A Mercedes-AMG, divisão de alta performance da marca alemã, acaba de expandir seu universo de luxo e tecnologia para além das pistas e das estradas. A marca lançou três novos modelos de relógios — o AMG Business Automatic Chronograph, o AMG Watch Essentials e o AMG Chronograph Essentials — que refletem no pulso o mesmo espírito de desempenho, design e exclusividade que consagrou seus automóveis.
Com produção Swiss Made, os relógios combinam precisão artesanal e estética inspirada no design dos veículos AMG. Cada detalhe — do material da caixa à textura do mostrador — foi pensado para traduzir o DNA da marca em forma de tempo.
Feito para quem vive e respira desempenho, o AMG Business Automatic Chronograph alia esportividade e elegância clássica. Equipado com o calibre automático suíço SW500 da Sellita, o modelo apresenta o refinado acabamento Côtes de Genève e o padrão perlage, visíveis através do fundo em cristal de safira.
A caixa combina aço inoxidável preto revestido a PVD e fecho de titânio, reduzindo o peso e aumentando o conforto. O mostrador de várias camadas, com índices aplicados e contornos vermelhos sutis, reforça o caráter esportivo. Com 43,5 mm de diâmetro e resistência à água até 5 ATM, o cronógrafo une o melhor da engenharia mecânica à estética executiva.
O AMG Watch Essentials é uma declaração de desempenho puro. Seu movimento de quartzo suíço Ronda 6004 garante precisão absoluta, enquanto o design tridimensional e a combinação de titânio, aço e cerâmica preta evocam a linguagem aerodinâmica da AMG — inspirada no conceito Vision AMG.
Os numerais em Globolight XP, uma cerâmica luminosa patenteada, brilham no escuro após exposição à luz, assegurando legibilidade e estilo mesmo à noite. A pulseira de borracha integrada e o fecho oculto completam o visual esportivo e refinado.
Para quem quer não apenas medir o tempo, mas dominá-lo, o AMG Chronograph Essentials traz o movimento suíço Ronda 5030 e função de cronômetro precisa. O design, novamente fiel à linguagem AMG, mistura titânio e aço inoxidável, com destaque para a luneta em cerâmica preta fosca e escala taquimétrica branca.
Com numerais em Globolight XP e índices com Superluminova®, o relógio garante leitura perfeita sob qualquer condição. O cristal de safira antirreflexo e a pulseira de borracha com fecho interno reforçam a harmonia entre funcionalidade e exclusividade.
Luxo sobre rodas — e agora no pulso
A nova coleção AMG é mais do que uma linha de relógios: é uma extensão do universo Mercedes-AMG. Assim como seus carros, cada modelo expressa precisão, potência e elegância — transformando segundos em emoção pura.
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Um novo relatório do American Transportation Research Institute (ATRI) revelou este ano que o roubo de cargas nos Estados Unidos movimenta um prejuízo anual de US$ 6,6 bilhões (equivalente a cerca de R$ 36 bilhões). O dado desmonta o mito de que o problema é exclusivo de países emergentes: nas estradas brasileiras, onde o tema costuma ganhar as manchetes, as perdas somam cerca de R$ 1,2 bilhão por ano, segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística). A diferença é que, enquanto o Brasil enfrenta o desafio com foco em violência e segurança pública, os EUA encaram um cenário de fraudes logísticas cada vez mais sofisticadas, que vêm transformando o roubo de carga em um negócio global.
O relatório, intitulado “The Fight Against Cargo Theft”, analisou centenas de casos reportados por transportadoras, operadores logísticos e corretores. O diagnóstico é contundente: roubar carga se tornou um “custo padrão de operação”, nas palavras de Ben Banks, presidente da TCW, transportadora intermodal sediada no Tennessee. A pesquisa combina dados da ATRI com registros da CargoNet, principal banco de dados de incidentes de roubo de carga na América do Norte.
Os números da ATRI mostram uma escalada vertiginosa. Apenas em 2023, as transportadoras pesquisadas relataram 555 incidentes, com perdas de US$ 16 milhões — uma média de US$ 29 mil por ocorrência. Já os provedores de serviços logísticos (LSPs), como 3PLs e corretores, registraram perdas de US$ 33 milhões no mesmo período, com média próxima de US$ 100 mil por roubo.
Mas as estatísticas oficiais ainda são parciais. A CargoNet contabilizou 2.852 casos em 2023, que somaram US$ 332 milhões em cargas roubadas — o triplo da amostra da ATRI. No entanto, há consenso entre especialistas de que grande parte dos roubos não é reportada, por medo de aumento nos prêmios de seguro ou receio de exposição pública.
Mais grave ainda: 74% das cargas roubadas nunca são recuperadas, e apenas 2% retornam integralmente às mãos dos donos. A impunidade, portanto, alimenta o ciclo do crime.
O levantamento também mostra o perfil do “horário nobre” para os roubos. Os ataques ocorrem, em sua maioria, à noite e nos fins de semana, quando o tráfego é menor e há menos vigilância. Terminais de transportadoras e estacionamentos de caminhões são os pontos mais vulneráveis, seguidos de áreas de descanso e pátios de embarque de clientes.
O estudo da ATRI diferencia três tipos de roubo. O primeiro é o furto parcial (pilferage), quando criminosos retiram parte da carga de um semirreboque. O segundo, mais direto, é o roubo completo do caminhão ou do contêiner. Mas o tipo que mais preocupa as empresas atualmente é o roubo estratégico, uma forma sofisticada de fraude que mistura engenharia social, falsificação de identidade e uso de plataformas digitais de corretagem de frete.
Nesse formato, criminosos se passam por transportadoras legítimas, assumem embarques via plataformas on-line, redirecionam cargas para armazéns falsos e desaparecem. O episódio mais emblemático foi o roubo de duas carretas com tequila da marca Santo, pertencente ao chef Guy Fieri e ao músico Sammy Hagar — um golpe de mais de US$ 1 milhão, em novembro de 2024, viabilizado por um esquema de double brokering (corretagem dupla).
A digitalização, que trouxe eficiência e transparência às cadeias logísticas, acabou criando novas brechas de vulnerabilidade. Dados de embarque, rotas e horários de coleta estão disponíveis em sistemas que podem ser acessados por hackers ou falsos prestadores. O roubo, antes dependente da força física, agora depende da inteligência cibernética.
Custos que se multiplicam
O relatório alerta que as perdas diretas são apenas a ponta do iceberg. O impacto real, considerando custos indiretos — paralisação de operações, aumento de seguros, substituição de produtos, danos à reputação e perda de contratos — pode ser de três a seis vezes maior que o valor da carga roubada.
Com isso, os US$ 6,6 bilhões estimados pela ATRI podem representar mais de US$ 20 bilhões em prejuízos totais para a economia americana. Na prática, parte dessa conta é repassada ao consumidor final, refletida no preço de alimentos, eletrônicos, roupas e combustíveis.
Paralelos com o Brasil
Embora em dimensões diferentes, o Brasil vive dinâmica semelhante. De acordo com dados da NTC&Logística e da Secretaria Nacional de Segurança Pública, o país registrou quase 13 mil roubos de carga em 2024, com prejuízo superior a R$ 1,3 bilhão.
A concentração também segue o padrão norte-americano: São Paulo e Rio de Janeiro respondem por mais da metade dos casos. Mas enquanto nos EUA o crime tem migrado para golpes digitais e fraudes contratuais, no Brasil predominam os ataques físicos, frequentemente com violência armada e quadrilhas organizadas ligadas ao crime urbano.
Outro ponto de diferença é a infraestrutura de resposta institucional. Nos EUA, a CargoNet atua como banco nacional de dados, integrando transportadoras, seguradoras e polícia. Já no Brasil, os registros ainda são dispersos entre órgãos estaduais, e o compartilhamento de informação entre transportadores e autoridades é limitado.
Ainda assim, há avanços recentes: o uso de tecnologia embarcada, rastreamento em tempo real e inteligência preditiva tem reduzido incidentes em corredores críticos como Anhanguera-Bandeirantes e BR-116.
Em ambos os países, o elo mais fraco é o mesmo: a vulnerabilidade durante as paradas. A ausência de pontos seguros para descanso e estacionamento de caminhões cria oportunidades para o crime — um problema estrutural ainda sem solução sistêmica.
O roubo de carga, seja nos Estados Unidos ou no Brasil, está deixando de ser uma questão apenas policial. Trata-se agora de um problema de governança corporativa e gestão de risco.
A integração digital entre embarcadores, transportadoras, corretores e plataformas logísticas — essencial para a eficiência do setor — precisa ser acompanhada de protocolos de verificação de identidade, autenticação multifator e monitoramento de dados sensíveis.
Enquanto o Departamento de Transportes americano abriu consulta pública sobre novas medidas de segurança, especialistas alertam que as soluções passam por colaboração multissetorial: tecnologia, legislação, capacitação de motoristas e políticas de segurança pública voltadas especificamente à cadeia de suprimentos.
O crime invisível que encarece o mundo
No final, tanto nos EUA quanto no Brasil, o roubo de carga é um crime invisível que o consumidor paga sem perceber. Cada celular, par de tênis, alimento ou litro de combustível que chega ao mercado carrega em seu preço um seguro embutido contra o risco logístico.
A perda de US$ 18 milhões por dia nas estradas americanas, somada aos bilhões desviados no Brasil, mostra que a segurança logística é hoje um dos maiores desafios econômicos da era do transporte digital.
Enquanto o setor celebra avanços em automação, inteligência artificial e sustentabilidade, a criminalidade se reinventa com a mesma velocidade. E o “horário nobre” para o roubo de carga, em qualquer fuso horário, continua sendo o momento em que a segurança é negligenciada.
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Boom logístico impulsionado pela agropecuária expõe gargalos de infraestrutura e questiona a sustentabilidade do crescimento
O transporte de cargas vive um momento de aceleração histórica no Brasil. Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada pelo IBGE em 14 de outubro, o volume de serviços de transporte de cargas no país está 38,7% acima do patamar de fevereiro de 2020, o último mês antes do início da pandemia.
Em agosto de 2025, a atividade cresceu 0,6% em relação a julho, marcando o quarto resultado positivo consecutivo e um ganho acumulado de 2,4% no período. Apesar do avanço expressivo, o nível ainda está 4% abaixo do recorde histórico alcançado em julho de 2023 — um lembrete de que o setor, embora em expansão, ainda opera em meio a volatilidades.
Para o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, o bom desempenho da agropecuária tem sido o principal motor dessa alta. “Há aumento tanto no transporte de insumos — como fertilizantes e defensivos — quanto no escoamento da produção. O campo continua puxando a demanda logística em 2025”, afirma.
A força do agronegócio explica boa parte da escalada no volume de cargas. A colheita recorde de grãos, o crescimento das exportações e a antecipação de entregas de insumos impulsionaram o movimento nas estradas, ferrovias e portos.
Os números do IBGE mostram que o transporte rodoviário continua sendo o principal vetor da expansão, como ocorre nas 20 maiores economias do mundo. No entanto, o transporte ferroviário e o dutoviário — este último impulsionado pela alta na produção de petróleo e gás — também contribuíram positivamente.
No agregado, o setor de transportes vem sustentando a alta do volume de serviços no país, que cresceu 0,1% em agosto, no sétimo mês consecutivo de resultados positivos.
Expansão desigual pelo território
O avanço do transporte de cargas, porém, não é uniforme. Estados com forte presença agrícola e boa infraestrutura logística concentram os maiores ganhos.
No Centro-Oeste, Mato Grosso e Goiás registram níveis de movimentação recordes. No Sudeste, São Paulo e Minas Gerais seguem como eixos estratégicos para o transporte rodoviário e ferroviário, sustentando o fluxo de insumos e produtos industrializados. Já no Sul, a combinação de produção agroindustrial e exportações via portos mantém o ritmo elevado. No entanto, o crescimento escancara desigualdades: estados com infraestrutura precária e menor integração modal ainda enfrentam dificuldades para aproveitar o bom momento.
A explosão no volume de cargas reacende um debate antigo: o Brasil tem infraestrutura para sustentar esse ritmo?
Grande parte do transporte de cargas ainda depende das rodovias por razões óbvias, pois as rodovias dão acessos à todos 5.569 municípios e fazendas. O problema é que, segundo a Pesquisa CNT de Rodovias 2025, 26,6% das rodovias brasileiras estão em condições ruins ou péssimas, enquanto 40,4% foram classificadas como regulares e apenas 33% como boas ou ótimas. Esses dados refletem a qualidade do pavimento, sinalização e geometria das vias avaliadas em mais de 114 mil km de rodovias pavimentadas.
O aumento de fluxo em estradas mal conservadas resulta em desgaste de veículos, acidentes e custos adicionais de manutenção, itens que compoem a planilha chamada “Custo Brasil”.
Os 14 bilhões investimentos em ferrovias em 2024 ajudam a resolver parte do problema do setor de commodities, principalmente para exportações. Mais 94,2 bilhões estão previstos para serem investidos pelo Novo PAC até o final de 2026, caso esses recursos sejam concretizados e não sejam uma promessa.
Em uma perspectiva de crescimento da falta de motoristas de caminhões, esses profissionais que atendem a transferência de grandes volumes de cargas de baixo valor agregado seriam liberados para atender outras demandas de transporte com cargas de maior valor agregado e distribuição entre os municípios brasileiros.
Além disso, os portos — fundamentais para o escoamento da produção agrícola — operam próximos ao limite de capacidade em períodos de pico. Filas de caminhões, atrasos e falta de pátios adequados são sintomas de um sistema que cresce mais rápido que os investimentos públicos e privados em logística.
Por trás dos bons números, há sinais de alerta. A alta de 38,7% sobre o nível pré-pandemia é expressiva, mas parte desse ganho reflete uma base de comparação deprimida — o transporte de cargas foi um dos setores mais impactados nos primeiros meses da crise sanitária.
Outro fator de risco é a dependência de um único motor de crescimento: o agronegócio. Uma eventual quebra de safra ou queda nas exportações poderia reverter o ciclo positivo.
Para analistas, o desafio agora é transformar o momento de bonança em ganho estrutural. Isso exige investimentos contínuos em infraestrutura multimodal, ampliação da malha ferroviária, modernização de portos e digitalização de processos logísticos.
Também é essencial diversificar a base de demanda, estimulando setores industriais e de comércio.
“O transporte de cargas é um termômetro da economia. O nível atual mostra que o país voltou a se mover, mas a qualidade dessa movimentação depende de planejamento de longo prazo”, resume Rodrigo Lobo, do IBGE.
O que vem pela frente
Com a economia brasileira crescendo de forma moderada e a inflação sob controle, o setor de transportes deve continuar positivo nos próximos meses, mas em ritmo mais contido.
A grande questão, segundo especialistas, é saber se a infraestrutura e o planejamento público estarão à altura do novo patamar logístico alcançado pelo país.
Enquanto caminhões seguem cruzando as estradas do interior e os portos operam em plena carga, o Brasil vive um momento paradoxal: celebra o dinamismo do transporte de cargas — mas enfrenta, ao mesmo tempo, os limites físicos e estruturais de sua própria capacidade de mover-se.
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O Grupo GBS, formado pelas empresas Viação Garcia, Brasil Sul, Princesa do Ivaí, LondriSul e Santo Anjo da Guarda, renova mais uma parte da frota com 106 novos ônibus Marcopolo. O investimento contempla 80 unidades dos modelos Paradiso G8 1800 Double Decker e 1200, nas versões Leito Plus e Semi Leito, e 26 ônibus urbanos e metropolitanos Torino. Os rodoviários serão empregados nas principais rotas interestaduais, enquanto os urbanos reforçarão as operações de transporte coletivo e fretamento.
De acordo com Ricardo Portolan, diretor de Operações Comerciais Mercado Interno e Marketing da Marcopolo, a parceria com o grupo é uma das mais sólidas da fabricante.
“A Viação Garcia/Brasil Sul é um dos clientes que mais adquiriram veículos Marcopolo desde o lançamento da Geração 8, o que demonstra a confiança no desempenho e na eficiência dos nossos modelos”, destacou Portolan.
O vice-presidente da Viação Garcia/Brasil Sul, Estefano Boiko Junior, ressaltou que os novos veículos elevam o padrão de conforto e segurança dos passageiros. “Os novos ônibus trazem diferenciais importantes, como sistema de frenagem autônoma, leitor de faixas e os mais recentes avanços tecnológicos. Desde 2014, quando a Brasil Sul adquiriu a Garcia, já incorporamos 1.172 novos ônibus à frota”, lembrou o executivo.
Conforto e tecnologia embarcada
Os Paradiso G8 1800 DD destinados aos serviços Leito Plus e Semi Leito incorporam os atributos mais avançados da geração atual da Marcopolo. As versões Leito Plus trazem poltronas cama hiper soft com sistema de massagem Marcopolo Next, enquanto os Semi Leito oferecem assentos ergonômicos de alto conforto. Todos contam com motorização Euro 6, que reduz em até 72% a emissão de hidrocarbonetos, contribuindo para uma operação mais limpa.
Entre os principais diferenciais da linha G8 estão:
Sistema de ar-condicionado inteligente, que regula automaticamente a temperatura;
Regulagem individual de som e luzes;
Câmeras traseiras de última geração para apoio nas manobras;
Rastreamento em tempo real e alertas de manutenção;
Iluminação interna em LED e entradas USB-C em todos os assentos;
Poltronas com massageadores, geladeira, sanitários a vácuo, Wi-Fi e sistema de entretenimento PlayOn;
Tomadas 110V, cortinas individuais e sistema de acessibilidade DPM;
Ar-condicionado quente/frio e defroster na cabine do motorista.
Sustentabilidade também nos urbanos
Os 26 ônibus Torino Urbano e Metropolitano adquiridos possuem 13,3 metros de comprimento e são montados sobre chassi Mercedes-Benz OF-1726L, com suspensão pneumática e motor Euro 6. Voltados para as linhas urbanas e metropolitanas, contam com ar-condicionado de teto, iluminação total em LED, vidros colados, assoalho em alumínio com revestimento taraflex madeirado e duas áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida.
As poltronas são estofadas com apoio de cabeça e o assento do motorista conta com amortecimento hidráulico e cinto de três pontos, priorizando o conforto e a segurança de todos os ocupantes.
Grupo GBS
Com sede em Londrina (PR), o Grupo GBS atua em sete estados — Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais — nos segmentos de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros. Além disso, o grupo também opera em fretamento corporativo, turismo, transporte de encomendas rápidas e revenda de ônibus seminovos.
Francovig Transportes
Volare Fly 9
A Francovig Transportes, operadora sediada em Curitiba, adquiriu três novos micro-ônibus Volare Fly 9 na versão Fretamento, reforçando sua frota dedicada ao atendimento de clientes de fretamento contínuo. Os veículos foram entregues pela Rodo Service, concessionária Volare local, que também será responsável pelo pós-venda, incluindo assistência técnica e fornecimento de peças. Segundo Sidnei Vargas, gerente executivo da Volare, a Francovig é cliente da marca desde 2008 e já possui mais de 20 veículos Volare, evidenciando a forte parceria e a aceitação dos modelos pela empresa.
Os novos micro-ônibus Volare Fly 9 possuem 9.290 mm de comprimento e estão equipados com 32 poltronas Executivas Soft, tomadas USB, porta-copos, sistema de ar-condicionado, piso amadeirado, cortinas, itinerário eletrônico e outros itens voltados ao conforto e acessibilidade. A aquisição faz parte da renovação anual da frota da Francovig, que atua há mais de 78 anos nos segmentos de fretamento, turismo e transporte urbano, com filiais em Registro/SP e Araucária/PR. Reconhecida pela excelência nos serviços, a empresa é referência no setor de transporte de fretamento contínuo no Paraná.
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A revista americana Time incluiu o BYD Dolphin Mini e o BMW iX3 na lista das Melhores Invenções de 2025, na categoria Transporte, reconhecendo o compacto elétrico da montadora chinesa como um dos produtos mais inovadores do planeta. A publicação destaca que o modelo combina tecnologia de ponta, eficiência energética e preço acessível, tornando a mobilidade elétrica uma realidade viável para milhões de pessoas. A lista completa conta com 300 invenções em diversas categorias.
Produzido desde o início do ano na fábrica da BYD em Camaçari (BA) — a primeira planta da marca no Brasil —, o Dolphin Mini é atualmente o carro elétrico mais vendido do país e líder de vendas na América Latina, com mais de 44 mil unidades emplacadas no mercado brasileiro. Globalmente, o modelo ultrapassou a marca de 1 milhão de unidades fabricadas, um feito para um veículo lançado há menos de três anos.
“O BYD Dolphin Mini figurar entre as melhores invenções do mundo é um marco que ultrapassa fronteiras. Esse reconhecimento da Time confirma que inovação e acessibilidade podem andar juntas”, afirma Alexandre Baldy, vice-presidente sênior e head de marketing e comercial da BYD do Brasil. “O Dolphin Mini representa o futuro da mobilidade elétrica, produzido agora também em solo brasileiro, com a força e o talento do nosso país”, completa o executivo.
Inovação com propósito
Segundo a Time, o Dolphin Mini — chamado de Seagull em alguns mercados internacionais e Dolphin Surf em outros — é um símbolo do avanço global da eletrificação acessível. O modelo foi lançado com preço inicial de RMB 73.800 (cerca de US$ 10.300) e tornou-se rapidamente um sucesso de vendas na China, América Latina e Europa.
A revista destacou o desempenho equilibrado do veículo: bateria de 30 kWh, motor de 55 kW, autonomia de até 300 km e velocidade máxima de 130 km/h, o que o posiciona como uma solução eficiente e urbana para grandes centros. A publicação ressaltou ainda o design moderno e o compromisso da BYD em democratizar o acesso à tecnologia elétrica — fatores que a levaram a conquistar espaço em 15 mercados europeus em 2025.
Entre as 300 Melhores Invenções da Revista Time
“O mundo quer um carro elétrico minúsculo? Parece que sim”, escreveu a Time ao comentar o sucesso global do modelo.
No Brasil, o Dolphin Mini foi responsável por popularizar os carros elétricos. O modelo se tornou um símbolo da nova fase industrial da BYD no país, que iniciou a produção nacional em Camaçari (BA), onde também serão fabricados outros veículos elétricos da marca nos próximos anos.
A fábrica baiana marca a entrada definitiva da BYD na cadeia produtiva automotiva brasileira, com foco em geração de empregos, transferência de tecnologia e sustentabilidade. O projeto integra o plano da empresa de fazer do Brasil um polo estratégico de exportação para toda a América do Sul.
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A BYD apresentou três novos modelos de ônibus elétricos – B12.b HF, B12.b LE e B18.b – durante a Busworld 2025, realizada em Bruxelas, na Bélgica.
O destaque ficou para o B12.b HF, um modelo de 12 metros e piso alto, que promete até 650 km de autonomia e carregamento rápido por pistola dupla ou pantógrafo de 520 kW. O veículo utiliza a bateria Blade de fosfato de ferro-lítio (LFP) e é construído sobre a Plataforma de Ônibus Elétrico 3.0. Com compartimento de carga de 5,7 m³ e capacidade para até 121 malas de 20 polegadas, o modelo é ideal para operações de longa distância e turismo, além do transporte urbano e intermunicipal.
Já o B18.b, novo articulado de 18 metros totalmente elétrico, amplia a capacidade da linha, transportando até 146 passageiros e alcançando autonomia de 630 km. O modelo pode ser equipado com tração integral, garantindo desempenho superior em condições adversas e segurança adicional em subidas, lama ou chuva intensa.
Entre os avanços técnicos, o B18.b conta ainda com sistema de articulação de quarta geração com amortecimento hidráulico, frenagem regenerativa aprimorada e controle eletrônico que reduz desgaste e melhora a estabilidade em curvas.
Expansão global e presença no Brasil
Com operações em 26 países e mais de 7.000 e-Buses em circulação ou encomendados na Europa, a BYD já conta com 89.000 ônibus elétricos entregues em todo o mundo.
No Brasil, a companhia está presente desde 2014 e mantém em Campinas (SP) um dos principais polos da marca na América Latina, onde são montados todos os chassis de ônibus elétricos vendidos no país.
“O evento é uma grande oportunidade para conhecermos de perto o que há de mais avançado em mobilidade elétrica. A BYD Brasil tem papel fundamental nessa transformação”, destacou Marcello Schneider, diretor de veículos comerciais e solar da BYD Brasil.
Com 400 modelos já vendidos no país, a BYD lidera o mercado nacional de eletromobilidade. Cada ônibus produzido pela marca evita a emissão de cerca de 118 toneladas de CO₂ por ano, o que equivale ao plantio de 847 árvores, além de ter vida útil de até 15 anos, superior aos modelos a diesel.
A participação da BYD na Busworld Europe 2025 reforça sua estratégia de atuar como protagonista da transição energética global no transporte coletivo. Com novas tecnologias, capacidade produtiva ampliada e um portfólio diversificado, a marca chinesa consolida sua posição como referência mundial em mobilidade elétrica — tanto na Europa quanto no Brasil — e acelera o caminho rumo a cidades mais limpas, silenciosas e sustentáveis.
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No próximo 14 de outubro, o Hotel Pullman Ibirapuera, em São Paulo, sediará o Seminário Educação para Logística – Descarbonização 2025, promovido pela Frota News. O encontro reunirá gestores, educadores e especialistas em uma jornada de conhecimento que conectará ensino, tecnologia e sustentabilidade.
Com uma programação intensa das 8h às 18h, o evento discutirá como a formação profissional pode acelerar a transição sustentável da logística brasileira, abordando desde a educação técnica até o impacto das novas tecnologias e da descarbonização nas cadeias do transporte e da logística.
Serão seis painéis temáticos e 30 nomes que representam a convergência entre academia, mercado e inovação. Conheça a seguir quem são os protagonistas deste diálogo transformador.
Painel 1 — 8h45: Comunicação Essencial: Da Pedagogia à Imagem Corporativa
Painelista:Rodrigo Bernardino — Formado em Jornalismo, com MBA e especializações em Marketing, Branding, Cinema e ESG. Fundador e CEO do Grupo Mostra de Ideias (GMI), Rodrigo tem mais de 16 anos de experiência em comunicação, marketing, eventos e imagem, com atuação notável no setor de transporte rodoviário de cargas e logística.
Painelista:Rinaldo Machado — Jornalista e empresário, com 30 anos de atuação no setor de publicações segmentadas do setor automotivo, projetos especiais e eventos. É diretor-geral da revista Transpodata.
Painelista:Talita Miiranda — Especialista em contação de histórias, alfabetização e desenvolvimento infantil, atua há 15 anos na construção de processos comunicacionais que envolvem competências cognitivas, afetivas e culturais, moldando a base das lideranças do futuro.
Mediador:Filipi Goschrman — Jornalista com ampla experiência em inteligência de mercado, tendências, comportamento e negócios. Atua como diretor de Comunicação na Frota News, onde elabora análises de cenário e conteúdo estratégico.
Painelistas confirmados
Painel 2 — 9h45: Inclusão da Mulher na Logística: Formando um Setor Mais Justo e Inovador
Painelista:Roberta Caldas — Com sólida carreira no cooperativismo de crédito, é presidente da Transpocred. Possui formação em Administração, MBA Executivo em Mercado de Capitais pela FGV e MBA para Executivos pelo PROEX/Ibmec.
Painelista:Gislaine Zorzin — Com mais de 30 anos de experiência no setor de transporte e formação em Administração, Logística e Psicologia, Gislaine é membro do Conselho Superior da NTC&Logística, integra a Diretoria Institucional da ABTLP e é vice-coordenadora do Movimento Vez & Voz do Setcesp.
Painelista:Sula Miranda — Muito além do universo artístico, Sula Miranda é uma voz ativa em defesa do setor de transportes, dos caminhoneiros e, principalmente, da inclusão da mulher nesse segmento. É colunista da Frota News.
Painelista:Paula Vidoti Perlatti — Bacharel em Logística pela FATEC-Jahu e em Engenharia de Produção pela UNICEP. Pós-graduada em Educação pela UFSCar e com MBA em Comércio Exterior pela ABRACOMEX, Paula atua como monitora de educação profissional no Senac, unindo vivência operacional e acadêmica na cadeia logística.
Painelista:Renata Porto de Oliveira Martin — Profissional com 35 anos de experiência em Gestão da Cadeia de Suprimentos, Logística e Transportes, Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) e Comércio Exterior. Tem trajetória consolidada em organizações multinacionais dos setores industrial, agroindustrial, de bens de consumo e energia. No meio acadêmico, é docente nos cursos de Gestão & Negócios do Senac e da Fundação Salvador Arena.
Mediadora:Graziela Potenza — Editora-chefe da Revista Caminhoneiro. Com quase quatro décadas de experiência, construiu uma carreira sólida e respeitada no transporte rodoviário de cargas, sendo reconhecida por sua atuação na valorização dos profissionais que movem a economia brasileira. É autora do livro Caminhoneiro Herói, que retrata a importância e os desafios da profissão.
Time de especialistas do Senac
Painel 3 — 10h45: Educação e Emprego: Como Suprir a Demanda de 3,4 Milhões de Profissionais?
Painelista:Fernanda Rios Muffato — Gerente Sênior de Gestão de Talentos da DHL Express Brasil. Psicóloga formada pelo Mackenzie, com MBA em Gestão de Pessoas pela FGV, atua há 12 anos na companhia e lidera as áreas de Recrutamento & Seleção e Desenvolvimento de Pessoas.
Painelista:Leticia Morais Neres — Bióloga e mestra em Cidades Inteligentes e Sustentáveis, com ênfase em pesquisa sobre barreiras e oportunidades na produção de biogás na Região Metropolitana de São Paulo. É consultora ambiental e professora na área de Meio Ambiente no Senac Jabaquara.
Painelista:Fabio Pereira da Silva — Especialista em Logística e Supply Chain pela Universidade Nove de Julho, administrador de empresas formado pela Universidade Católica Ítalo-Brasileira e mestre em Educação pela Universidade Metodista de São Paulo. É coordenador do Atendimento Corporativo EaD do Senac-SP e professor do curso de Pós-Graduação em Gestão Educacional na Faculdade Salvador Arena e no Sebrae. Atua também como consultor em logística e comércio exterior.
Mediador:Gláucio Rocha — Executivo com mais de duas décadas de atuação estratégica em Supply Chain e Logística. Ao longo da carreira, acumulou experiência em empresas de grande porte dos setores químico, farmacêutico, alimentício e cimenteiro. Atualmente, é mestrando na Fundação Dom Cabral, onde desenvolve pesquisas sobre a escassez de profissionais qualificados e a crescente demanda por talentos no setor logístico.
Painel 4 — 13h: Conexão Ensino–Empresa: Parcerias que Transformam a Logística
Painelista:Daniela Feriotti — Gerente de Treinamento da DHL Express Brasil. Com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento de profissionais, atua há 18 anos na companhia, liderando programas de treinamento e onboarding para equipes e gestores, com foco em qualidade, compliance, segurança e engajamento. Formada em Administração de Empresas, possui pós-graduação em Negócios Internacionais e especialização em Aprendizado de Adultos.
Painelista:Fernando de Oliveira Porto — Graduado em Ciências Sociais e Pedagogia, com pós-graduação em Gestão de Pessoas e Metodologias Colaborativas. Atua há 18 anos como coordenador educacional no Senac São Paulo, liderando projetos voltados à formação profissional e à inovação pedagógica.
Painelista:Fabio Moyses Trombeta — Mestre em Gestão e Empreendedorismo pela UNESP, com especializações em Administração Estratégica, Gestão Pública, Recursos Humanos e Gestão Escolar, além de bacharelado em Administração. Ingressou no Senac em 2006, onde atuou como docente até 2018, passando depois a exercer a função de Técnico de Desenvolvimento Profissional, responsável pela coordenação de cursos e projetos educacionais. Dedica-se ao desenvolvimento de pessoas, à inovação em práticas educacionais e à promoção de iniciativas voltadas à formação profissional e ao empreendedorismo.
Mediadora:Aline Feltrin — Editora do portal e revista Transporte Moderno, na OTM Editora. Aline é formado em jornalismo com trajetória iniciada em 2005. Atuou como repórter em jornais, revistas, agências de notícias e sites, com sólida experiência nos setores automotivo e de negócios. Tem passagens por veículos das editoras Abril e Motorpress Brasil, além dos jornais Diário de S. Paulo e O Estado de S. Paulo.
Painel 5 — 14h: Descarbonização Começa na Sala de Aula: O Papel da Educação Técnica na Logística Verde
Painelista:Renato Florence — Gerente de Engenharia de Planejamento e Desenvolvimento na Marcopolo, onde lidera projetos voltados à mobilidade urbana, propulsões alternativas e energias renováveis. Engenheiro mecânico formado pelo Instituto Mauá de Tecnologia, possui especialização em Motores de Combustão Interna pelo IMT, pós-graduação em Administração de Empresas pela FGV e MBA Executivo pela EAESP-FGV. Com mais de 20 anos de experiência no setor automotivo, atuou em projetos de veículos comerciais no Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Índia e Japão.
Painelista:Marcelo Rezende — Diretor-geral de Sistemas de Baterias da BorgWarner. Com mais de 25 anos de experiência na indústria automotiva, lidera iniciativas voltadas à eletromobilidade e à inovação em soluções de baterias. Sua trajetória inclui passagens por empresas como Delphi Technologies, Continental e Honeywell, em áreas estratégicas como Compras, Logística, Qualidade e Operações. Recentemente, participou de eventos como o Busworld 2025 e o podcast Conexão VE, destacando avanços em tecnologias de baterias inteligentes e sustentáveis.
Painelista:Bianca Simoni — Engenheira agrônoma formada pela Unesp de Jaboticabal e mestra em Resíduos Sólidos e Geotecnia Ambiental pela USP de São Carlos. Especialista em Gestão e Gerenciamento Ambiental, Educação Ambiental, Licenciamento Ambiental e Geoprocessamento pelas unidades da USP em São Carlos e Piracicaba. É docente no Senac São Carlos, nas áreas de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho, desde 2009.
Painelista:Marcelo Cerqueira Silva — Mestre em Administração, Comunicação e Educação. Graduado em Economia e Administração, com especializações em Finanças e Logística. Possui experiência profissional nas instituições financeiras Noroeste, Santander, Citibank e Prudential Financial. Atua na Fundação Bradesco e como docente na Universidade Santo Amaro (UNISA), além de coordenar os cursos de graduação em Ciências Econômicas, Logística e Comércio Exterior na EaD do Centro Universitário Senac.
Mediador:Joel Leite — Jornalista, fundador e diretor da Agência Autoinforme, referência no setor automotivo. Conduzirá o debate sobre como a formação profissional é um elemento estratégico para viabilizar a transição da logística rumo a um modelo sustentável e de baixo carbono.
Painel 6 — 15h: Tecnologias Emergentes e Formação Profissional: IA, Big Data e Logística do Futuro
Painelista:Maurício Januário — Gerente de Segurança Operacional da Buser, especialista em tecnologias de segurança preventiva, uso de inteligência artificial, big data e inovação aplicada à mobilidade e à segurança no transporte rodoviário de passageiros. Graduado em Comunicação e tecnólogo em Logística e Transporte pela Universidade do Grande ABC, com MBA em Gestão Estratégica de Serviços pela Fundação Getulio Vargas. Possui ampla experiência em transformação logística e plataformas digitais.
Painelista:Rúbia Maria Cardoso de La Paz Arias — Mestre em Administração, com pesquisa em Organizações Inovadoras. Graduada em Engenharia Elétrica pelo Mackenzie, possui especializações em Gestão Ambiental pelo Senac, Gestão Estratégica pela FEA-USP, Gestão da Qualidade e Processos pela Fundação Vanzolini e Gerenciamento de Projetos pela FATEC-SP. Além da docência, é coordenadora de cursos no núcleo de Gestão e Negócios do Centro Universitário Senac, com consolidada trajetória em assessoria empresarial e especialização em Gestão Estratégica e Operações.
Painelista:Marlon Cavalcante Maynart — Doutor e mestre em Ciência e Tecnologia/Química pela UFABC, com licenciatura em Química e formação técnica na área. Possui mais de 20 anos de experiência no ensino de Ciências da Natureza. Atualmente, atua no Senac EaD como professor de graduação em Gestão Ambiental e orientador do grupo de pesquisa SIGMA – Sustentabilidade e Inteligência Generativa no Senac, que utiliza Inteligência Artificial Generativa para analisar relatórios de órgãos oficiais como a CETESB (SP) e o INEA (RJ).
Mediador:Marcos Villela — Editor e publisher da Frota News, o jornalista Marcos Villela atua há 38 anos no setor da mobilidade. Passou por empresas como Fiat, TV Globo e Motor Press Brasil, com ampla experiência em coberturas sobre transporte no Brasil e no exterior. Representa o Brasil no comitê do International Truck of the Year (IToY). É colaborador da Fabet (Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte), onde obteve especialização em Gestão em Segurança do Transporte.
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Em um setor conhecido pelas bruscas oscilações, oito fabricantes de caminhões continuam firmes no mercado brasileiro há mais de duas décadas. São marcas que testemunharam períodos de recordes históricos e fases de retração profunda de vendas — um verdadeiro “mercado montanha-russa”, como definem muitos executivos do setor.
Para entender essa trajetória, a reportagem analisou os dados oficiais de licenciamentos do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), compilados no Anuário da Indústria Automobilística Brasileira, da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). O levantamento revela quais foram os melhores e piores anos de cada fabricante nos últimos 25 anos e como está o desempenho em 2025, até setembro.
Desempenho das fabricantes de caminhões no Brasil (1999–2025)
Marca
Melhor ano (unidades emplacadas)
Pior ano (unidades emplacadas)
2025 (jan–set)
Volkswagen
2011 (50.830)
1999 (9.573)
22.300
Mercedes-Benz
2011 (42.587)
2017 (14.670)
20.293
Volvo
2022 (24.093)
1999 (3.226)
14.732
Scania
2013 (19.698)
2016 (4.245)
10.090
Iveco
2011 (14.241)
2017 (1.965)
6.202
DAF
2024 (9.624)
2013 (29)
5.803
Hyundai
2015 (893)
2007 / 2012 / 2022 (1)
15
Agrale
2011 (842)
2020 (18)
85
Anos de ouro e tempos difíceis
Os números mostram que 2011 foi o ano de maior euforia para as marcas full liner (produz caminhões para todos os segmentos) antes da desaceleração provocada por crises econômicas e mudanças tecnológicas, que foi a entrada em vigor do Proconve P7 (Euro 5). Naquele período, Volkswagen e Mercedes-Benz ultrapassaram a marca de 40 mil unidades cada, sustentadas pelo agronegócio aquecido e pela expansão do transporte de cargas.
Já os anos de 2015 a 2017 marcaram o fundo do poço para a maioria das fabricantes, reflexo direto da recessão nacional e da queda no consumo. Marcas como Iveco e Mercedes-Benz viram suas vendas despencarem a níveis históricos, enquanto Scania também registrou seu pior desempenho em 2016.
A recuperação começou a se consolidar a partir de 2020, ainda que com oscilações provocadas pela pandemia e pelos custos logísticos elevados. Volvo se destacou nesse novo ciclo: alcançou seu melhor resultado em 2022, ano em que o transporte rodoviário foi impulsionado pela retomada da economia e pelas exportações agrícolas. De cada 10 caminhões Volvo FH vendidos, seis são para empresas ligados ao agronegócio.
Entre as marcas mais recentes, DAF aparece como o caso de maior evolução. De apenas 29 unidades emplacadas em 2013 (com as vendas iniciadas já no final desse ano), seu ano de estreia, saltou para 9.624 caminhões vendidos em 2024, consolidando-se no segmento pesado. Já a Hyundai, que atua em nichos muito específicos, mantém presença discreta, com volumes residuais.
A Agrale, por sua vez, segue fiel ao público de aplicações urbanas e severas, mantendo produção nacional e presença constante, ainda que com volumes modestos.
2025: estabilidade e expectativas
De janeiro a setembro de 2025, o mercado mantém um ritmo moderado, mas estável. Volkswagen e Mercedes-Benz continuam liderando o ranking, enquanto Volvo e Scania seguem fortes entre os pesados. A DAF mantém o fôlego do ano anterior e a Iveco busca consolidar seu crescimento.
Mesmo com o avanço de novas tecnologias — como propulsões elétricas e híbridas, sistemas de conectividade e foco em eficiência energética — o mercado brasileiro de caminhões ainda depende fortemente dos ciclos econômicos e do agronegócio, fatores que continuarão ditando o ritmo dos próximos anos.
Conclusão
Ao olhar para esse histórico de 25 anos, fica claro que a resiliência é o motor que mantém as montadoras ativas no Brasil. Entre recordes e quedas bruscas, o setor de caminhões reflete o próprio comportamento da economia nacional: quando o país cresce, as estradas se enchem; quando o país freia, o transporte desacelera.
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A Buser, plataforma digital que conecta passageiros a viagens rodoviárias mais acessíveis e seguras, participará do painel “Tecnologias Emergentes: IA, Big Data, Segurança e Logística do Futuro”, durante o Seminário Educação para Logística – Descarbonização 2025, promovido pela Frota News. O evento será realizado no dia 14 de outubro, no Hotel Pullman Ibirapuera, em São Paulo.
Representando a empresa, Maurício Januário, gerente de Segurança Operacional da Buser, vai apresentar como a inteligência artificial, o uso de dados e a inovação tecnológica estão transformando a mobilidade e a segurança no transporte rodoviário de passageiros. O executivo deve destacar as iniciativas da companhia que unem tecnologia e prevenção, reforçando a importância do monitoramento contínuo e da análise preditiva para garantir viagens mais seguras e eficientes. E quais são os conhecimentos necessários para os profissionais de logística para essas novas demandas?
O seminário reunirá especialistas e executivos de diferentes áreas para discutir os impactos das novas tecnologias na logística do futuro, com foco em segurança, eficiência operacional e sustentabilidade. A proposta é mostrar a importância da capacitação dos profissionais de logística para a digitalização do setor vem contribuindo para reduzir emissões, melhorar o controle de frotas e aprimorar a formação de profissionais que atuam na área de mobilidade e transporte.
Com uma trajetória marcada pela inovação e pelo compromisso com a segurança, a Buser tem ampliado seus investimentos em soluções tecnológicas, como sistemas de monitoramento em tempo real, ferramentas de análise de comportamento de condutores e modelos preditivos de risco. Essas iniciativas reforçam a posição da empresa como uma das principais referências em transformação digital no transporte rodoviário brasileiro.
O Seminário Educação para Logística – Descarbonização 2025 reunirá executivos, gestores, educadores e representantes do setor de mobilidade em um dia de debates e painéis sobre os desafios e caminhos para uma logística mais limpa, inteligente e conectada, alinhada às metas globais de redução de emissões e transição energética.
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O Grupo EPR (plataforma de investimentos em concessões de rodovias e mobilidade) assinou um termo de parceria com a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e a administração do Porto de Paranaguá para implantar o Conexão Litoral, o primeiro corredor logístico sustentável do Brasil, na BR-277/PR, contemplado o trecho entre Curitiba e Paranaguá.
O Conexão Litoral é um projeto-piloto criado no escopo do Programa de Sustentabilidade da ANTT e foi desenvolvido pela EPR Litoral Pioneiro. A concessionária é responsável por administrar 604 km no Paraná e, segundo José Carlos Cassaniga, a empresa vai intensificar sua atuação para tornar o trecho de serra da BR-277 mais resiliente a eventos climáticos.
Novo estudo divulgado pelo ICCT Brasil (Conselho Internacional de Transporte Público) evidencia que as maiores montadoras do mercado nacional continuam apostando em veículos a combustão enquanto assumem compromissos ambiciosos de eletrificação em outros continentes. Desenvolvido pelo ICCT Brasil, o estudo mostra que, em 2023, as seis maiores montadoras no País — Stellantis, Volkswagen, GM, Toyota, Renault e Nissan — tiveram presença mínima no mercado nacional de veículos elétricos a bateria (BEVs) e híbridos plug-in (PHEVs). Dominando este mercado estavam três fabricantes chineses: BYD, Great Wall e Gelly – também responsável pelas marcas Volvo Cars e Zeekr. No que diz respeito à atuação das 10 maiores montadoras do país — incluindo também Honda, Hyundai-Kia, Chery e Ford — nenhuma ultrapassou 5% de participação em vendas de EVs, tanto BEVs quanto PHEVs, desempenho significativamente inferior ao observado em outros mercados.
A Casa Scania Brasdiesel celebrou sua ascensão nos rankings empresariais do Grupo Amanhã, em parceria com a PwC Brasil, ao conquistar a 66ª posição entre as ‘100 Maiores do Rio Grande do Sul’ e a 188ª entre as ‘500 Maiores do Sul’, demonstrando avanços significativos em relação a 2024. Em cerimônia realizada em Porto Alegre, os líderes Carlos Leite e Marcos Radaelli receberam as certificações. A Brasdiesel atribui essas conquistas ao trabalho colaborativo de sua equipe e seu papel no setor de transporte, fortalecendo a marca Scania e contribuindo para um sistema logístico mais eficiente e sustentável.
Ceslog é premiada na 24ª edição do Prêmio José Tardivo
Equipe Ceslog
A 24ª edição do Prêmio José Tardivo, que reconhece a transportadora com melhor desempenho em segurança, consagrou a Ceslog como vencedora em 2025, durante o Encontro Anual de Distribuição e Transporte Seguro da Indústria de Cloro-Álcalis, realizado na quarta-feira (8), no Blue Tree Premium Morumbi, em São Paulo. O evento, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor), reuniu mais de 170 participantes entre empresários, especialistas e representantes da cadeia de transporte e produção de produtos químicos.
Sergio Sukadolnick, representante da Ceslog Logística comentou a conquista: “O prêmio José Tardivo é uma tradição para o grupo Ceslog, que nos faz pensar em novos desafios: o que vamos fazer no ano que vem para suplantar o que já fizemos esse ano?”
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