quarta-feira, julho 24, 2024
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Brasil atraiu R$ 356,36 bilhões de investimentos com foco no agro e infra

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Independentemente do contexto político atual do Brasil e da geopolítica mundial. O país se tornou o segundo maior destino de investimentos estrangeiros diretos (IED) no mundo, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No último ano, o Brasil atraiu US$ 64 bilhões (R$ 351,36 bilhões) em investimentos estrangeiros, incluindo processos de fusões e aquisições (M&A). 

Aliás, para o consultor empresarial Leonardo Grisotto, o apetite das corporações dos Estados Unidos e da China tem sido um dos principais destaques. Grisotto, cofundador e sócio-diretor da Zaxo, explica que mesmo com a instabilidade global causada por conflitos bélicos, como os entre Rússia e Ucrânia e entre Israel e Hamas, o mercado internacional de M&A continua aquecido. 

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 “O Brasil é um mercado em potencial. Isso desperta o interesse de corporações desses dois atores geopolíticos, Estados Unidos e China. A tendência é a de se intensificarem movimentos de empresas norte-americanas e chinesas por fusões e aquisições em terras tupiniquins”, afirma Grisotto. 

Certamente, diversos setores econômicos no Brasil estão no radar desses investidores estrangeiros. Entre eles, destacam-se o agronegócio, infraestrutura (como construção civil, saneamento básico e concessionárias de serviços públicos) e segmentos industriais, como o farmacêutico. A princípio, estes setores apresentam oportunidades atraentes para investidores estrangeiros que buscam expandir suas operações. 

 De acordo com um relatório divulgado em março pela consultoria PwC Brasil, as fusões e aquisições no país devem crescer em 2024 em relação a 2023. Só no primeiro mês deste ano, a PwC Brasil mapeou pelo menos 85 operações de M&A. Ao mesmo tempo, outro levantamento da M&A Community identificou 63 fusões e aquisições no Brasil em um período entre 20 de março e 3 de abril último. 

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Para as organizações brasileiras interessadas em se preparar para uma fusão ou aquisição, a assessoria altamente qualificada é indispensável. Estas empresas especializadas aplicam metodologias que preparam os negócios para a venda. Por certo, melhorando a percepção de valor no mercado e auxiliando no processo de incorporação ao comprador. 

 “Um processo de M&A envolve dois lados – o da corporação que age para comprar (buy-side) e o da empresa que se coloca para ser vendida (sell-side). Os dois lados precisam de uma assessoria profissional e personalizada, para uma relação ganha-ganha”, orienta Grisotto. 

Assim, mesmo em meio a um cenário global turbulento, o Brasil se destaca como um porto seguro e promissor para investidores estrangeiros, consolidando sua posição no cenário internacional de investimentos. 

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