A Scania acaba de lançar a gama de caminhões Plus como segunda etapa da sua estratégia para a geração Euro 6. Assim, como também apresenta os Serviços Scania PRO em substituição ao PMS. Os novos modelos, que amplia a linha, estão disponíveis na opções de motores de 450 cv e 540 cv.
Simone Montagna, o novo presidente e CEO da Scania Operações Comerciais Brasil desde fevereiro, diz “estamos entregando resultados concretos para nossos clientes. Então, estamos cumprindo tudo o que planejamos para 2022. Os lançamentos para 2023, como a nova linha P8/Euro 6 de caminhões, a gama Super e a Nova Geração de ônibus P8/Euro 6, estão sendo um grande sucesso. Além disso, as novas linhas P8/Euro 6 de caminhões e ônibus a gás reforçam o objetivo de elevar o mercado a um nível de ecossistema sustentável”.
Essa nova oferta traz de volta as potências mais vendidas da fabricante na geração Euro 5, agora equipadas com propulsores Euro 6 e pacotes completos. A linha recebeu três novos modelos: R 450 4×2, R 450 6×2 e R 540 6×4.
Alex Nucci, diretor de Vendas de Soluções de Transporte da Scania Operações Comerciais Brasil, destaca a importância da gama Plus como uma adição ao mix rodoviário. Apesar disso, ele ressalta que o topo de linha ainda é o modelo Super. Esta linha oferece economia de combustível de até 28% em comparação com a geração anterior, com mais de 4 mil unidades vendidas.
Nucci também menciona que a nova gama Plus atende a uma demanda dos clientes por uma opção intermediária entre os modelos existentes, com um custo de aquisição mais competitivo. Além disso, a Scania identificou essa oportunidade, selecionou as potências mais vendidas de 450 cv e 540 cv e adicionou pacotes completos de segurança e conforto para atender a diferentes perfis de operações e clientes.
Os modelos e os equipamentos
O modelo R 450 Plus oferece uma potência de 450 cavalos, torque de 2.350 Nm e está disponível nas opções de tração 4×2 e 6×2, permitindo atender a uma ampla variedade de operações de transporte.
O R 540 Plus possui um propulsor de 540 cavalos, que fornece um torque de 2.700 Nm e possui tração 6×4. Recomenda-se seu uso em composições de nove eixos.
Ambos os motores são Euro 6 de 13 litros e saem de fábrica com freio auxiliar Scania Retarder de 4.100 Nm de potência de frenagem. Bem como, conta com a caixa Scania Opticruise GRS905R e freio de exaustão.
Dessa forma, os modelos são oferecidos com três pacotes. O Segurança inclui airbag no volante, airbag lateral de cortina (exclusivo da marca), sistema de frenagem de emergência avançada (AEB), aviso de saída de faixa (LDW), farol H7 e faróis no teto. Assim como, o pacote Conforto oferece cabine Highline, geladeira e sistema multimídia com conectividade Bluetooth. Por fim, o pacote Eficiência é composto por defletores laterais e no teto, visando aprimorar a eficiência aerodinâmica dos veículos.
Simone Montagna, o novo presidente e CEO da Scania Operações Comerciais BrasilAlex Nucci, diretor de Vendas de Soluções de Transporte da Scania Operações Comerciais Brasil
Nota do editor: no artigo abaixo, o gerente executivo de transportes do Grupo Raia Drogasil (Grupo RD), Gláucio Rocha, escreve sobre os resultados mensurados em redução de consumo e emissões. Sobretudo, após investimento em treinamento de motoristas e executivos da área de logística na Fabet-SP. Isso, além de centenas de horas de dedicação para que os resultados fossem alcançados. Abaixo, o artigo:
PERFORMAR DE FORMA SUSTENTÁVEL, ESSE É O COMBUSTÍVEL QUE NOS MOVE!!!
Há 2 meses atrás publiquei uma matéria falando sobre a valorização do treinamento “treinar é valorizar” (se você não leu essa matéria, recomendo). Na ocasião, apresentei que concluímos a formação de toda nossa equipe há exatamente 1 ano. Em primeiro lugar, conquistamos, em mês de Abril 2023, o melhor resultado histórico no consumo de combustível. E os ganhos não param por aí. Além do fator orçamentário, impactamos de forma significativa para uma frente que veio para ficar. O E.S.G, pilar de “SUSTENTABILIDADE” com a redução da emissão de 920,76Ton de CO2 entre 03/2022 a 04/2023.
Precisamos estar atentos a todos os impactos estratégicos no nosso negócio. Bem como, termos atitudes e fazer escolhas socialmente responsáveis. Não se trata de apenas um pensamento ou ações simples e sim de mudar hábitos e costumes de formas mais sustentáveis, pensando nisso elaboramos um plano envolvendo toda a Gestão da Frota.
Plano
1. Processo e qualidade: mapear toda a gestão de transporte identificando oportunidades, definindo indicadores estratégicos e claros, revisando as malhas logísticas cada vez mais eficientes, bem como análise e qualificação dos fornecedores de toda a cadeia;
2. Inovação: estar atento as tendências, sim, estamos falando do que tem de mais novo no mercado, novos tipos de combustíveis, tecnologias diversas e sistemas que contribuam para toda a gestão;
3. Meio Ambiente: rastreamento de todo o processo desde a geração do resíduo até o descarte final envolvendo seu tratamento, mapeamento de potenciais riscos e licenças.
Podemos, sim, aprender com os erros para que não se repitam no futuro, assim vamos evoluindo na certeza de que possamos contribuir com um mundo mais limpo. Portanto, em breve, serão divultados nos projetos.
Aproveito para agradecer primeiramente a todo meu time Brasil por acreditarem. Vocês fazem a diferença, ao meu Diretor Eduardo Pereira por todo o apoio e parceria e ao time de Sustentabilidade representada pela Diretora Giuliana Ortega, vocês são fantásticas, Ana Clara Rossetto , Paloma Marcondes de Oliveira, Juliane Andrade Rocha e demais integrantes, eu acredito nesse projeto fantástico.
O Senado aprovou uma medida provisória que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em vários aspectos, como:
As competências para fiscalizar e multar entre municípios, estados e Distrito Federal; entre as polícias militar e rodoviárias (leia mais no subtítulo Fiscalização);
Seguro de cargas (leia mais no subtítulo Seguro de Cargas);
Exame toxicológico para motoristas profissionais (leia mais no subtítulo Exame Toxicológico);
Descanso dos caminhoneiros (leia no Subtítulo Descanso dos caminhoneiros).
O texto, que foi relatado pelo senador Giordano (MDB-SP), segue para a sanção presidencial.
Segundo o relator, as mudanças no CTB são necessárias para atualizar termos obsoletos. E incluir os veículos elétricos na definição de veículo automotor e melhorar as regras sobre os exames toxicológicos, entre outras modificações.
Fiscalização
O texto aprovado dá aos órgãos municipais de trânsito a competência privativa de fiscalização e de aplicação de multas nas principais infrações. Inclui aquelas envolvendo estacionamento ou parada irregulares. Assim como, excesso de velocidade, veículo com excesso de peso ou acima da capacidade de tração e recolhimento de veículo acidentado ou abandonado.
Estados e Distrito Federal terão competência privativa para fiscalizar e multar infrações relacionadas a não realização de exame toxicológico. Bem como, a falta de registro do veículo, a falta de baixa de veículo irrecuperável, cadastro desatualizado e falsa declaração de domicílio, por exemplo.
As demais infrações serão de competência concorrente. Tanto um quanto outro agente podem atuar. Já as privativas podem ser delegadas a outro órgão por meio de convênio.
A Câmara dos Deputados incluiu dispositivo para especificar que não há infração de trânsito quanto a circulação, parada e estacionamento de veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento. Ou a veículos de polícia, de fiscalização e operação de trânsito e ambulâncias, mesmo que sem identificação ostensiva.
A fim de prevenir e reprimir os atos relacionados à segurança pública e garantir obediência a normas de segurança do trânsito, a Polícia Militar (PM) poderá realizar atividades de polícia ostensiva de trânsito. No entanto, deve respeitar as competências da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Seguro de cargas
Um dos pontos modificados foi o da contratação de seguro para a carga transportada. O texto original da MP atribuía, exclusivamente ao transportador a contratação desse seguro. Não permitia ao dono da carga fazer exigências como as relacionadas a Planos de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Mas durante a tramitação na Câmara, foram inseridas regras intermediárias. Assim, os transportadores, ainda que pessoas físicas ou cooperativas, deverão contratar obrigatoriamente seguros de cargas de três tipos:
1) responsabilidade civil para cobertura de perdas ou danos causados por colisão, abalroamento, tombamento, capotamento, incêndio ou explosão;
2) responsabilidade civil para cobertura de roubo, furto simples ou qualificado, apropriação indébita, estelionato e extorsão simples ou mediante sequestro afetando a carga durante o transporte; e
3) responsabilidade civil para cobrir danos corporais e materiais causados a terceiros pelo veículo utilizado no transporte rodoviário de cargas.
Entretanto, tanto o seguro de perdas por acidentes quanto o de roubo e assemelhados deverão estar vinculados a Planos de Gerenciamento de Riscos (PGR). Isso deve ser estabelecido em comum acordo entre o transportador e a sua seguradora. Se o contratante do serviço de transporte quiser impor obrigações ou medidas adicionais na operação de transporte ou no gerenciamento do serviço deverá pagar pelas despesas envolvidas nisso.
Por outro lado, o transportador e o dono da mercadoria poderão contratar outros seguros. Para isso, poderá exigir do transportador uma cópia da apólice de seguro com as condições, prêmio e gerenciamento de risco contratados.
Quando houver subcontratação para o transportador autônomo de cargas (TAC) realizar o serviço, esse caminhoneiro será considerado preposto e contra ele não poderá haver ação de regresso pela seguradora. Já o seguro por danos a terceiros deve ficar em nome do TAC subcontratado. Em qualquer hipótese, os embarcadores, as empresas de transporte e as cooperativas de transporte não poderão descontar do valor do frete do TAC valores de taxa administrativa e de seguros, sob pena de indenização igual a duas vezes o valor do frete.
Exame toxicológico
Sobre o exame toxicológico exigido para condutores com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias C, D e E, a MP aplica novas sanções por sua não realização. Em vez da suspensão da multa pela falta do exame até 2025, como previa o texto original, o substitutivo aprovado prevê vigência das novas regras a partir de 1º de julho de 2023.
Se o motorista não realizar o exame para obter ou renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), ela será emitida somente com a apresentação de resultado negativo para exame toxicológico e o interessado estará sujeito a multa de cinco vezes o valor base se dirigir veículo sem a devida renovação. Nessa situação, a reincidência resultará em multa de dez vezes e suspensão do direito de dirigir.
Quanto ao exame de mesmo tipo exigido pelo CTB a cada dois anos e meio após a renovação da CNH, se ele não for realizado em até 30 dias após o fim do prazo, o condutor estará sujeito a multa gravíssima (cinco vezes o valor base) a ser aplicada pelo Detran. Caberá à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) comunicar a proximidade do fim do prazo por meio do sistema de notificação eletrônica.
Já a infração de dirigir qualquer veículo com resultado positivo no exame toxicológico previsto provocará multa gravíssima e a reincidência vai gerar multa de dez vezes e suspensão do direito de dirigir.
Embora o texto tenha imposto penalidades maiores, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) fixará um escalonamento de até 180 dias para a realização dos exames a partir de 1º de janeiro de 2024, resultando em uma espécie de anistia ainda a ser regulamentada.
Descanso e contrato
A medida provisória remete a regulamento do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) a definição dos critérios para que o motorista continue viagem sem observar o descanso obrigatório a cada cinco horas e meia nas situações em que, na rota programada, não houver pontos de parada e descanso disponíveis ou vagas de estacionamento.
O texto também permite aos órgãos de trânsito estaduais contratarem, por meio de credenciamento, empresas registradoras de contrato para registrar quando o veículo comprado é dado em garantia nas operações de financiamento, consórcio, arrendamento mercantil, reserva de domínio ou penhor.
A GWM Brasil, focada na produção e vendas de veículos elétricos e híbridos, decidiu adotar uma abordagem coerente com seu negócio. Ela passou a utilizar caminhões elétricos para distribuir peças de reposição em sua rede de concessionárias. Inicialmente, a empresa concentra essa forma de entrega na região da Grande São Paulo. No entanto, a GWM tem planos de expandir gradualmente esse serviço para outras capitais brasileiras. A responsabilidade pelo transporte fica a cargo da DSV, a operadora logística de peças oficial da GWM no Brasil.
Durante o mês de maio, as 15 concessionárias da nova Autotech começaram a receber o primeiro pacote de cerca de 40 itens. Ele é composto por peças de alto giro e ferramentas de diagnóstico. Essa medida garantirá aos primeiros clientes um atendimento imediato para revisões ou reparos rápidos.
Esse kit inclui peças que utilizaremos tanto em serviços de manutenção preventiva, como filtros, velas e pastilhas de freio, quanto substituiremos componentes danificados em partes da carroceria devido a colisões frequentes no trânsito urbano, como faróis, lanternas, radiadores, para-choques e espelhos retrovisores externos.
Nas principais capitais do Brasil
Na segunda fase de distribuição de peças, as concessionárias receberão itens de reposição para complementar o kit inicial, que variará conforme o volume de vendas da concessionária e o número de pontos de distribuição em cada estado.
No entanto, desde abril, as concessionárias têm acesso a um estoque de 50 mil peças disponíveis no Brasil, atualmente armazenadas no Centro de Distribuição de Peças GWM Brasil, localizado em Cajamar, na Grande São Paulo. Isso significa que a montadora garantirá uma das maiores disponibilidades de componentes de reposição.
“A GWM terá 100% das peças de revisão e manutenção em estoque por três meses, para garantir o processamento do pedido no mesmo dia ou até às 12h do dia seguinte”, afirma Oswaldo Ramos, CCO da GWM Brasil.
Apresentamos de forma objetiva os modelos de chassi cabine que possuem PBT de até 3.500 kg e podem ser conduzidos com CNH categoria B. Nesse sentido, mostramos as principais informações das fichas técnicas e preços atualizados em maio de 2023.
Ao passo que, as pessoas têm usado o chassi cabine por sua versatilidade em poder suportar diferentes tipos de baús ou outros tipos de implementos.
A legislação e a categoria
E as vantagens de pertencerem à categoria de caminhonete são muitas, mostrando-se muito eficientes em diversas atividades da logística urbana. São elas: não há as mesmas restrições de circulação dos caminhões, apenas a mesma de rodízio dos automóveis e dependendo da cidade. Bem como, estacionar nas mesmas vagas de automóveis, valor de pedágio e demais regras dos automóveis do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) serem as mesmas dos automóveis. A exceção deve ser observada para o tipo de atividade. Se o carro será emplacado com placa comum (atividade para uso pessoal ou negócio próprio) ou placa vermelha (atividade remunerada para terceiros).
Vale lembrar que não basta ter apenas a CNH B. Portanto, é necessário que tenha a sigla “EAR” inscrita na habilitação. Ela significa que o motorista “Exerce Atividade Remunerada”. É uma observação que deve ser incluída na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de todos que prestam serviços de transporte. E sejam pessoas, cargas ou valores, para pessoas físicas ou jurídicas. Isso obriga o exame psicológico em todas as renovações da CNH, não só na primeira habilitação, como é para todos os iniciantes. Na categoria B, ainda, não é necessário o exame toxicológico. Este exame é obrigatório para as categorias C, D e E.
Em seguida, a apresentação dos modelos seguem a ordem alfabética do nome da marca. Consideramos abaixo apenas os modelos que atendem a legislação ambiental Proconve L7, equivalente a Euro 6. Portanto, modelos produzidos em 2022 Euro 5, não entraram na lista, com o Foton Minitruck 3.5-11 ST e Hyundai HR. Confira abaixo as opções de chassi cabine Euro 6:
Iveco Daily 30-160 City / 35-160
Motor: FPT F1C Max 3.0 — Potência: 160 cv @ 3.500 rpm — Torque: 380 Nm @ 1.600 ~ 2.900 rpm — Transmissão: Eaton ZF 6S 480 VO de 6 marchas manuais — Freios: hidráulico, freio a disco em todas as rodas com ABS + EBD. Sistemas auxiliares de segurança: controle de partida em rampa, de estabilidade, aumento da pressão nos freios, aumento da pressão nos freios traseiros após o ABS entrar em ação no eixo dianteiro. Segue com controle de rolagem, detecção da distribuição de carga e da presença de reboque — Suspensão: Suspensão independente do tipo duplo A com barras de torção longitudinais de diâmetro 31 mm e barra estabilizadora com diâmetro de 22 mm. Amortecedores telescópicos hidráulicos de dupla ação / Streparava Quadtor (dianteira) e Mola parabólica de simples estágio, com 60 mm de largura e 2 lâminas (traseira).
Tipo de chassi: Escada com Longarinas planas com perfil “C” e travessas tubulares ou planas rebitadas Dimensões do perfil 172 x 66 x 5 mm — Tração: traseira — PBT técnico / homologado: 3.900 kg / 3.500 kg para o 30-160 City e 4.400 kg / 3.500 kg para o 35-160 — Capacidade de carga útil técnica / legal: 1.910 kg / 1510 kg para o 30-160 — Preço: Ainda não informado para o 30-160 / R$ 287.521 para o 35-160, fonte do preço: Fipe.
Kia Bongo 2500
Motor: 2.5 L Turbodiesel Intercooler — Potência: 130,5 cv @ 3.800 rpm — Torque: 260 Nm @1.500 ~ 3.500 rpm — Transmissão: manual, de 6 velocidades — Freios: a disco na dianteira e a tambor na traseira com ABS e EBD — Suspensão dianteira: independente com barras de torção, barra estabilizadora e amortecedores a gás — Suspensão traseira: eixo rígido com feixe de molas semielípticas e amortecedores a gás — Sistemas auxiliares de segurança: não possui — Tipo de chassi: longarinas de aço estampado com perfil retangular (duplo “C”), travessas tubulares e cabine em chapa de aço estampado — Tração: traseira 4×2 ou 4×4 — PBT técnico / homologado: 3.392 kg / 3.392 kg — Capacidade de carga útil técnica e legal: 1.812 kg / 1.812 kg — Preço: R$ 163.058 (4×2) e R$ 164.993 (4×4), fonte do preço: Fipe.
Mercedes-Benz Sprinter 315 CDI Street
Motor: OM 654 CDI, turbodiesel e 2,0 litros — Potência: 150 cv @ 3.800 rpm — Torque: 340 Nm @1.500 ~ 2.400 rpm — Transmissão: ZF 6S 480, manual, de 6 velocidades — Freios: Freio hidráulico a disco em todas as rodas, com discos frontais autoventilados com ABS e EBD — Suspensão dianteira: Independente com molas transversais parabólicas, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora — Sistemas auxiliares de segurança: programa eletrônico de Estabilidade Adaptativo 9i, assistente ativo de frenagem, assistente de vento lateral, luz diurna e de freio adaptativa — Suspensão traseira: Eixo rígido com feixe de molas semielípticas e amortecedores a gás —
Tipo de chassi: Longarinas de aço estampado com perfil retangular (duplo “C”), travessas tubulares e cabine em chapa de aço estampado — Tração: traseira — PBT técnico / homologado: 3.500 kg / 3.500 kg — Capacidade de carga útil técnica e legal: 1.567 kg / 1.567 kg — Preço: R$ 256.188, fonte do preço: Fipe. Leia mais sobre a Sprinter 315.
Renault Master
Motor: M9T GEN4 AdBlue — Potência: 136 cv @ 3.500 rpm — Torque: 360 Nm @ 1.500 rpm. Transmissão: 6 marchas manuais. Freios: hidráulico, freio a disco em todas as rodas com ABS + EBD. Sistemas auxiliares de segurança: controle de tração, partida em rampa, estabilidade, auxílio de carga e de reboque, assistente de frenagem urgente, para mitigar capotamento, contra vento lateral e luz diurna. Suspensão: tipo MacPherson, com braço inferior retangular, barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos no eixo dianteiro. No eixo traseiro, o sistema é com travessas longitudinais semielípticas de lâminas em aço e amortecedores hidráulicos telescópicos (traseira). Tração: traseira — PBT técnico / homologado: 3.500 kg / 3.500 kg — Preço: R$ 193.881, fonte: Fipe.
VW Delivery Express
Motor: FPT F1C 3.0 — Potência: 156 cv a 3.300 rpm — Torque: 360 Nm @ 1.300 ~2.900 rpm. Transmissão: Eaton ESO 4106A de 6 marchas manuais, com câmbio no painel e de fácil engate. Freios: hidráulico, freio a disco em todas as rodas com ABS + EBD.
Sistemas auxiliares de segurança: ATC (controle de tração) + HSA (auxílio de partida em rampa) + ESC (controle de estabilidade eletrônica). Suspensão: independente com molas helicoidais e amortecedores, hidráulicos telescópicos de dupla ação. Barra estabilizadora de série (dianteira) e eixo rígido, molas parabólicas com duplo estágio, amortecedores hidráulicos de dupla ação. Barra estabilizadora de série (traseira).
Tração: traseira. PBT técnico / homologado: 3.500 kg / 3.500 kg. Capacidade de carga útil técnica e legal: 1.335 kg (entre-eixos de 3.000 mm) / 1.225 kg (entre-eixos de 3.600 mm) — Preço: R$ 312.900.
Na abertura do Brisbane Truck Show, o prêmio para o vencedor do Caminhão do Ano na Australásia foi entregue. O Brisbane Truck Show é um evento organizado pela Heavy Vehicle Industry Australia (HVIA), a associação nacional que representa e promove os interesses dos fabricantes e fornecedores de veículos pesados e seus componentes. O evento ocorre desde 18 de maio até domingo, 21 de maio de 2023.
O vencedor do prêmio inaugural foi anunciado como o Kenworth K220. O prêmio foi entregue a Damian Smethurst, recentemente nomeado diretor administrativo da Paccar Austrália na abertura da feira de caminhões em Brisbane, Austrália.
“Tenho orgulho de receber o prêmio inaugural de Caminhão do Ano da Australásia em nome da PACCAR Austrália. Este prêmio também pertence aos nossos valiosos clientes que, como resultado da estreita colaboração com nossos planejadores de produtos e equipes de engenharia, representam uma parte tão integral de nossos projetos de desenvolvimento de produtos”, disse Damian. Vale lembrar que a PACCAR está presente no Brasil com a DAF Caminhões e outras marcas nas áreas de peças e bancária.
O IToY
Com base nas regras do Caminhão Internacional do Ano (IToY), o prêmio anual é concedido ao caminhão que introduziu no mercado, no ano passado, contribuição mais significativa para a segurança e eficiência do transporte rodoviário. Esse julgamento se baseia em vários critérios críticos, incluindo inovação tecnológica, conforto, segurança, dirigibilidade, economia de combustível, ‘pegada’ ambiental e custo total de propriedade.
“O Kenworth K220 teve uma grande mudança para a marca Kenworth aqui na Australásia”, disse Tim Giles, editor da revista PowerTorque e presidente de 2023 do júri ToYA.
“A Série K está conosco há muito tempo, evoluindo de tempos em tempos, mas tanto o K200, quanto o K220, passaram por transformações completas no design de um caminhão clássico. Há muitas inovações neste caminhão, muitas para listar aqui, mas a fiação multiplex, a eletrônica sofisticada e o Eaton Endurant XD AMT se destacaram para o júri.”
Os candidatos
Os quatro candidatos ao prêmio tinham fortes reivindicações de serem incluídos, tendo demonstrado sua contribuição aos padrões de segurança e eficiência do transporte rodoviário de mercadorias na Australásia.
Os outros candidatos ao prêmio de ser nomeado Caminhão do Ano na Australásia foram o Fuso Shogun 510, o MAN TG3 e o Iveco S-Way, todos elogiados pelos juízes por elevar o nível de segurança e eficiência para a indústria de caminhões. Tanto na Austrália quanto na Nova Zelândia.
“Criar o prêmio de Caminhão do ano na Australásia nos dá a chance de mostrar ao mundo tudo o que há de bom em caminhões na Austrália”, disse Tim. “O painel de juízes inclui eu e Dave McCoid, editor da Trucking NZ, Charlene Clark, editora da Focus on Transport na África do Sul, sendo membro do júri do International Truck of the Year Innovation Award. “Também há Bob Woodward, que trabalhou na indústria de caminhões durante toda a sua carreira, tanto para Finemores quanto para a Australian Trucking Association e, em seguida, Randolf Kovich Editor de Deals on Wheels na Nova Zelândia.”
O Caminhão do Ano da Australásia será um prêmio anual, alternando entre ser apresentado na Austrália em um ano e na Nova Zelândia no ano seguinte.
Neste podcast, apresentamos as cinco matérias mais lidas dos últimos sete dias. Então, de forma resumida, além de anunciarmos a matéria, é feito um resumo e o editor do Frota News, Marcos Villela, comenta sobre o assunto do artigo e os motivos pelo maior interesse. Confira clicando no play abaixo:
Podcast#2: As mulheres no universo das frotas
Ainda mais, temos esta edição que debate os desafios, participação, oportunidades e o crescimento da presença das mulheres no universo das frotas e no transporte em geral.
Podcast #1: O amplo mundo das frotas com informações analisadas
Do mesmo modo, o papel da plataforma na produção, seleção e análise de conteúdo jornalístico relevante para os profissionais de frotas, transporte e logística são debatidos nesta edição.
Este é o conceito no novo veículo de conteúdo jornalístico que lançamos o Frota News. Em suma, é uma plataforma de conteúdo voltada a profissionais responsáveis por gestão de frotas e a mobilidade de cargas e pessoas de forma sustentável. Além disso, somos uma mídia moderna e influente para entregar informações relevantes, verdadeiras e de qualidade sobre todos os tipos de veículos, como caminhões, ônibus, comerciais leves, automóveis, motos, bicicletas, máquinas agrícolas e de construção, entre outros. A nossa missão é ser parceiro dos gestores de frotas para que tomem as melhores decisões para os negócios, clientes e sociedade.”
A Jamef, especializada em encomendas urgentes e logística customizada, está celebrando seu 60º aniversário. Fundada em 1963 na cidade de Divinópolis, interior de Minas Gerais, a empresa iniciou suas operações com apenas um caminhão destinado ao transporte de café. Atualmente, a Jamef é uma referência no setor no Brasil e atua nos modais rodoviário, aéreo e última milha.
Como parte das comemorações desse marco histórico, a empresa planeja inaugurar um novo centro de distribuição em São Paulo. Com investimentos significativos em infraestrutura física e tecnológica, o espaço abrigará um novo sorter (sistema de classificação automática de encomendas) quatro vezes maior que o atualmente utilizado. A previsão é movimentar mais de 100 mil volumes diariamente.
“Após seis décadas de história, a Jamef se tornou uma das principais empresas do setor no Brasil. Com o apoio de nossos clientes, colaboradores e parceiros, expandimos nossa capilaridade para todas as regiões do País e estruturamos nosso crescimento de forma planejada e consistente. Bem como, são poucas as empresas que conseguem se manter no mercado por tanto tempo, expandindo suas operações e serviços. É extremamente gratificante testemunhar este momento”, afirma Pedro Maniscalco, Diretor-Presidente da Jamef.
Jamef Aero
Ao mesmo tempo, ainda em 2023, a empresa está intensificando suas operações no modal aéreo. Com o lançamento do “Jamef Aero”, a companhia espera duplicar o volume e o faturamento movimentados este ano em seu serviço. Sobretudo, a iniciativa contempla a abertura de novas bases de atendimento em 10 cidades brasileiras, localizadas em regiões estratégicas, e oferece três opções de envio: Convencional, Emergencial e Hotline.
A Jamef também aposta na movimentação de cargas na última milha. Desde 2022, a empresa inaugurou Hubs Urbanos Perto de Você, que funcionam como pontos de coleta, entrega e retirada de mercadorias.
Os Hubs operam dentro de um raio de até cinco quilômetros, com entregas realizadas em até 15 minutos. Atualmente, a empresa opera Hubs Urbanos na cidade de São Paulo, nos bairros de Pinheiros, Barra Funda, Moema, Vila Guilherme, Tatuapé e na cidade de Barueri.
B2B e B2C
Emerson Belan, diretor comercial e marketing da Jamef, destaca que a empresa está vivendo seu melhor momento aos 60 anos. “Não paramos de inovar e crescer. Buscamos soluções ágeis e personalizadas para atender às necessidades dos nossos clientes. Enfrentamos a pandemia com resiliência e consolidamos nosso atendimento nas frentes B2B e B2C. Uma de nossas apostas em 2023 é expandir nossa participação no modal aéreo. Vamos manter nossa história de sucesso”, afirma Belan.
Em conclusão, reconhecida como pioneira em inovações tecnológicas no setor de transporte e logística, a Jamef possui filiais nas principais cidades do País, uma frota de 1,2 mil caminhões e cerca de 4 mil colaboradores espalhados por todo o Brasil. Todos os veículos da frota são rastreados via satélite e monitorados 24 horas por dia.
O apresentador Filipi Goshrman e a gestora Juliana Manuela entrevistam o editor do Frota News, Marcos Villela, sobre os desafios, participação, oportunidades e o crescimento da presença das mulheres no universo das frotas e no transporte em geral. Para ouvir o Podcast, click no play abaixo:
Equipe podcast Frota News
Fabet São Paulo foi pioneira na inclusão de condutoras mulheres no universo das frotas
A Fabet formou mais 20 mulheres extraordinárias como condutoras de alta performance comportamental e técnica. Principalmente, a Ypê, empresa do segmento de produtos de limpeza no Brasil, foi a empresa responsável pela realização do sonho de 10 mulheres das novas condutoras. Iniciativa como esta gera impacto direto na vida delas e fortalecendo os seus diversos projetos relacionados ao contexto ESG, responsabilidade social e diversidade. Inciativas como esta aumentam a presença das mulheres no universo das frotas.
A importância da mulher no transporte
Em primeiro lugar, sempre é notável que o setor do transporte no Brasil figura como um setor que contribui para o desenvolvimento e crescimento econômico do país.
Bem como, nele tem a geração de emprego pleno, trabalho e renda decente para mulheres e homens. É incontestável que a mulher tem capacidade de projetar, de realizar e de entregar resultados incríveis como motoristas gestoras ou líderes de áreas.
Antes de tudo, a Fabet SP é pioneira na formação de mulheres, tem idealizado e realizado programas de desenvolvimento de alta performance para formação avançada de mulheres condutoras. A instituição formou centenas de mulheres que protagonizam suas trajetórias e inspiram cada vez mais outras mulheres em todas as regiões do Brasil.
Por fim, as inscrições para nova turma já estão abertas. Será no período de 11 a 22 julho. Leia mais sobre neste link.
Neste primeiro podcast#1 Frota News, o especialista em inteligência de mercado e apresentador deste podcast debate com o editor, Marcos Villela, o papel da plataforma na produção, seleção e análise de conteúdo jornalístico relevante para os profissionais de frotas, transporte e logística. Escute o podcast#1 apertando o play abaixo:
O Frota News além do podcast#1
Plataforma Frota News
Buscamos um olhar diferente, a partir da visão das necessidades e desafios dos transportadores e frotistas em geral. Lógico que todas as novidades da indústria e dos serviços estarão no site. No entanto, as duas décadas de experiência e convivência com transportadores e frotistas será para melhorar a conexão entre fornecedores e clientes.
A plataforma www.frotanews.com.br será mais do que um novo conceito de veículo de conteúdo jornalístico que já está no ar. Será uma plataforma de conteúdo entendendo as necessidades dos profissionais responsáveis pela gestão de frotas e a mobilidade de cargas e pessoas de forma sustentável, tendo os parâmetros de ESG e segurança na mobilidade para a seleção de pautas.
A plataforma será também tem o objetivo de ajudar os frotistas no planejamento estratégico de frotas, melhores práticas, produtos e serviços para a gestão de gestão de frota, segurança no transporte e ESG na logística por meio da experiência em apuração e checagem de informações, além do benchmark e com as instituições de educação no transporte, como a Fabet.
Entendemos que a composição de uma frota e a necessidade de sua gestão conta com particularidades para cada empresa. Por exemplo, uma transportadora de cargas indivisíveis conta em sua frota desde caminhões extra pesados especialmente configurados, como automóveis para escolta e operação. Uma empresa de varejo, precisa desde bicicletas até composições com cavalos mecânicos e diferentes tipos de implementos rodoviários. E assim, por diante.