A Jamef anunciou um novo ciclo de investimentos para atualizar sua frota: a empresa destinou R$ 25 milhões à aquisição e caracterização de 31 cavalos mecânicos Mercedes-Benz Axor 2038, ampliando a capacidade operacional.
A nova geração do Axor foi lançada em meados de 2025 para ser o novo modelo de entrada da Mercedes-Benz no segmento de pesado rodoviário, cotado, atualmente pela Fipe, por R$ 745.253, um dos mais baratos no seu segmento.
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Segundo comunicado da Jamef enviado à redação da Frota News, a renovação faz parte de um plano contínuo para operar com ativos mais atualizados, reduzir paradas não programadas e melhorar o consumo de combustível.
Ricardo Gonçalves, diretor de Operações da Jamef, afirma que, com veículos mais novos, buscam reduzir manutenções corretivas, garantir maior capacidade de atendimento aos clientes e diminuir acidentes, além de oferecer melhores condições e mais conforto aos colaboradores.
Para Bárbara Opsfelder, diretora Comercial e de Marketing, o movimento reforça a visão de longo prazo da transportadora. “A renovação da frota faz parte de um planejamento estruturado de investimentos. Atuamos em uma operação de alta relevância e precisamos de ativos alinhados ao nível de serviço que oferecemos. Modernizar a frota é garantir que a empresa continue preparada para crescer com consistência, acompanhando as demandas de um mercado cada vez mais exigente”, afirma.
Com mais de 60 anos de atuação, a Jamef possui cerca de mil caminhões e atende todas as regiões do Brasil.
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Resumo do artigo “Entre dados, infraestrutura e ESG: tendências de 2026 para o setor de transportes de cargas“, de Bárbara Opsfelder, diretora Comercial e de Marketing da Jamef.

O artigo destaca que, em 2026, o setor de transporte de cargas deve consolidar a busca por previsibilidade, rastreabilidade e responsabilidade socioambiental, além dos tradicionais prazos e custos. No cenário internacional, cresce o uso de plataformas integradas e inteligência artificial para prever demanda, ajustar rotas e simular cenários, formando uma logística “autodirigida”, em que decisões humanas são fortalecidas por dados em tempo real. No Brasil, o avanço depende menos da adoção de ferramentas e mais da integração entre sistemas e da qualidade dos dados ao longo da cadeia.
O mercado global de transportes, avaliado em US$ 8,5 trilhões em 2025, deve chegar a US$ 17,6 trilhões até 2034, impulsionado pelo e‑commerce e pela demanda por mobilidade ágil. Tendências tecnológicas incluem algoritmos de previsão, manutenção preditiva, IoT para monitoramento de cargas e motoristas, telemetria avançada, roteirização dinâmica e plataformas digitais integradas, que também aumentam a segurança operacional.
O ESG ganha força e deixa de ser diferencial para se tornar obrigação. Segundo a KPMG, a maioria das empresas já identifica riscos e oportunidades ligados ao tema e adota ações como uso de combustíveis alternativos, eletrificação de frotas, compensação de carbono, programas de saúde e diversidade, além de iniciativas sociais. No Brasil, a escassez de motoristas torna essencial investir em formação, valorização e retenção desses profissionais.
O artigo conclui que as empresas que desejam se destacar precisam investir de forma estruturada em dados, infraestrutura, pessoas, meio ambiente e transparência, construindo desde já as bases para competir em um setor cada vez mais exigente e tecnológico.




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