segunda-feira, abril 6, 2026

Chilli Beans lança coleção em homenagem aos clássicos da Volkswagen

Ícones sobre rodas viraram acessórios de estilo. Em uma parceria entre Chilli Beans e a Volkswagen nasce uma coleção exclusiva que celebra alguns dos veículos mais marcantes da montadora entre 1949 e 1994, como o Fusca, a Kombi e o Golf GTI. A linha transforma elementos visuais e sensoriais desses carros lendários em óculos e relógios de design único, resgatando a nostalgia e o estilo atemporal que atravessam gerações.

Ao todo, são 29 modelos de óculos — que incluem versões solares, de grau, clip-on e infantis — e cinco relógios analógicos. Os materiais utilizados vão do acetato e metal escovado à madeira, couro e fibra de carbono, remetendo a texturas e acabamentos presentes nos automóveis originais. As referências são claras: grades frontais, padrões inspirados em pneus, ranhuras e linhas de carroceria se transformaram em detalhes que conferem autenticidade e sofisticação aos acessórios. A coleção ainda traz modelos com clip-on magnético, hastes com acabamento texturizado e aplicação de cristais, em opções femininas que mesclam elegância e ousadia.

O fundador da Chilli Beans, Caito Maia, destaca que a collab fecha um ciclo pessoal:

Comecei a Chilli Beans vendendo óculos no porta-malas de uma Parati. Ver essa coleção ganhando vida é como dar sequência a um ciclo com muito estilo e emoção. Transformamos carros que fizeram parte da história de muita gente em acessórios que contam novas histórias, no rosto e no pulso.

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Com estética jovem e pegada street, a campanha aposta na nostalgia para conversar com um público apaixonado por carros, moda e design. Os produtos exibem logotipos clássicos da Volkswagen e emblemas da linha GTI, transformando a coleção em uma verdadeira cápsula do tempo para fãs da marca e da cultura pop retrô.

Os acessórios estarão disponíveis a partir de 1º de agosto nas lojas físicas e no e-commerce da Chilli Beans, com preços a partir de R$ 199,98.

Peugeot reforça linha Professional com o lançamento do Boxer 2026

A Peugeot apresentou ao mercado o novo Boxer 2026, van que chega com design renovado, motor mais potente e um pacote ampliado de tecnologias de segurança e conectividade. Com quatro versões — duas de passageiros e duas de cargas —, a novidade reforça a presença da marca no competitivo segmento de veículos utilitários leves (LCVs), que em 2024 registrou mais de 70 mil unidades emplacadas no Brasil – equivalente a 13% da indústria, com crescimento contínuo. 

O Peugeot Boxer só se diferencia dos modelos Fiat Ducato e Citroën Jumper em alguns acabamentos que levam a logomarca das marcas, todas da Stellantis. O grande diferencial mesmo, quem vai fazer, é cada concessionário, desde a negociação do preço final até o atendimento mais atencioso e ágil.  

Preços para pessoa jurídica (venda direta):

Novo Boxer Furgão – R$ 266.941
Novo Boxer Cargo – R$ 260.471
Novo Boxer Minibus Comfort – R$ 319.592
Novo Boxer Minibus Luxo – R$ 327.242

Mais potente e econômica

O Boxer estreia um motor 2.2 Turbo Diesel Euro 6 (Proconve L6) que entrega 140 cv de potência e 350 Nm de torque, que substitui o motor anterior 2.3 de 127 cv e 320 Nm Euro 5 (Proconve L7). Ele segue acoplado ao mesmo câmbio manual de 6 marchas, com a alavanca bem-posicionada no painel. Não há opção de câmbio automático, equipamento de conforto e segurança, por enquanto, disponível apenas nos modelos Ford Transit e Iveco Daily, dependendo da versão.  

Boxer 2026
Painel tem novo grafismo, volante multímida, rádio com tela para o furgão e multimídia para a van de passageiros

Segundo a Peugeot, o consumo urbano é de 10,8 km/l, 0,8 km/l mais econômico do que a geração anterior. Os furgões têm capacidade de carga entre 1.240 kg e 1.590 kg, dependendo da versão, além de 13 m³ de volume útil. Os acessos foram aprimorados, com porta lateral deslizante e portas traseiras com abertura de 270º — agora de série, pois antes era opcional — para facilitar as operações de carga e descarga. 

No visual externo, o Boxer ganhou nova grade frontal, emblema atualizado e rodas redesenhadas. O interior também foi reformulado, com novo volante multifunção, cluster digital de 3,5”, rádio Bluetooth de 5” e, nas versões Minibus, central multimídia de 7” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. 

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Entre as melhorias, destacam-se os bancos com revestimento crepe preto, novos porta-objetos, saídas USB e 12V, iluminação interna em LED e sistema de ventilação com acabamento em preto brilhante. 

Segurança e tecnologia embarcada

O novo Boxer vem equipado com controle de estabilidade para reboque, monitoramento de pressão dos pneus (ITPMS), sensores de estacionamento traseiro, assistente de partida em rampa, frenagem pós-colisão, assistência contravento lateral e piloto automático. 

Nas versões de transporte de passageiros, há ainda câmera de ré, detector de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro e retrovisores com rebatimento elétrico. 

Versões disponíveis

Boxer Cargo L3H2 – Capacidade de 13m³ e carga útil de 1.240 kg (CNH a partir de B). 

Boxer Furgão L3H2 – Capacidade de 13m³ e carga útil de 1.590 kg. (CNH a partir de C) 

Boxer Minibus Comfort (17+1) – Transporte de até 17 passageiros. (CNH a partir de D) 

Boxer Minibus Luxo (15+1) – Nova opção executiva, com bancos reclináveis e bagageiro de 1.000 litros. (CNH a partir de D) 

Com o novo Boxer, a Peugeot Profissional amplia as opções de veículos comerciais com o Partner e o Expert.

Pós-venda 

Boxer 2026
Carina Oliveira, diretora de Peças e Serviços da Stellantis

Durante o lançamento do novo Peugeot Boxer 2026, a Stellantis reforçou seu compromisso com o cliente profissional ao apresentar uma série de melhorias nos serviços de pós-venda para a linha Peugeot Professional. Em entrevista ao Frota News, Carina Oliveira, diretora de Peças e Serviços do Grupo Stellantis, detalhou as novidades voltadas para quem utiliza veículos comerciais da marca 

Segundo Carina, a rede Peugeot Professional conta hoje com 29 concessionárias dedicadas exclusivamente ao atendimento de veículos comerciais, dentro de um universo de 169 concessionárias Peugeot no Brasil. 

“Essas unidades têm um atendimento diferenciado e prioritário, preparado para a realidade de clientes que dependem do veículo para trabalhar e que, portanto, precisam de soluções rápidas para evitar que o negócio pare”, destacou. 

Pacotes de revisão e previsibilidade de custos

Um dos benefícios anunciados é a possibilidade de contratação das três primeiras revisões no momento da compra do veículo. Como cada revisão é aos 20.000 km, o preço fica garantido até os 60.000 km rodados 

“É uma forma de dar previsibilidade de custos ao cliente, que pode até incluir essas revisões no financiamento, otimizando o fluxo de caixa da operação”, explicou Carina. 

Garantia estendida e serviços adicionais

A Stellantis também ampliou as opções de garantia estendida, que podem ser contratadas por um ou dois anos adicionais, abrangendo desde motor e câmbio até uma cobertura ampla de componentes. Quem opta por essa contratação ainda conta com benefícios como assistência 24h, carro reserva, chaveiro e serviço de táxi – itens especialmente relevantes para quem depende do veículo para a rotina de trabalho. 

Sinergia entre marcas e soluções conectadas

Outro ponto enfatizado por Carina é a sinergia entre as marcas do grupo no segmento de veículos comerciais, oferecendo ao cliente uma ampla gama de opções, seja em produtos, seja em serviços. 

Entre as soluções destacadas está o MyPro, plataforma de serviços conectados que traz funcionalidades como monitoramento em tempo real, telemetria e assistência 24h, aumentando a segurança e o controle operacional das frotas. 

Para concluir, Carina Oliveira confirmou que, caso o cliente esteja em uma cidade que não tenha concessionário Peugeot e nem possa esperar a peça ser enviada pelo e-commerce, ele pode também encontrar peças para o Boxer em uma das 537 concessionárias Fiat, já que são as mesmas do Fiat Ducato, com exceção com peças que levam o acabamento com a logomarca Peugeot. 

Guia prático: 5 tipos de máquinas de construção e suas funções

As máquinas de construção estão cada vez mais presentes no cotidiano de quem acompanha obras, vive no campo ou circula por estradas em desenvolvimento. Elas escavam, carregam, empurram, nivelam e fazem muito mais do que se imagina à primeira vista. Apesar da presença constante em diferentes cenários, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como funcionam, para que servem e quem pode operá-las.

Para esclarecer esse universo, a John Deere — empresa que fornece software e equipamentos para os setores agrícola, de construção e florestal — reuniu as principais informações sobre essas máquinas e suas funções. “Com o avanço da tecnologia, esses equipamentos ganharam novos recursos e se tornaram ainda mais eficientes, o que naturalmente desperta interesse e gera perguntas. Mais do que entregar soluções, queremos dividir conhecimento, ampliar o entendimento sobre o setor e mostrar como a inovação pode transformar a rotina de quem movimenta o país”, afirma Thomás Spana, gerente de Marketing da divisão de Construção da John Deere para a América Latina.

Máquinas e suas funções: conheça os destaques

Cada tipo de máquina tem um papel específico na operação:

Pá-carregadeira
  • Carregar materiais soltos como terra, areia, brita, cascalho e resíduos em caminhões ou em outros locais.
  • Deslocar grandes volumes de material em curtas distâncias, com agilidade.
  • Auxiliar em nivelamentos e terraplenagem, dependendo do tipo de terreno e operação.
  • Operar em locais apertados ou de difícil acesso, especialmente os modelos menores e articulados.
máquinas de construção
No caso da John Deere, por exemplo, a pá-carregadeira 524 P é versátil e pode atuar tanto em obras quanto no campo. Ela tem recursos como balança embutida para medir o peso da carga em tempo real, sistema de refrigeração QuadCool™, direção ajustável e assento ergonômico para mais conforto ao operador
Escavadeira
  • Escavar terrenos, abrindo valas, buracos ou fundações.
  • Remover grandes volumes de terra ou material sólido, como entulho ou cascalho.
  • Carregar caçambas ou caminhões com material solto.
  • Auxiliar em demolições e escavações profundas, especialmente em obras urbanas ou mineração.
  • Trabalhar com acessórios variados, como garra hidráulica, quebra-rochas, trado ou tesoura, dependendo da missão.
máquinas de construção
Escavadeira 210 P da John Deere
Motoniveladora
  • Nivelamento de terrenos para pavimentação, escoamento de água ou plantio.
  • Formação de valas e taludes, ajustando a inclinação do solo.
  • Espalhamento de materiais como cascalho, areia ou terra.
  • Manutenção de vias rurais e estradas não pavimentadas.
  • Ajuste de terrenos para drenagem, garantindo fluxo adequado de água.
Máquinas de construção
Motoniveladora 620 P: até 200 HP de potência e recursos como Auto-Articulação, Auto-Pass e Inversão da Lâmina. Sua cabine tem visibilidade ampliada e os comandos são eletro-hidráulicos. A conectividade permite suporte remoto em tempo real
Trator de esteira
  • Empurrar grandes volumes de terra ou rocha, especialmente em processos de terraplenagem.
  • Abrir caminhos em áreas densas ou irregulares, como matas ou terrenos acidentados.
  • Dar suporte em obras de infraestrutura, como estradas, represas ou mineração.
  • Preparar terrenos agrícolas ou florestais, garantindo melhor nivelamento e compactação.
Máquinas de construção
John Deere 850J: Projetado para terrenos difíceis, combina robustez e tração com transmissão hidrostática, Controle Total da Máquina (TMC), telemetria e material rodante, aumentando a durabilidade em condições severas
Retroescavadeira 310 P
  • Escavar valas e fundações com o braço traseiro (retro).
  • Carregar materiais soltos com a pá dianteira (semelhante à pá-carregadeira).
  • Remover entulhos e nivelar terrenos.
  • Instalar tubulações e redes de saneamento.
  • Atuar em locais com pouco espaço, graças ao seu porte mais compacto.
Máquinas de construção
310 P: tem motor eletrônico de 4,5 L, modo ECO, economia de combustível de até 11% e transmissão PowerShift, além de conectividade com o John Deere Operations Center™ e recursos de segurança como sistema de senha

Produtividade que vem do porte e da tecnologia

O tamanho dessas máquinas impressiona, mas há uma explicação: quanto maior o porte, maior a capacidade de movimentar material em menos tempo, o que eleva a produtividade. “O dimensionamento adequado faz toda a diferença. A produtividade e a eficiência aparecem quando o equipamento é escolhido de acordo com as necessidades da operação”, reforça Spana.

Os avanços tecnológicos também desempenham papel fundamental. Sistemas inteligentes otimizam o consumo de combustível, reduzem o desgaste dos componentes e simplificam a manutenção. Mesmo em máquinas de grande porte, é possível alcançar bons índices de economia e durabilidade.

Muito além dos canteiros de obras

Esses equipamentos vão além da construção civil, atuando também na mineração, no campo e em projetos de infraestrutura urbana. “A construção é um elo que conecta setores essenciais da economia. Desenvolvemos soluções capazes de atender diferentes realidades, levando mais produtividade para o campo, para as cidades e para operações de extração. Essa integração impulsiona resultados e transforma nossas máquinas em parcerias estratégicas”, afirma o executivo.

Quem pode operar?

No Brasil, para operar legalmente essas máquinas, é necessário ter carteira de habilitação (geralmente categoria B, e a C recomendada em alguns casos) e realizar cursos de operação segura, comandos e manutenção preventiva. Algumas funções exigem certificações específicas, como as normas regulamentadoras NRs 11, 12 e 18. Além do conhecimento técnico, operadores bem-sucedidos têm atenção aos detalhes, experiência prática e cuidado com os equipamentos, o que impacta diretamente a produtividade e a vida útil das máquinas.

Tata Motors compra Iveco Group e cria gigante global em veículos comerciais

A Tata Motors fechou um acordo para adquirir a Iveco Group, em um movimento que cria um novo player global no setor de veículos comerciais. A oferta pública voluntária em dinheiro é de € 14,10 por ação (aproximadamente R$ 90,68 por ação) totalizando cerca de € 3,8 bilhões (≈ R$ 24,4 bilhões).

A operação foi recomendada pelo conselho da Iveco e conta com o apoio da holding Exor N.V., principal acionista do Iveco Group e da Stellantis, com participação de 27,06% das ações ordinárias e 43,11% dos direitos de voto.

A conclusão da operação está condicionada à venda da divisão de defesa da Iveco, com valor estimado em € 1,7 bilhão (≈ R$ 10,93 bilhões), com distribuição de dividendos extraordinários entre € 5,5 e € 6,0 por ação (≈ R$ 35,37 a R$ 38,58 por ação) para os acionistas atuais. Após essa etapa, a Tata Motors passará a deter 100 % da Iveco, que será deslistada da Euronext Milan.

A nova empresa projetada terá vendas anuais combinadas de aproximadamente 540 mil unidades e receita de cerca de € 22 bilhões (≈ R$ 141,46 bilhões), distribuída regionalmente em cerca de 50 % na Europa, 35 % na Índia e 15 % nas Américas. As companhias afirmam que há “mínima sobreposição” nos portfólios e presença geográfica, o que favorece uma integração mais fluida.

Quem é a Tata Motors

A Tata Motors Limited é uma das principais fabricantes globais do setor automotivo, com sede na Índia e faturamento anual de aproximadamente US$ 44 bilhões. Parte do conglomerado Tata Group, um dos maiores grupos empresariais do mundo, atua em diversos segmentos — de automóveis de passeio a utilitários, caminhões e ônibus.

Entre suas marcas e subsidiárias destacam-se a britânica Jaguar Land Rover, referência em veículos premium e de luxo, além de parcerias estratégicas em mercados como Reino Unido, Coreia do Sul, Tailândia e Indonésia.

A Tata Motors é líder absoluta no mercado indiano de veículos comerciais e está entre as três maiores no segmento de veículos de passeio no país, com presença consolidada na África, Oriente Médio, América Latina, Sudeste Asiático e na região da SAARC.

Quem é a Iveco Group

A Iveco Group N.V. é um conglomerado europeu com sede em Turim (Itália) que reúne sete marcas estratégicas: IVECO, fabricante de caminhões leves, médios e pesados; FPT Industrial, especializada em powertrains para veículos, máquinas e aplicações marítimas; IVECO BUS e Heuliez, voltadas para soluções de transporte coletivo; IDV, dedicada a equipamentos para defesa e proteção civil; ASTRA, produtora de veículos pesados para mineração e construção; e IVECO Capital, braço financeiro que dá suporte a todas as operações do grupo. A companhia emprega cerca de 36 mil pessoas, mantém 19 plantas industriais e 31 centros de P&D pelo mundo.

Impacto estratégico

Segundo Natarajan Chandrasekaran, presidente da Tata Motors, o acordo “é um passo lógico após a cisão do negócio de veículos comerciais da Tata e posiciona o grupo para competir em escala global, com dois mercados estratégicos: Índia e Europa”.

Suzanne Heywood, presidente do conselho da Iveco, afirmou que a combinação “fortalece as perspectivas de emprego e preserva a identidade industrial da Iveco”. Já Olof Persson, CEO da Iveco, destacou que a união permitirá acelerar a inovação em transporte de zero emissões e ampliar a presença em mercados-chave.

Compromissos sociais e industriais

Como parte do acordo, a Tata Motors assumiu compromissos não financeiros por um período mínimo de dois anos, entre os quais:

  • Manutenção da sede da Iveco em Turim;
  • Preservação da força de trabalho e dos benefícios atuais;
  • Respeito às marcas, identidade corporativa e investimentos já previstos;
  • Nenhum fechamento de fábricas como resultado direto da fusão.

Próximos passos

Espera-se que a venda da divisão de defesa seja concluída até 31 de março de 2026, permitindo o fechamento da oferta no primeiro semestre de 2026. Após alcançar ao menos 80 % de participação, a Tata poderá adquirir o restante das ações remanescentes.

O que muda para o mercado global de veículos comerciais

1. Um novo player global:
A união Tata–Iveco cria um grupo com vendas de aproximadamente 540 mil unidades por ano e receita de € 22 bilhões (≈ R$ 141,46 bilhões), tornando-se um dos maiores fabricantes de veículos comerciais do mundo, com presença relevante na Europa, Índia e Américas.

2. Escala e inovação:
O porte combinado permitirá maior diluição de custos, aceleração no desenvolvimento de tecnologias de baixa e zero emissão (como elétricos e híbridos) e maior poder de negociação com fornecedores.

3. Complementaridade geográfica e de portfólio:
Com mínima sobreposição de produtos e mercados, o grupo amplia sua presença em mercados emergentes da Ásia e África, fortalecendo-se em regiões onde concorrentes tradicionais, como Daimler Truck, Volvo Group e Traton, têm forte atuação.

4. Pressão competitiva:
O negócio eleva a competição global, pressionando grandes fabricantes a acelerar parcerias e investimentos, especialmente no setor de caminhões e ônibus eletrificados.

Impactos para o Brasil e América Latina

  • Expansão da Tata Motors: A presença da Tata na América Latina ainda é discreta, mas a operação pode abrir caminho para uma entrada mais robusta, aproveitando a rede e a estrutura da Iveco na região.
  • Reforço da Iveco no Brasil: A Iveco já tem uma fábricas consolidadas em Sete Lagoas (MG) e Córdoba (Argentina). A injeção de capital e tecnologia da Tata pode impulsionar o desenvolvimento de novos produtos para o mercado brasileiro, com foco em eletrificação e veículos de menor custo operacional.
  • Mais opções para frotistas: Frotistas e operadores logísticos podem se beneficiar de novas linhas de caminhões e ônibus, potencialmente mais competitivas em preço e tecnologia.
  • Cadeia de fornecedores: A fusão pode fortalecer a indústria local de autopeças, com maior volume de produção e novos investimentos.

 

Cummins lança eixo MT 38-610 para mineração com até 150 toneladas

A Cummins lançou o eixo tandem MT 38-610, desenvolvido para operações severas fora de estrada, especialmente na mineração. Com capacidade vertical de 38 toneladas por conjunto e Peso Bruto Combinado (PBC) de até 150 toneladas, o modelo amplia as opções para as montadoras de caminhões que atuam em terrenos irregulares e sem infraestrutura viária.

O desenvolvimento do MT 38-610 contou com colaboração da engenharia global da Cummins no segmento off-highway, integrando soluções já aplicadas em veículos canavieiros e madeireiros. “O projeto mescla componentes já consagrados, como a redução nos cubos, a novos conjuntos dimensionados especialmente para essa carga — com destaque para a adoção de cinco planetárias por cubo de roda, o que permite maior distribuição de torque e menor esforço individual por engrenagem, elevando a resistência e a durabilidade sob condições extremas”, explica Thabata R. Prosdoskimis, supervisora de Engenharia do Produto da Cummins Brasil.
Mais de 80% dos testes de validação do eixo MT 38‑610 foram realizados no Brasil, na unidade da Cummins em Osasco (SP), especialmente no Laboratório de Ensaios Mecânicos (LEM), adaptado para atender às exigências do projeto. Ensaios adicionais nos EUA garantiram a homologação internacional do componente.

Projetado para fabricação local, o eixo aproveita a infraestrutura já existente na planta de Osasco, com foco em peças de alto conteúdo nacional — como carcaças, engrenagens, sistemas de freio e itens de fixação — fortalecendo a indústria brasileira.

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Para lidar com cargas mais pesadas, o eixo MT 38‑610 traz um novo sistema de fixação, no qual o cubo de rodas é parafusado à carcaça e ao freio — substituindo o tradicional uso de pinos e prensagem. A solução, inspirada em padrões internacionais, garante maior robustez e flexibilidade sem comprometer a confiabilidade.

A Cummins desenvolveu o eixo para operar com três diferentes relações de redução: 5.41, 6.18 e 7.21, ampliando a versatilidade de aplicação conforme a exigência da operação. Para sua montagem, foi necessário realizar instruções específicas aos operadores quanto ao manuseio e encaixe de determinados componentes, assegurando a correta instalação e desempenho do conjunto.

Últimas semanas para ver Grace Gianoukas em “Nasci pra ser Dercy”

O espetáculo “Nasci pra ser Dercy”, estrelado por Grace Gianoukas e com texto e direção de Kiko Rieser, segue em cartaz até 26 de agosto no Teatro Multiplan – MorumbiShopping, encerrando uma temporada de dois anos marcada por sucesso de público e crítica. Mais de 40 mil pessoas já assistiram ao monólogo, que presta uma homenagem inédita a Dercy Gonçalves, uma das artistas mais icônicas e transgressoras do século 20.

Desde a estreia, a peça acumula importantes reconhecimentos: Grace Gianoukas conquistou os prêmios APCA e SHELL de melhor atriz (2024) e o I Love PRIO, de melhor performance, enquanto Kiko Rieser foi laureado com o Prêmio Bibi Ferreira (2023) por melhor dramaturgia original. A produção ainda foi indicada aos prêmios CENIM e Miguel Arcanjo.

Uma homenagem inédita

Dercy Gonçalves (1907–2008), que viveu até os 101 anos, nunca havia sido homenageada nos palcos brasileiros. No monólogo, Grace encarna a força e a irreverência da atriz que reinventou a comédia popular e abriu caminho para a autonomia feminina no teatro. “Ela era muito mais do que a caricatura de ‘velha desbocada’. Dercy tinha método, consciência e uma coragem extraordinária para enfrentar o moralismo e as opressões de sua época”, afirma Rieser.

Para Grace, dar vida a Dercy é também um ato de gratidão: “Ela transformou dor em arte e alegria para o povo brasileiro. Convivi com mulheres da sua geração e sei o que enfrentaram. Dercy foi uma guerreira, uma artista que rompeu padrões”, destaca a atriz.

Enredo e proposta cênica

O texto apresenta Vera, uma atriz que, ao fazer um teste para interpretar Dercy em um filme, se revolta com os estereótipos do roteiro e decide mostrar quem realmente foi aquela mulher à frente do seu tempo. Com voz off de Miguel Falabella, a narrativa combina humor, emoção e uma pesquisa profunda sobre a trajetória da artista.

Serviço

Espetáculo: Nasci pra ser Dercy
Local: Teatro Multiplan – MorumbiShopping (Av. Roque Petroni Júnior, 1.089 – Piso G2)
Data: Até 26 de agosto – Terças-feiras, às 20h30
Ingressos: R$ 140 (inteira) / R$ 70 (meia)
Duração: 80 minutos | Classificação: 14 anos
Vendas online: Sympla

Com uma linguagem envolvente e um mergulho no legado de Dercy Gonçalves, “Nasci pra ser Dercy” se despede como um dos espetáculos mais relevantes do teatro brasileiro recente — um verdadeiro resgate histórico e cultural.

 

Lecar revela como será a primeira picape híbrida flex brasileira

A Lecar anunciou que apresentará, durante a Fenasucro & Agrocana 2025, o mockup — tipo uma maquete em tamanho real — da Campo, primeira picape cabine dupla híbrida flex a etanol com tração elétrica traseira desenvolvida no país. O modelo, que chega ao mercado em agosto de 2026, promete unir tecnologia nacional, sustentabilidade e independência energética, com um apelo estratégico para o agronegócio e operações de longa distância no interior do Brasil.

Temos a ambição de expandir o uso do etanol para a mobilidade global e tornar esse combustível brasileiro a energia da mobilidade sustentável global. O mundo não conhece o uso do etanol na mobilidade como temos no Brasil, e o uso desse combustível em muitos casos é mais sustentável que os carros 100% elétricos”, afirmou Flávio Assis, CEO e fundador da Lecar.

A escolha da Fenasucro & Agrocana — maior evento mundial da bioenergia — para a apresentação não é por acaso. Sertãozinho (SP), sede do evento de 12 a 15 de agosto, é um polo estratégico da produção de etanol e bioenergia no país. “Queremos que os usineiros e todos do interior vejam de perto uma tecnologia que permite rodar até 1.000 km com apenas 30 litros de etanol, reforçando o protagonismo brasileiro no uso desse biocombustível”, destacou Assis.

Autonomia inédita e soluções avançadas

O grande destaque da Campo será sua autonomia de até 1.000 km, combinando motor elétrico e motor a combustão. O sistema motriz traz um motor elétrico HEPU POWER de 165 cv e 26,3 kgfm de torque, alimentado por uma bateria LiFePO4 WINSTON de 18,4 kWh, com recarga rápida e alta durabilidade. O motor HORSE HR10DDT de 122 cv atua como gerador de energia, sendo o extensor de autonomia.

Esta solução é a mesma utilizada no Lecar 459 e pela Marcopolo no Volare Attack 9 Híbrido:

Além da performance, a picape contará com seis airbags e ADAS nível 2, conjunto de tecnologias que inclui controle de velocidade adaptativo, alerta de ponto cego, frenagem automática e assistência semiautônoma via Open Pilot. Suspensão independente nas quatro rodas, direção eletroassistida e freios a disco ventilado na dianteira completam o conjunto.

Com DNA voltado ao campo, a Lecar mira o público do agronegócio e regiões com forte produção de etanol. “Será possível abastecer em um posto local ou até mesmo dentro das usinas, fortalecendo a autonomia energética e reduzindo custos logísticos”, ressaltou Assis.

Fenasucro 2025: um palco estratégico

A 31ª edição da Fenasucro & Agrocana deve superar os R$ 10,7 bilhões em negócios gerados em 2024. O evento contará com mais de 600 marcas expositoras e três mil produtos, atraindo visitantes de 60 países e consolidando sua importância para o setor sucroenergético e para a economia regional.

Dicas para manter a colheitadeira operando durante toda a safra

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A chegada da safra é um dos momentos mais aguardados pelo produtor rural. É quando todo o investimento feito ao longo do ano começa a se traduzir em resultados. Mas qualquer falha nas máquinas durante a colheita pode transformar o período em um grande problema. Em lavouras de soja, por exemplo, é possível colher cerca de 29 toneladas em apenas sete horas de trabalho. Se a colheitadeira ficar parada por um dia inteiro, o prejuízo pode chegar a quase R$ 450 mil — sem contar caminhões parados, operadores ociosos e até a perda de qualidade dos grãos, que precisam ser colhidos no ponto certo.

Para evitar esse cenário, a manutenção preventiva se apresenta como a principal aliada do produtor. “Muitos deixam para fazer manutenção apenas quando a máquina quebra, o que é chamado de manutenção corretiva. Mas isso acontece no pior momento possível: no meio da lavoura. O ideal é agir com antecedência, na entressafra, com base no histórico da máquina”, afirma Edison Souza, coordenador de pós-venda da Massey Ferguson.

Os vilões da colheita: principais falhas que causam paradas

Souza lista as cinco falhas mais recorrentes que comprometem o desempenho das colheitadeiras:

  • Rompimento de correias: pode parecer simples, mas em determinados modelos a quebra de uma correia pode levar à ruptura de outras próximas, paralisando todo o sistema.
  • Falhas no sistema de corte: desgaste de componentes como caixa de navalha, dedos do molinete e facas da navalha, especialmente quando não passam por revisão adequada.
  • Rolamentos danificados: além do tempo para correção ser maior, falhas em rolamentos podem provocar a quebra de engrenagens e carcaças, ampliando o problema.
  • Problemas nos redutores finais: vazamentos e falhas nos rolamentos afetam diretamente a tração e a movimentação da máquina, difíceis de resolver durante a operação.
  • Defeitos nos sistemas hidráulico e elétrico: bombas e sensores vulneráveis sem a devida manutenção comprometem o desempenho da colheitadeira.
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Colheita de soja:

  • Produtividade: ~29 toneladas/7h de operação.
  • Valor médio da soja: R$ 155/saca (60 kg).
  • Prejuízo por 1 dia parado: ~R$ 450 mil.

E os impactos indiretos:

  • Caminhões parados.
  • Operadores ociosos.
  • Risco de perda da qualidade dos grãos (tempo ideal de colheita).

Diesel contaminado: um risco silencioso

Outro fator que merece atenção é o combustível. “O diesel contaminado é um dos principais causadores de problemas durante a colheita. Quando não tratado, pode gerar desde saturação do filtro e perda de potência até danos graves em bombas e bicos injetores. O custo do tratamento é muito baixo se comparado ao risco que representa”, alerta Souza.

A revisão preventiva, segundo o especialista, além de reduzir o risco de paradas inesperadas, traz ganhos financeiros. “Ao corrigir de forma preventiva apenas os componentes desgastados, evita-se a quebra de outras peças do mesmo sistema, o que gera economia na manutenção e permite um melhor planejamento técnico e operacional”, explica.

Com a safra se aproximando, o especialista destaca que a antecipação no planejamento faz toda a diferença. “Quanto antes o produtor se planejar, mais tranquilo será o período de colheita”, conclui.

Ultrapassar dois caminhões ao mesmo tempo não é infração, mas… atenção às regras

Um vídeo viral afirma que ultrapassar dois ou mais caminhões simultaneamente configura infração, mesmo em faixa tracejada. Argumenta que, por ultrapassar dois veículos juntos, a manobra deixa de ser ultrapassagem e passa a ser “tráfego na contramão”; isso resultaria em multa gravíssima (7 pontos na CNH). A narrativa reforça que esse detalhe seria pouco conhecido por motoristas, mas não é bem assim.

O que diz a legislação

  • O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não proíbe explicitamente ultrapassar mais de um veículo de uma só vez. O artigo 29 fala no plural sobre ultrapassar veículos, desde que se retorne à faixa de origem de forma segura.
  • Não existe no CTB nenhuma regra que transforme ultrapassar mais de um veículo em “tráfego na contramão”. O conceito legal de ultrapassagem exige o retorno à via própria, mas não impõe limite de número de veículos numa única manobra.
  • As infrações são tipificadas pelo artigo 203 (infração gravíssima por ultrapassagem pela contramão em locais proibidos, como curvas sem visibilidade, trechos com linha contínua, pontes, etc.).
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Toyota Hiace: a nova van como investimento estratégico para empreendedores

A origem do equívoco

O erro parece vir de uma interpretação equivocada: assumir que ultrapassar múltiplos veículos prolonga o tempo em contramão, e isso caracterizaria infração. Na realidade, o que importa é:

  1. Se a faixa oposta estava livre e a sinalização permitia;
  2. Se havia visibilidade e espaço seguro para executar a manobra;
  3. Se o condutor sinalizou corretamente e retornou à sua faixa após ultrapassar .

Essa segurança é válida tanto na ultrapassagem de um veículo quanto de vários de uma vez.

Quando, então, ocorre a infração?

A multa gravíssima (7 pontos) ocorre se o condutor:

  • Ultrapassar em faixa contínua (linha amarela contínua), em curva, aclive ou viaduto sem visibilidade;
  • Ultrapassar pela contramão em local proibido pela sinalização horizontal ou vertical (art. 203).

Nesses casos, a penalidade é de R$ 1.467,35 (x5 do valor-base) ou até R$ 2.934,70 se houver reincidência em 12 meses.

Conclusão

Em resumo:

  • NÃO há norma no CTB que proíba a ultrapassagem de dois ou três caminhões ao mesmo tempo.
  • Ultrapassar múltiplos veículos de uma vez é permitido, desde que dentro das condições de segurança e dos limites legais.
  • A infração se dá por invadir a contramão em locais proibidos ou sinalizados, não pela quantidade de veículos ultrapassados.

Portanto, o vídeo transmite uma ideia popular, mas incorreta: a lei foca na forma e local da ultrapassagem, não no número de veículos ultrapassados simultaneamente.

Frota Delas: Carga Pesada renasce com duas caminhoneiras na série que marcou gerações

Por quase três décadas, “Carga Pesada” foi sinônimo de estrada, aventura e a dura realidade dos caminhoneiros brasileiros. De 1979 a 1981, e depois entre 2003 e 2007, Pedro (Antônio Fagundes) e Bino (Stênio Garcia) percorreram o Brasil em histórias que iam muito saíam do tema transporte de cargas: falavam de amizade, justiça, dramas sociais e a vida como ela é nas rodovias. Agora, a TV Globo prepara a volta de um dos maiores clássicos da sua dramaturgia, com um reboot ousado que troca os papéis masculinos por duas protagonistas femininas.

Duas mulheres no comando da boleia

Na nova versão, que deve estrear até o final de 2025, quem assume a boleia são as atrizes Thalita Carauta e Fabiula Nascimento, interpretando Francisca “Chica” Coqueiro e Rosa Besourinho. A escolha reflete a presença cada vez maior das mulheres no setor de transporte rodoviário — ainda que elas representem menos de 5% da categoria, segundo dados do setor.

É um presente poder viver essa caminhoneira. Estamos trazendo a força, a garra e a independência dessas mulheres para a TV. É hora de mostrar que a estrada também é lugar delas”, disse Thalita Carauta em suas redes sociais ao divulgar as primeiras imagens do set, ao lado de Fabiula, já caracterizadas como as novas protagonistas.

A dupla terá um papel equivalente ao que Pedro e Bino ocuparam no imaginário popular, mas com histórias próprias. A trama começa quando Chica e Rosa se conhecem e decidem unir forças para enfrentar os desafios de cruzar o país sobre rodas.

Um projeto com DNA feminino

O reboot nasceu de uma ideia da própria Thalita Carauta, que, junto com a roteirista Aline Guimarães, desenvolveu um episódio piloto em 2024. A direção ficou por conta de Mayara Aguiar, e o roteiro ganhou reforço de Renata Dias Gomes, neta de Janete Clair, referência histórica da teledramaturgia brasileira. “Foi um trabalho feito com o coração e por mulheres que entendem a importância de ocupar esses espaços”, destacou Thalita.

O piloto foi aprovado e a Globo deu sinal verde para a produção da temporada completa. Com direção de núcleo especializada em produções de ação e road movies, a série manterá a essência de aventura da versão original, mas com a estética e a narrativa que dialogam com o público atual.

Temas que falam com o presente

A nova “Carga Pesada” quer ser mais que um resgate da nostalgia. Os episódios abordarão questões atuais do transporte rodoviário, como:

  • os desafios e preconceitos enfrentados por mulheres caminhoneiras,
  • o impacto das novas tecnologias, como rastreamento e apps de frete,
  • a logística moderna, incluindo o papel do setor no abastecimento nacional.

Queremos que as histórias reflitam as estradas de hoje: um espaço onde convivem tradição e inovação, dificuldades e conquistas”, comentou um membro da equipe de produção.

Gravações nas estradas brasileiras

Assim como a série original, a nova versão será filmada em rodovias reais de diferentes regiões do Brasil, trazendo a autenticidade que marcou a primeira fase do projeto. Paradas em postos de combustível, trechos icônicos das BRs e histórias de personagens que cruzam o caminho das protagonistas continuarão sendo a marca registrada do programa.

As filmagens da temporada começam oficialmente em setembro de 2025. A estreia está prevista para o fim do ano, na TV Globo, com possibilidade de exibição simultânea no Globoplay.

Entre o passado e o futuro

Embora reformulada, a série não esquece suas raízes. Antônio Fagundes e Stênio Garcia podem fazer participações especiais como Pedro e Bino, criando uma ponte entre gerações e reforçando a homenagem à dupla que ajudou a construir o mito de “Carga Pesada”.

Para os fãs antigos, o reboot promete um mergulho nostálgico com frescor; para os novos, um olhar atualizado sobre a vida na boleia — desta vez, sob a ótica feminina.

Carga Pesada está de volta. As estradas continuam sendo duras, mas agora têm novas vozes, novos rostos e novos desafios.