Depois de sete anos de espera, o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo retorna em grande estilo. De 22 a 30 de novembro, o Distrito Anhembi será novamente o centro das atenções da mobilidade brasileira, com uma edição que mistura tecnologia, paixão automotiva, história e experiências inéditas. Considerado um dos eventos mais icônicos do país, o Salão volta renovado e mais interativo do que nunca.
A ampla modernização do Anhembi permitiu erguer uma estrutura de 64 mil m², com áreas temáticas, circuitos de testes, lounges especiais e espaços dedicados à tecnologia, arte, entretenimento e educação automotiva.
Os dados oficiais reforçam a grandiosidade do evento:
64 mil m² de estrutura no novo Distrito Anhembi
10 mil test-drives previstos na maior pista indoor do mundo
Mais de 300 modelos de carros em exibição
1,3 milhão de empregos ligados ao setor automotivo
R$ 140 bilhões em investimentos das montadoras até 2033
O Brasil como o 8º maior produtor de veículos do mundo
+43,8% de crescimento das exportações de janeiro a outubro, impulsionadas por Argentina, Colômbia e Chile
Com 26 marcas em estandes e outras 18 em exposições temáticas, o Salão reunirá desde supermáquinas de Ferrari e Porsche até clássicos raros, veículos personalizados e lançamentos que só chegariam ao mercado em 2026.
18 experiências imersivas
O anexo revela uma lista robusta de 18 atrações inéditas, que transformam o Salão em um espetáculo de entretenimento, história e inovação. Entre os destaques:
1. A maior pista indoor de test-drives do mundo
Com 14 mil m², 13 marcas participantes e obstáculos como slalom e rampas, o circuito colocará até 15 carros rodando simultaneamente — uma imersão completa na direção .
2. Customização ao vivo
Sob comando de Batistinha, referência nacional, o público acompanhará a transformação completa de um carro ao longo dos dias, com finalização ao vivo.
3. Recorde histórico de marcas
Ao todo, 44 empresas e mais de 300 modelos, incluindo uma réplica do Batmóvel de Neymar.
Foto do Salão de 2018
Fotos históricas do evento em 1970
Fotos históricas do evento em 1970
4. Lançamentos e novas marcas no país
Alguns veículos seriam revelados apenas em 2026, mas terão estreia antecipada no evento.
5. Além dos carros: jato executivo e máquinas radicais
A Honda levará um jato executivo, enquanto motos, ciclomotores e tecnologias de recarga completam a visão ampliada da mobilidade.
6. Dream Lounge by Motorgrid Brasil
Serão 70 supercarros raríssimos, como McLaren Senna e Ford GT Carbon Series.
7. Memória sobre Rodas – Dream Car Museum
Uma linha do tempo com ícones como Bugatti EB110 GT, Lamborghini Miura 1969 e o brasileiro Hofstetter Turbo 1986.
8. Encontro oficial de Ferrari
Modelos raros reunidos em parceria com colecionadores.
9. Ativação FIA WEC – Rolex 6 Horas
Experiências imersivas inspiradas no endurance mundial.
10. Racing Game Zone by João Barion
Simuladores profissionais, drift games e o Corvette C7 Z06 do piloto brasileiro.
11. CARDE Arte Design Museum
Exposição artística com clássicos de várias décadas.
12. LEGO Experience para crianças
Oficinas e uma réplica de Fórmula 1 feita inteiramente com peças LEGO.
13. SDA Talks – Arena 360°
Debates diários sobre o futuro da mobilidade, tecnologia e inovação.
14. Avant-Première
Abertura exclusiva para marcas, imprensa e convidados em 21 de novembro.
15. Ídolos do automobilismo na Mitsubishi
Pilotos da Stock Car e peças icônicas de embaixadores como Henrique Avancini e Nelsinho Piquet.
16. The Originals – Renault
Loja com produtos exclusivos e coleção social produzida por artesãs.
17. Honda e o futuro sustentável
Ativação que explica o funcionamento do parque eólico que neutraliza emissões das fábricas da marca.
18. SDA Sound Session
Palco musical em parceria com a 89FM integrando música, lifestyle e automóveis.
Uma edição que une nostalgia, futuro e propósito
O Salão do Automóvel 2025 promete ser mais que um evento: será um grande reencontro da indústria com o público, conectando tradição, tecnologia e experiência. Com números inéditos, atrações ousadas e ativações imersivas, o evento marca de vez a volta de um dos maiores símbolos do setor automotivo brasileiro.
Acompanhe notícias selecionadas que importam para o setor de transporte de carga e logística: Acompanhe nossas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook Inscreva-se no canal do Videocast FrotaCast
A Toyota lança no Brasil a Hiace, uma van que alia robustez, confiabilidade e segurança a uma lista completa de equipamentos. Com dimensões externas compactas, o modelo se destaca pelo interior surpreendentemente amplo e versátil, com capacidade para até 16 ocupantes na versão Minibus AT DX 15+1.
Com uma trajetória de 58 anos de sucesso e presença consolidada em mais de 150 países, a Hiace desembarca no Brasil em sua 6ª geração, trazendo uma série de diferenciais em design, tecnologia, equipamentos, motorização e transmissão, além de serviços e pós-venda. A seguir, destacamos os principais atributos que posicionam a van como uma aposta estratégica para empreendedores do setor de transporte de passageiros.
Projetada para facilitar o uso urbano — com altura de 2,28 m e raio de giro de 6,9 m, medidas compatíveis para manobras em garagens comerciais e residenciais, geralmente com pé-direito de 2,40 m. A proposta alia racionalidade de projeto, baixo custo de propriedade e soluções desenvolvidas para atender tanto ao transporte de passageiros quanto a outras aplicações profissionais.
Hiace versão Minibus AT DX 15+1
motor 2.8L turbodiesel 1GD-FTV de 16 válvulas
Na estreia da Toyota Hiace no mercado brasileiro, um dos principais diferenciais é o conjunto mecânico compartilhado com a consagrada picape Hilux. Trata-se de uma decisão acertada da Toyota, que leva ao segmento de vans um sistema já reconhecido pela robustez e confiabilidade. Com essa escolha, a fabricante reduz qualquer resistência do cliente profissional diante de novidades.
O motor 2.8L turbodiesel 1GD-FTV, de 16 válvulas e comando duplo no cabeçote (DOHC), entrega 174 cv de potência a 3.400 rpm e torque robusto de 45,8 kgf.m (449,2 Nm), disponível já a partir de 1.600 rpm. São características que asseguram força e bom desempenho mesmo com a lotação máxima de passageiros.
Para comprovar durabilidade e eficiência em condições severas, o modelo foi submetido a uma bateria de testes, totalizando dezenas de milhares de quilômetros em diferentes operações. Segundo dados do Inmetro, a Hiace registra médias de consumo de 8,5 km/l em ciclo urbano e 9,8 km/l em rodovias.
Transmissão: conforto e eficiência em cada trajeto
Inflinação do painel planejada para maior amplitude
Câmbio automático para uma condução mais segura
Volante multicional e painel de instrumentos com computador de bordo
Para acompanhar toda a força do motor, a Toyota Hiace chega equipada com câmbio automático de seis marchas — o mesmo da consagrada Hilux — que também oferece a opção de trocas manuais. Mais do que comodidade, essa transmissão garante durabilidade e desempenho superiores, ideais para quem depende do veículo no dia a dia.
Em jornadas intensas de trabalho, o câmbio automático reduz a fadiga do motorista, permitindo maior concentração no trânsito e no ambiente externo. O resultado é uma condução mais fluida, segura e confortável, tanto para quem dirige quanto para os passageiros.
Tração traseira e suspensão
A tração traseira em vans oferece uma série de vantagens voltadas ao desempenho e à segurança. Essa configuração permite que as rodas traseiras, responsáveis por suportar a maior parte do peso, sejam também as que impulsionam o veículo, oferecendo estabilidade superior e tração consistente — mesmo em subidas íngremes ou com a van totalmente carregada.
Essa configuração separa as funções de direção e tração, resultando em um conjunto mais robusto, durável e confiável. Para completar, a suspensão foi especialmente desenvolvida para o uso intenso, com sistema McPherson e barra estabilizadora na dianteira, além de feixe de molas com amortecedores telescópicos na traseira. O resultado é um rodar firme, seguro e confortável, pronto para enfrentar desde o trânsito urbano até fretamentos de curta e média distância.
Segurança em primeiro plano
Na Hiace, a segurança não é opcional — é padrão. O modelo chega equipado com cintos de três pontos para todos os assentos, um diferencial raro no segmento, além de airbags frontais duplos e de joelho para o motorista. Para completar, conta com controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, câmera de ré e sensores de proximidade dianteiros e traseiros, garantindo proteção em qualquer situação.
A carroceria foi projetada com zonas de absorção de impacto e reforços em formato ring frame, oferecendo resistência estrutural e tranquilidade extra para quem transporta vidas todos os dias.
Design funcional
A Toyota Hiace aposta em um design que une praticidade e modernidade, características cada vez mais valorizadas no segmento de transporte de passageiros. O para-brisa, com inclinação acentuada, oferece ampla visibilidade ao motorista, favorecendo uma condução mais segura em ambientes urbanos. Molduras laterais e cantos traseiros foram projetados para minimizar ruídos, contribuindo para um ambiente interno mais silencioso e confortável.
Banco central rebatível como apoio para o motorista
Saídas individuais do ar-condicionado
Cintos de segurança de três pontas para todos os passageiros
Outro destaque é o capô semi-bonnet. Essa solução não apenas atende a padrões de segurança mais elevados, como também reduz vibrações e proporciona uma posição de dirigir mais confortável e ergonômica, diferenciando o modelo das demais vans tradicionais do mercado.
No interior, a preocupação com ergonomia é evidente: o painel inclinado aumenta a sensação de espaço, enquanto comandos em posição elevada facilitam o uso diário. O assento central rebatível, que se transforma em console multifuncional, agrega versatilidade à cabine, que ainda aposta em revestimentos claros para transmitir maior amplitude e conforto visual. Todos os bancos são reclináveis, e o salão de passageiros conta com saídas individuais de ar-condicionado, alças de apoio e fileira traseira rebatível. O painel multimídia, com tela sensível ao toque de 9”, tem posição elevada que melhora a ergonomia.
Preço e pós-venda como diferencial
O modelo é posicionado de forma competitiva, com preço de lançamento de R$ 364.990,00. No entanto, o verdadeiro valor vai muito além do sugerido. Mais do que um veículo, a Hiace representa o mais baixo custo de propriedade, que já começa com as três primeiras revisões gratuitas e valores fixos até 60 mil km (R$ 1.199 cada, da 4ª à 6ª revisão).
Além disso, o trem de força oferece compatibilidade de peças com a Hilux, prioridade de atendimento na ampla rede de assistência técnica com profissionais especializados, garantia inédita de 10 anos para uso profissional e o histórico de alto valor de revenda dos veículos Toyota.
Com a Hiace, cada quilômetro rodado é sinônimo de eficiência, confiança e retorno sobre o investimento. É a escolha estratégica para empreendedores que buscam não apenas transportar passageiros, mas também impulsionar resultados.
Saiba mais: entrevista com Soraya Batistini, gerente geral comercial da Toyota do Brasil. A executiva detalha a importância da novidade para clientes profissionais e para a consolidação da marca em novos segmentos respodendo às 10 seguintes perguntas:
A DAF Caminhões inaugurou mais três novas concessionárias, localizadas em Pelotas (RS), Salto Grande (SP) e São Manuel (SP). As unidades ampliam a rede para 74 pontos de atendimento, nos informa Elardino Godinho, diretor de Desenvolvimento de Concessionárias DAF.
“Essas inaugurações reforçam a consolidação da rede DAF no país. Apenas neste ano, abrimos cinco novas concessionárias, chegando a 74 pontos de atendimento em todas as regiões do Brasil”, destaca o executivo.
O interior de São Paulo vive um momento de forte demanda por caminhões pesados e vocacionais, impulsionado pelo agronegócio. O estado lidera a produção nacional de cana-de-açúcar, com expectativa de 335,3 milhões de toneladas na safra 2024/2025 — cerca de 60% de toda a produção brasileira de cana, açúcar e etanol.
As novas unidades paulistas integram o grupo DAF MacPonta, que amplia sua operação com estruturas modernas e voltadas para o pós-venda.
Localizada no km 384 da Rodovia Raposo Tavares, a concessionária conta com showroom e 18 boxes para manutenção e revisão. A unidade oferece, além dos serviços especializados e venda de peças DAF, também peças PACCAR e multimarcas TRP.
DAF MacPonta São Manuel
Quarta loja do grupo MacPonta no estado, a concessionária ocupa 25 mil m² e dispõe de 13 boxes para manutenção, além de showroom para caminhões e peças.
Com as inaugurações, o grupo passa a operar cinco unidades distribuídas entre Paraná e São Paulo: Ponta Grossa, Marialva, Boituva, Sumaré, Salto Grande e São Manuel.
“A localização da concessionária no Centro-Oeste Paulista reforça a importância logística da região e deve potencializar nossa participação de mercado. Em Salto Grande, vamos fortalecer nossa presença e atender o público do Sudoeste paulista com toda a qualidade DAF reconhecida no mercado”, afirma Alexander Boni Junior, diretor-executivo da MacPonta Caminhões.
No Sul do país, a DAF reforça sua atuação com a abertura da DAF Eldorado Pelotas, instalada na BR-392. Com 11 mil m² de área total e oito boxes de atendimento, a unidade comercializa caminhões novos e seminovos, além de oferecer soluções em peças e serviços.
“Pelotas é um hub essencial no Sul, conectada ao Porto de Rio Grande, à fronteira com o Uruguai e a importantes eixos rodoviários que atendem o estado e o restante do país. Estar presente aqui amplia nossa cobertura e melhora o atendimento aos clientes, principalmente no pós-venda”, afirma Andersom Toso, diretor da DAF Eldorado Caminhões.
Serviço – Novas concessionárias DAF
DAF MacPonta São Manuel/SP
Endereço: Rua Lídia Monteiro de Almeida, 1001 – Aparecida de São Manuel – São Manuel/SP – CEP 18658-302
Telefone: (14) 3147-0500
DAF MacPonta Salto Grande/SP
Endereço: Rodovia Raposo Tavares, SP-270 km 384 + 450 m – Vila Salto Grande – Salto Grande/SP – CEP 19920-242
Telefone: (18) 99105-8501
Acompanhe notícias selecionadas que importam para o setor de transporte de carga e logística: Acompanhe nossas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook Inscreva-se no canal do Videocast FrotaCast
A frota global da DHL ultrapassa os 113 mil veículos e, cada vez mais, em transição energética. Só no Brasil, a DHL Express conta com mais de 140 veículos de carga (de bike, vans até caminhões leves) elétricos. O objetivo da empresa é ter 80 mil veículos zero emissão até 2030 e, para isso, ela testa quase todas as soluções apresentadas. O mais recente teste está sendo com o Mercedes-Benz eActros 600.
Na Europa, a DHL acaba de iniciar uma operação em parceria com a empresa sueca WLX WeLink Express, utilizando o Mercedes-Benz eActros 600, caminhão elétrico de média distância, solução que pode chegar ao Brasil. Por aqui, transportadores já testam o eActros 400, Volvo FM Electric, Scania 30G, entre outros modelos.
O eActros 600 possui autonomia de 500 quilômetros em operações com reboques de até 36 toneladas e PBTC de 44 toneladas. A operação de 1.000 quilômetros, entre Malmö, Jönköping e Emmaboda, funciona cinco dias por semana em dois turnos, para testar a viabilidade econômica e operacional da eletrificação em rotas mais longas, aproveitando pausas regulamentares para recarga.
Com capacidade instalada de 621 kWh em baterias de fosfato de ferro e lítio, o eActros 600 foi projetado para atingir até 1,2 milhão de quilômetros em dez anos de operação, mantendo mais de 80% da saúde da bateria ao final desse período.
A experiência mostra o papel da DHL na avaliação de modelos para a transição energética do setor logístico. A tentativa agora é mostrar que a eletrificação não se deve limitar a veículos leves urbanos, mas já alcança o transporte rodoviário de longa distância.
Acompanhe notícias selecionadas que importam para o setor de transporte de carga e logística: Acompanhe nossas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook Inscreva-se no canal do Videocast FrotaCast
A equação entre consumo por hora e vantagem econômica muda quando o combustível é produzido dentro da porteira. Mesmo com maior consumo que o diesel, o etanol pode reduzir custos, riscos logísticos e emissões. Não por acaso, essa lógica sustenta os testes de campo que a Case IH e a São Martinho iniciam com o trator Puma 230 a etanol — uma aposta para transformar a matriz energética da mecanização agrícola.
A operação, realizada em Pradópolis (SP), coloca o trator movido a etanol para trabalhar lado a lado com a colhedora de cana Austoft 9000, também abastecida com o biocombustível. Trata-se da primeira frente de colheita da Case IH totalmente movida a etanol, marcando um passo decisivo na rota de descarbonização das máquinas agrícolas.
Etanol como estratégia energética, não apenas ambiental
Embora motores a etanol tenham consumo por hora superior ao diesel, o cenário muda completamente no setor sucroenergético e em fazendas capazes de produzir o próprio combustível. Nessas condições, o etanol se torna uma solução economicamente competitiva, ao mesmo tempo em que reduz:
Dependência do diesel fóssil e sua volatilidade de preços
Custos de logística, armazenamento e tributários
Emissões de CO₂ e material particulado
Ruídos de operação, melhorando o conforto do operador
É justamente essa combinação — eficiência operacional, menor risco logístico e vantagem ambiental — que embala a parceria entre Case IH e São Martinho.
Apresentado na última Agrishow, o trator passou por mais de 100 horas de testes de bancada antes de enfrentar as condições reais da colheita. Seu motor N67 Ciclo Otto, desenvolvido pela FPT Industrial, entrega 234 cv e utiliza tecnologia consagrada no setor automotivo, mas adaptada à severidade do campo.
Segundo Leandro Conde, diretor de Marketing e Comunicação da Case IH para a América Latina: “Caminhamos confiantes no desenvolvimento de um portfólio completo de máquinas movidas a etanol. Os resultados das primeiras operações têm sido muito satisfatórios.”
Para a São Martinho, a tecnologia vai além do canavial
A São Martinho vê nos testes uma oportunidade de mudar o padrão energético da agricultura. Conforme Fábio Venturelli, CEO da empresa, a tecnologia tem potencial para promover uma mudança significativa não apenas no setor sucroenergético, mas em toda a agricultura. Contribui diretamente para nossas ambições ambientais e para a construção de uma economia de baixo carbono.”
Além do motor do trator, a colhedora Austoft 9000 utiliza o CURSOR 13 Etanol, também da FPT Industrial. A engenharia por trás dos dois modelos segue o princípio de manter:
A robustez já reconhecida dos motores FPT
Alto índice de disponibilidade técnica
Autonomia operacional adequada ao ritmo da colheita
Redução de custos no TCO (Custo Total de Operação)
Para Carlos Tavares, presidente da FPT Industrial na América Latina: “Estamos preparados para transformar biocombustíveis como o etanol em soluções reais e transformadoras para diferentes segmentos.”
Concluída a colheita, o trator movido a etanol será testado em novas etapas:
Preparo de solo
Plantio
Operações em áreas de etanol de milho
A Case IH avalia ainda aplicar a tecnologia em outras linhas, como colheitadeiras de grãos e pulverizadores — o que ampliaria o uso do etanol para praticamente toda a cadeia mecanizada.
A parceria entre Case IH, São Martinho e FPT Industrial marca um avanço concreto rumo a uma agricultura com menor pegada de carbono e maior autonomia energética. Em vez de depender exclusivamente de alternativas elétricas — ainda desafiadoras para máquinas de grande porte — o etanol emerge como uma solução imediata, escalável e alinhada à vocação brasileira.
Se os resultados forem confirmados, o agro poderá assistir ao nascimento de uma nova era: a das máquinas agrícolas movidas ao biocombustível que o próprio setor produz.
Acompanhe notícias selecionadas que importam para o setor de transporte de carga e logística: Acompanhe nossas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook Inscreva-se no canal do Videocast FrotaCast
Sempre escutamos que a economia brasileiro é como uma montanha russa e os números dos últimos 10 anos mostram que estamos mais próximos ao alto. Para 2025, a projeção realizada pela Anfavea (associação das montadoras) é de retração no mercado de caminhões e expansão no setor de ônibus. A entidade estima 114,5 mil caminhões, queda de 8,3% sobre 2024. Já para os ônibus, espera-se 25,3 mil unidades, avanço de 12,8% em relação ao desempenho atual.
Ano
Caminhões
Ônibus
2015
71.652
16.792
2016
50.560
11.161
2017
51.943
11.755
2018
76.005
15.081
2019
101.335
20.932
2020
89.678
13.940
2021
128.679
14.062
2022
126.643
17.357
2023
108.024
20.435
2024
124.933
22.435
Fonte: Anfavea/Denatran
Até outubro, o balanço de 2025 indica 94,7 mil caminhões e 19,7 mil ônibus emplacados — números que reforçam o descolamento entre os dois setores.
O frete pressionado e o crédito caro continuam limitando a renovação das frotas de carga, enquanto a retomada da mobilidade urbana e do turismo impulsiona a demanda por ônibus.
O segmento que mais sente os efeitos da desaceleração é o de caminhões semipesados e pesados, acima de 16 toneladas. A estimativa do setor é encerrar 2025 com cerca de 80 mil unidades, ante 97 mil em 2024 — um tombo próximo de 18%.
Simone Montagna, presidente das operações comerciais da Scania Brasil, explica que o cenário deve se repetir em 2026:
“Vemos uma variação de no máximo 5% para cima ou para baixo. Não há colapso, mas o mercado permanece pressionado por juros altos e frete baixo.”
A Scania, que registrou recorde em 2024 com mais de 19 mil caminhões vendidos, também prevê cautela para o próximo ciclo. Segundo Montagna, o ambiente eleitoral e o custo do financiamento devem adiar investimentos importantes, com efeitos positivos aparecendo apenas em 2027.
No transporte de passageiros, a tendência é o oposto. O setor acumula três anos de alta e deve manter ritmo acelerado em 2025. A recomposição das frotas urbanas, o aumento do turismo rodoviário e a chegada de novas tecnologias — incluindo modelos híbridos e elétricos — ajudam a sustentar o avanço.
Com números tão distintos, 2025 deve consolidar um quadro claro: um mercado de caminhões em ajuste e um mercado de ônibus em plena expansão.
Acompanhe notícias selecionadas que importam para o setor de transporte de carga e logística: Acompanhe nossas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook Inscreva-se no canal do Videocast FrotaCast
Com uma frota de cerca de 2.500 ônibus distribuídos em todas as marcas — entre elas, Cometa, 1001 e Catarinense —, o Grupo JCA faz um dos maiores investimentos em renovação de frota de sua história: R$ 1,4 bilhão. O objetivo é eliminar todos os ônibus Euro 3 e ter cerca de metade da frota já equipada com tecnologia Euro 6. Para anunciar este investimento, a empresa reuniu a imprensa especializada em veículos comerciais para confirmar a aquisição de mais 382 ônibus rodoviários, completando o ciclo iniciado em meados de 2024 que segue até o final do primeiro semestre de 2026. Ao todo, são 650 novos ônibus, todos com chassi Scania e carroceria Marcopolo G8.
Dessa forma, o JCA acelera a modernização da frota mirando principalmente a redução de emissões. A diferença entre os padrões Euro 3 e Euro 6 é expressiva: a tecnologia mais recente reduz em mais de 90% os índices de óxidos de nitrogênio (NOx) e material particulado (PM), e também apresenta quedas significativas em hidrocarbonetos (HC) e monóxido de carbono (CO).
Essa melhoria é resultado de avanços como sistemas SCR, filtro de partículas e gerenciamento eletrônico inteligente, que deixam os motores praticamente livres de fumaça e reduzem impactos ambientais e à saúde.
Redução de poluentes entre Euro 3 e Euro 6
Poluente
Euro 3 (g/kWh)
Euro 6 (g/kWh)
Redução
NOx
~5,0
0,4
–92%
Material particulado (PM)
0,10
0,01
–90%
HC
~0,66
0,13
–80%
CO
~2,1
1,5
–29%
Fonte: Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Com a renovação, mais de 1.100 ônibus da JCA passarão a operar no padrão Euro 6, encerrando definitivamente a circulação de unidades Euro 3 no grupo.
Os 382 novos veículos anunciados em 17 de novembro — todos Scania Euro 6, chassis K450 e K320, com carroceria Marcopolo Paradiso G8. Desse volume, 153 são Double Decker (40% do lote).
Para Gustavo Rodrigues, CEO do Grupo JCA, o movimento é estratégico e marca uma mudança profunda na experiência de viagem e na eficiência da operação:
“Este investimento reforça nosso compromisso com segurança, conforto e inovação. Além da renovação, estamos ampliando investimentos em digitalização, inteligência artificial e um atendimento cada vez mais simplificado e humanizado. Com os novos veículos e a integração de soluções digitais, estamos preparando o setor para um futuro
mais limpo, eficiente e conectado.”
Nos próximos cinco anos, os novos ônibus do grupo percorrerão mais de 176 milhões de quilômetros, reduzindo em 72,8 mil toneladas as emissões de CO₂.
Alex Nucci
Alex Nucci, diretor de Vendas de Soluções da Scania no Brasil, destacou a relevância técnica e comercial do fornecimento:
“O Grupo JCA é uma das referências do setor e, por ser extremamente exigente, busca sempre as melhores soluções. Vamos comprovar novamente a eficiência energética da Nova Geração de ônibus Scania Euro 6, que oferece o menor custo total de
operação e serviços sob medida.”
Ricardo Portolan
A Marcopolo reforça o alinhamento histórico com o grupo. Segundo Ricardo Portolan, diretor de Operações Comerciais e Marketing:
“A parceria JCA–Marcopolo existe há décadas. Para este novo lote, desenvolvemos soluções específicas para as aplicações do grupo, ampliando eficiência, segurança e conforto.”
Distribuição por empresa
Os novos ônibus atenderão toda a malha operada pelo grupo, incluindo linhas que nunca haviam recebido modelos Double Decker. A divisão é a seguinte:
Além dos 650 ônibus a serem entregues em 2026, Gustavo Rodrigues adiantou que novos investimentos na aquisição de mais cerca de 300 ônibus serão anunciados no próximo ano.
Acompanhe notícias selecionadas que importam para o setor de transporte de carga e logística: Acompanhe nossas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook Inscreva-se no canal do Videocast FrotaCast
Os mercados de caminhonetes pequenas e médias da América Latina e do Caribe estão entre os mais relevantes e dinâmicos do mundo. Essenciais para o trabalho e cada vez mais presentes nas frotas corporativas e no uso privado, as picapes têm papel central nas operações urbanas e rurais. Por isso, sua segurança — tanto para ocupantes quanto para usuários vulneráveis da via — torna-se um fator decisivo nas estratégias de grandes frotas e também nas escolhas dos consumidores.
Sob o atual protocolo de avaliação, o Latin NCAP testou sete modelos amplamente vendidos: as médias Mitsubishi L200/Triton, Ford Ranger, Volkswagen Amarok e Great Wall Motors Wingle 5, além das pequenas Chevrolet Montana, Fiat Strada e RAM 700 — estas duas últimas versões de um mesmo projeto.
Cinco estrelas: L200/Triton e Nova Ranger puxam o padrão de segurança
A Mitsubishi L200/Triton e a Ford Ranger alcançaram a classificação máxima de cinco estrelas, destacando-se como exemplos de como fabricantes podem elevar seus padrões. Versões anteriores desses dois modelos já haviam recebido avaliações inferiores, mas passaram por melhorias voluntárias que resultaram em estruturas mais robustas, sistemas de retenção mais eficientes e maior disponibilidade de tecnologias ADAS.
Essa evolução não apenas reforça a relevância dessas picapes para consumidores e grandes frotas, mas também mostra o peso das avaliações de segurança nas decisões de compra.
A situação é crítica no caso do Great Wall Motors Wingle 5, cujo desempenho ficou abaixo do esperado. A ausência de equipamentos presentes em mercados onde a GWM atua e a discrepância com modelos mais recentes da própria marca levantam questionamentos sobre a estratégia para a região.
Picapes pequenas deixam a desejar em ADAS — mas há exceções
No segmento das picapes compactas, três modelos foram avaliados: Fiat Strada, RAM 700 e Chevrolet Montana. Nenhum deles oferece sistemas ADAS — nem como opcional —, um ponto crítico para veículos que circulam intensamente em áreas urbanas e convivem diretamente com pedestres, motociclistas e ciclistas.
A Montana, porém, se destaca ao demonstrar que é possível entregar segurança passiva completa de série, com seis airbags e estrutura estável, garantindo bom nível de proteção mesmo sem ADAS.
Em contrapartida, a Strada e a RAM 700 revelaram pontos preocupantes: airbags laterais e de tórax ineficazes na proteção lateral em versões cabine dupla, ausência total desses airbags nas configurações cabine simples e instabilidade estrutural. O conjunto aumenta o risco de ferimentos graves em colisões laterais e gera alerta para frotistas que adotam esses modelos em grande escala.
Mercado aquecido exige veículos mais seguros
A relevância das picapes na economia regional reforça a importância dos testes. Em 2024, mais de um milhão de unidades foram vendidas em 17 mercados latino-americanos, equivalendo a 18,4% do total de vendas automotivas. No Brasil, o segmento representou 19,4% e, na Argentina, 26,7% das vendas do ano. O crescimento entre 2023 e 2024 superou 7%.
Esse protagonismo significa que a segurança desses veículos impacta diretamente a vida de milhões de trabalhadores — especialmente considerando que um terço das mortes no trânsito no mundo (cerca de 400 mil ao ano) ocorre em acidentes de trabalho, segundo o estudo “Salvando Vidas Além de 2025”.
Proteção de pedestres e ADAS: sem desculpas para ficar para trás
Mesmo em segmentos mais difíceis para garantir proteção a pedestres, os modelos de maior nota — L200/Triton e Ranger — demonstraram que é possível combinar boa segurança passiva com tecnologias como:
AEB — Frenagem Autônoma de Emergência
LSS — Assistência de Permanência em Faixa
BSD — Detector de Ponto Cego
A Volkswagen Amarok, embora equipada com aviso de colisão frontal, carece de frenagem automática — um passo atrás frente aos líderes.
Recomendações do Latin NCAP para frotas e governos
O relatório reforça diretrizes essenciais para aumentar a segurança veicular na região:
Priorizar veículos avaliados pelo Latin NCAP, sempre com a maior classificação possível.
Para frotas, escolher modelos com:
cinco estrelas
ESC
seis airbags (frontais, laterais de corpo e cortina)
ISOFIX
proteção a pedestres
ADAS como AEB, LSS e BSD
Incentivar a indústria a oferecer o mesmo nível de proteção em todos os mercados, não apenas nos desenvolvidos.
Exigir testes independentes para veículos voltados ao uso comercial e corporativo — segmento que concentra grande parte das mortes no trânsito.
Acompanhe notícias selecionadas que importam para o setor de transporte de carga e logística: Acompanhe nossas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook Inscreva-se no canal do Videocast FrotaCast
A Toyota do Brasil dá um passo decisivo em sua estratégia de diversificação ao lançar no país a consagrada van Hiace, modelo que já soma quase 60 anos de história e mais de 6 milhões de unidades vendidas em 150 países. Para explicar os motivos da chegada neste momento e os diferenciais do produto, conversamos com Soraya Batistini, Gerente Geral Comercial da Toyota do Brasil. A executiva detalha a importância da novidade para clientes profissionais e para a consolidação da marca em novos segmentos respondendo às 10 seguintes perguntas:
Soraya Battistini, Gerente Geral Comercial da Toyota do Brasil
1: A Hiace tem uma história de quase 60 anos no mundo. Por que a Toyota decidiu trazer o modelo para o Brasil neste momento específico? Quais fatores de mercado e econômicos foram decisivos?
R:A Hiace é um modelo que carrega quase 60 anos de tradição no mundo, com mais de 6 milhões de unidades vendidas em mais de 150 países. Reconhecida por sua qualidade, durabilidade e confiabilidade — características que fazem parte do DNA da Toyota — a Hiace chega ao Brasil em um momento muito propício.
O segmento de vans vem crescendo no país, impulsionado por setores como turismo, fretamento corporativo, transporte escolar, saúde e logística urbana. Ao mesmo tempo, os clientes estão cada vez mais exigentes, buscando veículos que unam segurança, confiabilidade e baixo custo de operação. Nesse cenário, a Hiace oferece a combinação ideal: compartilha o mesmo conjunto mecânico da Hilux, já consolidada como referência no Brasil, o que gera sinergia em pós-vendas, manutenção e confiabilidade.
Com isso, a Hiace eleva o conceito de mobilidade a um novo patamar e amplia o leque de possibilidades. Inicialmente lançada na versão Minibus, em novembro ela também estará disponível nas versões Furgão, Ambulância e Refrigerada/Isolada, expandindo ainda mais as soluções para diferentes segmentos de clientes.
Essa chegada fortalece nossa estratégia de equilibrar competitividade industrial, portfólio atrativo e serviços de alta qualidade. Ao integrar um novo segmento do mercado, aumentamos a oferta de soluções de mobilidade e reforçamos nossa presença na região.
Além do produto, ampliamos o nosso ecossistema de negócios: atuamos como uma rede de mobilidade com mais de 300 concessionárias, cada vez mais focadas no gerenciamento das unidades em operação — o que chamamos de Retenção do UIO. Fazemos isso por meio da excelência no atendimento, da busca constante pela fidelidade de nossos clientes e da qualidade Toyota.
Por isso, entendemos que este é o momento ideal para trazer a Hiace ao Brasil: uma combinação de demanda crescente, maturidade do mercado e a força de um produto global já consolidado.
Hiace chega à 6ª geração mais moderna e funcional
2: Como a Hiace se encaixa no portfólio de veículos da Toyota no Brasil, especialmente considerando a forte reputação da marca com a Hilux e Corolla, modelos já utilizados por frotistas?
R:A Toyota já é reconhecida no Brasil por modelos como a Hilux e o Corolla, que conquistaram a confiança de clientes individuais e de grandes frotistas. Esses veículos trazem qualidade, durabilidade e confiabilidade, além de eficiência e bom valor de revenda. A chegada da Hiace amplia esse portfólio, oferecendo uma solução no segmento de vans que conversa diretamente com as necessidades dos clientes. A Hiace compartilha a mesma base mecânica da Hilux, garantindo padronização em manutenção e pós-vendas, além da confiança já estabelecida no mercado. Assim, ela fortalece a presença da Toyota entre clientes corporativos, oferecendo agora um portfólio ainda mais completo para frotistas que já conhecem e confiam na marca.
3: A comunicação da Hiace é focada no “DNA Hilux”. Além da robustez e confiabilidade, como a Toyota pretende construir uma identidade própria para o modelo e garantir que ele seja visto como a nova referência no segmento de vans de passageiros e, futuramente, em outros segmentos da economia?
R:Quando falamos do DNA Hilux, falamos de atributos que já são reconhecidos no Brasil: qualidade, durabilidade e confiabilidade, além de robustez e baixo custo de operação. É natural que a Hiace herde essa base sólida para transmitir segurança desde o seu lançamento.
A proposta para a Hiace é construir uma identidade própria no segmento de vans, trazendo diferenciais como transmissão automática, tração traseira e elevado padrão de segurança e conforto também para o motorista. A estratégia da Toyota é posicionar a Hiace como a nova referência no segmento de vans de passageiros, explorando sua reputação global de quase 60 anos e adaptando-a às necessidades locais. E, no médio prazo, ampliar sua presença neste segmento com outras versões.
Imagem: Divulgação Toyota
4: A Hiace compartilha a motorização da Hilux. O motor 1GD e o câmbio automático receberam calibrações específicas para o uso contínuo de uma van, que difere de uma picape? E em relação à suspensão, quais foram as calibrações feitas para garantir o conforto e a estabilidade?
R: As necessidades de uso deste segmento são diferentes e, por isso, adotamos uma calibração que atende à expectativa destes clientes em relação à performance, eficiência e consumo de combustível
5: A altura de 2,28m é um diferencial para uso urbano. Quais foram os principais desafios de engenharia para alcançar essa medida sem comprometer o espaço interno ou a dirigibilidade, especialmente com o design “semi-bonnet”?
R:Aaltura de 2,28m foi definida como um diferencial importante para o uso urbano, permitindo que a Hiace circule com facilidade em estacionamentos, garagens e centros urbanos, sem perder a capacidade de transporte.
O design ‘semi-bonnet’ permitiu otimizar a posição do motor e melhorar a distribuição de peso, sem invadir a cabine ou reduzir o conforto dos passageiros. Além disso, o desenvolvimento da suspensão foi ajustado para manter a estabilidade mesmo em vias irregulares, e a altura interna foi cuidadosamente projetada para garantir ergonomia e conforto em longos trajetos. O uso de materiais de alta resistência também possibilitou manter robustez sem aumentar o peso do veículo. O resultado é uma van que se adapta ao ambiente urbano, sem comprometer espaço interno, segurança ou conforto, já reconhecidos em todo o mundo.
Fonte: Toyota do Brasil
6: O pacote de revisões gratuitas e o programa “Toyota 10” são bastante agressivos para o segmento. Qual é a estratégia por trás dessa oferta? Ela é uma tática inicial para ganhar mercado ou um compromisso de longo prazo com o cliente profissional?
R:O programa Toyota 10, que assegura até 10 anos de garantia, o programa Revisão Facilitada, que garante as três primeiras manutenções gratuitas e valores fixos da 4ª à 6ª revisão, realizadas a cada 12 meses ou 10 mil km e o programa Revisão na Medida, que proporciona previsibilidade e transparência nos custos de manutenção, foram pensados para oferecer muito mais do que uma condição inicial de compra. Eles refletem um dos maiores diferenciais da marca: o compromisso em reduzir o custo total de propriedade e gerar previsibilidade para o cliente profissional. Por isso, a estratégia é garantir confiança e transparência desde o primeiro dia, isso reforça a robustez do produto e mostra que a Toyota está disposta a assumir junto com o cliente o compromisso de longo prazo. É uma estratégia sustentável para oferecer uma solução completa.
7: O novo Centro Logístico de Peças garante agilidade em São Paulo. Como a Toyota planeja replicar essa agilidade e garantir a mesma disponibilidade de peças para outras regiões do Brasil, onde a logística pode ser mais complexa para o cliente que faz uso profissional do veículo?
R:O novo Centro Logístico de São Paulo garante agilidade e disponibilidade imediata na região que concentra o maior volume de clientes. Mas a estratégia da Toyota conta com uma rede consolidada de concessionárias para que o cliente profissional tenha a mesma confiança e previsibilidade em qualquer região do país. Esse compromisso de agilidade é parte essencial da estratégia para consolidar a Hiace como a nova referência do segmento.
8: A KINTO terá exclusividade na locação da Hiace neste momento. Quais vantagens há na locação pela KINTO em relação as locadoras tradicionais e multimarcas?
R:A KINTO, empresa especializada em soluções de mobilidade da Toyota, terá exclusividade na locação da nova Toyota Hiace no mercado brasileiro, sendo a única locadora com esse modelo disponível, isso reforça o papel protagonista da KINTO ao oferecer serviços que priorizam o uso do veículo, adaptado às mais diversas necessidades de mobilidade dos clientes.
Atualmente, a empresa oferece três serviços no Brasil: KINTO Share, de aluguel e compartilhamento de veículos Toyota e Lexus por horas, dias, semanas e até um mês; KINTO One Fleet, de gestão de frotas corporativas; e KINTO One Personal, de assinatura de veículos novos e seminovos Toyota para pessoa física.
A Hiace está disponível pela KINTO na modalidade KINTO One Fleet, com contratos de 12, 24 ou 36 meses e com serviços adaptados as necessidades dos clientes, como manutenção, seguro e documentação, por exemplo.
Fonte: Toyota do Brasil
9: Como o atendimento prioritário para clientes Hiace será implementado na prática na rede de concessionárias?
R:O cliente da Hiace é, em grande parte, um cliente profissional. Para ele, tempo parado significa perda direta de receita. Por isso, o atendimento prioritário foi desenhado para ser um processo prático dentro da rede.
O programa inclui uma série de medidas:
Agendamento preferencial para manutenções e revisões, reduzindo tempo de espera;
Boxes exclusivos, garantindo que o veículo seja atendido imediatamente;
Equipe técnica treinada, assegurando rapidez no diagnóstico e execução;
Na prática, isso significa menor tempo de imobilização do veículo, mais previsibilidade e segurança para o negócio do cliente.
10: Com as versões Furgão, Ambulância e Refrigerada/Isolada já confirmadas, existem planos para outras configurações, como a versão furgão com teto diferente ou um modelo com mais capacidade de passageiros? E há planos para uma versão chassi-cabine no futuro?
R:A Hiace terá em breve um portfólio bastante completo: Minibus, Furgão, e versões Refrigerada/Isolada e Ambulância, que atendem às principais demandas imediatas do mercado brasileiro. Mas a Hiace é um produto global, com múltiplas configurações disponíveis, o que nos dá flexibilidade para, a partir da resposta do cliente brasileiro, avaliar a introdução de novas versões. A Toyota sempre acompanha as necessidades do mercado e dos clientes com o compromisso de construir um portfólio de forma gradual e sustentável.
A FORLAND abriu suas portas – e suas pistas de testes – para uma imersão inédita nos bastidores de produção e validação de seus veículos comerciais. No vídeo “Extraordinary Journey: FORLAND Factory Tour & Ultimate Test Drives”, a marca convida o público a acompanhar, de perto, como tecnologia, engenharia e rigor em segurança definem o ritmo de uma das fabricantes que mais cresce no setor.
O conteúdo apresenta uma visita guiada pela linha de montagem, revelando processos de soldagem robotizada, aplicações de inteligência industrial e etapas de controle de qualidade realizadas em tempo real. É a chance de observar como nasce cada veículo, desde o aço bruto até os acabamentos finais.