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Conclusão
O Frota News reafirma seu compromisso com a ética e a responsabilidade no jornalismo. Este código de ética é uma diretriz fundamental para nossa atuação e é revisado periodicamente para assegurar sua relevância e eficácia.
A Peugeot lançou a versão da Boxer Cargo L2H2 com capacidade de 11,5 m³ de carga, tornando a de entrada da marca no segmento de furgões médios e PBT até 3.500 kg e 1.360 kg. Esta categoria oferece diversas vantagens. Além de poder ser conduzida com CNH a partir da categoria B, ela não sofre restrições de circulação em centros urbanos e pode estacionar em qualquer vaga de automóvel nas ruas com sistema de Zona Rotativa de Estacionamento (Zona Azul). A versão foi lançada com o preço R$ 245.990.
O Boxer Cargo L2H2 amplia a família de furgões da marca, que já conta com o Boxer Cargo L2H3 com 13 m³ de capacidade, o Peugeot Expert, o Peugeot e-Expert (6,1 m³) e o compacto Peugeot Partner Rapid (3,3 m6).
A linha de veículos utilitários da Peugeot faz parte da maior gama de veículos comerciais leves da Europa pelo fato de a marca pertencer ao Grupo Stellantis, controlador de outras marcas como Citroën e Peugeot.
No compartimento do motorista e mais dois acompanhantes, o Boxer conta com 10 porta-objetos, totalizando 22 litros em volumes. O painel é analógico com uma tela digital no centro que apresenta as principais informações do veículo e do computador de bordo. Além do conforto do motorista e acompanhantes serem garantidos pelos itens de série, como ar-condicionado, banco do motorista com regulagens de altura e lombar, direção regulável em altura e profundidade, e vidros e travas com acionamento elétrico.
A Peugeot também oferece um pacote de itens opcionais para toda a gama Boxer, chamado de Pro Luxo. Esse pacote adiciona faróis de neblina, central multimídia de 7” com Bluetooth®, Android Auto e Apple Car Play, câmera de ré e volante multifuncional com comandos de rádio integrados por R$ 5.750,00.
Segurança acima da média
A lista de equipamentos de segurança de série está no nível dos melhores concorrentes. Ele conta com assistência de partida em rampa, duplo airbag, alarme, ESP (Controle de Estabilidade), piloto automático, limitador de velocidade, sensor de estacionamento traseiro, alerta de marcha a ré, pré-disposição elétrica para transformações e retrovisores elétricos. Além disso, conta com computador de bordo, GSI (indicador de troca de marchas), faróis com regulagem de altura de facho, vidros e travas elétricas, porta-luvas refrigerado, travamento seletivo do compartimento de carga e outros recursos.
Motor e consumo
Sob o capô, a nova Boxer Cargo possui a mesma configuração técnica das versões L3H2 (13m3). O novo motor 2.2 Turbo Diesel BlueHDi, com 140 cv de potência e torque de 340 Nm a 1.750 rpm, proporciona um consumo de 10 km/L na cidade e 9,9 km/L na estrada medidos homologados pelo INMETRO. Conduzido corretamente, o tanque de combustível completo com 90 litros permite autonomia de 900 km.
Para atender a legislação de emissões Proconve L7, o Boxer, como todos os veículos a diesel leves, conta com sistemas de pós-tratamento de gases, incluindo a necessidade do uso do reagente químico Arla 32, colocando em um segundo tanque. O Arla 32 também é conhecido como AdBlue, por isso, o nome do motor é BlueHDi, que quer dizer motor turbo diesel de alto desempenho e baixa emissão de poluentes.
A força do motor é transferida para as rodas dianteiras por meio de uma caixa de marchas manual de 6 velocidades, tendo a sua alavanca no painel. Essa posição melhora o espaço interno para o motorista e acompanhantes.
O Boxer está disponível nas cores branco sólido e cinza Artense (Metálico).
O mercado de veículos de caminhões e ônibus na Argentina no acumulado deste ano (janeiro a maio) foi de 12.636 unidades, sendo 11.122 caminhões e 3.088 veículos de passageiros (ônibus e micro-ônibus) segundo a ANFAC (associação que representa os fabricantes). O mesmo setor, no Brasil, emplacou 54.210 veículos dos mesmo segmentos, sendo 44.663 caminhões e 9.547 ônibus e micro. Neste artigo, entenda porque a VWCO é resiliente para realizar a expansão internacional que está fazendo e, a notícia mais recente, é a construção de uma fábrica na Argentina, um ambiente de negócios que, dificilmente, um fabricante norte-americano, europeu, chinês ou sul-coreano faria. Mas a VWCO está fazendo. Entenda o porquê!
O mercado da Argentina equivale a 23,27% do brasileiro. É o segundo maior mercado da América do Sul, pois os outros países, por não ter indústrias locais e, por isso, protecionismo, países, como o Chile, têm as portas abertas aos fabricantes da Ásia, Estados Unidos e Europa por serem menos burocráticos do que o Brasil, que possui uma legislação tributária que dificulta a competitividade internacional.
A VWCO é uma empresa que nasceu no Brasil, mesmo pertencendo ao capital internacional, mas, por ser brasileira, acostumada a ambientes desafiadores. Isso a faz ela ser o que é hoje, exportando para mais de 30 países de economias difíceis. Esta experiência a torna capaz para abrir uma fábrica em quase qualquer países do Hemisfério Sul.
Mesmo neste ambiente, a Volkswagen Caminhões e Ônibus está investindo em uma nova fábrica na Argentina. O primeiro caminhão Volkswagen acaba de deixar a nova área exclusiva para a montagem de veículos comerciais do Centro Industrial de Córdoba, na Argentina. O veículo, um VW Delivery 11.180, será utilizado na validação do processo de manufatura e para o treinamento de colaboradores. Depois fará parte da frota que vai rodar em testes pelo país. O acordo anunciado pela Volkswagen Caminhões e Ônibus e a Volkswagen Group Argentina em dezembro de 2022 prevê a fabricação de cinco modelos da marca naquele país a partir de 2024.
“A Argentina, mercado em que estamos presentes há 25 anos, em breve se somará aos países que já produzem caminhões e ônibus Volkswagen: Brasil, México, África do Sul e Filipinas. Nosso processo de internacionalização visa prospectar e consolidar a presença em novos mercados, além de liderar vendas em países nos quais já atuamos”, explica Antonio Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Jornalista Marcos Villela (MTB 6.458/MG) atua no setor da mobilidade de cargas e pessoas desde 1989 e é sócio-fundador da plataforma de informações e consultoria Frota News. Já atuou em editorias de veículos de jornais, nas áreas de comunicação da Fiat e da TV Globo, foi editor da revista Transporte Mundial por 21 anos, diretor de redação do núcleo de revistas da filial brasileira do grupo alemão de revistas especializadas Motorpresse, e conta ampla experiência em cobertura na área de transporte no Brasil e em diversos países. É o representante do Brasil, como membro associado, na entidade internacional sem fins lucrativos ITOY (International Truck of the Year). Ela reúne jornalistas técnicos em transporte dos 34 maiores mercados do mundo para troca de experiências, conhecimento e conteúdos jornalísticos.
O Instituto Jelson da Costa Antunes (IJCA), sediado em Niterói, Rio de Janeiro, atua há mais de 18 anos na área de educação e promove cursos gratuitos para os jovens da Região metropolitana Leste Fluminense (Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá), como o Fortalecendo Trajetórias e o Oficina do Ensino, oferecendo oportunidades de cursos profissionais e reforço escolar. O Grupo JCA é a maior transportadora rodoviário de passageiros do Brasil, com controladora de empresas como Viação Cometa e Auto Viação 1001, entre outras.
Com apoio das suas controladas, o IJCA apoia ou desenvolve projetos de arte, cultura e educação que combinam ações de mobilidade com a apropriação dos territórios e espaços culturais, inclusive em São Paulo.
Em São Paulo
Uma das iniciativas em que o Instituto atua como parceiro estratégico é o Projeto Gira de Empreendedorismo e Auto-gestão. O objetivo é promover encontros com vários temas sobre gestão, voltados para artistas e coletivos artísticos da zona norte de São Paulo. As inscrições estão abertas até o dia 6 de julho no site https://abanca.rds.land/gira-de-empreendedorismo-e-auto-gestao-2023.
Na área cultural, a Viação Cometa e o Instituto JCA organizaram um calendário gratuito de teatro nas escolas públicas do Parque Vila Maria, em São Paulo, retomado no ano de 2022. Durante esses seis anos de atividades, 19 mil pessoas participaram de 33 iniciativas patrocinadas, em parceria com 28 organizações locais e 11 produtoras, mobilizando um total de R$4,49 milhões em recursos.
Por meio da articulação do IJCA, a Viação Cometa patrocina dois projetos voltados para a prática esportiva em escolas da região mencionada anteriormente. Os projetos são realizados pela Favorita Cultura & Esporte e incluem aulas e rodas de capoeira (Esporte e Cidadania) e treinos de taekwondo (Taekwondo Educação e Progresso).
“Mais do que os benefícios no desenvolvimento psicomotor e na melhora do condicionamento físico, os jovens e os educadores das escolas relatam melhorias significativas em aspectos como autoestima, capacidade de concentração, maturidade e respeito às regras e à coletividade, além de uma visível melhora no desempenho escolar”, afirma Maysa Gil, gerente executiva do IJCA.
Um elemento que conecta todas essas ações é algo que faz parte do DNA das empresas: a mobilidade. Mover pessoas de um lugar para outro é uma forma de descrever o trabalho realizado no setor de transportes. Mas não se trata apenas de deslocamento físico. Mover está relacionado à “emoção” e “emocionar”; também está presente em “mobilizar”, no sentido de provocar e tirar da passividade. Todos esses significados e muitos outros são contemplados em projetos que levam as artes até as pessoas e as pessoas até as artes.
No Rio de Janeiro
Destaca-se, no Rio de Janeiro, a parceria com o Galpão Bela Maré, que recebe o apoio logístico da Autoviação 1001 (com a articulação do IJCA) há quase 10 anos, garantindo a chegada da cultura a diversos públicos e territórios.
Em mais uma parceria de trabalho, o IJCA recebeu em sua sede o Projeto Empreender & Transformar, uma iniciativa em parceria entre a Besouro de Fomento Social e o Sebrae. O foco foi capacitar pequenos empreendedores e estimular o desenvolvimento social e econômico no país, promovendo a geração de renda e a autonomia financeira dos participantes. 60 jovens participaram da iniciativa, que ocorreu de 12 a 16 de junho (todas as vagas foram preenchidas).
A sede do IJCA está localizada na Rodovia Amaral Peixoto, 2504 – Baldeador, Niterói/RJ. Saiba mais sobre o IJCA em www.ijca.org.br e nas redes sociais (@instituto.jca).
Tanto o mercado brasileiro como o argentino vão ter, em breve, a opção 100% elétrica do furgão Ford E-Transit. O modelo foi apresentado na última Fenatran, em outubro de 2022.
A Ford Argentina já iniciou o programa piloto com o E-Transit em parceria com empresas líderes em logística urbana, como Ambev e DHL.
DHL comprou 45 unidades nos EUA
A DHL, fornecedora líder mundial de serviços de remessa expressa internacional, está lançando 45 novas vans Ford E-Transit em Palo Alto, Califórnia, como parte do compromisso geral da empresa de atingir suas ambiciosas metas de sustentabilidade. Até 2030, a empresa planeja operar 60% de seus veículos nos EUA com eletricidade e reduzir todas as emissões relacionadas à logística para zero líquido até 2050.
Ouvir o cliente antes de lançar
O objetivo da marca é de que os usuários reais possam experimentar os benefícios dos veículos comerciais elétricos no seu dia a dia, ajudando assim a melhorar a experiência do usuário, antes do lançamento do veículo no mercado. No Brasil, o E-Transit deve ser lançado entre o final deste ano e o início do próximo. Na Argentina, a Ford confirmou que o lançamento será ainda neste ano.
O E-Transit é um dos três lançamentos de veículos eletrificados anunciados pela Ford Argentina para este ano, sendo a eletrificação de seu portfólio um dos pilares do plano global para alcançar a neutralidade carbônica até 2050.
Como parte deste programa, a Ford Argentina está analisando as experiências dos clientes comerciais que aderiram a este piloto, e todos os resultados obtidos em termos de operação do veículo — considerando diferentes condições de uso —, tipos de rotas percorridas (urbanas ou intermunicipais), distância percorrida, tipos de carga, autonomia da bateria e adaptação dos condutores a um veículo comercial 100% elétrico com o objetivo de desenhar processos e serviços que proporcionem uma experiência de utilização e produtividade que os clientes deste tipo de veículos esperam e precisa.
As empresas que não possuíam infraestrutura própria de recarga também receberam assessoria técnica da Ford para adaptar suas instalações.
Para esta experiência, a Ford Argentina está trabalhando em conjunto com diferentes empresas líderes em seus respectivos setores, como subsidiária da Ambev, a cervejaria Quilmes, e DHL, entre outras.
Ford E Transit
Nos últimos anos, o negócio de veículos comerciais tem crescido constantemente. De acordo com estudos recentes realizados nos Estados Unidos, uma alta porcentagem de gerentes de frota planeja mudar toda a sua frota para a tecnologia elétrica nos próximos 2 anos.
Desde o seu lançamento nos Estados Unidos e na Europa, o E-Transit se tornou um best-seller. No principal mercado norte-americano, conseguiu atingir uma quota de mercado superior a 70% entre os furgões elétricos e foi recentemente escolhida pelo Serviço Postal dos Estados Unidos (USPS) para se encarregar da eletrificação da sua frota, com a compra de mais de 9.000 E-Transit.
Entre as características mais destacadas deste produto está a autonomia da bateria elétrica — que possui um software inteligente que fornece uma estimativa da distância que pode percorrer sem recarregar — com uma autonomia estimada entre 240 e 260 km. Além disso, mantém a mesma capacidade de carga volumétrica da versão com motor Diesel.
A eletrificação do portfólio de veículos da Ford é um elemento-chave na estratégia para atingir a neutralidade de carbono até 2050. Para apoiar esse plano, a Ford está investindo US$ 50 bilhões entre 2022 e 2026 para o desenvolvimento de novos produtos, tecnologias de baterias, aumento da capacidade de fabricação de veículos e baterias e verticalizar a cadeia de suprimentos de insumos críticos.
Adicionalmente, a montadora fechou diversos acordos para garantir o abastecimento de insumos críticos, tendo já garantido os insumos para poder cumprir 100% da meta de 600.000 unidades por ano em 2023 e 70% da meta de 2026.
O programa piloto E-Transit, como prelúdio para o seu lançamento na Argentina e no Brasil, está alinhado com esta estratégia global e reforça o compromisso de oferecer aos seus clientes na América do Sul os últimos modelos da marca e, ao mesmo tempo, ter um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.
Jornalista Marcos Villela (MTB 6.458/MG) atua no setor da mobilidade de cargas e pessoas desde 1989 e é sócio-fundador da plataforma de informações e consultoria Frota News. Já atuou em editorias de veículos de jornais, nas áreas de comunicação da Fiat e da TV Globo, foi editor da revista Transporte Mundial por 21 anos, diretor de redação do núcleo de revistas da filial brasileira do grupo alemão de revistas especializadas Motorpresse, e conta ampla experiência em cobertura na área de transporte no Brasil e em diversos países. É o representante do Brasil, como membro associado, na entidade internacional sem fins lucrativos ITOY (International Truck of the Year). Ela reúne jornalistas técnicos em transporte dos 34 maiores mercados do mundo para troca de experiências, conhecimento e conteúdos jornalísticos.
Para ficar mais próxima dos clientes do transporte rodoviário, a DPaschoal e a Goodyear inauguraram o primeiro contêiner especializado na comercialização de pneus para a linha pesada, anexado ao Posto Ferrari, localizado na BR 101, em Serra (ES).
Esse novo conceito de vendas apresenta uma loja personalizada, fazendo parte de um projeto-piloto desenvolvido pelas duas empresas. O objetivo é proporcionar facilidade e praticidade aos motoristas que passam pelo local, aproveitando os pontos de apoio disponíveis nas proximidades, como serviços de borracharia.
Localização Estratégica
O novo contêiner está situado no posto de combustível Ferrari. Ele é localizado na BR 101, uma das rodovias brasileiras mais importantes que atravessa o município da Serra. Esse trecho faz parte da rota considerada uma das alternativas para o escoamento da agroeconomia das regiões de Santa Maria de Jetibá, Santa Tereza, São Roque do Canaã e Fundão, cidades produtoras de ovos, hortaliças e laticínios. A rodovia também conecta o polo portuário de Aracruz à região metropolitana do Espírito Santo.
“A escolha estratégica desse ponto (Serra) próximo aos caminhoneiros visa proporcionar conforto e segurança, além de evitar que eles precisem sair de sua rota original para adquirir pneus”, comenta Marcos Arthuzo, diretor de Planejamento, Controle e Operações da DPaschoal.
“Somos uma empresa de mobilidade e priorizamos o desenvolvimento de negócios que nos conectam com os consumidores de maneira ágil, acessível e eficaz”, explica Renato Zequi, gerente de Desenvolvimento de Negócios/Rede de Revendedores da Goodyear do Brasil.
A DPaschoal e a antiga relação com a sustentabilidade
Golf filantrópicoIsabela Pascoal Becker
Maior revendedor credenciado pela Goodyear, com mais de 120 lojas em cerca de 100 cidade do País, a DPaschoal tem a sustentabilidade e a responsabilidade social como princípio, muito antes das práticas de ESG serem a pauta obrigatória nas empresas e governos.
Nesse mês de junho a nossa Companhia patrocinou um torneio de Golf filantrópico com recursos destinados a Childhood Foundation, organização internacional dedicada à promoção e defesa dos direitos da infância em todo o mundo.
Na ocasião do evento, foi feito o pré-lançamento do Relatório de Sustentabilidade para os convidados, entre fornecedores, clientes e parceiros. A diretora da Fundação Educar DPaschoal, Isabela Pascoal Becker, reafirmou os compromissos com as práticas de ESG da Cia DPaschoal.
Testar antes de trocar
Vale lembrar que, em direção oposta de muitas empresas do comércio, a DPaschoal adotou o princípio de “Medir e Testar Antes de Trocar”. Segundo Isabela Pascoal Becker, esta iniciativa começou em 2007 como forma de ser transparente e honesta com os clientes.
Para isso, a empresa conta com ferramentas exclusivas que avaliam a real necessidade de substituição de peças, pneus e realização de serviços. A companhia também oferece a experiência otimizada de seus Trucks Centers, que combinam tecnologia e sustentabilidade para proporcionar uma experiência completa e economizar tempo e recursos, tanto para o bolso quanto para o planeta, explica a executiva.
Educação
Ao longo dos anos, a DPaschoal expandiu sua presença com uma abordagem organizada, ética e inovadora. Por meio da Fundação Educar DPaschoal, a empresa desenvolve programas educacionais, como o Curso de Mecânica para Mulheres, e a Universidade DPaschoal para o aprimoramento profissional de colaboradores e fornecedores.
A Fundação Educar DPaschoal foi criada em 1989 e dedica-se à educação para a cidadania e ao impacto social. A empresa possui projetos sustentáveis, como o Economia Verde, que incentiva práticas mais sustentáveis e conscientização ambiental.
Este artigo sobre as alternativas de mobilidade limpa além dos elétricos foi publicado pela Volvo Trucks na Suécia e traduzimos para o Brasil. Nele, vamos entender um pouco mais sobre combustíveis renováveis.
As alternativas aos caminhões elétricos a bateria e hidrogênio, como HVO e biogás
O desafio da infraestrutura que muda de país para país
Por que o motor a combustão não está morto graças ao eletrocombustível
Soluções diferentes em cada país
Está claro que a indústria de transporte precisa reduzir sua pegada de carbono e se afastar dos combustíveis fósseis. Mas duas grandes questões permanecem: qual é a melhor alternativa para caminhões pesados e quais opções sustentáveis já estão disponíveis hoje?
Atualmente, várias tecnologias estão sendo propostas como resposta, incluindo bateria elétrica e células de combustível de hidrogênio, bem como combustíveis renováveis, como óleo vegetal hidrogenado (HVO) e biogás. Cada um tem suas próprias vantagens e limitações quando se trata de desenvolvimento, infraestrutura, custo e impacto ambiental do ciclo de vida.
Entender melhor
Maria Grahn, professora associada da Chalmers University of Technology, trabalha extensivamente nas áreas de análise de sistemas de energia e pesquisa de futuros combustíveis para transporte. “Nosso objetivo é entender melhor as diferentes opções, na esperança de podermos ajudar a orientar governos e formuladores de políticas a encontrar a melhor alternativa para eles”, explica ela. “Existem muitos cenários diferentes e perguntas que ainda precisam ser respondidas. Mas, nas circunstâncias atuais, vemos tendências claras e tendências em relação a certos tipos de combustível”.
Como parte de seu trabalho, Maria contribuiu para modelar futuros combustíveis e tendências para ajudar a prever quais combustíveis são mais prováveis de serem usados para vários modos de transporte, incluindo transporte marítimo, aviação e carros de passeio. Quando se trata de veículos pesados, a indústria está se movendo em uma direção clara.
Volvo a hidrogênio sendo testado em baixas temperaturas
Baterias elétricas ou células de combustível
“Pelo menos na Europa, se os regulamentos efetivamente proíbem quase todas as emissões de CO2 pelo tubo de escape , na prática existem apenas duas opções: bateria elétrica e hidrogênio. Quando modelamos a futura mistura de combustível para caminhões pesados, podemos ver que esses dois combustíveis provavelmente dominarão daqui para frente.”
O futuro dos caminhões elétricos é em baterias elétricas ou células de combustível de hidrogênio?
A resposta curta é ambos – mas qual dos dois é o melhor para qualquer situação provavelmente se resume a vários fatores, como peso e tamanho do veículo, distância percorrida, disponibilidade de combustível e acessibilidade à infraestrutura de reabastecimento.
Infraestrutura é o desafio
“O principal desafio é a infraestrutura, principalmente no que diz respeito ao hidrogênio, porque é difícil de se locomover”, diz Maria. “Há também a questão de onde virá toda a eletricidade. Não apenas para alimentar veículos elétricos, mas para produzir a quantidade de hidrogênio necessária. Além do transporte, outras indústrias, como aço e produção química, provavelmente também precisarão de muito hidrogênio daqui para frente. Como sociedade, precisaremos gerar muita eletricidade barata para atender a essa demanda, e ela deve vir de fontes renováveis”.
Eixo de tração com o motor elétrico
Em geral, com as tecnologias atuais, quanto menor a distância, mais fácil será usar caminhões elétricos a bateria, pois eles têm alcance limitado e exigem locais e horários para recarregar. Para distâncias maiores, onde o acesso à infraestrutura de carregamento é limitado, as células de combustível de hidrogênio provavelmente serão uma opção futura, pois os alcances são maiores e os tempos de reabastecimento muito mais curtos. Mas os caminhões movidos a hidrogênio ainda pertencem ao futuro. Caminhões elétricos a bateria já estão disponíveis e podem descarbonizar uma grande parte dos transportes europeus de mercadorias atualmente.
Por que o motor de combustão interna não está morto
Dado que os veículos pesados movidos a bateria elétrica são relativamente novos no mercado e as células de combustível de hidrogênio ainda estão em desenvolvimento, espera-se que os motores convencionais de combustão interna permaneçam por algum tempo ainda. De fato, ainda pode haver lugar para motores de combustão em um mundo pós-combustível fóssil, usando combustíveis alternativos e não apenas biogás, mas também hidrogênio e eletrocombustíveis.
“Os eletrocombustíveis são produzidos combinando hidrogênio com carbono, para criar quase qualquer tipo de combustível que você quiser”, explica Maria. “A principal vantagem é que muitos eletrocombustíveis podem ser usados nos mesmos motores e infraestrutura de reabastecimento que os combustíveis convencionais. Nossa modelagem mostra que tais combustíveis provavelmente serão usados nas indústrias de navegação e aviação. E para algumas das tarefas rodoviárias mais exigentes que não podem ser atendidas com tecnologia de bateria elétrica ou célula de combustível, os eletrocombustíveis ou o hidrogênio podem ser a resposta.”
Quais alternativas sem combustível fóssil estão disponíveis hoje?
Embora possa parecer que a maioria das possíveis soluções sem combustível fóssil evolui em torno de tecnologias que ainda estão em andamento, caminhões de longo curso movidos a biogás e caminhões elétricos a bateria para distribuição e transporte regional já estão no mercado hoje.
“Para qualquer operador cujas operações diárias estejam dentro de 300 quilômetros, um caminhão elétrico já é uma opção viável sem combustível fóssil”, diz Lars Mårtensson, diretor de Meio Ambiente e Inovação da Volvo Trucks. “Isso é baseado em uma carga noturna e, se for possível integrar a recarga na programação do caminhão – o que será mais fácil à medida que a infraestrutura de recarga pública continuar a se expandir – seu alcance será ainda maior.”
Soluções diferentes em cada país
A situação atual quando se trata de combustíveis renováveis – quer se trate de biodiesel, HVO ou biogás – difere de mercado para mercado. Por exemplo, o consumo de biodiesel está aumentando na França. Empresas como a Shell estão aumentando a produção de biogás e tornando-o mais acessível aos caminhoneiros, enquanto em toda a Europa a rede de reabastecimento está crescendo rapidamente. A produtora finlandesa de HVO Neste está expandindo sua fábrica em Cingapura, tornando-a a maior do mundo. No entanto, em cada caso, espera-se que a disponibilidade de matérias-primas para a produção seja um fator limitante.
Quando se trata de células de combustível de hidrogênio, a Volvo Trucks concluiu seus primeiros testes em 2022 e iniciará testes de campo com clientes em alguns anos. A ambição é lançar uma oferta comercial na segunda metade da década.
“Estamos vendo várias soluções sendo desenvolvidas simultaneamente porque muitas pessoas no setor de transporte podem ver que não existe uma solução milagrosa que resolverá o desafio climático”, diz Lars. “Mas é importante lembrar que essas tecnologias se complementam, não competem. Portanto, se você deseja fazer a transição para longe dos combustíveis fósseis, não espere e veja qual tecnologia ‘vencerá’ – você pode começar a procurar agora por desenvolvimentos e opções disponíveis em seu mercado local. A solução que você está procurando para reduzir as emissões de carbono provavelmente já está disponível.”
Ter motoristas capacitados com uma formação avançada e sempre atualizados, além dos equipamentos bem cuidados, é a melhor forma de mostrar aos clientes que sua transportadora oferece segurança nos serviços prestados.
Investir em treinamento para os motoristas que atuam em sua empresa de transporte com carretas é de extrema importância para garantir o sucesso e a segurança de suas operações. Os motoristas desempenham um papel fundamental na cadeia logística, sendo responsáveis por transportar cargas valiosas e entregar mercadorias de forma eficiente e pontual. Portanto, proporcionar treinamento adequado é essencial para maximizar a eficiência operacional e a satisfação dos clientes.
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Um dos principais benefícios de investir em treinamento para os motoristas é a melhoria da segurança no transporte rodoviário. Os acidentes de trânsito envolvendo carretas podem ter consequências devastadoras, causando danos materiais, lesões graves, perdas de vidas humanas e longos anos de problemas com a Justiça. O treinamento adequado capacita os motoristas a adotar práticas seguras de direção, como o respeito às leis de trânsito, o uso correto dos equipamentos de segurança e a adoção de medidas preventivas para evitar acidentes. Além disso, o treinamento pode abordar técnicas de direção defensiva e estratégias para lidar com emergências nas estradas.
Além da segurança, o treinamento dos motoristas também contribui para a eficiência operacional da empresa. Motoristas bem treinados conseguem otimizar o uso dos veículos e dos recursos disponíveis, evitando desperdício e atrasos desnecessários. Eles conseguem planejar suas rotas inteligentemente, considerando fator como condições do tráfego, restrições legais e preferências dos clientes. O treinamento pode incluir aulas sobre técnicas de direção econômica, manutenção preventiva dos veículos e gestão eficiente do tempo. Dessa forma, os motoristas se tornam mais produtivos, reduzindo custos operacionais e aumentando a lucratividade da empresa.
Reputação da empresa
Além disso, o treinamento adequado dos motoristas também contribui para a reputação da empresa. Clientes satisfeitos com serviços de transporte confiáveis e pontuais têm mais chances de recomendar a empresa para outros parceiros comerciais. Por outro lado, incidentes de segurança, atrasos frequentes ou atendimento inadequado podem manchar a imagem da empresa e resultar na perda de contratos importantes. Ao investir em treinamento, você está demonstrando seu compromisso com a qualidade, a segurança e a excelência no serviço prestado, fortalecendo sua posição no mercado e pode atrair novos clientes.
Além do treinamento inicial para novos motoristas, é importante também oferecer programas de reciclagem e atualização regular. O setor de transporte está em constante evolução, com novas regulamentações, tecnologias e práticas emergindo continuamente. Manter os motoristas atualizados em relação a essas mudanças é essencial para garantir a conformidade legal, a eficiência operacional e a segurança.
Em suma, investir em treinamento para os motoristas de sua empresa de transporte em carretas é uma estratégia inteligente e essencial para o sucesso do negócio. Além de promover a segurança e a eficiência operacional, o treinamento adequado fortalece a reputação da empresa, atraindo e mantendo clientes satisfeitos.
Em 1993, a Volkswagen Caminhões e Ônibus lançou a linha Volksbus em substituição à gama “Ônibus VW”. Essa mudança marcou o início de uma nova geração de veículos comerciais da Volkswagen que chega em 2023 consolidada na vice-liderança do mercado de chassis de ônibus, com uma participação média de 25%.
Primeira década
O lançamento do primeiro Volksbus, o 16.180 CO em 1993.
A primeira venda realizada para a Real Auto Ônibus, do Rio de Janeiro.
Em 1996 é iniciado a produção no Consórcio Modular de Resende (RJ), e também foi um 16.180 CO o primeiro a sair da linha de montagem.
Introdução do chassi Volksbus 17.210 (1996). A Volkswagen lançou o chassi Volksbus 17.210, um modelo de ônibus que se tornou um dos mais populares e vendidos da linha Volksbus. Esse chassi foi projetado para atender às demandas do transporte urbano.
O lançamento do segundo modelo, o VW 18.310 OT com a realização da primeira grande venda de ônibus rodoviários para a Viação Pluma.
Os chassis de 8 toneladas de PBT são os favoritos no segmento de micro-ônibus, por oferecer uma relação peso/potência bastante favorável ao operador de transporte de passageiros. Foi para este segmento, em 2001, que a marca fez sua estreia com o Volksbus 8.150 OD, rapidamente, adotado, principalmente, por empresas de fretamento e, também, no transporte escolar. O modelo já passou por dezenas de atualizações e, na última, está na gama como 8.160 R Euro 6.
Em 2001, a VW lança o primeiro ônibus com motor traseiro, o Volksbus 17.240 OT. Ele tinha um motor MWM 6.10 TCA de 238 cv e capacidade para até 44 passageiros. Ele foi encerrado em 2004, sendo substituído pelo Volksbus 17.260 OT.
Segunda década
Em 2003, a VW lançou o chassi 26.330 OTA, com motor traseiro.
Primeiro lote vendido para o Caminho da Escola, programa do Governo Federal, em 2009, com 2.200 unidades do modelo 15.190 VE-03R.
A conquista, ainda nos anos 1990, do mercado internacional com a linha Volksbus, começando pelos países Argentina e México.
6. Início da produção na Argentina (2011): A Volkswagen expandiu suas operações para além do Brasil e iniciou a produção de ônibus Volksbus na Argentina, ampliando sua presença no mercado latino-americano.
Atualmente, o menor chassi de ônibus é o micro-ônibus 8.160 R (Escolar Rural), mas sabia que a VW já teve ônibus menores? Entre 2004 e 2012, a montadora tinha o Volksbus 5.150 OD.
Foi também em 2004, que a montadora passou a oferecer um chassi mais potente para ônibus semipesados, o modelo 17.260 EOT, com motor traseiro. Ele foi adquirido pelas empresas para diferentes aplicações, desde urbano, BRT e rodoviário. A linha atual Euro 6 continua contando com uma opção nesta potência, com o 17.260 S.
A família de ônibus padrão ganhou mais uma opção em 2006, quando a marca lançou o Volksbus 15.190 EOD. Este modelo vem sendo atualizado constantemente, e na linha atual Euro 6, o representante para o segmento de 15 toneladas de PBT é o 15.210 R/S.
Foi também em 2006 que a montadora lançou uma opção intermediária entre o 15.190 e o 17.260. Ela lançou o 17.230 EOD (com motor dianteiro), presente na marca, atualizado para Euro 6 como 17.230 S.
Em 2011, na 8ª Edição da FetransRio, o Volksbus Articulado foi a maior novidade da marca para aquele evento. O modelo para corredores BRT (Bus Rapid Transit) poderia receber carroceria de até 18,2 metros. O articulado ficou pronto para lançamento, mas até hoje, a VWCO aguarda a atualização da Norma 15.570 da ABNT sobre ônibus articulado com motor dianteiro.
Superônibus Volksbus 22.280 com dois eixos direcionais
Melhor ano de vendas da VWCO. Foi em 2013, quando foram emplacadas 9.025 unidades.
Os trólebus dos tempos atuais são os ônibus elétricos conectados a uma rede de energia elétrica aérea. Para a fabricação dos 10 novos trólebus, o motor e a caixa de câmbio são removidos e os chassis Volksbus 17.280 piso baixo são fornecidos com eixos e relação de diferencial adaptados à operação. Com os chassis, um módulo eletrônico que faz a interface com o novo sistema de tração elétrica e chicotes elétricos são entregues aos fornecedores envolvidos na operação, a Induscar, fabricante das carrocerias Caio, e a Eletra, responsável pela tração elétrica das unidades.
Em 2016, a VWCO lançou o Volksbus 8.160 OD piso-baixo e suspensão pneumática, mais adequado para o transporte de passageiros em transporte urbano.
Em 2017, com presença consolidada no México, a VWCO lança modelo desenvolvido exclusivamente para o mercado mexicano, o Volksbus 14.190 SCD. O projeto envolveu fornecedores locais e parceria com encarroçadores mexicanos. A configuração do modelo é específica para atender a demandas e padrões do transporte de passageiros naquele país. O motorista reposicionado, também conhecido localmente como trompudo.
Em 2019, a montadora apresenta o ônibus urbano de 15 metros com três eixos, com dois dianteiros direcionais e capacidade para 115 passageiros. Trata-se do Volksbus 22.280 ODS, apelidado pela marca como “superônibus”.
Com presença consolidada no México, a VWCO lança modelo exclusivo para o mercado mexicano, o Volksbus 14.190 SCD.
Em 2023, a VWCO amplia a oferta de suspensão pneumática para toda a linha Volksbus de 9 a 18 toneladas de PBT.
Início dos testes em 2023 com o protótipo que utiliza uma arquitetura modular 100% elétrica, inédita e desenvolvida pela engenharia da marca em Resende (RJ). O e-Volksbus ainda não tem data para lançamento. O protótipo possui carroceria Caio e configuração Padron, nos padrões da SPTrans (o piso pode ser alto ou baixo). O veículo elétrico possui 350 km de autonomia, graças a uma bateria com 12 packs. O preço estimado é de R$ 2 milhões para a data atual.
Em 2018, a VWCO já havia apresentado o projeto do Volksbus e-Flex no Salão de Hannover, na Alemanha. Tratava-se de um modelo híbrido, com o VW 1.4 TSI de 150 cv funcionando como gerador de energia para as baterias e ainda não há previsão para lançamento.
Os modelos que ficaram mais tempos em produção da linha Volksbus foram os lançados após a entrada em vigor da fase Proconve P7 em 2012. Eles estão sendo substituídos agora, também, por caso do Proconve. A fase P8 entrou em vigor em janeiro deste ano.
No segundo semestre de 2020, o Volksbus 18.330 OT 6×2, veículo de conceito e inédito para a marca, que inova ao trazer pela primeira vez no modelo rodoviário um terceiro eixo. Conquanto, a linha Euro 6, ainda não consta a versão 6×2, que poderá ser introduzida futuramente.
A expansão internacional da VWCO ganha mais um parceiro. Antes de tudo, a MAN Automotive South Africa (do mesmo grupo TRATON), em 2022 passou a montar os Volksbus 17.230 e o 17.260 V-Tronic, enviados para lá em SKD (sigla para Semi Knock-Down ou componentes parcialmente montados). Anteriormente, os componentes são pré-montados em Resende (RJ). Contudo, há uma curiosidade: o nome especial da linha na África do Sul é Volksbus Yabantu. Assim, a palavra “Yabantu” no idioma local zulu significa “das pessoas e para pessoas”.
A Volkswagen lançou a nova linha Volksbus Euro 6 em maio de 2023, com oito modelos: 8.180 R, 9.180 S, 11.180 R/S, 15.210 R/S, 17.230 S, 17.260 S, 18.310 SL e 18.310 SH. Entretanto, um novo modelo vai chegar em breve. Aliás, o “superônibus” 22.280 ODS como Euro 6 está na fase final de desenvolvimento e em um dos próximos meses deste ano. Ademais, na ocasião do lançamento do novo portfólio, a VWCO ampliou as tecnologias de segurança para todos os modelos, entre elas, assistente de partida em rampa, controle de estabilidade e controle de tração.
Por fim, o marco de mais de 175 mil chassis produzidos nesses 30 anos.
Volksbus exportado para a África do Sul em SKD e montado pela MAN
Jornalista Marcos Villela (MTB 6.458/MG) atua no setor da mobilidade de cargas e pessoas desde 1989 e é sócio-fundador da plataforma de informações e consultoria Frota News. Já atuou em editorias de veículos de jornais, nas áreas de comunicação da Fiat e da TV Globo, foi editor da revista Transporte Mundial por 21 anos, diretor de redação do núcleo de revistas da filial brasileira do grupo alemão de revistas especializadas Motorpresse, e conta ampla experiência em cobertura na área de transporte no Brasil e em diversos países. É o representante do Brasil, como membro associado, na entidade internacional sem fins lucrativos ITOY (International Truck of the Year). Ela reúne jornalistas técnicos em transporte dos 34 maiores mercados do mundo para troca de experiências, conhecimento e conteúdos jornalísticos.
NestePodcast#7, debatemos o plano para reduzir o problema global de falta de motoristas profissionais anunciado hoje (21/06) pela IRU (organização mundial de empregadores de transporte rodoviário, representando mais de 3,5 milhões de operadores de transporte rodoviário, inclusive do Brasil) e ITF (Federação Internacional dos Trabalhadores em Transporte, representando 18,5 milhões de trabalhadores em transporte).
A IRU (organização mundial de empregadores de transporte rodoviário, representando mais de 3,5 milhões de operadores de transporte rodoviário, inclusive do Brasil), e a ITF (Federação Internacional dos Trabalhadores em Transporte, representando 18,5 milhões de trabalhadores em transporte), lançaram, no dia 21 de junho, um plano de três pontos para corrigir a escassez de motoristas.
A nova abordagem visa aliviar a escassez de motoristas e os desequilíbrios do mercado de trabalho no transporte. Ademais, garantir condições e padrões de trabalho decentes para motoristas que trabalham fora de seu país de origem. Além disso, simplificar e fazer cumprir as regras para trabalhadores e empregadores.
O secretário-geral da IRU, Umberto de Pretto , disse: “a escassez de motoristas está ficando rapidamente fora de controle. Equilibrar a oferta e a demanda global de trabalho por meio de medidas simples para facilitar a imigração legal. Ademais, é importante impedir a exploração de motoristas não residentes como maneira de resolver o problema. Por fim, o projeto prevê apoiar o trabalho decente e manter os serviços vitais de transporte rodoviário em movimento”.