segunda-feira, abril 6, 2026

Expansão do Grupo Rodonaves para sete estados do Nordeste

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O Grupo Rodonaves anunciou uma expansão significativa de suas operações, juntamente com crescimento de 41% em seu faturamento bruto no primeiro semestre de 2023, em comparação com o mesmo período do ano anterior. As novas operações visam atender à crescente demanda e consolidar ainda mais a presença do grupo em todo o país.

Expansão para a Região Norte

Uma das principais novidades é a expansão da RTE Rodonaves, empresa de transporte de carga do grupo, é a ampliação para a região Norte do Brasil. Essa expansão visa atender  17 milhões de consumidores nos sete estados da região.

O fundador e presidente do Grupo Rodonaves, João Naves, comentou sobre essa expansão: “Esperamos que o ano de 2023 reflita em números o aumento da atuação do Grupo. Considerando apenas a RTE Rodonaves, ampliamos o faturamento do primeiro semestre em 21%, quando comparamos com 1S22. Já em relação ao faturamento de R$ 1,6 bilhão do ano anterior, nossa expectativa é de ampliar este valor em 16,1%”.

Novos Investimentos

O plano de expansão da RTE Rodonaves não se limita à região Norte. A empresa, que já atua em mais de 5 mil cidades e conta com cerca de 300 mil clientes ativos, planeja investimentos significativos nos próximos dois anos, totalizando aproximadamente R$ 150 milhões para expandir ainda mais sua estrutura no Sudeste, uma região estratégica para o grupo.

Atualmente, a RTE Rodonaves transporta mais de 600 mil toneladas de mercadorias por ano, abrangendo diversos segmentos. João Naves enfatiza: “Esses avanços nos deixam a poucos passos de nos tornarmos uma transportadora nacional no modal rodoviário. Todas as nossas iniciativas são pensadas nos clientes, pois eles estão no centro de nossa estratégia, e trabalhamos continuamente para otimizar o atendimento e as entregas, com agilidade e comunicação direta com quem utiliza nossos serviços”.

Expansão do Grupo Rodonaves
Além dos caminhões, a RTE Rodonaves faz a renovação de frota dos veículos leves

O Grupo Rodonaves tem mais de 40 anos de atuação no mercado e mais de 10 mil colaboradores em suas seis empresas. Ademais, ele encerrou o primeiro semestre de 2023 com investimentos que ultrapassam R$ 87 milhões, incluindo aquisição e modernização da frota leve e pesada, com caminhões equipados com tecnologia Euro 6 nos modelos Daily e S-Way, da Iveco. Além disso, houve expansão nas operações em todo o país e em áreas como tecnologia, marketing e operações.

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Toyota Corolla 2024: sedã favorito dos frotistas chega até 12% mais econômico

Com 6.610 unidades vendidas para CNPJ nos oito primeiros meses de 2023, o Toyota Corolla é o sedã mais comprado por frotistas no segmento dele. Para atender os frotistas, a fabricante japonesa já lançou o modelo 2024.

O Corolla 2024 chega com melhorias, principalmente, na redução de consumo e emissões (veja tabela mais abaixo) em comparação com o modelo 2023.

Desde a versão XEi, o Corolla 2024 exibe um novo visual e novo cluster TFT com uma tela digital de 12,3 polegadas (31,24 cm), proporcionando informações importantes ao motorista de forma clara e intuitiva. A versão GLi, por sua vez, recebeu um cluster com tela de 7 polegadas (17,78 cm), antes exclusivo da versão Altis.

Toyota Corolla 2024
Novo painel digital equipa as versões a partir da XEi

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Segurança para pedestres no Corolla 2024

A Toyota também mudou os pneus. As versões XEi, Altis Premium, Altis Hybrid e Altis Hybrid Premium saem de fábrica com pneus 215/50/R17. Segundo a empresa, essa medida reduz a resistência à rolagem, contribuindo para um menor consumo de combustível.

Todas as versões do modelo desde a linha 2023 vêm equipadas de série com o pacote Toyota Safety Sense (TSS), que inclui recursos como o Sistema de Pré-Colisão Frontal, Sistema de Assistência de Permanência de Faixa, faróis altos automáticos e Controle de Cruzeiro Adaptativo.

Na linha 2024, aprimoramentos no Sistema de Pré-Colisão Frontal garantem uma identificação mais precisa de pedestres e ciclistas, elevando ainda mais o nível de segurança.

Toyota Corolla 2024
Sistemas de segurança foram aprimorados no modelo 2024

A linha Toyota Corolla 2024 está em total conformidade com os rigorosos padrões de emissões de poluentes estabelecidos pela legislação brasileira. As melhorias implementadas não só resultam em melhoria no consumo de combustível, mas também em uma redução das emissões de gases poluentes.

Recuperação dos vapores do combustível

As versões equipadas com o motor 2.0 Dynamic Force Dual VVT-iE 16V DOHC receberam o sistema ORVR (On Board Refueling Vapor Recovery), sistema que recupera os vapores de combustível gerados durante o abastecimento do tanque. Além disso, o ajuste nas medidas dos pneus reduz a resistência à rolagem, o que, por sua vez, resulta em um consumo de combustível mais econômico.

Como resultado direto desses esforços, o Corolla 2024 apresenta uma eficiência 8,4% maior na estrada nas versões movidas a etanol com motor 2.0L e uma eficiência 12% superior na estrada nas configurações híbridas flex, que combinam um motor 1.8 16V ciclo Atkinson com dois motores elétricos.

Toyota Corolla 2024
Tabela comparativa do Toyota Corolla 2024

Pedágio free flow: Brasil foi aprender com Portugal

Praças de pedágio, como temos atualmente nas rodovias brasileiras, representam um atraso tecnológico do Brasil, considerando as tecnologias disponíveis no mundo faz muito tempo. Para deixar este atraso no passado, uma comitiva do Governo Federal brasileiro, liderada pelo Ministro dos Transportes, Renan Filho, foi conhecer a operação e gestão em larga escala do sistema de pedágio automático “free flow” nas estradas portuguesas. O encontro ocorreu nas instalações da concessionária Brisa Autoestradas, localizada próxima à cidade de Lisboa.

“Essa troca de experiências é muito relevante porque podemos ver o que deu certo, o que deu errado, e implantar no Brasil um modelo com mais acertos. A troca com outros países é muito importante para avançarmos na modernização dos contratos e trazer inovações”, afirmou o Ministro Renan Filho.

A tecnologia free flow, prevista nos projetos de concessões rodoviárias sob nova modelagem desenvolvida pelo Ministério dos Transportes, está programada para ser implantada nos primeiros cinco anos de administração pela empresa vencedora do leilão. Atualmente, encontra-se em fase de testes na Rodovia Rio-Santos e na BR-101, sob a gestão da concessionária CCR.

Tecnologia em teste no Brasil

As vantagens do sistema free flow incluem a identificação automática e eletrônica dos veículos por meio de pontos com sensores. Seja por radiofrequência ou câmeras, o que possibilita uma cobrança efetiva do quilômetro rodado e facilita descontos de tarifas. Além disso, o sistema contribui para a redução do tempo de viagem e para a descarbonização de gases poluentes, uma vez que minimiza desacelerações e frenagens bruscas por parte dos veículos.

A Secretária Nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse, enfatizou a importância de sinalizar a adoção do pedágio free flow no Brasil para atrair mais empresas especializadas nessa tecnologia.

Além da tecnologia de pedágio, a comitiva brasileira também demonstrou interesse em outras iniciativas de Portugal, como o uso de carros elétricos e energias alternativas. A Secretária destacou a importância de conhecer os sistemas usados para identificar veículos envolvidos em acidentes de trânsito ou com problemas mecânicos, visando aprimorar as práticas no Brasil.

O Secretário-Executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, enfatizou a necessidade de fortalecer o compromisso do governo com medidas de sustentabilidade. Dessa forma, com o impacto dos projetos de infraestrutura na vida das pessoas e no meio ambiente.

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Brasil Transport Invest

Na sexta-feira (22), o grupo brasileiro apresenta sua carteira de projetos de rodovias e ferrovias. São esperados cerca de 40 grupos europeus no roadshow “Brasil Transport Invest – Portugal”. Com oportunidades que totalizam R$ 280 bilhões em rodovias e ferrovias nos próximos anos, o governo brasileiro espera atrair investimentos privados. Além disso, fortalecer sua infraestrutura, com aprimoramento dos instrumentos regulatórios e mecanismos de mitigação de riscos.

Inspeção veicular e as consequências para a segurança viária

Em 1997, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) tentou estabelecer medidas para garantir a segurança veicular e a redução das emissões de poluentes por meio da inspeção veicular. Mas,  poucas prefeituras colocam a lei em prática.

Nesta Semana Nacional do Trânsito é o momento em que o Brasil deve refletir sobre a importância as causas de acidentes de trânsito, entre elas, a falta de manutenção dos veículos.

De acordo com o mais recente levantamento da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), somente em 2022, foram registrados 64.447 acidentes nas rodovias federais brasileiras, resultando em 52.948 vítimas, entre mortos e feridos.

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Rodovias federais

Esses números são alarmantes e equivalem a dizer que uma cidade inteira do porte de Avaré (SP), Macapá (AP), Itatiaia (RJ) ou Cianorte (PR) teria sido dizimada ou gravemente afetada devido a acidentes rodoviários, considerando apenas as rodovias federais. Vale ressaltar que existem milhares de quilômetros de estradas sob a gestão dos estados que não foram incluídos no levantamento da CNT.

O diretor executivo da Federação Nacional da Inspeção Veicular (FENIVE), Daniel Bassoli, alerta para a gravidade desses acidentes nas rodovias, que tendem a ser mais graves do que aqueles ocorridos no perímetro urbano. Segundo a pesquisa da CNT, em 2022, a média foi de sete acidentes com vítimas a cada dez quilômetros de rodovias.

Os números também revelam uma preocupação em relação aos tipos de veículos envolvidos nos acidentes. Em 2022, 44,8% das vítimas eram passageiros de automóveis, enquanto 30% eram motociclistas e 14,2% eram motoristas e passageiros de caminhões.

Bassoli enfatiza que, em colisões envolvendo qualquer veículo, os caminhões têm uma vantagem estrutural, o que os torna com uma responsabilidade maior em acidentes. Além disso, ‘Temos visto diariamente notícias de caminhões sem freios, com problemas mecânicos, desgovernados, causando acidentes e provocando traumas em inúmeras famílias. Isso tudo ocorre por falta de uma maior fiscalização’, critica.

Os caminhões

Um levantamento da Polícia Rodoviária Federal revelou que, nos quatro primeiros meses deste ano, quase metade (46%) das mortes nas rodovias federais envolvia caminhões ou carretas, totalizando 631 vítimas fatais e 1.211 feridos graves.

O diretor da FENIVE destaca a importância da inspeção técnica periódica. Ela evita muitas vezes falhas mecânicas causadas pela falta de manutenção adequada nos veículos. “Infelizmente, ainda não implementaram o programa de inspeção da frota, previsto no CTB desde 1997”, comenta.

Ademais, além do impacto humano, a pesquisa da CNT aponta um custo anual estimado de R$ 12,92 bilhões. Isso somente devido aos acidentes ocorridos nas rodovias federais em 2022.

Diante dos números alarmantes, é essencial que as autoridades intensifiquem os esforços para implementar. Além disso, fiscalizar as normas de segurança veicular e de controle de emissões, conforme estabelecido no CTB. Dessa forma, a vida de milhares de brasileiros depende disso e omissão torna os gestores públicos cúmplices dessas mortes.

Campanha solidária para capacitação da mulher para o trabalho

A RTE Rodonaves anunciou a abertura das inscrições para a edição de 2023 da sua renomada campanha “Frete Solidário”. O projeto visa doar uma parte significativa dos lucros obtidos com os fretes realizados no dia 5 de novembro, data em que a empresa comemora seu aniversário. Este ano, a iniciativa buscará apoiar instituições dedicadas ao desenvolvimento e empoderamento das mulheres no mercado de trabalho.

O período de inscrições para as organizações sem fins lucrativos interessadas em participar da campanha será do dia 18 de setembro até o dia 18 de outubro. Dessa forma, para se candidatarem, as instituições devem estar localizadas em qualquer região do Brasil e serem voltadas para a qualificação e capacitação de mulheres. Além disso, é fundamental que essas entidades tenham sua documentação de operação regularizada. Ademais, é requerido um mínimo de um ano de atividade para se candidatarem. Após a inscrição, todas as organizações passarão por um processo de análise criteriosa, e os vencedores serão anunciados no dia 5 de novembro de 2023.

Investimento para 2024

A campanha “Frete Solidário” tem como propósito destinar os recursos arrecadados às instituições selecionadas ao longo de 2024. Certamente, a finalidade é fortalecer projetos que promovam a inclusão e o empoderamento das mulheres no mercado de trabalho.

Vera Naves, vice-presidente do Grupo Rodonaves, destacou a importância do projeto em prol da igualdade de gênero. Segundo ela: “O projeto ‘Frete Solidário’ reflete nosso compromisso contínuo com a inclusão e a diversidade. Além disso, acreditamos que, ao apoiar as mulheres em suas trajetórias profissionais, contribuímos para o crescimento da sociedade na totalidade.”

Desde o início do projeto, em 2021, até 2023, a iniciativa contemplou quatro instituições com aproximadamente R$ 300 mil em doações. Além disso, evidencia o impacto positivo que a ação teve na promoção da igualdade de oportunidades para as mulheres. Faça a inscrição neste link: Frente Solidário!

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Um exemplo de instituição

A Fabet-SP, atuando há mais de 25 anos no setor de transportes, é uma instituição de ensino dedicada à formação e qualificação de profissionais. Além disso, desempenha um papel essencial na promoção da inclusão das mulheres nesse segmento.

A instituição oferece cursos presenciais e a distância para todos os níveis organizacionais do segmento de transporte. Além disso, entre os cursos disponíveis, destacam-se turmas exclusivas para mulheres. Estas incluem a formação de motoristas iniciantes na carreta, a formação avançada de condutoras para veículos truck ou articulados, bem como a formação de condutoras para biarticulado, entre outros. Professores especialistas nas áreas ministram os cursos, o que é importante mencionar adicionalmente.

campanha solidária
A formação de mulheres, muitas vezes, ocorre graças a empresas madrinhas que custeiam a inscrição e, geralmente, já contratam as alunas

5 princípios básicos para uma boa gestão de frota

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5 Princípios básicos para uma boa gestão de frota

Por Taís Alvim, diretora de Frota e Mobilidade da Pluxee

Um dos maiores desafios no setor de transporte e logística é o gerenciamento da frota, seja ela de qualquer porte. Quando bem executada, a gestão proporciona um melhor fluxo operacional, otimiza o tempo dos profissionais, reduz gastos e, claro, impacta nos lucros da empresa. Não me refiro apenas a evitar gastos desnecessários, mas também nos valores intrínsecos gerados por um serviço de entrega eficiente e pontual, que resulta em satisfação e fidelização de clientes.

Um estudo realizado pela Fundação Dom Cabral mostra que os gastos logísticos representam 12% do faturamento bruto de uma empresa no Brasil, podendo chegar a 26%, dependendo do segmento em que a companhia atua. A redução dos custos com a frota, portanto, impacta diretamente na despesa logística.

A melhor estratégia para administrar o universo que envolve os veículos corporativos sempre será a que, simultaneamente, aperfeiçoe os serviços e otimize custos operacionais. Mas, na prática, como você pode melhorar a gestão de frotas da sua companhia? É importante ter em mente os princípios básicos e aqui listo os cinco principais:

1. Controle o combustível

Um dos mais recorrentes anseios do gestor, principalmente o que roda longas distâncias. Muitas variáveis devem ser levadas em conta, como percurso, tipo de veículo, perfil do condutor e até condições climáticas. Adotar um sistema de gerenciamento de frotas pode ser um grande aliado para quem quer ou precisa simplificar a gestão. Em uma única plataforma de acesso, o gestor consegue estabelecer valores prévios em um cartão para pagamento de combustível, dado a cada motorista, e usufruir das negociações estabelecidas com postos parceiros que aceitam este cartão. Essa é uma ótima forma de otimizar os recursos da empresa, controlando melhor os gastos com combustível.

2. Treinar os condutores

É essencial estabelecer procedimentos padronizados para o atendimento e entregas. Consequentemente, os motoristas devem ser capacitados de forma constante para que estejam sempre atualizados em alguns aspectos importantes. Entre eles, os que envolvem direção segura e responsável, manutenção básica dos veículos, preservação da integridade das mercadorias e procedimentos para agir em caso de emergência. Vale lembrar que o condutor é um dos profissionais mais importantes da empresa e, como todos os outros, precisa ser parte dela. Salários adequados e uma boa oferta de benefícios não só valoriza esse colaborador, mas o motiva a desempenhar de forma cada vez mais eficiente as suas funções.

3. Monitorar as rotas

Aproveite as vantagens trazidas pelo avanço da tecnologia agregada aos sistemas de monitoramento por GPS. Hoje, o mercado oferece facilidades digitais que ajudam a determinar os melhores percursos, gerar economia de combustível e de pedágios. Monitorar as rotas também é uma forma muito eficaz de garantir a segurança dos funcionários e da carga, evitando áreas mais propícias a assaltos e acidentes.

4. Analisar os custos

O gestor precisa conhecer detalhadamente cada centavo investido nos veículos da sua frota. Isso é imprescindível para identificar excessos ou direcionamento incorreto de recursos. Reforço aqui que avaliar os custos não quer dizer cortar despesas, até porque muitas delas são extremamente importantes, como manutenção, por exemplo. Há diversos indicadores que compõem o TCO – Total Cost of Ownership – da frota e para os quais o trabalho de consultoria prestado pela empresa parceira para sua gestão de frota faz a diferença nestas análises.

5. Controlar a documentação

Administrar a documentação dos veículos é uma das obrigações mais importantes do gestor. Além disso, impostos, multas, seguro, notas fiscais, registros de manutenção e consumo de combustível devem ser muito bem-organizados e atualizados. Com isso, é fundamental para programar serviços preventivos e evitar gastos desnecessários. Para tanto, sugiro a utilização de plataformas online de gestão de frota, que fornecem um excelente custo-benefício e otimizam muito o tempo do gestor.

Apesar de citá-los como básicos, estes são princípios fundamentais se os veículos são o seu principal produto. Vale reforçar que, hoje, o setor tem à disposição plataformas completas de gerenciamento que oferecem facilidades. Entre elas, como otimização de despesas, definição de regras de consumo, recolhimento de notas fiscais, melhora no controle da documentação, preços de combustíveis mapeados e com possibilidade de negociação etc. Há soluções digitais de gerenciamento de frotas capazes de oferecer uma economia de até 20% nos custos com combustível, apenas estabelecendo regras de utilização e oferecendo relatórios de gestão que ajudam na tomada de decisão.

Em tempos de incertezas econômicas e inflação em alta, é preciso refletir sobre saídas que melhorem todo o ecossistema que envolve a atividade logística, tornando o setor ainda mais produtivo e eficiente.

*Taís Watanabe Alvim é Diretora de Frota e Mobilidade da Pluxee no Brasil. Ao longo de sua carreira, além disso, a executiva ocupou posições estratégicas nos mercados B2B2C e B2B em organizações nacionais e multinacionais, como ExxonMobil, Grupo Cosan, Raízen e Payly. Adicionalmente, atuou no Brasil e no Cone Sul em mercados de petróleo e gás, varejo de franquias e fintechs. Com isso, tem ampla experiência em startup e remodelagem de negócios, serviços e distribuição, planejamento estratégico e gestão de projetos. Além disso, é formada em Engenharia Química pela FAAP e em Coaching pelo Instituto EcoSocial. Ademais, possui MBA em Administração pela UFRJ, cursos de liderança pela UNC Kenan-Flager Business School e AMANA-KEY, e é também especializada em construção de Parceria Digitais, Ecossistemas e Transformação Digital pela INSEAD.

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Ônibus elétricos em São Paulo: já são 270 com a chegada de mais 50

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Na segunda-feira, 18 de setembro, mais 50 ônibus elétricos em São Paulo chamaram a atenção na região central. Esses veículos, reconhecidos por sua ausência de emissões poluentes nos locais em que circula e baixo nível de ruído, representam uma iniciativa na mobilidade urbana.

As quatro empresas responsáveis pela operação desses novos ônibus elétricos são a Transwolff, Tranpass, Ambiental e Campo Belo, que fazem parte do sistema de concessão municipal.

Até o momento, a cidade já conta com 201 trólebus e 19 ônibus movidos a bateria em sua frota de transporte público municipal. Com a introdução desses 50 novos veículos elétricos, o número total de ônibus elétricos em operação na cidade chega a 270.

Os fornecedores dos 50 ônibus

O principal neste primeiro lote de fornecimento é a Eletra que, em parceria com a Caio (carroceria), Mercedes-Benz e Scania (chassi), e WEG (fornecedoras de motores elétricos, inversores e baterias de lítio-ferro-fosfato).

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Segunda maior frota do mundo

A ambiciosa meta da Prefeitura de São Paulo é atingir 20% de sua frota de ônibus movidos a energia sustentável até o final de 2024, totalizando 2.400 veículos elétricos. Isso colocaria São Paulo entre os líderes globais na eletrificação de sua frota de ônibus, atrás apenas da China, e a maior frota de ônibus movidos a energia limpa na América Latina.

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, enfatizou a importância desse movimento para a cidade: “a cidade de São Paulo vai se posicionando e dando exemplo para o Brasil e para o mundo do que é necessário fazer para podermos ter aquilo que é um compromisso.”

As empresas concessionárias que operarão esses novos ônibus elétricos incluem a Transwolff, que contribuirá com 25 veículos, a Transpass e a Ambiental, cada uma com 12 veículos, e a Campo Belo, com 1 veículo.

Esses novos modelos substituirão gradualmente parte da frota de ônibus a diesel das empresas. Além disso, o contrato firmado entre as concessionárias e a Enel X garantirá a disponibilidade dos veículos elétricos e a infraestrutura de recarga necessária nas garagens. Isso permitirá o carregamento das baterias durante a noite e viabilizará operações durante todo o período diurno.

Infraestrutura de recarga

Francisco Scroffa, responsável pela Enel X Brasil, expressou otimismo sobre o futuro da mobilidade elétrica em São Paulo. Ele afirmou que não tem dúvidas de que São Paulo se tornará a capital do transporte público elétrico.

Os ônibus elétricos, que abarcam modelos básicos e padronizados. Eles têm capacidades que variam de 69 a 93 passageiros. Certamente, com áreas acessíveis para pessoas com deficiência, representam um passo significativo em direção a um transporte público mais eficiente e ecológico.

Além disso, a cidade de São Paulo também se beneficia da redução na emissão de poluentes atmosféricos. A cada ano, cada veículo movido a tração elétrica evita a emissão de aproximadamente 0,24 toneladas de óxidos de nitrogênio (NOx). Além de 0,002 toneladas de material particulado (MP) e 106 toneladas de dióxido de carbono (CO₂).

Apoio de organizações

Esta iniciativa de substituir a matriz energética do transporte público em São Paulo conta com o apoio de várias organizações. Além disso, entre elas, destacam-se o Conselho Internacional de Transporte Limpo – ICCT Brasil, C40 Cities e WRI Brasil. Adicionalmente, ela integra um conjunto de ações voltadas à sustentabilidade. Além disso, o cumprimento do Plano de Ações Climáticas, resultando na transformação de São Paulo em uma cidade moderna, resiliente e sustentável.

Segurança em 2024: testes da nova geração de sistemas Mercedes-Benz

Tecnologias auxiliares de condução já autônomos já são realidade nos caminhões premium, muitos já em circulação no Brasil, como os modelos Mercedes-Benz Actros e Volvo FH. E a segurança em 2024 por novas gerações de sistemas? Novas regulamentações começam a partir de 2024 e as fabricantes de caminhões já realizam testes intensivos. Para este artigo, quem mostra um pouco sobre os testes é a Daimler Truck, que no Brasil, é dona da marca Mercedes-Benz Caminhões e Ônibus.

A empresa se destacou quando lançou esta última geração do Actros com todos os sistemas de assistência de última geração, disponíveis até então, em seus veículos como equipamento de série. Agora chegará nova geração, muito antes de qualquer regulamentação exigir tais medidas. Isso fez com que a concorrência também ampliasse a oferta de itens de segurança de série e opcionais.

Esses sistemas não apenas auxiliam os condutores em situações perigosas, mas também contribuem para a redução de acidentes e minimização de suas consequências.

Regulamentação atualizada

Com o aumento da conscientização sobre a importância dos sistemas de assistência à segurança, a Comissão Europeia introduziu o Regulamento Geral de Segurança (GSR) em 2019 (2019/2144), o qual, consequentemente, definiu novos padrões para veículos comerciais. A partir de julho de 2024, novos tipos de veículos deverão ser equipados, portanto, com sistemas avançados de assistência como parte de uma obrigação gradualmente imposta.

Como já ocorreu com ABS, airbag e, mais recentemente, controle de estabilidade, a tendência é que todos esses itens que serão obrigatórios na Europa sejam também no Brasil, mesmo que, posteriormente.

Segurança em 2024
Vários parâmetros são testados pela engenharia de experimentação da Daimler Truck

Testes exaustivos

A implementação de sistemas de assistência requer testes rigorosos para garantir seu desempenho eficaz. A Daimler Truck realiza esses testes durante todo o ano, em várias localizações ao redor do mundo, incluindo o Centro de Desenvolvimento e Testes (EVZ) em Wörth am Rhein, Finlândia, Espanha e Japão, bem como na pista de testes da Daimler Truck North America em Madras, Oregon. Até 60 veículos da Daimler Truck em todo o mundo são submetidos a testes de resistência, acumulando aproximadamente cinco milhões de quilômetros de testes entre 2020 e o final de 2023.

Mustafa Üstertuna, chefe de Software e Eletrônica da Daimler Truck, enfatiza a importância desses testes. Ele afirma: “testes como os de Wörth são de fundamental importância para nós, a fim de incorporar os resultados e descobertas obtidos com eles na otimização dos sistemas existentes de assistência ao motorista ou no desenvolvimento de novos recursos de segurança.”

Novos padrões de segurança em 2024

Os testes mais recentes na EVZ se concentraram em sistemas de assistência que serão implementados nos caminhões e ônibus. A saber: Active Brake Assist (ABA) 6, o novo Frontguard Assist, Active Sideguard Assist (ASGA) 2, Active Drive Assist (ADA) 3 e Traffic Sign Assist.

A Daimler Truck está, assim, estabelecendo novos padrões em termos de segurança rodoviária com esses sistemas, os quais, ademais, vão além dos requisitos regulamentares.

Fusão de sensores de 270 graus

Na base desses sistemas, uma nova plataforma eletrônica possibilita a fusão de dados de radar e câmera. O resultado é uma visão frontal e lateral mais abrangente. Com a instalação de seis sensores cobrindo 270 graus ao redor do veículo, esses sistemas conseguem prontamente identificar perigos e, assim, agir em conformidade, proporcionando uma segurança ainda mais sólida.

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Ambientes controlados

Conduzimos testes em uma variedade de cenários na EVZ. Por exemplo, situações de tráfego intenso, final de engarrafamentos e manobras de ultrapassagem. Esses testes replicam as condições das estradas em diferentes partes do mundo, garantindo que os sistemas de assistência sejam eficazes em diversas situações.

Validação em estradas reais

Além dos testes em pistas de controladas, os veículos da Daimler Truck são submetidos a testes nas estradas reais para atender às normas de segurança em 2024. No mundo real, validamos os sistemas e funcionalidades. Inclui testes de inverno na Finlândia em 2023. Por fim, a região permite aos engenheiros avaliarem o desempenho dos sistemas em condições climáticas adversas e em diferentes contextos rodoviários.

Marcopolo Busworld 2023: avanços em ônibus sustentáveis

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A Busworld é a maior feira de ônibus da Europa e que influencia quase todos os mercados do mundo, inclusive, o Brasil por termos aqui a maior presença de marcas europeias. No entanto, a edição de 2023 desta feira terá a brasileira Marcopolo também como protagonista, que mostrará a sua sinergia global.

O evento da indústria de ônibus reúne fabricantes, fornecedores e operadores de transportes e acontecerá entre os dias 7 e 12 de outubro, em Bruxelas, na Bélgica.

A Marcopolo ocupará um estande de 500 m², no qual apresentará dois projetos inovadores: o Marcopolo G8, a nova geração de ônibus rodoviários da empresa, e um modelo movido a célula de hidrogênio.

O objetivo é destacar os avanços da companhia no setor de mobilidade, enfatizando a combinação do renomado design brasileiro com tecnologia global. Tais características são o resultado da experiência adquirida ao longo dos anos em países como África do Sul, Argentina, Austrália, China, Colômbia, México e, claro, no Brasil.

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Receita de R$ 3 bilhões no primeiro semestre

“Andar de mãos dadas com a Busworld Europa é fundamental para nós, pois nos permite mostrar nossas soluções de mobilidade mais avançadas para o transporte de passageiros, ao mesmo tempo em que fortalecemos nossos relacionamentos com clientes e parceiros de todo o mundo, que tradicionalmente visitam a feira”, comenta André Armaganijan, CEO da Marcopolo.

Além de sua ampla experiência de mercado ao longo de 74 anos de atuação, sendo mais de 60 anos com presença internacional em mais de cem países, certamente, a Marcopolo continua investindo constantemente em inovação, tecnologia e otimização da gestão fabril e de engenharia em todas as suas plantas.

Os números consolidam a força da empresa: no primeiro semestre de 2023, a Marcopolo registrou uma receita líquida consolidada de R$ 3 bilhões, um aumento notável de 43,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desse total, R$ 378,4 milhões vieram de exportações a partir do Brasil e R$ 770,3 milhões das operações internacionais da empresa. Sem dúvida, nos primeiros seis meses de 2023, foram faturadas 1.105 unidades no exterior, um crescimento significativo de 16,1% em comparação com o ano anterior.

Parceria com empresas chinesas

Para reforçar ainda mais seu compromisso com a qualidade e a sofisticação, a Marcopolo apresentará pela primeira vez na Europa o modelo rodoviário Double Decker Marcopolo Geração 8, um grande sucesso de vendas em 2022 no Brasil e no exterior, com mais de mil unidades comercializadas em apenas dois anos desde seu lançamento.

Outro destaque é o veículo movido a célula de hidrogênio, que foi desenvolvido com base na carroceria do ônibus modelo Audace 1050, produzido na unidade da China. A tecnologia das células de combustível, incluindo as membranas e o acionamento Fuel Cell, é fornecida pela Sinosynergy, enquanto a Allenbus é responsável pelo chassi de célula de combustível do veículo.

O Audace movido a hidrogênio tem PBT de 19 mil kg, capacidade para transportar 53 passageiros e autonomia de até 600 quilômetros. Bem como, motor Danfos, síncrono de ímã permanente, com potência nominal de 143 kw (pico de 235 kw) e torque nominal/pico de 495/720 Nm, duas baterias Fuel Cell Sinosynergy G80-001, de 160 kw, quatro tanques de Hidrogênio do tipo 4, de 700 bar, e sistema de refrigeração a água, com quatro packs de bateria de armazenamento CATL, LiFeO (Lítio Ferro).

Experiência na transição energética

“A demanda por veículos sustentáveis e movidos a combustíveis renováveis já é uma realidade nos principais mercados do mundo. Dessa forma, conduzimos projetos de desenvolvimento de veículos movidos a célula de hidrogênio em diferentes países do mundo, com solução desenvolvida no Brasil, além de modelos produzidos com parceiros asiáticos e na Austrália, além de fornecermos mais de 700 modelos híbridos e elétricos, com chassis de parceiros, que estão em operação em países como México, Costa Rica, Colômbia, Austrália, China, Chile e Argentina”, enfatiza Armaganijan.

O portfólio da Marcopolo é abrangente e inclui modelos urbanos, micro-ônibus, veículos da marca Volare e rodoviários. Assim como soluções em eletromobilidade, como o ônibus 100% elétrico Attivi Integral. Este modelo possui chassi próprio e já está participando de um programa de demonstrações em diversas cidades brasileiras. Entre elas, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Angra dos Reis, entre outras, além dos modelos híbridos.

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Parceiros e joint venture

A Marcopolo está expandindo seus negócios em todo o mundo. Eles têm se concentrado em parcerias, inovação e tecnologia. O objetivo deles é adaptar soluções de mobilidade às necessidades de seus clientes e dos mercados em que operam. Sua capacidade produtiva elevada, flexibilidade e a customização de produtos de acordo com as demandas locais e individuais dos clientes são fatores diferenciais.

Na América do Sul, a Marcopolo é líder no segmento e possui operações na Colômbia por meio da Superpolo. É uma joint-venture com o Grupo Fanalca, responsável pelo fornecimento de veículos para a renovação da frota do sistema BRT Transmilenio. Ademais, a região produziu 1.031 ônibus no último ano. Na Argentina, a fábrica da Metalsur, na Província de Santa Fé, produziu 642 unidades em 2022, entre urbanos e rodoviários.

Na América do Norte, a empresa mantém uma fábrica em Monterrey, no México, desde 2000. Eles produzem veículos pequenos, ônibus urbanos convencionais e rodoviários de curto, médio e longo alcance lá. Além disso, neste ano, a Marcopolo, em parceria com a Model 1, apresentou dois modelos de micro-ônibus para o mercado de fretamento norte-americano. São os Grand Executive e Grand Shuttle, os primeiros veículos desse porte produzidos na unidade de Monterrey.

Austrália, China e África do Sul

Na Austrália, a Marcopolo detém a marca Volgren, líder em ônibus para a Oceania, fornecendo cerca de 60% dos ônibus. Com sede em Melbourne e três fábricas, a Volgren registrou 325 unidades produzidas em 2022. Certamente, foi um aumento de 18,2% comparado a 2021, quando fabricou 275 unidades.

Na China, a Marcopolo chegou em 2001. Inicialmente, decerto, por um contrato de transferência de tecnologia para carrocerias de ônibus. A partir de 2005, expandiu-se com um escritório para desenvolver fornecedores, produzindo peças, componentes e carrocerias desmontadas, além de ônibus CKD para exportação. Isso abrange diversos países na Ásia, África e Oceania.

Por fim, a empresa MASA reforça a presença tradicional da Marcopolo no mercado da África do Sul. Neste caso, comparando o primeiro semestre de 2023 com o mesmo período do ano anterior, a operação registrou um aumento de 76,7%, totalizando 159 ônibus.

Renault E-Tech Trafic: o rival do Fiat e-Scudo para logística urbana

O Renault E-Tech Trafic é um modelo intermediário entre o Kangoo Z.E. e o Master Z.E. Este segmento tem crescido no Brasil em razão da sua versatilidade em centros urbanos e dominado pelas marcas do Grupo Stellantis, Fiat, Citroën e Peugeot.

No entanto, o portfólio da Renault ganha uma versão mais conectada com os tempos de logística sustentável. A nova geração 100% elétrica E-Tech Trafic acaba de ser lançada em alguns países, mas, ainda, sem previsão de chegada nos mercados da América do Sul. Os frotistas brasileiros contam apenas com dois modelos no segmento do Renault E-Tech Trafic: Fiat e-Scudo e Citroën Ë-Jumpy. Há o BYD eT3, porém, a capacidade de marca deste é quase a metade do Trafic e seus concorrentes diretos.

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Os modelos E-Tech são uma geração mais modernas do que os Z.E. e a transição ocorre gradualmente. No entanto, no Brasil, apenas o Kwid conta com uma versão E-Tech. O Renault Kangoo oferecido aqui ainda é o Z.E. e o Kangoo E-Tech foi lançado no primeiro semestre deste ano e deverá ser um lançamento futuro para os frotistas brasileiros.

Múltiplas configurações

O Renault Trucks E-Tech Trafic é especialmente projetado para a condução urbana. Com dimensões médias e maior capacidade de manobra, sua versão compacta pode ser facilmente manobrada em estacionamentos urbanos cobertos e em espaços de estacionamento convencionais. Dessa forma, o veículo está disponível em várias configurações, incluindo três versões de furgão (L1H1, L2H1, L2H2), duas versões de furgão cabine dupla (L1H1 e L2H1) e uma versão plataforma.

Renault E-Tech Trafic
Altura de 1,9 m é a vantagem para entregas dentro de estacionamentos

Em sua configuração de furgão, o Renault Trucks E-Tech Trafic oferece um volume de carga variando de 5,8 a 8,9 metros cúbicos e um comprimento de carga de até 4,15 metros. Assim, com altura interna de 1.898 mm na versão H2 permite que os profissionais permaneçam em pé na área de carga, facilitando o manuseio das mercadorias.

Motorização e autonomia

O veículo é equipado com um motor elétrico de 90 kW (120 cv) e tem uma capacidade de reboque de 920 kg. Sua bateria de 52 kWh proporciona uma autonomia impressionante de 297 km no ciclo combinado WLTP, com um consumo de energia elétrica de 18,7 kWh – um dos melhores valores do mercado. Além disso, ele suporta carregamento rápido (DC) de 15% a 80% em apenas 60 minutos.

Curiosidades sobre a Renault Trucks

O primeiro veículo Renault de carga, mais parecido com um furgão, foi lançado em 1900, e a marca, independentemente de quem são os acionistas, certamente, sempre teve desenvolvendo os próprios caminhões e para diversos segmentos.

Renault E-Tech Trafic
Primeiro veículo de carga Renault foi lançado em 1900

No entanto, como ocorreu com algumas marcas, a empresa foi dividida em duas: automóveis e veículos comerciais, como já ocorreu com a Volkswagen, Volvo, e Mercedes-Benz, para ficarmos em três exemplos. Assim, existem duas Renault no mundo. A Renault conhecida no Brasil que foi criada no dia 25 de fevereiro de 1899 por Louis Renault, um industrial francês. E existe a Renault Trucks.

Renault E-Tech Trafic
Em poucos anos, a Renault aumenta o portfólio de caminhões

A divisão de veículos de carga foi comprada pelo Grupo Volvo em 2001. Ademais, a Renault Trucks tem presença em 32 países da Europa, incluindo o leste europeu. Na África, está em 48 países da África, 4 da Ásia e 12 do Oriente Médio. Na América do Sul e Central, a marca conta com presença em 18 países, nos vizinhos Argentina e Uruguai. Por alguma estratégia do Grupo Volvo, a marca não está presente no Brasil.

Os modelos Renault Trafic e Master (apenas nas configurações de cargas) são comercializados pelas duas Renault nos países que ambas estão presente. Por fim, no Brasil, os veículos de carga leves são comercializados pela Renault de Louis Renault.

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