domingo, abril 5, 2026

Hora parada e carga e descarga: Regras atualizadas em 2025

Por determinação legal, todos os contratos que envolvem operações de carga e descarga no transporte rodoviário de cargas e hora parada devem ser reajustados, desde o dia 17 de abril de 2025, com base na variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC/IBGE). O novo valor por tonelada – ou fração – passa a ser R$ 2,41, conforme cálculo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). 

Essa atualização decorre do que estabelece o artigo 15 da Lei 13.103, de 2 de março de 2015, que modificou dispositivos da Lei 11.442/07, regulamentando o transporte rodoviário de cargas no Brasil. A base de cálculo para o reajuste é o valor anterior, vigente em abril de 2024, de R$ 2,29, e o índice aplicado foi de 5,02%, correspondente à variação do INPC entre abril de 2024 e março de 2025. 

Cálculo do valor: como chega-se aos R$ 2,41

O percentual de 5,02%, definido pelo INPC e previsto no § 6º do artigo 11 da Lei 11.442/07, deve ser aplicado diretamente sobre o valor de R$ 2,29: 

R$ 2,29 + 5,02% = R$ 2,41 

Esse é o novo valor que deve ser considerado para cada tonelada (ou fração) carregada ou descarregada nas operações de transporte. 

A medida tem impacto direto tanto para transportadores autônomos (TACs) quanto para empresas de transporte de carga (ETCs), que agora devem cobrar esse valor reajustado em seus contratos com embarcadores e destinatários. 

Hora parada: como calcular a remuneração por espera 

Outro ponto importante diz respeito ao pagamento pela hora parada, quando o veículo aguarda para carregar ou descarregar a mercadoria. O § 5º do artigo 11 da mesma lei determina que: 

“Após 5 horas de espera, será devido ao transportador o valor de R$ 1,38 por tonelada/hora ou fração.” 

Ou seja, o transportador só passa a ter direito à remuneração após o veículo permanecer parado por mais de cinco horas desde sua chegada ao local de carga ou descarga. A partir desse ponto, cada hora (ou fração dela) deve ser paga de acordo com a capacidade total de transporte do veículo, não o volume efetivamente carregado. 

Por exemplo: 

  • Um caminhão com capacidade para 20 toneladas que aguarde por 7 horas (ou seja, 2 horas além das 5 de tolerância) deverá receber: 
  • 2 horas x R$ 1,38 x 20 toneladas = R$ 55,20. 

Obrigatoriedade de comprovação e penalidades 

A lei também obriga embarcadores e destinatários a fornecerem documentos que comprovem o horário de chegada do caminhão às suas instalações. Caso isso não ocorra, estarão sujeitos a multa administrativa aplicada pela ANTT, limitada a 5% do valor da carga. 

A hora parada na carga e descarga é um dos gargalos mais críticos da logística brasileira, impactando diretamente a eficiência operacional do transporte rodoviário de cargas. O tempo excedente que os caminhões permanecem inativos, à espera para realizar operações logísticas, representa não apenas prejuízos financeiros para os transportadores, mas também um aumento significativo do chamado “Custo Brasil” — conjunto de fatores estruturais, burocráticos e econômicos que encarecem a produção e reduzem a competitividade nacional.

Esse tempo ocioso implica em baixa rotatividade dos veículos, menor aproveitamento da frota e desperdício de recursos como combustível, mão de obra e manutenção. Para o país, o acúmulo de horas paradas contribui para ineficiências na cadeia de suprimentos, eleva os preços dos produtos transportados e compromete prazos de entrega. A obrigatoriedade de remuneração após cinco horas é uma tentativa de compensar o transportador, mas não resolve o problema estrutural: a falta de infraestrutura adequada nos pontos de carga e descarga e a desorganização nos agendamentos logísticos.

Reduzir as horas paradas exige investimento em tecnologia, gestão integrada e planejamento logístico, além de uma atuação mais firme da fiscalização para garantir o cumprimento das normas. Sem isso, o setor continuará sendo penalizado por uma logística lenta e custosa, que trava o crescimento econômico e a competitividade do Brasil.

Conclusão: atenção redobrada nos contratos 

Transportadores e empresas devem estar atentos à aplicação do novo valor de R$ 2,41 por tonelada, válido desde 17 de abril de 2025. A atualização anual baseada no INPC é obrigatória por lei, e descumprimentos podem gerar passivos financeiros e penalidades administrativas. 

Além disso, o cálculo correto da hora parada, respeitando a tolerância de cinco horas e a capacidade do veículo, garante uma remuneração justa ao transportador e reforça o cumprimento da legislação em vigor. 

Atualize seus contratos e processos. O cumprimento das normas é essencial para a sustentabilidade do setor e para relações comerciais mais equilibradas. 

Veículos importados: BYD, Volvo e Porsche crescem forte em desfossilização

As dez marcas que integram a Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores), com predominância da BYD, encerraram o primeiro quadrimestre de 2025 com crescimento robusto de 27,8% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Entre importados e modelos produzidos localmente, foram 38.380 unidades emplacadas de janeiro a abril, frente às 30.042 unidades registradas em 2024. 

O bom desempenho também foi observado no comparativo mensal. Em abril, foram licenciadas 10.660 unidades, um avanço de 4,8% sobre março (10.174 unidades) e de 16,4% frente a abril de 2024 (9.162 unidades). Com isso, a participação de mercado das associadas se manteve estável em 5,4%, tanto no mês quanto no acumulado do ano, dentro do universo de 714.806 veículos de passeio e comerciais leves emplacados no Brasil no primeiro quadrimestre. 

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Liderança entre os eletrificados 

O segmento de veículos eletrificados segue sendo um pilar de destaque para a Abeifa. De janeiro a abril, as marcas associadas responderam por 50,2% dos emplacamentos nacionais de eletrificados, com 35.363 unidades, frente a um total de 70.467 veículos deste tipo vendidos no Brasil. Em abril, o share da Abeifa no segmento foi de 49,7%, com 9.847 veículos, reafirmando sua posição como principal força do setor no país. 

Ranking de vendas por marca – Jan-Abr 2025 

Entre os destaques individuais de vendas acumuladas no primeiro quadrimestre do ano, a classificação ficou assim: 
  1. BYD – 30.163 unidades (+37,3% em relação a 2024) 
  1. Volvo – 2.887 unidades (+41,3%) 
  1. Porsche – 1.877 unidades (+4,3%) 
  1. Kia – 1.339 unidades (−27,3%) 
  1. Land Rover – 1.178 unidades (−18,9%) 
  1. Suzuki – 588 unidades (+201,5%) 
  1. JAC Motors – 326 unidades (−49,1%) 
  1. Aston Martin – 9 unidades (+350,0%) 
  1. McLaren – 7 unidades (−41,7%) 
  1. Jaguar – 6 unidades (−93,5%) 

Mais do que vender: educar 

Apesar dos avanços, a Abeifa reconhece que ainda há grande desinformação por parte dos consumidores brasileiros sobre os veículos eletrificados. Estudos conduzidos pela consultoria DadosX — apresentados nas coletivas trimestrais da entidade — apontaram dúvidas recorrentes sobre temas como durabilidade de baterias, revenda e preparo das redes de atendimento. 

BYD
Marcelo Godoy – Presidente da Abeifa e da Volvo Car Brasil

“Há muita desinformação. O mercado brasileiro precisa ser educado para receber os elétricos. A Abeifa vai avançar com um programa educativo”, conclui Godoy. “Entendemos que a descarbonização e, sobretudo, a desfossilização* de automóveis passam necessariamente por veículos híbridos e depois por 100% elétricos. Será um caminho sem volta”, afirma Marcelo Godoy, presidente da Abeifa. Ele ressalta, no entanto, que o Brasil pode trilhar um ritmo próprio, em razão de sua matriz energética e o uso de biocombustíveis. 

*Nota do editor: o termo desfossilização de frota no lugar de descarbonização de frota começou recentemente. Então vamos entender a diferença entre os dois termos: 

A descarbonização da frota refere-se à redução das emissões de dióxido de carbono (CO₂) dos veículos em circulação, o que pode ser alcançado por diversas tecnologias, incluindo motores mais eficientes, uso de biocombustíveis, veículos híbridos e elétricos. Já a desfossilização* é um conceito mais específico e radical, que implica na substituição completa dos combustíveis fósseis (como gasolina e diesel) por fontes de energia renováveis e limpas, como eletricidade de origem sustentável e biocombustíveis avançados. Em resumo, enquanto descarbonizar é mitigar as emissões, desfossilizar é eliminar a dependência de combustíveis fósseis, uma utopa em países com renda per capita como o Brasil. 

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Os 10 automóveis mais vendidos pelas associadas à Abeifa no acumulado de janeiro a abril de 2025: 
  1. BYD Song Plus – 11.790 unidades 
  1. BYD Dolphin Mini – 8.729 unidades 
  1. BYD Dolphin – 2.933 unidades 
  1. Volvo EX30 – 1.274 unidades 
  1. BYD King – 4.656 unidades 
  1. Porsche Macan – 579 unidades 
  1. Porsche Cayenne – 545 unidades 
  1. Volvo XC60 – 868 unidades 
  1. Volvo XC90 – 400 unidades 
  1. Kia Bongo – 824 unidades 

Esses modelos refletem a forte presença da BYD no topo do ranking, com destaque para os elétricos compactos e SUVs, além da boa performance da Volvo e Porsche em seus segmentos premium. 

O mais vendido de marca neste primeiro quadrimestre 
  • Aston MartinVantage: 5 unidades 
  • BYDSong Plus: 11.790 unidades 
  • JAC MotorsE-JS1: 172 unidades 
  • JaguarF-Pace: 6 unidades 
  • KiaBongo: 824 unidades 
  • Land RoverDefender: 320 unidades 
  • McLarenArtura: 5 unidades 
  • PorscheMacan: 579 unidades 
  • SuzukiJimny Sierra: 557 unidades 
  • VolvoEX30: 1.274 unidades 

 

O que fazer no Dia das Mães: ideias para tornar o dia especial

O Dia das Mães é uma data especial para celebrar o amor, o carinho e a dedicação das mulheres que nos criaram e que, por muito tempo, nos inspiram com afeto e, claro, dedicação.

Para tornar esse dia ainda mais significativo, pensamos em algumas sugestões afetivas e inesquecíveis — o mais importante é demonstrar amor e gratidão.

Aqui vão algumas dicas do que fazer no Dia das Mães:

1. Café da manhã especial: Comece o dia surpreendendo sua mãe com um café da manhã preparado por você. Pode ser algo simples, como frutas, pães, bolo e café, mas feito com carinho. Sirva na cama ou arrume a mesa de forma bonita. Mas, se preferir levá-la a algum lugar, uma excelente opção é a Iza Padaria Artesanal — uma das minhas descobertas mais recentes e encantadoras. Um espaço com charme e leveza, localizado na Vila Madalena.

Dia das Mães
Iza Padaria Artesanal

2. Presente personalizado: Presentes feitos à mão ou personalizados têm um valor emocional imenso. Um álbum de fotos, uma carta escrita à mão ou até um vídeo com mensagens da família podem emocioná-la mais do que qualquer presente comprado.

3. Passeio ou atividade juntos: Planeje um passeio que ela goste — ir ao parque, visitar um lugar especial, assistir a um filme no cinema ou almoçar em seu restaurante favorito. Se ela preferir ficar em casa, ver um filme juntos ou cozinhar em família também são ótimas opções. Uma sugestão encantadora é a visita à Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, no Morumbi. Caminhe pelos jardins, conheça o acervo e, se quiser repetir o café, aproveite o charmoso chá/café da manhã servido no local.

4. Tempo de qualidade: O mais importante é estar presente. Tire um tempo para conversar, ouvir histórias, rir e aproveitar a companhia da sua mãe sem pressa ou distrações.

5. Agradecimento sincero: Aproveite o dia para dizer aquilo que muitas vezes esquecemos de expressar no cotidiano: o quanto ela é importante, como suas atitudes fazem diferença e o quanto você a ama.

Mais do que presentes ou surpresas, o Dia das Mães é uma oportunidade para retribuir, com gestos de carinho, o cuidado e o amor que recebemos ao longo da vida. O essencial é fazê-la se sentir amada e valorizada.

Almoço especial:
Todas as escolhas são válidas — seja cozinhar um prato cheio de memórias afetivas ou viver uma nova experiência gastronômica. Se a ideia for sair para almoçar fora, selecionei três restaurantes especiais para você considerar:
Grotta Cucina – Jardins
Endereço: Rua José Maria Lisboa, 257 – Jardins
Instagram: @grottacucina

Com uma proposta que valoriza a fusão de técnicas internacionais e sabores afetivos, o Grotta Cucina apresenta o prato especial “Afetto” (R$139), preparado com gnocchi artesanal, camarão, aspargos, pesto de pistache, Parmigiano Reggiano, guanciale e pangrattato de prosciutto. O ambiente sofisticado e intimista é ideal para uma celebração especial.

Sky Hall Garden Bar – Jardim Paulista
Endereço: Rua Haddock Lobo, 1327 – Jardim Paulista
Instagram: @skyhallgarden

Cercado por plantas, arte e design, o Sky Hall Garden Bar oferece um brunch especial (R$179 para duas pessoas), incluindo tostadas, frutas, pão de queijo, ovos, café coado e suco, com duas taças de Mimosa como cortesia. A atmosfera é perfeita para mães que apreciam experiências visuais e gastronômicas.

Bacalhau, Vinho & Cia – Barra Funda e Itaim Bibi
Endereços: Av. Pacaembu, 71 – Barra Funda
Rua Pedroso Alvarenga, 620 – Itaim Bibi
Instagram: @bacalhauevinhocia

Com 52 anos de tradição, o restaurante preparou para o Dia das Mães o “Bacalhau da Vovó Alice” (R$495 para 2 a 3 pessoas), uma receita afetiva feita com postas de bacalhau, camadas de cebola, batata, azeitonas, alho e salsa, acompanhado de arroz com brócolis. O menu inclui ainda mini bolinhos de bacalhau, cogumelos gratinados e trio de pastéis portugueses. As encomendas podem ser feitas para entrega ou retirada.

Dica final:

Para garantir uma experiência tranquila e especial, recomendo fazer reservas antecipadas nos restaurantes escolhidos. Aproveite para celebrar o Dia das Mães com uma experiência gastronômica memorável em São Paulo!

Caminhões leves e médios mantêm papel estratégico na distribuição urbana 

VW lidera nos segmentos leves e médios, enquanto Mercedes-Benz avança com a linha Accelo; mercado total registra estabilidade em abril 

O desempenho dos caminhões leves e médios, essenciais para a distribuição urbana e operações de curta distância, apresentou sinais de estabilidade em abril de 2025, com leve retração entre os leves e crescimento entre os médios. Aliás, juntos, os dois segmentos somam 6.516 unidades no acumulado do ano, reforçando seu papel na cadeia logística brasileira. 

Leves: domínio da VW e retração em abril 

No segmento leve, o modelo VW Delivery 9.180 segue na liderança com 738 unidades acumuladas em 2025, o equivalente a 41,84% do mercado. Mesmo com queda de 214 unidades em março para 162 em abril, o modelo da Volkswagen Caminhões e Ônibus segue distante da concorrência. 

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A Mercedes-Benz Accelo 817 aparece em segundo lugar com 425 unidades e 24,09% de participação. O Iveco Tector 9-190, que caiu de 51 para 25 unidades em abril, completa o pódio com 137 unidades acumuladas no ano. 

A maior parte dos modelos leves apresentou retração nas vendas mensais, resultando em um volume total de 395 unidades em abril, abaixo das 503 registradas em março. No acumulado, o segmento leve soma 1.764 caminhões. 

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Médios: alta no mês e liderança consolidada 

Já entre os caminhões médios, o desempenho foi positivo. O volume de emplacamentos cresceu de 1.185 unidades em março para 1.284 em abril, puxado principalmente pelo crescimento do modelo VW Delivery 11.180, líder do segmento com 1.870 unidades no ano e 39,35% de participação. 

A Mercedes-Benz Accelo 1017 ocupa a segunda colocação com 1.526 unidades e 32,11% de participação. Na sequência, o Iveco Tector 11-190 soma 274 unidades, representando 5,77% do mercado. 

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A concorrência é mais pulverizada entre os médios, com marcas como Foton e Volkswagen buscando espaço com modelos específicos para nichos urbanos e regionais. Certamente a presença de veículos com PBTs (Peso Bruto Total) otimizados para rotas urbanas, menor consumo e maior manobrabilidade explica o bom desempenho dessa categoria. 

Distribuição urbana exige soluções ágeis e flexíveis 

A demanda por caminhões leves e médios reflete, portanto, diretamente o crescimento da logística urbana, principalmente impulsionada pelo e-commerce, entregas de última milha, setor varejista e distribuição de alimentos e bebidas. Veículos com menor porte, boa capacidade de carga e acesso facilitado a zonas restritas são preferidos por transportadoras que atuam em grandes centros urbanos. 

Com menor custo operacional, maior versatilidade e adequação à legislação de circulação em áreas centrais, os segmentos leve e médio seguem como peças-chave na composição de frotas urbanas. Além disso, a tendência é que modelos com soluções conectadas, motores mais eficientes e opções com motorização alternativa (como elétrica) ganhem cada vez mais espaço nos próximos ciclos. 

Comparativo 2024 x 2025: segmentos evoluem em direções distintas 

A análise entre os dados acumulados de 2025 e os de 2024 revela uma mudança de comportamento na composição de frotas urbanas. Enquanto os caminhões leves apresentaram leve retração, os médios cresceram em participação, reforçando a demanda por veículos com maior capacidade de carga, mas ainda compatíveis com as restrições das zonas urbanas. 

De acordo com o levantamento por subsegmento, o acumulado dos leves até abril de 2025 responde por 4,89% do total de caminhões, praticamente estável frente aos 4,91% registrados em 2024. Já os médios evoluíram de 10,88% no ano passado para 13,15% em 2025, uma alta expressiva de mais de 2 pontos percentuais. 

Esse movimento sinaliza uma preferência crescente das empresas por modelos mais robustos, que consigam atender ao aumento no volume de entregas sem comprometer a agilidade nas rotas urbanas. Além disso, o médio se consolida como a escolha ideal para empresas que buscam um meio-termo entre capacidade de carga e mobilidade. 

Tendências: frotas mais estratégicas e foco na eficiência 

O crescimento dos modelos médios também acompanha outra tendência clara no setor: a racionalização da frota. Em vez de operar com muitos caminhões pequenos, algumas transportadoras têm optado por veículos médios que conseguem cumprir mais entregas por viagem, otimizando combustível, mão de obra e tempo de operação. 

Além disso, a ascensão de modelos médios é impulsionada pela evolução dos projetos mecânicos e eletrônicos. Veículos médios estão cada vez mais tecnológicos, com foco em conforto, conectividade e economia, tornando-se mais atrativos para motoristas e gestores de frota. 

Nos próximos meses, espera-se que essa migração parcial dos leves para os médios continue. Acompanhada de um crescimento gradual da adoção de modelos elétricos e híbridos, especialmente em capitais com legislações ambientais mais rígidas. 

 

FH 540 e VM 290 puxam vendas em abril em pesados e semipesados

Enquanto os pesados perdem participação frente a 2024, os semipesados ganham espaço impulsionados por operações regionais e mudanças na
dinâmica logística, e puxam as vendas em abril

O mercado de caminhões pesados apresentou queda de 5% em abril de 2025, com 4.171 unidades emplacadas contra 4.389 em março, segundo dados consolidados do setor. Apesar da retração pontual, o segmento permanece como o mais representativo da categoria de carga, com participação de 46,17% no total de emplacamentos do mês. 

O modelo Volvo FH 540 continua liderando o ranking entre os pesados, com 451 unidades comercializadas em abril e 1.915 no acumulado do ano, representando 11,12% de participação de mercado. Mesmo com leve queda frente ao mês anterior (485 unidades), o modelo mantém ampla vantagem sobre os concorrentes diretos. 

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O DAF XF 530 foi o principal destaque positivo de abril, com crescimento de 19% nas vendas em relação a março (de 295 para 352 unidades). No acumulado, o modelo da DAF já soma 1.344 unidades, garantindo a segunda posição no ranking dos pesados com 7,80% de market share. 

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O terceiro lugar ficou com o Scania R 460, que registrou forte queda de volume no comparativo mensal (de 411 para 234 unidades). Apesar disso, o modelo acumula 1.202 unidades em 2025, com 6,98% de participação. 

Outros modelos relevantes incluem o Volvo FH 460 (1.163 unidades acumuladas), DAF XF 480 (796), e Volvo FH 500 (676). Entre os representantes da Scania, o R450 e o G560 somam juntos 1.275 unidades, reforçando a posição da montadora no segmento, apesar de oscilações mensais. 

Tendência de segmentação

No recorte por subsegmentos, observa-se uma tendência de reequilíbrio entre os perfis de caminhões comercializados. Embora o segmento pesado ainda seja predominante, sua participação no acumulado do ano (47,66%) recuou frente ao resultado de 2024 (53,28%). 

Por outro lado, os semi-pesados avançaram e já representam 31,22% do total de emplacamentos — uma alta de quase 4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Os caminhões médios também seguem em curva ascendente, com 13,15% de participação, ante 10,88% em 2024. 

A reconfiguração da demanda pode estar relacionada à diversificação logística das frotas, com maior procura por veículos adaptados a operações regionais, urbanas e de média distância — especialmente diante da expansão do comércio eletrônico e das estratégias multicanais de distribuição. 

Claro! Aqui está a continuação da reportagem com um box informativo sobre o desempenho dos caminhões semipesados: 

 Semipesados ganham força e já representam mais de 31% do mercado

Com crescimento contínuo ao longo de 2025, o segmento de caminhões semipesados alcançou 31,22% de participação no mercado total de caminhões, consolidando-se como o segundo maior subsegmento. Em abril, foram emplacadas 2.861 unidades, número levemente superior ao de março (2.841), indicando estabilidade na demanda. 

O destaque do segmento é o Volvo VM 290, que segue como líder absoluto com 1.420 unidades acumuladas, representando 12,59% de participação no ano. Embora tenha registrado leve queda em abril (359 unidades contra 408 em março), o modelo mantém distância confortável em relação aos concorrentes. 

Na sequência, os modelos Mercedes-Benz Atego 1719 e Atego 2429 ocupam o segundo e terceiro lugares, com 1.002 e 935 unidades, respectivamente. Ambos os modelos sofreram variações distintas em abril: o Atego 1719 cresceu de 212 para 276 unidades, enquanto o Atego 2429 recuou de 246 para 200. 

A Volkswagen Caminhões e Ônibus tem forte presença no ranking, com cinco modelos entre os dez mais vendidos. O VW 26.260 foi o melhor posicionado da marca, acumulando 845 unidades em 2025. Outros destaques incluem o VW 17.210, 31.320, 26.320 e 18.260, que juntos somam mais de 2.600 unidades. 

O modelo DAF CF 310 também mostrou bom desempenho, com crescimento de 104 para 132 unidades entre março e abril, fechando o top 10 com 510 unidades acumuladas. 

A força do segmento semipesado reflete o avanço de aplicações logísticas urbanas, regionais e de menor raio de ação, com foco em distribuição, construção civil e agronegócio leve. A versatilidade dos modelos e o custo operacional mais competitivo explicam parte da tendência de alta frente ao segmento pesado. 

Tesla Cybertruck entra para lista dos 10 caminhões semileves mais vendidos

O mercado de caminhões semileves em 2025 segue aquecido, com destaque absoluto para a Mercedes-Benz, que domina o ranking dos modelos mais emplacados até abril, e Tesla Cybertruck é surpresa. Segundo dados de vendas acumuladas no ano, o Sprinter 417 ocupa o topo da lista com 500 unidades, o que representa expressivos 44,92% de participação de mercado.

oNa segunda colocação, também da montadora alemã, está a Sprinter 517, que alcançou 263 unidades comercializadas, respondendo por 23,63% do mercado. Juntas, as duas versões da Sprinter somam mais de dois terços das vendas no segmento.

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A Iveco aparece em seguida com força, colocando três modelos no top 10. A Daily 45-170 e a Daily 55C17 compartilham a terceira e quinta posições, com 119 e 51 unidades vendidas, respectivamente. Já a Daily 65-170 figura em sétimo lugar, com 8 emplacamentos.

A chinesa Foton também marca presença com o Aumark S 315, que divide a terceira colocação com a Daily 45-170 (ambos com 119 unidades e 10,69% de participação). O modelo registrou alta nas vendas em abril, passando de 30 para 43 unidades em relação ao mês anterior.

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Outro destaque curioso do ranking é o Cybertruck da Tesla, que aparece em sexto lugar, com 16 unidades vendidas no acumulado. Apesar de ser um produto mais recente e com proposta tecnológica distinta, começa a conquistar espaço no segmento de veículos comerciais leves no Brasil.

A Mercedes-Benz ainda figura entre os dez com mais dois modelos: a Sprinter 416, com 8 unidades (0,72%), e um modelo geral identificado apenas como “Sprinter”, com 6 unidades (0,54%).

Ranking dos 10 caminhões semileves mais vendidos em 2025 (até abril)

Posição Modelo Acumulado 2025 Participação
M.Benz/Sprinter 417 500 44,92%
M.Benz/Sprinter 517 263 23,63%
Iveco/Daily 45-170 119 10,69%
Foton/Aumark S 315 119 10,69%
Iveco/Daily 55C17 51 4,58%
Tesla/Cybertruck 16 1,44%
Iveco/Daily 65-170 8 0,72%
M.Benz/Sprinter 416 8 0,72%
Iveco/Daily 55-170 6 0,54%
10º M.Benz/Sprinter 6 0,54%

Ao todo, foram emplacadas 1.113 unidades de caminhões semileves no quadrimestre. A tendência aponta para a continuidade da hegemonia da Mercedes-Benz no segmento, mas a movimentação de outras marcas, como Iveco, Foton e Tesla, demonstra um mercado competitivo e em transformação.

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As 20 motos mais vendidas de 2025 até agora

Alta na demanda é puxada por serviços de entrega e uso como
segundo veículo nas famílias. E veja a lista das 20 motos mais vendidas!

O mercado brasileiro de motocicletas segue em trajetória de crescimento sólido em 2025. De janeiro a abril, foram emplacadas 656.600 motos, o que representa um avanço de 8,96% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 602.596 unidades haviam sido licenciadas. Os dados foram divulgados pela Fenabrave (entidade que representa as concessionárias autorizadas) nesta semana. 

Mesmo diante de um cenário em que o crédito continua seletivo, a demanda por motos segue aquecida, impulsionada por dois fatores principais: o aumento dos serviços de entrega e o uso crescente da motocicleta como segundo veículo em muitas famílias brasileiras. 

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Segundo Arcélio Junior, presidente da Fenabrave, o consórcio e o pagamento à vista têm ganhado relevância como formas de aquisição, sendo responsáveis, cada um, por cerca de 33% das vendas de modelos com até 300 cilindradas — faixa que representa cerca de 80% do mercado atual. 

Abril mantém ritmo de crescimento 

Somente em abril foram emplacadas 182.676 unidades, alta de 10,04% frente a março (166.013 unidades) e crescimento de 7,27% na comparação com abril de 2024 (170.299 unidades). O número consolida um dos melhores meses do setor nos últimos anos e reforça a recuperação sustentada do segmento. 

Ranking: as motos mais vendidas em abril de 2025 

Entre os modelos mais emplacados no mês passado, a Honda CG 160 liderou com folga, somando 39.020 unidades vendidas. Em seguida, aparecem a Honda Biz (22.613) e a Honda Pop 110i (19.841). 

Dois destaques movimentaram o ranking de abril: 

  • A Mottu Sport 110i, voltada para o uso profissional, superou pela primeira vez a marca de 10 mil emplacamentos (10.241 unidades), consolidando-se como uma alternativa de entrada no setor de entregas. 
  • Já a Shineray JET125SS estreou entre as dez motos mais vendidas do país, com 3.781 unidades, demonstrando a força crescente da marca no segmento de baixa cilindrada. 
Veja o ranking completo das 20 motos mais vendidas em abril de 2025: 
  1. Honda CG 160 – 39.020 
  1. Honda Biz – 22.613 
  1. Honda Pop 110i – 19.841 
  1. Honda NXR160 Bros – 16.225 
  1. Mottu Sport 110i – 10.241 
  1. Honda CB 300F Twister – 5.877 
  1. Yamaha YBR 150 Factor – 5.517 
  1. Honda PCX 160 – 4.730 
  1. Honda XRE 300 Sahara – 4.013 
  1. Shineray JET125SS – 3.781 
  1. Yamaha Fazer 250 – 3.604 
  1. Yamaha XTZ 250 Lander – 3.445 
  1. Yamaha Fazer 150 – 3.425 
  1. Honda XRE 190 – 3.180 
  1. Honda Elite 125 – 2.989 
  1. Shineray SHI 175 – 2.609 
  1. Yamaha Crosser 150 – 2.510 
  1. Yamaha NMAX – 2.319 
  1. Shineray JET 50 – 1.724 
  1. Shineray JEF 150 – 1.677 

Com a perspectiva de manutenção da demanda elevada e crescimento contínuo nos serviços de mobilidade, o setor de duas rodas deve continuar sendo um dos pilares do mercado automotivo brasileiro em 2025. 

 

MXP Transportes anuncia Rodrigo Chagas como novo gerente de Operações 

A MXP Transportes, com sede em Vinhedo (SP), anunciou a contratação de Rodrigo Chagas como novo gerente de Operações. A chegada do executivo marca um passo estratégico da companhia rumo ao fortalecimento de suas soluções logísticas em todo o território nacional. 

Engenheiro de Produção com mais de 20 anos de experiência, Chagas construiu uma carreira sólida nas áreas de Supply Chain, Logística, E-Commerce, Projetos e Inovação. Ao longo de sua trajetória, atuou em empresas de destaque nos setores de bebidas, varejo e operadores logísticos, sempre com foco na otimização de processos e geração de valor. 

“Estou muito contente em fazer parte do time MXP. Meu objetivo na empresa é otimizar o nível de atendimento logístico, além de estruturar novas linhas de serviços e contribuir para geração de valor nos processos de nossos clientes. Vamos juntos em 2025 alavancar resultados e fortalecer o atendimento logístico da MXP”, afirma o novo gerente de Operações. 

A MXP Transportes oferece soluções completas de entrega de ponta a ponta e atua em todo o Brasil. Seu portfólio contempla diversos segmentos, como médico, farmacêutico, cosmético, alimentício, sanitizantes, químicos não perigosos, higiene e limpeza, pet care e pet food, acessórios esportivos, módulos metálicos pré-fabricados e cargas especiais. 

Com a chegada de Rodrigo Chagas, a expectativa é de que a empresa ganhe ainda mais fôlego para atender com excelência seus clientes e ampliar sua presença em mercados estratégicos. 

Transporte de medicamentos 

Confira também as dicas da farmacêutica Fabíola Biagini, responsável pelas operações da MXP Transportes, sobre os cuidados importantes para o transporte de medicamentos: 

Para transportar qualquer tipo de produto é necessária uma atenção especial, então imagina os cuidados que devemos ter no transporte de medicamentos e cosméticos? Esse tipo de produto precisa de alguns cuidados especiais na hora do transporte para evitar danos na mercadoria. 

Para entregarmos tudo com segurança e efetividade nós da MXP nos preocupamos com a logística do início ao fim seguindo os procedimentos necessários e obrigatórios durante todo o trajeto para garantir a segurança de tudo. Atendemos o setor de saúde humana, pet e cosméticos, por esse motivo também temos uma atenção redobrada em todo o processo garantindo qualidade e segurança.

Confira os principais pontos e cuidados para o transporte de cosméticos:

Planejamento: É de extrema importância ter um plano estratégico bem definido de todo o processo logístico. Além disso também contamos com uma equipe qualificada para garantir a melhor qualidade e entrega no transporte da mercadoria; 

Tecnologia: Contamos com softwares de última geração para otimizar as rotas e agilizar o processo entregando ainda mais eficiência nas operações, temos as informações em tempo real. 

Cumprir com os prazos: Atendemos com transparência para garantir prazos de entrega, no seguimento que atuamos isso é primordial. 

Respeitar as normas da Anvisa: Para transportar medicamentos e cosméticos é obrigatório ter todas as licenças da Anvisa. As licenças são necessárias pois esses produtos exigem cuidados no manuseio e no transporte.

Nós da MXP nos preocupamos com todos esses pontos e entregamos soluções de entrega para todo o Brasil com todo o cuidado e segurança oferecendo sempre o melhor para os nossos clientes. 

Brasil entra no Top 3 da eletrificação com frota de ônibus e crescendo em ritmo acelerado 

O avanço da eletrificação no transporte coletivo coloca o Brasil entre os três países da América Latina com maior número de ônibus elétricos em circulação. Com uma frota nacional em franca expansão, o país está alinhado à agenda global de descarbonização, ocupando uma posição de destaque na corrida pela mobilidade sustentável. 

De acordo com dados do E-Bus Radar — iniciativa do projeto Zebra, uma parceria entre o ICCT (Conselho Internacional de Transporte Limpo) e o C40 Cities — a frota de ônibus elétricos na América Latina atingiu 6.725 veículos em 2025. Desse total, 1.183 circulam no Brasil, o que coloca o país na terceira colocação do ranking regional. O líder é o Chile, com 2.659 ônibus, seguido pela Colômbia, com 1.590 unidades. 

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O crescimento é notável: em 2017, havia apenas 725 ônibus elétricos em toda a região. Em oito anos, o número saltou 806%, impulsionado por políticas públicas voltadas à mitigação das mudanças climáticas e pela crescente demanda por transporte público de baixa emissão. 

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Além do avanço quantitativo, o impacto ambiental positivo é expressivo. Com a ampliação da frota, a América Latina evitou a emissão de cerca de 6.939 mil toneladas de CO2. Em 2017, esse número era de apenas 81,4 mil toneladas — uma redução de emissões 8.400% maior no comparativo com o cenário atual. 

As cidades que lideram essa transformação são Santiago (Chile), com 2.480 ônibus elétricos; Bogotá (Colômbia), com 1.486; e São Paulo, com 632 unidades em circulação. A capital paulista se destaca ainda mais ao somar 789 ônibus elétricos — somando modelos a bateria e trólebus — e evitar, sozinha, a emissão de 676,85 mil toneladas de CO2. 

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No quesito fabricantes, a chinesa BYD lidera com folga na América Latina, com 2.678 veículos elétricos em operação. Em seguida vêm Foton, Yutong Bus e Eletra. No Brasil, porém, o domínio é da Eletra, com 691 ônibus elétricos circulando, seguida pela própria BYD (90 unidades) e pela Mercedes-Benz, que já conta com 62 veículos elétricos nas ruas. 

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O avanço da eletrificação dos transportes reforça o papel do Brasil como protagonista na transição energética da mobilidade urbana. A tendência é de crescimento acelerado, tanto em termos de frota quanto de investimentos, consolidando o país como um dos líderes regionais no transporte coletivo sustentável. 

Mobil Delvac completa 100 anos com lubrificação para veículos pesados

Criada em 1925 com o nome “Diesel Engine Lubricant by Vacuum Oil” — cuja sigla originou o nome atual — a linha Mobil Delvac completa 100 anos de atuação como no segmento de lubrificantes para motores a diesel. Com produtos sintéticos, semissintéticos e minerais, a linha é voltada para uma ampla gama de aplicações: caminhões, ônibus, veículos urbanos de carga e maquinário utilizado na construção, mineração e agricultura. 

Ao longo de sua trajetória centenária, a Mobil Delvac acompanhou e impulsionou as transformações do transporte e da indústria pesada, firmando uma relação de confiança com mais de 2 milhões de transportadores em todo o Brasil.  

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Marco a marco: uma trajetória de pioneirismo

A história da Mobil Delvac é marcada por avanços técnicos que a posicionaram entre as principais marcas globais de lubrificantes para pesados. Confira alguns dos momentos emblemáticos: 

  • Década de 1930Expansão e inovação: com o crescimento do transporte rodoviário, a marca aprimorou suas formulações para proteger os motores contra desgaste e corrosão. 
  • Década de 1950Lubrificantes sintéticos: em antecipação a eventuais escassezes de petróleo, a Mobil Delvac desenvolveu soluções sintéticas para garantir o fornecimento contínuo. 

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  • Década de 1990Desempenho e economia: diante do aumento dos custos operacionais, a marca inovou para estender a vida útil dos motores e reduzir paradas para manutenção. 
  • 2005Recorde mundial: um caminhão Kenworth T400, utilizando Mobil Delvac™, entrou para o Guinness Book como o caminhão a diesel mais rápido do mundo, atingindo média de 182 km/h. 
  • 2017Chegada do Mobil Delvac Evolution ao Brasil: pioneira no lançamento de lubrificantes com tecnologia API CK-4, a marca trouxe ao país um novo patamar de desempenho para motores pesados. 
  • 2023 e 2024Inovações para o futuro: com foco nos motores Euro VI e anteriores, a Mobil Delvac reformulou embalagens e lançou produtos com maior intervalo de troca e mais tecnologia embarcada. 

Instagram: estou sempre trocando ideias por lá também. Me segue no Instagram, e vamos continuar essa conversa.

Comemorações

Para celebrar o centenário, a Mobil preparou uma agenda especial ao longo de 2025, com ativações voltadas ao público apaixonado por veículos pesados. A programação inclui eventos, ações promocionais e conteúdo nas redes sociais. 

A linha Mobil Delvac faz parte da família de lubrificantes Mobil, presente em diversos setores — da agricultura à indústria aeroespacial, do transporte terrestre ao marítimo.