A Assembleia Geral Ordinária realizada nesta terça-feira (19/05), na sede do SETCEMG — Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística de Minas Gerais — confirmou a reeleição de Antonio Luis da Silva Junior (Toninho) como presidente para o próximo triênio. Com chapa única, a eleição reafirma a confiança dos associados na gestão que vem conduzindo o fortalecimento institucional e a defesa dos interesses do setor. A nova diretoria é composta por Adalcir Ribeiro Lopes (vice-presidente), Warlon Nogueira Lima (secretário), Ana Paula de Souza (secretária adjunta), Antônio Augusto Andrade Lodi (tesoureiro), Liolgar Lino da Costa (tesoureiro adjunto) e Sebastião Amilton de Lima (diretor suplente). O Conselho Fiscal conta com Alfonso de Castro Gonzalez, Sérgio Luiz Pedrosa, Gladstone Viana Diniz Lobato e Ulisses Martins Cruz. A nova composição reforça o papel do SETCEMG como voz ativa na representatividade empresarial e na promoção de políticas que impulsionam o transporte rodoviário de cargas em Minas Gerais.
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Saiba mais:
- Supermercados BH
A integração operacional entre Supermercados BH e DMA Distribuidora cria um grupo com cerca de 600 lojas em quatro estados, além de centros de distribuição e postos de combustível, ainda sujeito à aprovação do Cade. A união, anunciada com foco em eficiência e melhor experiência do consumidor, permite redesenhar rotas, consolidar centros de distribuição e reduzir trajetos redundantes, aumentando a previsibilidade de demanda e a densidade das entregas. Com maior escala, o Supermercados BH ganha poder de negociação frente à indústria, podendo obter preços mais baixos e centralizar decisões logísticas; porém, para o ecossistema logístico, o movimento traz efeitos mistos — mais eficiência, mas também maior dependência de um operador dominante. - Corredor logístico de R$ 317 bilhões
Minas Gerais se consolida como o principal corredor logístico do Brasil graças à sua posição estratégica, conectando Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste e concentrando cerca de 15% da carga nacional. Apesar dessa relevância, o estado enfrenta sérios gargalos: a Pesquisa CNT 2025 identificou 138 pontos críticos em suas rodovias, com erosões, buracos e pontes estreitas que encarecem o transporte, especialmente nas regiões agroindustrial e mineral. Para superar esses entraves, o governo mineiro estruturou um amplo plano de infraestrutura com mais de mil projetos, incluindo duplicações rodoviárias, 8 mil km de novas ferrovias e melhorias em aeroportos regionais. A expectativa é atrair R$ 317 bilhões em investimentos até 2055, majoritariamente via parcerias público-privadas, impulsionando a integração modal e o desenvolvimento econômico do estado. - Polo de manutenção
A Azul pretende investir até R$ 200 milhões em Minas Gerais para ampliar sua capacidade de manutenção aeronáutica, incluindo a construção de uma nova plataforma técnica em Confins que poderá atender grande parte de sua frota e até aviões de maior porte. O plano, com execução prevista para cinco anos, permitirá redistribuir a demanda entre Campinas, Confins e Pampulha e abrir espaço para serviços a terceiros, fortalecendo a geração de receita no Estado. Dentro desse movimento, a empresa já aplicou R$ 10 milhões na modernização do Centro de Manutenção da Pampulha, que agora conta com três hangares, oito oficinas e capacidade para quatro aeronaves em heavy check simultaneamente. Segundo o vice‑presidente técnico André Gonçalves da Cruz, a atualização dos ativos — incluindo certificação para os jatos E195‑E2 — deve reduzir custos entre 5% e 6% graças a ganhos de eficiência, logística e menor tempo de aeronave parada. - Ita Alimentos
A fabricante de alimentos anunciou um dos maiores investimentos privados da história recente de Ouro Preto: a construção de um centro de distribuição de R$ 300 milhões em Amarantina, com 66 mil m² de área construída e localização estratégica entre as BR‑356 e BR‑040. O novo CD terá 25 mil posições climatizadas, até 60 docas e capacidade para atender mais de 800 municípios, ampliando de forma significativa a operação logística da empresa e a demanda por transporte rodoviário, armazenagem frigorificada e serviços associados. O projeto deve gerar cerca de 300 empregos diretos e reforça a diversificação econômica do município, reduzindo a dependência da mineração e consolidando Ouro Preto como polo logístico regional. A expansão também fortalece a trajetória da Ita Alimentos, que evoluiu de empresa familiar para uma plataforma logística integrada com forte atuação em laticínios, carnes, alimentos industrializados e sustentabilidade. - Gerdau
A siderúgica avança na modernização de sua usina em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, destinando parte dos R$ 3 bilhões previstos para investimentos no estado em 2024 ao aumento da produtividade e competitividade da unidade, uma das principais produtoras de vergalhões do país. As melhorias ampliam a capacidade de produção e, consequentemente, elevam a demanda por transporte rodoviário e ferroviário para o escoamento do aço, criando impactos diretos — e novas oportunidades — para transportadoras e operadores logísticos da região. - Scala Data Center
Extrema se prepara para um novo salto econômico com a possibilidade de receber um megadata center avaliado em R$ 27 bilhões, potencialmente o maior do Sul de Minas e apontado por fontes como um projeto da Scala Data Centers. Já consolidada como polo nacional de logística e e‑commerce, a cidade negocia ainda a chegada de outras quatro empresas bilionárias dos setores industrial e eletrônico. Com 1,5 milhão de m² de condomínios logísticos e quase metade dos armazéns de e‑commerce de Minas Gerais, Extrema deve ver crescer a demanda por transporte de cargas, mão de obra e movimentação de equipamentos de alto valor agregado, reforçando sua posição estratégica no país. - H2Green
Uberaba passa a integrar o cenário global do hidrogênio verde com a instalação da H2Brasil, subsidiária da portuguesa H2Green, que será a primeira empresa da ZPE local e deve erguer uma das maiores plantas do mundo no setor, com faturamento anual estimado em R$ 3,3 bilhões e 600 MW de potência instalada até 2030. O projeto reposiciona a cidade em uma rota logística estratégica para o escoamento de amônia e hidrogênio, além do transporte de insumos e equipamentos. A nova cadeia produtiva — que inclui fertilizantes e combustíveis sintéticos — deve gerar forte demanda logística para atender indústrias, cimenteiras e o agronegócio, ampliando o papel de Uberaba na economia nacional.
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