A Bajaj reforçou sua operação de pós‑venda no Brasil com a implantação de um novo centro de distribuição de peças em Barueri (SP), que recebeu investimento de R$ 15 milhões. A estrutura, com 750 m², abriga cerca de 1,5 milhão de peças distribuídas em 3.408 itens e foi projetada para garantir maior eficiência logística e rapidez no atendimento às concessionárias. O CD conta com 1.082 posições de estoque e opera atualmente com 10 colaboradores, número que deve crescer 40% nos próximos meses.
O abastecimento do armazém ocorre por importações regulares da Índia, combinando transporte marítimo — com dois contêineres mensais e tempo médio de 40 dias — e modal aéreo, que garante chegada de peças em cerca de três dias para situações emergenciais, como garantia e motos imobilizadas. A distribuição para a rede é feita principalmente por transporte rodoviário, enquanto internamente o CD trabalha com SLA de até 72 horas para separação, conferência e expedição dos pedidos.
“Nosso objetivo é garantir alta disponibilidade de componentes e agilidade no atendimento à rede de concessionárias, oferecendo ao cliente a segurança de um pós-venda eficiente e estruturado”, destaca Waldyr Ferreira, Managing Director da Bajaj do Brasil
As concessionárias utilizam uma plataforma digital para consultar disponibilidade, fazer pedidos e acompanhar solicitações, o que otimiza a comunicação com a operação logística. Com essa estrutura, a Bajaj busca consolidar no País um pós‑venda robusto, garantindo alta disponibilidade de componentes e suporte ágil à rede autorizada e aos clientes, alinhado ao crescimento da marca no mercado brasileiro.
Saiba mais:
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- A denúncia da Abraciclo levou o Ministério da Justiça a abrir um processo administrativo contra a Shineray por suspeitas de que alguns modelos da marca estariam sendo vendidos sem componentes obrigatórios de controle de emissões e segurança, como catalisador e cânister. A investigação, ainda inicial, pode gerar sanções caso a empresa não comprove conformidade, o que acende um alerta para gestores de logística urbana, já que muitas operações utilizam motos da marca. O caso envolve riscos regulatórios, reputacionais e ambientais para empresas que dependem dessas frotas, reforçando a necessidade de auditoria técnica e atenção ao compliance. A Shineray, que cresce rapidamente no mercado e já ocupa a terceira posição em vendas no País, nega irregularidades e afirma cumprir todas as normas vigentes.
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