Transição energética: o que o Brasil pode aprender com outros países

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O Porto de Oakland, na Califórnia, está prestes a se tornar um ponto central na emergente infraestrutura de abastecimento de hidrogênio para caminhões comerciais Classe 8, graças à inauguração de uma nova estação de reabastecimento por FirstElement Fuel

Assim como ocorre com a indústria de automóveis de passeio, com dificuldade de acompanhar a indústria entrante, o mesmo ocorre na indústria de caminhões. As novas marcas estão inovando mais, principalmente, com relação às tecnologias para a transição energética. Na foto deste artigo, temos dois caminhões movidos a hidrogênio. São tecnologias que funcionam em alguns países no mundo. São marcas novas. E no Brasil, o que temos sobre transição energética? Quase nada perto do que ocorre no mundo.

Em eletromobilidade, uma solução ainda cheia de desafios, temos vários projetos, pouco viáveis financeiramente. Em bioenergia brasileira, temos a Scania com os caminhões a gás. Que podem ser movidos por meio do gás biometano que faz parte da economia circular. Fora Scania, temos a promessa da Iveco Brasil, que apresentou seus caminhões a gás na última Fenatran, em 2022. Mas que até hoje não estão nas concessionárias da marca.

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O que mais temos? Apenas o que a legislação obriga, caminhões que devem respeitar a legislação ambiental do Proconve P8, equivalente ao Euro 6.

O Frota News mostra, neste tema de transição energética, acontecendo no mundo que são exemplos de iniciativas que o Brasil deveria ser pioneiro, exemplo, e não retardatário. Mas somos retardatários. O que requeremos? Deixarmos de ser refratários. Trabalharemos para isso!

O Porto de Oakland, na Califórnia, está prestes a se tornar um ponto central na emergente infraestrutura de abastecimento de hidrogênio para caminhões comerciais Classe 8, graças à inauguração de uma nova estação de reabastecimento por FirstElement Fuel. Este desenvolvimento promete revolucionar o setor de transportes pesados e reduzir significativamente as emissões de gases poluentes.

Poderia ser no Brasil, mas a FirstElement Fuel, líder no fornecimento de hidrogênio na Califórnia com uma participação de mercado de 80%, expande suas operações com a abertura da primeira estação comercial de hidrogênio para caminhões pesados fora do porto de Oakland. A estação é equipada com duas bombas robustas que podem abastecer até 200 caminhões por dia, cada um em apenas 10 minutos para uma carga completa de 80 kg de hidrogênio.

Esta nova estação faz parte do ambicioso projeto NorCal Zero, uma iniciativa financiada pela Comissão de Energia da Califórnia e pelo Conselho de Recursos Aéreos da Califórnia, com parcerias estratégicas, incluindo a Hyundai Motor Company e o Centro de Transporte e Meio Ambiente.

A tecnologia da estação inclui uma bomba criogênica da Bosch Rexroth, que transforma hidrogênio líquido em comprimido frio eficientemente, permitindo uma capacidade impressionante de 18.000 kg de hidrogênio por dia. Isso marca uma evolução significativa desde os primeiros sistemas da empresa que apenas podiam gerenciar 200 kg diários em 2015.

O hidrogênio líquido, usado pela estação, oferece vantagens claras em termos de densidade e eficiência de armazenamento em comparação ao hidrogênio gasoso, possibilitando um armazenamento mais compacto e menos entregas.

No âmbito do transporte, a Hyundai forneceu 30 caminhões pesados. A saber, com célula de combustível Hyundai Xcient para o projeto, operados por Glovis America e Global Expedited Transportation Freight. Além disso, um acordo com a Nikola garante o abastecimento de seus caminhões de hidrogênio na região.

Esses caminhões movidos a hidrogênio apresentam vantagens significativas sobre os veículos elétricos a bateria. Bem como, maior capacidade de carga útil e tempos de reabastecimento mais rápidos, essenciais para operações eficientes em portos e outras áreas logísticas.

A implementação deste projeto não só promete reduzir milhões de libras de CO₂. E nem outros poluentes, mas também servirá como um modelo para expansões futuras. Aliás, com a necessidade de milhares de estações de reabastecimento de hidrogênio previstas para a próxima década para atender à demanda crescente por soluções de transporte mais limpas e eficientes.

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Crescimento do setor de implementos rodoviários nos primeiros meses de 2024

primeiros quatro meses de 2024
Crescimento da indústria tem sido puxado pelos fabricantes de implementos rodoviários e agronegócio

A indústria de implementos rodoviários observou um crescimento de 2,63% nos primeiros quatro meses de 2024, comparado ao período homólogo. De acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (ANFIR). O setor emplacou um total de 49.617 produtos de janeiro a abril deste ano, frente aos 48.344 emplacamentos registrados no mesmo intervalo de 2023. O número é puxado para cima pelo segmento rodoviário e agronegócio, e para baixo, pelo segmento urbano e intermunicipal.

Como curiosidade e comparação com as montadoras de caminhões, segundo dados da Fenabrave (associação das redes das marcas). O crescimento de vendas no primeiro quadrimestre foi de 4,94%. Porém, é preciso considerar questões de sazonalidades para entender os números. A base de comparação da indústria de caminhões é com o primeiro período de baixas de vendas de caminhões devido à antecipação de compras que houve no segundo semestre de 2022. Isso ocorreu em razão da entrada em vigor da legislação ambiental Proconve P8, equivalente ao Euro 6. Portanto, ambos números são positivos, cada um em um contexto diferente.

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José Carlos Spricigo, presidente da Anfir, destacou a influência do agronegócio no desempenho do setor. “A demanda por produtos destinados à logística do transporte de produção agrícola mantém nosso mercado aquecido nos primeiros meses do ano,” afirmou Spricigo.

Segmentos Divergentes

Dentre os segmentos do mercado, os Reboques e Semirreboques (Pesados) demonstraram ser a principal força motriz, com 30.154 unidades emplacadas até abril de 2024. Um aumento significativo em relação às 27.096 unidades do período correspondente em 2023.

Por outro lado, o segmento de Carroceria sobre chassi (Leves) enfrentou uma retração, com 19.463 produtos emplacados nos primeiros quatro meses de 2024, representando uma queda de 8,4% em relação aos 21.248 produtos emplacados no mesmo período do ano anterior.

Contexto Econômico Desafiador

A economia brasileira, segundo projeções da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), deverá crescer 1,9% em 2024, um ritmo mais lento do que o crescimento de 2,9% observado em 2023, mas ainda assim superior à última estimativa oficial de 1,8%. Além disso, o Comitê de Política Monetária (Copom) prevê uma nova redução da taxa Selic em maio, com uma expectativa de pausa no ciclo de cortes a partir de junho.

Spricigo comentou as implicações da política monetária para o setor. “Apesar da redução na taxa Selic, o nível ainda elevado pode restringir um desenvolvimento mais robusto da economia, impactando o crescimento do PIB brasileiro e, consequentemente, o nosso setor,” analisou ele, destacando também a preocupação com o alto endividamento de empresas e cidadãos.

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Bocejar ao volante não é um bom indicador de sonolência 

Bocejar
Paul Zubrinich é CMO da Optalert, uma meditech australiana criadora da escala de sono mais respeitada do mundo, usada pela União Europeia e pela Agência Espacial Americana (Nasa)

Descubra por que bocejar enquanto dirige não é um indicativo confiável de sonolência, segundo estudos recentes. Paul Zubrinich, especialista da Optalert, explica no artigo abaixo como os Sistemas de Monitoramento de Motoristas podem estar mal interpretando este ato, aumentando potencialmente o risco de acidentes. Saiba mais sobre os verdadeiros motivos por trás do bocejo e as implicações para a segurança automotiva neste artigo detalhado. Confira:

No setor automotivo, algumas equipes de engenharia desenvolveram Sistemas de Monitoramento de Motoristas (DMS, na sigla em inglês) que tentam detectar o bocejo do condutor como um indicador de sonolência. Isto não só é ineficaz, mas provavelmente aumenta o risco de um acidente causado pelo sono.

O bocejo é comumente associado a alguém cansado ou entediado. No entanto, pesquisas recentes contam uma história com mais nuances, e ainda existem teorias concorrentes sobre porque os humanos (e outros animais) bocejam. Ao longo de décadas de investigação, os pesquisadores estabeleceram de forma decisiva que bocejar não é um bom indicador de sonolência.

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Por que as pessoas bocejam?

Todos os vertebrados bocejam, incluindo peixes, pássaros e mamíferos. Um feto humano começa a bocejar após cerca de 20 semanas de gestação. São cinco os principais motivos pelos quais uma pessoa pode bocejar:

Sonolência e tédio: você pode bocejar quando fica entediado. Se uma atividade não prender sua atenção, você poderá bocejar como um reflexo de excitação, induzindo-o a acordar e aumentar o estado de alerta. O ato de bocejar eleva sua frequência cardíaca. Muitas pessoas bocejam enquanto dirigem em um trecho aberto da estrada e estão pouco estimuladas. Isto não é um risco à segurança. Pelo contrário, é um sinal de que mantêm ativamente a vigilância.

Equalização de pressão: os bocejos ocorrem voluntária e involuntariamente para equalizar a pressão com o ambiente externo durante mudanças rápidas de elevação, como a decolagem ou aterrissagem de um avião.

Empatia social: bocejos podem ser uma forma de sinal social. Eles são contagiosos. Se você vir outra pessoa bocejando ou pensar em bocejar (como ao ler isto), isso pode inspirá-lo a bocejar. Curiosamente, apenas três espécies bocejam de forma contagiosa: humanos, chimpanzés e lobos (incluindo a subespécie cães). Pessoas com maior empatia medida pelo Índice de Reatividade Interpessoal são mais propensas a bocejar ao observar outros bocejando. Por outro lado, quem possui traços psicopáticos são menos propensos a fazê-lo. Também há evidências de que temos maior probabilidade de bocejar por empatia com familiares e amigos próximos. Essa tendência também foi observada em chimpanzés.

Temperatura cerebral: alguns teóricos postulam que o bocejo é usado para resfriar o cérebro, embora isso tenha problemas como teoria universal. Primeiro, o bocejo não pode ser desencadeado pelo superaquecimento de pessoas em um laboratório. Em segundo lugar, raramente é observado entre pessoas que praticam exercício intenso num dia quente.

Problemas médicos: alguns distúrbios clínicos também podem causar bocejos, incluindo algumas anomalias cerebrais e cardíacas, bem como distúrbios do sono ou reações causadas por medicamentos.

Mitos sobre bocejar

As pessoas não necessariamente vão dormir logo após bocejarem. Pelo contrário, muitas pessoas bocejam durante algum tempo depois de acordarem enquanto se preparam para o dia. O sensor no carro deles não deve incomodá-los com alertas altos toda vez que eles acordam bocejando no trajeto matinal. Eles podem continuar a bocejar a qualquer hora do dia, enquanto ainda estão muitas horas longe do sono.

Muitas vezes as pessoas dormem sem bocejar. Os movimentos das pálpebras oferecem muito mais informações sobre a probabilidade de alguém adormecer involuntariamente em breve.

Se alguém não estiver bocejando, não é seguro presumir que esteja alerta. Conforme observado, muitas pessoas passam por vários estágios de sonolência até dormir sem bocejar. Um estudo descobriu que em pessoas com apneia do sono, a ausência de bocejos é um forte indicador de sonolência diurna.

Problemas com um DMS que detecta bocejos

Se um sistema emitir um alerta sempre que o motorista bocejar, ele irá inadvertidamente treiná-lo para evitar bocejar. Dado que o bocejo é um reflexo de excitação, isso desarma o motorista de uma ferramenta muito poderosa de que dispõe para combater a progressão da sonolência. Tal sistema aumenta inadvertidamente o risco de acidente devido à sonolência!

Além disso, é difícil distinguir os bocejos de outras ações, como cantar entusiasmado, gritar ou espirrar abafado. Um veículo que emite um alerta alto e irritante toda vez que o motorista abre amplamente a boca resultará na desativação do sistema de segurança. Novamente, isso aumenta o risco de um acidente.

A Europa iniciou, a partir desse ano, com a obrigatoriedade para que carros saiam de fábrica com um DMS instalado. No Brasil e em outras partes do mundo, essa determinação, infelizmente, ainda está longe de ocorrer como lei, embora ocorra em frotas de empresas privadas. De todo modo, os DMS escolhidos pelas montadoras não podem responder a bocejos, pois ao invés deles contribuírem para prevenir acidentes, poderão ser eles os causadores de tragédias.

*Paul Zubrinich é CMO da Optalert, uma meditech australiana criadora da escala de sono mais respeitada do mundo, usada pela União Europeia e pela Agência Espacial Americana (Nasa). A Optalert mede a sonolência em motoristas há mais de 15 anos e apoia ativamente as montadoras para melhorar seus sistemas de detecção de sonolência. As tecnologias são baseadas na blefarometria, um termo introduzido pelo fundador Dr. Murray Johns que define o estudo pioneiro de medição do movimento das pálpebras capturado através de um sensor ou câmera. Além do setor automotivo, a Optalert desenvolveu o primeiro método não invasivo para rastrear apneia obstrutiva do sono enquanto o sujeito do teste está acordado e está progredindo na triagem precoce de Alzheimer, Parkinson e outras doenças neurodegenerativas.

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La Braciera: A autenticidade da pizza napolitana em São Paulo

La Braciera
A pizzaria napolitana La Braciera conta com cinco unidades em São Paulo

Com quatro localizações estratégicas dentro da cidade de São Paulo, encontra-se um tesouro que atrai amantes da culinária italiana de todos os cantos: La Braciera. O Roteiro Automotivo visitou duas (Jardins e Higienópolis) e das cinco unidades. As outras três são no Morumbi, Santana e Tatuapé.

Este estabelecimento não é apenas uma pizzaria, é uma embaixada da cultura napolitana. Onde a tradição e a inovação se encontram para criar uma experiência culinária original.

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A aclamada Pizza Napolitana da La Braciera é o resultado de uma receita que atravessou séculos. Aliás, uma herança que o restaurante honra com cada pizza servida. A dedicação à autenticidade começa com a seleção de ingredientes: tomates suculentos, mozzarella fresca e manjericão aromático, a saber, todos importados e escolhidos a dedo de pequenos produtores que compartilham da mesma paixão pela qualidade.

O segredo da massa exclusiva da La Braciera reside na Farinha Italiana 00, reconhecida por sua finura e força. Certamente, isso permite esticar a massa até ficar fina sem romper, garantindo aquela textura leve e aerada que é a assinatura da verdadeira pizza napolitana. A fermentação lenta é outro pilar fundamental da receita, um processo que exige paciência e precisão, mas que recompensa com uma massa de sabor complexo e textura perfeita.

La Braciera
La Braciera é conhecida pela autenticidade da pizza napolitana

Cada pizza é uma obra de arte, preparada com maestria e assada em fornos a lenha, que conferem aquele toque defumado e crocante tão característico. A La Braciera não se limita a replicar a pizza napolitana; eles a elevam, mantendo a essência enquanto introduzem toques contemporâneos que surpreendem e encantar.

Ambientes com suas particularidades

O ambiente acolhedor, decorado com elementos que remetem à rica história de Nápoles, complementa a experiência, fazendo com que cada visita seja mais do que uma refeição, mas uma viagem culinária. Cada unidade guarda características particulares. Na unidade dos Jardins, há o salão bastante espaçoso, e dependendo do dia e horário, a animação garantida por uma apresentação musical. Na unidade Higienópolis, encontramos um ambiente mais intimista, bem como, bastante convidativos para um happy hour, e ainda um espaço para encontro de pequenos grupos de amigos ou corporativos.

La Braciera
Unidade Higienópolis da rede La Braciera

Explorando os sabores mais popular

La Braciera, um nome que ressoa entre os conhecedores de pizza em São Paulo, é famosa pela autêntica Pizza Napolitana. Com uma variedade de sabores que homenageiam a tradição italiana, há um sabor que se destaca como o favorito entre os clientes: a clássica Margherita.

A Pizza Margherita da La Braciera é uma celebração dos sabores simples e naturais. A base é a massa fina e leve, fermentada lentamente e cozida à perfeição em fornos a lenha, que lhe confere uma textura crocante por fora e macia por dentro. Além disso, o molho de tomate é feito com tomates San Marzano, conhecidos por seu sabor doce e ligeiramente ácido, que são esmagados e temperados com um toque de sal e manjericão fresco.

A cobertura é uma camada generosa de “mozzarella di bufala”, que derrete suavemente, criando um contraste delicioso com o molho de tomate. Finalizada com folhas de manjericão fresco e um fio de azeite extra virgem, a Margherita da La Braciera é uma obra-prima que representa a essência da pizza napolitana.

Drinks

Entre diversos drinks preparados na hora, opções de uma ampla carta de vinhos da Itália, Chile, Espanha, Argentina, e mais o vinho de sobremesa de Portugal. Há a exclusiva cerveja artesanal La Braciera American Lager, produzida na Serra da Cantareira.

Visite La Braciera e descubra por que a Margherita é a favorita entre os muitos sabores autênticos oferecidos. Uma pizza que é, sem dúvida, a joia da coroa no menu deste estabelecimento prestigiado.

La Braceira
Além dos drinks da foto, o La Braceira com uma cerveja artesanal produzida na Serra da Cantareira

Reservas, endereços, telefones e o cardápio completo, com os preços, pode ser acessados pelo site: www.labraciera.com.br. As reservas podem ser feitas pelo WhatsApp: +55 11 94114-1120.

Frota Delas: O olhar para o futuro e o exemplo do Grupo Rodonaves

Grupo Rodonaves
Kete Moura, uma das motoristas que foi formada no ano passado pela Fabet e que foi contratada pela Rodonaves

O setor logístico, tradicionalmente dominado por homens, está testemunhando uma mudança significativa com o aumento da participação feminina. Embora o progresso seja gradual, é inegável que as mulheres estão marcando sua presença e moldando o futuro da indústria. No Grupo Rodonaves, uma das líderes do setor no Brasil, os números são reveladores.

Cerca de 16% do quadro geral é composto por mulheres, um reflexo da crescente inclusão feminina no mercado de trabalho. No setor administrativo, as mulheres representam 44% do total, demonstrando sua competência e habilidade em funções gerenciais e operacionais. A liderança feminina também está em ascensão, com 18% dos cargos de liderança ocupados por mulheres, um sinal promissor de que as barreiras estão sendo quebradas.

No entanto, a representatividade feminina ainda é baixa na operação e entre os motoristas, áreas que tradicionalmente têm menor participação feminina. Reconhecendo essa lacuna, o Grupo Rodonaves está adotando medidas proativas para acelerar a inclusão de mulheres. Uma iniciativa notável é a parceria com a Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte (Fabet), que resultou na formação da primeira turma de mulheres motoristas em 2023. As profissionais integraram-se ao grupo, trazendo novas perspectivas e habilidades para o setor.

Novas oportunidades

Com 22 motoristas mulheres ativas e planos para expandir esse número em 2024, o Grupo Rodonaves está liderando pelo exemplo. A empresa planeja abrir duas novas turmas com 24 vagas exclusivas para mulheres, reforçando seu compromisso com a diversidade e a igualdade de oportunidades.

O programa “Frete Solidário” é outro pilar dessa estratégia de inclusão. Anualmente, no aniversário da RTE Rodonaves, parte do lucro é destinada a projetos sociais sob o tema “Mulheres Que Inspiram”. Este programa não apenas celebra as conquistas femininas, mas também investe no potencial das mulheres que buscam oportunidades no setor logístico.

A jornada para uma maior inclusão de mulheres no mercado logístico é longa e desafiadora, mas com iniciativas como essas, o futuro parece promissor. As mulheres estão prontas para assumir seu lugar de direito na indústria, por certo, trazendo consigo uma riqueza de talento, dedicação e inovação. À medida que mais empresas seguem o exemplo do Grupo Rodonaves, podemos esperar uma transformação positiva e duradoura no setor logístico.

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  • Em meio a uma agenda histórica para a mobilidade sustentável — marcada pela apresentação da primeira operação regular do País com ônibus articulados movidos a biometano — uma declaração feita no encerramento da coletiva de imprensa roubou a cena. Pelo menos, para este jornalista. Acostumado a acompanhar, há anos, fóruns, seminários e projetos sobre a inclusão feminina no setor, este repórter já testemunhou inúmeras promessas, campanhas institucionais e discursos de incentivo à presença de mulheres no volante do caminhão, do ônibus e… da empresa. Continue lendo: Indiara Ferreira, do Grupo HP, cobra fornecedores por mais mulheres no setor: “O transporte é muito machista. Só vamos comprar de fornecedores menos machistas”
  • A presença feminina em grupo no transporte brasileiro tem avançado nas últimas décadas, acompanhando transformações sociais, econômicas e culturais que vêm redesenhando o mercado de trabalho no País. Dados citados pela Fundação Memória do Transporte (FuMTran) indicam que elas respondem por algo entre 18% e 19% dos vínculos formais de emprego no transporte, segundo registros do Caged. Quando o recorte se concentra em funções como a condução de veículos de carga e de passageiros, esse percentual cai para menos de 5%, de acordo com informações da Senatran. A FuMTran resgata tanto a evolução estatística quanto a memória histórica da participação feminina nos diferentes modais. Continue lendo: FuMTran destaca memória e avanço das mulheres no transporte em diferentes modais

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Maio Amarelo 2024: CPFL registra 1.403 colisões contra postes e alerta para riscos

Maio Amarelo 2024
Boletim do Frota News com atualização diária

O Maio Amarelo 2024 começou. O movimento é uma campanha global de conscientização sobre a segurança no trânsito. No Brasil, a iniciativa ganha força com a participação ativa de empresas do setor de transporte e logística. O Frota News vai manter este boletim com atualizações diárias.

O Grupo CPFL Energia utiliza o Maio Amarelo para alertar e dar dicas para reduzir as colisões em postos de energia. Entre janeiro e março de 2024, as concessionárias CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz e RGE registraram 1.403 colisões contra postes em suas áreas de atuação.

As estatísticas indicam que, apesar dos esforços contínuos para a segurança viária, os acidentes com postes continuam acontecendo com frequência preocupante. As cidades de Campinas (63 colisões), Marília (41) e Bauru (40) lideram o ranking, alertando para a necessidade de atenção redobrada por parte dos motoristas, motociclistas e pedestres.

Riscos e transtornos causados pelas colisões

Além dos perigos para os envolvidos no acidente, as colisões contra postes podem gerar transtornos para toda a comunidade. O impacto da batida pode ocasionar interrupções no fornecimento de energia, exigindo reparos que podem levar horas e, em casos mais graves, até mesmo o desligamento emergencial da rede.

Outro problema é o custo do reparo, que pode ser arcado pelo condutor responsável pelo acidente. O valor da reposição do poste varia entre R$ 3 mil e R$ 14 mil, dependendo dos equipamentos instalados na estrutura.

Dicas de segurança em caso de acidentes com postes

Em situações de colisão com postes, a CPFL orienta os seguintes procedimentos:

  • Se possível, permaneça no interior do veículo, sem tocar em partes metálicas, até a chegada do socorro.
  • Acione o call center da CPFL e o Corpo de Bombeiros.
  • Ao sair do veículo, faça-o com os pés juntos, sem encostar na lataria.
  • Afaste-se o máximo possível do carro, saltando ou arrastando os pés, sem alternar as passadas.
  • Pedestres que presenciem o acidente devem se afastar do local e acionar o socorro.
  • Evite tocar em fios partidos ou usar objetos para removê-los.

Grupo JCA lança campanha de conscientização para suas empresas

Em celebração ao Maio Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre a segurança viária, o Grupo JCA, proprietário de grandes empresas do setor de transporte rodoviário de passageiros, como Viações Cometa, 1001 e Catarinense, lança uma campanha com o lema “Todos juntos por caminhos mais seguros”. A iniciativa busca reforçar a importância da capacitação de profissionais para alcançar um trânsito mais amigável e seguro.

O tema central do Maio Amarelo deste ano, promovido pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, é “A paz no trânsito começa por você”, refletindo o compromisso de 11 anos do movimento com a promoção da paz nas vias.

Leandro Zulião, diretor Comercial e Operacional do Grupo JCA, destaca a abrangência da campanha: “Promovemos ações de conscientização constantemente, não só para nossos colaboradores, mas também para os clientes que diariamente viajam conosco. Em 2024, focamos em demonstrar como a informação e a capacitação podem contribuir significativamente para um trânsito mais seguro. A responsabilidade é compartilhada entre motoristas e passageiros, estes últimos devem por exemplo, sempre utilizar o cinto de segurança.”

Durante todo o mês de maio, os ônibus das companhias do grupo estarão adornados com adesivos temáticos e distribuirão banners e folhetos educativos, destacando as práticas seguras de viagem e a preparação profissional dos motoristas.

O Maio Amarelo promove anualmente uma reflexão sobre como cada integrante do trânsito pode evitar acidentes. O Grupo JCA aproveita para enfatizar três pilares essenciais: tecnologia, informação e capacitação.

Com um investimento constante em tecnologia de ponta, a frota do Grupo JCA inclui veículos equipados com assistência avançada de direção, como frenagem emergencial automática e sensores de manutenção de faixa. Além disso, a monitoração em tempo real permite uma supervisão detalhada da operação dos ônibus, garantindo intervenções ágeis e eficazes para a segurança dos passageiros.

Os pilares de informação e capacitação se interligam nas práticas do grupo. Os motoristas recebem treinamentos regulares, tanto técnicos quanto comportamentais, que são fundamentais para que eles não só apliquem as melhores práticas de direção, mas também atuem como multiplicadores de informações de segurança para os passageiros.

Educar para transformar o trânsito

Maio Amarelo 2024
Com programas de capacitação para profissionais do setor de transporte, a Fabet está equipando indivíduos com o conhecimento e as práticas necessárias para fazer uma mudança positiva

A Fabet, como especialista em Educação no Trânsito, desempenha um papel vital na promoção da segurança e humanização nas estradas. Aliás, a iniciativa de Maio Amarelo é um exemplo inspirador de como a educação pode ser usada como ferramenta para transformar comportamentos e salvar vidas.

Ao enfatizar a importância da vida, do respeito mútuo, da empatia e do cumprimento consciente das leis de trânsito. A saber, a Fabet está na vanguarda de um movimento que busca erradicar a violência no trânsito e criar um ambiente mais seguro para todos.

Com programas de capacitação para profissionais do setor de transporte, a Fabet está equipando indivíduos com o conhecimento e as práticas necessárias para fazer uma mudança positiva. Afinal, é um lembrete poderoso de que, através da educação e da ação coletiva, é possível construir um futuro em que o trânsito seja uma experiência segura e respeitosa para todos.

O Maio Amarelo 2024 começou. O movimento é uma campanha global de conscientização sobre a segurança no trânsito. No Brasil, a iniciativa ganha força com a participação ativa de empresas do setor de transporte e logística, e certamente, o Frota News manterá este boletim com atualizações diárias.

RTE Rodonaves

Maio Amarelo 2024
Teste com bafômetro facial

Em alinhamento com o Maio Amarelo, a RTE Rodonaves, integrante do Grupo Rodonaves, destaca sua participação ativa com a realização de mais de 550 mil testes de alcoolemia nos últimos 17 meses, bem como, utilizando tecnologias avançadas como o bafômetro facial.

Oswaldo Maia, diretor de gente e gestão do Grupo Rodonaves, explica que a empresa implementou o sistema de bafômetro facial que, nos últimos 17 meses, registrou 328.081 testes, com zero casos positivos de ingestão de álcool. Os motoristas da empresa são submetidos ao teste diariamente, ao chegarem à expedição.

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Atualização em breve…

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Conheça o novo Volvo FMX 8×4 autônomo para colheita de cana-de-açúcar

FMX 8x4 autônomo
Volvo Stark autonômo, projeto da Volvo com a TMA Máquinas com base no FMX 8x2

A Volvo Caminhões foi a pioneira no desenvolvimento de caminhões autônomos para a colheita de cana-de-açúcar. Isso foi em 2017, o desenvolvimento foi feito utilizando o modelo VM para a Usina Santa Teresinha, de Maringá (PR). Então agora, conheça o FMX 8×4 autônomo. A Volvo e a TMA Máquinas, empresa de Ribeirão Preto especializada na mecanização do segmento sucroalcooleiro, certamente, uniram forças para criar um avanço significativo na agricultura de precisão: o caminhão autônomo Stark.

Este veículo é baseado no fora de estrada FMX 380R (380 cavalos de potência e chassi rígido) e foi desenvolvido para otimizar o transbordo da cana-de-açúcar durante a colheita.

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O projeto Stark surgiu como uma resposta às mudanças nas práticas agrícolas, especificamente, com a adoção de um novo espaçamento entre as linhas de plantio de cana-de-açúcar, que visa aumentar a produtividade das lavouras. Jeseniel Valerio, gerente de engenharia de vendas da Volvo Caminhões, destaca que a nova configuração de cultivo foi um fator determinante para o desenvolvimento do caminhão autônomo.

O Stark é um veículo de nível 2 de autonomia, o que significa que ele consegue realizar várias funções de condução de forma independente, mas ainda requer supervisão humana. No entanto, o que realmente distingue o Stark é sua tecnologia de georreferenciamento de alta precisão, que permite uma direção extremamente precisa, evitando danos aos brotos remanescentes da cana e garantindo uma colheita subsequente mais produtiva.

Além disso, o Stark foi projetado para atender às demandas específicas do setor sucroalcooleiro. O caminhão é uma solução mais eficiente em comparação com os métodos tradicionais de transbordo, ou seja, um trator rebocando um implemento de transbordo.

Leia a newsletter Frota News:
edição 40
Destaques de capa da edição 40

Com uma capacidade de carga de 50 m³ e um peso bruto total técnico de 58 toneladas, o FMX tem força para tracionar um reboque ao mesmo tempo, formando uma composição “romeu-e-julieta”. É importante lembrar que a capacidade técnica de PBT sobre o chassi de 58 toneladas destina-se ao uso em ambientes privados. Em vias públicas, mesmo não pavimentadas, o limite é estabelecido pela Lei da Balança, sendo o PBT legal de 29 toneladas.

Já a capacidade de tração máxima do Volvo FMX começa em 100.000 kg. No entanto, pode chegar a 130.000 kg ou até 150.000 kg sob customização de eixo e caixa pela engenharia da Volvo. Ou seja, este Volvo FMX conta com força de sobra para trabalhar também com composição “romeu-e-julieta”, ou seja, tracionando um reboque, além do peso sobre o chassi.

O mercado de caminhões autônomos

A TMA, responsável pela venda do veículo, argumenta que as vantagens superam o custo inicial mais alto. Entre elas, a velocidade operacional, a economia de combustível e a perspectiva de uma safra mais produtiva justificam o investimento. Além disso, o caminhão pode atender outras operações trocando o implemento sobre chassi ou como rebocador. E, no momento da renovação de frota, possui um valor maior de mercado.

FMX 8x4 autônomo
O Volvo VM autônomo foi o primeiro modelo para transbordo. Há ainda no mercado, os modelos da Mercedes-Benz, Volkswagen e Scania

A Stark apresentou o modelo na Agrishow 2024 e já está causando um grande impacto no mercado.

No mercado brasileiro, o Volvo Stark concorrerá com modelos da Mercedes-Benz, customizados para a mesma atividade pela Grunner. Além dele, há o da Volkswagen Caminhões, o Constellation 31.280 8×4. A Scania está prestes a lançar em breve o Scania P 280 8×4. Segundo a Scania Brasil, o projeto continua em desenvolvimento e a Scania segue ouvindo os clientes e estudando o mercado para oferecer o melhor produto e a solução ideal para as demandas e oportunidades.

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Campanha “SOS Rio Grande do Sul – Carreta Solidária” em apoio às vítimas das enchentes

Carreta Solidária
Além disso, o sindicato está buscando parcerias estratégicas com outras entidades e sindicatos para ampliar o alcance e a efetividade das ações solidárias

As recentes enchentes que devastaram várias regiões do Rio Grande do Sul geraram uma emergência crítica, com cidades inteiras isoladas e muitos cidadãos aguardando resgate. Diante deste cenário alarmante, o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Rio Grande do Sul (SETCERGS) lançou a iniciativa “SOS Rio Grande do Sul – Carreta Solidária”, ou seja, uma campanha de solidariedade destinada a mobilizar recursos e assistência às vítimas deste desastre natural.

As principais áreas impactadas incluem a Região Central, Vale do Rio Pardo, Vale do Taquari, Metropolitana e a Serra. Pois com dezenas de estradas, incluindo a vital BR-290, interrompidas devido aos danos causados pelas chuvas, o transporte de ajuda torna-se um desafio significativo. Cidades inteiras encontram-se isoladas, demandando uma logística especial e uma estratégia bem planejada para as doações chegarem a quem realmente precisa.

Coleta e distribuição de doações

A partir desta quinta-feira, 02 de maio, o SETCERGS começará a receber doações de alimentos não perecíveis, agasalhos, produtos de higiene e limpeza em sua sede, localizada na Avenida São Pedro, 1420, bairro São Geraldo, em Porto Alegre.

O presidente do SETCERGS, Sérgio Mário Gabardo, destacou a importância da união de esforços neste momento difícil: “É uma oportunidade para unirmos esforços e ajudarmos aqueles que mais precisam neste momento difícil. Contamos com a solidariedade de todos os envolvidos tanto no setor de transporte e logística como da sociedade para fazermos a diferença na vida das pessoas afetadas por essa catástrofe”.

Estratégias de logística e parcerias

Nos próximos dias, o SETCERGS organizará pontos de arrecadação nas empresas associadas por todo o estado. A ação visa empregar o setor de transporte como um aliado fundamental no transporte dos donativos até as áreas afetadas. Considerando os diversos bloqueios e a queda de pontes, a logística para a distribuição dos itens doados precisa ser cuidadosamente avaliada. Nos locais acessíveis por terra, os caminhões serão usados para entrega direta. Já para as áreas inacessíveis, a colaboração com a Defesa Civil será essencial, onde o transporte aéreo se fará necessário.

Além disso, o sindicato está buscando parcerias estratégicas com outras entidades e sindicatos para ampliar o alcance e a efetividade das ações solidárias, consolidando um esforço conjunto entre diversas frentes para garantir que a ajuda chegue eficientemente aos necessitados.

A campanha “SOS Rio Grande do Sul – Carreta Solidária” não é apenas um testemunho da capacidade de resposta rápida do setor de transporte e logística. Por certo, também um apelo à solidariedade de todos os cidadãos. Neste momento de profunda adversidade, a contribuição de cada um pode significar a diferença entre o desespero e a esperança para milhares de gaúchos. Certamente, todos enfrentando uma das piores catástrofes naturais de sua história recente.

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Boletim Agrishow 2024: Vamos vai com diversidade diante novos concorrentes

Agrishow 2024
Vamos mostra diversidade de equipamentos para a logística do agro

Boletim Agrishow 2024 atualiza-se diariamente com notícias curtas:

O número de locadoras de caminhões nos últimos dois anos cresceu tanto, que até a Abla (associação do setor) ainda não sabe dizer quantas existem. No entanto, na Agrishow 2024, a Vamos, do Grupo Simpar, foi pioneira, ou uma das pioneiras. Na edição da feira deste ano, sugiram muitos concorrentes, inclusive, das montadoras que criaram divisões de negócios para locação de caminhões. Como que a Vamos fez para si diferenciar.

Neste ano, com muitos concorrentes presentes, diferentemente das edições anteriores, a Vamos levou seu robusto portfólio de serviços e produtos focados no setor agrícola. Com uma frota de mais de quatro mil caminhões e máquinas e equipamentos dedicados ao agronegócio, a empresa explorou a diversidade de equipamentos, conforme nos informa Gustavo Couto, CEO da empresa:

  • – Um caminhão Volkswagen Agronomus, customizado pela BMB;
  • – Um caminhão Mercedes-Benz Arocs 3351 com semirreboque basculante graneleiro da Truckvan;
  • – Uma Scania G560 A6X4 Super Off Road, acompanhada de semirreboque graneleiro de quatro eixos, também da Truckvan;
  • – Duas empilhadeiras da HM Empilhadeiras, modelos 8FBN01 e 8FGD;
  • – Uma carregadeira Komatsu WA200;
  • – Dois tratores, um John Deere 8270R01 e um Case Magnum 340.

Atualmente, a frota da Vamos ultrapassa os 45,7 mil ativos, com mais de 91% locados em todo o território nacional. A empresa também possui 34 concessionárias agrícolas das marcas Valtra e Fendt, 18 de caminhões e ônibus Volkswagen, além de seis de equipamentos linha amarela da Komatsu e quatro lojas da HM Empilhadeiras.

A FPT Industrial apresenta o motor N45 Tier 3

Divisão do Iveco Group, a FPT Industrial apresentou o motor N45 Tier 3 Eletrônico, já incorporado aos tratores Case IH Farmall Max 140 e ao New Holland T6 140. O N45 é um motor de 4 cilindros da Série NEF, linha de propulsores compactos. Com um sistema de injeção eletrônica Common Rail de alta pressão e um turbocompressor Wastegate, este motor consegue entregar até 150 cv de potência e 610 Nm de torque, indicado para tratores de médio porte.

O motor N45 Tier 3 Eletrônico elimina a necessidade de utilizar o Arla, graças à certificação MAR-I. Além disso, oferece um intervalo de serviços prolongado de até 600 horas, reduzindo o custo e o tempo de manutenção, nos informa João Abreu, especialista de Marketing Produto da FPT Industrial.

Grunner lança protótipo e revela motor movido a etanol

Na edição deste ano da Agrishow, a Grunner apresentou um novo protótipo destinado ao mercado de grãos, a princípio, prometendo revolucionar a eficiência das operações agrícolas. O equipamento, chamado ADS Multi tem uma capacidade de carga de 29m³. Equivalente a 30 toneladas, além disso, tem a habilidade de operar três vezes mais veloz do que a de um trator.

O ADS Multi tem objetivo de reduzir o número de viagens necessárias para carregamento e descarregamento, bem como, maximizar as janelas de plantio e colheita. Equipado com uma balança com células de carga, o modelo proporciona uma leitura em tempo real dos grãos e fertilizantes sendo depositados, por certo, facilitando a gestão dos insumos.

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ABAG lança cartilha para ampliar conectividade rural

A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), fundadora da Agrishow, apresenta uma nova cartilha direcionada a governantes e formuladores de políticas públicas. A saber, oferecendo orientações estratégicas para ampliar a oferta de sinal de internet em áreas rurais.

Intitulada “Como ampliar a conectividade rural na sua região”, a publicação foi desenvolvida com a colaboração de gigantes do setor, bem como, Vivo, Sonda e Grupo Innovatech, todas associadas da ABAG. O documento está disponível para download em PDF por meio de um link fornecido pela associação.

Giuliano Ramos Alves, gerente de sustentabilidade e projetos da ABAG, enfatiza a importância da colaboração transversal para superar os desafios de conectividade no campo.

Rafael Munhoz, head de pré-vendas da SONDA Brasil, ressalta a importância da cartilha como um catalisador para o aumento da produtividade e inovação no campo. Por sua vez, Tiago Machado, diretor de relações institucionais da Vivo, por fim, aponta que o avanço de tecnologias baseadas na internet das coisas (IoT) e inteligência artificial é crucial para a competitividade no setor.

João Comério, CEO do Grupo Innovatech e coordenador do Comitê de Inovação da ABAG, descreve a cartilha como uma contribuição vital para a eliminação de barreiras, assim como, a melhoria do ambiente de inovação no campo.

Vivo Agro

Pelo terceiro ano consecutivo, a Vivo participa da Agrishow. Na edição deste ano, a empresa apresenta o Vivo Agro. Ademais, é um ecossistema tecnológico que integra soluções de Internet das Coisas (IoT). Além disso, big data, computação em nuvem e cibersegurança, criado em parceria com produtores rurais.

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A estratégia de comunicação da Vivo inclui uma campanha desenvolvida pela VML, com spots de rádio, mídia exterior, anúncios em veículos especializados e estratégias digitais.

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CNH Industrial na Agrishow: as inovações da Case e New Holland

CNH Industrial na Agrishow
As novidades da Case IH e da New Holland Agriculture

A CNH Industrial, detentora das marcas Case e New Holland, marca presença na Agrishow 2024 trazendo importantes inovações tecnológicas focadas na sustentabilidade.

Case IH

Apresentado inicialmente na Agritechnica 2023, na Alemanha, o Quadtrac 715 agora faz sua estreia no Brasil. Aliás, ostentando um motor FPT Cursor 16 de 715 cavalos de potência, que pode ser elevado para até 778 cv.

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“O Quadtrac 715 supera em 15% o nosso anterior modelo top de linha, o Steiger 620. E traz como diferencial suas esteiras em vez de pneus. O que proporciona maior potência e eficiência na cobertura de grandes áreas em menos tempo”, explica Christian Gonzalez, vice-presidente da Case IH para a América Latina.

CNH Industrial
As duas maiores novidades da Case IH:

Igualmente, outra novidade que promete atrair muita atenção na Agrishow 2024 é a apresentação do primeiro conceito de trator 100% elétrico da Case IH, o Farmall 75C Elétrico. Aliás, com recursos de automação e modos de assistência ao operador, o Farmall Elétrico é projetado para melhorar a eficiência e reduzir o custo operacional nas fazendas. Entre suas funcionalidades, destaca-se o modo “Follow Me”, que permite que o trator siga o operador automaticamente.

A linha de tratores Steiger AFS Connect também recebeu atualizações significativas. Com modelos que agora variam de 425 a 645 cv, graças à evolução dos motores FPT Cursor 13. Por fim, a Case IH ainda explorou novidades no setor de máquinas de infraestrutura com a apresentação da Miniescavadeira CASE CX 35D e o trator de esteira compacto CASE 750M.

New Holland Agriculture

A New Holland apresentou dois destaques: o T4 Electric Power, que é o primeiro trator utilitário 100% elétrico da indústria, e o T6.180 Methane Power, que é inovador por ser movido a biometano.

A princípio, o T4 Electric Power é uma solução ideal para operações que demandam eficiência energética sem sacrificar a potência. Assim sendo, totalmente elétrico, este trator destaca-se por sua capacidade de operar com zero emissões de gases poluentes e níveis reduzidos de ruído e vibrações. “Ele é compatível com todos os implementos convencionais e seu tempo de recarga pode ser inferior a uma hora com sistemas de recarga rápida,” explica Saulo Silva, gerente de Tratores Utilitários Elétricos da CNH.

Funções automatizadas são outras inovações do T4. Entre eles, o sistema de visão computacional integrado no Smart Roof, assim, permite o reconhecimento e classificação de objetos em tempo real, e o modo Follow Me, no qual o trator segue o operador automaticamente, facilitando rotinas como a passagem por porteiras e alimentação do gado.

A New Holland também revelou o novo T6.140 Electro CommandTM, e o modelo 2024 do trator de alta potência T9 PLM Intelligence. Assim como, com melhorias em desempenho e conforto do operador.

O T6.140 Electro CommandTM se destaca pela cabine espaçosa e ergonômica. Enquanto o T9 PLM Intelligence traz novidades como assentos com aquecimento e ventilação e uma nova configuração no sistema de luzes LED.

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