segunda-feira, abril 6, 2026

Volare celebra 27 anos com liderança no mercado e presença estratégica em feiras setoriais

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Com 54,3% de participação no mercado brasileiro de micro-ônibus, empresa completa 27 anos com inovação, sustentabilidade e proximidade com clientes. Marca também fornece 49 veículos ao governo gaúcho, ampliando atuação no setor público.

Junho é um mês especial para a Volare, referência nacional na produção de veículos leves para transporte de passageiros. A marca celebra 27 anos de trajetória, consolidando-se como líder absoluta no segmento, com 54,3% de participação no mercado brasileiro. Ao longo dessa jornada, mais de 80 mil unidades foram produzidas, resultado de uma estratégia baseada na versatilidade, inovação e proximidade com os clientes.

Neste mês de comemorações, a empresa marca presença em quatro importantes eventos setoriais: Modal Expo (ES), Bahia Farm Show (BA), Cana Show (SP) e Brasmin (GO), reforçando sua atuação nos setores de mobilidade urbana, agronegócio e mineração.

Acreditamos que a proximidade com nossos clientes é a chave para o desenvolvimento de soluções cada vez mais eficientes e inovadoras“, afirma Sidnei Vargas, gerente comercial da Volare. “Nossa presença nessas feiras é uma oportunidade de demonstrar como a Volare se adapta e oferece o veículo ideal para cada necessidade”.

Presença estratégica nas feiras de junho

A participação da Volare nos eventos deste mês visa demonstrar na prática a flexibilidade do portfólio da marca, ajustando-se às demandas específicas de cada setor.

  • Modal Expo (3 a 5 de junho | Serra, ES): Em parceria com a concessionária Drosdsky, a Volare apresenta o Fly 10 GV, ideal para mobilidade corporativa e urbana com eficiência e inteligência.
  • Bahia Farm Show (9 a 14 de junho | Luís Eduardo Magalhães, BA): Em uma das principais feiras do agronegócio, a empresa expõe, junto à Taguamotors, os modelos Attack 8 Robust, Attack 9 Rural e Fly 12, reforçando sua conexão com o campo e o produtor rural.
  • Cana Show (11 e 12 de junho | Ribeirão Preto, SP): Destaque para o Fly 10 GV e o Volare Híbrido, apresentado em parceria com a Noromak. O modelo híbrido é um marco na busca por sustentabilidade e inovação no transporte de passageiros.
  • Brasmin (24 a 26 de junho | Goiânia, GO): Em parceria com a Shopbus, a Volare levará o Attack 8 4×4 Mineração, veículo robusto para as exigências operacionais da indústria mineral.

Mobilidade do futuro: híbrido e GNV

A Volare avança rumo à mobilidade sustentável, combinando eficiência econômica e responsabilidade ambiental. O Fly 10 GV, movido a GNV e biometano, é ideal para empresas e governos que buscam reduzir o impacto ambiental e os custos com combustíveis.

Já o Volare Híbrido, que une propulsão elétrica e motor a etanol, destaca-se como uma solução pioneira no setor sucroenergético. Além de menor emissão de poluentes, o modelo proporciona eficiência energética e reforça o compromisso da empresa com a matriz energética brasileira e os desafios climáticos globais.

Fornecimento de 49 veículos ao governo do RS

27 anos
Os Volare para a Polícia Militar do RS

Em paralelo às feiras, a Volare anuncia a entrega de 49 unidades do modelo Fly 10 Executivo ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Os veículos serão utilizados por diversos órgãos públicos, como Brigada Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Penal, Casa Civil, PROCON e Secretaria de Habitação.

A operação, realizada com o apoio do concessionário Bormana, amplia a infraestrutura de mobilidade das forças de segurança e atendimento público, com foco em conforto, eficiência e segurança.

Esse fornecimento é muito importante para a Volare, pois demonstra a versatilidade de aplicação dos nossos modelos“, afirma Sidnei Vargas.

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Detalhes técnicos dos veículos

Com 10,145 metros de comprimento, os micro-ônibus entregues têm capacidade para 28 passageiros em poltronas semileito Executiva com tomadas USB, ar-condicionado dutado, sistema de áudio e vídeo, sirene, megafone e tomadas 110V e 220V.

O modelo é equipado com motor Cummins ISF 3.8 de 162 cv e câmbio de seis marchas, além de recursos como cones de sinalização, cambão, cabos de ponte e sistema de iluminação de leitura nos porta-pacotes.

Parceira dos setores que movem o país

Ao participar de feiras de agronegócio e mineração, a Volare se posiciona como aliada de segmentos-chave da economia nacional. Em 2024, o agronegócio respondeu por 23,2% do PIB, com faturamento de R$ 2,63 trilhões. A mineração, por sua vez, movimentou R$ 84,7 bilhões no último trimestre do ano, e prevê investimentos de US$ 64,5 bilhões até 2028, segundo o IBRAM.

Com seu portfólio diversificado e um olhar atento às transformações do mercado, a Volare continua a se destacar como uma empresa brasileira de alcance global, comprometida com a mobilidade inteligente, sustentável e conectada às necessidades de cada cliente.

11 motocicletas Honda GB350S customizadas. Qual a mais bonita?

Pelo sexto ano consecutivo, a Honda volta a deixar sua marca no festival Wheels and Waves, em Biarritz, França. Em 2025, os holofotes se voltam para a estreante Honda GB350S, estrela da mais nova edição da competição HondaCustoms, que celebra o espírito da customização sobre duas rodas.

Este ano, onze motocicletas personalizadas — produzidas por concessionárias e preparadores de sete países europeus — demonstram como a GB350S, com seu motor monocilíndrico e design retrô, serve como uma tela em branco para criatividade ilimitada. Os modelos estão em exibição até 15 de junho em www.hondacustoms.com, onde o público pode votar em sua versão favorita e baixar wallpapers exclusivos.

GB350S: Uma Nova Página na História da Customização Honda

A GB350S foi apresentada como a base ideal para reinterpretação em 2025. Seu lema, “Ride with Life, Live with Passion”, reflete sua alma simples, compacta e divertida — atributos que se conectam profundamente com o público do festival.

O retorno da plataforma HondaCustoms.com, que no verão passado atraiu mais de 25 mil votos — um aumento de 18% em relação a 2023 —, confirma que a personalização já faz parte da cultura da marca e da comunidade que a cerca.

Os Destaques de 2025: Onze GB350S, Onze Identidades Únicas

As criações deste ano são um verdadeiro tour de force de design, memória afetiva e inovação. Cada uma reflete a herança cultural e a visão única de seus criadores:

  • GB350S
    Rocket Lion

    Rocket Lion (Espanha) – Um tributo aos Café Racers clássicos da Honda, com carenagem inspirada na lendária RC181 e uma postura agressiva de GP vintage.

  • GB350S
    Clubman TT

    (Espanha) – Estética dos anos 60/70 com pintura que remete às paisagens da Ilha de Man.

  • GB350S
    Miranda

    Miranda (Espanha) – Criada por uma equipe feminina em Madrid, homenageia a liberdade com tons doces e upgrades funcionais como suspensão YSS e escape Arrow.

  • GB350S
    MBX350

    MBX350 (Espanha) – Uma recriação fiel da MBX80 dos anos 80, resgatando nostalgia com rigor técnico.

  • GB350S
    Miia

    Mia (Portugal) – Racer clássico com pintura HRC, escapamento escurecido e rodas de raios que misturam passado e presente.

  • GB350S
    Okira

    Okira (França) – Uma moto e traje assinados por uma designer parisiense de upcycling. Manifesto de moda e sustentabilidade.

  • GB350S
    Silver Bullet

    Silver Bullet (Reino Unido) – Café racer britânico de raiz, com pneus slicks e estética de corrida pura.

  • GB350S
    FTR350

    FTR350 (Reino Unido) – Uma máquina flat track minimalista com escape CR Racefit e assento em linha com o tanque.

  • GB350S
    Swiss Wing

    Swiss Wing (Suíça) – Aviônica sobre duas rodas: rebites, persianas e pintura que evoca a bandeira suíça.

  • GB350S
    Hachimaan

    Hachimaan (Itália) – Estilo bobber japonês com câmbio suicida e pintura “flamejante”, de puro espírito artesanal.

  • GB350S
    GRAND (B)RIX

    GRAND (B)RIX (Alemanha) – Furtiva, sofisticada e esportiva, com detalhes dourados e ergonomia afinada.

Uma tradição que ganha fôlego a cada ano

Desde 2020, quando a CB1000R “Africa Four” da Brivemo Motos (Suíça) conquistou o primeiro título, o concurso só cresceu. Em 2021, Portugal brilhou com a CB650R “Fenix” da Mototrofa. A Sardenha venceu em 2022 com a “Maanboard”, e a explosiva “Furiosa” dominou Biarritz em 2023. Já em 2024, foi a vez da Turquia encantar com o retrô “Bunker Imprint” baseado na CL500.

Este ano, a disputa promete ser acirrada, e o vencedor — escolhido pelo voto popular online — será anunciado no final do inverno europeu.

 

GWM aposta alto no Brasil e lança ofensiva com SUVs e picape diesel no Festival Interlagos

A Great Wall Motor (GWM), montadora chinesa de veículos, colocou o Brasil no centro de sua estratégia global. Com os olhos da matriz voltados para o País, a expectativa é alta para a inauguração oficial da fábrica em Iracemápolis (SP), marcada para o fim de julho. O início da produção está previsto para agosto, com foco em uma linha diversificada de veículos: quatro versões do SUV Haval H6, o inédito SUV de sete lugares Haval H9 e a picape Poer P30, que fará sua estreia no mercado nacional.

As duas últimas estrelas são também os destaques do estande da marca no Festival Interlagos, evento que abre ao público nesta quinta-feira (12), em São Paulo. Ao contrário do Haval H6 — que já soma 10,2 mil unidades vendidas de janeiro a maio — o H9 e a Poer P30 chegam com motorização 2.4 turbodiesel, desenvolvida para atender especificamente ao perfil do consumidor brasileiro.

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Por que anunicar na plataforma Frota News?

Roteiro Automotivo: Explorando a conexão entre mobilidade, gastronomia e entretenimento

“Nosso plano geral de negócios passa a ser o de uma empresa multienergia”, afirmou Diego Fernandes, COO da GWM Brasil. “Ofereceremos versões híbridas, elétricas, a diesel e a hidrogênio”. Segundo ele, a opção por oferecer powertrain híbrido-diesel reflete a realidade do mercado nacional, onde 95% das vendas do segmento de picapes ainda são dominadas por modelos a diesel. “Foi um pedido dos próprios clientes”, explicou.

E as novidades não param por aí. Fernandes confirmou que a picape Poer — que se pronuncia “Páuer” — também ganhará, mais adiante, uma versão híbrida plug-in, ampliando o leque de opções da linha.

Tecnologia nacional com DNA flex

A nova planta de Iracemápolis, além de abrigar a produção, será também o centro de inovação da montadora no Brasil. Junto à inauguração da fábrica, a GWM lançará a pedra fundamental de seu centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D), que ficará no mesmo terreno e tem previsão de conclusão em cerca de 12 meses.

Cerca de 40 engenheiros — brasileiros e chineses — já estão trabalhando no desenvolvimento de uma motorização híbrida combinada com tecnologia flex, que poderá chegar ao mercado antes mesmo da inauguração oficial do centro de P&D.

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“Estamos desenvolvendo uma solução flex adaptada ao contexto brasileiro, que poderá ser combinada com a motorização híbrida”, disse Ricardo Bastos, diretor de assuntos institucionais da empresa.

Expansão e metas ambiciosas

A GWM quer ir além da inovação tecnológica. A empresa projeta comercializar 34 mil veículos no Brasil em 2025, superando as 29 mil unidades vendidas no ano passado. Para isso, sua rede de concessionárias também passará por um processo acelerado de expansão: a meta é chegar a 130 pontos de venda até dezembro, com a adição de 30 novas lojas.

Com a combinação de produção local, tecnologia adaptada ao consumidor brasileiro e uma oferta cada vez mais diversificada de fontes de energia, a GWM sinaliza que não está apenas entrando no mercado nacional — está aqui para disputar liderança.

Cummins conta com novo distribuidor em Luís Eduardo Magalhães

Em meio às comemorações pelos 35 anos de atuação como distribuidora própria da Cummins no Brasil, a DCB – Distribuidora Cummins Brasil inaugura uma nova filial em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano. A abertura ocorre nesta terça-feira, 11 de junho, durante a realização da Bahia Farm Show, uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do país e vitrine do pujante agronegócio do Norte e Nordeste.

A nova unidade reforça a presença estratégica da DCB em uma das regiões de maior crescimento agrícola e industrial do Brasil. Com foco em atendimento técnico e proximidade com o cliente, a empresa busca ampliar seu suporte a setores fundamentais da economia, como a produção de grãos, irrigação, transporte de cargas, geração de energia e cooperativas rurais.

A nova filial é um investimento estratégico, que reafirma nossos valores de proximidade, excelência técnica e foco no cliente. Luís Eduardo Magalhães está no centro das transformações do agro brasileiro e nossa presença aqui nos posiciona de forma ainda mais competitiva e conectada com as demandas do campo”, afirma Yolanda Cortes, diretora geral da DCB.

A unidade inicia as operações com uma equipe de seis colaboradores e previsão de expansão para oito ainda no primeiro ano. O processo seletivo prioriza a contratação de profissionais locais, que passarão por um programa de capacitação técnica baseado nos rigorosos padrões Cummins. A oficina está apta a realizar serviços de reparo intermediário (Lite Repair), garantindo agilidade e eficiência no suporte a máquinas e geradores utilizados em operações agrícolas.

Uma história de contribuição ao desenvolvimento do país

Fundada em 1989 como distribuidora própria da Cummins no Brasil, a DCB tem se destacado ao longo das décadas como parceira de confiança nos setores de geração de energia, transporte pesado, agronegócio, óleo e gás, datacenters e infraestrutura.

A criação da divisão Power Generation, em 2001, e a abertura de filiais em regiões estratégicas entre 2002 e 2005 marcaram um período de forte expansão. A chegada ao setor de óleo e gás veio em 2009, com a unidade de Macaé (RJ). Em 2012, a empresa ingressou no segmento de datacenters e, em 2018, entregou o primeiro gerador QSK95 — equipado com o maior motor de alta rotação já produzido pela Cummins no mundo — um marco tecnológico para a DCB.

Durante a pandemia, a empresa desempenhou papel essencial no fornecimento de grupos geradores para hospitais e centros de dados em todo o país. Ainda em 2020, conquistou a certificação ISO 14001, voltada às práticas ambientais. Em 2022, recebeu a certificação ISO 45001, voltada à saúde e segurança ocupacional, e obteve o melhor score de auditoria HSE (Health, Safety and Environment).

Em 2024, a DCB iniciou um novo ciclo de modernização com a adoção do ERP Netsuite, uma plataforma integrada de gestão empresarial que automatiza processos e amplia o controle operacional em todas as unidades. No mesmo ano, a empresa lançou suas redes sociais e alcançou o maior volume de vendas da história.

Expansão com foco no futuro

Com atuação em sete estados e presença consolidada em corredores logísticos e polos produtivos do Brasil, a DCB reforça seu papel como fornecedora de soluções robustas e confiáveis em um momento de transformação do setor agrícola nacional.

A nova filial está localizada na Av. Luís Eduardo Magalhães, nº 2889, Bairro Jardim das Acácias, em Luís Eduardo Magalhães (BA), e marca um passo importante da empresa rumo ao fortalecimento de sua conexão com o campo e com os setores que movimentam a economia brasileira.

Serviço

Inauguração da nova filial da DCB – Distribuidora Cummins Brasil
Av. Luís Eduardo Magalhães, nº 2889 – Bairro Jardim das Acácias
11 de junho de 2025
Luís Eduardo Magalhães – Bahia

Inovação: como o Brasil pode colaborar em tempos de incerteza global?

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O texto “Inovação: como o Brasil pode colaborar em tempos de incerteza global?” propõe uma reflexão sobre como o Brasil pode ocupar um papel mais relevante no cenário internacional por meio da inovação, eficiência e uso estratégico de seus recursos. Traz dados e exemplos concretos de setores como mineração, agronegócio, energia e mobilidade aérea — reforçando a capacidade do país de contribuir para soluções globais mesmo em tempos de instabilidade geopolítica.

Por Thomas Gautier

Em um cenário em que as relações internacionais se tornam mais complexas e menos previsíveis, o Brasil tem condições de avançar em diferentes mercados. E como as organizações podem fortalecer conexões além-fronteiras? Nesses tempos, a resposta continua na inovação e na capacidade de simplificar processos para ganhar performance. Não faltam exemplos de que isso é possível.

Mineração e agronegócio: pilares da competitividade brasileira

A indústria de mineração, há anos no topo do PIB nacional, prevê direcionar mais de US$ 10 bilhões a projetos de sustentabilidade no período entre 2024 e 2028, segundo dados do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). O volume é 62% maior que o previsto para aplicação no intervalo de 2023 a 2027. Nesse segmento, o país se destaca na corrida de pelo menos 11 matérias-primas estratégicas para a transição energética – inclusive o lítio necessário para as baterias de carros elétricos.

Por mais que as questões geopolíticas tenham ganhado espaço, as empresas brasileiras jamais podem abandonar o que está em suas mãos resolver, como a eficiência operacional. Ainda que haja inúmeros gargalos de processo a solucionar, no início de 2025, o agronegócio já previa crescimento no ano, impulsionado pela expansão das áreas de cultivo, da produção de grãos e da atividade de insumos agropecuários.

Na safra 2023-2024, o Brasil, líder na produção de milho e soja, ultrapassou os EUA como maior fornecedor de algodão e espera se tornar o maior vendedor de café e carnes do mundo. De acordo com o estudo Radar Agtech 2024, da Embrapa, o número de incubadoras de startups do setor cresceu 224%, comparado ao ano anterior.

Energia limpa, mobilidade aérea e criatividade como diferenciais

Na indústria aeronáutica, que envolve altíssima tecnologia, a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, é líder em encomendas de Veículos Aéreos de Decolagem e Aterrissagem Vertical (eVTOLs), ou “carros voadores”. Entre 2021 e 2023, a participação de fontes renováveis na Oferta Interna de Energia brasileira passou de 45% para 49%, consolidando o potencial do país para encabeçar a transição energética. A média mundial é de 14%.

Na indústria criativa, vamos além do Oscar no cinema. O Brasil é o quinto maior mercado de games em número de jogadores e representa cerca de metade das receitas na América Latina. Tornou-se o primeiro país, em 2025, a garantir em Cannes o prêmio “Creative Country of the Year”, em reconhecimento à sua tradição e influência.

Transformação digital no setor financeiro e logístico

Na área financeira, com mais de 160 milhões de usuários, o Pix se tornou referência internacional em agilidade e segurança das transações. Segundo levantamento da A&S Partners, o número de fintechs no Brasil aumentou quase 80% nos últimos cinco anos.

O setor de logística reflete o gigantismo de um território de dimensões continentais e está na base de muitos desses mercados. De modo direto, como no frete de commodities; ou indireto, como em etapas da infraestrutura para operação de meios de pagamento ou telecomunicações. As cerca de 300 logtechs do país têm promovido uma revolução digital diversificada no transporte das cargas, que passa por gestão de entregas, frotas, IA, automação, B2B, B2C, segurança, democratização do acesso, sustentabilidade, last-mile, aumento de margens e tantas outras áreas.

Hora de agir: soluções locais com impacto global

O tamanho do país, de sua economia e de seu mercado, aliado às alternativas que precisamos criar, abre espaço para experimentar soluções de maneira única. Na base não apenas da tentativa e do erro. Beneficiados também pela intensidade, escala e diversidade que o Brasil oferece como diferencial no mundo.

Em períodos de incerteza, há ainda menos tempo para agir. É urgente pensar em como nossas maiores habilidades podem ajudar a resolver os problemas locais e os de outros países. Respostas não faltam.

*Thomas Gautier tem duas décadas de experiência em grupos internacionais e assumiu como CEO do Freto em 2021. Reconhecido Empreendedor do Ano na 26ª edição do prêmio promovido pela EY, foi CFO e diretor-geral da Repom no Brasil e Head de Logística do Grupo Edenred. 

Em parceria com a Fabet, Unidas Pesados investe na qualificação de motoristas

Em um momento em que o setor de transportes é cada vez mais cobrado por entregas seguras, econômicas e sustentáveis, investir na capacitação da mão de obra operacional deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade estratégica. Com base nesse entendimento, a Unidas Pesados iniciou um programa estruturado de formação voltado a seus instrutores e motoristas, tendo como parceira a Fabet (Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte) — referência nacional na especialização de condutores para o transporte rodoviário de cargas. 

Unidas Pesados
Marluz Renato Cariani , diretor Comercial da Unidas Pesados

A iniciativa começou com a capacitação de 16 multiplicadores de conhecimento, profissionais que agora atuam como agentes de melhoria contínua nas operações da empresa. Mais do que uma ação pontual, a formação representa um passo importante dentro da estratégia da Unidas de elevar o padrão de direção, reduzir custos operacionais, aumentar a segurança nas estradas e consolidar um modelo de logística mais eficiente. Em entrevista exclusiva ao Frota News, o diretor comercial Marluz Renato Cariani detalha como o projeto foi concebido, os primeiros resultados obtidos e as próximas etapas do programa. 

Como surgiu a iniciativa da Unidas Pesados em firmar parceria com a Fabet para a formação de motoristas de alta performance? 

Pesquisamos empresas que realizam curso de especialização de condução de veículos pesados e entendemos que a FABET nos entregaria o que buscávamos. 

Houve algum diagnóstico interno ou demanda do mercado que motivou o projeto? 

Entendemos que era necessário padronizar os conceitos de condução segura e econômica dentro de nossas operações. 

A formação dos 16 multiplicadores marca o início de um programa mais amplo? 

Sim, temos nossos instrutores de condução devidamente treinados junto com mais alguns motoristas multiplicadores de conhecimento. Colheremos bons frutos e pretendemos manter a instrução dos conceitos de forma permanente em nossa empresa. 

Qual o papel exato desses profissionais dentro da estratégia da Unidas? 

Verificar nossos indicadores de condução, analisar os principais ofensores e realizar atividades voltadas a melhora do perfil de condução de nossos motoristas. 

Que critérios foram usados para selecionar os multiplicadores formados recentemente? 

Levamos todos os nossos instrutores. E para os motoristas multiplicadores, realizamos uma seleção interna com os que mais se destacavam dentro de cada uma de nossas operações. 

São profissionais da própria operação da Unidas ou incluem também parceiros e clientes? 

Apenas funcionários da Unidas. 

Quais foram os principais focos da formação oferecida pela Fabet? 

Direção segura e econômica. 

Além da condução segura e econômica, o curso aborda temas como comportamento, relacionamento com o cliente ou tecnologia embarcada? 

Sim, e foram temas muito bem recebidos pelo nosso time. Foi fácil entender que eles complementam o conhecimento de nossos instrutores e facilitam a atuação deles no dia a dia de serviços de nossos motoristas. 

Na prática, como esses multiplicadores vão atuar dentro da operação da Unidas Pesados? 

Irão realizar viagens assistidas com nossos motoristas, divulgarão boas práticas em nossos momentos de troca de turno com a equipe e irão também propor melhorias para o trajeto que operamos. 

Unidas Pesados
Durante o curso em uma das salas da Fabet-SP
Eles serão responsáveis por treinar outros motoristas? Haverá acompanhamento de desempenho? 

Eles hoje já são responsáveis por treinar nossos motoristas e o acompanhamento do desempenho de cada uma de nossas operações é medido com nossa nota de condução, que visa avaliar pontos ligados a condução segura e econômica. 

Já é possível perceber impactos da formação na operação — como aumento de produtividade, redução de avarias ou economia de combustível? 

Sim, já temos uma melhora sendo percebida nos custos ligados a combustível. 

A parceria com a Fabet foi pensada como uma ação pontual ou há planos de torná-la um programa contínuo? 

A planos para torná-la um programa contínuo, porém ainda não definida a periodicidade. 

Existe um calendário de novas turmas ou treinamentos? 

Na FABET, por enquanto não. Internamente, sim, teremos alguns momentos com nossa equipe de motoristas com essas passagens de instrução. 

Qual a expectativa da Unidas em relação ao impacto do projeto na qualificação de mão de obra no setor de transportes? 

Nossa expectativa é termos uma melhora gradativa em nossa equipe de motoristas, hoje temos mais de 1.000 motoristas em nossas operações e precisamos mantê-los sempre atualizados. 

A empresa pretende contribuir para além de sua própria operação? 

A princípio estamos focados internamente. 

Como essa ação se conecta à estratégia mais ampla da Unidas Pesados em relação à sustentabilidade, segurança e eficiência logística? 

A qualificação constante de nossos funcionários sempre visa melhorarmos nossa eficiência, tanto em quesitos de segurança quanto de sustentabilidade. Acreditamos que quanto mais instrução dermos a nossos motoristas sobre boas práticas de condução, mais atingiremos nossos objetivos. 

De que forma o investimento na qualificação dos motoristas reforça a proposta de valor da empresa para os clientes que contratam locação de veículos pesados? 

Nossos clientes esperam que façamos o transporte de seus produtos conectados sempre com os pilares de segurança e eficiência, aplicando o conceito de melhoria contínua. Dessa forma, quando mais expandirmos o programa de qualificação para nossos motoristas, mais alinhados estaremos com aquilo que nossos clientes esperam da Unidas. 

Unidas Pesados
A certificação como multiplicadores formados pela Fabet

Brasdiesel tem melhor equipe de Serviços da Scania pela quarta vez

Competição reuniu 154 equipes e quase 800 profissionais da rede de concessionárias Scania. E a equipe Btech, da Brasdiesel de Ijuí, representará o Brasil na final regional, em novembro, na Argentina. E mais: a rede Scania está com mais de 500 vagas de emprego abertas para técnicos em manutenção

O Scania Top Team é uma competição entre equipes de profissionais das oficinas da rede Scania em todo o mundo, realizada em diferentes etapas, tendo a final nacional brasileira realizada recentemente. Em coletiva de imprensa após a final nacional da competição Scania Top Team 2025/2026, os profissionais da Scania Brasil e da concessionária Brasdiesel, que teve a equipe BTech vencedora pela quarta vez, falam sobre os desafios sobre a competição e a sua relação com o dia a dia das oficinas de manutenção de caminhões e ônibus da marca.

Segundo Maria Luiza Delavy, diretora de Pessoas e Cultura da Scania Operações Comerciais Brasil, as provas elaboradas para as equipes são baseada em possibilidades reais do cotidiano e vence a equipe que soluciona o problema me menor tempo, já que, cada vez mais, o menor tempo do caminhão parado para manutenção é mais valorizado pelos clientes.

A final da etapa nacional foi no último sábado (7), no Centro de Treinamento da Scania Academy, em São Bernardo do Campo (SP), quando a equipe BTech consagrou-se tetracampeã como a melhor equipe de Serviços da Scania no Brasil.

Apesar do Scania Top Team ter começado em 1996 entre os países nórdicos, o Brasil começou a participar em 2011 e das seis edições realizadas no país, a Brasdiesel venceu quatro. Agora, a BTech parte agora para a disputa da final regional, marcada para o dia 8 de novembro, na Argentina. O torneio reunirá equipes de outros sete países: Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, Guatemala e Uruguai ou Paraguai (estes últimos ainda disputarão entre si a última vaga).

Um legado de excelência técnica

Scania Top Team
Equipe BTech campeã de 2025/2026

A BTech é composta por Marcelo Bueno (Mecânico Líder e único tetracampeão), Jardel Bealozourw Franco (Mecânico de Motor), John Maicon Fritz Noronha (Consultor Técnico), Carlos Alberto Ceratti (Mecânico Geral) e Kennedy Dessuy Mai (Mecânico de Transmissão).

“Foi uma grande emoção ganhar o quarto título nacional. Vamos em busca novamente do sonho de subir ao pódio mundial”, declarou Marcelo Bueno, líder da equipe, que atua há 24 anos na Brasdiesel. Em 2023, a BTech conquistou o terceiro lugar mundial — o melhor resultado do Brasil na história da competição.

Desempenho técnico e trabalho em equipe

A final nacional contou com 10 equipes finalistas, selecionadas entre 154 times inscritos (quase 800 profissionais participaram). A rede Scania em todo o país conta com cerca de 5 mil profissionais de manutenção, sendo a participação espontânea por meio de inscrição. Inclusive, pode-se inscrever mais de uma equipe por concessionária e, por isso, cada equipe cria e seu próprio nome.

A competição foi dividida em cinco fases, sendo as duas primeiras virtuais, com provas teóricas. A final, presencial, desafiou os participantes em quatro estações práticas e uma teórica, testando habilidades em manutenção preventiva, diagnóstico elétrico, sistema de transmissão e motor, além de conhecimentos em segurança e abordagem técnica.

A segunda colocação ficou com a PG Tech, da Casa Cotrasa de Ponta Grossa (PR), e o terceiro lugar foi para a equipe SJP 1, também da Cotrasa, mas de São José dos Pinhais (PR).

Mais do que uma competição, segundo Fernando Valiante, diretor de Serviços da Scania Brasil, o Top Team é uma plataforma global de capacitação promovida pela Scania. Desde 1996, o torneio busca desenvolver, reconhecer e valorizar os profissionais de serviços da marca, promovendo uma cultura de excelência técnica e trabalho colaborativo.

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Mercado aquecido e carência de mão de obra

Durante a coletiva de imprensa, os executivos da Scania demonstram a preocupação com a escassez de profissionais qualificados para atuação nas oficinas, um problema relatado não só pela Scania, mas também por outras marcas. Atualmente, a Scania tem 500 vagas abertas em todo o país para diferentes funções de serviços, reflexo da demanda crescente por mão de obra técnica especializada.

Caso tenha interesse em se candidatar, procure o site da concessionária de sua região e a aba “trabalhe conosco”. A partir daí, só seguir as instruções.

“Investimos muito no treinamento de nossos profissionais. O cliente não pode ficar com o veículo parado além do necessário. A BTech simboliza esse compromisso com o atendimento de excelência”, afirmou André Decker, gerente-geral de Serviços da Brasdiesel.

Próximos desafios

Com o tetracampeonato brasileiro garantido, a BTech volta seus esforços agora para a final regional, em novembro. As duas melhores equipes dessa etapa se classificam para a grande final mundial, marcada para maio de 2026, na Suécia — berço do Top Team. A expectativa é alta, e o sonho da conquista global segue mais vivo do que nunca.

“Seguiremos firmes, fortes e unidos para absorver cada vez mais conhecimento. O espírito de equipe segue vivo. Estamos nos tornando profissionais cada dia melhores”, reforça Marcelo Bueno.


Histórico brasileiro no Top Team

  • 2011: Estreia do Brasil com a equipe da Codema (Guarulhos-SP)
  • 2012/2013: Campeã – Battistella (São José dos Pinhais-PR)
  • 2014/2015: Campeã – Btec (Brasdiesel-Ijuí-RS)
  • 2017/2018: Campeã – Btec (Brasdiesel-Ijuí-RS)
  • 2022/2023: Campeã – BTech (Brasdiesel-Ijuí-RS)
  • 2025/2026: Campeã – BTech (Brasdiesel-Ijuí-RS)

Próximas etapas do Top Team 2025/2026

  • Final Regional: 8 de novembro, Argentina
  • Final Mundial: Maio de 2026, Suécia

Chef Marcus Samuelsson e Volvo Trucks servem jantar com zero emissões

Imagine um jantar em que o transporte é tão importante quanto o tempero. Foi exatamente isso que aconteceu em Gotemburgo, na Suécia, onde a Volvo Trucks decidiu provar, com garfo, faca e caminhões elétricos, que logística e gastronomia podem (e devem!) andar de mãos dadas rumo a um futuro mais verde — e mais saboroso.

A estrela da noite? Não foi só o bacalhau glaceado com missô. Foi também o meio de transporte que trouxe o peixe até o fogão do renomado chef Marcus Samuelsson, figura culinária internacional, vencedor de Emmy e fornecedor oficial de delícias até mesmo para Barack Obama. Marcus, desta vez, trocou o red carpet pelo asfalto verde da logística sustentável.

Para este projeto, tive que pensar no transporte como ingrediente, certo? É um personagem principal!”, brincou o chef. “Espero que um dia todos os cardápios indiquem como a comida foi transportada. E quem sabe, isso vire até um novo prêmio Michelin: três pneus verdes!

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Do campo à cozinha… com zero emissões (quase)

A missão era clara: preparar um jantar gourmet com ingredientes que tivessem viajado apenas a bordo de caminhões movidos a eletricidade ou combustíveis renováveis — nada de diesel sujando a festa. Resultado? Um verdadeiro desfile sustentável de 2.700 quilômetros rodados por terra, dos quais 86% foram cobertos com caminhões elétricos que não emitem nem um pingo de CO₂ pelo escapamento. O restante? Veículos abastecidos com biometano e biodiesel.

O menu foi de fazer babar até ativista ambiental: bacalhau glaceado com missô, lagostim, repolho, salada de pepino e um Riesling alemão para brindar à saúde… do planeta.

E tudo isso não foi só uma aventura gastronômica. Como explicou Katarina Adamson, vice-presidente de Marca Global e Comunicação da Volvo Trucks, o projeto mostra que sustentabilidade não precisa ser um conceito abstrato, mas algo que chega, literalmente, ao nosso prato. “Ao conectar caminhões elétricos com uma experiência de restaurante, tornamos a sustentabilidade algo palpável para o setor de alimentos e bebidas — onde o transporte responde por 19% das emissões de carbono”, pontuou Katarina.

Uma mesa para muitos

A refeição, servida em um restaurante local de Gotemburgo, foi o resultado de um verdadeiro banquete colaborativo. Empresas de transporte, produtores de alimentos e fornecedores se uniram para mostrar que a receita de um futuro com emissões zero tem vários ingredientes — e cada um tem seu papel no prato.

E a Volvo não está apenas temperando o discurso. A empresa já entregou mais de 5.000 caminhões elétricos em 50 países, abocanhando uma fatia de 47% do mercado europeu de caminhões pesados elétricos em 2024. Nos Estados Unidos, o domínio também já está no ponto.

Para alcançar a tão sonhada emissão líquida zero até 2040, a Volvo está apostando em uma estratégia de “prato feito”: caminhões elétricos a bateria, modelos movidos a célula de combustível (hidrogênio verde, alguém?) e motores a combustão que rodam com biocombustíveis renováveis. Uma trinca sustentável digna de um menu degustação com estrela.

No final das contas…

O jantar de Marcus Samuelsson não alimentou apenas os convidados, mas também um debate urgente: como podemos repensar a cadeia de abastecimento na indústria de alimentos e bebidas? E se, no futuro, o delivery de um filé de salmão for acompanhado da informação: “entregue com zero emissões”?

Se depender da Volvo Trucks, essa ideia está saindo do papel — ou melhor, do escapamento — e indo direto para o prato. E cá entre nós, é uma delícia ver sustentabilidade e inovação dividindo a mesma mesa.

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Resumo da receita sustentável:

  • Ingredientes: bacalhau, lagostim, repolho, pepino e vinho
  • Distância percorrida: 2.700 km
  • Modo de transporte: 86% por caminhões elétricos, 14% com biocombustíveis
  • Objetivo: mostrar que transporte sustentável pode (e deve) fazer parte da receita
  • Mensagem do chef: transporte também é ingrediente — e dos importantes!

Análise Frota News: Logicamente que a receita não foi zero emissão, já que não houve rastreabilidade das emissões de toda a cadeia de produção do caminhão, das baterias, dos alimentos e da energia para abastecer os caminhões, as fábricas e as fazendas produtoras dos alimentos. E se houve, com certeza, não foi de zero emissão, pois, do contrário, teria sido divulgado. De qualquer forma, foi uma ação de marketing válida, pois, a receita demonstra que há possibilidade de reduzir as emissões de forma significativa.

Foton Tunland V9 4×4 Ultimate em detalhes técnicos

Nos bastidores, a Foton anuncia que vai iniciar as vendas de suas picapes no Brasil. A versão premium será a Tunland V9 4×4 AT Ultimate, que já vem sendo a aposta da marca para conquistar o consumidor sul-americano. Ela tem uma proposta robusta, tecnológica e refinada, mirando diretamente concorrentes tradicionais como Toyota Hilux, Ford Ranger e Chevrolet S10. Com base nas fichas técnicas da Tunland V9 já comercializada na Argentina, México e outros países da América Lantina, apresentamos em detalhes as características da mais nova opção no mercado brasileiro.

No coração da Tunland V9 pulsa o motor AUCAN 4F20TC, um 2.0 turbodiesel com sistema híbrido leve de 48V — uma rara combinação nesse segmento. Ele entrega 161 cv a 4.000 rpm (combinando chega a 175 cv) e torque de 451 Nm entre 1.800 e 2.600 rpm. A transmissão automática é a já conhecida ZF de 8 velocidades, e a tração 4×4 é sob comando eletrônico.

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Foton Tunland V9
O interior da Tunland V9 apresenta um nível de acabamento e equipamento das picapes de luxo

Seu interior aposta em conforto de SUV premium: ar-condicionado bi-zona, bancos dianteiros elétricos com aquecimento e ventilação (8 posições para o motorista e 4 para o passageiro), assentos traseiros também aquecidos, teto panorâmico com cortina elétrica e até uma central com “cool box” para manter bebidas geladas. O painel digital de 14,6” e a multimídia de 12,3” com CarPlay, USB, Bluetooth e carregador wireless completam a experiência de conectividade.

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A lista de assistências à condução é extensa e moderna. A picape traz controle de estabilidade e tração, seis airbags, sensores de ponto cego, câmera 360º, alerta de colisão frontal com frenagem automática (AEB), controle de cruzeiro adaptativo (ACC), assistente de permanência e centralização em faixa, além de alerta de fadiga do motorista. O pacote de segurança é digno de veículos de luxo.

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Dimensões e capacidade

Com 5,6 metros de comprimento, 720 kg de capacidade de carga e 3.055 kg de peso bruto total, a Tunland V9 está pronta tanto para o trabalho pesado quanto para aventuras. A suspensão dianteira com duplo braço e McPherson, e traseira multilink, garantem estabilidade e conforto em qualquer terreno. Estribos laterais off-road, protetor de caçamba, amortecimento no portão traseiro e um prático degrau retrátil atestam a vocação utilitária da picape.

A Foton Tunland V9 4×4 Ultimate, no países vizinho, tem 5 anos de garantia ou 150.000 km.

 

Marco das Garantias: Menos processos, mais crédito: como bancos podem reduzir juros com nova norma

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A recente regulamentação do Marco das Garantias pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pode ter impacto direto na redução das taxas de juros no Brasil. O provimento 196, publicado na última semana, agiliza e barateia o processo de recuperação judicial de veículos, máquinas e equipamentos financiados e inadimplentes, permitindo a busca e apreensão do bem por meio de cartórios, sem a necessidade de ação judicial.

Essa mudança, considerada um avanço por especialistas e representantes do setor automotivo, traz mais segurança jurídica às operações de crédito, consolidando a propriedade dos bens financiados de forma mais ágil. Antes, a burocracia envolvida nas ações judiciais encarecia os custos operacionais dos bancos, que repassavam esse risco ao consumidor final na forma de juros elevados.

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Com o novo modelo extrajudicial, os custos operacionais das instituições financeiras devem cair, reduzindo o chamado “spread bancário” — a diferença entre a taxa de captação de recursos pelos bancos e os juros cobrados dos consumidores. Em médio prazo, isso pode impactar positivamente o mercado de crédito, tornando os financiamentos, especialmente os de veículos, mais acessíveis.

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Além da redução de custos para os credores, a expectativa do setor é que o novo mecanismo acelere a renegociação de dívidas e diminua o risco de inadimplência prolongada, que antes resultava em encargos e juros acumulados. Isso favorece não só o mercado financeiro, mas também consumidores que buscam condições mais vantajosas para crédito.

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A implementação imediata da norma permitirá uma avaliação rápida dos efeitos da medida. Caso ela se traduza em maior confiança e segurança entre credores e devedores, podemos assistir a uma queda gradual nas taxas de juros praticadas pelos bancos e financeiras, fomentando um ambiente mais competitivo e estimulando o crescimento econômico.