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Nurik Costa foi anunciado em setembro de 2025 como novo CFO da Jamef Transportes

Em setembro de 2025, a Jamef, transportadora mineira com atuação em todo o País, anunciou Nurik Costa como o novo Chief Financial Officer (CFO). O executivo tem como missão fortalecer a gestão financeira da companhia e apoiar a expansão sustentável da empresa, na modernização da frota, capacitação de colaboradores e tecnologias.
Com mais de três décadas de experiência, Costa construiu a carreira em empresas brasileiras e multinacionais de setores como indústria, serviços financeiros e comércio exterior. É graduado em Administração Pública e pós-graduado em Finanças e Banking pela Escola de Administração de Empresas da FGV-SP.
“Assumir a posição de CFO na Jamef é uma oportunidade de contribuir para o fortalecimento da governança e da eficiência financeira da companhia, que tem uma história sólida e reconhecida no setor de transporte. O objetivo é garantir que a área financeira apoie cada vez mais a expansão e o desenvolvimento do negócio”, afirma o novo CFO da Jamef.
De acordo com Marcos Rodrigues, CEO da Jamef, a chegada de novos profissionais reforça o compromisso da empresa em atrair talentos capazes de trazer diferentes perspectivas e contribuir para o crescimento sustentável do negócio. “Na Jamef, acreditamos que a diversidade de trajetórias fortalece nossa evolução. Cada profissional que se junta ao time acrescenta uma visão singular, que, conectada ao conhecimento já existente, impacta positivamente os resultados e favorece a construção de um ambiente colaborativo e em constante desenvolvimento”, conclui.
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Índice do frete — Em agosto, o preço médio do frete rodoviário no Brasil caiu 0,54%, passando de R$ 7,40 para R$ 7,36 por quilômetro, segundo o Índice de Frete Rodoviário (IFR) da Edenred. A retração foi influenciada pela menor atividade industrial e pelos efeitos da política tarifária dos Estados Unidos, além da queda do dólar e da manutenção da taxa básica de juros em 15% ao ano. No entanto, fatores como o escoamento da segunda safra de milho, o reajuste do piso da tabela de frete em julho e o aumento do diesel — que subiu até 0,81% — limitaram uma queda maior. Para os próximos meses, a expectativa é de pequenas oscilações no IFR, condicionadas ao comportamento dos combustíveis, do câmbio e de possíveis mudanças regulatórias.


