O consumo de diesel B15 no Brasil deve alcançar um novo recorde em 2026, segundo projeções inéditas da StoneX. O relatório da consultoria estima que a demanda chegará a 70,8 milhões de m³, um avanço de 1,9% em relação ao ano anterior. Para o setor de transporte rodoviário e gestão de frotas, o dado reforça a expectativa de maior movimentação logística no país.
Bruno Cordeiro, especialista de Inteligência de Mercado da StoneX, explica que a recuperação do consumo está diretamente ligada ao desempenho econômico. A consultoria identificou que, mesmo após um início de ano mais fraco, a tendência é de retomada consistente ao longo de 2026.
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A StoneX também projeta mudanças relevantes na oferta. A produção nacional de diesel A cresceu 4,5% no primeiro trimestre, impulsionando a expectativa de redução das importações, que devem somar 17,2 milhões de m³ em 2026 — queda de 0,6%. A menor dependência externa é vista como um fator estratégico para transportadores e operadores de frota.
No campo dos biocombustíveis, o relatório aponta um avanço ainda mais expressivo. A demanda por biodiesel deve crescer 7,2%, alcançando 10,4 milhões de m³ em 2026. Segundo Isabela Garcia, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, o óleo de soja seguirá como principal matéria-prima, ampliando sua participação para 84,7% devido à oferta interna robusta e ao esmagamento recorde previsto.
A consultoria também simulou um cenário alternativo com adoção da mistura B16, no qual a demanda por biodiesel poderia chegar a 10,76 milhões de m³.
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