sexta-feira, abril 10, 2026

Olimpíada da manutenção: LiuGong seleciona os melhores da América Latina

Nos dias 21 e 22 de agosto de 2025, a LiuGong promove em sua fábrica de Mogi Guaçu (SP) mais uma edição do Campeonato de Habilidades Técnicas. A competição reúne técnicos indicados pelos distribuidores da marca em toda a América Latina, desafiando-os em provas teóricas e práticas que simulam situações reais de manutenção e operação dos equipamentos. O objetivo é selecionar os representantes da LGLA que disputarão a etapa global na China.

Durante os dois dias, os participantes serão avaliados em áreas-chave como mecânica, elétrica, hidráulica, entrega técnica, motores e transmissões, em atividades que envolvem troubleshooting, pré-inspeção (PDI), simuladores e práticas diretas nos equipamentos.

Cada distribuidor indicou dois técnicos, e ao final serão escolhidos um representante de distribuidor, um colaborador interno da LiuGong e um técnico de outro país latino-americano.

Em 2024, a equipe regional conquistou o 3º lugar mundial, resultado que reforça o alto nível dos competidores. Para João Campaldi, supervisor de serviços da LiuGong, a iniciativa promove a equalização de conhecimento técnico na rede e amplia o engajamento nos treinamentos.

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Iniciativa da Volkswagen do Brasil

A Volkswagen do Brasil realiza, de 25 a 29 de agosto de 2025, a 6ª Semana da Diversidade sob o tema “Raízes do respeito. Atitudes que nutrem. Inclusão que floresce”, com cinco lives abertas ao público transmitidas diretamente do Estúdio VW, em São Bernardo do Campo (SP).

A programação inclui debates sobre masculinidade responsável, equidade racial, direitos LGBTI+, inclusão geracional e de pessoas com deficiência, reunindo especialistas, lideranças e integrantes dos grupos de afinidade da empresa.

Durante o evento, a montadora também lança a nova Cartilha de Diversidade & Inclusão para sua rede de concessionárias, reforçando o compromisso de criar um ambiente mais humano e acolhedor para clientes, colaboradores e parceiros.

PACCAR Parts lança protetor de farol TRP para caminhões DAF

A PACCAR Parts o Conjunto de Protetores de Farol TRP, desenvolvido para as linhas DAF XF e DAF CF.

Produzido em aço galvanizado, o acessório protege o conjunto óptico contra impactos e danos, prolongando a vida útil dos faróis. Além da resistência, o design preserva as linhas originais dos modelos e agrega personalidade ao caminhão, com acabamento em preto, que reforça o visual robusto.

O produto está disponível nas versões para farol principal e farol de milha, contemplando também aplicações off-road. Em todos os casos, a instalação é simples, com encaixe preciso, e conta com garantia de um ano em todo o Brasil, válida tanto na rede de concessionárias DAF quanto nas Lojas TRP.

Foco no transportador

Segundo Gustavo Novicki, diretor Nacional de Vendas da PACCAR Parts, o lançamento responde às demandas reais do transporte rodoviário nacional.

“Conhecemos de perto os desafios das estradas brasileiras e a importância de cada detalhe para manter o caminhão sempre pronto para trabalhar. O Protetor de Farol TRP foi desenvolvido para garantir resistência em qualquer operação, com a qualidade que o cliente já conhece”, destacou.

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Ação Compare e Compre da Ford Ranger

A Ford realiza até sábado (23) a ação nacional “Compare e Compre”, que convida clientes a testar a nova geração da Ranger frente às concorrentes em todas as concessionárias do país.

O evento traz descontos na Ranger 2.0 XLS 4×4 AT e pronta entrega da versão V6, além de atrações como churrasco, food trucks e espaço kids. A picape oferece versões que vão da XL de entrada à Limited topo de linha, com motores 2.0 turbodiesel e 3.0 V6, tração 4WD, câmbio automático de 10 marchas e amplo pacote tecnológico de segurança, conectividade e conforto, reforçando o posicionamento da Ranger como referência entre as médias.

Ranger XLT V6 2025: equilíbrio entre potência, tecnologia e versatilidade

Entrevista: Os avanços da engenharia de segurança da Marcopolo

A Marcopolo, maior fabricante de ônibus do Brasil e uma das líderes mundiais do setor, tem transformado o mercado com soluções que aliam engenharia avançada, segurança veicular e sustentabilidade. Em entrevista exclusiva à Frota News, Mauricio Gazzi, gerente de P&D da empresa, detalhou os avanços tecnológicos incorporados à oitava geração de carrocerias (G8) e ressaltou como iniciativas pioneiras têm salvado vidas nas estradas brasileiras.

Segurança como prioridade

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Mauricio Gazzi, gerente de Engenharia de Desenvolvimento na Marcopolo

Um dos destaques é o FIA – Frontal Impact Absorber, sistema de absorção de impacto frontal que amplia em até 40% a segurança do motorista em colisões. “Trata-se de uma célula de sobrevivência com tubos estruturais especiais, desenvolvida para criar um espaço residual maior para o condutor. Em casos reais, pode significar a diferença entre a vida e a morte”, explica Gazzi.

Os testes, realizados no campo de provas da Randon, envolveram simulações de colisão em offset (50% da frente do veículo) — o cenário mais crítico em rodovias de pista simples, que representam 86% das estradas pavimentadas do país. Com a participação do Corpo de Bombeiros, a Marcopolo também verificou ganhos expressivos no tempo de resgate: de 56 minutos para 23 minutos.

Testes inéditos de tombamento

A preocupação com a segurança não se limita à dianteira. A Marcopolo foi a primeira fabricante do mundo a realizar um teste físico de tombamento em um ônibus double-decker (DD). Apesar de a norma R66.02 não exigir tal procedimento para veículos de dois andares, a empresa decidiu adotar a solução de forma obrigatória na linha G8, reforçando seu compromisso com a integridade dos passageiros.

No modelo, houve ainda aumento de 25% na seção das colunas laterais e elevação em 10% da altura do peitoril, o que garante maior ergonomia e proteção em caso de acidente. “Não é opcional. Se o cliente compra um DD da Geração 8, ele já sai de fábrica com essa solução”, enfatiza o executivo.

Ergonomia, conforto e customização

Além da estrutura, a ergonomia também recebeu atenção. A elevação do peitoril reposicionou o braço dos passageiros em uma posição mais confortável, unindo bem-estar e segurança. Outro ponto é a flexibilidade de configuração: empresas podem escolher layouts que vão de maior número de poltronas a versões com dois banheiros, como já ocorre em alguns mercados, como o México, onde há divisão entre masculino e feminino.

Essa liberdade de customização é vista pela Marcopolo como diferencial competitivo: “Deixamos a decisão para o cliente, que conhece seu público e sua operação”, explica Gazzi.

A confiança do passageiro

O executivo também relatou sua experiência como passageiro frequente. Ele destacou que a percepção de zelo e conservação da frota influencia diretamente na confiança. “Uma coisa é um ônibus antigo, mas bem cuidado; outra é um veículo velho e mal conservado. Passageiros mais atentos observam o estado dos pneus, o ano de fabricação e até as tecnologias embarcadas antes de viajar”, afirmou.

Essa confiança, segundo Gazzi, é fundamental em rotas críticas como a Fernão Dias (SP–MG), conhecida pelo alto índice de acidentes. “O passageiro precisa confiar na empresa. É aí que a tecnologia e a cultura de segurança se tornam diferenciais de mercado”, acrescenta.

engenharia
A Viação Águia Branca foi uma das pioneiras a solicitar o FIA – Frontal Impact Absorber, sistema de absorção de impacto frontal, em 100% dos modelos Paradiso G8 na renovação de frota

Evolução do setor e o futuro da mobilidade

Gazzi destacou ainda a redução de 50% nos acidentes de trânsito entre 2017 e 2023, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, resultado da combinação entre privatização de rodovias, avanço da tecnologia embarcada (ABS, airbag etc.), endurecimento legal (Lei Seca) e evolução social da categoria de motoristas.

Apesar dos avanços, ele lembra que as condições de infraestrutura no Brasil ainda impõem riscos: “Quase 90% das rodovias pavimentadas são de pista simples. Isso aumenta as chances de colisões frontais. É um desafio que reforça a importância de continuarmos inovando em segurança”, afirma.

Olhar para o futuro

A Marcopolo acompanha de perto protocolos internacionais como os testes da Euro NCAP e se prepara para novas exigências. Sistemas como airbags para motoristas de ônibus já estão no radar.

Nosso driver é a segurança. Mesmo quando já atendemos às normas, buscamos ir além. Queremos que o G8 seja reconhecido como o ônibus mais seguro do mundo”, conclui Gazzi.

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Acreditação inédita em laboratório de testes

A companhia recebeu a acreditação na norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, que define os requisitos para a competência de laboratórios de ensaio e calibração.

O reconhecimento, concedido pela Coordenação-Geral de Acreditação do Inmetro, valida a excelência técnica do Laboratório de Testes e Engenharia Experimental da unidade Ana Rech, em Caxias do Sul (RS), confirmando que a estrutura opera com competência e gera resultados confiáveis tanto no Brasil quanto no exterior. A acreditação foi registrada sob o nº CRL 1962.

Ensaios abrangidos pela acreditação

O escopo da certificação é amplo e cobre diferentes áreas críticas para a indústria de transporte:

  • Mecânicos – testes de ancoragem de cintos de segurança e resistência de encostos;
  • Térmicos – análise de flamabilidade de materiais internos;
  • Acústicos e de vibração – medições como pressão sonora de buzinas;
  • Químicos – ensaios de névoa salina e intemperismo acelerado;
  • Ópticos – avaliações de brilho de superfícies.

Na prática, a acreditação garante que a Marcopolo tem competência reconhecida para conduzir ensaios de segurança de componentes e análises de resistência e durabilidade dos materiais empregados em seus ônibus.

Resultado de três anos de dedicação

O processo de acreditação levou três anos de investimento, melhorias de processos e trabalho conjunto das equipes. Para a Marcopolo, o selo não é apenas um marco técnico, mas também estratégico.

“Essa conquista é fruto de muito empenho coletivo e representa um salto importante no fortalecimento da nossa engenharia”, afirma Mauricio Gazzi, gerente de Desenvolvimento de Produtos e Tecnologias.

Novo Librelato Center SP marca virada estratégica da fabricante em território paulista

A Librelato, fabricante de implementos, inaugurou uma nova filial em Guarulhos, (SP), o Librelato Center SP, que integra uma linha de montagem e concessionária própria em uma área de 27 mil m². O novo complexo foi construído às margens da Via Dutra, em Cumbica, na altura do km 214 sentido Rio. O endereço exato é: Rua Joaquina Teófilo do Espírito Santo, 463.

O complexo abrigará áreas de montagem, estoque de peças, showroom, pátio logístico e concessionária com hub de serviços. O desenho prioriza fluxos logísticos curtos, integração entre manufatura e vendas e infraestrutura para treinamentos e capacitação. Trata-se de uma unidade concebida para aproximar a empresa dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo, região que possui forte presença dos principais concorrentes: Randon, Facchini e Truckvan. 

Segundo Simone Martins, CEO da Librelato, o investimento na nova unidade é de R$ 10 milhões e faz parte do ciclo anunciado em 2024 de 405 milhões de reais. “Ao expandir nossa atuação para a Grande São Paulo, deixamos de ter cinco plantas fabris concentradas exclusivamente em Santa Catarina e fortalecemos a descentralização da produção, aumentando nossa capacidade de entrega e reduzindo os prazos de atendimento”, destaca Simone Martins. 

Projeção de crescimento

Segundo projeções da companhia, a meta é que, até o terceiro ano de operação, a participação de mercado da marca Librelato no estado de São Paulo se iguale à média nacional, hoje em torno de 15%. Em 2024, a empresa catarinense foi a terceira maior fabricante de implementos rodoviários do Brasil, com a produção de 12.005 unidades, atrás apenas da Randon e da Facchini, informou João Vitor Librelato, diretor Comercial e de Marketing. O executivo lembra que a Librelato é reconhecimento pelo atendimento do varejo, tanto que, em 2024, atendeu 3.300 clientes, com uma venda média de 3,4 implementos por cliente.

Rodrigo Corso, diretor de Manufatura, destacou que desde 2020, quando produziu 9.548 produtos, com capacidade instalada para 50 unidades por dia, a Librelato evoluiu e acompanhou a expansão do mercado, chegando a produzir mais de 13 mil implementos. “Para este ano, estamos prevendo produzir 9.001 produtos com capacidade instalada de 74 unidades diárias e em 2026 a estimativa é de fabricar 10.080 implementos com capacidade instalada de 75 produtos por dia. Isso está sendo alavancado pelos investimentos, diversificação e instalação de novas unidades como a de São Paulo.”

Librelato Center
Simone Martins, João Librelato e Rodrigo Corso
Seminário Educação Para Logística
Realização; Frota Educação

Os modelos a serem produzidos em sistema CKD

Na nova unidade industrial serão finalizados modelos como furgão alumínio, furgão lonado, porta contêiner, graneleiro e carga seca, implementos de alto volume de vendas no País, com ampla aplicação em diferentes operações logísticas. O processo de montagem será pelo CKD, com conjuntos sendo enviados de Santa Catarina para São Paulo para a montagem. CKD é a sigla em inglês para “Completely Knocked Down”, que pode ser traduzido como “completamente desmontado”. 

Inicialmente, a nova operação estima a geração de 50 novos empregos diretos em um turno, podendo duplicar esse número ao longo do crescimento da produção. A nova unidade industrial tem por capacidade instalada de produzir dois mil implementos ano em regime CKD, o que deve ocorrer ao longo dos próximos anos. No primeiro ano, a expectativa é superar a entrega de 850 unidades.

Inicialmente, a unidade de Guarulhos não disponibilizará oficina para manutenções corretivas e pós-vendas, pois já conta com quatro parceiros credenciados na região para este tipo de serviço, disse Rodrigo Corso. Ele acrescentou que há planos para isso no futuro e, no entanto, a Librelato Center dará suporte de atendimento consultivo, peças e de pós-vendas para a rede no estado de São Paulo. 

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“O Librelato Center SP nasce como concessionária própria e parte de um novo Complexo Industrial e Comercial, estrategicamente localizado para aproximar a marca dos principais corredores logísticos da Grande São Paulo. A estrutura une showroom e atendimento consultivo à engenharia para especificação por aplicação, customizações e entrega técnica, além de permitir maior inteligência de mercado por meio da operação direta com clientes e concessionários. Isso possibilita mapear tendências, ouvir o mercado com mais agilidade e responder rapidamente, seja com soluções de pós-venda, seja com melhorias nos produtos”, reforçou João Librelato. 

 

Concrete Show: VW amplia linha Constructor e Mercedes apresenta primeira betoneira 10×4 do Brasil

O setor de construção civil, que cresceu 4,3% em 2024 e deve crescer mais 2,5% este ano, ganhou destaque na Concrete Show 2025. A feira, considerada a principal vitrine da cadeia do concreto na América Latina, foi palco para duas fabricantes de caminhões —Mercedes-Benz Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) — apresentarem novas soluções vocacionais voltadas ao segmento: o Atego 3330 10×4 betoneira e os VW Constellation 36.230 8×4 e o 27.320 6×4.

Volkswagen reforça linha Constructor com dois novos modelos

A VWCO levou ao evento dois lançamentos que ampliam sua já família Constructor: o Constellation 36.320 8×4 e o Constellation 27.320 6×4.

Giulianno Nasi, supervisor de Marketing do Produto da montadora, destaque os principais pontos da novidade:

  • 36.320 8×4: indicado para betoneiras de até 10 m³.
  • 27.320 6×4: disponível para encomendas, preparado para betoneiras de até 8 m³ ou tanques de água de 12 mil litros.

Ambos contam com estrutura reforçada com dupla longarina, suspensão especial e entre-eixos específico. Além disso, com:

  • Saída de fábrica já com preparação para implemento, pneus mistos e opção de tomada de força traseira (REPTO).
  • Transmissão automatizada de 12 marchas (36.320) e manual de 9 marchas com função crawler (27.320).
  • Pacote off-road de série, com ar-condicionado, volante multifuncional e bancos ergonômicos.
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Mercedes-Benz apresenta Atego 3330 10×4 betoneira

A estrela da Mercedes-Benz na Concrete Show foi o protótipo do Atego 3330 betoneira 10×4, desenvolvido em parceria com a Hiero e a Liebherr. Segundo a fabricante, trata-se da primeira betoneira 10×4 do Brasil, equipada com um 5º eixo rodado duplo esterçável.

A criação de uma betoneira 10×4 foi uma resposta direta a uma demanda do mercado brasileiro. Após a feira, o protótipo será testado em operação pela Engemix.

Essa inovação não foi desenvolvida ao acaso. Ela atende a uma necessidade específica das construtoras e empresas de concretagem: transportar mais material por viagem, respeitando os limites de peso estabelecidos pela legislação brasileira.

A configuração 10×4, com um quinto eixo, permite que o caminhão carregue um volume significativamente maior de concreto (em torno de 12 a 13 metros cúbicos) do que as betoneiras tradicionais 8×4, que transportam cerca de 10 metros cúbicos. Isso se traduz em mais eficiência, economia de combustível e redução no número de viagens para grandes obras.

Concrete Show
No detalhe, o quinto eixo direcional do Atego 3330 10×4

Além disso, o eixo direcional adicional é a solução para um problema de manobrabilidade. Ele permite que o caminhão, apesar de ser maior e mais pesado, consiga fazer curvas mais fechadas e operar em canteiros de obra com pouco espaço.

“Mais uma vez saímos na frente ao entregar uma solução inédita para o setor”, destacou Jefferson Ferrarez, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões da Mercedes-Benz. “Esse projeto é fruto de um trabalho conjunto de engenharia e inovação entre a Mercedes, a Hiero e a Liebherr.”

Competição acirrada no concreto

Enquanto a Volkswagen aposta na ampliação da família Constructor, oferecendo soluções versáteis e adaptáveis, a Mercedes-Benz aposta no pioneirismo tecnológico com a primeira betoneira 10×4 do País. Ambas deixam claro que a corrida pelo mercado da construção civil está cada vez mais disputada — e que os caminhões vocacionais são peças-chave para garantir eficiência e produtividade em um dos setores que mais crescem no Brasil.

Shell lança promoção com ingressos para o GP de São Paulo 2025 de Fórmula 1

A Shell, licenciada pela Raízen, lançou a promoção “V-iva a emoção das pistas” que sorteará ingressos para a Arquibancada Shell no Grande Prêmio de São Paulo 2025, além de assinaturas anuais do F1 TV Pro e cupons de abastecimento com Shell V-Power. No total, serão 135 ganhadores por rodada, e os prêmios incluem acesso aos três dias do evento em Interlagos, marcado para 7 a 9 de novembro, reforçando a presença histórica da Shell na Fórmula 1 em parceria com a Ferrari.

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Vibra atinge 100% em governança corporativa e supera média do mercado

A Vibra atingiu, pelo segundo ano seguido, 100% de aderência ao Código Brasileiro de Governança Corporativa (CBGC), reforçando seu compromisso com transparência, integridade e gestão responsável. O resultado supera a média de 67% das empresas de capital aberto, segundo o IBGC, e reflete a adoção de práticas como Comitê de Auditoria totalmente independente, canal de denúncias anônimo e abordagem “pratique ou explique”. Fundamentada nos princípios do Novo Mercado da B3 e do IBGC, a companhia consolida a governança como diferencial estratégico para sustentabilidade e geração de valor, destacou Henry Hadid, vice-presidente Jurídico e de Relações Institucionais.

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ProFuel lança IAs Lara e José para gestão de combustíveis

A ProFuel lançou os assistentes virtuais Lara e José, inteligências artificiais pioneiras no setor de combustíveis no Brasil, que atuam via WhatsApp para orientar donos de postos, frotistas, mecânicos e gestores sobre armazenamento, manuseio e tratamento de combustíveis com segurança, eficiência e sustentabilidade. Além de fornecer suporte imediato para evitar problemas mecânicos e reduzir custos, a solução agenda visitas técnicas e treinamentos, conectando o digital ao campo. Segundo o CEO Gilles-Laurent Grimberg, a iniciativa marca uma mudança de paradigma ao transformar conhecimento técnico em ação prática, reforçando o compromisso da empresa com inovação, profissionalização e sustentabilidade no mercado de combustíveis.

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Projeto itinerante da Ipiranga

O Saúde na Estrada, projeto itinerante da Ipiranga, retorna em 2025 com 75 eventos em 70 cidades de 18 estados, oferecendo serviços gratuitos de saúde e bem-estar a caminhoneiros e comunidades próximas aos postos Rodo Rede. Em 18 anos, a iniciativa já beneficiou mais de 700 mil pessoas com atendimentos médicos, exames, vacinas e orientações de segurança, percorrendo 600 mil km pelo país. Além de check-ups, testes rápidos e vacinas em parceria com secretarias municipais de saúde, a carreta conta com Espaço Zen, barbearia e apoio da PRF em ações educativas. Nesta temporada, a carreta passa por cidades paulistas como Igaratá, Atibaia, Jarinu e São Lourenço da Serra, reforçando o compromisso da Ipiranga com a saúde e a qualidade de vida nas estradas.

 

Radiografia inédita do setor de máquinas agrícolas no Brasil

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O agronegócio brasileiro enfrenta um cenário de desafios que coloca em xeque sua competitividade global. De um lado, a recente imposição de tarifas pelo governo americano sobre produtos do Brasil amplia as tensões comerciais. De outro, fatores internos como juros elevados, dificuldade de acesso a crédito, alto custo de insumos e máquinas agrícolas pressionam o caixa dos produtores. Nesse ambiente, eficiência e gestão profissional deixam de ser opção e passam a ser condição de sobrevivência.

Para compreender esse contexto, a [BIM]³ – Boschi Inteligência de Mercado conduz o estudo Panorama Setorial Agrícola: Decifrando o Cenário de Máquinas no Brasil. A pesquisa alcança 95% de intervalo de confiança e traça um retrato da frota em operação, idade média dos equipamentos, perfil de compra dos produtores e a distribuição entre as principais culturas: soja, milho, cana, arroz, café e algodão.

Entre os primeiros achados do levantamento destacam-se:

  • 89% das propriedades não alugam tratores;
  • Norte e Nordeste: mais de 10% das propriedades recorrem à locação;
  • Produtoras de cana: também superam 10% de adesão ao aluguel;
  • Menos de 25% das locações passam por cooperativas ou locadoras.

Esses dados expõem não apenas um baixo índice de economia compartilhada, mas também revelam limitações estruturais na difusão de serviços de locação no agronegócio.

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Barreiras à modernização

Além do crédito restrito, a precariedade de infraestrutura e a falta de mão de obra qualificada restringem a adoção de tecnologias de ponta. Nesse vácuo, ganham espaço alternativas como terceirização, quarteirização de serviços e práticas colaborativas, em que propriedades compartilham tratores, colheitadeiras e implementos, dividindo custos e parte do faturamento.

Esse modelo surge como resposta pragmática a um setor que precisa reduzir custos operacionais sem abrir mão da produtividade.

Nova geração, novos caminhos

O estudo também chama atenção para o papel da sucessão no campo. Jovens produtores, ao assumir os negócios familiares, trazem maior familiaridade com dados e tecnologia. Ferramentas digitais de monitoramento, softwares de gestão e decisões baseadas em análises concretas começam a moldar um novo paradigma de sustentabilidade e assertividade.

O produtor rural brasileiro está cada vez mais profissional e atento aos movimentos do mercado. A eficiência deixou de ser uma meta para se tornar condição de sobrevivência, e decisões bem embasadas em dados confiáveis são essenciais para atravessar este momento de volatilidade. O Panorama Setorial Agrícola nasce justamente para entregar essa inteligência de mercado e apoiar o setor na construção de estratégias mais assertivas”, afirma Luís Vinha, sócio-diretor da [BIM]³.

Expectativa para setembro

Atualmente em fase de análise, o estudo completo estará disponível para consulta no final de setembro. A expectativa é de que o material se torne uma ferramenta de apoio fundamental para produtores, fabricantes, revendas, cooperativas e agentes financeiros, em um momento em que cada decisão pode significar a diferença entre perda e ganho de competitividade no mercado internacional.

Conheça quanto custa e funciona o posto de biometano dentro da Jomed Transportes

A Frota News esteve em Guarulhos para acompanhar de perto a instalação e inauguração do Posto Avançado de Biometano (PA Biometano) da Jomed Transportes e Logística, desenvolvido em parceria com a Ultragaz. A iniciativa reflete uma tendência nas garagens de grandes frotas, que geralmente já possuem postos de abastecimento de diesel.

Atualmente, a Jomed conta com uma frota de 350 caminhões, sendo 19 movidos a biometano e o restante a diesel. O objetivo central do projeto é transformar a matriz energética da empresa, substituindo gradativamente os veículos movidos a combustível fóssil por novos modelos abastecidos com gás renovável.

A substituição será gradativa, conforme a renovação da frota”, explicou Carlos Ferreira, gerente de sustentabilidade da transportadora.

O PA Biometano

A Ultragaz, assim como outras distribuidoras de gás, vem instalando postos internos em grandes empresas, incluindo embarcadores como Natura e PepsiCo. A parceria com a Jomed prevê que a Ultragaz seja a fornecedora exclusiva de biometano para a frota.

A Frota News buscou junto aos executivos da Jomed e da Ultragaz informações sobre os investimentos necessários para que outros transportadores sigam o mesmo caminho. A Jomed afirmou que, por cláusulas contratuais, não pode divulgar valores. Já a Ultragaz evitou detalhar custos para não fornecer informações a concorrentes como Gás Verde (fornecedora da Scania e da L’Oréal), MDC, GBR Dois Arcos, Compagas, GasBrasiliano, Naturgy, Raízen e a finlandesa Neste, que está chegando ao Brasil.

No entanto, a Frota News apurou em outras fontes informações relevantes. Para compreender os investimentos, é preciso comparar com outras tecnologias, como postos tradicionais de diesel e pontos de recarga elétrica.

Jomed
A Jomed já conta com 19 cavalos mecânicos Scania e, com o ‘mochilão”, possuem autonomia superior a 650 km

Comparativo de custos: diesel, elétrico e gás

Um posto de diesel, considerando construção civil, tanques, bombas, sistema de filtragem, licenças, alvarás, taxas da ANP, softwares, entre outros, ultrapassa R$ 500 mil — mas permite abastecer dezenas de caminhões por dia.

Já um ponto de carregamento elétrico para caminhões exige infraestrutura robusta: não se trata de instalar um wallbox simples como em automóveis de passeio. Um PA elétrico para veículos pesados custa, no mínimo, R$ 300 mil para recarregar um caminhão em quatro horas. Para uma frota de 10 veículos, o investimento pode ser multiplicado de cinco a dez vezes, sem contar a necessidade de reforço da rede elétrica pública, que depende de avaliação da concessionária local. A Enel, por exemplo, é uma gigante que está investindo bilhões e, mesmo assim, está com seus clientes insatisfeitos.

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No caso do PA a gás, a conta é diferente. A Jomed arcou apenas com os investimentos em construção civil, estimados em mais de R$ 1 milhão, já que não puderam revelar valores exatos devido ao contrato com a Ultragaz, mas deixaram claro que era muitas vezes maior do que um PA para caminhão elétrico.

Jomed
São dois implementos que transportam e abastecem os caminhões da Jomed diariamente. Cada carreta comporta até 6,5 mil m³ de biometano

O maior investimento foi feito pela própria Ultragaz, que forneceu equipamentos e tecnologia em regime de comodato. Em contrapartida, a Jomed se comprometeu a comprar exclusivamente o biometano da distribuidora — modelo comercial semelhante ao de bares que recebiam refrigeradores de cervejarias em troca da venda exclusiva de determinadas marcas.

Receita da Ultragaz com a Jomed

O consumo diário estimado de biometano da frota de 19 caminhões a gás é de 11 mil a 12 mil metros cúbicos (m³), ao preço de R$ 4,69 o m³. Isso representa uma receita de aproximadamente R$ 56,2 mil por dia para a Ultragaz, ou quase R$ 2 milhões por ano.

Naturalmente, existe uma carga tributária pesada: mais de 22% apenas em ICMS e PIS/Cofins, sem contar os impostos indiretos que elevam a tributação total para mais de 40%.

Além disso, a cadeia produtiva envolve o Aterro de Caieiras, na Grande São Paulo, de onde o gás é extraído pela Usina Biometano Caieiras (Solvi/MDC), projeto financiado com recursos do BNDES via Fundo Clima.

O uso de recursos públicos para fomentar o transporte sustentável não é questionável, mas é direito da sociedade conhecer a origem dos investimentos e os mecanismos de acesso para outros transportadores. Vale destacar que o preço praticado pela Ultragaz não reflete o custo real de mercado, mas sim uma política de apoio governamental ao biometano.

Reconhecimento internacional

A iniciativa da Jomed já vem sendo reconhecida globalmente. Em junho de 2025, a transportadora recebeu o prêmio de Transporte Sustentável no Fórum Ambição 2030, promovido pelo Pacto Global – Rede Brasil (ONU), consolidando-se como referência em práticas ESG no setor.

Resultados já obtidos e projeções

Mesmo antes da inauguração oficial, a Jomed já havia alcançado resultados expressivos:

  • 673 mil litros de diesel deixaram de ser consumidos em 2024;
  • Isso representou uma redução de 376 toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e) no período.

Com a operação plena do posto, as projeções indicam reduções ainda maiores nos próximos 12 meses, ampliando a contribuição da empresa no combate às mudanças climáticas.

Nsclub fala em digitalização na logística…

Recebemos o release da nsclub, uma gigante em tecnologia para o setor de logística. Vamos analisar o comunicado. Ele diz que houve a 3ª Edição do nsclub Diálogos, evento fechado e  reuniu insights dos maiores executivos de logística do Brasil a respeito do futuro do segmento no âmbito nacional.

Vamos deixar claro que a empresa que enviou as informações sobre a nstech é remunerada para isso, e a Frota News não recebe nada, o que vai nos permitir opiniar de forma independente, diferentemente, dos enfluciadores patrocinados. 

O encontro reuniu mais de 100 C-level (são os que mandam em quem obedece) de grandes embarcadores, operadores logísticos e transportadoras, responsáveis por movimentar o PIB do país. Estiveram presentes representantes de empresas como Alpargatas, Mars, Suzano, Klabin, Profarma, Unilever, Assaí, Arcor, Magalu, irFood, Samsung, JSL, Shein, Motz, entre outras. 

O evento contou com a participação de líderes das áreas de logística, operações e supply chain — sendo 65% diretores e 12% CEOs — e trouxe à tona uma visão ecossistêmica das operações, focada na integração de cadeias para ganhos de eficiência e colaboração. 

Tentamos checar essas informações do parágrafo acima, mas ainda não há nada que comprove os dados.  

Antes do evento, uma pesquisa foi aplicada a mais de 60 executivos para mapear conquistas e desafios recentes. A sondagem se baseou no modelo “Guide to Create an Effective Digital Supply Chain Roadmap”, da Gartner, e foi adaptada para refletir a realidade brasileira. A metodologia propôs uma jornada de digitalização dividida em cinco etapas: priorização de iniciativas, construção de business case, seleção de soluções, implementação e captura de resultados. 

Entendeu a jornada?  Se entendeu, nos explique nos comentários, pois até aqui estamos achando a netchs confusa.   

A maior percepção do levantamento foi no tema “cultura organizacional, capacitação e gestão da mudança”, refletindo estágios distintos de maturidade digital entre as empresas. Entendeu?  Se sim, ajude os outros leitores nos comentários.

Na etapa 1, sobre priorização de projetos, 47% apontaram a identificação de áreas com maior potencial de impacto como principal desafio. Entendeu?  

A 2 abordou construção de business case e indica 58% dos respondentes com dificuldade de quantificar impactos qualitativos, como risco e satisfação do cliente. 

A seleção da solução é a etapa 3 e o dado é que 53% dos representantes buscaram referências e benchmarks para embasar a escolha. Na implementação, 47% destacaram a importância de definir um time com as competências certas. Já a captura de resultados 53% citou a necessidade de segregar os ganhos diretamente atribuíveis ao projeto.

A jornada digital foi também analisada a partir do que ser feito enquanto prioridade para o setor, com foco em otimização, previsibilidade e eficiência: 

  • Melhoria de SLA (entendeu?) com diferentes clientes mantendo o custo de servir otimizado 
  • Otimização de frete de retorno e redução de ociosidade em cadeias refrigeradas 
  • Uso de tecnologia para mitigar impactos da escassez de mão de obra 
  • Visibilidade ponta a ponta (E2E) para maior segurança e gestão inteligente de riscos 
  • Redução de custo e aumento de valor em operações com alta capilaridade  

Durante o Diálogos, a consultoria Peers Consulting conduziu uma dinâmica prática de co-criação de soluções, com mesas temáticas por tipo de operação (e-commerce, indústria química, agronegócio, etc). A partir do mapeamento de dores específicas, os grupos identificaram os principais problemas, desafios e soluções. Dentre as dores, estão ineficiência logística e baixa utilização de ativos, riscos operacionais e trabalhistas, gestão de estoques e previsibilidade, falta de recursos humanos qualificados e imaturidade digital. 

Consequentemente, os desafios apontados envolvem: otimização de ativos e custos (36%), gestão de SLA, mix e demanda (22%), visibilidade e previsibilidade (14%), concorrência e escassez de recursos (14%) e sazonalidade e capilaridade (14%). As soluções debatidas apontaram para quatro eixos de transformação: gestão integrada e processos otimizados, tecnologia como viabilizadora da integração, eficiência operacional e redução de custos e desenvolvimento de pessoas e governança estratégica. 

“O futuro do supply chain exige mais do que ajustes pontuais: é necessário repensar modelos, acelerar a digitalização e construir redes colaborativas”, analisa Vasco Oliveira, CEO e fundador da nstech. É neste contexto que a companhia reafirma seu papel de protagonista. Com mais de 100 soluções modulares para cerca de 75 mil clientes e presença em 15 países, a empresa lidera a criação do Logistics Advantage — uma maneira inovadora de fazer logística, baseada em dados, colaboração e inteligência. 

Sobre a nstech:

A nstech autointitula como a maior (não apresentou dados) empresa de softwares para supply chain da América Latina e pioneira na categoria plataforma Open Logistics. Reúne mais de 100 soluções que hoje atendem cerca de 75 mil clientes do setor, incluindo as maiores empresas do mundo. Isso deve ser verdade, mas como podemos verificar a veracidade da informação ou se é só publicidade? 

Por falha do governo do Mato Grosso do Sul, a Atvos oferece cursos porque precisa de mão de obra

A Atvos pagou uma agência de comunicação para enviar informações para jornalistas. O Frota News vai analisar o comunicado para ver o que há de verdade ou não. 

No primeiro parágrafo do releases financiado pela Atvos, ela diz que é líder na transição energética e uma das maiores produtoras de biocombustíveis do Brasil. Isso não é verdade, pois ainda não há um rankging sobre quais são as líderes. 

 A Atvos está com com inscrições abertas até 26 de agosto para cursos profissionalizantes gratuitos. São 25 vagas para Caldeireiro de Chapas, Metais e Tubulação e 16 para Soldador Eletrodo Revestido, com carga horária de 160 horas cada. Desenvolvidos em colaboração com o SENAI/MS, as aulas serão ministradas na sede do SENAI em Deodápolis e na Unidade Eldorado (UEL) da Atvos, em Rio Brilhante (MS). 

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil precisa qualificar 3,4 milhões de jovens para setor de logística e requalificar 14 milhões dos profissionais que já atuam no setor. O problema é antigo e os governadores já teriam que ter resolvido. Mas, mais uma vez, as empresas vão ter que cumprir o trabalho do estado.

Isso é verdade! 

Os cursos são destinados para pessoas com mais de 18 anos que concluíram o ensino fundamental. O objetivo é capacitar moradores da região para atender à demanda crescente por técnicos especializados em áreas da agroindústria.  

 Veja a dependência da Atvos por trabalhadores. No Brasil não há mão-de-obra e as empresas precisam investir em educação (profissional) para ela continuar o plano de crescimento. 

 Assim, a iniciativa ajuda os acionistas da empresa e, como consequência, para o desenvolvimento econômico local e para a inserção desses profissionais no mercado de trabalho. 

O processo seletivo inclui triagem documental (óbvio), provas entre os dias 26 e 29 de agosto, e entrevistas individuais com líderes da UEL no período de 01 a 05 de setembro.  

A aula inaugural está prevista para 15 de setembro, seguida pelo módulo institucional de 22 a 26 de setembro. As aulas teóricas no SENAI terão início em 29 de setembro. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato via WhatsApp pelo número (67) 96710336 ou se inscrever pelo link até o dia 26 de agosto. 

Estes  fazem parte do MOVA Comunidade, programa de capacitação profissional da Atvos que promove cursos com o acesso ao mercado de trabalho para moradores das comunidades próximas às suas unidades agroindustriais, especialmente no setor sucroenergético. Há 20 anos esses desempregados eram enviados para São Paulo e viraram moradores de ruas.

A iniciativa também, por necessidade e não caridade da empresa, fomenta a geração de emprego e renda, reforçando a necessidade da companhia com a formação técnica, a empregabilidade e o desenvolvimento socioeconômico sustentável das regiões onde atua.