sábado, abril 4, 2026

DAF lança versões com motor PACCAR MX-13 para uso de B100: biodiesel puro

Para os transportadores que buscam reduzir sua pegada de carbono sem renunciar à confiabilidade, a DAF traz uma nova opção com combustível 100% renovável.

A DAF Trucks acaba de anunciar, na Europa, a nova geração de caminhões XF, XG e XG+ com um motor PACCAR MX-13 desenvolvido especialmente para funcionar com biodiesel B100 — uma alternativa renovável e de baixa emissão de carbono ao diesel fóssil. No Brasil, a Volvo já havia lançado do FH Flex (pode ser abastecido com qualquer proporcionalidade da mistura de diesel com diesel puro e até B100) e, também, a Scania já fornece modelos para uso com B100. Além disso, a JBS já fez teste, por iniciativa própria, com um DAF XF.

Essa novidade representa uma adição significativa para frotistas e transportadores que buscam soluções ambientalmente responsáveis, sem comprometer o desempenho operacional. O motor, com potência de 480 cv, conta com um software dedicado que otimiza o funcionamento do veículo, levando em conta o menor valor calorífico do B100 em relação ao diesel convencional.

Biodiesel B100: energia limpa e renovável

O biodiesel B100, também conhecido como FAME (Fatty Acid Methyl Esters) ou RME (Rapeseed Methyl Ester), é produzido exclusivamente a partir de óleos e gorduras vegetais renováveis. Seu uso pode reduzir as emissões de CO₂ em até 90% do poço à roda — um resultado comparável ao do HVO (óleo vegetal hidrotratado), com a vantagem de, em algumas regiões, estar mais prontamente disponível, como no Brasil.

Essa redução significativa de emissões faz do B100 uma escolha estratégica para empresas de transporte que buscam atender às metas ambientais e às exigências de clientes preocupados com sustentabilidade.

Mais uma alternativa sustentável

“Com a introdução do motor MX-13 para biodiesel, oferecemos outra alternativa aos transportadores comprometidos com o transporte sustentável”, afirma Jeroen van den Oetelaar, engenheiro-chefe da DAF Trucks. “Todos os caminhões DAF com motor de combustão já são compatíveis com HVO, mas o B100 está mais acessível em determinadas regiões. Com essa nova opção, proporcionamos mais um caminho para reduzir a pegada ecológica, sem comprometer a confiabilidade dos nossos veículos.”

A iniciativa não apenas contribui para um futuro mais limpo, como também posiciona a DAF entre os líderes na oferta de soluções verdes para o transporte rodoviário de cargas.

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O aumento do percentual de adição de biodiesel no diesel é cheio de polêmicas, mitos e verdades. Este artigo não é sobre as controvérsias, no entanto, para mostrar que a indústria de biodiesel vai muito bem, independentemente, do aumento do percentual da mistura. É o que prova a A Binatural, produtora de biocombustíveis, projeta faturamento de R$ 3,1 bilhões em 2025, alta de 20% sobre os R$ 2,6 bilhões registrados no ano passado.

Esta indústria recebe e deveria receber mais investimentos para o aumento da produção, principalmente, para atender a crescente frota que começou a utilizar o biodiesel puro (B100). Este tipo de uso é bastante controlado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Os limites do B100

A ANP limita o uso do B100 pelas transportadoras por algumas razões, entre elas, garantir a oferta para a mistura de 14% (B14) no diesel fóssil, que, em breve, será de 15% após adiamento desse aumento de percentual. Além disso, outro problema, pelo fato do biodiesel ser mais caro do que o diesel derivado do petróleo, é a denúncia de que muitos distribuidores fazem uma mistura inferior aos 14%, aproveitando assim a incapacidade de fiscalização pela agência reguladora devido a quantidade de postos e a dimensão do país.

De qualquer forma, a Binatural argumenta que o crescimento do faturamento virá do aumento da demanda, que segue firme mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel para 15% (B15). A mistura atual é de 14% (B14). “Temos parceiros adotando até B100, o que sustenta nossa projeção”, diz André Lavor, cofundador da Binatural. A saber, a empresa investe R$ 100 milhões para ampliar sua capacidade produtiva de 600 milhões para 700 milhões de litros/ano até 2027. Segundo Lavor, grandes empresas têm buscado a Binatural para descarbonizar frotas, movimento impulsionado pela Lei do Combustível do Futuro.

Insumos alternativos

Na produção, a Binatural depende menos do óleo de soja, que perfaz 40% da produção – 60% vêm de óleos residuais e gorduras animais. Aliás, a estratégia reduz a exposição às oscilações do mercado de soja e garante uma pegada de carbono até 90% menor ante o diesel convencional.

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Apoio à agricultura familiar

Com operações em Goiás e na Bahia, a Binatural ampliou o uso de matérias-primas da agricultura familiar no Norte e Nordeste, de 10% para 30% em 2024. A meta é atingir entre 35% e 40% em 2025. A companhia mantém parceria com 25 mil famílias, que fornecem insumos como mamona, açaí e baru para produção industrial.

Segundo a Binatural, o Brasil importa mais de 20% do diesel fóssil, o que nos torna vulneráveis a crises internacionais e oscilações cambiais. Quanto mais biodiesel usamos, menos dependemos de importações e mais fortalecemos nossa economia interna. Com a adoção de 25% de biodiesel prevista para 2035, estima-se uma economia de US$ 10 bilhões na balança comercial.  Além disso, cada R$ 1 investido em biodiesel impacta R$ 4,4 na economia brasileira. Esse efeito multiplicador gera valor para diferentes segmentos da cadeia produtiva.

ITOY
Jornalista Marcos Villela é membro associado desde 2018

Avaliação da VW Amarok V6 explica o aumento de vendas por causa do motor

Os clientes do setor Frota Agro são os maiores usuários de picapes no Brasil. E de cada 10 compradores de VW Amarok no Brasil, 9 são pessoas jurídicas, sendo a maioria dos agronegócios. Enquanto a futura Amarok, em fase final de desenvolvimento e lançamento previsto para 2027, avaliamos a ‘nova’ Amarok lançada em agosto de 2024. De ‘lanterninha” quando competia com motores de quatro cilindros, esta geração V6 já é um sucesso de vendas.

No primeiro bimestre desde ano, 1.812 unidades foram vendidas, segundo dados de emplacamentos do Denatran informados pela Fenabrave, associação dos concessionários de marcas. Este número é mais do que o dobro de licenciamento no mesmo período de 2024: 867 unidades. E, desde o lançamento desta geração, apenas com o motor V6, dificultou o comparativo com os concorrentes, pois a maioria, tem a vendas centradas em motores de quatro cilindros.

Produzida na fábrica da Volkswagen em Pacheco, na Argentina, a Amarok renovou seu fôlego até a chegada do modelo do futuro, a aposta para 2025 e 2026 é nesta geração que conta com três versões: Comfortline, Highline e Extreme – todas com motor V6 de 258 cv, tração 4Motion permanente e cabine dupla. Avaliamos a versão intermediária, Highline.

VW Amarok V6
Versão com a cor Azul Atlantic

Motor com overboost

Entre as picapes médias, a Amarok mantém sua posição de destaque como a mais potente da categoria. Equipada com o motor 3.0 V6 turbodiesel de 258 cv – podendo atingir 272 cv com o sistema overboost –, a picape acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8 segundos. A Ford Ranger V6 tem 250 cv, e Toyota GR-Sport (saiu de linha no final de 2024) tinha 224 cv.

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O overboost é muito utilizado em motores de veículos esportivos, como Porsche Macan, BMW Série M e alguns modelos Fiat Abarth, para aumento de potência e torque por alguns segundos, geralmente, para ultrapassagens. Depois, a potência e torque voltam ao padrão para evitar superaquecimento e desgaste excessivo dos componentes.

Segurança intermediária

Ela não possui as avançadas tecnologia de condução semiautônomas já comuns no segmento, como o ACC (acelerador automático adaptativo), leitor de faixa com correção ativa etc. No lugar, ela vem uma solução ‘caseira’, o assistente de condução Safer Tag, desenvolvido em parceria com a Mobileye, empresa do Grupo Volkswagen. Sobre o painel, ele alerta o condutor sobre a distância do veículo da frente e sua distância em segundos: com o número em verde, quando a distância é segura, e vermelho, quando é muito próximo.

Para melhor entendimento das tecnologias de segurança na Amarok, fizemos um comparativo com a Ford Ranger, sua principal concorrente, além da Toyota Hilux:

Comparativo de Segurança – Amarok V6 x Ford Ranger

Equipamentos de Segurança Volkswagen Amarok V6 Ford Ranger
Airbags Frontais e Laterais
Airbags de Cortina
Airbag para os Joelhos do Motorista
Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC)
Controle de Tração
Assistente de Partida em Rampa (HSA)
Controle Automático de Descida (HDC)
ABS Off-road
Faróis Full-LED / LED Diurno ✅ (com faixa de LED na grade)
Farol Alto Automático
Sensor de Fadiga / Monitoramento do Condutor
Reconhecimento de Sinais de Trânsito
Sistema de Permanência em Faixa (com correção ativa)
Alerta de Saída de Faixa ✅ (via sistema Safer Tag – alerta sonoro/visual) ✅ (com correção ativa)
Alerta de Colisão Frontal ✅ (via Safer Tag – sem intervenção) ✅ (com frenagem autônoma de emergência)
Assistente de Frenagem Autônoma de Emergência (AEB)
Piloto Automático Adaptativo
Detecção de Pedestres e Ciclistas ✅ (alerta visual/sonoro com Safer Tag) ✅ (com frenagem autônoma)
Tecnologia de Assistência (origem) Mobileye (Safer Tag) Ford Co-Pilot 360

✔️ Resumo

Características Amarok V6 Ford Ranger
Foco Robustez e alerta de segurança via Mobileye Intervenção ativa e assistência à condução
Destaque exclusivo Sistema Safer Tag (parceria com Mobileye) Piloto automático adaptativo + AEB
Nível de automação Nível 1 (alertas visuais e sonoros) Nível 2 (intervenções ativas)

 

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Equipamentos de conforto e entretenimento

O modelo traz central multimídia com tela sensível ao toque de nove polegadas, conectividade com Apple CarPlay e Android Auto (necessita do cabo), navegação nativa, airbag de cabeça, além de portas USB-A na dianteira e USB-C na traseira.

No design, a Amarok reforça sua identidade com linhas mais agressivas e imponentes. Ganhou novos para-choques, capô, grade frontal e rodas, além de faróis full LED e uma moderna faixa de luz em LED integrada à grade. A traseira também foi redesenhada, com novas lanternas, emblema da Volkswagen e o nome “Amarok” posicionado no centro da tampa.

A carroceria agora está 96 mm mais longa, e duas novas cores – Branco Puro e Cinza Oliver – foram adicionadas ao catálogo, que já contava com Preto Mystic, Prata Pyrit, Cinza Indium e Azul Atlantic.

Capacidade de carga e tração 4X4 permanente

A Nova Amarok V6 é também a referência em capacidade de carga útil, com impressionantes 1.104 kg. A tração 4X4 permanente está presente em todas as versões, garantindo desempenho ideal tanto no asfalto quanto fora dele. Recursos como assistente de partida em rampas (HSA), controle automático de descida (HDC) e ABS Off-road completam o pacote de dirigibilidade e segurança em qualquer terreno.

Ficha Técnica – Nova Amarok V6 2025

Item Descrição
Motor 3.0 V6 turbodiesel
Potência 258 cv (com overboost até 272 cv)
Torque 59,1 kgfm
Aceleração (0–100 km/h) 8 segundos
Tração 4Motion (4×4 permanente)
Transmissão Automática de 8 marchas
Capacidade de carga útil 1.104 kg
Comprimento +96 mm em relação ao modelo anterior (dimensão total: aprox. 5,33 m)
Faróis Full LED com faixa de luz em LED na grade frontal
Versões disponíveis Comfortline, Highline, Extreme
Pacotes exclusivos Hero (apenas para Cinza Oliver) e Dark (para demais cores, exceto Cinza Oliver)
Cores disponíveis Branco Puro, Cinza Oliver, Preto Mystic, Prata Pyrit, Cinza Indium, Azul Atlantic
Central Multimídia Tela touch de 9” com navegação nativa, Apple CarPlay e Android Auto
Conectividade 1 porta USB-A (dianteira), 2 portas USB-C (traseira)
Airbags Frontais + airbag de cabeça
Assistentes de segurança Alerta de saída de faixa, de colisão frontal, assistente de subida (HSA), controle de descida (HDC), ABS Off-road
Tecnologia de assistência Safer Tag – sistema Mobileye
Blindagem de fábrica (opcional) Blindagem Vale+: mais leve, com vidros mais transparentes e garantia mantida
Acessórios opcionais Mais de 85 itens disponíveis, incluindo kit de proteção e estilo
Garantia 5 anos de fábrica
Produção Fábrica de Pacheco – Argentina

 

Frota Construção: Link-Belt nomeia Maysa Ribas para o Marketing AL

Com o objetivo de ampliar sua presença no Brasil e nos demais países da América Latina, a Link-Belt Escavadeiras inicia uma nova fase de crescimento, com estratégia para ampliar os negócios e reforçar a imagem da marca. Para liderar essa transformação, a empresa nomeou Maysa Ribas como nova gerente de Marketing para a América Latina.

Com 15 anos de experiência no desenvolvimento de negócios internacionais em diversos segmentos, Maysa já atuava na Link-Belt há dois anos como gerente de vendas para a região, período em que contribuiu para a melhoria da performance dos distribuidores e na identificação de novos mercados, sempre com atenção às especificidades culturais e comerciais de cada país.

“Vamos transformar dados em informações estratégicas, que não só orientam nossas ações, mas também ajudam a antecipar tendências e apoiam a tomada de decisões. Nosso objetivo é fazer do Departamento de Marketing um agente essencial para o desenvolvimento de soluções inovadoras”, afirma Maysa Ribas.

Respondendo diretamente ao diretor-geral da Link-Belt Brasil e América Latina, Matheus Fernandes, Maysa Ribas se diz entusiasmada com o desafio:

“Espero colaborar com minha equipe para transformar dados em insights valiosos, que nos ajudem a tomar decisões informadas e consolidar nossa liderança no mercado de escavadeiras. Minha expectativa é criar uma cultura de inovação e excelência, promovendo um ambiente onde todos possam contribuir de forma significativa para o crescimento da marca e a construção de relacionamentos duradouros com nossos distribuidores e clientes”, conclui.

Sobre a Link-Belt Latin America

As escavadeiras Link-Belt® chegaram na América Latina em 2004, mas ganharam ainda mais espaço no mercado latino-americano a partir de 2012, quando a LBX do Brasil, subsidiária da americana Link-Belt Excavator Company, empresa do grupo japonês Sumitomo, se estabeleceu na cidade de Sorocaba (SP). Desde então, os equipamentos têm aliado a tradição da marca americana de 150 anos de história com a tecnologia e qualidade consagradas da indústria japonesa.

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Mercado de equipamentos para construção: Um panorama global e nacional

Os equipamentos para construção têm se consolidados como pilares fundamentais na infraestrutura mundial, destacando assim, relevância das escavadeiras de esteiras, que lideram o mercado global com 34% de participação. Logo atrás, aparecem as carregadeiras de rodas, com 14%, seguidas pelas escavadeiras compactas, que representam 9% do setor. Adiante há o ranking dos maiores fabricantes de máquinas e caminhões para o setor de construção.

No Brasil, o cenário revela particularidades marcantes. Além de um mercado dinâmico que atrai novos fabricantes, as retroescavadeiras se destacam como o produto mais vendido, somando cerca de 11 mil unidades por ano e liderando o ranking com 30% de participação. Em segundo lugar, figuram as escavadeiras de esteiras, responsáveis por 22% das vendas, enquanto as carregadeiras de rodas ocupam o terceiro lugar, com 17%. Outros equipamentos, como rolos compactadores (9%), escavadeiras compactas (7%) e motoniveladoras (6%), complementam o ranking, enquanto a categoria “Outros” acumula 9%.

Nota do editor: Como jornalista, eu não gosto de estatísticas somente com percentuais, pois sei se o crescimento de 10% foi sobre a base 10 ou de 100. No entanto, no parágrafo acima, foram os dados que consegui até o momento e, de qualquer forma, mesmo que incompleto, são informações.

Esse panorama reflete não apenas o apetite do mercado brasileiro por inovação, mas também a competitividade crescente no segmento de construção. Com dados fornecidos pela Off-Highway Research (2023) e Sobratema (2024), é evidente que os avanços em tecnologia e eficiência continuarão moldando o futuro dos equipamentos para construção tanto no Brasil quanto no mundo.

Assista o Canal FrotaCast:

mercado de equipamentos
Os percentuais não revelam a realidade, que deveria ter os número de base

Os maiores fabricantes de máquinas para o setor de construção, incluindo tratores e caminhões, são frequentemente destacados em rankings globais como a “Yellow Table”. Aqui estão alguns dos principais nomes:

  1. Caterpillar: Líder mundial em equipamentos de construção, conhecida por sua ampla gama de produtos, incluindo escavadeiras, carregadeiras e caminhões de transporte.
  2. Komatsu: Fabricante japonesa que ocupa o segundo lugar global, com forte presença em equipamentos de mineração e construção.
  3. XCMG: Maior fabricante da China e terceiro no ranking global, com destaque para escavadeiras e guindastes.
  4. Sany: Outra gigante chinesa, conhecida por suas escavadeiras e equipamentos pesados.
  5. John Deere: Reconhecida por suas máquinas agrícolas e de construção, incluindo tratores e motoniveladoras.
  6. Volvo Construction Equipment: Focada em sustentabilidade, com equipamentos como carregadeiras e caminhões articulados.
  7. Liebherr: Fabricante alemã que atua em diversos segmentos, incluindo guindastes e escavadeiras.
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Jornalista Marcos Villela é membro associado desde 2018

Luiz Henrique Maia Bezerra assume nova posição de liderança na Volkswagen Caminhões e Ônibus

Com vasta experiência no setor automotivo e de relações institucionais, Luiz Henrique Maia Bezerra anunciou recentemente que está assumindo o cargo de Diretor na Volkswagen Caminhões e Ônibus. O comunicado foi feito há poucos dias e destaca um novo capítulo na trajetória profissional do executivo. Ele reporta ao vice-presidente de Relações Instituição, Marco Saltini.

Luiz Henrique, reconhecido por sua atuação em negociações governamentais e relações institucionais, trará sua expertise para continuar fortalecendo a posição estratégica da Volkswagen no mercado. Sua experiência prévia inclui cargos de liderança em organizações influentes, o que promete agregar ainda mais valor à sua nova função.

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VWCO recebe Selo Empresa Amiga da Mulher

A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) foi reconhecida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro com o Selo Empresa Amiga da Mulher na categoria ouro, concedido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e pela Secretaria da Mulher. Essa certificação fecha com as ações promovidas ao longo do mês de março, que tiveram como foco a criação de um ambiente cada vez mais inclusivo e com oportunidades iguais para todos, tanto dentro da companhia quanto na comunidade em geral.

Amiga
Foto: Divulgação

Investimentos para fortalecer a liderança feminina

A VWCO tem implementado diversos programas voltados à promoção da liderança feminina, abrangendo processos de seleção, desenvolvimento e capacitação profissional para mulheres. Como parte de sua estratégia de Diversidade e Inclusão, a montadora estabeleceu a meta de aumentar o número de mulheres em seu quadro executivo até 2029, além de elevar proporcionalmente a contratação de funcionárias em cargos gerais.

Entre as iniciativas de capacitação, destaca-se a parceria com o programa Industry4Her, que prepara colaboradoras para os desafios da Indústria 4.0. Além do desenvolvimento de habilidades técnicas, esse projeto também trabalha aspectos comportamentais e de liderança, impulsionando o crescimento profissional das participantes.

Mais mulheres em diferentes posições

Os esforços da empresa têm dado resultado: a representatividade feminina aumentou em diversos setores da companhia. Na equipe de motoristas de testes, por exemplo, a presença de mulheres triplicou, representando agora mais de 10% do time responsável pelo desenvolvimento e avaliação de durabilidade de veículos.

Ações sociais e impacto na comunidade

A Volkswagen Caminhões e Ônibus também estende suas iniciativas para além do ambiente interno. Como forma de incentivar mais mulheres a ingressarem na indústria, a empresa organizou uma visita especial em sua fábrica de Resende (RJ) para jovens entre 15 e 22 anos, apresentando as possibilidades de carreira e desenvolvimento profissional no setor automotivo.

Outra ação de grande impacto foi a gincana solidária realizada entre os colaboradores da empresa, que arrecadou mais de 10 mil absorventes para doação a mulheres em situação de vulnerabilidade social. Somente no último mês, mais de 20% do quadro de funcionários da VWCO participou voluntariamente de atividades sociais, reforçando o compromisso da empresa com a responsabilidade social.

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A mineira Lenarge adquire Zero Carbon Logistics e projeta faturamento de R$ 2 bi

Fundada pelos irmãos Márcio e Marley Moraes em 1998, na cidade de Sabará (MG), a Lenarge se destaca nacionalmente com uma grande aquisição anunciada nesta semana. Ela comprou a Zero Carbon Logistics, especializada em logística sustentável. O valor da operação não foi divulgado, mas a movimentação estratégica deve resultar em um faturamento de R$ 2 bilhões para 2025, um crescimento de 30% em relação ao registrado pela Lenarge no último ano.

A princípio, com um volume de transporte anual de 15 milhões de toneladas de cargas, a Lenarge atende setores como siderurgia, mineração, construção civil e agronegócio. Aliás, a incorporação da Zero Carbon diversificará o portfólio da empresa, adicionando novas frentes de atuação, incluindo o transporte de equipamentos de manutenção, reparo e operações (MRO), armazenagem e locação de caminhões e equipamentos 100% elétricos. O novo grupo contará com mais de 2.200 colaboradores e uma frota superior a 3 mil equipamentos.

Expansão sustentável

A aquisição fortalece o compromisso da Lenarge com soluções de transporte sustentável. “As principais sinergias serão a expansão das boas práticas relacionadas à sustentabilidade e os ganhos de escala”, afirma Felipe Marçal Cota, CEO da Zero Carbon.

A empresa adquirida se destaca pelo uso de veículos elétricos e movidos a Gás Natural Liquefeito (GNL) para a redução de emissões na cadeia logística. Além disso, segundo Cota, a estratégia de centralização das operações logísticas reduz significativamente a necessidade de veículos em circulação, permitindo uma queda de até 20 vezes na emissão de CO2.

Lenarge
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Competitividade e novos negócios

Apesar do foco sustentável, a Zero Carbon mantém uma tabela de preços competitiva, segundo seu CEO. Ele atribui essa vantagem à automatização e centralização das operações, que reduzem desperdícios. “Reduzindo o CO2, diminuímos também as despesas e conseguimos enxugar os custos para não repassar para os clientes um valor acima do mercado para os serviços”, explica Cota.

Nos primeiros meses após a aquisição, o grupo planeja focar no crescimento orgânico, impulsionado pelo aumento previsto no faturamento. No entanto, novas aquisições não estão descartadas. “Temos outras aquisições no radar. Isso vem sendo discutido e analisado”, revela o executivo.

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Do crédito ao descrédito: como o governo Lula segue enganando a população

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De acordo com o Indicador de Inadimplência realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Quatro em cada dez brasileiros adultos (41,50%) estavam negativados em fevereiro de 2025, representando 68,76 milhões de consumidores. Houve um crescimento de 3,22% no número de inadimplentes no Brasil em relação a fevereiro de 2024. Esse aumento tem gerado preocupação e levantado dúvidas sobre o futuro econômico do país. Uma vez que a inadimplência é um fator negativo para investimentos e crescimento econômico.

O endividamento dos brasileiros ocorre por diversas razões: desde a falta de educação financeira até o aumento constante da inflação, especialmente de alimentos. Por exemplo, um número crescente de brasileiros tem utilizado o cartão de crédito como complemento de renda, muitas vezes recorrendo a mais de um cartão para equilibrar as finanças, em especial para o consumo de itens básicos como alimentação. O uso excessivo dessa modalidade pode levar ao aumento da inadimplência, uma vez que os juros elevados dificultam o pagamento das dívidas.

Diante desse cenário de pressão orçamentária das famílias, o governo federal propôs uma medida inédita e controversa: o uso do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) como garantia para um novo tipo de crédito consignado.

O crédito do trabalhador: mais uma promessa inócua do governo Lula

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, em uma campanha publicitária, divulgou a seguinte mensagem: “Apertou o orçamento? O juro tá alto? Pega o empréstimo do Lula!”. O vídeo, publicado nas redes sociais, gerou grande repercussão, pois a medida defendida pelo governo tende a aumentar ainda mais o endividamento da população. A própria declaração da ministra evidencia essa contradição: ao invés de buscar soluções como a redução de impostos ou a criação de programas sociais eficazes, a alternativa oferecida pelo governo é simplesmente mais crédito, agora com o FGTS como garantia.

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O FGTS, por sua vez, é um instrumento utilizado para financiar programas como o Minha Casa Minha Vida e obras de infraestrutura, como pavimentação e saneamento básico. O fato de o governo permitir o uso desse fundo como garantia para empréstimos bancários levanta um questionamento importante: por que o trabalhador continua tendo o saque do FGTS limitado, enquanto os bancos podem usá-lo como garantia de pagamento?

Outro ponto relevante é que, embora o novo consignado ofereça juros menores em comparação a outras modalidades de crédito, o trabalhador continuará exposto a riscos significativos. O desconto do pagamento do empréstimo será feito diretamente na folha salarial e, caso haja perda do emprego, o valor da dívida poderá ser renegociado com a instituição financeira. Se todas as alternativas falharem, o FGTS será utilizado como último recurso, garantindo assim que os bancos não sofram prejuízos. O trabalhador, porém, não conta com garantias, apenas com mais uma dívida e um agravante: a perda parcial de sua reserva financeira. E fica a pergunta diante dessa proposta: se usar o FGTS como garantia é um alívio, por que o trabalhador não pode sacá-lo livremente? Seria o bem-estar da população menos prioritário que a saúde dos bancos?

Da falsa solução ao risco real: paliativos que agravam o problema

Medidas como essa têm pouco efeito na percepção pública e apenas reforçam a falta de compromisso com as promessas feitas durante a campanha eleitoral. Quem frequenta os supermercados sabe que os preços dos alimentos continuam em alta. Enquanto o salário perde poder de compra, tornando-se insuficiente para cobrir despesas básicas. Como resposta, o governo anunciou recentemente mais uma medida controversa e que pode apresentar riscos à saúde dos brasileiros: uma possível flexibilização da fiscalização sanitária do país, uma tentativa de reduzir o preço dos alimentos ao custo de menor rigor na qualidade dos produtos comercializados.

Isso levanta um questionamento fundamental: se a flexibilização sanitária não representa riscos à saúde, por que essa medida não foi adotada antes? Será que o governo, pressionado pela alta dos alimentos e pela queda na popularidade, adota essa estratégia desesperada e aposta em soluções arriscadas e imediatistas para tentar conter o descontentamento popular, mesmo que isso coloque em risco a segurança alimentar da população? Aguardamos as próximas soluções que o governo oferecerá e verificamos se o que ele já apresentou até o presente momento realmente funciona ou não. Aliás, ao que tudo indica o crédito do trabalhador e a possível flexibilização sanitária são apenas paliativos para os problemas reais da população brasileira.

As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade exclusiva do autor e não representam, necessariamente, a visão deste veículo.

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Encontro logístico em São José do Rio Preto promete debates e networking

No próximo dia 16 de abril, São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, será palco do Encontro Nacional de Logística, realizado pela UNTOL (União Nacional de Transportadores e Operadores Logísticos). A expectativa é que o evento reúna profissionais do setor para discutir as últimas tendências e desafios da área, além de promover um networking qualificado.

O encontro, que será realizado no Hotel Saint Paul, a partir das 18h, contará com palestras de especialistas renomados, como o Juiz do Trabalho Marlos Melek, que abordará o tema “Contratação de Motorista MEI/PJ/Autônomo”. A programação também inclui debates sobre temas como tecnologia, inovação, gestão e infraestrutura logística.

Além das palestras, o evento oferecerá diversas oportunidades de networking, com espaços para troca de experiências e geração de negócios. Os participantes também poderão conhecer as últimas soluções e serviços para o setor, apresentados por empresas patrocinadoras, como a Noma do Brasil.

O Encontro Nacional de Logística é uma realização da UNTOL (União Nacional de Transportadores e Operadores Logísticos). Para mais informações e inscrições, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (11) 95836-0108, com Tomio.

encontro logístico
Convite da UNTOL

Destaques do evento:

  • Palestra com o Juiz do Trabalho Marlos Melek sobre contratação de motoristas
  • Debates sobre temas relevantes para o setor de logística
  • Oportunidades de networking com profissionais de todo o país
  • Apresentação de soluções e serviços inovadores para o setor

Serviço:

  • Evento: Encontro Nacional de Logística
  • Data: 16 de abril
  • Horário: 18h
  • Local: Hotel Saint Paul – São José do Rio Preto, SP
  • Informações: (11) 95836-0108 (Tomio)
Leia sobre o encontro em Maringá:

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Bauma 2025: Começa a maior feira de construção e mineração com 3.500 expositores

A Bauma 2025 será realizada entre os dias 7 e 13 de abril, na Alemanha. O evento trará os mais recentes avanços em eletrificação, células a combustível de hidrogênio, digitalização, automação e neutralidade de carbono, temas que definirão o futuro do setor.

Com uma área de 614 mil m² e mais de 3.500 expositores de 57 países, a feira reflete a expansão global do segmento. Neste ano, destaca-se o aumento expressivo de expositores vindos da Ásia, especialmente da China, Coreia, Índia e Japão, além da estreia de países como Argentina e Filipinas.

Stefan Rummel, CEO da Messe München, organizadora do evento, mencionou o retorno de importantes fabricantes globais, como Volvo e LiuGong, ausentes em 2022, e a participação de novos expositores, como a sueca Sandvik.

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A edição de 2025 deve atrair cerca de 500 mil visitantes de diversos países. Na última edição, o evento recebeu 1.500 participantes brasileiros, reforçando sua relevância para a América Latina.

Em 2025, cerca de 50 startups participarão, focadas em neutralidade climática, construção sustentável, mineração e novas soluções de propulsão. O “International Innovation Award” deste ano registrou um recorde de 208 inscrições, demonstrando o alto nível de inovação do evento.

No Bauma Media Dialog, realizado em fevereiro, 140 empresas anteciparam seus lançamentos para jornalistas do setor. Marcas como Ammann, Bomag, Case Construction Equipment, Caterpillar, Develon, Grupo Wirtgen, Hyundai, Komatsu, Liebherr, LiuGong, Manitowoc, Palfinger, Putzmeister, Sany, Tadano, Trimble, Volvo Construction Equipment e Yanmar apresentaram suas inovações, muitas delas também expostas na M&T Expo 2024, principal feira latino-americana do setor.

Entre as tecnologias em destaque na Bauma 2025 estão:

  • Máquinas elétricas e híbridas;
  • Equipamentos autônomos e semiautônomos;
  • Uso de inteligência artificial para segurança e detecção de objetos;
  • Sistemas avançados para redução de pontos cegos;
  • Uso de combustíveis alternativos, como HVO e células de hidrogênio;
  • Motores multicombustíveis;
  • Novidades em escavadeiras, retroescavadeiras, carregadeiras de rodas, guindastes, manipuladores telescópicos, rolos compactadores, misturadores de concreto, autobetoneiras, entre outros.

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Para os expositores, a Bauma 2025 representa uma plataforma estratégica para apresentar lançamentos, estabelecer conexões comerciais e acompanhar as tendências globais do setor. Com um cenário de crescente digitalização e sustentabilidade, a feira promete moldar os rumos da construção e mineração para os próximos anos.

Bauma 2025
Mapa da feira

Iveco Bus: uma pré-adolescente de 12 anos dentro dos 50 anos de história da marca

A Iveco completa 50 anos, no entanto vamos lembrar da importância da Iveco Bus e fazer um recorde da divisão de ônibus dentro dessas cinco décadas. A Iveco (Industrial Vehicles Corporation) foi fundada em 1975 por meio da fusão de cinco grandes fabricantes europeus de veículos industriais: Fiat Veicoli Industriali (que incluía Officine Meccaniche e Lancia Veicoli Speciali), Unic e Magirus-Deutz.

A “certidão de nascimento” da Iveco Bus começa entre 1991 a 1999, período em que a Iveco estabelecia alianças estratégicas com empresas líderes no setor de ônibus e turismo e fundiu suas operações de ônibus e turismo com a Renault, criando a joint venture Iribus, que se tornou a segunda maior fabricante da Europa. Em 2003, a Iveco adquiriu a propriedade total da Iribus. Mas, foi somente em 2013, que a Iveco Bus ganhou uma “identidade” como divisão de ônibus.

Nessas últimas décadas, a marca cria uma história marcada por avanços tecnológicos em mobilidade sustentável. A saber, desde a década de 1980, a divisão do Iveco Group tem investido no desenvolvimento de veículos com tecnologias alternativas, pelo menos, na Europa. No Brasil, a iniciativa é bastante recente, com ensaios de lançamento de um modelo a gás e o desenvolvimento de um modelo elétrico, bem como mostrado na última Lat.Bus.

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Um dos marcos iniciais dessa trajetória foi o lançamento do ônibus “bi-mode”, que combina a tração elétrica com a autonomia de um motor térmico. O primeiro modelo, derivado do Iveco 471, foi um passo rumo à mobilidade híbrida. Atualmente, quem avança no Brasil, em ônibus híbrido, é somente a Marcopolo, com o Volare Attack 9 Híbrido.

Aliás, a inovação na Europa continuou em 1998, quando a empresa lançou o CityClass CNG, seu primeiro ônibus a gás natural. O modelo urbano seguia a tendência do Iveco 490 TurboCity UR Green, consolidando o uso de combustíveis alternativos no setor.

Avanços com hidrogênio e híbridos

Em 2003, a Iveco-Iribus tornou-se pioneira ao apresentar o primeiro ônibus urbano movido a hidrogênio: o CityClass Fuel Cell. A inovação foi exibida na UITP, em Madri, e ganhou notoriedade ao ser utilizado nos XX Jogos Olímpicos de Inverno de Turim, em 2006.

Já em 2010, a marca revelou seus modelos híbridos diesel-elétricos, como o Iribus Citelis e o Heuliez Access’Bus GX 327 e 427. Apresentados na Exposição Europeia de Mobilidade, em Paris.

O crescimento da Linha Crossway

Lançada em 2006, a linha Crossway se tornou referência no segmento intermunicipal, com mais de 65.000 unidades produzidas. Fabricados em Vysoké Mýto, na República Tcheca, os modelos são projetados para atender a diferentes necessidades, incluindo transporte urbano, intermunicipal e escolar, com diversas opções de motorização.

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Expansão da mobilidade elétrica

A Iveco Bus iniciou sua transição para veículos totalmente elétricos em 2015, com o lançamento do Heuliez GX 337 ELEC, comercializado como Iveco E-Way fora da França. Desde então, a linha de veículos elétricos se expandiu, incluindo o E-Way H2, movido a célula de combustível de hidrogênio, além dos modelos intermunicipais Crossway Low Entry Elec e Crossway Elec.

Mercado brasileiro

No Brasil, a Iveco Bus atua em poucos segmentos de transporte de passageiros. Além da linha Daily Minibus, ela atua no de micro-ônibus com os modelos 10-190 e 15-210, e os de entradas de urbano, fretamento e rodoviário de baixo custo com o chassi 17-180. Até o momento, não há sinais de Nova Lima (MG), cidade sede no Brasil, de que irá avançar muito além das novas opções de modelos de energia alternativa em estudos. Abaixo, os resultados de emplacamentos de 2024 por fabricante de chassi, segundo a Anfavea, a associação das marcas:

Iveco Bus
Fonte? Anfavea

Futuro sustentável proposto pela Iveco Bus Brasil

Na Lat.Bus 2024, realizada em agosto no São Paulo Expo, a Iveco Bus destacou sua inovação no transporte sustentável. A empresa apresentou os modelos conceitos elétricos 17-E BEV e eDaily Minibus, marcando o início de sua jornada de eletrificação na América Latina. Além disso, o público teve a oportunidade de realizar test-rides no BUS 17-210 G, movido a gás natural e biometano, uma solução robusta e eficiente para o transporte urbano, com autonomia de até 350 km e emissões de CO₂ reduzidas em até 95% quando abastecido com biometano.

Esses planejamentos, pelo menos, refletem que há um compromisso da Iveco Bus com a mobilidade sustentável e a adaptação às demandas locais.

Já pensou em uma hotelaria sustentável?

Não há como falar sobre os tempos atuais sem mencionar a legítima preocupação com o meio ambiente. Indiscutivelmente, nas últimas décadas, os impactos negativos da globalização, da industrialização e do avanço tecnológico sobre o meio ambiente foram imensos. Aliás, mais do que testemunhar grandes catástrofes naturais, acompanhamos diariamente seus efeitos ao redor do mundo. Diante desse cenário, a humanidade inicia uma corrida sem precedentes para minimizar tais danos.

Diversos setores do mercado, cada um a seu modo, buscam inovações para reduzir os impactos ambientais causados pela atividade humana. Na hotelaria, não é diferente. Basta refletir sobre toda a logística envolvida, mesmo em um hotel de pequeno porte, para perceber o alto consumo de recursos naturais diariamente. Toalhas, roupas de cama e itens de higiene são lavados constantemente, bem como áreas comuns são limpas regularmente, e há toda uma cadeia operacional que envolve a mobilidade de colaboradores e fornecedores. A princípio, ao analisarmos essa engrenagem em escala global, com milhares de hotéis ao redor do mundo, torna-se evidente a necessidade de atenção e mudança para que possamos reverter tais impactos.

Inovação e sustentabilidade na hotelaria

A rede Pullman Hotéis tem se destacado pelo pioneirismo em sustentabilidade, adotando práticas diárias alinhadas a essa missão. Recentemente, na unidade do Ibirapuera, foi lançada a categoria Premium Executive Clean Beauty, trazendo um novo conceito para a hospedagem sustentável. Aliás, o grande diferencial dessa categoria é uma suíte inovadora, com acabamentos artesanais e ecológicos, projetada com um olhar atento à natureza e às reais necessidades de preservação ambiental.

Além da identidade serena e orgânica, o quarto incorpora o conceito eco-friendly, utilizando amenities produzidos a partir da extração de óleo da borra de café gerada no próprio hotel. A marca Ziel, reconhecida pelo upcycling, processo que transforma resíduos descartáveis em matéria-prima para a produção de cosméticos, desenvolve esses produtos em parceria.

Além disso, outro destaque sustentável do Pullman Ibirapuera é o seu café plant-based, que revoluciona a culinária ao oferecer pratos preparados exclusivamente com ingredientes 100% orgânicos.

Conforto e sustentabilidade podem andar juntos

Além de todas essas inovações, a nova categoria de hospedagem proporciona uma experiência sensorial única, como um abraço em forma de quarto. Elementos como formas orgânicas, iluminação branda, tapete felpudo, acabamentos em linho e cortes minimalistas. Aliados a uma paleta de tons terrosos que remetem à importância da terra, criam um ambiente sofisticado e acolhedor. O conforto e a sustentabilidade podem, sim, atuar como grandes aliados na hotelaria e, aqui, formar bons e duradouros colegas de quarto.

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