sábado, abril 4, 2026

Nadia Cruz é a nova gerente sênior de novos negócios e porta-voz da iMile

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A iMile Delivery, empresa global de logística especializada em entregas expressas para o e-commerce, anunciou a contratação de Nadia Cruz como gerente sênior de Desenvolvimento de Novos Negócios no Brasil. A executiva, com passagens pela J&T Express e Jadlog, assume o desafio de expandir a carteira de clientes e acelerar o crescimento da receita da companhia no País. Além disso, Cruz passa a ser porta-voz oficial da iMile para assuntos institucionais.

Pós-graduada em Gestão de Vendas e Negociação pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e bacharel em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, Nadia Cruz soma agora sua experiência ao time da iMile e contribui para fortalecer ainda mais a marca no mercado nacional.

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Realização: Frota Educação. Inscrições: Sympla
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Notícias curtas

Programa de estágio — A Veloe está com inscrições abertas para o programa Estágio Veloe 2025 com foco em diversidade, até 5 de setembro. A iniciativa tem foco em pessoas pretas e pardas, pessoas trans, mulheres na tecnologia e PcDs, e oferece vagas em diversas áreas com modelo híbrido em Barueri (SP). Inscrição no site!

Novos mecânicos automotivos — A parceria entre o Maxxi Trainning e o SENAI para a realização de um curso gratuito de formação em mecânica automotiva celebrou a formatura de sua primeira turma com 19 alunos. A iniciativa marca um importante passo na capacitação de jovens profissionais para o mercado de trabalho.

Mais oportunidades de estágio — A Braskem abriu inscrições para o Programa de Estágio 2026, voltado a estudantes universitários e técnicos com idade mínima de 18 anos, oferecendo vagas em diversos estados do Brasil. Com foco na formação de novos profissionais, o programa exige previsão de formatura entre 2027 e 2028 para universitários e vínculo de pelo menos um ano com a instituição de ensino para técnicos, promovendo aprendizado prático e desenvolvimento contínuo em ambientes industriais e corporativos; as inscrições vão até 3 de outubro pelo site oficial.

 

Goiânia acelera descarbonização com chegada dos novos Marcopolo Attivi Express

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A mobilidade urbana de Goiânia passa a contar com os inéditos ônibus articulados Marcopolo Attivi Express.com chassi BYD. Com 23 metros de comprimento, os quatro veículos vão operar no corredor BRT Leste-Oeste (antigo Eixo Anhanguera), um dos mais movimentados da cidade. A chegada dos novos veículos é resultado da parceria entre Marcopolo, Consórcio BRT Goiânia e Topline Bus, representante da marca na região Centro-Oeste.

O Attivi Express tem capacidade para até 158 passageiros, os ônibus oferecem tecnologias embarcadas de última geração, com ar-condicionado, Wi-Fi, poltronas estofadas City com portas USB, painel multiplex, itinerários eletrônicos e sistema de câmeras com reconhecimento facial para segurança. Outro destaque é o sistema de portas com acionamento eletrônico e função antiesmagamento.

O design também privilegia inclusão e acessibilidade: iluminação full LED, rampas de acesso, espaço reservado para pessoas com mobilidade reduzida e ambiente totalmente climatizado. “Estamos muito orgulhosos de participar dessa transformação em Goiânia. A entrega dos ônibus elétricos articulados é um exemplo concreto de como a Marcopolo está contribuindo para um transporte coletivo mais sustentável, eficiente e centrado nas pessoas”, afirmou Ricardo Portolan, diretor de Operações Comerciais Mercado Interno e Marketing da fabricante.

Outras notícias do setor de ônibus

Attivi Express
Volare Attack 9. Foto: Divulgação

Transporte de pacientes — A Volare, líder nacional na fabricação de micro-ônibus, ampliou sua atuação no setor público ao entregar 59 unidades do modelo Attack 9 ao Fundo Estadual de Saúde da Bahia, com conclusão prevista para agosto. Os veículos, adquiridos via a concessionária Peça Fácil Veículos, serão utilizados no transporte de pacientes das Policlínicas Regionais de Saúde, que atendem mais de 13,9 milhões de pessoas em 408 municípios baianos. Equipados com elevador, ar-condicionado e poltronas Executiva, os micro-ônibus oferecem conforto e acessibilidade, reforçando o compromisso da Volare com soluções personalizadas para a saúde pública e inclusão social.

Produção de carrocerias — A produção de ônibus pelas encarroçadoras brasileiras manteve desempenho positivo no acumulado de janeiro a julho. Foram produzidos 13.685 veículos, um aumento de 6,32% sobre o mesmo período do ano anterior. Os modelos urbanos lideraram com 5.622 unidades, seguidos pelos rodoviários (4.421), enquanto os micro-ônibus registraram queda de 24,7%, com 2.922 unidades. A produção também incluiu 564 miniônibus e 156 intermunicipais. Com a inclusão da Volare no balanço da Fabus, que fabricou 1.832 ônibus, o total produzido no período chegou a 15.517 unidades, destacando Caio Induscar e Marcopolo como principais fabricantes.

 

 

 

Toyota anuncia Soraya Battistini como nova gerente geral comercial no Brasil

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A Toyota do Brasil anunciou a nomeação de Soraya Battistini como sua nova gerente geral comercial no País. A executiva sucede Fábio Lage, que encerra um ciclo de onze anos na montadora japonesa, e passa a se reportar diretamente a José Ricardo Gomes, diretor comercial Brasil e diretor regional de atendimento ao cliente e cadeia de valor para a América Latina.

Com mais de duas décadas de experiência no setor automotivo, Battistini construiu grande parte de sua trajetória dentro da própria Toyota, onde atua há vinte anos. Ao longo desse período, ocupou posições estratégicas em áreas como pós-vendas, desenvolvimento de rede e vendas, acumulando conhecimento amplo sobre o negócio e a rede de concessionárias da marca no Brasil. Antes de ingressar na companhia, iniciou sua carreira no pós-vendas da Scania e também teve passagem pela Iveco.

Formada em Administração de Empresas pela PUC-SP, a nova gerente geral comercial possui especializações em Finanças e Marketing pela ESPM e em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela FGV, além de pós-graduação em Negócios e Comércio pelo Insper.

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Notícias curtas

Registro de estoque — O Serpro está presente no 33º Congresso & ExpoFenabrave, que acontece de 26 a 28 de agosto, na São Paulo Expo. No estande da empresa, os participantes poderão conhecer de perto o Renave (Registro Nacional de Veículos em Estoque), solução que está transformando o processo de compra, venda e gestão de veículos no Brasil.

Educação — O Ford <Enter>, programa gratuito de formação profissional para pessoas em situação de vulnerabilidade social, iniciou uma nova turma com 60 alunos em São Paulo. O objetivo do curso é capacitar os participantes para atuar como programadores de software no mercado de tecnologia, que tem uma grande carência de pessoal qualificado. Ele foi criado pela Ford e pela Ford Philanthropy, frente filantrópica da empresa, e é desenvolvido em parceria com o Global Giving, SENAI e Rede Cidadã no Brasil.

Barretos — A Volkswagen do Brasil anunciou que as 200 unidades da Amarok Edição Limitada Barretos 70 Anos foram esgotadas em menos de 24 horas após o lançamento exclusivo durante evento em Barretos (SP). Baseada na versão Extreme, a Amarok Edição Limitada Barretos 70 Anos se diferencia por itens como capota marítima, amortecedor na tampa da caçamba, adesivo lateral alusivo a Barretos e badges laterais e traseiro com o tradicional logo da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.

Do zero quilômetro à carga geral: Grupo Sada quer dobrar suas operações

O Grupo Sada projeta encerrar 2025 com crescimento nas suas principais verticais: transporte de veículos e carga geral. A empresa mineira se apoia no bom momento da indústria: a produção de veículos no Brasil subiu 8% no primeiro semestre, segundo a Anfavea, enquanto as vendas avançaram 7% de acordo com a Fenabrave. No mesmo período, a receita com exportações de automóveis para a Argentina cresceu expressivos 168,3%, ampliando a demanda por serviços logísticos do grupo.

Em entrevista ao jornal mineiro Diário do Comércio, o diretor de Novos Negócios, Ricardo Ramos, disse que há em consonância com a expansão do mercado brasileiro e que o grupo acredita conseguir preservar esse percentual de avanço no transporte de veículos novos. O diretor Comercial de Transporte & Logística, Marcelo Loureiro, reforçou que o conglomerado registrou uma expansão relevante no transporte de veículos zero quilômetro na primeira metade do ano.

Investimentos

Na carga geral, a companhia também vem acelerando: no primeiro semestre, a receita aumentou mais de 30% e o volume transportado 18%. Para sustentar o ritmo, a Sada anunciou investimentos de R$ 38,8 milhões na frota e lançou a plataforma “Jornada da Carga”, que dá mais transparência e eficiência às operações. A meta é ambiciosa: dobrar o tamanho das operações de carga geral em até cinco anos, expandindo presença em setores estratégicos como e-commerce e proteínas.

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A diversificação inclui ainda a expansão internacional, com a aquisição da uruguaia Manatil, e o investimento em sustentabilidade: um centro de reciclagem de veículos será inaugurado em Igarapé (MG) em 2026, alinhado ao Programa Mover e à economia circular. Mesmo diante de desafios como juros elevados e insegurança jurídica, o grupo se mantém confiante e aposta em inovação, internacionalização e serviços de maior valor agregado para seguir crescendo.

Notícias curtas

Vendas em agosto — A primeira quinzena de agosto trouxe sinais positivos para a indústria automotiva brasileira, com crescimento de 9,8% nos licenciamentos em relação a julho, totalizando 103.116 unidades. O avanço, ainda que mais modesto (2,3%) frente ao mesmo período de 2024, reflete a recuperação iniciada após o Decreto 12.549, que zerou o IPI para modelos do programa Carro Sustentável. Modelos como Volkswagen Polo Track, Fiat Argo Drive e Hyundai HB20 Comfort lideraram as vendas entre os beneficiados. As compras em showroom somaram 56.774 unidades, enquanto as vendas diretas subiram para 45% do total. A Fiat manteve a liderança de mercado, seguida por Volkswagen e Hyundai, que superou General Motors e Toyota. Os veículos eletrificados também se destacaram, com 11,3 mil emplacamentos, representando alta de 15,2% sobre julho e impressionantes 73,6% em relação a 2024.

Mais radares nas rodovias — O Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo (DER-SP) ativará, a partir da meia-noite de terça-feira (26), mais 28 radares de fiscalização eletrônica em rodovias estaduais, elevando para 112 o total de equipamentos em operação. A iniciativa, parte do contrato do Edital nº 145/2023 que prevê a instalação de 649 radares, visa aumentar a segurança viária, prevenir acidentes e salvar vidas, com dispositivos posicionados em trechos estratégicos e sinalizados. Motoristas que excederem o limite de velocidade serão autuados, reforçando o compromisso do governo estadual com a meta de zerar acidentes nas rodovias. Os demais equipamentos ainda estão em fase de testes e terão sua ativação amplamente divulgada pelos canais oficiais.

Scooters indoor — A MovinJet, empresa da Synerjet Corp. especializada em mobilidade pessoal, anunciou a expansão de sua rede de distribuição com concessionárias homologadas em todas as capitais brasileiras. Voltada para públicos diversos — como idosos, pessoas com mobilidade reduzida e pacientes em recuperação — a marca registrou crescimento de 600% nas vendas mensais de scooters, passando de 13 para 60 unidades, com projeção de até 800 vendas nos próximos 12 meses. Os equipamentos, certificados pela Anvisa e Inmetro, são autorizados para uso em aeroportos e classificados como produtos ortopédicos, o que facilita o acesso por meio de linhas de crédito especiais. A estratégia abrange os mercados B2C e B2B, incluindo clínicas, hospitais e empresas de transporte, com foco em tornar a mobilidade um direito acessível a todos.

 

 

56 anos: Grupo Bertolini integra logística, armazenagem e indústria em seis unidades de negócios

O Grupo Bertolini, que completa 56 anos, promoveu um encontro de forma simultânea com os quase 1,2 mil colaboradores de suas unidades no Brasil e no exterior. Além do lançamento da campanha “Somos feitos de ação”, o evento destacou a força coletiva do grupo, que se consolidou como um dos gigantes brasileiros em móveis, metalurgia, logística e, especialmente, em sistemas de armazenagem.

Na área de logística, a operação é centralizada na Logber Logística, responsável por atender não apenas as empresas do grupo, mas também clientes de setores como moveleiro, vinícola, autopeças e embalagens. A empresa atua em mais de 1.900 cidades do Brasil, com frota própria e terceirizada de mais de 200 veículos e centros logísticos posicionados no Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Pernambuco.

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Notícias curtas

Um desconto, por favor — Durante o evento “The One”, Luiz Alvarez, VP de Suprimentos da Volkswagen, mostrou que além de negociar, também sabe entreter — e com estilo! Com direito a Cristo Redentor fazendo sinal de “me dá um descontinho aí” e trilha sonora tropical de Jorge Ben Jor, ele pediu aos fornecedores um singelo corte de 5% nos preços, embalado por dados econômicos animadores e um humor afiado. Entre uma piada e outra, lembrou que 2025 não está sendo um passeio no Fusca: tem tarifaço gringo, concorrente (leia-se BYD) que chega sem comprar nem um parafuso nacional e ainda quer incentivo. Mas com vendas subindo 11% e escala crescendo, Alvarez mandou o recado com charme e estratégia — porque no Brasil, até pedido de desconto vem com samba no pé.

Bertolini
Evento da VW do Brasil com seus fornecedores

Seguro de cargas — De olho em um mercado que movimentou mais de R$ 2,6 bilhões em prêmios até maio deste ano, segundo dados da Susep, a MAPFRE, companhia global de seguros e serviços financeiros, acaba de lançar no mercado o ‘MAPFRE Cargo’, nova plataforma digital criada para simplificar a contratação e a gestão de seguros de transporte de cargas.

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Financiamento — As vendas financiadas de veículos no Brasil totalizaram 639 mil unidades em julho deste ano, entre novos e usados, de acordo com dados da B3. O número, que inclui autos leves, pesados e motos em todo o país, representa uma alta de 2,1% na comparação com o mesmo período de 2024. Em relação a junho de 2025, aumento foi de 14,2%. No segmento de autos leves, houve queda de 1,9% ante julho de 2024. Comparado a junho de 2025, o saldo foi 16,6% maior. Já o financiamento de motos cresceu 8,5% em relação a junho de 2025, e 17,9% em relação a julho de 2024. O número de financiamentos de veículos pesados no mês passado foi 3,6% menor do que em julho de 2024, e 11.5% superior a junho de 2025.

Selo ESG Carga — A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) lançou a proposta do Selo ESG Cargas, voltado a reconhecer transportadores rodoviários que adotam práticas sustentáveis, sociais e de governança. A iniciativa, parte da Agenda Regulatória 2025-2026, foi apresentada em audiência pública e prevê selos voluntários — integral ou parciais — para empresas registradas no RNTRC que atendam critérios como segurança viária, redução de emissões, inclusão e dignidade no trabalho. A avaliação será baseada em dados oficiais e certificações reconhecidas, e empresas com irregularidades não poderão participar. O selo busca fortalecer a reputação dos transportadores e alinhar o setor às melhores práticas internacionais.

Freios traseiros: o elo esquecido que pode comprometer toda a segurança

Parece óbvio, mas basta uma volta pela oficina de confiança para constatar o contrário: motorista e frotista só lembram dele quando o pedal começa a vibrar, quando surge um chiado metálico ou, pior, quando o veículo não para como deveria. E, geralmente, a maior negligência ocorre com os freios traseiros.

E aqui vai o alerta: não é só o freio dianteiro que importa. O traseiro — muitas vezes relegado ao esquecimento por estar escondido dentro do tambor — é fundamental para o equilíbrio da frenagem.

O que acontece quando o traseiro falha?

Segundo especialistas da Fras-le, o freio dianteiro absorve cerca de 70% da carga de frenagem, enquanto o traseiro responde por 30%. Parece pouco, mas esse “30%” é justamente o que garante estabilidade e evita que todo o esforço recaia sobre o eixo dianteiro.

Quando o traseiro perde eficiência, o dianteiro trabalha sobrecarregado. A consequência? Discos empenados, pastilhas “espelhadas” e perda real de capacidade de frenagem. Traduzindo: mais risco de acidente e mais custo de manutenção.

Tambor x disco: um duelo de décadas

Muita gente ainda se pergunta: por que, em pleno 2025, veículos de carga e até carros de passeio ainda usam tambor atrás? A resposta é simples: custo e eficiência para determinadas condições.

  • Tambor: área de contato maior, boa capacidade de segurar peso em rampas e baixo custo de produção. Mas sofre para dissipar calor.
  • Disco: mais moderno, dissipa calor com eficiência, responde mais rápido e tem manutenção mais simples. Por isso é regra na dianteira e, cada vez mais, no eixo traseiro dos carros médios e premium.

No transporte pesado, o tambor ainda resiste. É robusto, suporta poeira, barro e vibração. Mas exige ajuste fino e revisão periódica, coisa que boa parte das frotas simplesmente adia.

freio a tambor
Levantamento: André Grasha

Sinais de alerta que o motorista não deve ignorar

Um freio não avisa com boletim de ocorrência, mas dá sinais claros. Se você notar:

  • vibração no pedal ao frear;
  • ruídos metálicos ou chiados;
  • pedal duro demais ou “borrachudo”;
  • luz de advertência acesa no painel;

…não hesite: é hora de levar o veículo à oficina. Ignorar esses sinais pode custar não só dinheiro, mas vidas.

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Manutenção que vale mais que seguro

O coordenador de assistência técnica da Fras-le, Leandro Leite, reforça: “A falta de manutenção faz com que o freio dianteiro atue com sobrecarga para compensar a perda de eficiência da traseira. Isso provoca aquecimento excessivo e compromete todo o sistema.”

A recomendação dos especialistas é simples:
  • Revisar lonas e tambores periodicamente, em média a cada 60 mil km ou a cada duas trocas de pastilhas;
  • Conferir cilindros, molas e conexões hidráulicas;
  • Inspecionar discos e pastilhas dianteiras para detectar empenamentos e espelhamento;
  • Deixar a manutenção nas mãos de profissionais habilitados.

Conclusão: o barato sai caro

Num país com frota envelhecida, como é o caso do Brasil, onde ônibus e caminhões circulam muitas vezes acima do limite de vida útil recomendado, negligenciar o sistema de freios é flertar com o desastre.

Freio traseiro pode não brilhar tanto quanto o dianteiro, mas é ele que fecha o conjunto. Ignorá-lo é condenar o veículo a rodar capenga, arriscando carga, passageiro e motorista.

Como diriam os mais experientes da boleia: quem não cuida do freio traseiro, acaba pagando duas vezes — na oficina e no guincho.

Novo Golf GTI estreia no Brasil com espetáculo aéreo e automobilístico em São Joaquim da Barra

A Volkswagen escolheu um palco inusitado para marcar o retorno oficial do Golf GTI ao Brasil: a pista do Aeroporto de São Joaquim da Barra. Num evento de forte apelo midiático, o hatch esportivo enfrentou um avião Beechcraft Bonanza G36 em uma drag race de 1.320 metros, colocando lado a lado duas máquinas de engenharia de alta performance – uma sobre rodas, outra sobre asas.

Marketing com adrenalina

A cena foi calculada para gerar impacto. O Golf GTI, equipado com motor EA888 2.0 turbo de 245 cv e Launch Control, acelerou de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos, abrindo vantagem sobre o Bonanza de 300 cv. A vitória simbólica do carro sobre a aeronave cria um enredo poderoso de narrativa esportiva, reforçando o legado do GTI como ícone da Volkswagen.

A ação também traduz uma tendência clara da indústria: transformar lançamentos automotivos em grandes espetáculos, conectando tradição, emoção e conteúdo compartilhável. Em tempos de engajamento digital, ver um carro “vencer” um avião é a metáfora perfeita para ocupar espaço nas redes sociais e gerar repercussão espontânea.

O peso simbólico do GTI no Brasil

Mais do que um lançamento, o retorno do Golf GTI representa uma estratégia de reposicionamento da Volkswagen. O modelo carrega o estigma de “lenda esportiva” e construiu no país uma base de fãs fiéis desde as gerações anteriores. Ao trazê-lo de volta, a marca se conecta com a nostalgia dos entusiastas, mas também mira novos públicos que buscam esportividade em um pacote de design e tecnologia mais atuais.

O hatch chega como vitrine de inovação e desejo aspiracional, ainda que em um mercado cada vez mais dominado por SUVs. A disputa com o avião reforça essa mensagem: o Golf GTI não é apenas um carro, mas um símbolo de performance que transcende categorias.

Protagonistas da cena

O evento foi conduzido pelo próprio CEO e presidente da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom, ao volante do GTI, contra o empresário Luiz Gustavo Junqueira Figueiredo, no comando do Bonanza. Ao final da disputa, o carro venceu no asfalto, enquanto o avião decolou em seguida e fez um rasante sobre o aeroporto, coroando a apresentação com espetáculo visual. Logicamente que a vitória do Golf GTI foi programada e previsível, pois, do contrário, a Volkswagen não investiria nesta ação.

Para Possobom, “o Golf GTI é uma lenda no Brasil e tê-lo oficialmente de volta é uma conquista para a Volkswagen do Brasil. Viver essa arrancada ao lado de um avião é uma experiência que ficará marcada”. Já Luiz Gustavo, apaixonado por carros e aeronaves, destacou a emoção de ver o hatch disparar sob a perspectiva do cockpit: “Foi um dos momentos mais intensos que já vivi”.

Análise final: mais que um carro, um show de marca

A volta do Golf GTI ao Brasil foi transformada em um espetáculo de entretenimento, onde velocidade, ousadia e emoção foram os ingredientes centrais. Mais do que reforçar a potência do modelo, a Volkswagen buscou reposicionar sua imagem diante de um consumidor exigente e conectado, mostrando que ainda sabe trabalhar com símbolos fortes de sua história.

O hatch esportivo chega como um produto de nicho, mas com enorme força de marca. Se, no mercado, os SUVs dominam as vendas, o Golf GTI cumpre outro papel: ser o “halo car” da Volkswagen, um modelo que gera desejo, reforça a tradição esportiva da marca e conecta emoção à estratégia comercial.

Carro x Avião: quem leva a melhor?

Especificações Volkswagen Golf GTI Beechcraft Bonanza G36
Motor EA888 2.0 TSI Turbo, 4 cilindros Continental IO-550, 6 cilindros aspirado
Potência 245 cv 300 cv
Peso aproximado 1.400 kg 1.650 kg (vazio)
Aceleração (0–100 km/h) 6,1 s Não aplicável (decola em ~430 m)
Velocidade máxima 250 km/h (limitada) 326 km/h (vel. de cruzeiro)
Distância de prova 1.320 m (pista decolagem) 1.320 m (pista decolagem)
Resultado da disputa Vitória no solo Decolagem e rasante final

Curiosidades

  • O Launch Control do GTI garantiu uma largada explosiva, decisiva para abrir vantagem.
  • O Bonanza G36, mesmo com mais potência, exige tempo e pista para atingir a velocidade de decolagem (~120 km/h).
  • O hatch venceu a “drag race”, mas o avião cumpriu seu papel: voou sobre o público num rasante cinematográfico.
  • A cena sintetiza a diferença entre potência imediata no asfalto e capacidade de sustentação no ar.

De custo a valor: como a logística pode se tornar vantagem competitiva

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No artigo de Agapito Sobrinho, CEO da BBM Logística, enviado ao Frota News, entenda por que colocar o cliente no centro da gestão é o caminho para transformar transporte rodoviário em vantagem competitiva — e não apenas em uma despesa a ser cortada.

Transformando a logística, de custo a ser reduzido, para um ativo estratégico

Por Agapito Sobrinho, CEO da BBM Logística

No competitivo segmento de transporte rodoviário de cargas, adotar uma gestão centrada no cliente deixou de ser um diferencial para se tornar questão de sobrevivência e crescimento. Em um setor pressionado por prazos, volatilidade de demanda e margens apertadas, orientar decisões, processos e cultura a partir das necessidades do embarcador e do destinatário é o que transforma a operação em geração de valor confiável, percebido e recompensado pelo mercado.
O ponto de partida é reconhecer que o cliente não compra apenas quilômetros rodados: ele compra previsibilidade, informação de qualidade e capacidade de resposta. Quando a transportadora organiza sua gestão para entender expectativas específicas — nível de serviço, janelas de entrega, sensibilidade a custo, requisitos de segurança, necessidades de visibilidade —, a operação começa a refletir essas prioridades com precisão. Isso reduz atritos operacionais, alinha expectativas e abre espaço para relacionamentos de longo prazo sustentados por confiança e resultado.
Nesse contexto, a personalização é estratégica. Roteirização que considera particularidades de cada embarcador, flexibilidade para picos sazonais, políticas claras para ocorrências e devoluções, e acordos de nível de serviço com métricas de verdade criam um ambiente em que o cliente percebe consistência e responsabilidade.
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A comunicação é outra peça central. O cliente quer saber onde está sua carga, o que pode acontecer nas próximas horas e quais alternativas existem diante de imprevistos. Uma gestão centrada no cliente compartilha status de forma proativa, utiliza múltiplos canais e padroniza a linguagem para reduzir ambiguidade. Essa transparência tem efeito duplo. Para o cliente, diminui a ansiedade, facilita o planejamento interno e reduz custos invisíveis de incerteza. Para a transportadora, reduz o volume de contatos reativos, melhora a qualidade do relacionamento e evita desgastes que corroem as margens.
Há também um componente humano incontornável. Equipes de atendimento e de operações precisam ser treinadas para ler contexto, negociar prioridades e agir com empatia sem perder eficiência. Uma cultura que legitima a escuta ativa, valoriza feedbacks e recompensa a resolução inteligente de problemas cria um ciclo virtuoso: quanto melhor a qualidade da interação, mais ricas são as informações coletadas; quanto mais ricas as informações, mais certeira a operação; quanto mais certeira a operação, mais forte a relação e a reputação.
Saiba mais:
Os benefícios para o cliente são tangíveis. Menos tempo gasto acompanhando entregas, menos surpresas desagradáveis, mais aderência às janelas críticas, maior previsibilidade para o planejamento de produção e vendas. Isso reduz custos indiretos, melhora a experiência do próprio cliente e fortalece parcerias. Em mercados em que a disponibilidade de produto no ponto de venda é decisiva, esse nível de confiabilidade pode significar vantagem competitiva real.
Para a transportadora, os ganhos aparecem na fidelização, na redução do churn e no aumento do ticket por conta. Clientes satisfeitos tendem a consolidar volumes, a aceitar propostas de serviços com maior valor agregado e a atuar como fonte de indicação. Além disso, processos moldados por necessidades reais eliminam desperdícios: menos redespachos por falha de janela, menos recolhas emergenciais, menos litígios e menos custos ocultos com comunicação reativa. Em um setor de margens comprimidas, esse efeito composto tem impacto direto na rentabilidade.
Outro resultado é a diferenciação. Em um mercado muitas vezes comoditizado pelo preço do frete, a experiência torna-se o principal vetor de escolha. Uma gestão centrada no cliente constrói uma proposta de valor difícil de replicar de um dia para o outro, porque depende de cultura, dados, processos e pessoas alinhados. Essa barreira competitiva protege a base e sustenta crescimento mais saudável, menos sensível a flutuações de preço.
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Contudo, implementar essa abordagem exige disciplina. O feedback é combustível desse processo. Pesquisas rápidas pós-entrega, análises de NPS por rota ou produto, e painéis de causas-raiz alimentam uma espiral de aprendizagem. A cada ciclo, a empresa fica um pouco mais precisa nas promessas e mais confiável nas entregas. E quando ocorrem falhas — inevitáveis no transporte rodoviário —, a diferença está na resposta: transparência imediata, alternativas factíveis e compensações proporcionais preservam a relação e demonstram compromisso.
No longo prazo, os efeitos se acumulam. A empresa ganha previsibilidade de demanda, o que permite planejamento de frota, capacitação de motoristas e negociação mais inteligente com parceiros. O cliente, por sua vez, incorpora a confiabilidade logística à sua estratégia comercial, reduz rupturas e melhora o giro. Essa interdependência bem administrada cria um ecossistema em que todos têm incentivos para manter o padrão e elevar a barra.

Em síntese

A gestão centrada no cliente é uma escolha de posicionamento com implicações operacionais profundas, que recompensa a consistência e pune o improviso. Para as empresas de transporte rodoviário de cargas, ela oferece um caminho claro para sair da guerra de preços e competir por experiência, confiança e resultado. Para os clientes, entrega tranquilidade, previsibilidade e parceria — três valores que, em mercados disputados, valem tanto quanto a própria mercadoria transportada.
Seguir essa rota requer investimento, liderança e paciência. Mas, uma vez firmada, transforma o negócio em uma plataforma confiável de criação de valor, na qual cada quilômetro rodado significa um passo a mais na construção de relacionamentos duradouros e lucrativos.
É assim que a logística deixa de ser um custo a ser reduzido e passa a ser um ativo estratégico, com o cliente sempre no centro da estrada.

Quem é o novo profissional da logística?

O setor de logística atravessa uma transição profunda. O avanço da digitalização, a pressão do e-commerce, as novas exigências regulatórias e a agenda ESG mudaram o perfil do profissional que as empresas buscam. O “novo profissional da logística” já não é apenas o executor de tarefas operacionais. Hoje, ele é analista de dados, gestor de clientes, especialista em sustentabilidade e protagonista da adoção de tecnologias como inteligência artificial (IA).

De acordo com estudo da SimpliRoute, empresa especializada em otimização de logística, 82% das empresas brasileiras querem investir em IA aplicada ao transporte, 77% em processamento de pedidos e 76% em atendimento ao cliente. A tendência revela que a tecnologia não é acessória: ela passa a ser o coração da logística moderna.

Do operacional ao digital

A digitalização ampliou o papel da logística. Softwares de gestão de transporte (TMS), armazéns (WMS) e visibilidade em tempo real já são rotina em grandes companhias, enquanto a IA assume funções como roteirização dinâmica, previsão de demanda e atendimento automatizado.

Esse movimento exige que os profissionais dominem não apenas fluxos físicos, mas também dados e sistemas integrados, trabalhando em torres de controle que monitoram operações de ponta a ponta.

E-commerce como motor de mudança

O comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 204,3 bilhões em 2024, segundo a ABComm (associação do setor), crescimento de 10,5% em relação ao ano anterior. Esse avanço pressiona a última milha, com entregas mais rápidas, flexíveis e visíveis para o consumidor.

Nesse contexto, surge uma nova função híbrida: o especialista em experiência do cliente (CX) dentro da logística, responsável por equilibrar custo, prazo e satisfação em cada entrega.

ESG e a nova responsabilidade

Outro vetor de mudança é a sustentabilidade. Programas como o GHG Protocol e as metas do governo para descarbonização colocam a logística no centro das estratégias ambientais. Profissionais precisam entender de inventário de emissões, biocombustíveis e indicadores de carbono por tonelada-quilômetro, além de segurança de dados e compliance.

É justamente nesse ponto que entra o Seminário Educação para Logística – Descarbonização 2025, organizado pela Frota News. O evento reunirá líderes do setor de transporte, logística, indústria automotiva e instituições de ensino para discutir formação técnica e estratégica no enfrentamento da crise climática. A proposta é clara: integrar inovação, tecnologia e práticas sustentáveis ao processo de capacitação profissional.

Habilidades em alta

Um levantamento do Fórum Econômico Mundial indica que até 2030 quase 40% das competências atuais serão substituídas. As empresas de logística já projetam crescimento em áreas como:

  • IA e big data
  • Cibersegurança e literacia digital
  • Pensamento analítico e criatividade
  • Gestão de pessoas e adaptabilidade

No contexto do seminário, esses tópicos ganham ainda mais relevância, pois conectam a transformação digital com a agenda de descarbonização, criando uma trilha prática de desenvolvimento profissional.

Funções emergentes

Entre os cargos que mais crescem no Brasil e no mundo estão:

  • Analista de Torre de Controle: monitora operações em tempo real e atua na gestão por exceção.
  • Especialista em Dados de Logística: transforma números em decisões sobre rotas, custos e níveis de serviço.
  • Gestor de Descarbonização: responsável por medir e reduzir a pegada de carbono da cadeia.
  • CX de Última Milha: garante comunicação eficiente com o cliente e flexibilidade na entrega.
  • PO de TMS/WMS: conduz a digitalização dos processos e as automações com IA e RPA.

A corrida por qualificação

No Brasil, o “Mapa do Trabalho Industrial 2025-2027”, da CNI/SENAI, mostra que milhões de trabalhadores precisarão ser qualificados até 2027 — sendo logística e transporte entre os setores mais demandados. Instituições como SENAC, SEST SENAT e SENAI já oferecem trilhas de capacitação voltadas para tecnologia, segurança e gestão de operações.

O seminário da Frota News se conecta diretamente a essa necessidade. Ao reunir fabricantes de veículos comerciais, transportadores, operadores logísticos, especialistas e instituições de ensino, cria um espaço de construção de soluções reais para acelerar a transição para uma logística de baixo carbono no Brasil.

O profissional do futuro já chegou

Na prática, o novo profissional da logística é multidisciplinar, orientado por dados e guiado pelo cliente. Ele precisa traduzir a pressão por prazos curtos em processos sustentáveis e rentáveis, equilibrando tecnologia, eficiência e impacto ambiental.

Não se trata mais de uma tendência: quem atua em logística hoje já está inserido nessa transformação. E eventos como o Seminário Educação para Logística – Descarbonização 2025 são fundamentais para preparar o setor, alinhar estratégias e formar a nova geração de profissionais que liderarão a transição para um transporte mais limpo e inteligente.

Tsea Energia investe R$ 700 milhões e amplia desafios logísticos em Minas Gerais

A Tsea Energia anunciou um investimento de R$ 700 milhões para a construção de uma nova planta em Contagem (MG), projeto que deve duplicar a capacidade de produção da empresa até 2029. Especializada em transformadores de potência, a companhia é hoje uma das maiores exportadoras de bens de capital de Minas Gerais, atrás apenas da Stellantis. A expansão, além de reforçar a posição da empresa no mercado global, traz impactos diretos ao setor de transporte e logística.

A escolha de instalar a nova unidade às margens da BR-381, a Rodovia Fernão Dias, não é por acaso. O corredor liga Belo Horizonte a São Paulo e é um dos principais eixos de movimentação de cargas do País. Com a duplicação da produção, prevista para o período entre 2028 e 2029, o tráfego de insumos e produtos acabados tende a crescer, exigindo soluções de transporte rodoviário mais robustas e especializadas.

Transporte de cargas pesadas em evidência

Os transformadores de potência são equipamentos volumosos e de alto peso, o que demanda carretas específicas, escoltas e rotas adaptadas. O aumento de 100% na produção coloca em perspectiva uma demanda maior por transportadoras com expertise em cargas indivisíveis, segmento que exige não apenas frota diferenciada, mas também profissionais capacitados e rotinas de segurança mais rígidas.

Atualmente, entre 70% e 80% da produção da Tsea Energia é destinada aos Estados Unidos. A ampliação fabril deve intensificar a integração entre transporte rodoviário, portos e operações de comércio exterior, fortalecendo corredores como Minas–Santos e Minas–Vitória.

Seminário Educação Para Logística
Inscrição: Symplá

Novas vagas de trabalho

O aporte deve gerar entre 800 e 1.000 empregos diretos e indiretos, aumentando a necessidade de transporte urbano e fretamento de trabalhadores na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Além disso, as parcerias com universidades e escolas técnicas incluem formação voltada para áreas como engenharia, produção e logística, ampliando a base de profissionais capacitados para atuar em cadeias industriais complexas.

A expansão da Tsea Energia dialoga com uma tendência global: a crescente demanda por infraestrutura energética para data centers, indústrias e serviços estratégicos. Nesse cenário, o transporte de grandes equipamentos ganha relevância, abrindo oportunidades para empresas que atuam na interface entre transição energética e soluções logísticas. Fonte: Redes sociais da Tsea Energia.

Outras notícias curtas

Mais discos e tambores de freio – A Frasle Mobility inaugurou em Joinville (SC) uma nova subestação de energia na unidade da marca Fremax, com investimento de R$ 51 milhões — o maior da empresa em um único projeto. A iniciativa visa ampliar em 25% a capacidade produtiva da fábrica, gerar 100 empregos diretos e reforçar o compromisso com a sustentabilidade, ao eliminar o uso de geradores e evitar a emissão de 2,4 mil toneladas de CO₂.

Pesquisa FlixBus – O turismo de bem-estar tem ganhado destaque entre os brasileiros, com 58% escolhendo viajar em busca de equilíbrio físico e mental, segundo pesquisa da FlixBus. Essa tendência reflete uma resposta ao aumento do estresse e dos casos de burnout no país, que ocupa o segundo lugar no ranking global, segundo a empresa. O setor movimenta trilhões mundialmente e representa 5% do PIB brasileiro. Viagens fora dos roteiros tradicionais, como o slow travel e escapadas curtas, têm crescido, embora o custo ainda seja um obstáculo para 52% dos entrevistados. Diante disso, empresas como a Buser e FlixBus se posicionam como alternativas acessíveis.

Combustível ilegal – A nomeação de Artur Watt e Pietro Mendes para a diretoria da ANP é vista pelo Instituto Combustível Legal (ICL) como uma oportunidade estratégica para intensificar o combate às irregularidades no setor de combustíveis. A expectativa é que a nova gestão fortaleça a fiscalização, promova maior transparência e garanta segurança jurídica, com foco em enfrentar práticas como adulteração, evasão fiscal e comércio ilegal.