A Volvo acaba de ultrapassar a marca de 10 mil caminhões movidos a GNL em operação ao redor do mundo — um marco oportuno para o debate sobre o uso de GNL (gás natural liquefeito) e GNC (gás natural comprimido) no transporte rodoviário brasileiro. n
A reportagem destaca que, embora muitos enxerguem a discussão apenas como uma disputa entre combustíveis, a diferença mais profunda entre Volvo e Scania está no ciclo do motor adotado por cada montadora. Enquanto a Volvo aposta no ciclo Diesel adaptado ao gás, priorizando desempenho e autonomia, a Scania segue com o ciclo Otto, mais tradicional no uso de gás, mas com características distintas de eficiência e torque.
No Brasil, a GNC tem sido priorizado por causa do custo de armazenamento ser muito mais baixo do que o GNL, apesar da autonomia proporcionada pelo gás liquifeito ser três vezes maior.
O texto também aborda:
- Custos operacionais e impacto no TCO.
- As diferenças tecnológicas entre GNC e GNL
- Autonomia e infraestrutura de abastecimento no Brasil.
- Como a expansão global do GNL pressiona o mercado brasileiro a acelerar decisões.
- As marcas que estão desenvolvendo novos modelos a gás
Se quiser aprofundar a análise técnica e a evolução dos caminhões a gás, a reportagem completa está na edição 54 da Revista Frota News.
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