A BBM Logística renova sua frota especializada no transporte de produtos químicos e gases do ar, com foco em segurança e disponibilidade operacional. A empresa não informou qual o número de veículos adquiridos para a renovação. Pela foto, o primeiro lote entregue são de sete cavalos mecânicos Volvo FH 460.
O modelo 2025 foi lançado com um robusto pacote de segurança de série. Entre os principais itens estão o piloto automático adaptativo com função Stop & Go, alerta de colisão com frenagem de emergência, controle eletrônico de estabilidade (ESP), freios eletrônicos EBS, assistência de partida em rampa e luzes de freio de emergência. O modelo também traz recursos passivos como cabine com célula de sobrevivência, airbag com pré-tensionador e teto solar com saída de emergência.
“Estamos investindo em uma estrutura capaz de acompanhar os ciclos de crescimento dos nossos clientes com agilidade e confiabilidade”, destacou Marcello Adachi, gerente nacional da unidade de negócios.
Cargolift promove ações que reforçam tecnologia para segurança viária
A Cargolift promoveu uma série de ações em apoio ao Maio Amarelo, campanha internacional voltada à redução de sinistros no trânsito. As atividades incluíram palestras, blitz educativas e uma visita ao Memorial de Segurança no Transporte, em Curitiba (PR). A empresa também destacou seu programa de meritocracia para motoristas, que utiliza telemetria e inteligência embarcada para avaliar condutas e premiar os profissionais mais cuidadosos. O CEO da empresa, Markenson Marques, enfatizou o papel das empresas na promoção de um trânsito mais seguro: “O trabalho de conscientização deve ir além dos órgãos públicos“.
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Retomada do trabalho presencial impulsiona fretamento corporativo
O vai e vem dos ônibus fretados está voltando a fazer parte da paisagem urbana da Grande São Paulo, impulsionado pela retomada do trabalho presencial. A transportadora Santa Maria, com forte atuação no ABC Paulista, voltou a operar em níveis similares aos do período pré-pandemia. A empresa tem investido em novos formatos, como o fretamento circular e o “interpolos”, conectando unidades corporativas. A estratégia busca aliar eficiência logística ao bem-estar dos colaboradores, refletindo uma mudança estrutural nas demandas das empresas da região.
O mercado brasileiro de SUVs compactos ganhou estreante Volkswagen Tera para competir diretamente com o Fiat Pulse 2026, que teve 13.090 unidades emplacadas no primeiro quadrimestre de 2025. Enquanto a Volks entra em um segmento inédito com um produto 100% nacional que estreia a primeira inteligência artificial embarcada desenvolvida no Brasil, a Fiat renova seu modelo com pequenas alterações design, mais versões e a manutenção da única opção híbrida flex do mercado. A disputa promete esquentar.
Volkswagen Tera: nova era, nova aposta
A Volkswagen amplia sua ofensiva de produtos com o lançamento do Tera, um SUV compacto produzido em Taubaté (SP) que marca a entrada da marca em um novo segmento. Posicionado abaixo do T-Cross, o modelo aposta alto em conectividade, segurança e design para se tornar o próximo grande sucesso da marca, a exemplo de Fusca e Gol.
Com preços a partir de R$ 99.990 (versão MPI MT limitada a 999 unidades), o Tera oferece motor 1.0 MPI aspirado de 84 cv e câmbio manual de cinco marchas, e o turbo 1.0 TSI de até 116 cv, com opções de câmbio manual e automático de seis marchas. Destaque para a inédita IA Otto, nativa no app Meu VW 2.0, que promete interações generativas e personalizadas com o motorista. É a primeira vez que uma montadora brasileira desenvolve uma IA generativa embarcada, resultado da colaboração entre a VW Tech_ e a Accenture.
O pacote de segurança para todas as versões conta com seis airbags, controle de estabilidade e tração, frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e assistente de fadiga. As versões Comfort e High ainda conta com ACC e, na versão topo de linha, recursos extras, como assistente de faixa, detector de ponto cego e câmera multifuncional.
O VW Tera apresenta mais tecnologia digital e segurança desde a versão de entrada, tornando-se mais interessante para frotas corporativas. O Fiat Pulse tem painel analógico na versão de entrada
Em termos de conectividade, o Tera conta com a central multimídia VW Play Connect de 10,1”, espelhamento sem fio, carregador por indução e até 15 funções remotas no app. O visual também é um trunfo, com traços modernos, faróis full LED, e detalhes interativos como os easter eggs espalhados pela carroceria.
O Tera será oferecido nas versões MPI MT, TSI MT, Comfort e High, com pacote especial “Outfit The Town Edition” que agrega acabamento escurecido e visual personalizado para fãs de música e estilo urbano. Com foco em custo-benefício, o modelo promete ser o SUV compacto mais econômico do Brasil, além de oferecer baixo custo de propriedade e mais de 45 acessórios exclusivos.
Fiat Pulse 2026
Do outro lado do ringue, a Fiat atualiza seu best-seller com a linha 2026 do Pulse, que já soma mais de 200 mil unidades produzidas desde o lançamento. O modelo, que lembra um Argo anabolizado, ganha frente renovada com inspiração no Fastback, novas versões e mais conteúdo em todas as configurações.
O principal destaque é a versão Turbo 200 AT, que traz o motor T200 turbo com 130 cv e 200 Nm de torque. A linha mantém as versões com motor 1.3 Firefly aspirado (Drive 1.3 MT e AT), as opções Turbo 200 e o exclusivo T200 Hybrid, a polêmica motorização híbrida leve e flex do segmento, disponível nas versões Audace e Impetus.
O VW Tera traz uma traseira mais moderna, sem informar a capacidade do porta-malas. O Fiat Pulse tem a traseira que lembra o Argo e um porta-malas de 370 litros
O Impetus recebe teto panorâmico e faróis de neblina no pacote opcional Sunroof, além de painel 100% digital e sistema multimídia de até 10,1” com espelhamento sem fio.
Em segurança, o Pulse 2026 segue competitivo: oferece pacote ADAS com itens básicos (opcional a partir da versão Audace e de série na Impetus), com frenagem autônoma de emergência, assistente de faixa e comutação automática dos faróis. Ele não conta com o piloto automático adaptativo (ACC). O porta-malas de 370 litros e a altura livre do solo é de 1.550 mm.
Comparativo: VW Tera x Fiat Pulse 2026
Aspecto
VW Tera
Fiat Pulse 2026
Motorização
1.0 MPI (84 cv) / 1.0 TSI (116 cv)
1.3 Firefly / 1.0 T200 (130 cv) / T200 Hybrid
Transmissão
Manual 5M ou automática 6A
Manual 5M / Automática CVT ou 6A
Tecnologia
IA Otto com LLM, VW Play Connect, realidade aumentada
ADAS básico, painel digital, multimídia 10,1”
Segurança
6 airbags, ACC, frenagem autônoma, Lane Assist, etc.
ADAS, 4 airbags, frenagem autônoma, assistente de faixa
Conectividade
Espelhamento sem fio, app Meu VW 2.0 com 15 funções
Apple CarPlay/Android Auto sem fio, carregador por indução
Após o fim das unidades com valor promocional, o VW Tera parte de cerca de R$ 112 mil, podendo chegar a R$ 132 mil nas versões mais equipadas.
O Fiat Pulse, em sua versão 1.0 turbo, tem preços entre R$ 115 mil e R$ 135 mil, com a versão Abarth (esportiva, com motor 1.3 turbo) acima de R$ 150 mil.
Conclusão: escolha entre o novo e o já consagrado
O Tera chega com uma proposta ousada: ser a porta de entrada da VW no universo dos SUVs compactos, mas com atributos tecnológicos e de segurança de segmentos superiores. É um modelo emocionalmente envolvente, com foco em conectividade e inovação, voltado para um público jovem e digital.
Já o Pulse 2026 consolida sua posição com uma gama ampla, que abrange desde o consumidor mais racional até quem busca performance ou tecnologia híbrida. Seu design atualizado, as novas versões e o equilíbrio entre custo e conteúdo fazem dele uma escolha segura e versátil.
Ambos prometem conquistar diferentes perfis de frotistas, motoristas de aplicativo e consumidores particulares – especialmente os que valorizam custo de operação, segurança e conectividade. O segmento dos SUVs compactos no Brasil, definitivamente, acaba de subir de nível.
Mesmo com juros elevados, a Patrus Transportes manterá metade dos aportes estratégicos em carretas, tecnologia e infraestrutura para acompanhar crescimento de dois dígitos no faturamento
A Patrus Transportes, empresa mineira de transporte de carga fracionada, prepara um investimento de R$ 50 milhões em 2025, com foco na ampliação da frota, tecnologia e infraestrutura. O valor, porém, representa apenas metade do planejado inicialmente. A decisão de reduzir o montante, que estava previsto em R$ 100 milhões, foi tomada diante do cenário de juros altos, que vem desestimulando grandes aportes no setor logístico.
Mesmo assim, a empresa com sede em Contagem (MG) mantém o foco em sustentar o ritmo de crescimento da operação, que atualmente cobre 11 estados e mais de 3,4 mil municípios brasileiros. Em 2024, a Patrus Transportes registrou aumento de 14% no faturamento e projeta crescimento adicional de 10% para este ano.
“A Patrus, este ano, vai investir R$ 50 milhões em aquisições de carretas – serão 100 unidades –, vai ampliar terminais, investir em tecnologia da informação e na automação. Poderíamos investir muito mais, mas não fazemos porque estamos convivendo com uma taxa absurda de juros, que inibe os investimentos”, explica Marcelo Patrus, CEO da transportadora em entrevista ao jornal mineiro de economia, o Diário do Comércio. “A princípio, nossa previsão era investir R$ 100 milhões em 2025, mas reduzimos e vamos aportar somente a metade, pela altíssima taxa de juros.”
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Segundo o executivo, apesar das dificuldades impostas pelo ambiente macroeconômico, os investimentos continuam sendo imprescindíveis para que a empresa mantenha sua competitividade, excelência operacional e nível de serviço. “Como a empresa está crescendo, é preciso investir para continuar oferecendo o melhor Service Level Agreement (SLA) e atender os clientes da forma como eles exigem”, afirma.
Com cerca de 95 filiais e 12 hubs, a transportadora realiza, em média, 1,2 milhão de entregas por mês, com uma carteira de clientes que inclui grandes marcas como 3M, Natura, O Boticário, Adidas, Alpargatas, Arezzo e Mercado Livre. Em 2025, a expectativa é que os novos investimentos reforcem a estrutura da empresa para dar suporte à crescente demanda e à complexidade das operações.
Sustentabilidade e reconhecimento
Além da expansão logística, a Patrus Transportes segue avançando em sua agenda ESG. A empresa mineira opera com veículos elétricos em Belo Horizonte, utiliza etanol incentivado em parte da frota e participa do Programa Despoluir para controle de emissões. Em suas unidades, adota energia solar – como nas cidades de Montes Claros e Uberlândia –, sistemas de captação de água da chuva e processos sustentáveis na lavagem de carretas.
Reconhecida por seu compromisso com a responsabilidade socioambiental, a transportadora é certificada como Empresa B e recebeu o selo BV ESG 360, concedido pelo Grupo Bureau Veritas. Desde 2021, também integra o Pacto Global da ONU, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.
Gente e cultura
Com aproximadamente 3.200 colaboradores, a Patrus Transportes também é reconhecida por sua cultura organizacional. A companhia figura entre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil, segundo o selo Great Place to Work (GPTW), e tem se destacado pela valorização de pessoas e promoção de um ambiente inclusivo, ético e colaborativo.
Em 2025, a empresa foi premiada pelo Grupo Boticário como Melhor Transportadora de Carga Fracionada, e teve papel de destaque em operações logísticas de grande escala, como a Black Friday da Adidas.
Com mais de cinco décadas de trajetória, a Patrus Transportes segue em expansão, aliando inovação, excelência logística e responsabilidade socioambiental para transformar o transporte de cargas no Brasil.
A menos de seis meses da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), prevista para ocorrer de 10 a 21 de novembro de 2025 em Belém, Pará, aumentam as preocupações internacionais quanto à capacidade da cidade em sediar um evento dessa magnitude. Com base na Lei de Acesso à Informação, o jornal Estado de S.Paulo teve acesso aos telegramas de países que manifestaram temores com a infraestrutura, principalmente, falta de hospedagem ou preços abusivos.
A edição do ‘Estadão’ deste domingo traz a manchete “Países relatam temor e cogitam até desistir da COP-30”.
Reprodução de manchete da edição de 25 de maio de 2025 do jornal “Estado de S.Paulo”
Apesar dos esforços em andamento, questões relacionadas à infraestrutura, logística e hospedagem têm gerado apreensão entre delegações estrangeiras, organizações da sociedade civil e especialistas.
Segundo ainda o jornal paulista, representantes de países como China, Alemanha, Reino Unido, Dinamarca e Noruega manifestaram, de forma reservada, preocupação com a infraestrutura de Belém (PA) para sediar a COP30. Há a possibilidade de algumas delegações desistirem de participar do evento devido a dificuldades logísticas, especialmente relacionadas à hospedagem. As informações constam de telegramas diplomáticos trocados entre o Itamaraty e embaixadas brasileiras no exterior entre janeiro e abril deste ano, obtidos via Lei de Acesso à Informação.
O governo federal e o governo do Pará afirmam estar atuando em parceria para ampliar a capacidade de hospedagem e mitigar os riscos. Entre as ações previstas estão o incentivo à reforma de hotéis, a adaptação de escolas para alojamento temporário e o uso de navios como hospedagem flutuante. Uma imagem aérea anexada à reportagem mostra as grandes obras em andamento na cidade, que busca se adequar à responsabilidade de sediar uma das mais importantes conferências ambientais do mundo.
Infraestrutura e Logística Sob Pressão
Belém enfrenta desafios significativos em sua infraestrutura urbana. Obras viárias, como a construção da Avenida Liberdade, têm sido alvo de críticas devido a impactos ambientais e atrasos. Além disso, a cidade lida com problemas crônicos de saneamento básico e mobilidade urbana, que podem comprometer a experiência dos participantes da conferência.
Hospedagem: Preços Elevados e Capacidade Limitada
Valor de uma diária em hotel 3 estrelas e quase 16 km de dist|ãncia de Belém. É é um das raras opções encontradas, pois a maioria esta esgotada
A capacidade hoteleira de Belém é limitada, e a alta demanda por acomodações durante a COP-30 resultou em preços exorbitantes. Relatos indicam que diárias em plataformas como Airbnb e Booking.com ultrapassam valores razoáveis, tornando a participação no evento financeiramente inviável para muitas delegações e membros da sociedade civil.
Resposta das Autoridades
Em resposta às críticas, o governo brasileiro anunciou medidas para mitigar os problemas, incluindo a construção de novas vias, melhorias no transporte público e a ampliação da capacidade de hospedagem por meio de navios de cruzeiro e adaptações de escolas e instalações militares. No entanto, especialistas alertam que o tempo restante até a conferência pode ser insuficiente para a conclusão de todas as obras planejadas.
Principais ações em mobilidade e transporte
1. Renovação da Frota de Ônibus
Está em curso a substituição da frota de ônibus urbanos por veículos mais modernos e sustentáveis. A previsão é de incorporar 503 novos ônibus, incluindo 100 elétricos e 50 movidos a gás natural, todos equipados com ar-condicionado e Wi-Fi
2. Expansão do BRT Metropolitano
O sistema de Bus Rapid Transit (BRT) está sendo ampliado, com destaque para o corredor da Avenida Júlio César. A conclusão do BRT Metropolitano visa integrar Belém a municípios vizinhos como Ananindeua e Marituba, melhorando a mobilidade regional.
3. Ampliação do Aeroporto Internacional de Belém
O Aeroporto Internacional de Belém (Val-de-Cans) está passando por obras de expansão para aumentar sua capacidade de atendimento de 7 milhões para 14 milhões de passageiros por ano, visando acomodar o fluxo esperado durante a COP30
Construção da Avenida Liberdade
Uma nova via expressa de 13,2 km, a Avenida Liberdade, está sendo construída para melhorar o tráfego na cidade. Embora planejada desde 2012, sua execução foi acelerada com a proximidade da COP30. O projeto inclui iluminação solar, ciclovias e passagens para fauna, mas tem gerado controvérsias devido ao impacto ambiental na área de floresta amazônica.
5. Requalificação de Vias Urbanas
Diversas avenidas importantes, como Visconde de Souza Franco, Tamandaré, Duque de Caxias e Pedro Álvares Cabral, estão sendo revitalizadas. As melhorias incluem modernização da iluminação, instalação de semáforos inteligentes, faixas de pedestres iluminadas, pontos de ônibus com Wi-Fi e implantação de ciclovias.
6. Terminal Hidroviário da Tamandaré
Está prevista a construção do Terminal Hidroviário da Tamandaré, visando melhorar o transporte fluvial, essencial na região amazônica.
Porém, como ocorreu com a Copa do Mundo de 2014, com muitas obras ainda sem conclusão uma década depois, teme-se que o mesmo ocorra com Belém.
O setor de transporte rodoviário interestadual de passageiros atravessa uma fase de transição. Ao mesmo tempo em que preserva suas raízes familiares, investe em modernização da frota, estrutura de manutenção interna e diversificação de serviços. É o que revela a mais recente Pesquisa CNT Perfil Empresarial 2024, aliada aos dados de mercado do primeiro quadrimestre de 2025 divulgados pela Anfavea sobre as vendas de chassis nos primeiros quatro meses deste ano.
Enquanto o transporte aéreo amplia sua participação nas viagens de longa distância, os ônibus seguem relevantes, especialmente por sua capilaridade, menor custo e conectividade com regiões fora do alcance dos aeroportos. Esse cenário demanda maior profissionalização das empresas, estratégias de renovação e qualidade nos serviços.
Frota mais nova e voltada ao conforto do passageiro
Os dados da CNT mostram que a frota das empresas que atuam no segmento regular interestadual é, majoritariamente, composta por veículos das classes executiva, double decker e convencional com banheiro. A idade média da frota gira entre 4 e 10 anos, com predominância de veículos com motor traseiro (85%), mais silenciosos e confortáveis.
A preocupação com o passageiro também se reflete nos itens de bordo: 92,6% da frota possui ar-condicionado, 88,7% tem banheiro e 66,8% oferecem Wi-Fi. A conectividade e o conforto se tornam cada vez mais decisivos na escolha da empresa por parte do usuário.
Em termos ambientais, 72% dos ônibus a diesel operam com motores da fase P7 do Proconve (Euro 5), e outros 9% já utilizam a tecnologia P8 (Euro 6), mais eficiente em redução das emissões. Embora os veículos elétricos ainda representem uma parcela mínima, a presença dessa tecnologia no setor já é uma realidade em expansão para rotas até 300 km.
Fonte: CNT
Manutenção sob controle: maioria adota oficinas próprias
Manter a frota operando com segurança e pontualidade exige estrutura técnica de suporte. Nesse quesito, a pesquisa aponta que 62,2% das empresas realizam manutenção em oficinas próprias. O modelo híbrido, que combina serviços internos e terceirizados, é adotado por 35,6% das transportadoras. Apenas 2,2% dependem exclusivamente de prestadores externos.
A centralização das oficinas nas mãos das operadoras proporciona maior agilidade nas rotinas de revisão, economia em contratos e padronização dos processos técnicos. Em um setor onde o tempo de parada impacta diretamente os custos e a experiência do cliente, esse diferencial torna-se estratégico.
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Empresas familiares mantêm protagonismo
Mesmo com a pressão por modernização, o setor mantém uma forte base familiar. Cerca de 93% das empresas são controladas por famílias, das quais 73,8% já estão na segunda ou terceira geração. Embora a cultura organizacional esteja enraizada em modelos tradicionais, há um movimento visível em direção à profissionalização da gestão: 42,9% operam com administração híbrida, unindo dirigentes familiares e executivos externos.
A estrutura jurídica reflete essa origem. Mais de 86% das empresas têm formato de sociedade limitada (Ltda.), o que permite maior controle familiar e simplicidade administrativa. A maior parte está sediada nas regiões Sudeste e Sul, com operação nacional sustentada por redes de filiais – presentes em 91% das companhias ouvidas.
Outro dado relevante: 84,4% das empresas não dependem exclusivamente do transporte interestadual. Atuando também com cargas, fretamento e linhas urbanas, elas buscam diluir riscos e ampliar oportunidades de receita.
Crescimento nas vendas de chassis aponta para renovação da frota
O mercado de ônibus apresenta sinal claro de recuperação em 2025. Segundo a Anfavea, foram emplacados 7.729 chassis entre janeiro e abril, crescimento de 32,4% em relação ao mesmo período de 2024. Nesta estatística estão inclusos todos os tipos de chassis, desde micro-ônibus até rodoviários 8×2.
A liderança permanece com a Mercedes-Benz, que comercializou 3.889 unidades no quadrimestre, seguida pela Volkswagen Caminhões e Ônibus (1.966), Agrale (1.123) e Iveco (775). Esta última teve o maior salto proporcional: 252,3%. O avanço é atribuído à retomada de investimentos em renovação de frota por parte das empresas e à maior oferta de crédito.
Os dados de produção no primeiro quadrimestre da Fabus (Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus — leia-se de carrocerias), confirma em crescimento do setor e uma melhor visão por segmento.
Entre janeiro e abril de 2025, foram produzidas 8.626 carrocerias de ônibus no Brasil. Participação por segmento:
Urbanos: 3.446 unidades — 39,95%
Rodoviários: 2.536 unidades — 29,40%
Intermunicipais: 86 unidades — 1,00%
Micro-ônibus: 2.040 unidades — 23,65%
Miniônibus: 518 unidades — 6,01%
Fonte: CNT
A predominância dos modelos urbanos e rodoviários destaca a crescente exigência por serviços mais modernos, confortáveis e eficientes nas operações municipais e interestaduais. A presença relevante dos micro e miniônibus também sinaliza a importância de frotas adaptadas para rotas regionais e serviços diferenciados.
A divisão da produção por segmento mostra a predominância dos ônibus urbanos (39,95%) e rodoviários (29,40%), refletindo a crescente demanda por serviços de transporte mais modernos, eficientes e confortáveis em linhas urbanas e interestaduais.
Este cenário projeta não apenas um aumento na idade média da frota nacional, mas também reforça o movimento de qualificação dos serviços prestados, em resposta à concorrência com modais alternativos e operadores irregulares.
Embora resiliente, o transporte rodoviário interestadual convive com desafios importantes. O custo do diesel e a infraestrutura rodoviária deficiente seguem como entraves para a expansão sustentável.
Ainda assim, a combinação de empresas tradicionais, com base familiar sólida, gestão cada vez mais técnica e forte estrutura de manutenção, aponta para um setor em renovação. Com investimentos crescentes em tecnologia, conforto e eficiência, o transporte por ônibus segue como peça-chave na mobilidade brasileira — especialmente fora dos grandes eixos urbanos e aeroportuários.
A linha Fiat Ducato 2026 foi lançada com novo motor 2.2 Turbodiesel, que entrega 140 cv de potência e 350 Nm de torque, 10 cv e 10 Nm a menos em comparação com o Fiat Scudo, também, lançamento recentemente com o motor 2.2 Turbodiesel.
O modelo, disponível nas configurações furgão Cargo e MaxiCargo, e van de passageiro Comfort e Luxo, conta apenas com transmissão manual de 6 velocidades. Segundo a montadora, com a nova motorização, o Ducato ficou 8% mais econômico em relação ao motor anterior, com médias de consumo de 10,8 km/l na cidade e 10,4 km/l na estrada.
O visual externo do Ducato 2026 também passou por melhorias. O para-choque foi redesenhado, os retrovisores ganharam novo formato e o modelo passa a contar com novas calotas. A paleta de cores inclui agora o Preto Carbon, que se soma às opções Prata Grigio Artense e Branco Bachisa.
Por dentro, a cabine recebeu atualizações, com novo volante e direção elétrica. O painel ganhou um novo cluster, rádio BT de 5 polegadas e painel de portas redesenhado.
Jeep Renegade
Versção Especial de 10 anos
Na mesma semana da chegada da linha 2026 do Fiat Ducato, outra marca da Stellantis também apresentou novidades. Trata-se da linha 2026 do Jeep Renegade. O modelo recebeu atualizações de design, tecnologia e segurança, com novo posicionamento de preços — até R$ 15 mil mais baixos, dependendo da versão.
Entre os principais destaques, a versão Sport passa a ser a nova porta de entrada da gama, equipada com o motor T270 TurboFlex, câmbio automático de 6 marchas. A versão Altitude ganha uma nova cor (Azul Jazz) e mantém o visual off-road e as telas maiores. Já as versões Longitude e Sahara adicionam itens como chave presencial, partida remota e sensor de estacionamento dianteiro. A versão Willys continua como a única com tração 4×4, com pneus ATR+ e recursos de condução semiautônoma.
A grande atração da linha é a Série Especial Comemorativa 10 anos, baseada na versão Willys. Limitada a 1.010 unidades, ela se destaca pelo design exclusivo, com logotipia alusiva à data, numeração sequencial e acabamentos diferenciados, como novas rodas, adesivos e bordados especiais.
Segundo Hugo Domingues, vice-presidente da Jeep para a América do Sul, o Renegade continua sendo um ícone da marca, somando mais de meio milhão de unidades vendidas no Brasil, mantendo-se relevante frente à concorrência por sua combinação única de estilo, desempenho e capacidade off-road.
O Grupo Cetric, sediado em Santa Catarina e atuação em diversos outros estados, avança com a operação de sua frota de caminhões 100% movidos a biometano. Ao todo, são seis caminhões Roll On Roll Off e um Poliguindaste, todos do modelo Scania G460 A6X4C.
A frota a gás é a mais coerente com a atividade comercial da Cetric, que atua com coleta e tratamento de resíduos. Dessa forma, esses veículos são abastecidos exclusivamente com biometano produzido internamente pela própria Cetric, a partir do biogás gerado no tratamento de resíduos sólidos orgânicos e industriais que a empresa recebe todos os dias.
Produção de biogás — obtido a partir da decomposição dos resíduos em biodigestores;
Purificação do biogás — transformando-o em biometano com alto nível de pureza, adequado para uso automotivo;
Abastecimento interno — com infraestrutura própria que garante independência energética e controle de qualidade.
Outras aplicações com o Scania G460 a gás
Com isso, a empresa fecha um ciclo completo de economia circular, onde o próprio resíduo movimenta os veículos que o transportam. Além disso, ela reduz a tendência da aquisição de diesel fóssil.
Sabia mais:
Eren Biogás Brasil
O grupo francês EREN, em parceria com a brasileira IVRI, anunciou a criação da Eren Biogás Brasil (EBB), uma joint venture que planeja investir entre R$ 3 a 4 bilhões no desenvolvimento de projetos de biogás no Brasil nos próximos cinco a sete anos. A empresa atuará em quatro frentes — resíduos agroindustriais, lodo de esgoto, dejetos animais e indústria sucroalcooleira — para produzir biometano, biofertilizantes e CO₂ biogênico. A EBB já negocia parcerias com empresas do agronegócio nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com projetos que devem receber entre R$ 80 e R$ 130 milhões cada. A proposta é impulsionar a economia circular e a transição energética com foco em sustentabilidade, independência energética e uso eficiente de resíduos orgânicos.
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Resíduos de Manaus vai gerar biogás
O Centro de Tratamento e Transformação de Resíduos (CTTR), em construção em Manaus, será responsável por transformar gases do efeito estufa gerados na decomposição de resíduos da Região Metropolitana em biogás, oferecendo uma solução sustentável para o descarte de lixo urbano. Com um terço das obras concluídas, o centro já pode receber resíduos de municípios num raio de até 150 km da capital amazonense. A iniciativa é vista como modelo ideal para cidades como Manaus, que ainda destina cerca de 3 mil toneladas diárias a um aterro sanitário saturado, e busca acabar com os lixões, como destacou o presidente da Abrema, Pedro Maranhão.
Poucos dias após o lançamento, a Série Especial Scania Super 500 R já teve 300 unidades vendidas até o fechamento desta reportagem. A série é limitada em 500 cavalos mecânicos. Lançada em abril de 2025, a série especial celebra o sucesso da nova geração de caminhões Scania Super, que aliás, tem como novidade, o novo motor Super de 11 litros. Leia mais:
O Super 500 está disponível nas concessionárias da marca até 30 de junho de 2025, ou até as 200 unidades restantes serem vendidas. A boa aceitação do mercado — com mais da metade da série já comercializada — confirma o interesse dos clientes séries especiais.
A série Super 500 é baseada na consagrada configuração R 500 6×2, com o potente motor de 13 litros e 500 cv, que entrega 2.650 Nm de torque entre 900 e 1.320 rpm. A motorização faz parte da nova plataforma Super, apresentada em 2022, e que trouxe uma evolução em eficiência energética, garantindo economia de combustível entre 8% e 14% na comparação com a geração anterior.
O design externo da edição especial chama a atenção com a pintura exclusiva cinza Nardo, saias laterais e defletores de ar, além de adesivos estilizados em forma de raio e detalhes em preto brilhante (Ebony Black) na grade frontal e para-choques.
Conforto e tecnologia a bordo
Personalização na parte externa, e completo na interna
No interior, o caminhão oferece uma verdadeira experiência premium para o motorista. Os bancos com revestimento em couro. O novo painel digital de 12,9 polegadas da Scania, presente na edição especial Super 500, eleva a experiência de condução ao integrar em uma única interface intuitiva as principais informações do caminhão, comandos do sistema de climatização, entretenimento e segurança. Com visual moderno, comandos multifuncionais, por voz e conectividade avançada com plataformas como My Scania e o app Scania Driver, o painel permite atualizações remotas (OTA) e gestão mais eficiente da operação.
Segurança de última geração
A Scania também equipou o Super 500 com um pacote robusto de tecnologias de segurança ativa. Entre os principais recursos estão o freio de emergência automático (AEB), o assistente de permanência em faixa (LDW), airbags laterais e frontais, e controle eletrônico de estabilidade (ESP). O modelo também já vem preparado para instalação de rastreador, atendendo às exigências de grandes transportadoras e frotistas.
Serviços inteligentes
Além do caminhão em si, a edição especial inclui o pacote Scania PRO, que reúne manutenção preventiva com mão de obra inclusa, inteligência de manutenção preditiva, relatórios de desempenho de motoristas e atendimento pela Control Tower da marca. O objetivo é garantir máxima disponibilidade do veículo e redução do custo total de operação (TCO).
A Audax Caminhões, concessionário Iveco em Parnamirim (RN), Maceió e Arapiraca (AL), assumiu a representatividade da Iveco em Fortaleza (CE). A nova concessionária, que inicia suas operações em junho, marca o retorno da rede à capital cearense após a saída da Forza Iveco.
A operação em Fortaleza será integrada à estrutura robusta de atendimento ao cliente da marca, garantindo acesso a serviços especializados, peças e soluções completas para o transporte de cargas em toda a região.
Ana Guedes. Foto: reprodução
“Essa movimentação representa mais um passo concreto na consolidação da Iveco como uma marca alinhada às necessidades do caminhoneiro e do transportador brasileiro”, afirma Ana Guedes, responsável pela Rede Iveco na América Latina.
Importante destacar que o novo empreendimento em Fortaleza nada tem a ver com o Grupo Audax de São Paulo, conhecido por sua atuação no setor de tecnologia e software. A Audax Caminhões é um grupo empresarial com foco no transporte pesado e presença crescente no setor automotivo do Nordeste.
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Nordeste é o quarto em emplacamentos de caminhões
Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), 36.408 caminhões foram emplacados no Brasil entre janeiro e abril de 2025. O destaque ficou com a região Sudeste, que liderou com folga os percentuais de participação no mercado nacional ao longo dos quatro primeiros meses do ano.
A distribuição por região, de acordo com o levantamento da entidade, mostra que o Sudeste respondeu por 43,72% dos emplacamentos em abril — o maior índice mensal registrado no quadrimestre. Desde janeiro, a região tem se mantido na liderança, com percentuais acima de 42%, confirmando sua importância logística e econômica no transporte de cargas pesadas.
Na segunda posição aparece a região Sul, que também apresentou desempenho consistente, com participação variando entre 26,48% e 29,91% ao longo dos meses. O Centro-Oeste, que tem forte vocação agropecuária, registrou percentuais entre 8,08% e 8,97%, mantendo estabilidade.
Já o Nordeste oscilou entre 13,34% e 14,63%, demonstrando um mercado relevante e em leve crescimento, enquanto o Norte foi a região com menor participação, com percentuais em torno de 5,3% a 5,8%.
Participação regional no emplacamento de caminhões (Jan-Abr/2025):
Sudeste: de 42,19% (jan) a 43,72% (abr)
Sul: de 29,91% (jan) a 27,78% (abr)
Nordeste: de 13,69% (jan) a 14,07% (abr)
Centro-Oeste: de 8,50% (jan) a 8,97% (abr)
Norte: de 5,81% (jan) a 5,45% (abr)
Os dados reforçam o papel estratégico das regiões Sudeste e Sul no transporte rodoviário de carga no Brasil, ao mesmo tempo em que sinalizam a consolidação do mercado nas demais regiões. O balanço foi divulgado no Informativo de Emplacamentos (edição 268), publicado pela Fenabrave em maio de 2025.
Um laboratório sobre rodas. Assim é definido o Shell Starship 3.0, o futurista caminhão-trator desenvolvido pela Shell em parceria com fabricantes e engenheiros especializados para mostrar, na prática, o que é possível alcançar hoje com tecnologias sustentáveis e disponíveis no mercado. A mais nova geração do projeto aposta em uma combinação ousada: um motor Cummins a gás natural e um conjunto de soluções aerodinâmicas, leves e eficientes.
Desde sua estreia em 2018, o Starship chamou a atenção do setor com seus números de eficiência: 3,8 km/l — valor excepcional à época. Agora, com motor Cummins X15N a gás natural, o Starship 3.0 mantém o foco em eficiência operacional, mas com ênfase redobrada na redução de emissões. Ainda que a média de consumo fique em torno de 3,8 km/l — equivalente ao que o diesel mais eficiente pode entregar hoje — o diferencial está nas emissões por tonelada transportada: uma melhoria de 3,23 vezes na tonelada-km por quilo de CO₂e emitido, comparado à média do setor.
Inovação com foco na realidade das frotas
Mais do que um protótipo futurista, o Starship foi concebido como um modelo de demonstração realista. “Não faz sentido apresentar soluções inalcançáveis. A ideia é mostrar o que qualquer frota pode adotar agora”, afirma Heather Duffey, gerente global de comunicações integradas da Shell Commercial Road Transport. A empresa descartou alternativas como o hidrogênio — ainda sem infraestrutura suficiente — e escolheu o gás natural por sua viabilidade e disponibilidade imediata.
O implemento conta com recursos aerodinâmicos e placas solares para alimentar gerar energia para a bateria e poupar o motor
Um dos elementos mais emblemáticos do Starship é sua cabine em fibra de carbono com formato de projétil. O design não mudou muito desde a primeira geração, e com razão: é altamente aerodinâmico e contribui significativamente para a eficiência energética. Entrar na cabine é como embarcar em uma aeronave executiva: degraus retráteis, ausência de portas convencionais e um cockpit que mistura instrumentos analógicos e digitais, espelhos substituídos por câmeras e um para-brisa panorâmico que oferece visibilidade total.
Apesar da sofisticação, o interior não oferece conforto para longas estadias, como beliches ou micro-ondas. O propósito é outro: testes, coleta de dados e demonstrações técnicas.
Rodando e testando
Sobre o motor Cummins X15N. “Não dá pra sentir a diferença entre gás natural e diesel em termos de desempenho”, garante Eric Rector, caminhoneiro veterano e um dos co-pilotos do projeto. Ele e seu irmão Brian percorreram mais de 1.300 quilômetros na Califórnia, com o caminhão carregado, para levantar dados de consumo e emissões.
Fonte: Shell
O motor também é capaz de operar com gás natural renovável (RNG), chamado de biomentano no Brasil, um combustível de baixo carbono derivado de resíduos orgânicos, o que potencializa ainda mais a pegada ecológica. Embora o RNG ainda enfrente desafios logísticos, o gás natural comprimido (GNC) segue como alternativa viável e disponível.
O desafio da descarbonização viável
O Shell Starship não é apenas um símbolo de inovação, mas um chamado à ação. Em meio a debates sobre eletrificação e metas ambientais ambiciosas, ele mostra que há caminhos intermediários tecnicamente sólidos, financeiramente viáveis e sustentáveis. “As frotas não vão sair comprando tecnologia nova sem ver resultados”, resume Duffey. E é justamente aí que o Starship entra: testando, provando e oferecendo dados reais para orientar decisões.
Em um cenário global onde a pressão por emissões zero cresce, o caminhão da Shell aponta um caminho possível: transição inteligente, com base na ciência, tecnologia aplicável e respeito ao ritmo do mercado. O Starship é, de fato, uma estrela em movimento — e, se depender da Shell, vai continuar iluminando o futuro do transporte de cargas por muitos quilômetros ainda.