sábado, abril 11, 2026

Conecta Biometano SP: app une empresas e projetos de biocombustíveis

Em mais uma medida para acelerar a transição energética em São Paulo, a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), por meio da InvestSP, lançou a versão para celular da plataforma Conecta Biometano SP. O aplicativo já está disponível gratuitamente para download nas lojas virtuais Google Play e Apple Store.

A nova ferramenta busca aproximar representantes da cadeia de suprimentos do biometano e interessados em desenvolver projetos de descarbonização no setor público e privado. A ideia é facilitar o encontro entre empresas, fornecedores, prestadores de serviços e até instituições financeiras que apoiam iniciativas ligadas à economia circular e ao uso de biocombustíveis renováveis.

“O Conecta Biometano SP promete ser uma peça-chave na revolução energética de São Paulo. A iniciativa também está alinhada ao Plano Estadual de Energia 2050, que tem como meta zerar as emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050”, destacou a secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende. “Esse movimento reforça o compromisso do estado com o desenvolvimento sustentável e o apoio a projetos de economia circular, tanto em empresas quanto em municípios”, acrescentou.

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Jornalismo com foco em soluções para descarbonização de frotas

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Com a plataforma, agentes como produtores e comercializadores de biometano, fornecedores de equipamentos, consultorias especializadas e bancos podem se cadastrar, ampliando as possibilidades de conexão entre quem oferece e quem busca soluções energéticas limpas.

Biometano: energia limpa com matéria-prima local

Diferentemente do gás natural de origem fóssil, o biometano é um biocombustível gasoso renovável, composto essencialmente por metano, obtido a partir da purificação do biogás — este, por sua vez, gerado a partir da decomposição de resíduos orgânicos, como os encontrados em aterros sanitários e na agroindústria.

Com a maior produção de cana-de-açúcar do mundo, São Paulo tem uma vantagem estratégica: a vinhaça, subproduto da cana, é uma das principais matérias-primas para a produção de biometano. Essa alternativa é vista como uma das mais viáveis para a descarbonização do transporte pesado nos próximos anos.

Ações integradas e apoio institucional

A plataforma Conecta Biometano SP é uma das ações práticas do Plano Estadual de Energia 2050 (PEE 2050), coordenado pela Semil, que estabelece diretrizes para impulsionar a transição energética e a redução das emissões de gases de efeito estufa em todo o território paulista.

Já a InvestSP, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, atua como ponte entre o setor privado e o poder público, com o objetivo de fomentar negócios sustentáveis e atrair investimentos alinhados às metas ambientais do Estado.

“Além de dar suporte ao Governo do Estado nas políticas e ações voltadas para a transição energética, queremos fortalecer a cadeia de suprimentos do biometano, incentivar a geração de negócios e garantir que o setor privado seja um parceiro estratégico do poder público na busca por uma matriz energética cada vez mais limpa e sustentável”, afirmou Rui Gomes, presidente da InvestSP.

A iniciativa conta ainda com o apoio institucional da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), Fiesp, Associação Brasileira de Biogás (Abiogás), Arranjo Produtivo Local do Álcool (Apla) e União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) — entidades-chave na promoção de um ambiente favorável ao desenvolvimento do setor.

Com a nova versão mobile, o Conecta Biometano SP amplia seu alcance e se consolida como uma ferramenta estratégica para impulsionar a economia verde em São Paulo, promovendo inovação, sustentabilidade e cooperação entre diferentes segmentos da sociedade.

Governo encarece crédito e derruba a produção de caminhões em maio

Enquanto o mercado brasileiro de caminhões apresenta leve crescimento na produção geral, um segmento em especial acende o sinal de alerta: os caminhões pesados. De janeiro a maio deste ano, a produção total de caminhões cresceu 5,6% em relação ao mesmo período de 2024, com 55 mil unidades fabricadas. Mas, no caminho inverso, os pesados registraram queda de 10,6%, somando apenas 28,3 mil unidades.

A retração tem implicações diretas no desempenho geral da indústria, uma vez que os pesados historicamente representam mais de 50% das vendas do setor — mas agora respondem por apenas 40% do mercado, segundo Marco Saltini, vice-presidente da Anfavea. “Precisamos olhar com atenção para o mercado de pesados e para esta tendência de queda. O fato de a produção ter caído 11% é um fator preocupante, uma vez que a demanda está diretamente ligada ao PIB”, alertou.

Juros e crédito restrito travam demanda

Saltini atribui a desaceleração à combinação de crédito escasso e juros elevados. “Mesmo com a safra recorde, os transportadores estão em compasso de espera e não estão renovando suas frotas, esperando um recuo da taxa de juros”, explicou. A inadimplência elevada também tem reduzido a disposição dos bancos em conceder crédito, o que agrava ainda mais o cenário.

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A situação é refletida nos números de emplacamentos. Nos primeiros cinco meses do ano, foram licenciados 46,3 mil caminhões, uma queda de 1,1% em relação ao mesmo período de 2024. Desse total, 21,2 mil foram caminhões pesados, o que representa uma queda expressiva de 14,1%.

Médios e leves sustentam o setor

Apesar da queda entre os pesados, o desempenho dos segmentos médios, leves e semileves ajudou a sustentar o setor. Os caminhões médios registraram crescimento de 16,8%, os leves subiram 18,1% e os semileves cresceram 16,5% em emplacamentos no acumulado de janeiro a maio. Esse movimento reforça a percepção de que o transporte urbano e de entregas de menor volume tem reagido melhor às condições econômicas atuais.

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No ranking por marcas, a Mercedes-Benz manteve a liderança nos emplacamentos com 11,2 mil unidades, seguida pela Volkswagen Caminhões e Ônibus (8,9 mil), Volvo (7,7 mil) e Scania (6,1 mil). No segmento de pesados, porém, a Volvo ficou à frente com 7,1 mil unidades, seguida por Scania (5,7 mil), Mercedes-Benz (4,7 mil) e VWCO (3,2 mil).

Produção cresce em maio, mas cenário é incerto

Em maio, a indústria teve um alívio: a produção mensal foi de 12,3 mil caminhões, alta de 10,3% na comparação com maio de 2024 e de 11,9% sobre abril. Já os emplacamentos somaram 9,2 mil unidades, retração de 4% em relação a maio do ano passado e de 2% sobre abril. O setor teme que o aumento recente do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), caso não seja revertido, possa impactar ainda mais a demanda nos próximos meses.

Exportações em forte alta

Na contramão do mercado interno, as exportações de caminhões de janeiro a maio somaram 10,9 mil unidades — crescimento expressivo de 88,3% em relação aos mesmos meses de 2024. Só em maio, foram embarcadas 2,8 mil unidades, avanço de 119,8% sobre o mesmo mês do ano anterior e alta de 32,2% frente a abril.

Países da América do Sul, especialmente Chile, México, Peru e Uruguai, foram os principais destinos. O desempenho nas exportações tem sido uma válvula de escape importante para as montadoras instaladas no Brasil.

Expectativa para o segundo semestre

Saltini lembra que tradicionalmente o segundo semestre costuma trazer aquecimento nas vendas de veículos comerciais, especialmente por causa do agronegócio e das entregas no fim do ano. No entanto, o cenário atual exige cautela. “Há uma preocupação real com o mercado de pesados. Esperamos que o governo reveja a questão do IOF e que haja alguma sinalização de queda nas taxas de juros, o que poderia reaquecer o setor ainda em 2025”, concluiu.

A indústria, portanto, caminha em duas velocidades: enquanto os segmentos de menor porte e as exportações dão sinais positivos, o coração do transporte de cargas no Brasil — os caminhões pesados — enfrenta um momento de retração, com impacto direto sobre a cadeia logística e a economia como um todo.

Mercedes-Benz lança Sprinter Robustez para operações off-road no agro e na mineração 

A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil acaba de apresentar ao mercado a nova Sprinter com pacote Robustez, uma versão adaptada do furgão vidrado extralongo da linha Sprinter. Desenvolvido para atender demandas do agronegócio, da mineração e de operações em áreas remotas, o novo modelo, por enquanto disponível apenas na versão 4×2. 

No Brasil, há empresas especializadas em fazer a adaptação da Sprinter 4×2 para 4×4. A transformação de um veículo 4X2 em um 4X4 é um processo complexo que exige conhecimentos de engenharia mecânica e experiência. Com o acréscimo de peso sobre o eixo adicional, é preciso reforçar a suspensão e outros elementos do conjunto, em função da mudança de perfil de utilização do furgão. 

Porém, antes de fazer a conversão, é preciso negociar a questão da garantia com a Mercedes-Benz Cars & Vans, ou renunciar à garantia. Já na Europa, a linha Sprinter conta com opção 4×4 de fábrica.

Sprinter Robustez
Fonte: Mercedes-Benz Cars & Vans

Sertran adquire 25 unidades para o transporte agrícola

A Sertran Transportes foi uma das primeiras empresas a apostar na novidade. A companhia adquiriu 25 unidades da Sprinter Robustez para reforçar suas operações de fretamento agrícola, setor em que a empresa já atua com destaque. A primeira unidade já está em campo e, segundo a Sertran, os veículos irão melhorar a agilidade, segurança e padronização da frota em regiões de difícil acesso. 

Baseada na versão 417 do furgão vidrado extralongo, a Sprinter Robustez recebeu uma série de ajustes técnicos e estruturais. Um dos principais destaques é a eliminação da porta lateral corrediça, com entrada feita exclusivamente pela porta dianteira. Essa modificação, aliada a uma estrutura reforçada, contribui para a redução da entrada de poeira e sujeira no habitáculo, fator essencial em ambientes rurais. 

Sprinter Robustez
Na versão Vedrado, o interior é limpo para que o cliente faça a configuração em fornecedores homologados pela fabricante

O interior é espaçoso e pode ser configurado com corredor central e múltiplas opções de layout, adequando-se ao transporte de passageiros em diferentes contextos operacionais. A título de comparação, a versão van passageiros com entrada frontal pode transportar até 19 passageiros, mais o motorista.  

A versão Extralongo da Vidrado tem 6.967 mm de comprimento, 2.851 de altura com o ar-condicionado, 2.345 mm de largura com os retrovisores. O entre eixos é de 4.325 mm. Porém, aMercedes-Benz não informou dados técnicos, como ângulos de ataque e saída, e altura do solo. No entanto, já solicitamos essas informações à fabricante e assim que chegarem, atualizaremos este artigo.  

Três níveis de personalização para usos extremos

A Sprinter Robustez também se destaca pela possibilidade de personalização em três níveis, realizados por implementadores especializados do mercado. São eles: 

  • Nível 1: adição de proteções inferiores contra impactos de pedras, galhos e água — para plantações, áreas florestais e minas a céu aberto. 
  • Nível 2: instalação de snorkel (que permite travessia em trechos alagados) e pneus desenvolvidos para terrenos instáveis. 
  • Nível 3: inclusão de para-choques de aço, conferindo resistência extra e proteção ao veículo em cenários de alto desgaste e risco. 

Preço e disponibilidade

“A Sprinter pacote Robustez é destaque pela combinação entre resistência e versatilidade, sendo ideal para empresas que precisam de um transporte eficiente em condições de difícil acesso”, afirma Aline Rapassi, Head de Produto Vans da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil. 

A Sprinter com pacote Robustez já está disponível em toda a rede de concessionárias da Mercedes-Benz no Brasil, com preço público sugerido a partir de R$ 365.800,00, sem as customizações adicionais. 

Pelo preço, a Sprinter realmente se mostra competitiva, pois, atualmente, o transporte de passageiros nessas situações de vias sem pavimento é configurado com a compra de chassi, que pode ser Agrale, Volkswagen ou Mercedes-Benz e o encarroçamento feito por empresas especializadas. A vantagem desses chassis é a maior robustez, e altura em relação ao solo, capacidade de peso e passageiros, além da maior facilidade para conversão 4×4.  

Para acessos a lugares mais difíceis, ainda existe a opção do Agrale Marruá AM200 Passageiros, com tração 4×4, capacidade para 11 pessoas, incluindo o motorista, com opção de câmbio manual ou automático. O Marruá tem 55º de ângulo de ataque e 20º de ângulo de saída. O seu preço é a partir de R$ 767 mil. 

Conheça o primeiro trator fabricado no Brasil: o Ford 8-BR, símbolo da mecanização no campo

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Em 1960, o Brasil vivia uma onda de otimismo com a industrialização acelerada e a inauguração da nova capital federal, Brasília. Nesse cenário de progresso, uma máquina fabricada no bairro do Ipiranga, em São Paulo, transformaria para sempre a paisagem agrícola do país: o Ford 8-BR, primeiro trator produzido em série no Brasil.

A chegada do 8-BR ao mercado não foi apenas o lançamento de um equipamento agrícola. Foi um marco. Pela primeira vez, o produtor rural brasileiro teve acesso a um trator desenvolvido e montado no país, com peças nacionais, assistência técnica local e preço competitivo. A produção começou timidamente, com apenas 32 unidades em 1960, mas logo ultrapassaria 10 mil unidades até meados da década — sinal claro da rápida adoção pelo campo.

Feito para o Brasil

O Ford 8-BR era movido por um motor diesel Perkins 4,2 litros, com 56 cavalo de potência, tração 4×2 traseira e sistema hidráulico de três pontos. Com oito marchas à frente e duas à ré, adaptava-se bem a diferentes condições de solo e topografia. Pesando cerca de 2,2 toneladas, era robusto, eficiente e — acima de tudo — prático para o produtor brasileiro.

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Sua bitola ajustável entre 1,32 m e 1,63 m permitia o uso em culturas como milho, algodão e café. O consumo de apenas 4,7 litros de diesel por hora e a capacidade de arar mais de 3.500 m² por hora tornavam-no uma ferramenta poderosa de produtividade.

O trator ainda se destacava pelas cores verde e amarela, escolhidas para refletir o orgulho nacional — algo inédito para um equipamento agrícola da época.

Política industrial e transformação do campo

O Ford 8-BR foi viabilizado por um conjunto de ações do governo federal. Em 1959, o Plano Nacional da Indústria de Tratores Agrícolas incentivou empresas a produzirem localmente e a Ford foi uma das primeiras a aderir. A meta era clara: reduzir a dependência de tratores importados e levar a mecanização ao interior do país.

Em 9 de dezembro de 1960, a Ford lançou oficialmente o trator em Brasília, poucos dias antes do fim do governo Juscelino Kubitschek. O momento simbolizava a concretização do seu plano desenvolvimentista de “50 anos em 5”. No ano seguinte, o 8-BR foi apresentado ao grande público no Salão do Automóvel de São Paulo, com direito à presença do próprio JK experimentando a máquina.

Na prática, o trator inaugurou uma nova era. Propriedades de médio porte, antes dependentes de tração animal, passaram a preparar o solo, plantar e colher com muito mais rapidez e eficiência. O campo mudou — e com ele, a vida de milhões de trabalhadores rurais.

Impacto direto na agricultura brasileira

A adoção do Ford 8-BR impulsionou o crescimento da produção agrícola no país. Com ele, tarefas que antes levavam dias eram feitas em poucas horas. Isso permitiu ampliar áreas cultivadas e intensificar safras, preparando o terreno para a ascensão do Brasil como potência agroexportadora nas décadas seguintes.

Ao mesmo tempo, o trator provocou uma mudança social importante. A mecanização reduziu a necessidade de trabalho manual, contribuindo para o êxodo rural, mas também abriu novas oportunidades, como a profissão de tratorista e o surgimento de oficinas especializadas no interior.

Além disso, o sucesso do 8-BR serviu de estímulo para que outras marcas, como Valmet, Massey Ferguson e CBT, também investissem na produção nacional de tratores. O setor de máquinas agrícolas nascia com força total.

Legado e memória

Entre 1960 e 1967, foram produzidas 12.443 unidades do Ford 8-BR. Em seu auge, representava 22% do mercado nacional de tratores, ficando atrás apenas do popular Massey Ferguson 50. Com o fim da produção, em 1967, a Ford focou em novos projetos, mas a marca deixada pelo 8-BR nunca foi apagada.

Hoje, exemplares do trator pioneiro são restaurados por colecionadores e expostos em feiras e museus. Alguns ainda trabalham em pequenas propriedades, resistindo ao tempo como testemunhas vivas de uma virada histórica no campo brasileiro.

Um símbolo do Brasil que queria crescer

O Ford 8-BR não foi apenas um trator. Foi um símbolo. Representou um país que acreditava no progresso, que investia em sua indústria e que começava a entender o valor estratégico da sua agricultura.

Mais de 60 anos depois, olhar para um 8-BR é lembrar de um Brasil que apostava em sua própria capacidade de inovar e transformar. E que, com tração nas rodas e orgulho no peito, começou a mecanizar seus campos para alimentar o mundo.

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Volare aposta no Fly 10 GV para transição energética no Espírito Santo

Modelo Fly 10 GV movido a GNV (gás de origem fóssil) e/ou Biometano (gás renovável e mais limpo) participa de circuito de feiras em Serra (ES) e Ribeirão Preto (SP) para reforçar compromisso com a mobilidade sustentável

A Volare está promovendo uma agenda estratégica de eventos para apresentar ao mercado o Fly 10 GV, primeiro micro-ônibus da marca movido a Gás Natural Veicular (GNV) e Biometano. A iniciativa visa posicionar o modelo como opção para a transição energética em diversos segmentos do transporte brasileiro.

Neste mês de junho, o veículo é destaque em duas importantes feiras setoriais: a Modal Expo, realizada entre os dias 3 e 5 em Serra (ES), e a Cana Show, que acontece nos dias 11 e 12 em Ribeirão Preto (SP). A presença do Fly 10 GV nesses eventos reforça o compromisso da Volare com a inovação e a mobilidade de baixo impacto ambiental.

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O Fly 10 GV é mais do que um veículo. É uma ferramenta estratégica que se adapta a diversas necessidades, desde o transporte de equipes no campo até operações urbanas”, afirma Sidnei Vargas, gerente comercial da Volare. “Estamos intensificando sua presença nas principais feiras para mostrar como essa solução pode contribuir diretamente para a eficiência, sustentabilidade e inovação, especialmente no uso do gás como energia alternativa de propulsão”, acrescenta.

Tecnologia para o campo e para a cidade

Desde o lançamento do modelo, em março, a Volare vem promovendo demonstrações em eventos e mercados estratégicos. Uma das primeiras aparições do Fly 10 GV ocorreu na Agrishow, também em Ribeirão Preto, destacando sua versatilidade para o agronegócio — setor que representou 23,2% do PIB nacional em 2024, com faturamento de R$ 2,63 trilhões. Para 2025, as projeções seguem otimistas, impulsionadas pelo avanço de tecnologias sustentáveis, como a propulsão a gás.

Projetado para operar em ambientes rurais exigentes, o Fly 10 GV oferece robustez, conforto e desempenho para o transporte de trabalhadores e operações logísticas no campo. Ao mesmo tempo, o modelo já é testado em ambientes urbanos, como as cidades de Guarulhos (SP) e Belo Horizonte (MG).

Iveco Bus

No estande da ES Gás na Modal Expo, também estava o chassi BUS 17-210 G, da Iveco Bus. 

Análise Frota News: o biometano se destaca por oferecer vantagens significativas em relação ao GNV, que continua sendo um combustível fóssil. Enquanto ambos são  alternativos mais limpas que o diesel, o biometano pode reduzir em até 90% as emissões de poluentes, tornando-se uma solução ainda mais eficiente para a descarbonização do transporte. Além disso, trata-se de um gás 100% renovável, produzido a partir da decomposição de resíduos orgânicos de múltiplas origens — como restos de alimentos, resíduos agrícolas, industriais e lixo urbano. Dessa forma, o biometano insere-se no modelo de economia circular, ao transformar passivos ambientais, como aterros sanitários e lixões, em ativos valiosos: energia limpa e sustentável. 

Marca Ambiental expõe caminhão a biometano do Espírito Santo

A Frota News está presente na Modal Expo, primeira feira do setor de logística no Espírito Santo, e temos mais uma notícia sobre transição energética. A Marca Ambiental apresentou o primeiro caminhão movido a gás do estado. Trata-se de um cavalo mecânico Scania G 460 6×2, lançado na última Fenatran. O modelo ficou estático no esande da ESgás, sem pessoas qualificadas para conversar sobre o tema. 

Inicialmente, o novo veículo será abastecido com gás natural veicularna (GNV), que emite de 15% a 20% menos dióxido de carbono (CO₂) em comparação ao diesel, além de reduzir significativamente a emissão de material particulado. A meta, no entanto, é que até o fim deste ano ele opere exclusivamente com biometano, um combustível renovável derivado do reaproveitamento de resíduos orgânicos. 

Análise Frota News: o biometano se destaca por oferecer vantagens significativas em relação ao GNV, que continua sendo um combustível fóssil. Enquanto ambos são  alternativos mais limpas que o diesel, o biometano pode reduzir em até 90% as emissões de poluentes, tornando-se uma solução ainda mais eficiente para a descarbonização do transporte. Além disso, trata-se de um gás 100% renovável, produzido a partir da decomposição de resíduos orgânicos de múltiplas origens — como restos de alimentos, resíduos agrícolas, industriais e lixo urbano. Dessa forma, o biometano insere-se no modelo de economia circular, ao transformar passivos ambientais, como aterros sanitários e lixões, em ativos valiosos: energia limpa e sustentável. 

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Meta é rodar só com biometano

Segundo Diogo Ribeiro, diretor de energias renováveis da Marca Ambiental, essa é apenas a primeira etapa de um plano ainda mais ambicioso. “Começaremos operando com GNV, um combustível mais limpo que o diesel, mas nossa meta é rodar com biometano, produzido a partir da purificação do biogás gerado pela decomposição de resíduos orgânicos, até o final deste ano. Essa tecnologia reduzirá custos ambientais e posicionará o Espírito Santo de forma competitiva também no segmento logístico e ambiental”, explica. 

Ribeiro destaca ainda que os ganhos não se restringem ao meio ambiente. “Uma situação que as pessoas nem sempre se dão conta é o impacto do ruído. Caminhões a diesel emitem mais ruído, e isso afeta muito a qualidade de vida urbana, principalmente nas operações noturnas ou em áreas residenciais. Os caminhões que lançaremos, seja com GNV ou com biometano, têm o diferencial de serem mais silenciosos. Isso significa menos poluição sonora e mais tranquilidade para a comunidade”, afirma. 

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Energia limpa gerada a partir do lixo

A aposta no biometano não é novidade para a Marca Ambiental. Desde 2020, a empresa opera a primeira usina termelétrica do Espírito Santo a partir de biogás, instalada na Central de Valorização de Resíduos. Em 2025, a empresa dá mais um passo com a construção de uma planta dedicada à produção de biometano, reforçando seu compromisso com a valorização dos resíduos e com a geração de energia limpa. 

O novo combustível — que substitui o gás natural de origem fóssil — tem aplicações diretas tanto em veículos quanto em processos industriais, contribuindo para a descarbonização e para a redução de emissões em diferentes setores da economia. 

Mateus Belei assume liderança comercial na Grunner meta de expansão de R$ 500 milhões

A Grunner, fabricante brasileira de Smart Machines voltadas ao agronegócio, anunciou uma reestruturação estratégica em sua liderança como parte do plano de crescimento da empresa. A partir de 1º de junho, Mateus Belei, um dos sócios-fundadores da companhia, assume a Diretoria Comercial, de Marketing, de Mercado e Pós-Venda, marcando o retorno dos acionistas à linha de frente da operação.

A mudança integra os esforços da empresa para acelerar o crescimento e alcançar a meta de faturamento de R$ 500 milhões em 2025 — um salto significativo em relação aos R$ 350 milhões obtidos em 2024. Segundo a Grunner, esse avanço será impulsionado por um portfólio ampliado de produtos, novos lançamentos, fortalecimento da estrutura de vendas e pós-vendas, foco em exportações, além de investimentos contínuos em pesquisa, desenvolvimento e novos modelos de negócio. Uma das apostas recentes é o consórcio anunciado com a Agrishow, em parceria com a Mercedes-Benz.

Frota Agro

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Frota Agro
Seção dedicada ao conhecimento sobre soluções para as frotas do agronegócio

Com a nova configuração, o CEO Henrique Belei passa a liderar também a Diretoria de Operações (Produção, P&D, Engenharia e Qualidade), área anteriormente comandada por José Reche, que deixa a companhia após 11 meses de gestão.

Com apenas seis anos de operação, a Grunner vem num crescimento acelerado, o que exige dinamismo na gestão. Estruturamos uma governança sólida com muito aprendizado e agora, por questões estratégicas, assumo novamente áreas críticas com o objetivo de reforçar a essência da companhia para os próximos passos mais largos”, afirma Mateus Belei.

Inovações apresentadas na Agrishow

Durante a Agrishow 2025, a Grunner revelou novos modelos da Série 5 de suas Smart Machines, incluindo o conceito da Linha ATR S. O modelo vem equipado com balança eletrônica para pesagem precisa durante a colheita e espelhos digitais (Mirror Cam), recurso comum no transporte rodoviário que chega ao campo para ampliar a segurança e a ergonomia do operador.

Outro destaque da feira foi o lançamento do ADS S, sistema de aspersão de sólidos com design mais compacto e leve, voltado para a aplicação de vinhaça e fertilizantes líquidos. Com tanque em fibra e menor peso total, o modelo promete mais eficiência e durabilidade em condições severas.

A empresa também apresentou o primeiro protótipo funcional do ATR E, a primeira Smart Machine movida a etanol. O equipamento está pronto para iniciar operações em campo no maior laboratório a céu aberto da empresa, em Lençóis Paulista (SP), no segundo semestre de 2025.

Táxis de BH passam a usar pneus reformados. Quais veículos não podem?

Uma nova regulamentação da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) promete reduzir os custos dos taxistas da capital mineira com pneus novos e, de quebra, aquecer um setor da economia que vinha enfrentando retração, a de reforma de pneus. A partir de agora, os táxis da cidade estão autorizados a utilizar pneus reformados. A mudança, publicada em portaria da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Sumob) foi celebrada pelo Sindicato das Empresas de Revenda e de Prestação de Serviços de Reforma de Pneus e Similares do Estado de Minas Gerais (Sindipneus), que vê na decisão uma oportunidade para impulsionar o mercado e reduzir os custos da categoria.

Segundo o Sindipneus, a reforma de pneus — processo que pode incluir recapagem, recauchutagem ou remoldagem — representa uma economia expressiva para os profissionais que rodam intensamente pela cidade. Um pneu reformado custa menos da metade de um novo e a carcaça pode ser reutilizado de duas a três vezes, desde que a estrutura esteja em boas condições. Além disso, a medida é ambientalmente sustentável: cada pneu reformado evita o consumo de cerca de 57 litros de petróleo usados na produção de um pneu novo.

O presidente do Sindipneus, Paulo Bitarães, acredita que a liberação pode representar uma virada no setor, que tem enfrentado queda nas vendas — em torno de 5% neste ano — em razão das importações e da baixa fiscalização sobre o desgaste dos pneus em circulação. “Eu creio que pode dar uma impulsionada no mercado e vai ajudar muito os taxistas, principalmente no custo/benefício, porque uma reforma de pneu, hoje, sendo certificada pelo Inmetro, tem a quilometragem igual a um pneu novo”, disse ao Diário do Comércio, jornal de economia de Minas Gerais.

Qualidade e segurança

De acordo com o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), pneus reformados devem seguir rigorosos padrões de segurança. Somente empresas certificadas estão autorizadas a realizar o serviço, e os pneus passam por inspeções que garantem sua capacidade de carga e aderência, desde que o desgaste não comprometa a estrutura original — a carcaça.

O pneu não pode estar cortado, com arame aparecendo, não pode ter bolha na lateral, não pode ter defeito estrutural nenhum para a gente reformar. Como temos hoje um volume enorme de pneus importados de baixa qualidade, muitos deles já chegam inutilizáveis para reforma”, alerta Bitarães.

A fiscalização e o papel do TWI

O índice TWI (Tread Wear Indicator), indicador de desgaste dos pneus, também se aplica aos pneus reformados. Ele é fundamental para determinar o momento de troca do item. No entanto, segundo o Sindipneus, a fiscalização sobre o TWI ainda é falha no Brasil, o que permite que motoristas circulem com pneus além do limite seguro de uso — um fator que impacta diretamente a demanda por pneus novos e reformados.

Pode ou não pode?

Embora o uso de pneus reformados seja permitido em automóveis de passeio, há restrições previstas na Resolução nº 913/2022 do Contran. Eles são proibidos, por exemplo, no eixo dianteiro de ônibus e micro-ônibus, bem como em motocicletas e ciclomotores. Fora dessas exceções, os pneus reformados representam uma alternativa econômica e ambientalmente correta.

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Roteiro Automotivo: Explorando a conexão entre mobilidade, gastronomia e entretenimento

Perspectivas para o setor

A expectativa do Sindipneus é que a nova regulamentação impulsione não apenas os serviços de reforma, mas também autocentros e lojas multimarcas de pneus em Belo Horizonte e no Estado. “Essa medida pode fortalecer a cadeia automotiva regional, além de proporcionar mais margem de lucro para os taxistas, que enfrentam custos cada vez mais altos para manter o carro rodando”, analisa Bitarães.

Economia e sustentabilidade na mesma rota

Com potencial para reduzir os custos operacionais dos motoristas, ampliar a vida útil dos pneus e gerar menos impacto ambiental, a liberação dos pneus reformados para táxis em Belo Horizonte pode ser o ponto de partida para uma mudança mais ampla nas políticas de mobilidade urbana e consumo consciente.

Dica ao motorista: Vai considerar pneus reformados? Verifique se a empresa é certificada pelo Inmetro, fique atento ao TWI e garanta que a carcaça do pneu esteja em bom estado. Segurança e economia podem andar juntas.

Gostou da novidade? Quer saber mais sobre manutenção segura para veículos de trabalho? Acompanhe nossas próximas reportagens!

Conheça a agenda dos 58 anos da Mercedes-AMG no Brasil

A Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil comemora mais um aniversário da Mercedes-AMG, divisão de alta performance da marca, com uma série de ações especiais em junho no Brasil. Fundada há 58 anos, a AMG representa luxo, esportividade e inovação, mantendo-se como um dos principais nomes do automobilismo e da engenharia automotiva de alto desempenho.

Para marcar a data, a Mercedes-AMG será destaque em três importantes eventos ao longo do mês: o Catarina Aviation Show, o Festival Interlagos e o lançamento do aguardado filme oficial da F1. Além de reforçar sua imagem junto ao público apaixonado por velocidade e sofisticação, essas ações incluem experiências exclusivas voltadas aos clientes da marca.

Mercedes-AMG
Ronald Koning, CEO e Presidente da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil

Celebrar o aniversário da Mercedes-AMG no Brasil é relembrar uma história escrita com paixão, velocidade e inovação. É gratificante ver como nossos automóveis de alta performance despertam sentimentos tão intensos em cada cliente e admirador da marca”, afirma Ronald Koning, CEO e Presidente da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil. “Neste momento especial, mais do que entregar performance, queremos retribuir de alguma forma toda a admiração e reconhecimento que recebemos ao longo dos anos”, completa.

Portfólio completo e atendimento exclusivo

A Mercedes-AMG continua expandindo sua presença no mercado brasileiro, com quase 20 versões disponíveis — desde o compacto e esportivo A 45 S 4MATIC, um dos hot-hatches mais potentes do mundo, até o sofisticado SL 63 S E Performance, um conversível híbrido plug-in que une luxo e potência.

Para atender esse público exigente, a marca conta com 11 concessionárias no país certificadas como AMG Performance Center, que oferecem atendimento personalizado com consultores especializados em Vendas e Pós-Venda, os chamados AMG Experts.

Experiências exclusivas com o AMG Private Lounge Brasil

Desde 2019, a Mercedes-AMG oferece aos seus clientes o AMG Private Lounge Brasil, um programa que proporciona experiências exclusivas, como passeios, eventos em pistas de corrida e prévias de lançamentos. Além de fortalecer a comunidade de entusiastas, o programa cria oportunidades para que os clientes vivenciem a essência do universo AMG em espaços especialmente projetados.

Uma trajetória de paixão e performance

A história da Mercedes-AMG começou em 1967, quando os engenheiros Hans Werner Aufrecht e Erhard Melcher, movidos pela paixão pelo automobilismo, fundaram a empresa em uma pequena garagem na cidade de Burgstall, Alemanha. O nome AMG é uma sigla que homenageia seus fundadores e a cidade natal de Aufrecht: Aufrecht, Melcher e Großaspach.

Em 1976, com o crescimento da operação, a sede foi transferida para Affalterbach, onde permanece até hoje como sinônimo de engenharia de ponta e performance incomparável. Ao longo das décadas, a Mercedes-AMG se consolidou como divisão esportiva da Mercedes-Benz, combinando potência, sofisticação e exclusividade.

Agenda de junho: três grandes eventos

A celebração dos 58 anos da Mercedes-AMG no Brasil será marcada por três grandes ações:

  • Catarina Aviation Show (5 a 7 de junho) – A marca participa do principal evento de aviação executiva do país, realizado no aeroporto executivo Catarina, em São Roque (SP). Em um ambiente voltado para networking e inovação, o público poderá conhecer de perto os últimos lançamentos e tecnologias da Mercedes-AMG.
  • Festival Interlagos (11 a 15 de junho) – Pela primeira vez, a Mercedes-AMG participa do evento, que reúne velocidade, música e entretenimento no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A grande atração será o AMG GT 63 S E PERFORMANCE, o mais recente lançamento da marca no Brasil, com tecnologia híbrida de alta performance.
  • Filme oficial da F1 – A Mercedes-AMG também marca presença nas telonas com o lançamento do filme oficial da Fórmula 1, que acompanha a jornada de um ex-piloto retornando às pistas para orientar uma nova promessa do automobilismo. A produção promete cenas de alta velocidade e realismo, com participação direta dos modelos da marca.

Perspectivas promissoras

O bom momento da Mercedes-AMG no Brasil se reflete nos números: nos primeiros cinco meses de 2025, a marca já ultrapassou 480 unidades vendidas, sinalizando um ano promissor e possivelmente histórico para os resultados da divisão de alta performance.

Com tecnologia de ponta, atendimento exclusivo e uma comunidade cada vez mais engajada, a Mercedes-AMG segue acelerando forte no país — sempre com luxo, emoção e performance de sobra para celebrar cada quilômetro de sua trajetória.

José Antonio Reche assume direção da Unidade de Veículos Comerciais da Rodobens

A Rodobens anunciou uma importante mudança em sua estrutura de liderança. A partir de 1º de julho, José Antonio Reche assume a direção da Unidade de Veículos Comerciais da companhia, integrando-se ao time executivo com a missão de fortalecer a atuação da empresa em um dos segmentos mais estratégicos do grupo.

Reche substitui Ademir Odorício, que iniciará o processo de transição ao longo do mês de junho e deixará oficialmente a posição em 30/06.

Com 35 anos de experiência no setor automotivo — sendo 32 deles dedicados à Mercedes-Benz do Brasil — José Antonio Reche é amplamente conhecido no mercado por sua atuação estratégica em áreas comerciais e de pós-venda, tanto no segmento de veículos comerciais quanto de automóveis. Ao longo da carreira, liderou redes de concessionárias negociações com grandes frotistas em todo o Brasil. Após essa longa jornada na montadora, ele assumiu, por dois anos e meio, o cargo de diretor executivo nas concessionárias Sambaíba e Divena. No último ano, esteve à frente das operações da Grunner, onde liderou iniciativas voltadas para inovação, crescimento sustentável e excelência operacional. 

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Graduado em Gestão de Relacionamento com o Cliente e com pós-graduação em Liderança, ele ainda soma dois MBAs, um em Marketing e Vendas e outro em Liderança e Motivação. Sua formação teve início no SENAI Humberto Reis Costa, na Vila Alpina. 

Sobre a Rodobens

A Rodobens é um dos principais grupos empresariais do Brasil, atuando há mais de 70 anos em diversos segmentos, com um ecossistema único de distribuição e serviços financeiros. No setor de veículos comerciais, a empresa atua como a maior rede de distribuição de caminhões, ônibus e vans Mercedes-Benz do país, com 25 concessionárias espalhadas por 13 estados.

Além da comercialização de veículos, a Rodobens oferece leasing e locação. O grupo também atua na venda de peças e pneus. Complementando sua atuação, a Rodobens disponibiliza consórcios, financiamentos e seguros.