quinta-feira, abril 9, 2026

Uber e Volkswagen anunciam frota de táxis autônomos

Em um movimento que promete redefinir o futuro da mobilidade urbana, a Uber e a Volkswagen anunciaram, nesta semana, uma parceria para o lançamento de uma frota de táxis autônomos nos Estados Unidos e, posteriormente, em outros países. O projeto utilizará a van elétrica ID. Buzz AD, equipada com tecnologia de condução autônoma desenvolvida pela MOIA, subsidiária da Volkswagen especializada em soluções de mobilidade.

O início da operação está previsto para Los Angeles, com testes programados para o final de 2025 e o lançamento comercial esperado em 2026. A iniciativa também prevê uma expansão progressiva para outras cidades norte-americanas ao longo da próxima década.

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A ID. Buzz AD é a versão autônoma da icônica Kombi reimaginada, agora totalmente elétrica. Durante a fase inicial do projeto, os veículos contarão com operadores humanos a bordo para monitorar as operações e garantir a segurança, até que as certificações regulatórias necessárias para a operação 100% autônoma sejam obtidas. Além disso, as empresas vão precisar de licenças especiais para circular em vias em condições de receberem veículos autônomos.

Christian Senger, CEO da Volkswagen Autonomous Mobility, ressaltou a importância da parceria:

“Estamos moldando o futuro da mobilidade, e nossa colaboração com a Uber acelera essa visão.”

Do lado da Uber, Dara Khosrowshahi, CEO da plataforma, celebrou o anúncio:

“Integrar veículos autônomos à nossa operação é um passo fundamental para ampliar as opções de transporte e garantir mais eficiência e sustentabilidade aos nossos usuários.”

A Uber já vem construindo uma malha diversificada de mobilidade autônoma, trabalhando também com parceiros como Waymo, Motional e WeRide. A parceria com a Volkswagen fortalece ainda mais a estratégia da empresa de se posicionar como uma referência em transporte inteligente e sustentável.

Para a indústria de transporte, o projeto Uber-Volkswagen é visto como um divisor de águas. Ele combina o know-how de uma das maiores montadoras do mundo em produção de veículos elétricos e autônomos com a capacidade de escala e operação de uma plataforma que movimenta milhões de viagens diariamente.

Análise Frota News

A entrada da Volkswagen no ecossistema de mobilidade autônoma dos EUA, em parceria com a Uber, mostra a crescente tendência de integração entre montadoras e plataformas digitais. Para o setor de frotas, essa evolução acena para novos modelos de operação e gestão, onde a tecnologia e a eficiência energética serão pilares indispensáveis. A expectativa é que, com o sucesso dos testes, o conceito se expanda para além dos Estados Unidos, influenciando também o futuro do transporte em outras regiões.

 

Do caos à leveza: evento em São Paulo promete transformar o jeito de empreender

São Paulo recebe, no dia 24 de maio, um evento pensado especialmente para quem deseja transformar sua trajetória empreendedora: “Do Caos à Leveza”, um encontro voltado para mulheres que buscam mais equilíbrio, propósito e resultados reais nos negócios.

Idealizado por especialistas em empreendedorismo e desenvolvimento pessoal, o evento contará com a presença de Lorena Godói, uma das grandes referências em inovação e estratégia para pequenas e médias empresas no Brasil. Com uma abordagem prática e inspiradora, Lorena e outros nomes confirmados prometem levar as participantes a repensar suas rotinas, modelos de gestão e visões de futuro.

Rotina construtiva

Segundo a organização, o objetivo é claro: tirar o peso da rotina e construir uma nova jornada empreendedora, mais alinhada com os desafios modernos — e com a busca por leveza e prosperidade. “Se você sente que está fazendo tudo, mas ainda falta leveza, estratégia e resultados reais no seu negócio, esse encontro é para você”, destaca o convite oficial.

Lorena Godói
Lorena Godói será uma das palestrantes

O evento também oferecerá oportunidades exclusivas para marcas e empreendedoras que queiram ampliar sua visibilidade, por meio de cotas de patrocínio e espaços para exposição.

Últimas vagas

As inscrições seguem abertas pelo Sympla, com promoções especiais para quem garantir a vaga até hoje. Além disso, convidar uma amiga empreendedora pode render um desconto no valor do ingresso — incentivando a rede de apoio e colaboração entre mulheres.

“Do Caos à Leveza” é mais do que um evento: é um chamado para sair do modo automático e construir uma nova forma de empreender, com equilíbrio e estratégia, em um mercado cada vez mais dinâmico e exigente.

Serviço:
Local: Alameda Campinas, 463 Jardim Paulista – São Paulo (SP)
Data: 24 de maio das 8h30 às 13h
Ingressos: Últimos lotes promocionais disponíveis no site oficial
Link para inscrição no Sympla

 

Caminhoneiros: o pilar fundamental da economia brasileira

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Em um país de dimensões continentais como o Brasil — o quinto maior do mundo em extensão territorial, atrás apenas de Rússia, Canadá, China e Estados Unidos, com um território de mais de 8,5 milhões de km² —, sabemos da importância do transporte rodoviário para a movimentação da economia. Os caminhoneiros são, sem dúvida, o pilar fundamental de toda a cadeia de suprimentos do Brasil, garantindo o abastecimento nacional, desde alimentos e combustíveis até medicamentos e matérias-primas, muitas vezes transportando esses insumos de grandes centros urbanos para regiões remotas. Mas, para que isso aconteça, os motoristas profissionais enfrentam inúmeros desafios ao longo de suas jornadas.

Desafios enfrentados nas estradas

Um levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontou que quase metade das rodovias avaliadas no Brasil estão em condições precárias. Como exemplo, podemos citar a BR-319 (Amazonas–Rondônia), que apresenta trechos com lama e buracos, e a BR-163 (Pará–Mato Grosso), fundamental para o escoamento da produção agrícola, mas que sofre com falta de pavimentação em alguns trechos e atoleiros em épocas de chuva.

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Várias rodovias essenciais, como a BR-319, têm obras interrompidas há anos, seja por falta de verbas públicas ou má gestão, aumentando o risco de acidentes.
Há ainda a insegurança e a falta de policiamento nas estradas, sendo o roubo de cargas uma realidade em muitas regiões. Estados como Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, registram altos índices. A ausência de postos policiais e de monitoramento por câmeras contribui para a maior exposição dos motoristas ao risco.

Outro aspecto importante são os pedágios elevados em rodovias que não apresentam melhorias, como falta de conservação e pouca sinalização. Isso resulta em aumento dos custos operacionais, principalmente para os motoristas autônomos.

Esses desafios representam um problema constante para a categoria, e políticas públicas voltadas à melhoria da infraestrutura nacional contribuiriam ainda mais para o fortalecimento da economia brasileira.

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Atuação essencial no abastecimento

Em 2018, presenciamos a paralisação dos caminhoneiros por dez dias, gerando perdas altíssimas para o país. Na ocasião, os brasileiros sentiram os efeitos imediatos da greve: falta de combustíveis, aumento de preços nos supermercados, escassez de medicamentos e até paralisação de indústrias.
Esses efeitos não apenas evidenciaram a força desse modal, como também a relevância do trabalho desses profissionais para a nossa economia.
Considerando que mais da metade da carga no Brasil é transportada pelas rodovias, é fato notório que os caminhoneiros conectam diversas regiões, ligando áreas produtoras a centros consumidores.

Além disso, como já abordado em outro texto, o agronegócio — pilar fundamental da nossa economia — depende fortemente do trabalho dos caminhoneiros para o escoamento da produção.

Propostas para a valorização

Não há como discordar da importância da categoria para o Brasil, embora existam pouquíssimas políticas governamentais voltadas à valorização e à melhoria da qualidade de vida daqueles que, a peso de ouro, carregam o país.

Como apresentado ao longo deste texto, são necessários investimentos tanto em infraestrutura quanto na conscientização sobre o trabalho desempenhado pelos caminhoneiros. A sociedade como um todo deve buscar e defender esses avanços, visando não apenas o bem comum, mas também o reconhecimento da dedicação e do empenho desses profissionais.

Para isso, é essencial exigir que os governos federal, estaduais e municipais invistam em políticas públicas eficazes, como a criação de pontos de parada equipados com estrutura adequada para oferecer conforto e descanso; além disso, são urgentes estradas bem conservadas e maior segurança, com policiamento reforçado nas rodovias.

Também são necessárias políticas de crédito e incentivos fiscais para a aquisição e manutenção dos veículos.

Devemos, ainda, garantir o acesso dos caminhoneiros à saúde, considerando que eles enfrentam jornadas exaustivas, com poucas oportunidades de repouso, o que compromete sua saúde física e mental, contribuindo para o surgimento de doenças cardiovasculares, depressão e ansiedade.

 

Fabet oferece curso online de Gestão Estratégica de Manutenção e Combustível

A Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte (Fabet São Paulo) anuncia um novo curso online voltado para empresários(as), gestores(as), supervisores(as) e coordenadores(as) de empresas de transporte e demais frotistas. Com foco em otimizar o desempenho técnico e econômico das operações, o curso “Gestão Estratégica de Manutenção e Combustível” será realizado no dia 7 de junho, com carga horária de 8 horas.

O objetivo do curso Gestão Estratégica de Manutenção e Combustível é capacitar os profissionais para entenderem como a gestão eficiente da manutenção e do combustível impacta diretamente nos custos operacionais. A proposta é oferecer uma visão estratégica para quem busca mais controle, menos desperdício e melhores resultados nas operações de transporte rodoviário de cargas.

Com uma abordagem prática, o conteúdo promete ferramentas que auxiliam na tomada de decisão e no desenvolvimento de estratégias inteligentes para se destacar no mercado. A Fabet reforça que o curso é uma excelente oportunidade para profissionais que desejam se antecipar às demandas do setor e aumentar a competitividade de suas operações.

Interessados podem obter mais informações pelos telefones (49) 9 9936-1115 (WhatsApp) e (11) 4708-1784.

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Sobre a Fabet

A Fabet (Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte) é uma instituição que leva educação, treinamento e desenvolvimento para quem faz do meio de transporte o seu meio de vida. A instituição possuí programas e atividades pedagógicas para conduzir passo a passo todo o profissional da área, empresários, motoristas e prestadores de serviços, rumo a um caminho mais eficiente, seguro e inteligente na operação do transporte brasileiro.

GWM vai inaugurar fábrica e lançará Poer: nova rival para Hilux, Ranger e S10

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A Great Wall Motors (GWM) está prestes a inaugurar oficialmente sua fábrica em Iracemápolis, no interior de São Paulo, consolidando um dos movimentos mais aguardados do setor automotivo nacional nos últimos anos. Herdando a estrutura que anteriormente foi da Mercedes-Benz, a GWM reconfigurou completamente o complexo industrial, que já está em funcionamento para a produção de protótipos e calibração dos sistemas de montagem.

A nova planta, moderna e adaptada para as exigências da indústria 4.0, representa a aposta da marca chinesa em sua expansão no Brasil e na América Latina. A inauguração oficial está prevista para junho.

Primeiro lançamento: a Poer turbodiesel

Enquanto finaliza os últimos ajustes de produção, a GWM se prepara para lançar a Poer, sua primeira picape nacionalizada. O modelo, que terá como destaque uma motorização 2.4 turbodiesel, chega para enfrentar um dos segmentos mais aquecidos do mercado brasileiro, dominado por nomes de peso como Toyota Hilux, Chevrolet S10 e Ford Ranger.

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A Poer aposta em atributos que já são reconhecidos na China e em outros mercados: robustez, alto nível de tecnologia embarcada e acabamento refinado. A versão turbodiesel foi escolhida estrategicamente para atender às expectativas de um público que ainda valoriza desempenho, torque elevado e confiabilidade para o trabalho pesado — características imprescindíveis no campo e em regiões rurais, mas também cada vez mais apreciadas por quem busca um veículo para lazer e aventura.

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Além da motorização a diesel, a Poer também terá uma variante híbrida plug-in, o que permitirá à GWM atender tanto o cliente tradicional quanto o público que já busca soluções mais sustentáveis, sem renunciar à versatilidade de uma picape.

Poer
Painel da versão Poer turbodiesel vendida no México

Concorrentes de peso e posicionamento

O mercado que a GWM pretende disputar é um dos mais competitivos no Brasil. Hoje, a Toyota Hilux lidera entre as médias a diesel, seguida de perto pela Chevrolet S10 e pela Ford Ranger, que acaba de ser renovada e traz versões diesel e V6. Outras rivais que a Poer enfrentará incluem a Mitsubishi L200 Triton e a Volkswagen Amarok — esta última também prestes a receber uma nova geração.

Além disso, a Ram Rampage, fabricada em Pernambuco, ampliou a disputa ao unir a força do motor turbodiesel 2.0 a uma proposta mais urbana e luxuosa. E, mais recentemente, a BYD Shark chegou ao mercado como a primeira picape híbrida plug-in da categoria, adicionando um novo ingrediente à batalha pela preferência dos consumidores.

A GWM, no entanto, aposta que pode encontrar seu espaço oferecendo uma proposta equilibrada entre tecnologia de ponta, robustez e preço competitivo — características que já fizeram sua linha Haval H6 conquistar mercado rapidamente.

Fábrica pronta para crescer

A planta de Iracemápolis tem capacidade inicial para produzir cerca de 50 mil veículos por ano, com possibilidade de expansão para até 100 mil unidades anuais, conforme a demanda. Além da Poer, a unidade será responsável pela nacionalização do Haval H6, SUV híbrido que já se tornou um dos carros eletrificados mais vendidos do Brasil.

Com um índice de nacionalização projetado para atingir 60%, a fábrica não apenas abastecerá o mercado interno, mas também servirá como base de exportação para outros países da América do Sul, fortalecendo a posição estratégica da operação brasileira dentro da estrutura global da GWM.

Conclusão: um novo desafiante no jogo das picapes

A chegada da Poer representa muito mais do que o lançamento de um novo modelo: ela simboliza a entrada definitiva da GWM no território mais competitivo do mercado automotivo nacional. Com a fábrica pronta, uma linha de produtos estrategicamente pensada e a promessa de tecnologia avançada a preços agressivos, a marca chinesa tem potencial para se tornar uma das protagonistas dessa nova fase do setor.

Se conseguirá conquistar espaço entre rivais tão estabelecidos, só o tempo e a receptividade do público dirão. Mas uma coisa já é certa: a disputa pelo mercado de picapes no Brasil acaba de ganhar um novo e ousado competidor.

 

Aneel anuncia aumento na conta de luz: impacto atinge consumidores e motoristas de elétricos

Prepare o bolso (e o bom humor): a partir de maio de 2025, a conta de luz dos brasileiros vai ganhar um “upgrade” nada desejado. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que entra em vigor a bandeira tarifária amarela — ou seja, um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Se já era difícil economizar, agora até o seu carro elétrico vai pensar duas vezes antes de sair da garagem.

A principal culpada da vez é a famosa falta de chuva, que, como sempre, aparece para bagunçar os reservatórios das hidrelétricas. Com isso, as termelétricas precisam ser acionadas — o que não só pesa no bolso como também tira um pouco da “aura verde” dos veículos elétricos. Resumindo: está todo mundo no mesmo barco furado.

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Quem tem painel solar sorri

Se você é daqueles sortudos que instalaram painéis solares no telhado, parabéns: você vai sentir menos esse baque. Já quem depende da rede elétrica convencional, é hora de lembrar que “economizar energia” não é apenas desligar a luz da cozinha.

O sistema de bandeiras tarifárias funciona assim:

  • Verde: tudo tranquilo para quem não sofre os apagões da Enel;
  • Amarela: alerta amarelo e um custo extra de R$ 1,885;
  • Vermelha Patamar 1: carteira chorando com R$ 4,46 a mais;
  • Vermelha Patamar 2: pânico total: R$ 7,87 de acréscimo.

Dicas para não entrar pelo cano (Elétrico)

A Aneel, sempre otimista, recomenda:

  • Desligar os aparelhos quando não estiver usando (desculpa, carro elétrico, você vai ficar na garagem parado);
  • Aproveitar a luz natural (e fazer amigos ao ar livre!);
  • Usar transporte público ao invés do seu possante elétrico (o planeta agradece);
  • Manter os aparelhos em dia para não gastar mais energia do que o necessário;
  • E, claro, rezar para São Pedro mandar umas chuvinhas.

Adotar hábitos mais sustentáveis pode aliviar o bolso e ajudar a segurar o sistema elétrico nacional — porque, convenhamos, já tem conta demais subindo por aí.

São Paulo testa caminhão de coleta de lixo movido a gás com tecnologia de coleta lateral

São Paulo está iniciando testes de uma nova tecnologia que promete transformar o modelo de coleta de lixo urbana. Trata-se de um caminhão Scania P 280 6×2 movido a gás (preferencialmente, com gás biometano), equipado com um coletor de lixo lateral desenvolvido pela empresa BUSA, do interior paulista. A grande inovação é que o sistema elimina a necessidade de garis para carregar manualmente os resíduos, trazendo ganhos em eficiência operacional, segurança e sustentabilidade.

O veículo, que já está em operação experimental em algumas regiões do estado, utiliza um braço mecânico que coleta os recipientes diretamente das calçadas (a partir de caixas configuradas para esta operação) e os despeja dentro do compactador. Essa tecnologia, comum em países europeus, é vista como um passo importante para modernizar a coleta de lixo no Brasil, reduzindo custos e aumentando a produtividade.

Segundo Marcelo Gallao, diretor de desenvolvimento de negócios da Scania Brasil, o projeto é fruto de uma parceria entre a montadora, a BUSA — que produziu o implemento — e o cliente Urbis, responsável pela operação junto à prefeitura. “É o primeiro coletor lateral a gás que estamos colocando em teste no Brasil. O veículo foi adaptado especialmente para este tipo de coleta, onde o gari não é necessário para o carregamento”, explica Gallao.

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O Scania P 280 é reconhecido por sua eficiência energética e menor emissão de poluentes. Movido a gás natural fóssil ou biometano renovável, o modelo oferece uma redução significativa de emissões de CO₂ em comparação a caminhões movidos a diesel quando abastecido com biometano — uma preocupação cada vez mais presente nos contratos públicos de coleta de resíduos.

BUSA aposta na nacionalização dos coletores

Em entrevista, o CEO da BUSA, Eduardo Rodrigues, revelou que os primeiros sete caminhões com o sistema side loader (coleta lateral) estão sendo implementados para as empresas EcoUrbis e Loga, responsáveis pela coleta na cidade de São Paulo. “Hoje temos três caminhões prontos, sendo que um estará em demonstração na Agrishow, e os outros dois já seguem para operação em São Paulo. Estamos aguardando a chegada de mais quatro chassis para completar os sete primeiros veículos”, explicou.

De acordo com o executivo, o equipamento nacionalizado representa cerca de 70% da frota de coleta mecanizada prevista inicialmente no projeto. “É 100% nacional. Desenvolvemos um equipamento robusto e adaptado à realidade brasileira, com ganho de produtividade e redução de custos para as concessionárias”, afirma.

O coletor lateral é um pouco mais pesado que o coletor traseiro convencional — cerca de 300 a 400 kg a mais — devido ao braço mecânico, mas traz vantagens operacionais importantes: o lixo é compactado no sentido contrário ao tradicional, o que melhora o equilíbrio da carga e a estabilidade do caminhão.

Outro destaque é o impacto direto na operação: um caminhão de coleta lateral consegue substituir até quatro caminhões traseiros em certas rotas, reduzindo a quantidade de viagens e ampliando o intervalo entre coletas. “O container onde o lixo fica armazenado é hermeticamente fechado, o que também ajuda na questão da higiene urbana, além de permitir que a coleta seja feita com menor frequência”, explicou o CEO da BUSA.

Expansão e pioneirismo

O projeto piloto com sete caminhões é apenas o início. O contrato completo de concessão prevê mais de 150 unidades ao longo dos próximos anos, com expansão gradual da frota de coletores laterais e instalação de milhares de containers automatizados. Segundo a BUSA, São Paulo se torna a primeira cidade da América Latina a operar caminhões de coleta lateral movidos a gás — uma iniciativa que deve influenciar outros municípios brasileiros.

“São Paulo é a vitrine. O sucesso aqui vai puxar novas licitações em todo o Brasil, principalmente com essa pegada sustentável do caminhão a gás”, reforça o executivo da BUSA.

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Além dessa novidade para o setor de resíduos urbanos, a Scania também apresentou na feira Green Show, voltada ao setor sucroalcooleiro, um novo projeto de caminhão articulado para o transbordo de cana picada. O veículo, baseado na cabine G da Scania, foi desenvolvido para operar como máquina agrícola durante a safra e como caminhão rodoviário fora dela, evitando a ociosidade comum nos períodos de entressafra. “Ele é 40% mais econômico que o trator e pode ser usado para transporte, plantio e adubação de cana, além de emitir menos CO₂”, detalha Gallao.

A expectativa é que essas inovações impulsionem não só ganhos de produtividade, mas também avancem em direção a um transporte mais sustentável no país.

Atualizado: MAN vai lançar novo motor D30 diesel para pesados desenvolvido a partir do Scania Super

Em parceria com as outras marcas do Grupo TRATON (Volkswagen Caminhões e Ônibus, Scania e International), a MAN Truck & Bus está na reta final para lançar um novo motor para os seus pesados, o D30. Fontes confiáveis, nos informaram que este motor é o Scania Super de 13 litros que está sendo trabalhado para uso nos caminhões MAN, porém, com potência entre 380 cv e 560 cv. Até o momento, o D30 não será liberado para uso pela Volkswagen Caminhões. No entanto, é uma posição estratégica que pode mudar a qualquer momemnto.

Como já havia sido anunciado anteriormente pelo Grupo TRATON, as engenharias de desenvolvimento das quatro fabricantes de caminhões trabalhariam em sinergia. Da mesma forma, o compartilhamento de parte dos veículos das quatro marcas. Isso é bastante comum entre os fabricantes de automóveis. No grupo Stellantis, Fiat, Peugeot e Citroën já compartilham motores e câmbios, entre outros componentes.

A questão, agora, não é se Scania vai ser produzido com componentes e conjuntos MAN e vice-versa. É saber quando. Fontes confiáveis, nos informaram que este motor é o Scania Super de 13 litros que está sendo trabalhado para uso nos caminhões MAN, porém, com potência entre 380 cv e 560 cv. Além disso, o torque do motor MAN D30 tem 200 Nm menos do que o motor Scania Super. Até o momento, o D30 não será liberado para uso pela Volkswagen Caminhões. No entanto, é uma posição estratégica que pode mudar a qualquer momemnto.

Para desenvolvimento e produção do D30, a empresa investiu 220 milhões de euros na fábrica de Nuremberg, na Alemanha, e outros 30 milhões de euros na produção de virabrequins em Salzgitter. Este motor, desenvolvido em colaboração com as marcas do Grupo TRATON, estabelece novos padrões em consumo de combustível e emissões de CO₂.

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O MAN D30 é o maior motor de produção do portfólio da empresa e será o principal trem de força dos modelos MAN TGS e TGX de 40 toneladas. Com a inauguração da produção em uma fábrica de última geração, figuras importantes como:

Christian Levin, CEO da TRATON SE, destacou a relevância da colaboração dentro do grupo:

No Grupo TRATON, estamos mais unidos do que nunca, combinando nossa vasta experiência em projetos conjuntos. Este é um passo crucial e tenho certeza de que os clientes da MAN ficarão muito satisfeitos com o novo motor.

Alexander Vlaskamp, ​​​​CEO da MAN Truck & Bus, destaca a importância dessa transição para a mobilidade elétrica:

Até 2030, a meta é que dois modelos sejam movidos a zero emissão. No entanto, até atingirmos a eletricidade plena, continuaremos precisando de motores de combustão eficientes. É por isso que estamos investindo em ambas as tecnologias em Nuremberg, garantindo o futuro da fábrica com dois pilares sólidos e a garantia de empregos.

A produção do D30 em Nuremberg envolverá 160 funcionários altamente qualificados, organizados em três turnos. A capacidade técnica da fábrica permitirá fabricar pelo menos 50.000 motores por ano.

Este motor não só representa a parte mais recente e importante da propulsão a diesel industrial da MAN, mas também servirá como uma ponte para a eletricidade. Sua produção coincide com o início da produção da série de baterias, previsto para este semestre, reforçando a estratégia da MAN na transição para a mobilidade elétrica.

O novo MAN D30 é o resultado da experiência combinada das marcas do Grupo TRATO. Com eficiência superior a 50% e consumo de combustível otimizado, posiciona-se entre os motores mais avançados para veículos comerciais.

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Nossos testes realizados no MAN TGX, equipado com o trem de força PowerLion e melhorias aerodinâmicas, foram alcançados com uma economia média de combustível de 5% em comparação à geração anterior. As emissões de CO₂ também são reduzidas na mesma proporção, consolidando o D30 como uma opção eficiente e sustentável para o transporte de compras.

O D30 substituirá os motores D26 e D15 e estará disponível em seis níveis de potência, variando de 380 a 560 cv (com um torque de 2.100 a 2.800 Nm).

Ranking J.D. Power 2025: Quem acelera com você — e quem te deixa a pé!

Se o seu carro fosse um parceiro de vida, qual seria a qualidade mais importante? Carinho? Lealdade? Que ele não te deixe na mão na primeira curva? Pois bem, se confiabilidade é o que acelera seu coração, prepare-se para suspirar: a Lexus foi coroada, mais uma vez, a marca automotiva mais confiável de 2025! Para quem não sabe, a Lexus é a marca de luxo e discreta da Toyota, para ricos que não gostam de chamar a atenção.

A pesquisa anual da respeitadíssima J.D. Power — praticamente a “Fofoqueira Oficial” do mundo automotivo — trouxe dados fresquinhos: a Lexus registrou apenas 135 problemas a cada 100 veículos após três anos de uso. Em um mundo onde cada luz de painel acesa é um mini-infarto, esse número é digno de respeito… e aplausos.

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Toyota apresenta primeira picape a biometano do Brasil

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E as marcas que fazem nosso coração bater mais forte no Brasil?

Chevrolet: o amor continua firme

A Chevrolet, que ocupa o coração (e a garagem) de muitos brasileiros, teve um desempenho sólido. Com 174 problemas por 100 veículos (PP100), ficou abaixo da média da indústria, que foi de 202 PP100. Isso mostra que, apesar dos altos e baixos, a relação com a “Chevy” ainda é de confiança.

Ford: altos e baixos no relacionamento

A Ford, que já foi sinônimo de robustez, apresentou 249 PP100, acima da média da indústria. Parece que o relacionamento passou por algumas turbulências, mas nada que não possa ser resolvido com uma boa conversa (ou revisão).

Volkswagen: precisamos conversar

A Volkswagen, que tem uma legião de fãs no Brasil, infelizmente ficou na lanterna do estudo, com 285 PP100. Isso acende um alerta para os apaixonados pela marca: talvez seja hora de reavaliar a relação e buscar melhorias.

Stellantis: um caso de amor complicado

O conglomerado Stellantis, que abriga marcas como Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën, teve desempenhos variados. A Jeep apresentou 275 PP100, enquanto a Chrysler teve 282 PP100. Embora essas marcas não tenham se destacado positivamente, é importante lembrar que cada modelo tem suas particularidades, e a experiência pode variar. As demais marcas não são relevantes ou inexistente nos EUA, por isso, não fazem parte da pesquisa.

Lexus
Ranking das marcas vendidas nos EUA, com muitas delas presente no Brasil

Conclusão: escolha com o coração… e com a cabeça

Se apaixonar por um carro é normal — quem nunca se derreteu por um farol bonito ou por um ronco de motor que parece música? Mas se quiser garantir que essa paixão vire casamento feliz, olhar a confiabilidade é essencial.

Então, da próxima vez que estiver na dúvida entre aquele SUV robusto ou o sedã elegante, lembre-se: melhor um carro que te leve até o fim do mundo sem drama do que um que viva pedindo “conserto” no relacionamento.

E você? Já viveu uma história de amor (ou de terror) com seu carro? Compartilha com a gente — aqui, toda paixão automotiva merece ser celebrada!


Fontes:

Toyota apresenta primeira picape a biometano do Brasil

A Toyota Hilux será a primeira picape a biometano do Brasil e será uma das grandes atrações da 30ª edição da Agrishow, que acontece entre os dias 28 de abril e 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP).

O modelo, que havia sido exibido anteriormente apenas para autoridades e especialistas durante o G20 Energy Transition Week, em Foz do Iguaçu (PR), representa um passo significativo na trajetória da descarbonização da mobilidade por meio do uso de biocombustíveis.

“O protótipo da Hilux a biometano reafirma nosso compromisso com uma mobilidade mais sustentável, conectada às vocações do País e que gera impacto positivo para o meio ambiente e a sociedade”, afirma Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil.

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Biometano: energia limpa a partir do campo

O biometano é um combustível renovável derivado do biogás, produzido a partir da decomposição de matérias orgânicas, como resíduos da cana-de-açúcar, o que o torna especialmente viável no contexto do agronegócio brasileiro. Com potencial para ser gerado diretamente em propriedades rurais e usinas, o biometano surge como uma solução energética eficiente e acessível para o campo.

Noma do Brasil amplia portfólio de produtos com a linha Work Series

Linha completa e test-drives exclusivos

Além do protótipo da Hilux Biometano, o estande da Toyota na Agrishow apresentará outras versões da picape, como a Hilux SRX Plus, topo de linha, e a Hilux Power Pack, voltada para operações severas no campo. Ambas estarão disponíveis para test-drive, permitindo que os visitantes experimentem a robustez e confiabilidade da líder de segmento.

Também estarão em destaque o Corolla sedã GLi, o SUV Corolla Cross XRX, o SW4, líder entre os SUVs grandes, e o RAV4, com mais de 10 milhões de unidades vendidas globalmente. Todos os modelos estarão disponíveis com condições especiais de venda durante o evento.

Soluções de mobilidade para o produtor rural

A KINTO, empresa de mobilidade da Toyota, participa da feira com ofertas de locação de veículos voltadas especialmente ao produtor rural, por meio de modelos de frotas corporativas com condições exclusivas para quem possui inscrição estadual.

Concessionários da região também estarão presentes no estande para oferecer atendimento personalizado, esclarecimento de dúvidas e ofertas sob medida para os visitantes da feira.

Consórcio Agro com facilidades inéditas

O Banco Toyota do Brasil e o Consórcio Toyota levarão soluções financeiras atrativas ao público da Agrishow. O destaque é o Consórcio Agro, que oferece prazo de até 120 meses, taxa de administração de 0,12% ao mês, opções de pagamento flexíveis (mensais, bimestrais ou semestrais) e até 2% de cashback sobre o valor da carta de crédito.

Toyota e o agronegócio: uma relação estratégica

A presença da Toyota na Agrishow consolida sua relação com o setor agropecuário, pilar essencial da economia brasileira. “Este evento é uma excelente oportunidade para estreitarmos os laços com os produtores rurais e demonstrarmos, na prática, a confiabilidade da marca e tudo o que a Toyota pode oferecer para impulsionar seus negócios”, reforça Evandro Maggio.

Com foco em inovação, sustentabilidade e soluções completas de mobilidade, a Toyota mostra que está pronta para atender às demandas do agronegócio nacional — com tecnologia desenvolvida no Brasil e voltada para os desafios do campo brasileiro.

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