombustíveis no Ministério de Minas e Energia e sua experiência como Procuradora Federal na Advocacia-Geral da União. Com uma visão estratégica, Renata tem liderado iniciativas para posicionar o biogás como uma solução viável para a descarbonização de setores como agronegócio, indústria e transportes.

O prêmio é promovido pela Dominium Consultoria, especializada em Relações Institucionais e Governança Corporativa, além de práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança).

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Luciana Giles, da Cummins, recebe Prêmio Liderança Feminina 2024

O reconhecimento do papel vital das mulheres na indústria foi recentemente destacado com a entrega do Prêmio Liderança Feminina 2024 a Luciana Giles, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Cummins América Latina. Este prêmio, concedido pelo Instituto Julio Karolino e celebrado na Câmara Municipal de São Paulo, não é apenas uma homenagem a uma líder, mas também um símbolo do progresso contínuo em direção a um ambiente mais inclusivo e inovador.

Luciana Giles
Luciana Giles, uma das lideranças na indústria de soluções para o transporte. Foto: reprodução de rede social

Mais uma vez, a indústria de transportes está testemunhando uma mudança significativa com a inclusão crescente de mulheres em todos os níveis, desde a gestão executiva até as motoristas profissionais. A plataforma de notícias Frota News tem sido uma voz ativa nessa transformação, não apenas ampliando as notícias relacionadas ao tema, mas também promovendo a importância da mulher na indústria por meio de parcerias estratégicas e iniciativas de capacitação. E não pode ser um compromisso para ser “politicamente correto” e, sim, um entendimento profundo da necessidade de diversificar e enriquecer o ambiente de trabalho com diferentes perspectivas e habilidades.

Ambiente diversificado

Luciana Giles, em suas palavras na sua rede social, ressalta a urgência e a crítica necessidade do empoderamento feminino. Ela destaca que apoiar e promover mulheres não beneficia apenas as mulheres, mas contribui para a construção de um ambiente mais inclusivo e diversificado para todos. O orgulho de fazer parte dessa jornada é compartilhado por muitos que reconhecem que todos têm um papel fundamental no empoderamento de mulheres e meninas, permitindo que elas sejam autênticas e prosperem.

A indústria de transportes está em um ponto de inflexão, onde a inclusão e a diversidade estão se tornando não apenas ideais desejáveis, mas elementos essenciais para a inovação e o sucesso a longo prazo. À medida que avançamos, é imperativo que continuemos a celebrar as conquistas, reconhecer os desafios e trabalhar incansavelmente para garantir que a indústria de transportes seja um espaço onde todos, independentemente do gênero, possam contribuir plenamente e florescer. O futuro do setor depende da capacidade de abraçar a diversidade e de se adaptar às necessidades de um mundo em constante mudança. E, como Luciana Giles afirmou, “Precisamos continuar!”. A plataforma Frota News, em um ano, publicou 118 artigos tendo a mulher como o centro da pauta, principalmente, graças à parceria com a Fabet-SP, pioneira na criação de cursos para capacitação das mulheres para o setor de transportes.

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Democracia em vertigem: O fatídico 8 de janeiro e suas contradições

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No dia 8 de janeiro de 2023, assistimos, atônitos, ao que foi rapidamente classificado por grande parte da imprensa e da elite falante do Brasil como “ataques antidemocráticos”. Esses veículos e personalidades, quase em estado de êxtase, trataram os acontecimentos como a oportunidade perfeita para incriminar aquilo que apelidaram de extrema direita ou “bolsonarismo”. Era o momento ideal para reforçar as narrativas que vinham sendo difundidas ao longo dos últimos cinco anos. Afinal, seria ou não o cenário propício para condenar, judicial e moralmente, os chamados “bolsonaristas” — rotulando-os como antidemocráticos e relegando-os ao ostracismo público?

Longe de qualquer pretensão de neutralidade política — muito embora eu tenha minha posição —, a questão que se impõe é: é justo condenar pessoas como a cabeleireira Débora a 14 anos de prisão por pichar “Perdeu, mané” na estátua da Justiça — em referência à frase proferida por um ministro do STF —, enquanto criminosos contumazes, como o traficante André do Rap, seguem em liberdade? Onde está a famosa “justiça cega”, aquela que julga com imparcialidade e isenção? Ou será que essa cegueira se manifesta apenas quando convém?

Do dinheiro na cueca à pichação de batom: “Perdeu, mané”

Nas últimas décadas, o Brasil foi palco de escândalos sucessivos envolvendo corrupção. Casos como o de PC Farias, Banestado, Máfia das Sanguessugas, Mensalão e Petrolão revelaram uma relação quase incestuosa entre políticos e empresários, marcada por acordos escusos e cifras milionárias.

Um desses episódios, bastante peculiar, envolveu o assessor do deputado petista José Guimarães. Em 2005, José Adalberto Vieira foi preso no aeroporto de Congonhas (SP) com 100 mil dólares escondidos na cueca e mais 200 mil reais em uma mala. O episódio, relacionado ao escândalo do mensalão, estampou manchetes em todo o país. Dezesseis anos depois, o caso prescreveu, e a Justiça extinguiu qualquer possibilidade de punição criminal tanto para o assessor quanto para o deputado. Hoje, José Guimarães, irmão de José Genoíno — outro envolvido no mensalão —, continua na vida pública e atua como líder do atual governo.

O ministro Luís Roberto Barroso, atual integrante do STF, foi quem declarou a incompetência da Corte para julgar o caso dos “dólares na cueca”, o que fez o processo ser remetido à Justiça Federal do Ceará. O mesmo ministro que, anos depois, viria a defender a punição rigorosa dos envolvidos nos atos do 8 de janeiro, em nome da “democracia pujante”. O mesmo que, em um evento da UNE, afirmou: “Nós derrotamos o bolsonarismo”, e que cunhou a emblemática frase: “Perdeu, mané”.

Recentemente, Barroso declarou que os brasileiros tendem a ter “uma indignação profunda” quando os fatos ocorrem, mas que depois “vão ficando com pena”. E concluiu: “Ninguém gosta de punir. A punição é uma inevitabilidade nessas circunstâncias.” No entanto, o que se observa é que a punição, para ele e seus pares, parece mais seletiva do que inevitável.

A democracia manchada de batom

Além do já citado José Guimarães — que, caso tivesse se reunido com embaixadores, talvez estivesse inelegível ou até mesmo condenado —, acumulam-se casos de criminosos perigosos, como traficantes e homicidas, que têm sido frequentemente beneficiados por decisões da Suprema Corte.

Um exemplo emblemático é o de André do Rap. Apontado como uma das lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi preso em 2019 e condenado a 15 anos de prisão. Em 2020, foi libertado por uma liminar concedida pelo então ministro Marco Aurélio Mello. Desde então, seu paradeiro é incerto. O mesmo ministro já havia determinado a soltura de outros membros da facção comandada por Marcola.

Há ainda o caso da liberação, pelo STF, de outros 15 condenados por integrarem uma quadrilha que comandava o tráfico de drogas em Campinas (SP). E, como se não bastasse, o “cantor do PCC”, Elvis Riola, seguirá em liberdade após decisão do ministro Barroso.

Não são poucos os episódios em que a indignação dos magistrados da mais alta Corte do país parece ser seletiva — indo do perdão a barões do tráfico até a complacência com políticos envolvidos em esquemas milionários. A toga dos ministros segue manchando a já fragilizada reputação do Judiciário. E há quem acredite que foi um mero batom a abalar a supostamente inabalável democracia brasileira.

Enquanto isso, cidadãos comuns, como a cabeleireira Débora, enfrentam penas severas por atos de vandalismo que, embora condenáveis, estão longe da gravidade representada por criminosos de alta periculosidade. A Justiça, que deveria ser cega, parece enxergar com clareza — mas apenas quando convém.

As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade exclusiva do autor e não representam, necessariamente, a visão deste veículo.

 

Entrevista: Presidente da ANATC fala sobre os projetos para fortalecer o transporte de carga

Mesmo com os gestores públicos conscientes da importância do transporte entre centros produtores de bens, mais de 5.700 municípios e dezenas de mercados externos, o Brasil enfrenta uma série de desafios estruturais. Eles vão desde a precariedade da malha viária até a insegurança nas estradas e a constante instabilidade regulatória e econômica. À frente da Associação Nacional de Transporte de Cargas (ANATC), fundada em 2018, o presidente Elisandro Rodrigo Antunes tem buscado ampliar a representatividade do setor junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, defendendo maior diálogo institucional e ações coordenadas para enfrentar os gargalos que afetam diretamente a eficiência, a segurança e a sustentabilidade da atividade.

Em entrevista exclusiva, Antunes fala sobre os obstáculos cotidianos enfrentados pelas empresas transportadoras, a importância da união entre os agentes do setor, os avanços conquistados pela associação e os projetos para fortalecer ainda mais a atuação da ANATC como voz ativa nas decisões que moldam o futuro da logística nacional.

Os principais gargalos nas estradas brasileiras

Quais são os principais desafios enfrentados pelos transportadores de cargas rodoviárias no Brasil atualmente?
— São muitos os gargalos. Destaco alguns principais:
Infraestrutura rodoviária: Vivemos em um país continental, altamente dependente do transporte rodoviário, mas ainda carente de estradas com boa trafegabilidade. Em várias regiões, falta pavimentação, a manutenção preventiva é praticamente inexistente e a corretiva, muitas vezes, é feita de forma inadequada.
Segurança pública: A maior parte dos locais de descanso e pernoite é insalubre, e muitos trechos de rodovias são altamente vulneráveis a assaltos e outros tipos de violência.
Segurança jurídica, fiscal e tributária: A ausência de regras claras e as constantes mudanças criam um ambiente de alto risco, tornando o planejamento de longo prazo quase inviável.
Instabilidade econômica: Assim como em outros setores, a insegurança econômica — com variações em juros, câmbio, entre outros — impede que as empresas tenham previsibilidade para programar ações futuras.

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Representatividade como motor de transformação

Como a ANATC tem contribuído para a melhoria das políticas desse modal no país?
— A associação tem como missão principal apresentar a realidade diária dos transportadores aos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Ao dar voz aos associados para expor os desafios enfrentados nas estradas, a ANATC fornece subsídios para que as decisões desses três poderes estejam alinhadas com as necessidades reais do setor.

União como estratégia de fortalecimento

Qual é a importância da união dos transportadores de cargas para o desenvolvimento do setor?
— O transporte rodoviário abrange diversos segmentos dentro do mesmo setor. Por isso, é fundamental que existam políticas e estratégias bem direcionadas. A união, ao menos entre empresas do mesmo segmento, é essencial para que se conquistem avanços significativos. Acreditamos que o caminho é a cooperação e a organização coletiva.

Segurança nas estradas: uma prioridade urgente

Quais ações estão sendo tomadas pela associação para enfrentar os problemas de segurança no setor de transporte?
— Nossa principal frente de atuação nesse tema é a representação em Brasília, onde temos acesso direto aos diversos setores da segurança pública — como as Polícias Federal, Civil e Militar. Estamos em constante diálogo com essas instituições e também com o Judiciário, apresentando nossas dificuldades e mostrando a vulnerabilidade dos motoristas e veículos nas estradas. Ainda há muitos gargalos e uma segurança muito frágil, e queremos tornar isso visível às autoridades.

Sustentabilidade e associativismo caminhando juntos

Quais iniciativas a ANATC tem implementado para fortalecer a sustentabilidade no transporte de cargas?
— A simples existência de uma associação já é, por si só, um ato de fortalecimento e de busca pela sustentabilidade do setor. O associativismo cumpre esse papel, pois dá às empresas oportunidades de acesso a informações importantes — desde questões governamentais até temas empresariais de interesse coletivo. Reforçamos esse espírito de colaboração e construção conjunta como um dos nossos principais valores.

Participação ativa na criação de normas

Como a associação auxilia suas empresas associadas a se adaptarem às novas regulamentações do setor?
— A principal forma de atuação é participando desde o início da elaboração e do desenvolvimento das regulamentações. Isso evita que sejam criadas normas impossíveis de serem aplicadas na prática. Defendemos regulamentações eficazes, que ajudem a coibir desvios e que possam ser cumpridas com responsabilidade. Nossa presença nas discussões desde a origem das propostas é fundamental.

Agro e transporte: uma parceria que não tem fim

Qual é a visão da ANATC para o futuro do agronegócio brasileiro em relação ao transporte de cargas?
— O transporte rodoviário é essencial para todos os setores da economia, especialmente para o agronegócio, que é o grande motor da economia brasileira. Em um país continental como o nosso, é indispensável ter empresas de transporte fortes e sustentáveis para garantir o crescimento do agro. Essa interdependência entre transporte e produção agrícola é permanente — o ferroviário e o fluvial não chegam até as fazendas. Investir em infraestrutura, como estradas e portos, é melhorar todo o ecossistema.

Avanços e conquistas da ANATC

Quais são os maiores avanços que a associação conquistou desde sua fundação?
— Desde 2018, a ANATC tem feito um trabalho sério em defesa do mercado e de seus associados. Entre os avanços, destaco a participação na formulação de regulamentações, o apoio a instituições como o Instituto Brasil Logística (IBL) e nossa presença cada vez mais marcante no cenário nacional. Mas, acima de tudo, nosso maior feito tem sido promover a união dos associados — empresas que antes eram concorrentes e pouco se comunicavam hoje mantêm uma relação sólida e colaborativa dentro de um ambiente legal e organizado.

Mais diálogo entre entidades representativas

Em sua opinião, como a parceria entre os principais representantes do setor pode ser aprimorada?
— Assim como o nosso setor tem a ANATC, outros segmentos também têm suas associações, muitas delas até mais antigas e organizadas. Essa interdependência entre setores não vai acabar. Nenhum produto sai da indústria ou chega ao consumidor sem transporte. Somos elos de uma mesma corrente — se uma falha, tudo desanda. O aprimoramento dessas parcerias passa por diálogo, reconhecimento mútuo e presença ativa nas discussões. É preciso saber quais entidades representam cada setor, entender suas pautas e, principalmente, estar à mesa quando os assuntos estratégicos forem debatidos.

Expansão e voz mais ativa

Quais são os projetos futuros da ANATC para expandir sua atuação e impactar positivamente o setor de transporte?
— Nosso maior objetivo é ser cada vez mais a voz do transporte rodoviário de cargas junto aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, às agências reguladoras e à sociedade. Queremos expor nossas dores, mostrar o que fazemos de bom e escutar o que podemos melhorar em termos de representatividade. Com o tempo, acredito que vamos continuar nos fortalecendo e ampliando nosso impacto. Nosso compromisso é com um trabalho sério, técnico e ético, em prol de todo o setor.

Bastidores de quem faz a logística da NASCAR Brasil

Enquanto os motores rugem e a adrenalina toma conta das arquibancadas nos circuitos da NASCAR Brasil, uma operação silenciosa e precisa acontecer nos bastidores para tornar o espetáculo possível. Responsável por levar os carros de corrida e toda a estrutura da competição aos autódromos do país, a GCF Transportes, com sede em Araucária (PR) e filial em Barueri (SP), é a transportadora oficial da NASCAR Brasil.

Com a expansão da NASCAR Brasil, que já atrai mais de 40 mil espectadores em etapas como a realizada em Interlagos (SP), cresce também a necessidade de uma logística impecável. Os bastidores da competição revelam uma verdadeira corrida contra o tempo: veículos e equipamentos precisam estar no local certo, na hora certa — sem margem para erros.

Na temporada de 2025 da NASCAR Brasil, há quatro equipes competindo, cada uma com seis carros. Isso totaliza 24 carros disputando as corridas ao longo das nove etapas.

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“Esse trabalho exige um planejamento detalhado, desde a saída dos caminhões até a chegada aos autódromos, onde regras específicas determinam locais de parada, descarregamento e permanência dos veículos”, explica Giovani Girotto, diretor comercial da GCF e piloto da própria competição. “Eficiência é a palavra-chave.”

Expertise e paixão sobre rodas

Fundada em 2012 por Girotto e Luiz Fernandes, diretor de logística, a GCF Transportes tem mais de 13 anos de experiência no setor e já movimentou mais de 50 mil cargas por todo o Brasil. Entre os clientes atendidos estão gigantes como Fiat, CNH e Iveco — marcas que confiam na capacidade da GCF em entregar com segurança, agilidade e dentro dos prazos.

Essa reputação foi decisiva para que a empresa assumisse, em 2023, o desafio de transportar os carros e a estrutura da NASCAR Brasil. “Ser a transportadora oficial fortalece a marca da GCF no mercado e representa um reconhecimento da nossa excelência operacional”, afirma Girotto. “Minha experiência como piloto me dá uma visão clara das exigências desse universo. Isso nos ajuda a antecipar demandas e oferecer soluções à altura da competição.”

Além dos carros de corrida, a GCF também é responsável pela logística das carretas da organização, tarefa que exige sincronia perfeita entre equipes, tecnologia de ponta e infraestrutura de qualidade. Com frota própria, atendimento 24h, monitoramento em tempo real e rastreamento avançado, a empresa mantém um rigoroso controle sobre cada etapa da operação, apoiada por sistemas como TMS e VMS, além de KPIs e acompanhamento de faturas que garantem transparência e desempenho.

NASCAR Brasil: mais que uma corrida, um fenômeno em ascensão

Nos últimos anos, a NASCAR Brasil deixou de ser uma promessa para se firmar como uma das principais categorias do automobilismo nacional. O calendário de 2025 já começou em março, em Campo Grande, e promete ainda mais emoções ao longo da temporada, impulsionado por investimentos da matriz internacional e o apoio de grandes patrocinadores.

Assista o Canal FrotaCast:

Qual a diferença da NASCAR Brasil e norte-americana?

A NASCAR Brasil e a NASCAR nos EUA compartilham a essência do automobilismo, mas possuem diferenças marcantes devido aos contextos culturais e estruturais de cada país.

  1. Formato das corridas: Nos EUA, a NASCAR é famosa por suas corridas em circuitos ovais, enquanto no Brasil, as corridas acontecem principalmente em circuitos mistos. Recentemente, foi anunciado o primeiro circuito oval no Brasil, localizado em Curvelo, Minas Gerais.
  2. Carros e regras: Os carros da NASCAR Brasil são baseados nos modelos da antiga Sprint Race, com chassis tubulares e motores V6 de 300 cavalos. Já nos EUA, os carros são mais potentes, com motores V8 e especificações técnicas mais avançadas.
  3. Cultura e público: A NASCAR nos EUA é um fenômeno cultural, com milhões de fãs e eventos grandiosos. No Brasil, a categoria ainda está em crescimento, mas já atrai um público fiel e apaixonado.
  4. Desenvolvimento de talentos: A NASCAR Brasil serve como uma plataforma para jovens pilotos brasileiros, com programas como o Drive Development, que oferece oportunidades para competir em categorias de base nos EUA.

Sobre a GCF Transportes

O Grupo GCF Transportes de Cargas LTDA é uma empresa especializada no transporte e armazenagem de papel, aço e autopeças. Atua com soluções completas, como Milk Run, múltiplas entregas e roteirização inbound, e mantém uma estrutura tecnológica robusta que garante eficiência, segurança e controle em tempo real. Com sede em Araucária (PR) e filial em Barueri (SP), opera com frota própria, motoristas treinados e foco contínuo em inovação e excelência operacional.

Ford apresenta Ranger Super Duty: a picape feita para o trabalho pesado

A Ford criou novo padrão para picapes médias de uso extremo com o lançamento da Ranger Super Duty, um modelo que combina robustez extrema, design funcional e tecnologia de ponta — tudo isso direto da fábrica australiana, sem a necessidade de modificações caras no mercado de implementação.

Projetada para enfrentar os cenários mais exigentes, a Ranger Super Duty é mais do que uma versão parruda da já conhecida ranger. Ela é fruto de uma imersão profunda no universo dos clientes que vivem do trabalho com caminhonetes. “Os gerentes de frota nos disseram que não havia nenhuma picape média ou pesada no mercado que realmente atendesse às suas necessidades”, explica Todd Willing, chefe de Design da Ford Motor Company. “Foi aí que mergulhamos ainda mais fundo e ouvimos mais de 50 empresas e serviços públicos para entender o que realmente faltava.”

O resultado? Um veículo que preenche uma lacuna real no mercado, combinando a robustez do conceito Built Ford Tough com um visual marcante e funcionalidades pensadas para o trabalho.

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Visual que impõe respeito

Com postura elevada, pneus General Grabber todo-terreno de 33 polegadas e bitola alargada, a Ranger Super Duty esbanja presença. O capô estampado com a inscrição “SUPER DUTY” e os para-lamas quadrados reforçam a impressão de força bruta. “Todos os elementos têm função prática e estética”, destaca Willing. “Queríamos que, ao olhar para ela, as pessoas entendessem que se trata de uma ferramenta de trabalho.”

Na frente, o para-choque de aço reforçado montado diretamente no chassi oferece maior proteção em ambientes off-road. Já a placa de proteção frontal e os pontos de fixação para faróis auxiliares são um convite para enfrentar os terrenos mais desafiadores.

“O briefing de design foi claro: Ultimate Tough”, acrescenta Max Wolff, chefe de design do Ford International Markets Group. “Cada linha, cada detalhe tem como objetivo transmitir resistência e capacidade.”

Uma picape pronta de fábrica para tudo

Disponível nas configurações de chassis com cabine simples, supercab e cabine dupla, além da tradicional picape cabine dupla, a Ranger Super Duty foi pensada para todas as frentes de trabalho: do campo à cidade, do resgate à floresta.

Para facilitar a personalização sem dor de cabeça, o modelo já vem preparado para receber carrocerias de serviço, desmontáveis e outros equipamentos. Um diferencial é o sistema opcional de Montagem Integrada de Dispositivos, que suporta até 4 kg e dispensa furos ou adaptações que comprometam o veículo. “Isso evita danos ao painel e reduz a vibração dos dispositivos”, diz Wolff.

Outro destaque é o snorkel exclusivo, desenvolvido em parceria com a Safari. A entrada de ar elevada melhora o desempenho do motor ao captar ar mais fresco e limpo — essencial em terrenos com poeira ou água.

Interior funcional, tecnologia na medida

Dentro da cabine, a praticidade também dita o tom. Além do nome “SUPER DUTY” em relevo no porta-luvas, todas as versões vêm com tela de infoentretenimento de 12 polegadas e interruptores auxiliares no console superior.

A experiência do motorista é complementada por uma série de recursos de assistência, incluindo câmera 360°, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, alerta de colisão com frenagem automática, monitoramento de ponto cego com cobertura de reboque e assistência de frenagem reversa com alerta de tráfego cruzado.

Uma inovação exclusiva da Ranger Super Duty é a barra de tecnologia de assistência ao motorista traseira, integrada diretamente ao chassi nas versões cabine-chassi. “A ideia era levar o mesmo nível de tecnologia da Ranger tradicional para uma picape ainda mais potente”, afirma Dave Burn, engenheiro-chefe do programa Ranger Super Duty. “Nosso compromisso com o Built Ford Tough é também um compromisso com inteligência e segurança.”

Durabilidade testada ao extremo

Como uma verdadeira ferramenta de trabalho, a Ranger Super Duty foi desenvolvida para suportar o uso pesado do dia a dia. Os novos retrovisores, mais altos e funcionais, por exemplo, passaram por rigorosos testes, como o famoso “teste de porta fechada”, que simula 10 anos de uso intenso em condições extremas de temperatura.

“Sabemos que esse veículo vai enfrentar muita coisa, então garantimos que ele aguentasse pancadas, trancos e o tempo”, finaliza Burn.

a Ranger Super Duty foi desenvolvida para as condições extremas do mercado australiano, que tem muitas características similares ao da América do Sul. No entanto, ainda a Ford não informou em quais mercados que este novo modelo será comercializado.

Volvo Group surpreende com nova geração de pesada da subsidiária Mack Trucks

A Mack Trucks, subsidiária norte-americana do Volvo Group, acaba de lançar o Mack Pioneer, seu caminhão rodoviário mais aerodinâmico e centrado no motorista até hoje. Sempre quando ocorrem as inovações em cabine de caminhão, nós brasileiros, nos perguntamos: por que não podemos ter cabines tão modernas e espaçosas no Brasil. A resposta a esta pergunta pode encontrar no seguinte artigo que publicamos na Frota News:

O porquê dos caminhões brasileiros serem como os europeus e não como os norte-americanos

Agora, vamos conhecer as inovações desta nova geração de caminhões Mack, pois, tendo a Volvo como “genitora”, não podemos ter o mesmo espaço interno no Volvo FH, mas muitas tecnologias e inovações, quem sabe, vemos em um futuro nos nossos Volvo brasileiro.

Com um design ousado e recursos inovadores inéditos na indústria, o Pioneer estabelece um novo padrão para a experiência na estrada, sem abrir mão da tradicional robustez que caracteriza a marca.

Projetado para o futuro do transporte, o Mack Pioneer estará disponível nos Estados Unidos e Canadá em várias configurações: cabine diurna, e versões com dormitório curto, médio e longo, incluindo teto alto e médio. A variedade de opções atende às demandas diversas de frotistas e motoristas em diferentes aplicações rodoviárias.

Uma jornada que começou em 2017

O desenvolvimento do Pioneer teve início em 2017, com o objetivo de entregar máximo desempenho e uma experiência excepcional ao condutor. Segundo Stephen Roy, presidente da Mack Trucks, o modelo representa mais do que uma simples inovação:

“O Pioneer não é apenas um novo caminhão. Estamos redefinindo o que um caminhão rodoviário pode ser, levando o transporte para o século 21 com recursos que transformam a rotina dos profissionais que passam, em média, 150 horas por mês ao volante.”

Design icônico com propósito

O design externo do Pioneer foi idealizado por Lukas Yates, designer-chefe da Mack Trucks, que integrou o icônico buldogue da marca diretamente ao capô. A grade frontal, feita com plástico reforçado por fibra de vidro e malha metálica moldada, oferece rigidez com leveza.

Um dos destaques são os faróis com função de descongelamento por ar quente, um recurso padrão inédito na Mack que melhora a visibilidade em climas frios. A solução é mais limpa e eficiente do que os sistemas anteriores, que utilizavam fios embutidos nas lentes.

Interior focado no motorista

O interior do Pioneer foi concebido com base em uma ampla pesquisa com motoristas profissionais, incluindo uma clínica de avaliação neutra na Virginia Tech. Vince Lokers, designer-chefe responsável pelo interior, afirma:

“Cada detalhe foi inspirado nas necessidades reais dos motoristas. Ouvimos nossos concessionários e motoristas para criar soluções que realmente fazem diferença.”

Entre os destaques está o novo sistema de assentos premium da Mack, com estrutura mais larga e alta, além de áreas de apoio para ombros e cabeça expandidas. Os assentos agora têm apoios de braço dos dois lados, um inédito na Mack, e contam com aquecimento, ventilação e sistema de massagem integrado – uma combinação sem igual no mercado.

Outras inovações de conforto incluem partida por botão, alavanca de transmissão mDrive™ reposicionada na coluna de direção, e volante com base reta – o primeiro da indústria, que facilita a entrada e saída do motorista. Há ainda carregamento sem fio em dois pontos da cabine e um layout de botões personalizável.

O Mack Integrated Parking Cooler, uma unidade elétrica de climatização auxiliar opcional, mantém o interior refrigerado durante as noites quentes sem necessidade de manter o motor ligado, promovendo economia e sustentabilidade.

Espaço de vida de última geração

Com cinco configurações de cabine disponíveis (de cabine simples até o dormitório alto de 76″), o Pioneer atende a diversas aplicações. A versão com dormitório de 76″ inclui o FlexSuite, sistema que permite girar o beliche inferior para liberar mais espaço, com área para refeições dobrável e colchão reclinável.

Detalhes premium como maçanetas metálicas e acabamentos em alumínio estão presentes por toda a cabine, elevando a percepção de qualidade e reforçando a durabilidade do projeto.

Segurança e funcionalidade aprimoradas

O Pioneer estreia o Mack Protect, um novo sistema ADAS (Advanced Driver Assistance System) com tecnologias ativas e passivas de segurança. Bolsas infláveis frontais são item de série, reforçando o compromisso com a proteção do motorista.

Os degraus de acesso à cabine, inspirados no setor de construção, contam com superfície antiderrapante e aberturas para evitar o acúmulo de neve e gelo. Há também barras de apoio internas e um novo extrudado estrutural no painel que auxilia na mobilidade.

O sistema HVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado) foi redesenhado com saídas de ar montadas nas portas, melhorando o direcionamento do fluxo para ombros e janelas.

Eficiência aerodinâmica de ponta

Cada detalhe externo do Pioneer foi projetado para otimizar o desempenho aerodinâmico. O para-brisa mais inclinado, chassi redesenhado e o sistema de espelhos digitais opcional – que substitui os espelhos laterais por câmeras montadas sobre a cabine – reduzem o arrasto e ampliam a visibilidade, eliminando pontos cegos. Só esse sistema garante até 1% de economia de combustível.

No total, o Pioneer pode alcançar até 11% de melhoria na eficiência de combustível em relação ao modelo anterior equivalente, posicionando-se como líder em economia entre os caminhões rodoviários da América do Norte.

Conectividade e tecnologia embarcada

O Pioneer é o caminhão mais conectado da história da Mack. Com novos recursos de diagnóstico remoto e atualizações de software por conexão remota, ele inaugura também o aplicativo MyMack, que permite aos motoristas verificar o status do veículo e controlar luzes e o sistema de climatização diretamente do smartphone.

O painel reforçado permite fixação segura de dispositivos móveis, com suportes dedicados para ELDs (Electronic Log Devices), suporte para tablets e dois carregadores por indução – um na área de condução e outro no dormitório – mantendo todos os dispositivos carregados sem necessidade de cabos.