Investimento de R$ 134 milhões contempla 390 veículos motorizados e 107 carretas e implementos rodoviários para a operação de 2026/2027
O Grupo Rodonaves concluiu a aquisição de 497 novos equipamentos para sua operação de 2026/2027, com investimento de R$ 134 milhões. A compra inclui 390 veículos motorizados e 107 carretas e implementos rodoviários. Segundo a empresa, a medida tem como objetivo modernizar a frota e ampliar a capacidade operacional, sendo 310 unidades destinadas à renovação de ativos e 157 voltadas à expansão da frota.
Com a incorporação dos novos veículos, o Grupo Rodonaves informa que a idade média de sua frota foi reduzida para 3,7 anos. A renovação ocorre em um cenário em que a idade dos caminhões em circulação no Brasil apresenta crescimento, de acordo com dados do relatório da frota circulante elaborado pelo Sindipeças em parceria com a Abipeças.
De acordo com o relatório de frota circulante do Sindipeças e da Abipeças, a frota nacional de caminhões cresceu 16,5% entre 2016 e 2025, alcançando cerca de 2,3 milhões de veículos. Apesar da expansão, o perfil da frota indica envelhecimento. A participação de caminhões com mais de 16 anos de uso aumentou de 23,9% para 34,7% no período, enquanto a parcela de veículos com idade entre seis e dez anos recuou de 31,8% para 14,7%. O levantamento mais recente também aponta que a idade média dos caminhões em circulação no País chegou a 12 anos e 3 meses, evidenciando a dificuldade de renovação da frota brasileira.
Renovação de ativos
Régis Tiecher, CEO do Grupo Rodonaves, afirma que a modernização da frota faz parte da estratégia operacional da companhia. Segundo ele, a atualização dos veículos busca contribuir para a eficiência das operações, a segurança dos processos e a disponibilidade da frota para atender às demandas do transporte de cargas.
Além da redução da idade média dos veículos, a empresa informa que a renovação da frota também está relacionada à atualização tecnológica dos equipamentos. Com a aquisição, 100% dos caminhões da operação passam a atender aos padrões ambientais Euro 5 e Euro 6. O grupo também afirma ampliar a participação de veículos movidos por combustíveis alternativos em sua operação.


