sexta-feira, abril 3, 2026

Marcopolo anuncia retorno ao mercado europeu com Paradiso G8 1200 na Busworld 2025

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A Marcopolo prepara sua volta ao mercado europeu com uma estratégia focada no transporte rodoviário. O movimento será marcado pela apresentação do Paradiso G8 1200, modelo concebido especialmente para atender às exigências de operadores do continente. A estreia acontece durante a Busworld Europa 2025, de 4 a 9 de outubro, em Bruxelas, Bélgica, maior feira global dedicada ao setor.

A presença na Busworld é fundamental para mostrarmos o que temos de mais avançado em design, tecnologia e conforto para o transporte coletivo. O Paradiso G8 1200 representa nossa capacidade de adaptação às demandas globais e reforça nosso compromisso com a expansão internacional da companhia”, afirma André Armaganijan, CEO da Marcopolo.

Estratégia de reentrada

A decisão de retomar operações comerciais no continente foi motivada por transformações recentes do setor. Segundo Armaganijan, o ambiente atual é mais favorável para fornecedores globais com flexibilidade produtiva e capacidade de customização. A Marcopolo identificou uma oportunidade estratégica para oferecer soluções sob medida, unindo experiência internacional à produção no Brasil.

Desenvolvido pela engenharia brasileira, o Paradiso G8 1200 é compatível com os principais chassis disponíveis no continente e segue normas técnicas e homologações específicas da região. O modelo traduz o compromisso da fabricante com inovação, segurança e adaptabilidade global.

Entre os principais diferenciais estão:

  • Design funcional e moderno, com área envidraçada ampliada, para-brisa maior e espelhos redesenhados;
  • Acessibilidade total, incluindo segunda porta no entre-eixos e sanitário reposicionado;
    Interior premium, com poltronas que deslizam para o corredor e portas pantográficas eletropneumáticas;
  • Tecnologia embarcada, como sistema multiplex, conectividade via tablet, soluções de cibersegurança e centralização de comandos;
  • Segurança ativa e passiva, com frenagem autônoma (AEB), alerta de saída de faixa (LDW), controle de cruzeiro adaptativo (ACC), visão 360° e sensores de ponto cego.
Busworld
Painel do modelo a ser exposto, mas devendo ganhar características diferentes conforme o modelo do chassi europeu

O veículo que será exibido na feira mede 13,5 metros de comprimento e acomoda 55 passageiros em assentos Confort AA, equipados com tomadas USB. O conforto é reforçado por ar-condicionado, sistema de áudio e vídeo com DVR, dois monitores de 15,6”, iluminação interna em LED com cromoterapia e isolamento termoacústico de alta performance.

Panorama Europeu – Mercado de Ônibus Rodoviários / Ônibus & Coach

Indicador Valor / crescimento recente Fonte
Tamanho estimado do mercado europeu Bus & Coach US$ 5,85 bilhões em 2024; projeção de chegar a ~US$ 7,71 bilhões até 2030, com CAGR de ~4,7 % entre 2025-30. (techsciresearch.com)
Nº de registros totais de ônibus/ônibus rodoviários em alguns países-chave (2024) França: ~5.807 unidades (+2 % vs 2023); Itália: ~4.920 unidades (+20 %); Espanha: ~4.355 unidades (+16 %); Alemanha: ~5.382 unidades (queda de ~2 %) (Sustainable Bus)
Projeção de veículos zero-emissão até 108.000 veículos zero-emissão (ônibus + coaches) em circulação na Europa até 2030 (Sustainable Bus)
Segmento interurbano / coach (ônibus rodoviários) Está entre os segmentos mais dinâmicos, especialmente com o crescimento do turismo rodoviário, demanda por conforto e pressões regulatórias por emissões mais limpas. (Mordor Intelligence)
Participação por tipo de motorização Diesel ainda tem participação majoritária em muitos mercados, mas elétricos (+ híbridos) têm o mais alto CAGR para o período até 2030; políticas ambientais e subsídios favorecem esta migração. (techsciresearch.com)
Projeção de vendas de ônibus na Europa em unidades ~83.900 veículos vendidos em 2025; crescimento moderado estimado até 2029, para ~89.200 unidades, com CAGR ~1,5 % no total de ônibus. (Statista)

Gislaine Zorzin, diretora da Zorzin Logística, será painelista no Seminário Educação para Logística

O setor logístico nacional se prepara para um evento de destaque sobre o futuro da formação profissional. No dia 14 de outubro de 2025, o Hotel Pullman Ibirapuera, em São Paulo, receberá o Seminário Educação para Logística – 2025.

Um dos painéis mais aguardados será “Inclusão da Mulher na Logística: Formando um Setor mais Justo e Inovador”, que contará com a participação de Gislaine Zorzin, diretora administrativa da Zorzin Logística. Com mais de 30 anos de experiência no setor de transporte e formação em Administração, Logística e Psicologia, Gislaine é membro do Conselho Superior da NTC&Logística, integra a Diretoria Institucional da ABTLP, é vice-coordenadora do Movimento Vez & Voz e parceira do Movimento A Voz Delas, da Mercedes-Benz.

Ela dividirá o palco com Roberta Caldas, presidente da Transporcred, e Sula Miranda, que, nesta ocasião, atuará não como cantora, mas como defensora ativa do setor de transportes.

A importância da educação para o setor

O Seminário Educação para Logística, que contará ainda com outros quatro painéis, reunirá líderes do transporte, logística, indústria automotiva e instituições de ensino. O objetivo é discutir soluções práticas para acelerar o desenvolvimento de competências e atender à crescente demanda por profissionais qualificados.

O evento, que ocorrerá das 8h às 18h, terá como foco a integração entre educação, tecnologia, oportunidades e práticas sustentáveis. Especialistas, representantes de fabricantes de veículos comerciais e educadores vão explorar estratégias para alinhar a formação técnica e estratégica às necessidades futuras da cadeia logística.

Seminário “Educação para Logística 2025”: os temas importantes para o novo profissional

Mediadora

A mediação do painel “Inclusão da Mulher na Logística: Formando um Setor mais Justo e Inovador” ficará a cargo da jornalista Graziela Potenza, editora-chefe da Revista Caminhoneiro. Com quase quatro décadas de experiência, Graziela construiu uma carreira sólida e respeitada no transporte rodoviário de cargas, sendo reconhecida por sua atuação na valorização dos profissionais que movem a economia brasileira.

Autora do livro “Caminhoneiro Herói”, que retrata a importância e os desafios da profissão, Graziela é referência no jornalismo especializado. Ao longo de sua trajetória, participou de inúmeros debates, eventos e iniciativas voltados à melhoria das condições de trabalho no setor. Com sua experiência e olhar humano, une informação e engajamento, mantendo a Revista Caminhoneiro como uma das principais fontes de conteúdo e inspiração para os profissionais da área.

O seminário promete ser um espaço de troca de experiências, networking e construção de soluções para preparar a logística brasileira para os desafios da próxima década. Patrocinadores: DAF Caminhões, Marcopolo e Hotel Pullman Ibirapuera.

Serviço
Data: 14 de outubro de 2025
Horário: 8h às 18h
Local: Hotel Pullman Ibirapuera – São Paulo/SP
Inscrições limitadas: pelo Sympla

DAF dá a largada na produção do CF 380 com motor de 9 litros

Uma das grandes novidades da Fenatran 2024, o DAF CF 380 chega ao mercado tendo a  24ª Feira e Congresso de Transporte e Logística TranspoSul como palco de lançamento comercial no Brasil.

O modelo conta com motor PACCAR PX-9 de 8,9 litros e potência de 380 cv. Até então, a gama CF contava com motores PX-7 com 6,7 litros nos modelos DAF CF semipesados rígidos, com potências que variam entre 260 cv e 310 cv, aplicado nos modelos semipesados; e com o motor MX-13, de 12,9 litros, com potência acima de 400 cv, e modelos cavalos mecânico e vocacionais tracionados.

Quais são os concorrentes do novo CF 380

O DAF CF com o novo motor PACCAR PX-9 de 380 cv entra em um segmento de cavalos mecânicos bastante competitivo no Brasil. Seus principais concorrentes são modelos de outras marcas que oferecem potência e características similares para operações de média a longa distância.

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A lista conta com o Scania da série P, mais especificamente os modelos P 360, equipado com motor de 9 litros e 360 cv. Na marca Volvo, os concorrentes são da família FM, como o FM 370 que se aproxima mais da faixa de potência do DAF. Entre as opções da Mercedes-Benz, há os récem-relançados Axor 2038 e 2538. Por fim, na linha Volkswagen, temos o Constellation 19.380 e 25.380.

Na TranspoSul

“O Rio Grande do Sul concentra alguns dos maiores clientes DAF no país, em diversos tipos de operações, comprovando a versatilidade da nossa linha de produtos e a sua aceitação pelo mercado do Rio Grande do Sul. Outra particularidade do estado é a operação em rotas internacionais, pela América Latina, nas quais nossos caminhões têm apresentado excelente performance. Estamos com uma ótima expectativa em relação à feira, depois de dois anos da última edição”, comenta Gabriel Fernandes, Diretor de Vendas da DAF Caminhões.

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No dia 24 de setembro, Luis Gambim, diretor Comercial da DAF Caminhões, fará uma palestra com o tema: “Conectando o Presente ao Amanhã: Estratégias para o Futuro do Transporte”, a partir das 18h15. O executivo estimulará o público a uma reflexão sobre a conexão do cenário atual de transportes com o futuro, e o papel da indústria nessa jornada.

A participação da DAF Caminhões na TranspoSul ocorre em parceria com a DAF Eldorado Caminhões. “A DAF chega à TranspoSul 2025 com grandes expectativas de negócios. Hoje, somos uma das líderes de mercado no Rio Grande do Sul, e isso nos impulsiona ainda mais a marcar presença nesse grande evento. Estaremos com um estande preparado para receber nossos clientes e, claro, conquistar novos parceiros em todo o estado, com o apoio do SETCERGS – Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul”, afirma Andersom Toso, diretor da DAF Eldorado.

A DAF Eldorado conta com sete concessionárias no Rio Grande do Sul, localizadas nas cidades de Eldorado do Sul, Passo Fundo, Ijuí, Caxias do Sul, Estrela, uma Loja TRP em Três Cachoeiras e a recém-inaugurada unidade de Pelotas.

PACCAR Parts

A PACCAR Parts marcará presença na TranspoSul 2025 com uma série de ativações especiais para os visitantes. Em parceria com a TruckPag, os visitantes poderão participar da “Roleta da Sorte” e retirar brindes exclusivos DAF/TRP no estande da marca.

O espaço contará ainda com exposição de peças genuínas DAF e multimarcas TRP, além de acessórios aplicados nos veículos em exibição, como defletores de ar, saias laterais, kit hidráulico e sistemas multimídia. Serão apresentadas novidades da linha 2025 da DAF Collection, e a equipe comercial de peças disponibilizará ofertas exclusivas para o público.

Por que a Volvo testa um caminhão Mack em solo brasileiro? A resposta não é como dizem nas redes sociais

Vídeos e fotos de um imponente caminhão da marca norte-americana Mack circulando em estradas brasileiras tomaram as redes sociais nas últimas semanas, alimentando especulações sobre um possível lançamento da icônica fabricante no país. A associação foi imediata: a Mack Trucks é propriedade do Grupo Volvo, que possui uma sólida e tradicional operação no Brasil. No entanto, informações apuradas pela Frota News e um posicionamento oficial da Volvo do Brasil esclarecem a situação e frustram as expectativas de quem já sonhava em ver os “brutos” da Mack disputando o mercado nacional.

Os vídeos, compartilhados em diversos grupos de caminhoneiros e entusiastas do setor, mostram um modelo da marca, facilmente identificável pelo seu característico logotipo com o bulldog, em testes de rodagem. A presença do veículo em solo nacional levou muitos a acreditarem que o Grupo Volvo estaria preparando terreno para introduzir a Mack no mercado brasileiro, aproveitando sua estrutura de produção e distribuição já consolidada.

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A placa, com letras e números verdes, e iniciada “A”, indicam que o caminhão está usando uma placa vinculada um fabricante do Paraná, onde é a sede do Grupo Volvo no Brasil. Essas placas são instaladas em qualquer modelo de uma montadora para testes em vias públicas, portanto, nunca vinculadas ao próprio caminhão.

A realidade por trás dos testes é outra. Conforme apurado pela Frota News, a presença do caminhão Mack no Brasil não tem relação com planos de comercialização no mercado local. A explicação está na capacidade e expertise da engenharia da Volvo no Brasil, que presta serviços de desenvolvimento e validação para marcas do grupo em nível global.

Esclarecimento da Volvo

A Volvo do Brasil confirmou essa prática e desfez os rumores. A empresa destacou que as condições únicas e severas das estradas e do clima brasileiro servem como um campo de provas ideal para testar a durabilidade e o desempenho de componentes e veículos completos.

Não temos como precisar dados do veículo fotografado. Mas a Volvo do Brasil presta serviços de engenharia global, por conta das características singulares de clima, pavimento e topografia do País. Assim, modelos não disponíveis aqui podem eventualmente ser vistos em circulação nas estradas brasileiras, sem relação direta com o mercado local”, afirma a Volvo do Brasil.

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Desta forma, o caminhão Mack visto em testes está, na verdade, sendo submetido a avaliações de engenharia para projetos globais do Grupo Volvo. Os dados coletados a partir dessas operações no Brasil são cruciais para o desenvolvimento e aprimoramento de veículos que podem ser lançados em outros mercados ao redor do mundo, mas não necessariamente no Brasil.

Portanto, para a decepção de muitos admiradores, os vídeos que circulam são, de fato, apenas especulativos. A presença do “bulldog” americano nas estradas brasileiras representa a competência da engenharia nacional dentro de uma gigante global, e não a iminente chegada de uma nova concorrente ao mercado de caminhões pesados do país.

Scania lança nova geração de ônibus: motor Super e híbrido plug-in prometem mais economia

A Scania anunciou uma nova plataforma de trens de força voltada para ônibus rodoviários. A novidade chega em duas versões: o novo motor Scania Super a combustão interna (ICE) e o novo modelo híbrido plug-in (PHEV). Segundo a fabricante, ambas foram projetadas para oferecer maior eficiência energética, reduzir custos de operação e preparar os operadores para as demandas das zonas de emissão zero que se multiplicam em diferentes cidades do mundo.

Baseado no motor de caminhões da marca, o novo Scania Super é considerado o mais eficiente já desenvolvido pela fabricante. Ele proporciona até 8% de economia de combustível em relação ao trem de força anterior — que já era líder do setor — além de significativa redução de emissões de CO₂.

O pacote inclui o motor de 13 litros, uma nova geração da transmissão Scania Opticruise e um sistema de pós-tratamento de emissões preparado para a futura legislação Euro 7.

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Outro destaque é a durabilidade: o motor foi projetado para dois milhões de quilômetros de vida útil, um salto considerável frente ao antecessor. A manutenção também foi otimizada, com filtros posicionados no lado frio do motor, facilitando o acesso e reduzindo o tempo de troca.

Além da eficiência e da robustez, a nova motorização inclui freios auxiliares e pode ser combinada com os sistemas de assistência ao motorista da Scania, reforçando o compromisso da marca com a segurança no transporte de passageiros.

Híbrido plug-in: até 80 km de autonomia elétrica

A variante híbrida plug-in (PHEV) foi pensada para operadores que precisam combinar flexibilidade operacional com conformidade às zonas de emissão zero.

Com uma autonomia elétrica de até 80 km, potência de 290 kW (equivalente a 394 cv) e câmbio powershift de seis velocidades, o sistema permite quatro modos de operação: elétrico, híbrido, sustentação de carga e carregamento forçado.

Na prática, isso garante reduções de até 40% no consumo de combustível e emissões em tráfego misto de ônibus. Outro recurso é o Scania Zone, sistema de geofencing (cerca virtual) que permite programar o veículo para alternar automaticamente entre os modos elétrico e híbrido, dependendo da área em que está circulando.

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Assim, o PHEV viabiliza desde entradas silenciosas e limpas em grandes centros urbanos até longas viagens intermunicipais, sem comprometer a autonomia total.

Os nossos novos grupos motopropulsores híbridos a combustão e plug-in são exemplos claros do duplo compromisso da Scania com a sustentabilidade e a rentabilidade para os clientes de ônibus”, afirma Carl-Johan Lööf, diretor de Gestão de Produtos para Soluções de Transporte de Pessoas da Scania.

Segundo ele, a estratégia é oferecer ao mercado opções competitivas e adaptáveis, capazes de equilibrar desempenho, custos e exigências ambientais.

O futuro do transporte de passageiros

A aposta da Scania em ampliar sua plataforma de trens de força reforça a visão de que não há uma única solução para a descarbonização do transporte de longa distância. Operadores com rotas estáveis e infraestrutura consolidada podem encontrar no Super a combustão uma resposta imediata e eficiente. Já aqueles que precisam se antecipar às regulações ambientais têm no híbrido plug-in uma ferramenta estratégica para preparar seus negócios para o futuro.

E no Brasil?

A Scania tem maior atuação no segmento rodoviário com motores a diesel de 9 litros de 280 cv e 320 cv (também aplicados em urbanos), e motores de 13 litros, entre 370 cv e 500 cv. Além desses, oferece duas potências de motores 9 litros movidos a gás: 280 cv e 340 cv, tanto para aplicação rodoviária quanto para urbana. Inclusive, um modelo a biometano está em teste na rota São Paulo/Campinas pela Viação Santa Cruz.

Geralmente, a Scania atualiza seu portfólio no mercado brasileiro entre um e dois anos após o lançamento no mercado europeu. No caso do uso dos motores Super, já disponíveis no Brasil para os caminhões com tecnologia Euro 6 podem chegar mais rápido do que o híbrido plug-in, porém, ainda como Euro 6, há que ainda não há data de previsão para entrada do Proconve P9 (equivalente ao Euro 7). Já o híbrido plug-in, além de ser uma tecnologia inédita em ônibus pesados — disponível para micro-ônibus pela Marcopolo, terá o desafio de custos de produção.

 

Projeto Pacífico: a ousadia que abriu caminho para a Ferrovia Atlântico-Pacífico

O Governo Federal anunciou que pretende concluir até 2026 o projeto da Ferrovia Atlântico-Pacífico, que ligará Ilhéus (BA) ao porto de Chancay, no Peru, ampliando a integração logística do Brasil com a América do Sul e fortalecendo o comércio com a Ásia.

A iniciativa remete a uma experiência pioneira de 1995, quando três transportadores brasileiros realizaram a expedição conhecida como Projeto Pacífico, levando caminhões até o Oceano Pacífico por rotas que cruzavam Bolívia, Chile e Peru, antecipando debates sobre integração bioceânica.

Essa expedição, idealizada por Oswaldo Dias Castro Jr., Oswaldo Xavier Dias e Marcelo Vigneron, foi registrada no livro A Caminho do Oeste, do Brasil ao Pacífico sobre rodas, hoje disponível no acervo da Fundação Memória do Transporte (FuMTran). Em 2025, a instituição incorporou oficialmente os depoimentos dos pioneiros ao seu museu virtual, que já reúne mais de 20 mil itens digitalizados. O resgate desse episódio reforça a importância de preservar a memória de iniciativas que mostraram, décadas antes, a viabilidade de conectar o Brasil a rotas internacionais.

Segundo Antonio Luiz Leite, presidente da FuMTran, o Projeto Pacífico foi mais que uma aventura inédita: demonstrou o papel estratégico do transporte na integração continental, aproximando culturas, economias e pessoas. O percurso exigiu grande preparação e enfrentou desafios como a altitude andina, mas também despertou curiosidade e simbolizou a capacidade do transporte rodoviário de ultrapassar fronteiras. Para a instituição, preservar essa memória é essencial para compreender a evolução da logística brasileira e inspirar novos projetos de integração.

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Você sabia? Estradas foram protagonistas da Independência do Brasil

O processo de independência do Brasil não se explica apenas pelos embates políticos ou pelo ato simbólico de Dom Pedro I às margens do Ipiranga. Ele foi sustentado por uma rede de rotas que integravam regiões, transportavam riquezas e permitiam a circulação de pessoas e ideias. Em celebração ao mês da Independência, a Fundação Memória do Transporte (FuMTran) relembra os caminhos que moldaram a história brasileira, destacando o papel decisivo do transporte na consolidação econômica, social e política do país.

Entre os trajetos mais marcantes está a Rota Rio-São Paulo, percorrida por Dom Pedro I antes do 7 de Setembro de 1822, essencial para articular apoio político e militar. Outras rotas, como a do Ouro, que ligava as minas ao litoral durante o Ciclo do Ouro, e o Caminho das Tropas, responsável por abastecer cidades em crescimento com gado e mercadorias, revelam como a logística foi protagonista na sustentação da economia e na integração do território. Também a Rota do Açúcar, no Nordeste, e a do Café, em São Paulo, desempenharam papel estratégico ao garantir o escoamento de produtos que consolidaram o Brasil como potência agrícola e comercial.

Para Antonio Luiz Leite, presidente da FuMTran, essas rotas foram mais do que simples caminhos: “Elas transportavam ideias, estratégias e culturas, conectando diferentes regiões e possibilitando que a independência fosse um processo coletivo e sustentado pela mobilidade”. Ao revisitar essas histórias, a entidade reforça que o transporte foi uma força invisível, mas decisiva, para a formação de um país capaz de se projetar no cenário internacional.

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FuMTran lançará livro sobre a história dos guindastes no Brasil

O projeto editorial do livro A Era das Máquinas: História dos Guindastes no Brasil foi oficialmente aprovado pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), viabilizando a captação de recursos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Idealizado pela FuMTran (Fundação Memória do Transporte) em parceria com o SINDIPESA (Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais), o livro será uma obra inédita e abrangente sobre a trajetória dos guindastes em território brasileiro. A publicação trará relatos históricos, imagens raras e informações técnicas que resgatam mais de um século de evolução dessas máquinas fundamentais para o desenvolvimento da infraestrutura nacional.

A FuMTran tem como missão preservar a memória e a cultura do setor de transporte e, com essa obra, daremos continuidade a uma série de iniciativas que valorizam o conhecimento histórico e técnico sobre os equipamentos que movimentaram e ainda movimentam o progresso do país”, destaca Antônio Luiz Leite, presidente da fundação.

guindastes
Livro sobre a história dos guindastes no Brasil é aprovado pelo Pronac e será lançado pela FuMTran em 2026 com apoio do SINDIPESA

Com lançamento previsto para 2026, A Era das Máquinas será produzido por uma equipe de especialistas e historiadores e integrará a coleção Acervo Memória, que já conta com outras publicações relevantes promovidas pela FuMTran. A aprovação pelo Pronac também reforça o caráter cultural e educativo do projeto, ampliando seu alcance junto ao público interessado em história, tecnologia e transporte.

A expectativa é que a obra se torne uma referência para profissionais do setor, estudantes e entusiastas da engenharia de transporte, contribuindo para o reconhecimento do papel dos guindastes na construção do Brasil moderno.

Como estruturar um projeto editorial para aprovação no Pronac

Elaborar um projeto editorial com potencial para aprovação no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) requer planejamento cuidadoso e alinhamento com os critérios da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Veja os principais passos:

1. Defina o objetivo cultural
O projeto deve ter caráter artístico, histórico, educativo ou cultural. No caso de livros, é importante evidenciar sua relevância para a preservação da memória, valorização da cultura ou promoção do conhecimento.

2. Estruture a proposta
Inclua título, sinopse, justificativa, objetivos (geral e específicos), público-alvo, cronograma, orçamento detalhado e equipe envolvida. Também é necessário apresentar o plano de distribuição e acessibilidade da obra.

3. Inscreva o projeto na plataforma Salic
A proposta deve ser registrada no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic), disponível no site do Ministério da Cultura. É preciso cadastrar a instituição proponente, anexar os documentos exigidos e preencher todas as etapas com clareza e coerência.

4. Atenda aos critérios técnicos e legais
A análise do Ministério da Cultura verifica se o projeto cumpre requisitos como mérito cultural, viabilidade técnica, clareza de objetivos e compatibilidade orçamentária. Projetos com foco educativo ou de preservação da memória costumam ter boa aceitação.

5. Capte os recursos via incentivo fiscal
Após a aprovação, o projeto é autorizado a captar recursos junto a empresas ou pessoas físicas que poderão deduzir os valores do Imposto de Renda, conforme as regras da Lei Rouanet.

Dica: Envolver instituições reconhecidas, como fundações culturais ou entidades de classe, pode fortalecer a proposta. Um projeto bem documentado, com potencial de impacto e boa gestão, tem mais chances de sucesso.

Volvo lança o caminhão FL 4×4 para operações em terrenos exigentes

A Volvo Trucks lançou o Volvo FL 4×4, uma versão modificada do modelo semipesado da marca, voltada para aplicações em que há necessidade de maior desempenho fora de estrada. As gamas FL e FE da Volvo não europa atuam nos segmentos que o VM atua no Brasil, mas com mais opções de configurações.

Segundo Jan Hjelmgren, chefe de gerenciamento de produtos da Volvo Trucks, há uma tendência de crescimento na procura por caminhões com tração integral. O executivo destaca que a nova configuração foi projetada para atender operações em áreas remotas e em condições adversas.

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Características técnicas

O FL 4×4 recebeu novos eixos dianteiro e traseiro, além de relações de eixo específicas para suportar a tração integral. O conjunto inclui pneus de rodado simples, maior distância ao solo e reforços externos que permitem atuação em setores como construção, serviços de emergência, fornecimento de energia e aplicações de defesa.

O modelo será oferecido em duas configurações de cabine:
– Cabine diurna: capacidade para duas pessoas.
– Cabine dupla: espaço para até seis ocupantes.

Entre os opcionais, estão guincho, barra de proteção, proteção de faróis e reforço adicional na caixa de câmbio, voltados para operações em off-road severo.

O caminhão será equipado com motor diesel Volvo de 8 litros. Os pedidos poderão ser feitos pelos canais de vendas regulares da marca, com início da produção previsto para novembro de 2025.

No Brasil

No mercado brasileiro, as opções de caminhões com tração 4×4 de fábrica são restritas, mas existem alguns modelos voltados para aplicações específicas, principalmente em serviços fora de estrada, construção, mineração, defesa e operações de resgate. Em um passado recente, já tivemos Mercedes-Benz Atego 1726 4×4, Iveco Tector 150E21 4×4
Volkswagen Worker 15.210 4×4 e Agrale Marruá AM 200 4×4 (linha especial).

A maioria dos caminhões vendidos no Brasil é oferecida em versões 4×2, 6×2, 8×2, 6×4 e 8×4, sendo o 4×4 um nicho específico, sob encomenda ou implementação por outras empresas especializadas. As aplicações típicas incluem corpos de bombeiros, forças armadas, concessionárias de energia elétrica e operações em áreas rurais ou de difícil acesso.

O quase único caminhão 4×4 disponível como produção em produção comercial é o VW Delivery 11.180 4×4.

Medalha de Mérito do Transporte NTC 2025 consagra líderes que movem o Brasil sobre rodas

Em Brasília, cerimônia vai reconhecer oito personalidades que transformam o Transporte Rodoviário de Cargas e celebrar os 62 anos da NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística).

A entidade anunciou os nomes que receberão, em 17 de setembro de 2025, a 37ª Medalha de Mérito do Transporte NTC, uma das mais prestigiadas condecorações do setor. Criada em 1984, a honraria distingue pessoas físicas e jurídicas que se destacam por relevantes serviços prestados ao Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) e à logística brasileira.

A escolha dos homenageados é feita pelo Conselho Superior da entidade, após criteriosa análise das contribuições de cada personalidade ao desenvolvimento do setor.

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Os homenageados de 2025 são:

  • Armando Masao Abe – Diretor-Presidente da Transkompa Ltda.
  • Carla Henriques Silva Fornasaro – Diretora-Presidente da CCR RioSP
  • Eleus Vieira de Amorim – Presidente do SINDMAT – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado de Mato Grosso
  • Eliana Waléria de Souza Costa – Diretora-Adjunta do ITL – Instituto de Transporte e Logística
  • Gilberto Kassab – Secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo
  • Nilson Alfredo Gibson Duarte Rodrigues Sobrinho – Presidente da FETRACAN – Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste
  • Paulo Roberto Purper da Cunha – Diretor-Presidente do Grupo Apisul
  • Valdir Tombini – Presidente do Grupo Tombini

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, a medalha é mais que um prêmio: “A Medalha de Mérito do Transporte NTC representa mais do que uma homenagem: é o reconhecimento de trajetórias de dedicação, inovação e compromisso com o Transporte Rodoviário de Cargas. Desde 1984, essa honraria consagra aqueles que ajudam a construir a história e o futuro do setor.

Selo Maior Valor de Revenda 2025: conheça os veículos comerciais que menos desvalorizam

A 11ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais (SMVR-VC) entregou a certificação para 13 veículos comerciais, sendo cinco no grupo de utilitários (comerciais leves) e oito no grupo de caminhões. A novidade deste ano foram duas novas categorias: utilitário elétrico e caminhão elétrico.

Além disso, dois modelos foram destacados como os grandes vencedores: o Mercedes-Benz Sprinter Truck, com índice de -5,1%, conquistou o título de “Campeão Geral” entre os utilitários de carga, enquanto o Mercedes-Benz Accelo 1016, com +1,5%, ficou com a primeira colocação no grupo de caminhões.

A premiação, organizada pela Agência AutoInforme, foi entregue nesta sexta-feira (12) em São Paulo e reconheceu os modelos de 13 categorias, avaliando sua performance de valorização ou depreciação após três anos de uso.

Resultados por categoria

Entre os utilitários, além do Sprinter Truck, também se destacaram:

Mercedes-Benz Sprinter Furgão ( categoria furgão de carga, -6,6%)
Fiat Fiorino (furgoneta de carga, -18%)
Renault Master Minibus (minibus, -6%)
Citroën Jumpy Furgão Elétrico (furgoneta elétrica, -39,7%) – segmento incluído pela primeira vez.

No grupo dos caminhões, o Accelo 1016 foi acompanhado por outros modelos de destaque:

Iveco Daily 45-170 (semileve, +7,3%)
Volkswagen Delivery 11-180 (médio, -5,2%)
Volkswagen Constellation 24-280 (semipesado, -6,4%)
Mercedes-Benz Atego 2730 (pesado até 400 cv, -12%)
Scania R-450 (pesado entre 401 e 500 cv, -12,1%)
Scania R-540 (pesado acima de 501 cv, -14,3%)
Volkswagen e-Delivery 11 (elétrico, -12,9%).

Abaixo, confira a tabela que inclui o segundo e terceiro colocado de cada categoria:
Maior Valor de Revenda
Fonte: Agência AutoInforme

Histórico da premiação

Embora o estudo de depreciação seja desenvolvido há 24 anos, é pela décima primeira vez que a Agência Autoinforme faz a premiação do setor de utilitários de carga e caminhões. Desde então, a certificação já consolidou a Mercedes-Benz como principal vencedora: 40 títulos em categorias e nove conquistas de “Campeão Geral”. A Volkswagen aparece na sequência, com 15 categorias e dois títulos máximos. Renault (7 categorias e 3 títulos gerais), Hyundai (5 categorias e 3 títulos gerais) e Kia (3 títulos em camioneta de carga com o Bongo K2500 entre 2021 e 2023) também figuram entre as marcas de maior destaque.

Outras montadoras como Fiat, Ford, Iveco, Peugeot, Scania, Volvo e agora Citroën já venceram em categorias específicas, mas sem alcançar a liderança geral.

Maior Valor de Revenda
Leo Castanho (esq.), head de Customer Service Vans, e Edgar Bertini, gerente de Marketing da MB Caminhões, recebem troféus nas categorias e como “Campeões Gerais” do SMVR-VC 2025

Critérios e metodologia

Segundo a Agência AutoInforme, o levantamento considera os preços médios de veículos zero quilômetro em julho de 2022 e seus correspondentes após três anos de uso (junho de 2025), período que coincide com o ciclo médio de renovação de frota.

Foram analisados 75 modelos – 56 caminhões e 19 utilitários – divididos em 13 categorias. Destes, apenas dois apresentaram valorização (Accelo 1016 e Daily 45-170), enquanto os demais registraram índices de depreciação.

O que explica os resultados

De acordo com Luiz Cipolli Junior, responsável pelo estudo, o desempenho da Mercedes-Benz “demonstra o reconhecimento do mercado não apenas pela qualidade dos produtos, mas também pelo pós-venda oferecido pela marca”.

Para Joel Leite, idealizador da certificação, a pesquisa cumpre papel estratégico para o setor: “A depreciação ou valorização depende de fatores como a rede de revenda, volume de vendas, aceitação do mercado e a estrutura de pós-vendas. O objetivo é que os índices sirvam de referência para fabricantes, frotistas, bancos, financeiras e seguradoras”, afirma.

Impacto para gestores de frota

O Selo Maior Valor de Revenda reforça a importância de considerar a depreciação como variável estratégica no cálculo do custo total de propriedade (TCO). Para gestores de frotas, a valorização ou menor perda de valor no mercado de usados pode representar uma diferença significativa no retorno do investimento e na definição de planos de renovação.

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GWM Haval H9: o novo desafiante dos SUVs de 7 lugares no Brasil

O mercado brasileiro de SUVs de sete lugares acaba de ganhar um novo competidor de peso — e não é força de expressão. A GWM, gigante chinesa que vem acelerando forte no país, lança o Haval H9, um utilitário esportivo que chega com a promessa de ser o mais seguro, tecnológico e robusto da categoria. E, para marcar território, estreia com preço promocional de R$ 309 mil até 20 de setembro (depois, R$ 319 mil).

O Haval H9 não é SUV para shopping. É para quem quer — e pode — encarar lama, pedra, areia e asfalto com o mesmo conforto. Foram 6 milhões de quilômetros de testes em 76 tipos de terreno, do gelo ao deserto, para garantir que o bicho aguente o tranco.

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Sob o capô, um 2.4 turbodiesel de 184 cv e 480 Nm de torque (disponível quase todo já a 1.000 rpm) acoplado a um câmbio automático de 9 marchas. Tração integral 4×4, bloqueio de diferenciais dianteiro e traseiro, caixa de redução e sete modos de condução completam o pacote.

E tem truques de gente grande:

– Tank Turn (gira quase no próprio eixo, reduzindo o raio de giro em 1,5 m)
– Visão panorâmica 540° com “chassi transparente”
– Capacidade de imersão de 800 mm e ângulo de ataque de 31°*

Haval H9
Painel com quadro de instrumentos de 10,25″ e multimídia de 14,6″

Por dentro, o H9 quer convencer que é tão bom para a família quanto para a trilha.
– Bancos dianteiros “Business Class” com massagem, aquecimento, ventilação e memória
– Segunda fileira com ventilação e tomadas exclusivas
– Terceira fileira com espaço real para adultos
– Teto solar panorâmico de série
– Isolamento acústico reforçado com vidros duplos

O porta-malas é versátil: de 88 litros (sete lugares ocupados) até 1.580 litros (com duas fileiras rebatidas).

Segurança e tecnologia

O H9 vem com ADAS 2+, incluindo controle de cruzeiro adaptativo com Stop & Go, frenagem autônoma de emergência, alerta de ponto cego e assistente de permanência em faixa.

O painel digital de 10,25” e a central multimídia de 14,6” têm integração sem fio com Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos de voz em português. O som premium de 640W com 10 alto-falantes fecha o pacote.

A GWM oferece 10 anos de garantia para motor, transmissão, eixos, freios, direção e ar-condicionado — e 5 anos* para itens que concorrentes cobrem por apenas três. É um recado claro: “confie no nosso carro”.

Leia a edição 51 da revista digital

edição 51
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Concorrentes diretos

O Haval H9 entra numa arena onde já brigam pesos-pesados:
– Toyota SW4 — referência de robustez e pós-venda
– Mitsubishi Pajero Sport — forte no off-road, mas com espaço interno menor
– Chevrolet Trailblazer — motorzão diesel e bom espaço, mas com menos tecnologia embarcada
– Jeep Grand Cherokee L — mais luxuoso, porém com preço bem acima
– Land Rover Defender 110 — ícone off-road, mas com custo de aquisição e manutenção elevados